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PRONAC 251045Autorizada a captação total dos recursosMecenato

SANGUE DE TODAS AS CORES — A África em nós

THIAGO CATELANI DIAS
Solicitado
R$ 1,23 mi
Aprovado
R$ 1,23 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-01
Término
2026-11-30
Locais de realização (4)
Salvador BahiaFortaleza CearáBelo Horizonte Minas GeraisSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto Sangue de Todas as Cores é uma iniciativa que irá promover a valorização da identidade negra. Inspirado no poema Sangue Negro, de Noémia de Sousa, o projeto busca ampliar o diálogo entre artistas do Brasil, Angola, Moçambique e Portugal, destacando a riqueza da diáspora africana e suas contribuições para a cultura lusófona. Serão realizadas 12 apresentações presenciais, divididas entre quatro cidades brasileiras, com três apresentações por cidade. O projeto também prevê oficinas, debates e atividades formativas voltadas para o público, além de uma documentação sobre o processo criativo e suas implicações socioculturais.

Sinopse

O poema Sangue Negro, de Noémia de Sousa, é nosso ponto de partida. A autora fala de um despertar do seu sangue negro que nos estimulou a sensibilidade. Ele levanta-se do medo de falar. Instiga-nos a não ter medo de expressar o que sentimos e quem somos. É preciso contribuir mais e mais para mudar um sistema que se baseia num poder discriminador que se enraíza na cor da pele e se estende ao sangue, essa herança que a nossa Mãe natureza — no caso dela a Mãe África nos legou. Este pensamento branco tem vindo a legitimar a violência com base num sistema económico que justifica de forma insidiosa comportamentos. Somos levados a acreditar que as instituições e os sistemas políticos nos servem e que nos dão mais liberdade. É óbvio que sentimos hoje que isso não é verdade. Por isso intervir é um gesto político. Como de forma igual não intervir também é um gesto político. E é isso que somos atirados para fazer: não falar; não mover vontades; não dançar. É fundamental para a sobrevivência e para a transformação de um futuro reimaginado agir artisticamente. Não podemos renegar o nosso sangue bárbaro, pois nele estão contidas todas as possibilidades, todas as cores. Todas as cores não significa que acreditamos que somos todos iguais ou que teremos de ser e agir de forma similar. Significa acreditar no potencial e dar espaço ao sonho e às possibilidades de a vida se manifestar em todas os seus sentidos. As que existiram antes do período colonial e as que se podem imaginar para um futuro que desmantele as estruturas de dominação que estão incrustadas nos nossos gestos e formas de pensar. Como nos diz Noémia de Sousa: Como se eu pudesse viver assim, desta maneira, eternamente, ignorando a carícia fraternamente morna do teu luar ...Meu princípio e meu fim ... Não podemos continuar a viver assim. Adormecidos e esmagados por um poder que nos reduz e separa. Despertar é preciso para reconhecer que estamos muito longe de uma sociedade que promova a igualdade de oportunidades. Como seres humanos estamos a deixar acontecer coisas terríveis que se passam com os nossos vizinhos, com os nossos amigos, com os outros do outro lado da estrada ou para la dos muros. Pedem-nos que sejamos insensíveis para a violência que está a ser perpetrada. Toda a violência diz-nos respeito e devemos envolver-nos e combater o medo que nos leva a não agir. A mudança é possível se formos milhões. São preciso milhões de pessoas para mudar o sistema. O projecto Sangue de Todas as Cores é um grito poético. Falaremos do sangue, suor e lágrimas de seres humanos ao longo da história, traduzindo a resiliência das lutas partilhadas pelos negros de todo mundo. Agir artisticamente sobre o pensamento branco e a negritude é urgente como experiência global. Com este projecto pretendemos realçar esta universalidade e, honrar as perspectivas sem-par de artistas angolanos, moçambicanos brasileiros e portugueses. O título é aberto, permitindo múltiplas interpretações. Alguns poderão vê-lo como um apelo à unidade, outros como uma celebração da diversidade, e outros ainda como uma recordação de lutas, derrotas e triunfos. Esta riqueza de significados que o título apresenta funciona como uma imagem de um corpo social de um futuro reimaginado. A arte tem em si potenciais de transformação e é um campo instrumental de abertura