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Este projeto contempla a produção e temporada da peça teatral Até Aquele Dia,de Franz Keppler,com direção de Débora Falabella e Rafael Primot e Marco Antônio Pamio no elenco. Completam a equipe André Cortez,no cenário,LP Daniel,na trilha sonora, Aline Santini na iluminação e Simone Mina nos figurinos. Serão realizadas 24 apresentações na cidade de São Paulo, em teatro a definir. ATÉ AQUELE DIA é uma história sobre um pai e um filho. Um acerto de contas. Uma tentativa de perdão. Mas, por trás disso tudo, a peça mira no feminicídio, na masculinidade tóxica,nos comportamentos machistas passados de geração para geração.
ATÉ AQUELE DIA é uma história sobre um pai e um filho. Um acerto de contas. Uma tentativa de perdão. Mas, por trás disso tudo, a peça mira no feminicídio, na masculinidade tóxica, nos comportamentos machistas passados de geração para geração. Depois de 15 anos preso, João vai à procura do filho, Daniel, um jovem ator reconhecido e premiado por seu trabalho. O que ele quer é o seu perdão por algo que cometeu no passado e deixou em Daniel sequelas emocionais insuperáveis. A conversa é tensa, difícil. Enquanto o pai apela para lembranças do passado para tentar quebrar a parede entre eles, fica claro que o filho fez questão de esquecer tudo o que se referia a ele. Mas afinal, o que aconteceu com eles? À medida em que a história avança, vemos que o pai tornou se um homem fracassado e violento (repetindo padrões comportamentais do seu pai), que não aceitou a separação, e matou a mãe de Daniel na frente dele. Só isso seria motivo suficiente para não ser perdoado. Mas o que João ainda não sabia é que a carreira do filho estava praticamente acabada depois de vazar na internet um vídeo onde ele agredia emocional e fisicamente a sua namorada. Três gerações. Três padrões comportamentais que se repetem. Família destroçada pela violência doméstica. Será que ainda é possível resgatar a relação entre eles?
OBJETIVOS GERAIS Produção e temporada de 24 apresentações do espetáculo teatral ATÉ AQUELE DIA, na cidade de SP OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizaremos uma temporada de 24 apresentações com preços de 80,00 e 40,00. O teatro a ser definido terá capacidade de aproximadamente 200 lugares; -10% dos ingressos serão gratuitos e destinados a ONGs que atendem e acolhem mulheres vítimas da violência; - Realizaremos dois ensaios abertos e gratuitos. Serão convidadas ONGs e escolas públicas para participarem destes ensaios; - Durante a temporada, teremos duas apresentações com intérprete de libras e uma com áudio descrição. - Durante a temporada, teremos debates após a apresentação com o elenco. Serão ao todo 5 debates.
A peça "Até Aquele Dia" é relevante por diversos motivos: Denúncia social: Aborda um problema social grave e urgente, que afeta milhões de pessoas em todo o mundo.Provoca reflexão: Convida o público a refletir sobre seus próprios comportamentos e a questionar os papéis de gênero.Quebra tabus: Discute temas delicados como a violência doméstica e a masculinidade tóxica, contribuindo para a desmistificação desses assuntos.Inspiração para mudanças: Pode inspirar pessoas que vivenciaram situações semelhantes a buscar ajuda e a romper com ciclos de violência.Em suma, "Até Aquele Dia" é uma peça que nos convida a refletir sobre a complexidade das relações familiares, o impacto da violência e a importância da busca por um futuro livre de traumas. Ao trazer à tona um tema tão relevante e atual, a peça contribui para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Ressalta-se os motivos para a realização do projeto aqui apresentado bem como a necessidade do uso do mecanismo de incentivo a projetos culturais para financiamento do mesmo tendo em vista que ele se enquadra no inciso I e II, do Art. 1º da Lei 8313/91 bem como no objetivo II letras "c", e objetivo IV letra "a" do Art 3º da mesma lei, e ainda seu produto principal, está dentro do segmento, letra "c", do parágrafo 3º do artigo 18 que contempla espetáculos teatrais; Abaixo textos da lei no qual o projeto se enquadra para o uso do mecanismo de incentivo: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - Fomento à produção cultural e artística
não se aplica
não se aplica
Para garantir a acessibilidade física, a peça será apresentada em Teatros e ofereçam todos os facilitadores que garantam o livre acesso de todos. Para garantir a acessibilidade de conteúdo, realizaremos 4 sessões com tradução em libras em SP e duas sessões com áudio descrição.
