Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2510451Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Festa Literária Pirata das Editoras Independentes - FLIPEI - 2026

CAIS PRODUCAO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 998,2 mil
Aprovado
R$ 998,2 mil
Captado
R$ 2,7 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Event Literá/Ações Edu-Cult Incen Leitu/SlamSarau
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-01
Término

Resumo

Realização da oitava edição da FLIPEI - Festa Literária Pirata das Editoras Independentes, no ano de 2026 na cidade de São Paulo. A programação -aclamada pelo público e visando a continuidade de suas edições - ocupa o intervalo de cinco dias e prevê a realização de atividades multidisciplinares. A saber: Mesas de debate sobre temas transversais ao mercado editorial, a prática comunitária do livro e a literatura nacional e internacional; Intervenções artístico-culturais, como shows, discotecagens, slams e performances; Feira de livros (com mais de 150 editoras independentes de todo o país e algumas internacionais), com descontos exclusivos para estimular o consumo, circulação epromoção do livro e da leitura; Zona Piratinhas é uma programação educativa para crianças, jovens e suas famílias, que comporta diferentes suportes voltados para o público infanto-juvenil; Disseminação impressa por Jornal e Livro e online pelos canais de YouTube e redes sociais, além de projeto de acessibilidade.

Sinopse

O projeto Flipei 2026 nasce da experiência acumulada ao longo de sete edições e da força conquistada em 2025, quando o festival bateu recordes de público, vendas e repercussão cultural, tornando-se pauta central nos principais veículos de imprensa do país. Neste novo ciclo, a proposta é expandir ainda mais as velas e levar a marujada pirata a novos territórios, reafirmando a vocação do festival como um espaço de resistência cultural, encontro popular e fortalecimento da economia criativa do livro.A oitava edição da Flipei tem como horizonte articular diferentes frentes de atuação: a circulação descentralizada dos Estaleiros Pirata, que percorrem o estado de São Paulo levando formação e celebração cultural a cidades fora da capital; a realização de uma grande Festa Literária em São Paulo, com debates, shows, feira de livros e atividades para as infâncias - a Zona Piratinhas; e o aprofundamento das práticas de acessibilidade e democratização, assegurando que todas as camadas da sociedade possam se reconhecer, participar e se beneficiar das ações propostas.Estaleiro Pirata - Circulação 2026Em 2026, os Estaleiros Pirata zarparão rumo a quatro novos portos: São Carlos, Sorocaba, Carapicuíba e Mairiporã. Fieis ao formato que já se consolidou como marca da iniciativa, cada Estaleiro reúne quatro momentos fundamentais que dialogam entre si: uma feira, que coloca em circulação livros e publicações independentes, abrindo espaço para editoras e coletivos locais; uma formação, dedicada a fortalecer práticas de leitura, escrita, publicação e circulação de ideias; uma palestra, conduzida por convidados com trajetória nacional ou internacional, que desbrava questões centrais da cultura e do mercado editorial; e, por fim, uma festa literária, que celebra a diversidade cultural, articula música e literatura e cria espaços de convivência e sociabilidade entre escritores, editoras, artistas e público.Festa Literária Pirata das Editoras Independentes – Flipei 2026A Flipei 2026 é o ponto culminante do projeto. Durante cinco dias de programação gratuita, a cidade será tomada por uma intensa maratona cultural que combina pensamento crítico, música, bibliodiversidade e participação popular. A programação contará com 30 debates reunindo escritores, intelectuais, artistas e ativistas do Brasil e do exterior para discutir temas que atravessam a literatura, a política e a vida social contemporânea. Estarão lado a lado nomes consagrados e vozes emergentes, conectando gerações e perspectivas distintas, mas todas comprometidas com a transformação cultural. Na dimensão musical e festiva, a Flipei 2026 terá 02 shows de grande porte, capazes de mobilizar milhares de pessoas, além de 05 pocket shows que aproximam o público da cena independente e 05 sets de DJs que transformam a feira em um espaço de convivência e celebração. Essa atmosfera será potencializada pela presença da Zona Piratinhas, realizada pelo coletivo Kindezi de Educação Antirracista, que cria um espaço lúdico e político para as infâncias, reafirmando que o direito de brincar, imaginar e aprender também é central à democratização da cultura. O coração do festival