do diálogo que engloba processos que cruzam a teoria e a prática. A arte conjuga as polaridades consciência e inconsciente que nos permitem reinventar e recuperar a nossa humanidade. A arte é um instrumento de intervenção social que tem um potencial de proposição de leituras e abertura de caminhos para enfrentar a crise em vivemos. Este é um projecto inclusivo que parte do sangue negro de que nos fala Noémia de Sousa para abrir pontes entre um sangue “bárbaro” e um sangue que contenha a utópica potência de ser “de todas as cores”. O poema Sangue Negro, de Noémia de Sousa, é nosso ponto de partida. A autora fala de um despertar do seu sangue negro que nos estimulou a sensibilidade. Ele levanta-se do medo de falar. Instiga-nos a não ter medo de expressar o que sentimos e quem somos. É preciso contribuir mais e mais para mudar um sistema que se baseia num poder discriminador que se enraíza na cor da pele e se estende ao sangue, essa herança que a nossa Mãe natureza — no caso dela a Mãe África nos legou. Este pensamento branco tem vindo a legitimar a violência com base num sistema económico que justifica de forma insidiosa comportamentos. Somos levados a acreditar que as instituições e os sistemas políticos nos servem e que nos dão mais liberdade. É óbvio que sentimos hoje que isso não é verdade. Por isso intervir é um gesto político. Como de forma igual não intervir também é um gesto político. E é isso que somos atirados para fazer: não falar; não mover vontades; não dançar. É fundamental para a sobrevivência e para a transformação de um futuro reimaginado agir artisticamente. Não podemos renegar o nosso sangue bárbaro, pois nele estão contidas todas as possibilidades, todas as cores. Todas as cores não significa que acreditamos que somos todos iguais ou que teremos de ser e agir de forma similar. Significa acreditar no potencial e dar espaço ao sonho e às possibilidades de a vida se manifestar em todas os seus sentidos. As que existiram antes do período colonial e as que se podem imaginar para um futuro que desmantele as estruturas de dominação que estão incrustadas nos nossos gestos e formas de pensar. Como nos diz Noémia de Sousa: Como se eu pudesse viver assim, desta maneira, eternamente, ignorando a carícia fraternamente morna do teu luar ...Meu princípio e meu fim ... Não podemos continuar a viver assim. Adormecidos e esmagados por um poder que nos reduz e separa. Despertar é preciso para reconhecer que estamos muito longe de uma sociedade que promova a igualdade de oportunidades. Como seres humanos estamos a deixar acontecer coisas terríveis que se passam com os nossos vizinhos, com os nossos amigos, com os outros do outro lado da estrada ou para la dos muros. Pedem-nos que sejamos insensíveis para a violência que está a ser perpetrada. Toda a violência diz-nos respeito e devemos envolver-nos e combater o medo que nos leva a não agir. A mudança é possível se formos milhões. São preciso milhões de pessoas para mudar o sistema. O projecto Sangue de Todas as Cores é um grito poético. Falaremos do sangue, suor e lágrimas de seres humanos ao longo da história, traduzindo a resiliência das lutas partilhadas pelos negros de todo mundo. Agir artisticamente sobre o pensamento branco e a negritude é urgente como experiência global. Com este projecto pretendemos realçar esta universalidade e, honrar as perspectivas sem-par de artistas angolanos, moçambicanos brasileiros e portugueses. O título é aberto, permitindo múltiplas interpretações. Alguns poderão vê-lo como um apelo à unidade, outros como uma celebração da diversidade, e outros ainda como uma recordação de lutas, derrotas e triunfos. Esta riqueza de significados que o título apresenta funciona como uma imagem de um corpo social de um futuro reimaginado. A arte tem em si potenciais de transformação e é um campo instrumental de abertura do diálogo que engloba processos que cruzam a teoria e a prática. A arte conjuga as polaridades consciência e inconsciente que nos permitem reinventar e recuperar a nossa humanidade. A arte é um instrumento de intervenção social que tem um potencial de proposição de leituras e abertura de caminhos para enfrentar a crise em vivemos. Este é um projecto inclusivo que parte do sangue negro de que nos fala Noémia de Sousa para abrir pontes entre um sangue “bárbaro” e um sangue que contenha a utópica potência de ser “de todas as cores”.

