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O projeto "Luis _ Quando a Fé Alimenta Nosso Dia a Dia" propõe a produção de um média-metragem de ficção filmado em Alcântara e São Luís (MA). A obra acompanha a trajetória de Exu Pereira de Jesus da Silva Santos, retratando como a fé, o humor e a criatividade são capazes de transformar o cotidiano e enfrentar o preconceito religioso.A iniciativa prevê a contratação majoritária de profissionais locais, entre equipe técnica e elenco, além da realização de ações formativas em audiovisual, com oficinas de capacitação, exibições gratuitas seguidas de debates e distribuição de materiais didáticos. Dessa forma, o projeto promove o acesso democrático à cultura, valoriza o patrimônio histórico maranhense e contribui para o fortalecimento da economia criativa regional.
Exu Pereira de Jesus da Silva Santos é um homem simples que vive em um bairro periférico e enfrenta diariamente a escassez de trabalho, a falta de perspectivas e o abandono institucional. Ainda assim, recusa-se a sucumbir ao desespero. Criativo e espirituoso, ele transforma obstáculos em oportunidades, encontrando formas inusitadas de ganhar algum dinheiro — seja improvisando pequenos serviços, ajudando vizinhos ou vendendo bugigangas pelas ruas.Mesmo nos piores dias, Exu carrega consigo um senso de humor afiado e uma fé particular que mistura sincretismo, devoção e afeto. Entre ruas esburacadas, contas atrasadas e a incerteza constante, ele é impulsionado por pequenos gestos de solidariedade e encontros com personagens tão improváveis quanto ele: uma vizinha que vende bolos à prestação, um pastor que já perdeu a fé, uma menina que acredita que Exu é um super-herói disfarçado.O cotidiano de Exu é duro, mas pontuado por momentos de graça. Ao ajudar um desconhecido na rua, ele descobre que um simples ato pode desencadear uma corrente de pequenos milagres. Aos poucos, o que parecia ser apenas mais um dia de sobrevivência se revela uma celebração da resistência: no riso compartilhado, na fé recriada e no afeto que brota mesmo nos lugares mais improváveis.Assim, o filme acompanha um dia na vida de Exu — um dia comum, mas que, através do olhar do personagem, revela o extraordinário que existe dentro do ordinário. Entre a desesperança e a esperança, ele caminha na corda bamba da vida, mostrando que, no Brasil profundo, a força está justamente na capacidade de transformar a adversidade em poesia.
Objetivo Geral O projeto "Luis _ Quando a Fé Alimenta Nosso Dia a Dia" tem como objetivo principal produzir um média-metragem de ficção que retrate a trajetória de Exu Pereira de Jesus da Silva Santos, promovendo reflexão sobre a fé, a diversidade religiosa e a criatividade como instrumentos de superação. A iniciativa busca fortalecer a identidade cultural do Maranhão, democratizar o acesso à cultura e fomentar a cadeia produtiva audiovisual regional, contribuindo para o desenvolvimento social, artístico e econômico local. Objetivos EspecíficosProdução do média-metragem: Realizar todas as etapas de pré-produção, produção e pós-produção do filme, com contratação majoritária de elenco e equipe técnica locais, valorizando o talento regional e impulsionando a economia criativa.Exibições públicas e debates: Promover sessões gratuitas do filme em Alcântara e São Luís, seguidas de debates e rodas de conversa sobre diversidade cultural, religiosidade e cidadania.Valorização do patrimônio histórico e cultural: Incorporar elementos históricos, arquitetônicos e simbólicos das cidades de Alcântara e São Luís, reforçando a identidade local e promovendo o reconhecimento das tradições maranhenses.Fomento à economia local: Priorizar a contratação de fornecedores, prestadores de serviços e profissionais da região, contribuindo para o movimento da economia local e o fortalecimento do setor audiovisual maranhense.Registro e documentação: Produzir registros fotográficos e audiovisuais de todo o processo de realização e das ações formativas, garantindo transparência, memória e divulgação institucional do projeto.