será novamente a Feira do Livro Independente, que em 2026 reunirá mais de 150 editoras de todas as regiões do Brasil, fortalecendo o livro como bem cultural e a diversidade editorial como direito coletivo. Todas as editoras terão participação gratuita, modelo pioneiro entre festivais literários brasileiros e reconhecido pela imprensa como um gesto inovador de fortalecimento do mercado independente.A Zona Piratinhas, conduzida pelo coletivo Kindezi de Educação Antirracista, reafirma o compromisso da FLIPEI em pensar a formação leitora desde a infância em diálogo com perspectivas decoloniais. Inspirado em pedagogias africanas e afro-diaspóricas, o coletivo propõe atividades que integram literatura, música, contação de histórias e experiências lúdicas como caminhos para o fortalecimento da autoestima e da identidade das crianças. A proposta é criar um ambiente de aprendizado coletivo, onde o brincar se articula com o direito à imaginação e à pluralidade de narrativas, oferecendo às infâncias um espaço em que possam se reconhecer como sujeitos históricos e culturais. Em 2025, a presença da Zona Piratinhas foi apontada pela imprensa como uma das grandes novidades do festival, e em 2026 será ampliada com novas oficinas, espetáculos e ações educativas, reafirmando o princípio de que democratizar a cultura passa também por garantir às crianças o acesso a um repertório diverso e antirracista desde cedo.Toda essa experiência será registrada e amplificada pelo ICL Notícias, um dos maiores canais independentes de jornalismo em vídeo do Brasil, com mais de meio milhão de inscritos no YouTube e milhões de visualizações mensais em suas plataformas, e pela Revista Jacobin Brasil, principal publicação impressa do pensamento crítico no país, com forte repercussão entre leitores, intelectuais e militantes. A presença desses dois parceiros estratégicos assegura que a FLIPEI ultrapasse os limites do espaço físico, reverberando nacional e internacionalmente e conectando a produção cultural independente às grandes discussões públicas do nosso tempo.A realização em São Paulo acontecerá em diálogo com espaços simbólicos da cidade: o Espaço Elza Soares, espaço cultural dedicado à música, literatura e formação artística que se consolidou como uma referência de resistência e criatividade no centro da cidade; o Café Colombiano, lugar de efervescência cultural no Campos Elíseos, que acolhe debates e performances em um ambiente plural; além do Sol y Sombra e da Central 1926, que seguirão como parceiros estratégicos para as noites festivas da Flipei, conectando os shows e bailes à pulsação cultural da cidade.Gratuidade A gratuidade permanece como um dos pilares centrais da FLIPEI 2026 e reafirma o compromisso do festival em garantir acesso amplo e irrestrito à cultura do livro e às atividades formativas. Todas as ações estruturantes — a Feira do Livro, os debates, os lançamentos, a Zona Piratinhas e os recursos de acessibilidade, como tradução em Libras e audiodescrição — serão integralmente gratuitas, assegurando a democratização do acesso e a participação de diferentes camadas da sociedade.Na dimensão musical e festiva, a FLIPEI mantém a mesma perspectiva: as noites de quarta, quinta e domingo acontecem no Espaço Elza Soares, com programação composta por pocket shows, discotecagens (inclusive voltadas para crianças) e um show de grande porte, sempre de acesso totalmente gratuito ao público. Esses encontros noturnos, limitados até as 21h, ampliam a experiência cultural do festival sem qualquer barreira econômica.Já para as noites de sexta e sábado, que tradicionalmente recebem o maior fluxo de público, com festas expandidas que reúnem pocket shows, discotecagem e grandes apresentações musicais, a programação será realizada em espaços parceiros como a Central 1926 (sede integral do festival em 2024) e o Sol Y Sombra 13 (responsável pelos shows em 2025). Nessas ocasiões, para garantir o bom funcionamento e a segurança do público, haverá cobrança de ingressos a preços populares, sempre inferiores a R$ 40,00.Mesmo nesses casos, o compromisso de democratização será preservado: pelo menos 30% da capacidade de público será destinada a grupos minorizados e organizações sociais, mediante inscrição prévia, assegurando que a participação de pessoas em situação de vulnerabilidade econômica e social continue garantida. Esse modelo híbrido, já testado em edições anteriores, conjuga sustentabilidade organizativa com equidade de acesso, consolidando a FLIPEI como um espaço que não apenas celebra a bibliodiversidade, mas também prática, em todas as suas dimensões, a democratização da cultura.