Objetivos

Objetivo Geral: Promover e fortalecer a cultura afrodescendente por meio das artes cênicas, estabelecendo um intercâmbio cultural entre artistas de Angola, Moçambique, Brasil e Portugal, e fomentando o diálogo sobre a identidade negra na contemporaneidade. Objetivos Específicos: Criar um espaço de expressão artística para artistas negros de diferentes países lusófonos, garantindo sua visibilidade e protagonismo; Valorizar e promover a língua portuguesa e seus diferentes sotaques, dialetos e expressões culturais regionais; Incentivar o desenvolvimento econômico e a sustentabilidade das indústrias criativas através da produção e circulação do espetáculo; Oferecer oficinas e residências artísticas como forma de capacitação e intercâmbio entre artistas e público; Promover debates sobre racismo, identidade e cultura afrodescendente por meio da arte; Documentar o processo criativo, gerando um acervo sobre a memória e história das artes negras na diáspora lusófona; Utilizar plataformas digitais para ampliar o acesso ao projeto, promovendo a inclusão e diversificação de públicos.

Justificativa

Historicamente, a produção artística tem sido dominada por perspectivas eurocéntricas, o que reforça a necessidade de abrir espaço para narrativas negras e para o resgate da história e cultura afrodescendente. Este projeto visa dar protagonismo a vozes muitas vezes marginalizadas, utilizando a arte como ferramenta para promover diálogos sobre justiça racial, representatividade e preservação cultural. Através da montagem e circulação do espetáculo Sangue de Todas as Cores, será possível sensibilizar e conscientizar diferentes públicos sobre as contribuições da cultura negra para a identidade brasileira e global, ao mesmo tempo em que fomenta o fortalecimento das artes negras como campo profissional e criativo. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Referente ao artigo 3º da Lei de Incentivo à cultura: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens;

Estratégia de execução

não se aplica

Especificação técnica

Espetáculo com duração de 70 minutos

Acessibilidade

• Tradução para Libras em todas as apresentações e debates;• Audiodescrição para pessoas com deficiência visual;• Material de apoio em braile e formato digital acessível;• Espaços com infraestrutura acessível para público com mobilidade reduzida.

Democratização do acesso

De acordo com o artigo 46 e 47 da IN n º 23 - 5/2/2025 Asseguramos: II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações dedivulgação do projeto;III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo,incluindo professores de instituição públicas de ensino; Art 47 I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuiçãogratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte porcento); III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras eaudiodescrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redespúblicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios,cursos, treinamentos, palestras, exposições e ofi cinas;

