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PRONAC 2510422Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Podcast - O que elas dizem quando ninguém interrompe

MARIA CLAUDIA DA COSTA FRANCO SILVA D ARCADIA DE ANDRADES
Solicitado
R$ 196,3 mil
Aprovado
R$ 196,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod Av Radio/Podcast
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Poços de Caldas
Início
2026-02-02
Término
2027-01-29
Locais de realização (1)
Poços de Caldas Minas Gerais

Resumo

O projeto "Que Elas Dizem Quando Ninguém Interrompe" visa a produção de um podcast semanal, com duração de uma hora por episódio, que entrevistar mulheres de diferentes áreas profissionais. O intuito é amplificar suas vozes, compartilhar suas trajetórias, e discutir temas como empoderamento feminino, igualdade de gênero e diversidade no mercado de trabalho, criando um espaço de escuta livre e respeitosa.Ao longo de 12 meses, o podcast produzirá 52 episódios, com entrevistas semanais de uma hora com mulheres inspiradoras de diferentes setores, como ciência, arte, negócios, política, entre outros. O projeto será amplamente divulgado nas plataformas de streaming, como Spotify e Youtube, além de cortes em redes sociais.

Sinopse

“ OQue Elas Dizem Quando Ninguém Interrompe” é um podcast cultural que propõe um espaço de escuta, diálogo e valorização das vozes femininas brasileiras. A iniciativa nasce do reconhecimento de que, historicamente, as mulheres têm suas falas interrompidas, desacreditadas ou invisibilizadas nos espaços públicos, profissionais e midiáticos.O programa convida mulheres de diferentes origens, profissões e vivências para compartilharem suas trajetórias, reflexões e experiências em conversas profundas, acolhedoras e livres de interrupções. Cada episódio é construído como um encontro sensível, onde a escuta ativa e o tempo da palavra são tratados como gestos políticos e culturais de resistência.Mais do que entrevistas, o podcast oferece um ambiente de diálogo transformador, onde temas como igualdade de gênero, representatividade, cultura, educação, arte e cidadania são abordados de forma acessível e inspiradora.A proposta alia comunicação e cultura como ferramentas de emancipação, fortalecendo o protagonismo feminino e estimulando a formação de público crítico e diverso.Disponível gratuitamente nas principais plataformas de áudio e vídeo, o podcast também realiza ações de contrapartida social, como rodas de conversa em escolas públicas, ampliando seu alcance e promovendo a democratização do acesso à cultura.Com linguagem contemporânea e sensível, “O Que Elas Dizem Quando Ninguém Interrompe” é mais que um programa: é um gesto coletivo de escuta, reconhecimento e transformação social.

Objetivos

Objetivo GeralCriar e difundir um podcast semanal que amplifique as vozes de mulheres de diferentes áreas profissionais, promovendo a representatividade feminina, o empoderamento e a reflexão sobre igualdade de gênero por meio de entrevistas aprofundadas e acessíveis ao público em geral.Objetivos EspecíficosProduzir 52 episódios inéditos, com duração média de uma hora cada, ao longo de 12 meses.Entrevistar mulheres de diferentes campos profissionais — como arte, ciência, política, educação, tecnologia, cultura e empreendedorismo —, destacando suas trajetórias, desafios e conquistas.Valorizar e divulgar histórias e experiências femininas que contribuam para a diversidade e a igualdade de gênero nos espaços de trabalho e na sociedade.Promover o debate público sobre a presença e a atuação das mulheres em diferentes áreas, estimulando o pensamento crítico e o engajamento social.Disponibilizar gratuitamente o conteúdo em plataformas digitais de amplo alcance (Spotify, YouTube, Apple Podcasts), garantindo acesso livre e democrático.Utilizar estratégias de comunicação digital para ampliar o alcance e o impacto do projeto, fortalecendo a presença feminina nas mídias e redes sociais.Estimular a formação de público para conteúdos culturais e educativos em formato de podcast, especialmente entre jovens e profissionais interessados em temas sociais e de gênero.Fomentar o protagonismo feminino na produção cultural e midiática, com equipe técnica composta majoritariamente por mulheres.