Objetivos

O projeto Flipei 2026 tem como objetivo expandir e fortalecer as ações realizadas pela Flipei _ Festa Literária Pirata das Editoras Independentes (flipei.abraceumacausa.com.br), organizada pela editora Autonomia Literária e pela Cais Produção Cultural (proponente), levando ao público geral uma programação dedicada ao incentivo à leitura, à difusão cultural, à educação popular e ao estímulo a mercados e economias alternativas em pontos estratégicos do estado de São Paulo.Criada em 2018, a Flipei já realizou sete edições de grande repercussão, sendo quatro em Paraty-RJ (2018, 2019, 2022 e 2023) e três em São Paulo-SP (2021, 2024 e 2025), consolidando-se como o maior festival literário independente da América Latina, reconhecido pela mídia, pelo público e pelo mercado editorial.A edição de 2025 marcou um ponto histórico para o festival. Realizada na cidade de São Paulo, recebeu 50 mil pessoas ao longo de cinco dias, mobilizando o Galpão Elza Soares, o Café Colombiano, Casa Luís Gama e o Sol y Sombra. Além de ter realizado ações capilarizadas junto ao Gaiato e Teatro Municipal de Ubatuba, em Ubatuba - SP; Sala dos Toninhos em Campinas - SP; Parque da Autonomia, em Votorantim - SP, além da realização do Butim Editorial - Primeiro Encontro Paulista de Trabalhadores do Livro, no Edifício Oswald de Andrade. O alcance digital atingiu cerca de 5 milhões de pessoas no Instagram, com um crescimento de mais de 30 mil seguidores durante a execução do projeto. A feira de livros foi 100% gratuita para público e editoras, e bateu recordes de vendas. Cerca de 500 mil reais foram injetados diretamente no mercado do livro, distribuído em 180 editoras de todo o Brasil. Ao todo, o evento reuniu 500 trabalhadoras e trabalhadores da cultura, entre autores, artistas e editoras, reafirmando sua vocação de espaço democrático, plural e de resistência cultural Em sua 8ª edição, a Flipei 2026 propõe:i) a realização de 30 debates, além de 02 shows de grande porte, 05 pocket shows e 05 sets de DJs, 01 ciranda educativa (Zona Piratinhas), todos com acesso gratuito, reunindo escritores, intelectuais, ativistas e artistas (nacionais e internacionais) em torno de temas fundamentais para a literatura, a cultura, o cooperativismo e a economia solidária, com suporte de equipe especializada em acolhimento de acessibilidade durante todo o evento e algumas atividades específicas com libras e/ou audiodescrição;ii) a realização de quatro ações formativas descentralizadas, chamadas Estaleiro Pirata, cada uma composta por uma palestra e uma festa literária em espaços parceiros, a serem realizadas em São Carlos, Sorocaba, Carapicuíba e Mairiporã, promovendo a circulação de ideias e a celebração do livro e da leitura em diferentes territórios do estado;iii) uma Feira de Livros de Editoras Independentes, em formato presencial, reunindo mais de 150 editoras de todas as regiões do Brasil, fortalecendo a bibliodiversidade e o mercado editorial independente.Com isso, o projeto amplia a atuação da Autonomia Literária e da Cais Produção Cultural, idealizadoras e realizadoras da Flipei desde 2018, consolidando sua presença no espaço urbano e reafirmando seu compromisso com a democratização da leitura, a valorização da cultura independente e a construção de redes culturais e sociais de alcance nacional e internacional.

