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PRONAC 2510473Autorizada a captação total dos recursosMecenato

BACANA FESTIVAL - 4ª Edição

BARBACANA COM. DE BEBIDAS LTDA
Solicitado
R$ 852,2 mil
Aprovado
R$ 852,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PA
Município
Parauapebas
Início
2026-03-02
Término
2026-12-31
Locais de realização (4)
Canaã dos Carajás ParáCurionópolis ParáMarabá ParáParauapebas Pará

Resumo

O Bacana Festival é um festival multicultural de música, arte e formação, com foco na diversidade, representatividade e valorização da cena independente amazônida. A proposta contempla 24 apresentações musicais, com seis artistas por cidade, incluindo uma atração de projeção nacional em cada localidade. O circuito será realizado em quatro municípios do sudeste do Pará — Parauapebas, Canaã dos Carajás, Curionópolis (Serra Pelada) e Marabá — e contará com feiras de gastronomia, feiras de artesanato e quatro oficinas artísticas. Com curadoria voltada à valorização de pessoas pretas, LGBTQIAPN+ e mulheres, o projeto propõe uma experiência cultural acessível e gratuita, integrando música, economia criativa e formação artística no segundo semestre de 2026.

Sinopse

O Bacana Festival 2026 é um circuito multicultural itinerante que reúne música, arte, gastronomia e formação cultural em quatro cidades do sudeste do Pará — Parauapebas, Marabá, Canaã dos Carajás e Curionópolis (Serra Pelada). O projeto contempla 24 apresentações musicais (classificação indicativa: livre), com artistas locais, regionais e uma atração nacional em cada cidade, promovendo a diversidade e a representatividade amazônica. Serão realizadas quatro oficinas artístico-culturais (classificação: 14 anos), voltadas à formação e profissionalização de jovens e artistas locais, além de rodas de conversa com produtores e criadores da região. As feiras de gastronomia e artesanato (classificação: livre) ocorrerão paralelamente aos shows, fortalecendo a economia criativa e valorizando a produção local. O festival contará também com registro audiovisual e produção de um documentário (classificação: livre), que documentará todas as etapas e vivências do projeto, bem como com uma campanha de comunicação acessível e inclusiva. O Bacana Festival propõe uma experiência cultural ampla e gratuita, reforçando a circulação artística e o protagonismo amazônico por meio de arte, formação e celebração coletiva.

Objetivos

Objetivo geral: Promover um circuito cultural gratuito e itinerante de valorização da diversidade, da arte independente e da cena amazônica, por meio da realização da 4ª edição do Bacana Festival em quatro cidades do sudeste do Pará, integrando música, formação artística e economia criativa para ampliar o acesso à cultura e fortalecer a representatividade de artistas pretos, LGBTQIAPN+ e mulheres. Objetivos específicos: Realizar 5 apresentações musicais com artistas paraenses e uma atração nacional por cidade participante;Executar 1 oficina artística-cultural gratuita, voltada à formação e profissionalização de jovens e trabalhadores da cultura por cidade;Organizar 2 feiras por cidade, sendo 1 de gastronomia e 1 de artesanato, incentivando o empreendedorismo local e a geração de renda;Viabilizar a circulação do festival em 4 municípios do sudeste do Pará — Parauapebas, Marabá, Canaã dos Carajás e Curionópolis (Serra Pelada);Garantir o acesso gratuito e inclusivo ao público, estimando um alcance de 5 a 6 mil pessoas ao longo do circuito;Realizar 1 roda de conversa por cidade com artistas, produtores, minorias representadas pela proposta do festival e público interessado em participar.

