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PRONAC 2510429Autorizada a captação total dos recursosMecenato

As Furiosas - a tradição das bandas de música mineiras

ESPINHA DE BACALHAU CONTEUDO AUDIOVISUAL LTDA
Solicitado
R$ 498,8 mil
Aprovado
R$ 498,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-12-01
Término
2026-11-30
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

"As furiosas" - a tradição das bandas de música mineiras, é um um projeto de média metragem, com 42 minutos de duração, sobre a tradição das bandas de música mineiras, consideradas patrimônio imaterial do estado, sua importância para a formação do músico popular e para a preservação desta memória entre a população das cidades. As bandas de música são conhecidas como "furiosas", porque tocam com força, intensidade e muita energia, sempre com presença marcante. O projeto vai contar a história de sete bandas de música das cidades históricas mineiras e da capital do estado.

Sinopse

“As furiosas” - a tradição das bandas de música mineiras, é um um projeto de média metragem documental, com duração de cerca de 42 minutos, sobre a tradição e importância das bandas de música mineiras, consideradas patrimônio imaterial do estado. O projeto vai contar a história de sete bandas de música das cidades históricas mineiras e da capital de Minas Gerais.O documentário será construído por entrevistas e relatos interligados com textos jornalísticos e literários e registros gráficos e audiovisuais, tendo como protagonistas pessoas que mantêm ou mantiveram ligação íntima com a as sociedades musicais em seus respectivos municípios: músicos, maestros, historiadores, dirigentes, alunos e comunidades das cidades.

Objetivos

Objetivo Geral:-Promover a valorização, difusão e continuidade da tradição das bandas de música do interior de Minas Gerais, reconhecendo seu papel como patrimônio cultural e instrumento de formação cidadã.-Valorizar as bandas de música do interior de Minas Gerais como patrimônio cultural imaterial, com o resgate e divulgação da história e atuação de sete bandas mineiras.-Ampliar o acesso à música instrumental para diferentes públicos, através da produção do média metragem, com distribuição e acesso universal gratuito do documentário.Objetivo específico:-Produzir um média metragem, com cerca de 42 minutos de duração, no formato documental, sobre sete bandas de música tradicionais de cidades mineiras, tratando da tradição, história e importância das mesmas como patrimônio imaterial do estado, com versões acessíveis em libras e audiodescrição, com acesso gratuito.-Produzir registro audiovisual e documentário com livre acesso