Justificativa

Historicamente, as mulheres enfrentam desafios significativos para ter suas vozes plenamente ouvidas e respeitadas nos espaços públicos, profissionais e midiáticos. Em diversas áreas do conhecimento e da atuação social, suas falas são frequentemente interrompidas, desacreditadas ou invisibilizadas. Mesmo diante de avanços nas últimas décadas, ainda persiste uma desigualdade estrutural que impacta a representatividade feminina e limita a circulação de suas narrativas, perspectivas e experiências.O podcast " O Que Elas Dizem Quando Ninguém Interrompe" nasce como uma resposta cultural e comunicacional a essa lacuna. A proposta é oferecer um espaço seguro, plural e acolhedor onde mulheres de diferentes origens e campos profissionais possam compartilhar suas trajetórias, reflexões e visões de mundo com autonomia e profundidade. Ao contrário dos formatos tradicionais de entrevistas, marcados muitas vezes por interrupções ou pela superficialidade, o podcast privilegia a escuta atenta, o diálogo e o tempo necessário para que as ideias floresçam sem cortes ou imposições.A iniciativa reconhece que ouvir mulheres é um ato político e cultural transformador, pois amplia repertórios, rompe estereótipos e contribui para a construção de uma sociedade mais equitativa. Ao valorizar suas vozes, o projeto também evidencia a potência criativa, intelectual e profissional feminina, inspirando novas gerações a ocupar espaços historicamente negados.Além disso, o formato de podcast, acessível, gratuito e amplamente difundido, permite atingir públicos diversos e democratizar o acesso à informação e à cultura. A escolha desse meio dialoga diretamente com as novas formas de consumo cultural, especialmente entre jovens e mulheres, que encontram no ambiente digital uma plataforma de expressão e aprendizado.Portanto, o projeto "Que Elas Dizem Quando Ninguém Interrompe" propõe-se não apenas a registrar e divulgar histórias inspiradoras, mas também a promover a igualdade de gênero, a diversidade e a valorização do protagonismo feminino nos mais variados setores da sociedade. Trata-se de uma ação cultural relevante, com impacto social e simbólico, comprometida com a construção de um país mais inclusivo e representativo.O projeto "Que Elas Dizem Quando Ninguém Interrompe" enquadra-se no Artigo 18 da Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet), na área de Comunicação e Difusão Cultural, por se tratar de uma produção de conteúdo em formato de podcast cultural e educativo, voltado à valorização da voz feminina, à democratização do acesso à cultura e à promoção da igualdade de gênero.A proposta contribui para os objetivos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) ao estimular a diversidade cultural, o pensamento crítico e o protagonismo de grupos historicamente sub-representados, conforme estabelecido no Decreto nº 10.755/2021 e nas diretrizes da Portaria nº 123/2019 da Secretaria Especial da Cultura.O projeto propõe a criação e difusão de um podcast que oferece um espaço de escuta, diálogo e reflexão sobre a presença e a contribuição das mulheres nos diferentes campos da sociedade. Por meio de entrevistas aprofundadas e narrativas autorais, o programa valoriza a produção intelectual, artística e profissional feminina, ampliando o repertório cultural e contribuindo para a construção de uma sociedade mais equitativa e plural.A iniciativa tem caráter não comercial, com acesso gratuito e digital, o que assegura sua democratização e alcance social, atendendo ao princípio da universalização do acesso aos bens culturais previsto na Lei Rouanet. Além disso, o projeto contribui para a formação de público e para o fortalecimento da produção cultural independente, em consonância com os objetivos do Artigo 18.Dessa forma, "Que Elas Dizem Quando Ninguém Interrompe" configura-se como uma ação cultural de relevante interesse público, com impacto simbólico, social e educativo, plenamente compatível com o enquadramento no Art. 18 da Lei nº 8.313/91, permitindo a dedução de até 100% do valor investido pelos incentivadores.