Justificativa

O Bacana Festival - 4ª Edição propõe a realização de um circuito cultural itinerante que percorre quatro municípios do sudeste do Pará — Parauapebas, Marabá, Canaã dos Carajás e Curionópolis (Serra Pelada) — reunindo música, artes visuais, gastronomia, artesanato e formação artística. A proposta busca atender à necessidade de democratizar o acesso à cultura e valorizar a diversidade artística amazônida, fortalecendo artistas independentes, públicos periféricos e segmentos historicamente sub-representados no território de Carajás, no Pará.A região sudeste do Pará, embora marcada por intensa produção simbólica e expressiva diversidade social, ainda enfrenta escassez de políticas e equipamentos culturais estruturados, o que limita a difusão e a circulação de artistas locais. Nesse contexto, o Bacana Festival se consolida como uma plataforma de circulação, formação e fortalecimento da economia criativa, articulando expressões culturais contemporâneas à identidade amazônica.O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei nº 8.313/91 é essencial para a viabilização desta proposta, uma vez que o projeto contempla múltiplas etapas de produção, infraestrutura, acessibilidade e formação, exigindo investimento que não pode ser absorvido integralmente por receitas diretas ou por patrocínio direto junto à iniciativa privada. O incentivo fiscal permite garantir acesso gratuito, inclusão e descentralização das ações culturais, pilares centrais da política pública de cultura.O projeto se enquadra nos incisos I, II e V do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, ao:I _ contribuir para o apoio e valorização das manifestações culturais brasileiras;II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;V _ propiciar meios para a ampliação do acesso da população à cultura e ao aprimoramento de seus meios de difusão.E atende diretamente aos objetivos do Art. 3º da referida norma, ao:Incentivar a formação e o aperfeiçoamento de profissionais da cultura por meio das oficinas e ações formativas;Estimular o desenvolvimento da cultura regional amazônica e a diversidade das expressões culturais do Brasil;Promover o acesso democrático aos bens culturais e fortalecer a cidadania cultural em regiões fora dos grandes centros;Fomentar a economia criativa e a circulação de obras e artistas da região Norte.Assim, a 4ª edição do Bacana Festival apresenta-se como um projeto plenamente aderente aos princípios e objetivos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, contribuindo para a descentralização, inclusão e fortalecimento da identidade amazônica no cenário cultural brasileiro.

Estratégia de execução

Esta proposta está competindo nacionalmente da seleção pública de Projetos Culturais da CHAMADA INSTITUTO CULTURAL VALE 2025.Após notificação recebida oficialmente por e-mail, é oportuno salientar que o Bacana Festival está pré-selecionado.