O média-metragem "Luis _ Quando a Fé Alimenta Nosso Dia a Dia" nasce do encontro entre a história de um homem comum e a riqueza cultural do Maranhão, especialmente das cidades de Alcântara e São Luís. A narrativa acompanha Exu Pereira de Jesus da Silva Santos, que enfrenta os desafios da vida urbana e comunitária transformando o cotidiano em pequenas conquistas por meio da fé, da criatividade e do humor. Ao retratar pessoas frequentemente à margem das oportunidades culturais e sociais, o projeto propõe uma obra que documenta, sensibiliza e provoca reflexão sobre diversidade, religiosidade e identidade cultural. O Maranhão, com seu sincretismo religioso, herança afro-brasileira e tradições populares vivas, fornece um contexto único, permitindo que a história dialogue com realidades locais sem perder sua dimensão universal. A escolha de Alcântara e São Luís vai além do aspecto estético: são territórios de memória, símbolos e paisagens que conectam passado e presente, reforçando o papel da arte como instrumento de registro e transformação social. A relevância cultural do projeto se manifesta na forma como ele incorpora elementos do patrimônio histórico e imaterial maranhense, transformando-os em recursos narrativos e estéticos que reafirmam a identidade regional. O sincretismo religioso torna-se o fio condutor da narrativa, revelando como a fé atua como força de resistência, criatividade e coesão comunitária. Exu, protagonista, representa múltiplas vozes e experiências, enfrentando o preconceito e celebrando a diversidade, gerando empatia e diálogo sobre tolerância religiosa, direitos humanos e cidadania. A dimensão estética da obra busca um registro sensível e humanizado, traduzindo a experiência de Exu e das comunidades retratadas em imagens, sons e narrativas que dialogam com o público de forma poética e envolvente. A direção de arte e a fotografia exploram o contraste entre história e contemporaneidade, enquanto a trilha sonora valoriza ritmos e sonoridades regionais, reforçando a atmosfera cultural maranhense. Ao tratar de temas como fé, diversidade, criatividade e resistência, "Luis" contribui para a construção de uma consciência coletiva sobre a riqueza cultural maranhense, preservando memórias, tradições e práticas religiosas muitas vezes invisibilizadas. O projeto reafirma o audiovisual como espaço de reflexão, empatia e valorização da diversidade, transformando a fé cotidiana em narrativa estética e socialmente relevante. Com forte envolvimento comunitário, contratação de profissionais locais e cuidadoso tratamento artístico, "Luis _ Quando a Fé Alimenta Nosso Dia a Dia" se consolida como uma produção que integra arte, educação, identidade e cidadania, contribuindo de forma significativa para o fortalecimento do cenário cultural maranhense e brasileiro. Dentre os incisos dos artigos 1 e 3, destacam-se referentes a este projeto: Art. 1ºI _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Planalto Art. 3ºI _ Incentivo à formação artística e cultural, mediante: II _ difusão e circulação de obras e bens culturais, com valorização da diversidade cultural e acesso aos bens culturais; III _ estímulo à produção, às práticas e aos modos de expressão artístico-cultural; IV _ Valorização da diversidade cultural e das manifestações das culturas populares; V _ Promoção da inovação, pesquisa e desenvolvimento técnico-artístico e tecnológico no setor cultural.
Não se aplica.
O média-metragem “Luis – Quando a fé alimenta nosso dia-a-dia” terá aproximadamente 70 minutos, apresentando uma narrativa de ficção construída a partir de pesquisa e imersão cultural nas cidades de Alcântara e São Luís (MA). O roteiro será desenvolvido em formato digital e impresso, com cerca de 90 páginas, contemplando descrições detalhadas de cenários, diálogos, ações dos personagens e indicações de direção de arte, figurino, iluminação e som.A produção será realizada em resolução 4K, utilizando equipamentos profissionais de cinema, incluindo câmeras digitais, iluminação para cenas externas e internas, microfones boom, lapelas e captação de som ambiente de alta qualidade. A direção de arte valorizará o patrimônio histórico e os elementos culturais locais, com figurinos, objetos cênicos e cenografia contextualizados à realidade de cada locação.