Ficha técnica

Idealização, Direção Geral e Autor: João Garcia Miguel Assistente de direção: Ademir Emboava Direção de Produção: MCD Produções Interpretação: Edmundo Sardinha, Joaquim Raul Emílio, Mai Júli Machado, Ramadane Matusse dois atores a contratar Figurinos: A definir Produção Executiva: a definir Direção Técnica: a definir Assistente de Produção: a definir JOÃO GARCIA MIGUEL Artista e Investigador de Lisboa nascido em 1961 fez Doutorado em Pintura e Performance é diretor Diretor da Companhia João Garcia Miguel que existe desde 2003. Anteriormente foi director fundador do Grupo de Teatro OLHO. Presidente da Associação Teatro Ibérico de 2016 até 2022, é Diretor Artístico do Teatro Cine de Torres Vedras desde 2002 e do Festival Novas Invasões e Festival de Acordeões do Mundo desde 2015 até 2022, também exerce o cargo de Diretor Artístico do CAC — Centro de Artes e Criatividade em Torres Vedras desde Maio de 2022. As práticas de investigação de João Garcia Miguel caracterizam-se pelo experimentalismo e a preocupação com o papel do artista enquanto interventor social. Ministra aulas em Universidades desde 2003 em Portugal e no estrangeiro — ESAD/IPL, Lusófona, FCSH Nova e NTA — Norwegian Theatre Academy. Escreve obras performativas e ensaios que refletem sobre o acto criativo e o corpo, dentro da sua trajetória como ator e diretor investigador seu interesse atual é a poesia como meio de despertar a consciência e as relações com a imaginação enquanto força criativa. Artista plástico de formação expõe com regularidade suas obras plásticas que funcionam como motivos de exploração temática e de interrogação de métodos e processos criativos. Fundador de Canibalismo Cósmico, Galeria Zé dos Bois e do OLHO - Grupo de Teatro. Fez seu Doutorado pela FBAUL em 2017 com a tese PERFORMANCE CORPO E INCONSCIENTE. Em 2008 recebeu o Prémio FAD Sebastià Gasch em Espanha e em 2014 o Prémio de Melhor Encenação da SPA com Yerma de Garcia Lorca. ADEMIR EMBOAVA, natural de Taubaté/ SP, onde começou sua carreira dentro do teatro amador em 1987, criou um coletivo de jovens artistas para investigação sobre o trabalho do ator, formado nas escolas Teatro escola Macunaíma, Escola Superior de Artes e Educação Célia Helena com pós-graduação em Dramaturgia pelo Célia helena, fez parte por 15 anos como ator da Cia elevador de Teatro Panorâmico, importante grupo paulista de teatro com a direção de Marcelo Lazzaratto. Ainda dentro do processo de investigador sobre atuação fez alguns cursos que ilustram sua trajetória sobre o trabalhador da cena e a descoberta do um artista, com: Escola de Circo Picadeiro, Juliana Carneiro Theatro de Soleil, Valentin Vassilyeitch: Diretor da Academia Russa de Arte Teatral, André Guerreiro: Mímica Corpórea e técnica Laban, Vera Achatkin: Teatro Esporte técnica de improviso, Bete Dorgam: Clown, Alice K: Teatro Butô. Entre outros. Além de ator, tem uma formação como arte Educador e foi Coordenador Artístico da Casa do Teatro, Professor de: Interpretação do ator no teatro/ jogos de improviso/ atuando com a Câmera do Teatro Escola Célia Helena, Casa do Teatro e Escola Nova Lourenço Castanho. Como diretor de teatro “Vem buscar-me que ainda sou teu”, de Carlos Alberto Soffredini, “Ecos de outras eras”, de Bernardo Fonseca Machado, “Rastro atrás” e “O telescópio”, de Jorge Andrade e “Morte e vida Severina”, de João Cabral de Melo Neto entre outros. Como ator trabalhou em alguns espetáculos em São Paulo com os mais variados diretores e encenadores da cena paulistana como: espetáculo teatral “Folias conta Galileu”,direção de Dagoberto Feliz, “Contos de Inverno” ‐ Direção: Marco Antônio Pâmio, “Cacilda” ‐ Direção: José Celso Martinez Corrêa, “Teatro Esporte” – Direção: Vera Achatkin, “Espólio” ‐ Direção: Paulo Fabiano,“Amor de Improviso”,“A Entrevista”, “Peça de Elevador”, “Como Gostais” Direção de Marcelo Lazzaratto entre outros. Na televisão e plataformas de Streaming atuou como um dos protagonistas na minissérie “Supermax” (Globo); participou das novelas “O outro lado do paraíso” (Globo); “Jesus”, “Gênesis” e “Reis, a Consequência” (Record); e das séries “Carcereiros” e “Arcanjo renegado” (Globo Play); “Me chama de