Especificação técnica

não se aplica

Acessibilidade

A acessibilidade será contemplada sob três dimensões principais:1. Acessibilidade comunicacional e digitalO podcast será disponibilizado em plataformas gratuitas e amplamente acessíveis (Spotify, YouTube, entre outras), sem necessidade de assinatura ou pagamento.Todos os episódios contarão com versões transcritas em texto, disponibilizadas em site ou link anexo, possibilitando o acesso de pessoas surdas e/ou com deficiência auditiva.As versões em vídeo incluirão legendas descritivas e interpretação em Libras, garantindo acessibilidade comunicacional ampliada.2. Acessibilidade social e territorialPor ser um conteúdo digital e gratuito, o projeto rompe barreiras geográficas e econômicas, alcançando públicos diversos em diferentes regiões do país, inclusive comunidades com menor acesso a equipamentos culturais presenciais.A linguagem adotada será inclusiva, clara e não discriminatória, promovendo a representatividade de mulheres de diferentes origens, profissões e contextos sociais.As temáticas abordadas dialogam com questões de gênero, raça, classe e território, ampliando o senso de pertencimento e de reconhecimento das múltiplas identidades femininas.3. Acessibilidade cultural e simbólicaO podcast propõe um ambiente de escuta e valorização da diversidade de vozes femininas, assegurando espaço para mulheres negras, indígenas, periféricas, trans e com deficiência.A pluralidade de experiências e sotaques será respeitada, sem padronização artificial de fala, reafirmando a riqueza da diversidade cultural brasileira.O projeto contribuirá para o direito de fala e de representação simbólica, reconhecido como dimensão essencial da acessibilidade cultural.Dessa forma, a acessibilidade não é tratada apenas como um recurso técnico, mas como um valor estruturante do projeto. Ao combinar gratuidade, inclusão digital, comunicação acessível e representatividade social, o podcast democratiza o acesso à cultura e à informação, em total conformidade com os princípios da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/91) e das políticas nacionais de acessibilidade e diversidade cultural.

Democratização do acesso

O projeto democratiza o acesso à cultura por meio de:Gratuidade total e difusão digital aberta;Acessibilidade comunicacional (transcrições, legendas e Libras);Diversidade de convidadas e temas;Descentralização geográfica e social;Participação e diálogo com o público.