Acessibilidade Física: os espaços utilizados para as exibições serão adequados às normas de acessibilidade, com rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização tátil e piso podotátil, assegurando circulação segura e independente de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.Acessibilidade de Conteúdo: as exibições contarão com intérpretes de Libras e legendas descritivas, possibilitando a participação de pessoas surdas ou com deficiência auditiva. O próprio filme também contará com legendagem descritiva, ampliando o acesso ao conteúdo audiovisual.
O projeto “Luis – Quando a Fé Alimenta Nosso Dia a Dia” tem como princípio a democratização do acesso à cultura, garantindo que suas ações e produtos alcancem públicos diversos, independentemente de condição econômica, social ou geográfica. Todas as exibições do média-metragem serão gratuitas, realizadas em espaços acessíveis de Alcântara e São Luís, assegurando ampla participação da comunidade local. Além das sessões presenciais, o projeto disponibilizará transmissões ao vivo e conteúdos digitais, ampliando seu alcance a espectadores de outras cidades do Maranhão e de diferentes regiões do país.Ao articular exibições gratuitas o projeto amplia o acesso à produção audiovisual e à experiência artística como um todo, fortalecendo o vínculo entre cultura, educação e comunidade e promovendo o engajamento com a produção cultural maranhense.
ROTEIRISTA – VITOR DE OLIVEIRA - AutorRoteirista, escritor, professor e dramaturgo. Criador do blog “Eu prefiro melão”, um dos pioneiros a publicar textos autorais voltados à teledramaturgia, que originou o livro “Eu prefiro melão – melhores momentos de um blog televisivo”.Atualmente é um dos redatores finais do humorístico “Vai que Cola” (TV Globo / Multishow), onde também foi roteirista da série “A Vila” (2019).Integrou a equipe de desenvolvimento da segunda temporada de “Sem Filtro” (Netflix, 2023), e foi roteirista da 4ª temporada do reality “Bake Off Brasil – A Cereja do Bolo” (SBT, 2022).Participou das equipes de roteiro da novela “Jesus” (Record TV, 2018/2019) e da série “Estranho Amor” (Record TV, 2023). Foi autor-titular da adaptação internacional de “Tieta”, a ser produzida no México.Na Rede Globo, foi roteirista de “I Love Paraisópolis” (2015) e colaborador na nova versão de “O Astro” (2011), vencedora do Emmy Internacional de Telenovela.Na internet, é criador, roteirista e apresentador do canal Noveluxo, no YouTube. No cinema, roteirizou os curtas “Metade da Laranja” (premiado no Festival Brasil de Cinema Internacional) e “Operação Orquídea”, estrelado por Norma Blum. É autor do longa “Ajoelhou tem que casar” (lançamento previsto para 2023).É também autor de nove peças teatrais, incluindo “O que terá acontecido a Nayara Gloria?”, “Bruta Flor”, “A Bola Mágica” (infantil), “Angel” e “Antes que Amanheça”. Coordenou o projeto Cena 10 (leituras teatrais em São Paulo) e foi curador da I Mostra Cênica São Paulo, da Casa Aguinaldo Silva de Artes.Como professor, ministrou o workshop “Da colaboração à autoria – Teoria e Prática de Roteiro” (2014) e a “Oficina Criativa de Roteiro para Cinema e TV” (2015–2016). PRODUTOR – MARCIO ROSARIO / TRÊS TONS VISUAIS FILMESSantista, com mais de 45 anos de carreira, Marcio Rosario é ator, diretor, preparador de elenco e produtor executivo em teatro, cinema e televisão, com trajetória consolidada no Brasil e no exterior.Iniciou aos 15 anos em musicais de sucesso (Flicts, Splish Splash, A Bela Adormecida), participando desde então de mais de 26 espetáculos teatrais como ator, diretor e produtor.Formou-se como ator profissional e produtor executivo em Cinema e TV Business pela The Lee Strasberg School e pelo American Film Institute, nos Estados Unidos. Trabalhou em empresas