Justificativa

Em 2025, a Flipei atingiu uma dimensão histórica, consolidando-se como um dos maiores festivais literários do Brasil e colocando São Paulo no centro da cena do livro independente. Durante cinco dias, a cidade foi transformada em território de debates, shows, festas e celebrações, ocupando espaços simbólicos como o Galpão Elza Soares, o Café Colombiano, a Casa Luís Gama e o Sol y Sombra. A adesão do público foi massiva: entre 45 e 50 mil pessoas participaram das atividades, lotando mesas, shows e a feira do livro. Como destacou o PublishNews (06/08/2025), a Flipei "recebeu mais de 50 mil visitantes e bateu recordes em vendas de livros", mostrando que o festival não é apenas uma feira de editoras independentes, mas uma verdadeira festa literária, capaz de articular bibliodiversidade, engajamento popular e celebração cultural — e referência incontornável para o setor independente.A pertinência da Flipei está em articular, de maneira inédita, a bibliodiversidade com a democratização do acesso e a valorização de vozes minorizadas. Em 2025, 59,9% das editoras participantes se identificaram com grupos historicamente excluídos, como mulheres, pessoas negras, indígenas, LGBTQIAP+, periféricas e quilombolas. Ao garantir espaço gratuito para todas as editoras e ampliar a circulação de seus catálogos, a Flipei atua como correção histórica e como afirmação do direito à leitura e à produção cultural no Brasil. A representatividade nacional também foi marcante: mais de 180 editoras independentes estiveram presentes, vindas de todas as regiões do país — de estados distantes como Acre, Pará e Rondônia até vizinhos como Minas Gerais e Rio de Janeiro. Ao todo, circularam cerca de R$ 500 mil em vendas, com cada participante movimentando em média R$ 2.654. Para além dos números, a imprensa destacou o recorte social e racial dessa presença. A Agência de Notícias das Favelas (06/08/2025), por exemplo, sublinhou que a Flipei reafirmou "a importância da literatura negra e africana para crianças e adultos", demonstrando o quanto o festival se tornou referência em pluralidade e inclusão, dando visibilidade a editoras, catálogos e autores que historicamente foram invisibilizados.Mais do que números e resultados imediatos, a Flipei vem consolidando um modo próprio de pensar o livro como território de encontro e compartilhamento de ideias. O festival tem se tornado um grande laboratório de confabulação, em que diferentes gerações, grupos sociais e matrizes culturais se reúnem para debater as urgências do presente a partir dos principais lançamentos do mercado editorial independente. Em 2025, foram realizadas mais de 40 palestras e debates que abordaram desde literatura até edição, circulação, leitura, políticas públicas e profissionalização. O Butim Editorial - Primeiro Encontro Paulista de Trabalhadores do Livro, também reforçou esse aspecto, criando um espaço de formação e articulação dos trabalhadores do livro, com palestras de qualificação profissional realizadas em parceria com o programa Estadual CULT PRO SP, no prédio Oswald de Andrade, em São Paulo. Assim, a Flipei não é apenas uma festa, mas também um centro de formação e de fortalecimento do ecossistema do livro.Outro marco de 2025 foi a estreia da Zona Piratinhas, realizada em parceria com o coletivo Kindezi de Educação Antirracista, formado por mulheres indígenas, negras, artistas e educadoras que desenvolvem metodologias indigena e afrocentradas voltadas para as infâncias. O espaço foi concebido em três ambientes preparados com afeto, liberdade e escuta — o Convés da Imaginação, a Oficina dos Ventos Rebeldes e o Porto do Acolhimento —, recebendo centenas de crianças ao longo da programação. Oficinas, contações de histórias, vivências em música, dança e artes visuais transformaram a Flipei em um território onde brincar, criar e descansar também são práticas políticas. A Zona Piratinhas reafirmou que a democratização da leitura só se sustenta quando abraça também a formação de novos públicos, tornando a infância protagonista de um projeto cultural antirracista, decolonial e radicalmente inclusivo.A pertinência do projeto se confirma, ainda, em sua estratégia de descentralização. Em 2025, os Estaleiros Pirata chegaram a Ubatuba, Votorantim e Campinas, levando debates, oficinas e festas literárias para comunidades periféricas, quilombolas, juvenis e populares. Como afirma a organização no Jornal da Flipei 2025, essas ações descentralizadas representam "uma forma de devolver o livro à sua função de território comum, capaz de criar redes de cooperação e fortalecer laços em regiões historicamente afastadas do mercado editorial". Essa capilarização, que seguirá em 2026 com novas cidades, reafirma o compromisso da Flipei com os objetivos do PROAC/PNAB de descentralizar o acesso e universalizar os bens culturais.Outro ponto que confere relevância à Flipei é sua histórica vocação para a internacionalização. Desde 2018, o festival trouxe pensadores e escritores como Silvia Federici (Itália/EUA), Glenn Greenwald (EUA/Brasil), Veronica Gago (Argentina), Nasstaja Martins (França) e Mohammed Omer (Palestina). Em 2025, essa dimensão alcançou um novo patamar, com a presença de Silvia Cusicanqui (Bolívia), Louisa Yousfi (França/Argélia), Cynthia McLeod (Suriname), Ilan Pappé (Israel) e Judith Sánchez Ruíz (Cuba/Alemanha). Essa curadoria projetou a produção independente brasileira em diálogo direto com o Sul Global, conectando o público a reflexões sobre colonialismo, justiça social, feminismos e meio ambiente. A circulação desses autores ao lado de lideranças indígenas, quilombolas e de movimentos sociais do Brasil reafirmou a Flipei como espaço internacionalista e de vocação crítica.A Flipei 2025 também se destacou por contar, deste o início de sua produção, com uma equipe especializada em acessibilidade para pessoas com deficiência, que acompanhou toda a construção do projeto, tanto em sua programação quanto em sua estrutura, trazendo contribuições concretas de como planejar espaço, arquitetura, programação e comunicação condizente com este público e, na sua execução, estando presente constantemente como receptivo para este público durante todo o festival, e com ativações específicas de libras e audiodescrição em mesas, palestras, shows e atividades infantis, colocando-se como um projeto que trás a acessibilidade no cerne de sua construção como projeto.Finalmente, a Flipei diferencia-se de outros festivais literários latino-americanos por assumir plenamente sua dimensão festiva. A literatura não aparece isolada, mas integrada a shows, bailes e performances que mobilizam milhares de pessoas, inclusive aqueles que historicamente se mantinham distantes do universo do livro. Em 2025, artistas como Rincon Sapiência, Dead Fish, Claudia Manzo e o já icônico Baile da DJ Sophia transformaram o Sol Y Sombra em palco de celebração popular, enquanto a estreia de uma programação musical para as infâncias — com Fera Neném e DJ Orkidia — ampliou o compromisso com a formação de novos públicos. Como definiu a revista Jacobin (08/08/2025), "enquanto grandes festivais se tornam vitrines elitizadas e centralizadoras, a Flipei surge como uma alternativa insurgente e solidária, celebrando o comum, a diversidade e a circulação irrestrita do conhecimento". Essa dimensão festiva é o que torna a Flipei, nas palavras da própria imprensa, "a melhor festa literária da América Latina": um espaço onde o livro volta a ser ponte entre gerações, territórios e futuros possíveis.

