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O Bacana Festival é um festival multicultural de música, arte e formação, com foco na diversidade, representatividade e valorização da cena independente amazônida. A proposta contempla 24 apresentações musicais, com seis artistas por cidade, incluindo uma atração de projeção nacional em cada localidade. O circuito será realizado em quatro municípios do sudeste do Pará — Parauapebas, Canaã dos Carajás, Curionópolis (Serra Pelada) e Marabá — e contará com feiras de gastronomia, feiras de artesanato e quatro oficinas artísticas. Com curadoria voltada à valorização de pessoas pretas, LGBTQIAPN+ e mulheres, o projeto propõe uma experiência cultural acessível e gratuita, integrando música, economia criativa e formação artística no segundo semestre de 2026.
O Bacana Festival 2026 é um circuito multicultural itinerante que reúne música, arte, gastronomia e formação cultural em quatro cidades do sudeste do Pará — Parauapebas, Marabá, Canaã dos Carajás e Curionópolis (Serra Pelada). O projeto contempla 24 apresentações musicais (classificação indicativa: livre), com artistas locais, regionais e uma atração nacional em cada cidade, promovendo a diversidade e a representatividade amazônica. Serão realizadas quatro oficinas artístico-culturais (classificação: 14 anos), voltadas à formação e profissionalização de jovens e artistas locais, além de rodas de conversa com produtores e criadores da região. As feiras de gastronomia e artesanato (classificação: livre) ocorrerão paralelamente aos shows, fortalecendo a economia criativa e valorizando a produção local. O festival contará também com registro audiovisual e produção de um documentário (classificação: livre), que documentará todas as etapas e vivências do projeto, bem como com uma campanha de comunicação acessível e inclusiva. O Bacana Festival propõe uma experiência cultural ampla e gratuita, reforçando a circulação artística e o protagonismo amazônico por meio de arte, formação e celebração coletiva.
Objetivo geral: Promover um circuito cultural gratuito e itinerante de valorização da diversidade, da arte independente e da cena amazônica, por meio da realização da 4ª edição do Bacana Festival em quatro cidades do sudeste do Pará, integrando música, formação artística e economia criativa para ampliar o acesso à cultura e fortalecer a representatividade de artistas pretos, LGBTQIAPN+ e mulheres. Objetivos específicos: Realizar 5 apresentações musicais com artistas paraenses e uma atração nacional por cidade participante;Executar 1 oficina artística-cultural gratuita, voltada à formação e profissionalização de jovens e trabalhadores da cultura por cidade;Organizar 2 feiras por cidade, sendo 1 de gastronomia e 1 de artesanato, incentivando o empreendedorismo local e a geração de renda;Viabilizar a circulação do festival em 4 municípios do sudeste do Pará — Parauapebas, Marabá, Canaã dos Carajás e Curionópolis (Serra Pelada);Garantir o acesso gratuito e inclusivo ao público, estimando um alcance de 5 a 6 mil pessoas ao longo do circuito;Realizar 1 roda de conversa por cidade com artistas, produtores, minorias representadas pela proposta do festival e público interessado em participar.