Bruna” (Fox);“Coisa mais linda” (Netflix) e “Dom” (Amazon), Magia de Aruna (Disney). Desde muito jovem, Joaquim Raul Emilio encontrou no teatro sua grande paixão. Nascido e criado em Luanda, iniciou sua trajetória artística em 2010 como voluntário no Anim’Art – Centro de Animação Artística do Cazenga, onde deu seus primeiros passos como Ator. Com mais de 15 anos de experiência como ator nos palcos de Angola e da Europa, e 4 anos como coordenador de produção técnica. Participou em mais de 14 espetáculos nacionais e internacionais como Actor e esteve envolvido na produção técnica de mais de 50 apresentações. Seu compromisso com o teatro e sua constante busca por aprimoramento o levaram a participar em mais de 10 formações e workshops internacionais. Ao longo de sua carreira, Joaquim teve a oportunidade de atuar ao lado de Actores alemães no espetáculo “Lei do Buraco” apresentado no festival "O Futuro Já Era", Promovido pelo Goethe-Institut Angola. Além do palco, atuou como assistente de direção e coordenador de produção. Ao longo dos anos, esteve presente em importantes festivais de teatro em Angola, incluindo: FESTECA – Festival Internacional de Teatro do Cazenga, FESTIJ – Festival para Infantojuvenil, CIT – Circuito Internacional de Teatro, Futuro Já Era – Festival do Goethe-Institut, Bienal de Luanda. Formação acadêmica inclui o ensino médio em Ciências Humanas, concluído no Liceu Papa João XXIII, em Luanda. Além disso, buscou especialização em Produção Técnica pela Companhia João Garcia Miguel, em Lisboa, Portugal, e formação em Gestão e Liderança Associativa, promovida pelo Ministério da Juventude & Desporto de Angola. Trabalhou em instituições e projetos, destacando-se nos seguintes cargos: Coordenador de Produção no Anim’Art – Centro de Animação Artística do Cazenga, Assistente Técnico Administrativo no Goethe-Institut Angola, Estagiário na Área de Teatro no INEFOP / MAPTSS, em Luanda, Atualmente é Actor e Coordenador de Produção Técnica na Companhia João Garcia Miguel (JGM) em Torres Vedras – Portugal. Ramadane David Estevão, apelido: Matusse, nacionalidade: Moçambicana / Maputo. Com habilitações literárias, Instituto Superior de Artes e Cultura – Licenciado em Gestão e Estudos Culturais, Orientação em Estudos Culturais, Universidade Pedagógica de Maputo –Curso de Artes Cénicas, Capacitações e competências organizacionais Embaixada da Espanha, cooperação Espanhola e Kinani - Formado em internacionalização dos artistas de dança contemporânea de Moçambique e África; Centro de Formação Profissional da Rádio Moçambique - Formado em Jornalismo Elementar; ASSOCIAÇÃO GIRASSOL – Capacitado em métodos de representação Teatral, método de Stanislavisk; ADPP – HOPE MAPUTO – Formado como educador de par em matéria de saúde sexual reprodutiva para adolescente e jovens, HIV e SIDA/ITS, Métodos contraceptivos, Gestão de Risco na vida Sexual, Aconselhamento e testagem voluntária. Experiências técnicas no ano de 2024: como coordenador assistente de Gestão Administrativa-pedagógica – Projecto Escola Técnica de Artes e Tecnologia (CCFM), Actor – peça Teatral ́ ́Nossos Corpus ́ ́de Phayra Baloi, Encenador – peça teatral ́ ́Sobre toda escuridão ́ ́, adaptação do livro de Melio Tinga, Gestor do projecto ARTECENO- Formação de curta duração em Cenografia e espaço cênico,financiado pela Gulbenkian - ACUP Actor convidado para Sitcom ́ ́Peixe na Brasa ́ ́- Mahla Film, Programador - 20 Edição do Festival internacional de Teatro de Inverno, Produção- 11a Edição Festival Azgo, Cofundador e produtor - Oficina do DezCURSO Teatral. Em 2023: Actor, Telenovela Maida - Panavideo, Actor, Musical- Aqueles dias da Rádio - MPDC, Treinamento de teatro - Festival Mafalala - Museu Mafalala, Professor de teatro - campo de férias - Franco Moçambicano, A periferia em Movimento, performance multidisciplinar - Direcção artística- 16 neto, Produção do Festival internacional de teatro de inverno - Ass. Cultural Girassol, produção e encenação da peça As borboletas Romeu e Julieta - Festival de teatro de rua Kuphanda, produção e encenação da peça As borboletas Romeu e Julieta - Festival Otwela, Produção - Gula, de Rita Couto, na Oficina do Jornal Notícias, Residência