Justificativa

1. ApresentaçãoAs bandas de música representam um dos mais duradouros e expressivos patrimônios culturais do Estado de Minas Gerais. Presentes em centenas de municípios, elas mantêm viva a tradição musical comunitária, integram gerações e constituem importantes espaços de educação artística. O projeto As Furiosas - a tradição das bandas de música mineiras - propõe o registro, valorização e difusão dessa manifestação que, há mais de dois séculos, acompanha a história social, religiosa e política do território mineiro.2. Contextualização e HistóricoA presença das bandas no interior mineiro remonta ao século XVIII, quando surgiram vinculadas às irmandades cecilianas, dedicadas a Santa Cecília, padroeira dos músicos. Essas associações eram organizadas como corporações de ofício, oferecendo formação, oportunidades de trabalho e assistência social aos instrumentistas. Em áreas rurais, fazendeiros formavam conjuntos compostos por pessoas escravizadas, responsáveis por animar celebrações religiosas, procissões, festividades comunitárias e atos oficiais. Desde então, a música de banda passou a integrar o cotidiano de comunidades urbanas e rurais, tornando-se um elemento estruturante da vida social.No início do século XIX, com a chegada da Corte portuguesa ao Brasil, as bandas receberam estímulo do Estado. A determinação do Príncipe Regente de que cada regimento militar tivesse seu corpo de música impulsionou seu desenvolvimento. As apresentações extrapolaram os eventos castrenses e colonizaram os espaços públicos, principalmente os coretos de praças, tornando-se fundamentais nos momentos de lazer, fé e congraçamento popular. Seus repertórios abrangiam gêneros europeus e brasileiras em transformação, democratizando o acesso à música instrumental.O modelo militar influenciou a formação das bandas civis que passaram a se multiplicar por Minas Gerais. Imigrantes portugueses, espanhóis, italianos e alemães também criaram corporações musicais, contribuindo para o intercâmbio cultural. Em muitas cidades, sobretudo as de menor porte, a banda tornou-se símbolo de identidade e orgulho da comunidade. Jovens ingressavam como aprendizes e encontravam ali sua primeira formação musical, fortalecendo vínculos comunitários e trajetórias artísticas que impactaram a música brasileira. A transmissão oral, o rigor com ensaios e a convivência intergeracional sustentaram essa prática por décadas.3. Importância Cultural e SocialA cultura mineira é comumente interpretada sob a ótica da tensão entre tradição e modernidade. Entretanto, a convivência das bandas de música com o presente mostra que esta tradição é dinâmica, capaz de se adaptar e dialogar com transformações contemporâneas. A banda está presente em momentos emblemáticos da vida coletiva. Eventos religiosos, cerimônias cívicas, coroações de reis congadeiros, inaugurações, desfiles escolares, carnavais e festas do padroeiro se tornam incompletos sem sua participação sonora e simbólica.Segundo o pesquisador Paulo Henrique Coelho, as bandas surgiram como contraponto tanto às manifestações rurais quanto aos saraus aristocráticos do final do século XVIII. Rapidamente, tornaram-se instrumentos de afirmação política e social. A dimensão comunitária é inerente ao DNA das corporações musicais mineiras e se mantém como força mobilizadora até hoje.O crescimento do número de bandas no interior foi acompanhado de disputas artísticas e políticas, que contribuíram para a formação de novas sociedades musicais com denominações que ecoam pertencimento e identidade, como Sociedade, União, Lira, Corporação e Euterpe. Estas instituições funcionam como escolas abertas, gratuitas e acessíveis, incentivando a profissionalização musical e a continuidade das tradições.4. Exemplos de Relevância PatrimonialMinas Gerais abriga diversas corporações musicais centenárias que seguem ativas e que serão registradas no projeto cultural:• Banda Euterpe Cachoeirense (BEC), fundada em 1856, no distrito de Cachoeira do Campo, Ouro Preto. Considerada a banda em atividade contínua mais antiga de Minas Gerais, possui repertório amplo e atuação destacada em eventos culturais regionais. Seu uniforme e tradições remetem às influências militares do século XIX.• Sociedade Musical Senhor Bom Jesus de Matosinhos _ Banda do Rosário, de Ouro Preto, fundada em 1932. Nascida da união de músicos da extinta Banda Santa Cecília, conta com forte vínculo com a Irmandade do Senhor Bom Jesus. Tornou-se protagonista de festividades do Jubileu e ações culturais no Estado. Conhecida como : "A Furiosa"• Sociedade Musical Carlos Gomes, de Belo Horizonte, criada em 1896, antes mesmo da inauguração da capital. Tocou na solenidade de instalação da cidade e preserva repertório diverso, incluindo compositores negros, trilhas de cinema e obras autorais.• Corporação Musical União Itabiritense, fundada em 1930, em Itabirito. Reconhecida pela forte formação cultural, pela manutenção de coral e escola de música gratuita e pela participação em eventos cívicos e carnavalescos. Aproxima-se do centenário com significativa relevância regional.• Corporação Musical Santo Antônio, de Santa Bárbara, com registros oficiais desde 1900 e reconhecimento como Patrimônio Cultural Imaterial Municipal desde 2014.• Banda de Música Santa Cecília, de Barão de Cocais, fundada em 1905, que mantém há 120 anos sua representatividade cultural e educativa, reconhecida como patrimônio imaterial da cidade.• Banda Nossa Senhora d’Ajuda, de Congonhas, criada em 1969, que preserva a tradição por meio de ações pedagógicas com crianças e jovens, fortalecendo a renovação geracional e o protagonismo artístico comunitário.Essas instituições constituem legado imaterial que expressa diversidade, memória e continuidade cultural no território mineiro.5. Justificativa do ProjetoA salvaguarda das bandas de música do interior de Minas Gerais é fundamental para a preservação do patrimônio cultural brasileiro. Sua permanência exige constante estímulo e apoio, sobretudo no contexto contemporâneo, marcado por mudanças no consumo cultural e pela redução de investimentos públicos e privados.O projeto, inscrito na Lei Federal de Incentivo à Cultura se justifica por:• Valorizar práticas e saberes tradicionais ainda vivos. • Fortalecer redes de formação musical e inclusão social. • Incentivar a atuação de mestres, maestros e músicos comunitários. • Estimular a participação de crianças e jovens em processos educativos. • Registrar e difundir repertórios, histórias e acervos. • Promover circulação e reconhecimento artístico regional.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;.Objetivos do Art. 3º da referida norma serão alcançados:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais;As bandas mantêm vínculos com o território, reforçam identidades locais e contribuem para o desenvolvimento humano e cultural das populações.