Especificação técnica

1. Produto Principal – Bacana FestivalDuração: 4 semanas (setembro de 2026), uma cidade por semana.Tamanho físico: Estrutura de palco variável entre 5x5m (versão compacta) e 10x8m (versão completa), com área de montagem total de 1.500m² a 3.000m², conforme o espaço disponível em cada cidade.Material: Palco modular metálico, sistema de som de 10.000W a 20.000W RMS, iluminação cênica em LED, painéis de luz e efeitos, geradores de 50 a 100 KVA, banheiros químicos adaptados, camarins, sinalização visual e áreas de convivência.Acessibilidade: Rampas, piso nivelado, banheiros adaptados, área reservada para cadeirantes e intérprete de Libras nos shows principais.Equipe técnica: Produção executiva, curadoria, operadores de som e luz, intérpretes, equipe de limpeza, seguranças e brigadistas.Classificação indicativa: Livre.Finalidade: Realização de festival multicultural itinerante gratuito, valorizando a arte amazônica, a diversidade e a economia criativa regional. 2. Apresentações MusicaisQuantidade: 24 apresentações (6 por cidade).Duração: 60 minutos por show.Tamanho físico: Palco entre 5x5m (compacto) e 10x8m (grande), com sonorização proporcional (6.000W a 20.000W).Material: Estrutura metálica, cobertura modular, monitores, microfones, painéis de LED (opcional), iluminação ajustável e geradores.Acessibilidade: Libras, sinalização tátil e espaço reservado para PCDs.Classificação indicativa: Livre.Finalidade: Promover a circulação e valorização da música autoral e independente amazônica. 3. Oficinas Artístico-CulturaisQuantidade: 4 oficinas (1 por cidade).Duração: 4 horas/aula.Tamanho físico: Espaço adaptável de 40m² a 80m², com capacidade para até 25 participantes.Material: Projetor multimídia, apostila impressa (10 páginas), folhas A4, canetas, quadro branco, mesas e cadeiras.Projeto Pedagógico:Objetivo: Capacitar jovens e artistas em produção cultural, audiovisual e empreendedorismo criativo.Metodologia: Aulas teórico-práticas, dinâmicas em grupo e atividades de criação.Avaliação: Participação, prática final e feedback coletivo.Certificação: Certificados emitidos pela coordenação do festival.Acessibilidade: Interpretação em Libras e material digital em fonte ampliada.Classificação indicativa: 14 anos. 4. Feiras de Gastronomia e ArtesanatoQuantidade: 4 feiras (1 por cidade).Duração: 4 dias por cidade.Tamanho físico: Área total entre 300m² (reduzida) e 500m² (completa), com 10 a 20 estandes (3x3m cada).Material: Estruturas metálicas, lonas, mesas, iluminação individual, tomadas elétricas e sinalização visual.Acessibilidade: Corredores largos, piso regular.Classificação indicativa: Livre.Finalidade: Valorizar a economia criativa local e gerar renda para empreendedores regionais. 5. Rodas de Conversa e Encontros FormativosQuantidade: 4 rodas (1 por cidade).Duração: 90 minutos cada.Tamanho físico: Espaço entre 60m² e 100m², com cadeiras, sonorização leve e projeção multimídia.Material: Microfones sem fio, projetor, sistema de som ambiente, gravação audiovisual.Projeto Pedagógico:Objetivo: Estimular o debate sobre diversidade, sustentabilidade e cultura amazônica.Metodologia: Conversas abertas com mediação participativa e interação com o público.Resultados esperados: Formação de redes culturais e ampliação do pensamento crítico.Acessibilidade: Libras e legendagem no registro audiovisual.Classificação indicativa: 14 anos. 6. Registro Audiovisual e Portfólio DigitalDuração: 2 meses (durante e após o festival).Formato:Documentário de 10 a 15 minutos (resolução 4K, MP4).Portfólio fotográfico digital de 20 páginas (PDF, formato A4).Material: Câmeras mirrorless, drones, microfones de lapela e boom, tripés, computadores com softwares de edição (Adobe Premiere e Lightroom).Acessibilidade: Legendas, Libras e audiodescrição.Classificação indicativa: Livre.Finalidade: Registrar as edições do festival e ampliar o acesso digital ao conteúdo cultural. 7. Campanha de Comunicação e Identidade VisualDuração: 4 meses (junho a setembro de 2026).Tamanho: 40 postagens digitais, 4 vídeos (1 minuto), 12 releases, 200 cartazes e 20 faixas.Material: Artes digitais, vídeos, fotografias, banners, materiais impressos e mídia sonora.Plataformas: Instagram, TikTok, rádios comunitárias e blogs locais.Acessibilidade: Postagens com texto alternativo e vídeos legendados.Classificação indicativa: Livre.Finalidade: Engajar o público, divulgar o festival e fortalecer sua imagem institucional. 8. Relatórios Técnicos, Artísticos e FinanceirosDuração: 1 mês (outubro de 2026).Paginação: Aproximadamente 20 páginas (relatório principal) + anexos e registros fotográficos.Tamanho do arquivo: 5 a 10 MB (PDF digital).Material: Textos, tabelas, planilhas e imagens, editados em software de edição e planilhas.Classificação indicativa: Livre.Finalidade: Consolidar resultados e garantir transparência na prestação de contas.

Acessibilidade

Acessibilidade Física: O Bacana Festival 2026 garantirá plena acessibilidade física em todas as cidades participantes, assegurando a inclusão de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Os espaços de realização contarão com rampas de acesso, banheiros adaptados, pisos nivelados, circulação sinalizada, e áreas reservadas próximas ao palco para cadeirantes. Haverá também apoio de equipe treinada para orientação e acompanhamento do público durante o evento. As feiras de gastronomia e artesanato serão organizadas com corredores amplos e sinalização visual de fácil leitura, respeitando os parâmetros de acessibilidade e conforto.Acessibilidade de Conteúdo: Para garantir o acesso equitativo às atividades culturais, o projeto adotará medidas de acessibilidade comunicacional, incluindo intérpretes de Libras em todas as apresentações, oficinas e na roda de conversa, legendas descritivas nos vídeos de divulgação e audiodescrição nos registros audiovisuais do evento. As peças gráficas e digitais utilizarão linguagem simples e inclusiva, com contraste adequado de cores e fonte legível. Nas redes sociais, os posts incluirão descrição alternativa de imagens (texto alternativo para leitores de tela). O objetivo é assegurar que pessoas com deficiência auditiva, visual e cognitiva tenham acesso integral ao conteúdo e à experiência artística proposta.