O Bacana Festival - 4ª Edição propõe a realização de um circuito cultural itinerante que percorre quatro municípios do sudeste do Pará — Parauapebas, Marabá, Canaã dos Carajás e Curionópolis (Serra Pelada) — reunindo música, artes visuais, gastronomia, artesanato e formação artística. A proposta busca atender à necessidade de democratizar o acesso à cultura e valorizar a diversidade artística amazônida, fortalecendo artistas independentes, públicos periféricos e segmentos historicamente sub-representados no território de Carajás, no Pará.A região sudeste do Pará, embora marcada por intensa produção simbólica e expressiva diversidade social, ainda enfrenta escassez de políticas e equipamentos culturais estruturados, o que limita a difusão e a circulação de artistas locais. Nesse contexto, o Bacana Festival se consolida como uma plataforma de circulação, formação e fortalecimento da economia criativa, articulando expressões culturais contemporâneas à identidade amazônica.O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei nº 8.313/91 é essencial para a viabilização desta proposta, uma vez que o projeto contempla múltiplas etapas de produção, infraestrutura, acessibilidade e formação, exigindo investimento que não pode ser absorvido integralmente por receitas diretas ou por patrocínio direto junto à iniciativa privada. O incentivo fiscal permite garantir acesso gratuito, inclusão e descentralização das ações culturais, pilares centrais da política pública de cultura.O projeto se enquadra nos incisos I, II e V do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, ao:I _ contribuir para o apoio e valorização das manifestações culturais brasileiras;II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;V _ propiciar meios para a ampliação do acesso da população à cultura e ao aprimoramento de seus meios de difusão.E atende diretamente aos objetivos do Art. 3º da referida norma, ao:Incentivar a formação e o aperfeiçoamento de profissionais da cultura por meio das oficinas e ações formativas;Estimular o desenvolvimento da cultura regional amazônica e a diversidade das expressões culturais do Brasil;Promover o acesso democrático aos bens culturais e fortalecer a cidadania cultural em regiões fora dos grandes centros;Fomentar a economia criativa e a circulação de obras e artistas da região Norte.Assim, a 4ª edição do Bacana Festival apresenta-se como um projeto plenamente aderente aos princípios e objetivos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, contribuindo para a descentralização, inclusão e fortalecimento da identidade amazônica no cenário cultural brasileiro.
Esta proposta está competindo nacionalmente da seleção pública de Projetos Culturais da CHAMADA INSTITUTO CULTURAL VALE 2025.Após notificação recebida oficialmente por e-mail, é oportuno salientar que o Bacana Festival está pré-selecionado.
1. Produto Principal – Bacana FestivalDuração: 4 semanas (setembro de 2026), uma cidade por semana.Tamanho físico: Estrutura de palco variável entre 5x5m (versão compacta) e 10x8m (versão completa), com área de montagem total de 1.500m² a 3.000m², conforme o espaço disponível em cada cidade.Material: Palco modular metálico, sistema de som de 10.000W a 20.000W RMS, iluminação cênica em LED, painéis de luz e efeitos, geradores de 50 a 100 KVA, banheiros químicos adaptados, camarins, sinalização visual e áreas de convivência.Acessibilidade: Rampas, piso nivelado, banheiros adaptados, área reservada para cadeirantes e intérprete de Libras nos shows principais.Equipe técnica: Produção executiva, curadoria, operadores de som e luz, intérpretes, equipe de limpeza, seguranças e brigadistas.Classificação indicativa: Livre.Finalidade: Realização de festival multicultural itinerante gratuito, valorizando a arte amazônica, a diversidade e a economia criativa regional. 2. Apresentações MusicaisQuantidade: 24 apresentações (6 por cidade).Duração: 60 minutos por show.Tamanho físico: Palco entre 5x5m (compacto) e 10x8m (grande), com sonorização proporcional (6.000W a 20.000W).Material: Estrutura metálica, cobertura modular, monitores, microfones, painéis de LED (opcional), iluminação ajustável e geradores.Acessibilidade: Libras, sinalização tátil e espaço reservado para PCDs.Classificação indicativa: Livre.Finalidade: Promover a circulação e valorização da música autoral e independente amazônica. 