Especificação técnica

produto audiovisual, formato média metragem do gênero documentário, com captação de imagens em 4k e saída final em 2k, com duração de 42 minutos.

Acessibilidade

Visando promover a acessibilidade da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, disponibilizaremos:ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: não se aplica, visto que o média metragem será disponibilizado de forma virtual apenas.ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO:Para pessoas com deficiência auditiva: O documentário terá versão editada com intérprete de LIBRAS (que indica, para surdos, a narrativa na Língua Brasileira de Sinais) e ainda geração de legendas nas versões finais. Para pessoas com deficiência visual: audiodescrição (que possibilita que os usuários cegos e/ou com baixa visão tenham acesso ao conteúdo do documentário com autonomia)Essa versão será disponibilizada gratuitamente via plataformas de video youtube e vimeo e constará em todos os arquivos finalizados e copiados com o documentário, que também serão distribuídos gratuitamente.Para pessoas com deficiência auditiva: - O documentário terá versão editada com legendagem descritiva e libras (que indica, para surdos, ruídos e sons importantes para a construção da narrativa e na Língua Brasileira de Sinais) e ainda versão com audiodescrição (que auxilia os cegos na compreensão da mensagem, com a narração de informações visuais). Tais versões serão disponibilizadas gratuitamente via plataformas de video youtube e vimeo, acessadas de maneira gratuita, contribuindo também com a democratização do acesso.

Democratização do acesso

As medida de “ampliação de acesso” adotadas no projeto, conforme artigo 47 da IN 23/2025, são:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);- o projeto é inteiramente gratuito.III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;- serão disponibilizadas gratuitamente via plataformas de video youtube e vimeo, acessadas de maneira gratuita, contribuindo também com a democratização do acesso.IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;- O documentário será disponibilizado para a Rede Minas Cultural e Educativa e outras TVs públicas, que são emissoras de TV abertas e gratuitas.A facilitação do acesso pela população se dará também através da disponibilização de registros audiovisuais das atividades desenvolvidas pelo projeto na internet. Além disso, o documentário será colocado nas plataformas de video gratuitas como Vimeo e YouTube e terão seus acessos divulgados amplamente. Serão distribuídas cópias para as 7 cidades previstas no projeto. O média metragem seraá disponibilizado para as 7 cidades parceiras do projeto, além da capital Belo Horizonte, para uso em seus canais próprios de divulgação, incluindo redes sociais. Além disso, todas as escolas e faculdades de música em Minas Gerais receberão material de divulgação e cópias do filme, com permissão para uso em salas de aula.