Artística em Produção da peça ́ ́O Meu Nariz e Arabe ́ ́ - Cia João Garcia Miguel - Acção da Fundação Calouste Gulbenkian e Procultura; Agro-negócio para o Desenvolvimento de Moçambique (ADM) – Extensionista de Maputo cidade e Matola – projecto Agroponto. Projetos em 2022 - Centro cultural Franco moçambicano com a peça " Entre corpo e alma"- produtor e encenador, 16 Neto espaço cultural com a peça " Entre corpo e Alma" e a peça " Sétimo Juramento" - produtor e encenador, Centro cultural Moçambicano Alemão com a peça multidisciplinar " Luar e Txakala-txakala" e com a peça teatral "FéCALIDADE" - produtor,18 edição do FITI - Produtor. entre outros trabalhos nos anos de 2021, 2020, 2019 e 2018 destacando-se pela característica multifacetada de trabalhos que envolvam a valorização e dignificação do artista preto na cena mundial. Edmundo Sardinha, 60 anos de uma linda vida. Trabalho como ator de teatro, cinema, publicidade e modelo e performance desde os anos 80, No teatro fiz parte dos espetáculos; ARRAIAL MADALENA VITORINO/CIRCOLANDO, O LUGAR DO CANTO ESTÁ VAZIO VICTOR RORIZ/SOFIA DIAS, NATUREZA FANTASMA MARCOS MARTINS, TRANSATLÂNTICO RICARDO NEVES NEVES, AGORA NASCÍAMOS OUTRA VEZ ALDARA BIZARRO, ESTALO NOVO JOÃO GALANTE/ ANA BORRALHO entre outros. Já no cinema alguns dos meus trabalhos foram; STREET OF NO RETURN SAMUEL FULLER, MADRUGADA TRABALHADOR LEONOR NOIVO/TERRA TREME, KUDIBANGUELA PRESIDIÁRIO MUXIMA ESCOLA SUPERIOR DE TEATRO E CINEMA, LEGATO PROFESSOR DE PIANO ESCOLA ARTÍSTICA ANTÓNIO ARROIO. Sou um artista de coração e alma apoiado na descoberta de encontros que possam possibilitar a troca e o aprender. Me interessa a vida humana e a capacidade de nos transformarmos a cada encontro. Este sou eu, Edmundo Sardinha um preto sorridente que vive a vida. MCD Produções: Excelência e Inovação na Gestão CulturalDesde 2009, a MCD Produções tem se consolidado como uma referência na elaboração e gestão de projetos culturais em diversos segmentos artísticos. Com uma trajetória marcada por grandes realizações, a empresa atua na produção de espetáculos, circulação de projetos, coordenação artística, produção executiva e técnica, além da organização de eventos de grande porte. Ao longo dos anos, a MCD Produções esteve à frente de projetos emblemáticos, como a circulação dos grupos Madeira de Vento e Brazilian Guitar Quartet pelo Edital do Sesi (2013) e a produção de espetáculos da Orquestra Filarmônica Infantojuvenil de São Paulo (OFIJ), incluindo "João e Maria" (ProAC ICMS, 2014) e "Pedro e o Lobo" (ProAC ICMS, 2011 e 2013). Além disso, destacou-se na realização de "Histórias que o Vento Contou...", contemplado pelos Correios e pela Lei Mendonça, e na parceria com a Tiba Produções nos espetáculos "O Menino Maluquinho" e "Nas Alturas". Em 2024, a empresa assinou a produção executiva do espetáculo "Heróis do Impossível", da renomada companhia portuguesa João Garcia Miguel, reforçando sua atuação no cenário internacional. Com um portfólio diversificado, a MCD Produções esteve envolvida em mais de 300 projetos em sua trajetória como "Mostra de Cinema de Futebol" (2022), "Cultura na Praça - Guarulhos", "CT Breakin Brasil", "Núcleo de Cultura" por todo o Brasil, Exposições e Festivais de Cinema e Dança,"Donna Summer - O Musical", "Zorro - Nasce uma Lenda" e "We Will Rock You". No universo dos grandes musicais, a empresa teve papel essencial na produção e direção de palco de espetáculos como "Sunset Boulevard", "Annie - O Musical", "Priscilla - A Rainha do Deserto" e "Hairspray", reafirmando seu compromisso com a excelência na produção teatral. Além da atuação no teatro e na música, a MCD Produções também se destaca na produção de eventos de grande porte, incluindo a Fifa Fan Fest 2014, Virada Cultural de São Paulo (diversas edições), Parada LGBTQIA+ de São Paulo, Carnaval de Santo André, Dia da Consciência Negra e eventos corporativos como FutureCom, Salão do Automóvel e Conarh. Com uma equipe experiente e altamente qualificada, a MCD Produções segue impulsionando a cultura no Brasil, criando experiências inovadoras e viabilizando projetos de impacto social e artístico.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.