Especificação técnica

Cada cidade recebe uma experiência completa, que articula pensamento crítico, formação cultural, bibliodiversidade e celebração popular. Ao mesmo tempo, permite que a FLIPEI dialogue com dinâmicas locais, respeitando as particularidades de cada território e conectando-as às redes mais amplas de circulação literária e cultural.Em sua primeira parada, o Estaleiro Pirata atraca na cidade de São Carlos, ocupando o Centro Municipal de Artes e Cultura "Thomaz Ceneviva" (CEMAC), em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo na pessoa do Secretário Leandro Severo. O CEMAC é um espaço público voltado à formação, promoção e difusão cultural, mantido pela Prefeitura Municipal. Atualmente, também abriga temporariamente a gestão da Secretaria de Cultura e Turismo. O local é a sede administrativa do Departamento de Artes e Cultura e oferece uma intensa programação artística gratuita voltada à população. Nele acontecem regularmente oficinas nas mais diversas linguagens artísticas, como teatro, dança, música, artes visuais e outras expressões culturais, além de eventos culturais abertos ao público, como apresentações, palestras, performances e exposições. O CEMAC conta com uma estrutura ampla e versátil, composta por: Um salão multiuso, utilizado para exposições, oficinas, palestras e ensaios; Três salas destinadas à diferentes atividades, sendo uma delas equipada para aulas de dança; Um palco com infraestrutura para espetáculos de teatro, dança, música e circo, com capacidade para até 200 pessoas na plateia. Neste espaço, o Estaleiro Pirata irá contar com uma feira independente de livros e artes acontecendo em paralelo à oficinas formativas e intervenções artísticas, literárias e poéticas, convocando os autores, editoras, livrarias e também o movimento artístico e cultural local a ocupar o espaço de forma coletiva.Seguindo o seu rumo, o navio pirata ainda navega em direção à UFSCAR - Universidade Federal de São Carlos, para o encerramento do dia com uma atividade conjunta do Centro Acadêmico de Letras Carolina Maria de Jesus (CAle) e o Centro Acadêmico José Albertino Rodrigues - Ciências Sociais (CAJAR), abrindo um canal de diálogo com o corpo discente da universidade e também um espaço de troca entre os estudantes e a Flipei enquanto representante informal do mercado editorial independente do estado de São Paulo e nacional. A proposta é pavimentar um caminho de diálogo e intercâmbio com a Universidade, ensejando articulação nos corpos docente e discente, gerando um solo fértil para propostas de ações de extensão e demais parcerias entre a UFSCAR e outros setores da cidade de São Carlos, senão com a própria Flipei e seus integrantes.Em sua segunda parada, o navio pirata atraca na cidade de Sorocaba para realizar o Estaleiro Pirata em parceria com o Tremoço Bar, um dos mais importantes e reconhecidos espaços culturais independentes da região. Localizado no centro da cidade, o Tremoço consolidou-se como um ponto de encontro de artistas, escritores, coletivos e público diverso, sendo palco de shows, saraus, feiras e atividades que afirmam a cultura como prática cotidiana e comunitária. Sua atuação vai além de um espaço de entretenimento: trata-se de um verdadeiro centro de convivência cultural, onde diferentes linguagens artísticas dialogam e se cruzam, fomentando a criação de redes e a circulação de ideias. Neste território vibrante, o Estaleiro Pirata Sorocaba seguirá o modelo que caracteriza a circulação, reunindo ao longo de um dia inteiro uma feira independente de livros e artes, oficinas formativas e intervenções literárias e poéticas, além de uma palestra que desbrava questões centrais da cultura e do mercado editorial. O encerramento acontece com uma festa literária no próprio Tremoço, reafirmando o lugar como espaço de celebração e encontro entre editoras, artistas, público e agentes culturais locais. Dessa forma, a FLIPEI reforça seu compromisso com a descentralização cultural, reconhecendo e fortalecendo a potência de espaços independentes que já atuam como motores da vida cultural de suas cidades.A terceira cidade a receber o Estaleiro Pirata será Mairiporã e a tripulação que nos recebe por lá é o Teatro Contadores de Mentira, um grupo que atua de forma ininterrupta há 30 anos, anteriormente na cidade de Suzano e agora em Mairiporã, trazendo em seu histórico uma intensa e diversa produção e programação cultural e cidadã. São mais de 700 apresentações artísticas, dezenas de rodas de conversa e palestras, livros escritos, centenas de oficinas, cursos e workshops culturais, ensaios, encontros educacionais e reuniões de cultura e cidadania. O grupo, atualmente através do espaço físico do teatro auto-intitulado como Ponto Latino-Americano de Cultura, promove a ideia de preservação de uma micro floresta ou ecossistema de relações e convicções que formam e garantem sustentabilidade a um grupo de pesquisa e ações culturais e artísticas, um fundamento que ressoa de forma íntima com o propósito de existência da Flipei. O espaço físico do Teatro, situado à beira do Rio Juqueri, é composto por uma estrutura de contêiners, com infra-estrutura própria de luz e som, e amplo espaço ao ar livre, possibilitando que atividades simultâneas aconteçam, como a feira de livros e oficinas formativas, além de intervenções artísticas e a palestra/debate que acontece na área interna do teatro. A programação se encerra com uma festa no mesmo local.Na última parada de sua circulação em 2026, o Estaleiro Pirata aporta na cidade de Carapicuíba, estabelecendo parceria com a Oca Escola Cultural, instituição que há 27 anos desenvolve ações de formação a partir da arte, da cultura da infância e da cultura brasileira. Criada em 1996 por um grupo de profissionais em busca de uma educação integral e enraizada, a Oca está localizada nas imediações da Aldeia Jesuítica de Carapicuíba, patrimônio histórico datado de 1580. Desde sua origem, pauta-se em um trabalho que vê o aluno de forma completa, integrando escola, família e comunidade, e reconhecendo a riqueza cultural de um território habitado majoritariamente por migrantes.Ao longo de sua trajetória, a Oca consolidou-se como um polo de referência cultural e educacional: já irradiou cidadania por meio de ações socioculturais, distribuiu mais de 12 mil cestas básicas durante a pandemia (beneficiando cerca de 5.400 crianças e adolescentes) e mantém índices escolares acima da média municipal. Combinando repertórios gestuais, plásticos, musicais e literários, garante às novas gerações o direito ao desenvolvimento integral e fortalece laços de identidade sociocultural e comunitária.É nesse espaço, vivo e plural, que o Estaleiro Pirata realiza sua programação característica: a feira independente de livros e artes, reunindo editoras, coletivos e artistas locais; as oficinas formativas, que estimulam práticas de leitura, escrita e publicação; a palestra/debate, conduzida por convidados que abrem horizontes críticos sobre cultura e mercado editorial; e a festa literária, momento de celebração e convivência em que música, literatura e comunidade se entrelaçam.Assim, Carapicuíba inscreve-se na rota pirata como território fértil de bibliodiversidade e mobilização cultural. Ao somar sua longa experiência à proposta do Estaleiro, a Oca Escola Cultural reforça sua vocação de irradiar educação e cultura como bens comuns, projetando suas práticas locais para as redes mais amplas de circulação literária e popular da FLIPEI.Esses encontros não são apenas preparatórios para a grande Festa Literária em São Paulo: eles funcionam como verdadeiros laboratórios de criação coletiva e de mobilização cultural em territórios muitas vezes afastados dos grandes circuitos, fortalecendo redes locais e articulando-as às lutas e práticas globais da FLIPEI. A cada cidade, o Estaleiro reafirma a convicção de que a literatura e a cultura não devem se concentrar apenas nos centros urbanos, mas circular como um bem comum em todo o estado.