Ficha técnica

BELLINI SEBASTIÃO DE ANDRADE Funções no projeto: Diretor e Diretor de FotografiaÁrea de atuação: Audiovisual e Patrimônio Cultural Resumo profissional:Diretor, diretor de fotografia e produtor cultural, fundador da Espinha de Bacalhau Conteúdo Audiovisual Ltda., com atuação na criação e produção de documentários, séries e projetos voltados à memória e identidade cultural de Minas Gerais. Possui experiência em direção de obras de ficção, documentário e instalações audiovisuais, além de coordenação pedagógica de oficinas de vídeo com foco em educação patrimonial e formação cultural. Bacharel em Jornalismo e em Publicidade e Propaganda pela UFMG (1988). Atua na concepção, direção artística e execução técnica de projetos incentivados em diversas políticas culturais (federal, estadual e municipal). Desenvolve pesquisas e produções centradas na salvaguarda de bens culturais e manifestações tradicionais mineiras, especialmente no interior do estado. Principais projetos realizados:• Diretor dos documentários “Mestre Belini – O Choro do Cerrado” (Lei Paulo Gustavo/LMIC BH, 2025) e “Do Mato à Mesa” (Fundo Estadual de Cultura MG, 2023)• Diretor do projeto multimídia “Rumos de Minas” (50 vídeos e exposição, 2022)• Diretor de vídeos para o projeto Óperas em Cena (Funarte/MG, 2021)• Diretor da vídeo instalação “Vozes da Cidade” (LMIC BH, 2018)• Diretor da série documental “18 km” (Rede Minas, LMIC BH, 2017) Experiência docente em audiovisual:Festivais de Inverno da UFMG (1990 e 1991) e projetos de educação patrimonial Trem da Vale (2006-2007) e Imagens do Futuro (2009). FÁBIO LEITE Função no projeto: RoteiristaÁrea de atuação: Audiovisual, Jornalismo Cultural e Crítica Cinematográfica Resumo profissional:Roteirista, editor e crítico cultural com sólida trajetória na imprensa, televisão e literatura. Atua principalmente na escrita de documentários, séries temáticas e conteúdos educativos voltados à memória social e ao audiovisual brasileiro. Colaborou por mais de duas décadas com o jornalismo cultural mineiro e nacional, com publicações críticas sobre cinema, música e quadrinhos. Experiência em comissões de seleção dos principais festivais de cinema de Minas Gerais e participação em obras editoriais de referência sobre história do cinema em Belo Horizonte. Principais projetos realizados:• Roteirista das séries “Memórias – Fragmentos da História da Justiça Eleitoral” (TV Justiça, 2005) e “Você Sabia?” (TV Justiça, 2010-2016)• Editor-chefe do programa Agenda (Rede Minas, 2012)• Script doctor em projetos da Emvideo• Editor, revisor ou coautor de livros como “O Fim das Coisas” (CRAV/PBH, 1995) e “Os Filmes Que Sonhamos” (Editora Lume, 2011)• Atuação em curadorias no Festival Internacional de Curtas BH (2002) e Mostra de Tiradentes (2009) JOACÉLIO BATISTA Funções no projeto: Montagem e Edição de ImagensÁrea de atuação: Cinema e Artes Visuais Resumo profissional:Artista visual, montador e editor com formação multidisciplinar. Bacharel em Animação (2001) e Desenho (2003) pela Escola de Belas Artes da UFMG e Mestre em Criação Artística Contemporânea pela Universidade do Aveiro, Portugal (2014). Atua desde 2005 na montagem, fotografia e direção de curtas, documentários, videoinstalações e obras em artes experimentais. Suas produções foram exibidas no Brasil e no exterior, com reconhecimento em festivais de audiovisual e arte contemporânea. Participou de projetos relevantes financiados por políticas públicas de cultura, incluindo LMIC BH e Fundo Estadual de Cultura. Principais projetos e prêmios:• Editor dos documentários “Mestre Belini – O Choro do Cerrado” (2025) e “Do Mato à Mesa” (2023)• Montagem dos projetos “Rumos de Minas” (2023) e “Os Residentes” (2010)• Diretor de filmes exibidos na África do Sul, Bolívia e Indonésia• Menção Honrosa no II Festival Zona de Cinema RJ (2021) e prêmios na Mostra do Filme Livre (2011 e 2012) CAIO GRACCO GUIMARÃES Funções no projeto: Produção Musical e MasterizaçãoÁrea de atuação: Música e Trilha Sonora para Audiovisual Resumo profissional:Músico, produtor e arranjador com extensa atuação na música erudita e popular, trilhas sonoras e projetos audiovisuais. Formação artística iniciada na Fundação de Educação Artística e aperfeiçoada em diversos festivais e oficinas com nomes de referência na música brasileira e internacional. Participou como instrumentista e compositor em apresentações, espetáculos e gravações com artistas mineiros de grande relevância, além de assinar trilhas sonoras para filmes, mostras e instalações culturais. Produtor de mais de 30 álbuns, com premiações e indicações no cenário musical nacional. Principais projetos e destaques:• Trilha original premiada no SINPARC 2006 para dança• Indicação ao 25º Prêmio da Música Brasileira (categoria Infantil, 2014)• Trilha e produção musical para “Rumos de Minas” (2023)• Produção e direção musical para obras de artistas mineiros e vídeos institucionais• Curador da primeira Mostra Cílio – Circuito de Linguagens Originais (2024)

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.