· Como medida de democratização de acesso, será adotado o disposto no inciso III do artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/Ministério da Cidadania, de 23 de Abril de 2019, complementado pela seção III art 24 da Instrução Normativa nº 1 /Ministério da Cidadania, de 04 de Fevereiro de 2022. PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULO TEATRAL: I - estimativa da quantidade de beneficiários, observados, em caso de geração de receita com a venda dos produtos culturais, os seguintes limites: a) no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados; b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; c) a eventual transferência de quantitativos não utilizados previstos na alínea "b" do inciso I será permitida em até cinco por cento para distribuição gratuita por incentivadores patrocinadores em quantidade proporcional ao investimento efetuado, conforme art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; d) até dez por cento para distribuição gratuita promocional pelo proponente; e) mínimo de dez por cento para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012, fazendo o uso desse mecanismo quando possível; E também: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22
Ficha técnica Idealização e Realização: Palavra Certa Arte e Conteúdo Texto: Franz Keppler Direção: Débora Falabella Elenco: Rafael Primot e Marco Antônio Pamio Cenário: André Cortez Iluminação: Aline Santini Figurinos: Uga Agu Trilha Sonora: LP Daniel Direção de Produção: Franz Keppler FRANZ KEPPLER Roteirista e dramaturgo, foi duas vezes indicado ao prêmio APCA de melhor autor, por "Nunca Ninguém Me Disse Eu Te Amo", e Frames. Possui mais de 10 peças encenadas, entre elas “Camille e Rodin”, direção de Elias Andreato, e “Divórcio”, direção de Otávio Martins. As duas levaram juntas cerca de 150 mil espectadores ao teatro, e também ganharam montagens internacionais: Divórcio, em Barcelona (2014) e Camille e Rodin, em Buenos Aires. Suas peças mais recentes encenadas são: “ Com Amor, Brigitte”, no Masp, “Chuva não. Tempestade”, no Eva Herz, Frames, com Daniel Rocha e Hugo Bonemer, e Brian ou Brenda, com direção de Yara de Novaes e Carlos Gradim. Em 2022, foi um dos premiados no edital de Desenvolvimento de Dramaturgia Inédita da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. Em 2023, estreou Aquário com Peixes, no SESC Santana. DÉBORA FALABELLA Débora Falabella é uma atriz brasileira reconhecida por seus trabalhos marcantes no teatro, cinema e televisão. Iniciou sua carreira profissional no teatro aos 15 anos, na peça "Flicts", de Ziraldo. Na televisão, destacou-se em novelas como "O Clone" (2001), "Senhora do Destino" (2004), "Duas Caras" (2007) e, principalmente, "Avenida Brasil" (2012), onde interpretou a personagem Nina, que lhe rendeu diversos prêmios. No cinema, participou de filmes como "Dois Perdidos numa Noite Suja" (2002), "Lisbela e o Prisioneiro" (2003) e "Quincas Borba" (2019). No teatro, tem atuação ligada ao campo experimental e de pesquisa e seu trabalho mais recente é Prima Facie. RAFAEL PRIMOT Rafael Primot é um multiartista paulista. Ator, diretor e autor/roteirista. No cinema, dirigiu longas através da ENKAPOTHADO PRODUÇÕES ARTÍSTICAS como Todo Clichê do Amor, Gata Velha Ainda Mia, Manual Para Atropelar Cachorro, entre outros. No teatro tem uma sólida carreira, tendo sido indicado ao Prêmio Shell, Prêmio CesgranRio, APTR, Prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro. E no cinema, recebeu cerca de 27 prêmios em festivais nacionais e internacionais como ator, diretor e/ou roteirista. Primot vem desenvolvendo uma constante e sólida carreira como realizador, sendo apontado pelo Estado de S.Paulo (Caderno 2/ 2017/ Ubiratan Brasil) como "um criador incansável, um dos artistas mais promissores e atuantes de sua geração" tendo como foco as relações humanas em sua pluralidade. MARCO ANTÔNIO PÂMIO Ator, professor e diretor teatral. Estudou no Centro de Pesquisa Teatral (CPT) e no Drama Studio London, Inglaterra. Estreou profissionalmente no papel de Romeu na montagem de “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare, dirigida por Antunes Filho, trabalho que lhe valeu o Prêmio APCA como ator revelação de 1984. Sob a direção de Antunes, também atuou em “Macunaíma” e “Nelson 2 Rodrigues”, em temporada de repertório no Teatro Sesc Anchieta de São Paulo e turnês na Europa, Austrália, Estados Unidos e Israel. Destaca-se por sua atuação na cena teatral paulistana, em montagens dirigidas por Jô Soares (“A Noite de 16 de Janeiro”, “Troilo e Créssida”), Naum Alves de Souza (“Longa Jornada de um Dia Noite Adentro”, “Mediano”, “Operação Trem Bala”), Zé Henrique de Paula (“Ou Você Poderia me Beijar”, “Preto no Branco”, “A Herança”), Elias Andreato (“A Língua em Pedaços”), Ron Daniels (“Macbeth”, “Medida por Medida”), Gabriel Villela (“Macbeth”), Bete Coelho (“Um Número”), Sérgio Ferrara (“Exercício para Antígona”, “O Senhor Paul”, “Pobre Super Homem”, “A Última Viagem de Borges”, “O Casamento Suspeitoso”), Aderbal Freire-Filho (“Céus”), Nelson Baskerville (“Cock”) e Hugo Coelho (“As Aves da Noite”), entre outras. ALINE SANTINI Graduada em Artes Visuais e Pós Graduada em Lighting Design na Faculdade Belas Artes em 2016. Estudou com o fotógrafo Carlos Moreira e foi assistente do iluminador Wagner Pinto e Gerald Thomas. Trabalha com iluminação há 19 anos e realizou trabalhos com grandes diretores, companhias, artistas de teatro, dança, performance e artes visuais em São Paulo. Atua como performer e cria instalações. Indicada quatro vezes ao prêmio Shell e vencedora do prêmio Denilto Gomes no ano 2017com o espetáculo de dança SHINE, e indicada duas vezes ao prêmio APCA de dança, este ano foi uma das artistas selecionadas a representar o Brasil na Quadrienal de Praga. Ministra oficinas de iluminação cênica em Oficinas Culturais, Sesc e SP Escola de Teatro. Participou de festivais nacionais e internacionais de teatro e dança na Alemanha, Croácia, Argentina, Bolívia, Portugal e Irlanda. L.P. DANIEL É músico, compositor, produtor musical, projetista de áudio, fotógrafo e artista gráfico. No teatro destacam-se as parcerias com o diretor Rafael Camargo no Coletivo Portátil do Theatro de Alumínio desde 2009 nos seguintes espetáculos: Amoradores de Rua (2010), End e Uma Entre Mil Histórias de Amor (2011), Buraco da Fechadura (2012), Cronópios da Cosmopista (2013), A Curiosa História de… (2014); Com a direção de Lavínia Pannunzio colaborou nos espetáculos Unfaithful (2017) e A Serpente de (2018). Colaborou também com Carlos Baldin em Um Dia Comum e com Alexandre Tenório em Intervenção, ambos em 2019. É integrante da Sociedade Líquida dirigida por Eric Lenate, com quem colabora desde 2014, em espetáculos como: Sitdowndrama (2014); Ludwig e Suas Irmãs (2015); Mantenha Fora do Alcance do Bebê (2015); Fim de Partida (2015/2016); O teste de Turing em 2016; A Serpente em 2017; Refluxo (2018) e Funâmbulas (2018). ÙGA AGÚ Ùga agÚ é travesti multiartista formada em licenciatura e bacharelado em teatro pela Universidade Anhembi Morumbi e especializada em Cenografia e Figurino pela SP Escola de Teatro. Iniciou sua carreira como assistente de figurino no longa “Abestalhados 2” (2020) da produtora Zencrane. Logo após fez parte da equipe de figurinos dos musicais “Cabaret dos Bichos” e “Brenda Lee e o Palácio das Princesas” (2021) do Núcleo Experimental, ambos dirigidos por Zé Henrique de Paula. Compôs o primeiro núcleo de bolsistas em Conservação e Restauro do Theatro Municipal de São Paulo (2021), em seguida atuou no processo de Restauro e acondicionamento do acervo de figurinos do Centro de Pesquisa Teatral no Sesc (2022). Como performer apresentou os trabalhos autorais “TRAVESTI” e “Olha o que Vocês Fizeram” na Prague Quadrennial (2023), maior evento de design da cena e performance do mundo, localizado na República Tcheca. Assinou a cenografia e o figurino de “Carlota Joaquina: Um Espirituoso Segredo da Natureza” (2023) dirigido por Marco Braz, foi assistente de figurino em “The Boys of The Band” (2023), direção de Ricardo Grasson e assinou juntamente com Zé Henrique de Paula o figurino do musical “Codinome Daniel” (2024). Também em 2024 assinou o figurino de “Um Porre de Shakespeare” sob direção de Zé Henrique de Paula e de “Tina - Respeito”, da Maurício de Souza Produções. Trabalhos dentro do meio do audiovisual e da publicidade também compõem seu portfólio. ANDRÉ CORTEZ Como cenógrafo e figurinista, trabalhou, entre outros, nos espetáculos: Um Bonde Chamado Desejo, de Tennessee Williams, com direção de Rafael Gomes; Brian ou Brenda, com direção de Yara de Novaes e Carlos Gradim; A Grande Volta, do belga Serge Kribus, com direção de Marco Ricca; O Que Você Foi Quando era Criança, de Lourenço Mutarelli, direção de Gabriela Flores e Donizetti Mazonas ; A serpente, de Nelson Rodrigues, com direção de Yara Novaes; Pagu Que, de Christiane Tricerri; Navalha de Carne, de Plínio Marcos, com direção de Joaquim Goulart; A Falecida, de Nelson Rodrigues, com direção de Carlos Gradim; Noites Brancas, de Fiodor Dostoievski, com direção de Yara Novaes; Frankensteins, com direção de Jô Soares; Souvenirs, com direção de Fernando Bonassi; Amor e Restos Humanos, de Brad Fraser, com direção de Carlos Gradim ; Os Lusíadas de Camões, com direção de Márcio Aurélio; Ricardo III, de William Shakespeare, com direção de Yara Novaes; Pai, com direção de Paulo Autran. Venceu três vezes o Prêmio Shell de melhor cenografia: em 1999, por “Pai”; em 2005, por “A serpente”; e em 2015, por “Um bonde chamado desejo”
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.