Democratização do acesso

O Bacana Festival 2026 assegura acesso totalmente gratuito a todas as suas atividades, incluindo apresentações musicais, feiras de gastronomia e artesanato, oficinas e rodas de conversa. Não haverá cobrança de ingressos nem reserva comercial de espaços, garantindo a livre circulação do público e o caráter democrático da proposta. A distribuição de acesso será feita por ordem de chegada, com prioridade de entrada para pessoas com deficiência, idosos e gestantes.Para ampliar o alcance e a participação social, o projeto realizará ensaios abertos ao público, especialmente para estudantes e participantes das oficinas, possibilitando o contato direto com os artistas e os bastidores do festival. As oficinas artístico-culturais também funcionarão como instrumentos de democratização, ao oferecer formação gratuita a jovens e trabalhadores da cultura em cada cidade participante.Além das ações presenciais, o projeto contará com transmissão parcial das apresentações e cobertura digital nas redes sociais oficiais, com vídeos, reels, entrevistas e registros audiovisuais acessíveis (com Libras e legendas). Todo o material produzido será disponibilizado gratuitamente no ambiente virtual do festival, ampliando o alcance das atividades e promovendo o acesso remoto de públicos de outras regiões.Essas medidas garantem que o Bacana Festival 2026 atinja não apenas o público presencial das quatro cidades participantes — Parauapebas, Marabá, Canaã dos Carajás e Curionópolis (Serra Pelada) —, mas também comunidades amazônicas e espectadores de todo o país, reforçando o compromisso com a inclusão, descentralização e democratização do acesso à cultura.

Ficha técnica

A instituição proponente será responsável pela gestão administrativa, financeira e operacional do Bacana Festival 2026, incluindo a coordenação geral do projeto, a contratação de equipes, fornecedores e artistas, bem como a articulação institucional com órgãos públicos, parceiros culturais e patrocinadores. Também caberá ao proponente o gerenciamento da prestação de contas junto ao Ministério da Cultura, garantindo a execução do projeto conforme as normas da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91).O dirigente e os representantes da instituição atuarão diretamente na supervisão das etapas de pré-produção, execução e pós-produção, acompanhando o planejamento técnico, o cumprimento dos prazos e a entrega dos produtos culturais, com dedicação integral durante o período de realização do projeto.Principais ParticipantesJosé Eduardo – Direção Geral e Produção Executiva Produtor cultural desde 2021, com experiência em gestão de eventos e logística artística. Coidealizador e produtor do Bacana Festival 2022, 2023 e 2025 e produtor executivo do Flash Festival 2023, produzindo também o Festival Na Pele e o Festival Toca Carajás, atuou na coordenação de espaços culturais e na recepção de artistas em eventos de médio porte no Pará. Dedica-se à valorização da cena artística independente e à promoção da diversidade cultural na Amazônia.Nayara Castro Silva – Direção de Produção e Coordenação Geral Empreendedora e produtora cultural de Parauapebas (PA), fundadora do Laje Bistrô, iniciativa que integra gastronomia e arte local. Atuou na coordenação do Bacana Festival 2023 e em produções como o Festival Psica e o Buffalo’s Gourmet. Possui formação em marketing digital, empreendedorismo e gestão cultural pelos programas Movimenta Cultura e Movimenta Pará. Atua na articulação territorial e na gestão de equipes e fornecedores.Lucas de Miranda – Direção de Criação e Comunicação Fotógrafo, cineasta e produtor cultural, com experiência em criação de identidade visual, curadoria artística e direção audiovisual. Responsável pela redação do Bacana Festival 2026, atua também na coordenação da comunicação e produção audiovisual do projeto. Desenvolve projetos independentes voltados à valorização da cultura amazônica contemporânea, ao registro documental e à formação artística de jovens.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.