Ficha técnica

Ficha Técnica – ProfissionalNome completo: Maria Cláudia da Costa Franco Silva D’Arcadia de AndradesFunção no projeto: Apresentadora / Palestrante / Consultora de ConteúdoFormação acadêmica:Ciências Sociais – Fundação de Ensino Octávio Bastos (2005)Ciências Jurídicas e Sociais – Fundação de Ensino Octávio Bastos (2006)Pós-Graduação em Gestão Ambiental – PUC Poços de Caldas (2012)Experiência profissional e trajetória: Maria Cláudia da Costa Franco Silva D’Arcadia de Andrades possui ampla experiência nas áreas de cidadania, comunicação e educação cultural. É autora do livro “Cidadania é... conhecer a Câmara Municipal” (2015), obra que estimula a compreensão do papel do poder legislativo e da participação popular.Atuou como palestrante em eventos de relevância regional e nacional, como a Feira do Livro de Alfenas e reuniões da Câmara Municipal de Goiânia, tratando de temas como cidadania, igualdade de gênero e direitos humanos.Entre 2015 e 2018, integrou a equipe organizadora do FETEM – Festival de Teatro nas Escolas Municipais, colaborando para a difusão das artes cênicas e o fortalecimento da educação por meio da cultura. Também participou da Assessoria de Imprensa do projeto “Quem conta um conto aumenta um ponto” e da coordenação do II FETEM, voltado à formação artística de estudantes da rede pública.Como palestrante do projeto “Água Rosa”, abordou temas ligados à Lei Maria da Penha, violência contra a mulher e direitos trabalhistas femininos, reafirmando seu engajamento na defesa da igualdade de gênero e da cidadania.Atualmente, é apresentadora do podcast “A Hora da Estrela”, no qual promove debates sobre cultura, protagonismo feminino e educação social, unindo sua experiência em comunicação, ciências sociais e direito.Fagner Perpétuo de Andrades - Função: ProdutorProdutor cultural, técnico audiovisual, ator, músico e educador, com trajetória marcada pela atuação em diversas áreas da arte e da cultura.Formado em Educação Física – Licenciatura e Bacharelado pelo Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino (UNIFAE) (CREF 015526-G/MG) e com especialização em Gestão Cultural pelo Instituto Federal do Sul de Minas (2018), complementa sua formação com cursos de Contação de Histórias (SESC), Elaboração e Captação de Projetos, Produção de Áudio e Vídeo, Produção e Gestão Cultural, Iluminação Cênica (DMX) e a oficina “Corte Seco – Montagem Audiovisual de Documentários” do Núcleo de Produções Audiovisuais.Entre 2005 e 2015, coordenou ações de vendas, capacitação, palestras e recreação em eventos corporativos, aniversários e programações em hotéis, destacando-se pela integração entre arte, lazer e formação de público. Foi também professor de teatro no Colégio CEPOC, ministrando oficinas e montagens teatrais com foco em expressão corporal, cidadania e ludicidade.Como ator, participou de diversos espetáculos teatrais, incluindo:Stop: Uma Aventura no Trânsito, O Mágico de Oz, Anjo Negro, Ópera do Malandro (adaptação para Festival de Humor), Uma Viagem pela Cidadania, Fragmentos de Loucura, Eu, Você e Nós Dois, Tá Todo Mundo Boiando, Reflexões de um Mosquito Aedes, Pai Nosso que Estás no Céu ou Aqui, O Guardião dos Quatro Elementos, O Tesouro Secreto de Yule, Eco Clowns, Quem Conta um Conto Aumenta um Ponto, HuisClos, Pérolas do RH, O Santo e a Porca, Liberdade Liberdade, Os Saltimbancos, Nordeste de Jesus e Terra e Mar.Assinou roteiro, direção e atuação em O Que Você Vai Ser Quando Crescer e Um Toque pela Vida, e atuou como assistente de direção e produtor em A Lendária Saga no Vale das Cores e sonoplasta em Boemia.Participou também da Expoflora, realizando interações artísticas de clown durante todo o evento.Como músico, integrou diversas bandas da cena regional, entre elas: Full Head, Duas Tribos, Travessia 16, Hansk, Leões de Sião, Fogo de Palha, Moe e Banda e Terra e Mar (em contexto teatral).Na área da produção cultural, Fagner coordenou e produziu importantes eventos e projetos da cidade de Poços de Caldas, como Chora Viola – Mostra de Música Raiz (2013 a 2018), Radar Musical (2012 a 2018), Viva Urca (2012 a 2019), Projeto Água Rosa (2015) e o FETEM – Festival de Teatro nas Escolas Municipais (2015 a 2018). É também membro do grupo teatral ConsciusDementia, com produções contínuas na cena local.No campo do audiovisual, é diretor e apresentador do podcast “Quarta Cultural”, além de diretor e técnico audiovisual dos podcasts “A Janela” (128 episódios), “Papo de Cripto” (128 episódios), “Papo com a Dri” (74 episódios), “Minha Sogra Rima com Cobra” (4 episódios), “Hora da Estrela” (10 episódios) e “Chaves Financeiras” (109 episódios).Participou também de projetos contemplados por editais Aldir Blanc e Economia Criativa, com produção, gravação e exibição de lives e vídeos musicais vinculados ao estúdio e a projetos como Poços Curte em Casa, Viva Urca, Radar Musical, Chora Viola, Cores do Coreto, Ícones e FETEM.Atualmente, integra a equipe técnica do Instituto Moreira Salles, atuando como técnico audiovisual e projecionista, com participação em mais de 600 eventos audiovisuais e shows, consolidando sua carreira como profissional multifacetado nas áreas de cultura, teatro, música e produção audiovisual.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.