Acessibilidade

A Flipei entende que democratização só é plena se acompanhada de acessibilidade. Em 2025, o festival implementou medidas que o consolidaram como referência no setor, incluindo a realização de 22 atividades com tradução em Libras, 7 com audiodescrição, além da adaptação de materiais gráficos e vídeos para leitores de tela e linguagem simples. Como reconhecimento, a Flipei passou a integrar o calendário oficial de atividades acessíveis da cidade de São Paulo.Para 2026, a meta é ampliar ainda mais esse alcance. Está prevista a expansão do número de atividades com Libras e audiodescrição, a implementação de legendagem em tempo real nas transmissões online e a produção de textos compatíveis com softwares de leitura de tela. Todos os espaços parceiros serão negociados para garantir condições mínimas de acessibilidade arquitetônica, com rotas acessíveis, banheiros adaptados, iluminação adequada e sinalização visível.Além das medidas físicas e comunicacionais, a Flipei aposta em uma política de acessibilidade atitudinal. A equipe de produção e atendimento ao público receberá treinamento em práticas de inclusão e combate ao capacitismo, e o festival continuará priorizando a contratação de profissionais com deficiência em diferentes funções. Intérpretes de Libras locais também serão incorporados nos Estaleiros descentralizados, conectando a acessibilidade às realidades territoriais.Um sistema de feedback contínuo será estruturado para avaliar e melhorar as práticas de acessibilidade em cada edição, permitindo que o público participe ativamente da construção de um festival cada vez mais inclusivo.Assim, o Plano de Democratização e Acessibilidade da Flipei 2026 reafirma e expande práticas reconhecidas pela imprensa especializada e pela sociedade civil, garantindo gratuidade(em 90% de suas atividades), inclusão, acessibilidade e descentralização territorial. Como lembrou a escritora argelina Louisa Yousfi, convidada internacional da edição de 2025, “há ressonâncias subterrâneas entre as histórias da Argélia e do Brasil” (Folha de S. Paulo, 08.ago.2025). É nesse encontro de histórias, lutas e vozes diversas que a Flipei se projeta como referência nacional em democratização cultural no campo literário independente.

Democratização do acesso

A Flipei nasceu com o compromisso de garantir acesso amplo e igualitário à cultura do livro, articulando descentralização territorial, inclusão social e inovação na economia criativa. Como afirmou a organização em entrevista à jornalista Jéssica Balbino, “capilarizar a Flipei é democratizar o acesso: significa estar presente não só no centro de São Paulo, mas também em cidades que historicamente foram invisibilizadas por grandes festivais” (Balbino, 2025). Essa perspectiva orienta o projeto de 2026, que prevê quatro Estaleiros Pirata em cidades fora da capital, atingindo a Grande São Paulo, o Litoral e o Interior — São Carlos, Sorocaba, Carapicuíba e Mairiporã —, reafirmando a descentralização como eixo estruturante do festival.Na edição de 2025, a democratização se concretizou de forma inédita: a Feira do Livro foi totalmente gratuita para o público e para as editoras expositoras — modelo destacado pela Folha de S. Paulo como uma “inovação rara no mercado editorial brasileiro” (Porto, 04.jul.2025). Esse formato permitiu reunir mais de 180 editoras independentes de todas as regiões do país, consolidando a Flipei como a maior feira de produtores independentes do Brasil. A representatividade regional foi ampla: 73,4% de São Paulo, 11,7% do Rio de Janeiro, além de Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Distrito Federal, Acre, Rondônia e Pará, garantindo que a Flipei fosse, de fato, um espaço de alcance nacional.Esse encontro fortaleceu a bibliodiversidade e gerou impacto econômico e social expressivo. Segundo levantamento com os expositores, a feira movimentou cerca de R$ 500 mil diretamente na economia do livro independente, com média de R$ 2.654,00 em vendas por participante (PublishNews, 13.ago.2025). Além do impacto financeiro, a feira reafirmou sua vocação plural: 59,9% das editoras expositoras se identificaram com algum grupo minorizado — sendo 36,5% mulheres, 23% LGBTQIAP+, 20,3% negras/os, 18% periféricas/os ou de baixa renda, 5% pessoas com deficiência, 3,6% indígenas e 0,5% quilombolas/PCTs. Esses números enfrentam desigualdades históricas e confirmam a vocação da Flipei em criar um espaço para vozes silenciadas no mercado cultural. A Agência de Notícias das Favelas destacou que a festa “ampliou a representatividade da literatura negra e africana para crianças e adultos, quebrando barreiras de invisibilidade e afirmando potências narrativas” (ANF, 12.ago.2025).As medidas de democratização também se expressam nas convocatórias públicas, sem cobrança de taxas, tanto para editoras quanto para artistas, coletivos e iniciativas locais. Essa prática garante transparência e oportunidade igualitária, além de enraizar o festival nos territórios em que atua. Em Campinas, por exemplo, o Estaleiro Pirata ocupou a Estação Cultura com debates, oficinas e apresentações de artistas locais e internacionais, como o jamaicano Ras Jammy, do coletivo Suns of Dub (THMais, 30.mai.2025). Em Votorantim, a Festa Delícia articulou literatura, samba e celebração popular, com o G1 destacando que o evento “levou a literatura para fora dos espaços tradicionais e a inseriu no coração da cultura popular” (G1, 01.jun.2025). Esses exemplos comprovam a potência da descentralização como medida de democratização cultural.Outro eixo central é o conjunto de ações formativas e educativas, entre as quais se destacam os Estaleiros Pirata, que combinam debates e festas literárias, e a Zona Piratinhas, espaço dedicado ao público infantil. Em 2025, a Zona inovou ao incluir uma programação musical para as infâncias, ampliando ainda mais a formação de novos públicos. Essas experiências se articulam ao programa de distribuição gratuita de livros, já iniciado em parceria com organizações da sociedade civil, e que em 2026 pretende expandir-se para escolas públicas e bibliotecas comunitárias.Por fim, a comunicação inclusiva integra o plano de democratização. Em 2026, serão realizadas campanhas de divulgação destacando a gratuidade e os canais de acesso, em parceria com coletivos culturais, movimentos sociais, mídias comunitárias e redes digitais, para ampliar o impacto do evento junto a públicos historicamente menos assistidos.