como Hallmark Studios, MTV Latin America e NBC Latin Division.Atuou em grandes produções como Os Mercenários, Clube da Luta, Além da Linha Vermelha e Efeito Colateral, além das séries Days of Our Lives, The Shield e Charmed.De volta ao Brasil em 2005, participou de novelas da TV Globo (Belíssima, Flor do Caribe, Cheias de Charme, Fina Estampa, Malhação, entre outras*) e produziu mais de 500 episódios de novelas na Record TV.Trabalhou também em produções para Netflix, Universal Channel, TNT e TVI (Portugal). Hoje é o idealizador e produtor executivo da Três Tons Visuais Filmes, produtora audiovisual da Baixada Santista, responsável por longas, curtas e séries premiadas no Brasil e no exterior.DIREÇÃO – HSU CHIENFormado em Cinema pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Hsu Chien trabalhou em mais de 100 longas-metragens como assistente de direção, ao lado de nomes como Paulo César Saraceni, Murilo Salles, Daniel Filho, Tizuka Yamasaki, René Sampaio, Marcos Paulo e Rosane Svartzman.Como diretor, realizou 10 longas até 2025:Os Emergentes (2025)A Banda (2024) – Imagem FilmesMorando com o Crush (2023) – Paris FilmesUm Dia 5 Estrelas (2022) – Paris FilmesDe Repente, Miss (2022) – Elo Studios / Sony PicturesDesapega (2022) – Imagem FilmesMe Tira da Mira (2022) – Imagem FilmesLicença para Enlouquecer (2022) – Pipa Filmes / Imagem FilmesQuem Vai Ficar com Mário? (2020) – Warner / Paris FilmesNinguém Entra, Ninguém Sai (2019) – Imagem FilmesDirigiu 15 curtas-metragens, com mais de 127 prêmios nacionais e internacionais, incluindo:Flerte – Melhor Curta de Ficção (Prêmio Grande Otelo, 2014)Bergamota – vencedor de 118 prêmios no Brasil e no exteriorAmbos foram produzidos por Marcio Rosario pela Três Tons Visuais Filmes.Na televisão, codirigiu as séries Sexo e as Negas e Pé na Cova (TV Globo), Por Isso Eu Sou Vingativa (Multishow) e A Dona da Banca (Cine Canal / TV Brasil). Foi diretor assistente em Veneza e Querido Mundo (Miguel Falabella) e em Dois Mais Dois.Membro da comissão do Oscar responsável pela escolha do filme brasileiro indicado à premiação. Professor de Direção e Assistência de Direção na ABC Cursos de Cinema. TRILHA SONORA – RICARDO SEVEROCompositor, produtor musical, cancionista, libretista e publicitário. Especialista em dramaturgia sonora e pesquisador de som imersivo, áreas presentes em grande parte de sua obra.Vencedor de mais de 20 prêmios por suas trilhas musicais, incluindo:Kikito de Gramado (1995) – Deus Ex-Machina, de Carlos GerbasePrêmio Shell de Teatro de SP (2014) – Caros Ouvintes, de Otavio MartinsCompôs e produziu canções para artistas como Cida Moreira, Vânia Bastos, Adriana Calcanhotto, Branco Mello (Titãs), e criou trilhas para mais de 100 montagens teatrais e filmes.Na televisão, produziu trilhas instrumentais para as novelas Jóia Rara, Além do Horizonte e Órfãos da Terra (TV Globo). No cinema, assinou a trilha do longa Atena (Caco Souza, com Mel Lisboa) e de documentários como Work in Progress – por dentro da OSESP, 50 Anos do Balé da Cidade de São Paulo (Prodigo Films), e Andes Extremo (History Channel).É coautor, diretor e compositor do podcast ficcional A Ciência Como Ela É – A Saga de Carlota, com Mel Lisboa, Nany People e Fafy Siqueira.Em teatro, colaborou com Jô Soares, Cacá Rosset, Clara Carvalho, Otavio Martins, Marco Antônio Pâmio e Neyde Veneziano. Nos musicais, é autor das canções de Um Dez Cem Mil Inimigos do Povo e diretor musical de Carmen – A Grande Pequena Notável, além das letras de Aparecida – Um Musical (de Walcyr Carrasco).Mestre pela ECA/USP, com pesquisa sobre o discurso das letras no teatro musical brasileiro contemporâneo, e Doutorando em Música (USP), com foco em sonoplastia imersiva no teatro.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.