3. Oficinas Artístico-CulturaisQuantidade: 4 oficinas (1 por cidade).Duração: 4 horas/aula.Tamanho físico: Espaço adaptável de 40m² a 80m², com capacidade para até 25 participantes.Material: Projetor multimídia, apostila impressa (10 páginas), folhas A4, canetas, quadro branco, mesas e cadeiras.Projeto Pedagógico:Objetivo: Capacitar jovens e artistas em produção cultural, audiovisual e empreendedorismo criativo.Metodologia: Aulas teórico-práticas, dinâmicas em grupo e atividades de criação.Avaliação: Participação, prática final e feedback coletivo.Certificação: Certificados emitidos pela coordenação do festival.Acessibilidade: Interpretação em Libras e material digital em fonte ampliada.Classificação indicativa: 14 anos. 4. Feiras de Gastronomia e ArtesanatoQuantidade: 4 feiras (1 por cidade).Duração: 4 dias por cidade.Tamanho físico: Área total entre 300m² (reduzida) e 500m² (completa), com 10 a 20 estandes (3x3m cada).Material: Estruturas metálicas, lonas, mesas, iluminação individual, tomadas elétricas e sinalização visual.Acessibilidade: Corredores largos, piso regular.Classificação indicativa: Livre.Finalidade: Valorizar a economia criativa local e gerar renda para empreendedores regionais. 5. Rodas de Conversa e Encontros FormativosQuantidade: 4 rodas (1 por cidade).Duração: 90 minutos cada.Tamanho físico: Espaço entre 60m² e 100m², com cadeiras, sonorização leve e projeção multimídia.Material: Microfones sem fio, projetor, sistema de som ambiente, gravação audiovisual.Projeto Pedagógico:Objetivo: Estimular o debate sobre diversidade, sustentabilidade e cultura amazônica.Metodologia: Conversas abertas com mediação participativa e interação com o público.Resultados esperados: Formação de redes culturais e ampliação do pensamento crítico.Acessibilidade: Libras e legendagem no registro audiovisual.Classificação indicativa: 14 anos. 6. Registro Audiovisual e Portfólio DigitalDuração: 2 meses (durante e após o festival).Formato:Documentário de 10 a 15 minutos (resolução 4K, MP4).Portfólio fotográfico digital de 20 páginas (PDF, formato A4).Material: Câmeras mirrorless, drones, microfones de lapela e boom, tripés, computadores com softwares de edição (Adobe Premiere e Lightroom).Acessibilidade: Legendas, Libras e audiodescrição.Classificação indicativa: Livre.Finalidade: Registrar as edições do festival e ampliar o acesso digital ao conteúdo cultural. 7. Campanha de Comunicação e Identidade VisualDuração: 4 meses (junho a setembro de 2026).Tamanho: 40 postagens digitais, 4 vídeos (1 minuto), 12 releases, 200 cartazes e 20 faixas.Material: Artes digitais, vídeos, fotografias, banners, materiais impressos e mídia sonora.Plataformas: Instagram, TikTok, rádios comunitárias e blogs locais.Acessibilidade: Postagens com texto alternativo e vídeos legendados.Classificação indicativa: Livre.Finalidade: Engajar o público, divulgar o festival e fortalecer sua imagem institucional. 8. Relatórios Técnicos, Artísticos e FinanceirosDuração: 1 mês (outubro de 2026).Paginação: Aproximadamente 20 páginas (relatório principal) + anexos e registros fotográficos.Tamanho do arquivo: 5 a 10 MB (PDF digital).Material: Textos, tabelas, planilhas e imagens, editados em software de edição e planilhas.Classificação indicativa: Livre.Finalidade: Consolidar resultados e garantir transparência na prestação de contas.
Acessibilidade Física: O Bacana Festival 2026 garantirá plena acessibilidade física em todas as cidades participantes, assegurando a inclusão de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Os espaços de realização contarão com rampas de acesso, banheiros adaptados, pisos nivelados, circulação sinalizada, e áreas reservadas próximas ao palco para cadeirantes. Haverá também apoio de equipe treinada para orientação e acompanhamento do público durante o evento. As feiras de gastronomia e artesanato serão organizadas com corredores amplos e sinalização visual de fácil leitura, respeitando os parâmetros de acessibilidade e conforto.Acessibilidade de Conteúdo: Para garantir o acesso equitativo às atividades culturais, o projeto adotará medidas de acessibilidade comunicacional, incluindo intérpretes de Libras em todas as apresentações, oficinas e na roda de conversa, legendas descritivas nos vídeos de divulgação e audiodescrição nos registros audiovisuais do evento. As peças gráficas e digitais utilizarão linguagem simples e inclusiva, com contraste adequado de cores e fonte legível. Nas redes sociais, os posts incluirão descrição alternativa de imagens (texto alternativo para leitores de tela). O objetivo é assegurar que pessoas com deficiência auditiva, visual e cognitiva tenham acesso integral ao conteúdo e à experiência artística proposta.