Ficha técnica

Direção Geral Cauê Ameni & Rafael LimongelliRafael Limongelli é tecnólogo em Artes Cênicas pelo INDAC (2005-2008), bacharel em Ciências Sociais pela PUCSP (2009-2013), mestre emEducação pela UNIFESP (2015-2017) e doutor em Educação pela UNICAMP (2019-2023).Cauê Seignemartin Ameni é editor e sócio fundador da Autonomia Literária e proponente deste projeto. Formado em Ciência Sociais na PUC-SP,teve um sebo-livraria dentro da Universidade durante 5 anos. Enquanto isso, trabalhava paralelamente na revista digital, e antigo ponto decultura e mídia livre, Outras Palavras.Direção de Produção Zé RenatoZé Renato Artista-produtor, Mestre em Comunicação e Semiótica (2007) e Graduado em Comunicação das Artes do Corpo (2004), ambos pela PUC-SP. Atua profissionalmente como produtor há mais de 20 anos. Em 2012 fundou a Cais Produção CulturalDireção de Programação Wander WilsonWander Wilson é Doutor em Ciê ncias Sociais (á rea de concentraç ã o em Antropologia) pela PUC-SP. Trabalha como acolhedor e redutor de danos noPrograma de Orientaç ã o e Atendimento ao Dependente (PROAD – UNIFESP), onde també m atua na formaç ã o de estagiá rios e ministrasemestralmente o curso livre Antropologia Histó rica das Drogas.Coordenação livraria Manoela BeloniManuela Beloni é editora e sócio-fundadora da Autonomia Literária. Formada em Ciência Sociais pela Pontifícia Universidade Católica, começou aatuar no mercado editorial ainda na universidade. De 2011 a 2014 foi proprietária e gerente da livraria Acervo Antropofágico, e em 2015 abre aAutonomia Literária.Coordenação audiovisual Filipe CamposFilipe Campos Borges, 36 anos, favelado, cria da Vila da Paz, contagem-MG. Atualmente reside em Paraty/RJ, formado em produção audiovisual. Realiza pós-graduação em Gestão de Territórios e Saberes - UFF.Coordenação comunicação Simone Paz e José ArthurSimone Paz é redatora e publicitária chileno-brasileira, apaixonada pelo Carnaval. Fez Ciências Econômicas na PUC-SP (2013-2017), mas écomunicadora desde 2015, tendo passagem como redatora e tradutora no Outras Palavras (2016-2021), produtora no Teatro Oficina (2018), socialmedia na FLIPEI (de 2020 até agora)José Arthur é bailarino, coreógrafo e copywriter. É diretor do grupo de dança contemporânea Rolê Tanz, de São Paulo, performer da companhiaCarolina Bianchi Y Cara de Cavalo (NL/SP) e educomunicador para Flipei, Festa Literária Pirata das Editoras Independentes, de Paraty-RJ.Coordenação de Bar Lucas PereiraLucas Pereira, é natural da Zona Leste de São Paulo e atua há anos como articulador e produtor cultural em eventos e programações de música,literatura e cinema. É fundador do Sol y Sombra, bar, casa de festas e espaço de cultura e integração latino-americana com duas unidades nobairro do Bixiga, em São Paulo.Coordenação técnica Jo RiosJo Rios é performer, diretore de fotografia e iluminadore, nascide no Rio de Janeiro. Sua pesquisa como artista é interdisciplinar e busca aconstrução de espaços instalativos e imersivos, através da experimentação com luz, espaço e corpo cênico.Coordenação Design Cibeli MenezesCibeli Menezes, paulistana radicada em Paraty há 9 anos, é formada em Design Digital e UX Design. Com quase dez anos de experiência em designe marketing, atuou em agências de web design e marketing em São Paulo.Coordenação de Espacialização Leo CeolinLeo Ceolin transita entre as artes visuais, a cenografia e o design. Criou El Ciclo, uma empresa que também funciona como um laboratóriodedicado à economia circular. Como artista investiga as relações entre matéria e memória, concentrando seus esforços no estudo dos impactosdo consumo dos recursos da Terra. Coordenador agentes locais Renato LúcioRenato Lúcio. Natural de Paraty-Rj. Casado com a Gizele Oliveira de Sousa e com uma filha de 5 anos chamada Maria Flor Oliveira da Silva. Viveu30 anos em SP, e voltou pra Paraty em 2018, fazendo um trabalho social no esporte do bairro, ajudando assim, moradores com dificuldadefinanceira e problemas e saúde..Captação Recursos Mayara CabeleiraBacharel e mestre em Ciências Sociais pela PUC-SP com experiência em filantropia estratégica e investimento social privado, desenvolvendorelacionamento entre empresas e projetos sociais por meio de programas de voluntariado, campanhas de doação e de destinação de IRPF via Leisde Incentivo.Programadora Editorial Maria BorinMaria Borin é formada em Ciências Sociais, com especialização em Sociologia do Lazer pela PUC-SP e MBA na área editorial pelo InstitutoSingularidades. Atua no mundo dos livros desde 2004 com passagens pela Livraria Cultura, Editora CosacNaify, Grupo GEN, Editora Perspectiva,Panaceia Clube de Livros e Livraria Online Dois Pontos.Produtores de Campo Zayn Zamba, Babi Grace e Pri AzevedoPriscila Azevedo é caiçara de Paraty, mulher, mãe e preta. Já atuou em diversas instituições culturais do território de Paraty e atualmentetrabalha no Fórum de Comunidades Tradicionais / Fiocruz - OTSS – Observatório de territórios sustentáveis e saudáveis da BocainaBabi Grace é agitadora cultural e produtora. Moradora de Paraty desde 2016, atua na cena cultural da cidade, tendo produzido exposições, feirascriativas, festivais e festas. Atualmente faz parte da produção da FLIPEI, da festa GROOVA.me e do espaço Goiá Paraty!Zayn Zamba é multi-instrumentista, produtor, DJ e professor de música, Zayin Zamba é natural do Vale do Paraíba, interior de São Paulo.Interessado em manifestações populares e periféricas de música brasileira e afro-diaspórica, busca construir perspectivas e relações contracolônias dentro dos espaços artísticos e de vivência que ocupa.Assistente livraria Mika Souza e Yala AraujoMika Souza, moradora da zona sul de São Paulo, estudante de letras e livreira há 8 anos. Atualmente trabalha na editora Autonomia literária,livraria Rizoma e participa da organização da livraria da Flipei (Festa literária pirata das editoras independentes).Yala Araújo é livreira, há 10 anos vem acumulando experiências no mercado dos livros, se envolvendo com a curadoria nas áreas de poesia, ficçãoe não ficção. Passando pelos temas de gênero, sexualidade, mas mais voltado para os escritos de autorias trans e travestis publicadas poreditoras grandes, menores e de auto publicações independentes.Zona Piratinhas Coletivo KindeziColetivo Kindezi realiza Afro-educação na Infância é um projeto localizado em Paraty e afro-afetivo de encontro, encanto e acolhimento paracrianças, com foco na difusão da cultura negra brasileira e africana.Assistente comunicação Maruscka GrassanoMaruscka Grassano é graduada em Jornalismo; pós-graduada em MBA em Marketing e Negócios pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Atuacomo Estrategista de Marketing e Conteúdo e junto a profissionais autônomos, empresas e projetos em geral.Design redes digital Felipe FogaçaFelipe Fogaça, formado em Design Gráfico e Comunicação Visual na Universidade Paulista de Sorocaba/SP. Com mais de 10 anos de experiência nomercado do Design Gráfico, já atuou em diversas agências voltadas para o digital, desde 2019 atua no segmento de Design político tendocolaborado para diversas projetosIdentidade Visual Rodrigo CorrêaRodrigo Corrêa é historiador de formação, designer e editor de profissão. Fundador da sobinfluencia edições e do projeto dedicado a investigar asrelações entre música e política, Balanço e Fúria. Desde 2019 trabalha desenvolvendo projetos gráficos para editoras.Cenotécnico Guto SalomãoGustavo Salomão, 37 anos, formado em Arquiteto e Urbanista pela Belas Artes de SP, pós graduado em Restauração de Arquitetura pelo CTTA,Marceneiro desde os 7 anos, além de Serralheiro, Designer e Cenógrafo. Atua na área de Arquitetura e designer desde 2007.Assessoria jurídica Alex Peguinelli TrevizoAlex Peguinelli Trevizo é sócio-fundador e editor na sobinfluencia edições. Formado em Letras-UNESP, com licenciatura em Língua e LiteraturaPortuguesa e Língua e Literatura Alemã. Graduou-se em Direito, na UNIMEP.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-12-31
Locais de realização (5)
Carapicuíba São PauloMairiporã São PauloSorocaba São PauloSão Carlos São PauloSão Paulo São Paulo