O Bacana Festival 2026 assegura acesso totalmente gratuito a todas as suas atividades, incluindo apresentações musicais, feiras de gastronomia e artesanato, oficinas e rodas de conversa. Não haverá cobrança de ingressos nem reserva comercial de espaços, garantindo a livre circulação do público e o caráter democrático da proposta. A distribuição de acesso será feita por ordem de chegada, com prioridade de entrada para pessoas com deficiência, idosos e gestantes.Para ampliar o alcance e a participação social, o projeto realizará ensaios abertos ao público, especialmente para estudantes e participantes das oficinas, possibilitando o contato direto com os artistas e os bastidores do festival. As oficinas artístico-culturais também funcionarão como instrumentos de democratização, ao oferecer formação gratuita a jovens e trabalhadores da cultura em cada cidade participante.Além das ações presenciais, o projeto contará com transmissão parcial das apresentações e cobertura digital nas redes sociais oficiais, com vídeos, reels, entrevistas e registros audiovisuais acessíveis (com Libras e legendas). Todo o material produzido será disponibilizado gratuitamente no ambiente virtual do festival, ampliando o alcance das atividades e promovendo o acesso remoto de públicos de outras regiões.Essas medidas garantem que o Bacana Festival 2026 atinja não apenas o público presencial das quatro cidades participantes — Parauapebas, Marabá, Canaã dos Carajás e Curionópolis (Serra Pelada) —, mas também comunidades amazônicas e espectadores de todo o país, reforçando o compromisso com a inclusão, descentralização e democratização do acesso à cultura.
A instituição proponente será responsável pela gestão administrativa, financeira e operacional do Bacana Festival 2026, incluindo a coordenação geral do projeto, a contratação de equipes, fornecedores e artistas, bem como a articulação institucional com órgãos públicos, parceiros culturais e patrocinadores. Também caberá ao proponente o gerenciamento da prestação de contas junto ao Ministério da Cultura, garantindo a execução do projeto conforme as normas da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91).O dirigente e os representantes da instituição atuarão diretamente na supervisão das etapas de pré-produção, execução e pós-produção, acompanhando o planejamento técnico, o cumprimento dos prazos e a entrega dos produtos culturais, com dedicação integral durante o período de realização do projeto.Principais ParticipantesJosé Eduardo – Direção Geral e Produção Executiva Produtor cultural desde 2021, com experiência em gestão de eventos e logística artística. Coidealizador e produtor do Bacana Festival 2022, 2023 e 2025 e produtor executivo do Flash Festival 2023, produzindo também o Festival Na Pele e o Festival Toca Carajás, atuou na coordenação de espaços culturais e na recepção de artistas em eventos de médio porte no Pará. Dedica-se à valorização da cena artística independente e à promoção da diversidade cultural na Amazônia.Nayara Castro Silva – Direção de Produção e Coordenação Geral Empreendedora e produtora cultural de Parauapebas (PA), fundadora do Laje Bistrô, iniciativa que integra gastronomia e arte local. Atuou na coordenação do Bacana Festival 2023 e em produções como o Festival Psica e o Buffalo’s Gourmet. Possui formação em marketing digital, empreendedorismo e gestão cultural pelos programas Movimenta Cultura e Movimenta Pará. Atua na articulação territorial e na gestão de equipes e fornecedores.Lucas de Miranda – Direção de Criação e Comunicação Fotógrafo, cineasta e produtor cultural, com experiência em criação de identidade visual, curadoria artística e direção audiovisual. Responsável pela redação do Bacana Festival 2026, atua também na coordenação da comunicação e produção audiovisual do projeto. Desenvolve projetos independentes voltados à valorização da cultura amazônica contemporânea, ao registro documental e à formação artística de jovens.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.