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Festival que contempla a riqueza e diversidade da cultura e tradição indígena, com a presença de 30 etnias/povos, mostrada através de cânticos sagrados, danças, rezas e rituais, palestras, vivências, rodas de conversa, contação de histórias, oficinas e exposição de artesanato e culinária tradicional indígena. O festival busca valorizar, difundir e preservar a riqueza e diversidade das culturas tradicionais indígenas, promovendo um espaço de intercâmbio cultural, educativo e espiritual entre povos originários e o público em geral, com duração de 3 dias em São Paulo/SP.
O 3º Festival ECENF – Povos Originários é um evento cultural de três dias de duração, realizado em parque público na cidade de São Paulo, que reúne representantes de cerca de 30 etnias e povos indígenas de diferentes regiões do Brasil. O festival celebra a diversidade, a ancestralidade e a força viva das culturas indígenas, promovendo um grande encontro entre tradição e contemporaneidade.A programação contempla apresentações de cânticos sagrados, danças tradicionais, rezas e rituais, além de palestras, rodas de conversa, oficinas, vivências, exposições, performances e feira de artesanato e culinária tradicional indígena. O evento promove o diálogo intercultural, o reconhecimento da contribuição dos povos originários à sociedade brasileira e a valorização de seus saberes e expressões artísticas.Principais conteúdos e produtos do projeto:Espetáculos e Apresentações Culturais: cânticos, danças e rituais conduzidos por mestres e lideranças indígenas;Seminário e Palestras: diálogos sobre ancestralidade, território, sustentabilidade, espiritualidade e arte indígena;Oficinas e Vivências: pintura corporal, grafismo, ervas medicinais, língua e mitologia, conduzidas por indígenas de diferentes etnias;Exposição e Feira: mostra e comercialização de artesanato, instrumentos sagrados e culinária tradicional;Espaço Infantil e Contação de Histórias: atividades educativas e interativas com narrativas tradicionais;Performances e Intervenções Artísticas Contemporâneas: integração entre arte indígena tradicional e expressões urbanas;Registro Audiovisual: documentação em foto e vídeo para memória e difusão cultural.O 3º Festival ECENF – Povos Originários é gratuito e aberto ao público, com classificação indicativa livre, destinado a pessoas de todas as idades. O evento reafirma o compromisso com a valorização da diversidade cultural, a inclusão social e o fortalecimento das identidades dos povos originários no cenário cultural brasileiro.
Objetivo Geral Preservação das tradições indígenas, Valorização, fomento e difusão da cultura dos povos originários, Dar visibilidade a mais de 30 etnias/povos originários, Mostrar a riquíssima cultura dos povos indígenas, Possibilitar um maior contato dos não indígenas para com os indígenas, Quebra de preconceitos - Incentivar mais ações deste tipo onde os indígenas se sintam valorizados e possam mostrar sua cultura sem medo de preconceitos.Objetivo específicoFestival/MostraFestival de 3 dias com cânticos sagrados, danças, rezas e rituais, palestras, rodas de conversa, contação de histórias e exposição de artesanato e culinária tradicional indígena.Dar visibilidade à diversidade cultural e espiritual dos povos indígenas, por meio de apresentações de cânticos sagrados, danças, rezas e rituais tradicionais.Proporcionar espaços de diálogo e aprendizado com palestras, rodas de conversa e vivências que abordem temas como ancestralidade, território, sustentabilidade e direitos indígenas.Valorizar o artesanato e a culinária tradicional, promovendo a geração de renda e o fortalecimento das economias indígenas.Fomentar o intercâmbio cultural entre diferentes etnias e o público urbano, fortalecendo o respeito e o entendimento intercultural.Contribuir para a educação e sensibilização do público sobre a importância da preservação das culturas indígenas e do meio ambiente.Ampliar a participação indígena em espaços culturais públicos, garantindo protagonismo e representatividade na programação.Assegurar a acessibilidade e inclusão de públicos diversos, com estratégias de mediação cultural e tradução quando necessário.Registrar e documentar o evento, gerando material audiovisual e fotográfico que sirva como acervo de memória e divulgação das culturas indígenas.Contrapartidas SociaisRealização de 4 oficinas de artesanato tradicional, 4 oficinas de pintura/grafismo indígena e 6 vivências.
As tradições dos povos originários são o berço da civilização. No Brasil, constituem a base da nossa identidade cultural, histórica e espiritual, sendo os indígenas verdadeiros guardiões da natureza e da vida. A ancestralidade, que atravessa gerações por meio da oralidade e da transmissão de saberes, é o elo entre passado e presente, convidando à preservação do sagrado — entendido como tudo aquilo que dá sentido à existência.Em tempos de intensos desafios sociais, de preconceitos, racismos e intolerâncias, torna-se urgente fomentar ações que promovam a valorização, salvaguarda e visibilidade das culturas indígenas. Este festival busca justamente lançar luz sobre a riqueza das expressões culturais, artísticas e espirituais dos povos indígenas, muitas vezes invisibilizadas pela mídia e pela sociedade.O projeto é de extrema relevância cultural e social, pois possibilita que indígenas de diversas etnias apresentem seus cânticos, danças, rezos, rituais, artesanatos, saberes e culinária tradicional, valorizando seus mestres e mestras do saber e promovendo o diálogo intercultural. Além disso, 50% dos produtores, equipe técnica e toda a programação artística serão realizados por indígenas, garantindo protagonismo e oportunidade de trabalho dentro de um contexto de representatividade e inclusão.A realização do Festival também contribui para o fortalecimento da educação ambiental e da sustentabilidade, ao reconhecer que os modos de vida indígenas são exemplos de convivência harmônica com a natureza. Valorizar e aprender com essas práticas é fundamental para repensar nossos modelos de desenvolvimento e de relação com o meio ambiente.Assim, o uso do Mecanismo de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91 _ Lei Rouanet) se justifica plenamente, por tratar-se de um projeto que promove difusão cultural, formação de público, inclusão social e preservação da diversidade cultural brasileira.O projeto se enquadra no Artigo 1º da Lei nº 8.313/91, especialmente nos seguintes incisos:Inciso I _ Estímulo à produção, difusão e circulação de bens culturais e artísticos;Inciso II _ Proteção e preservação do patrimônio cultural brasileiro;Inciso III _ Apoio a projetos que estimulem a diversidade cultural e a inclusão social.Quanto aos objetivos do Artigo 3º da mesma lei, o projeto contribui diretamente para:Inciso I _ Facilitar o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;Inciso II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística, valorizando recursos humanos e conteúdos locais;Inciso IV _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira;Inciso V _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus criadores;Inciso VII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, identidade e memória.Portanto, a Lei de Incentivo à Cultura é o instrumento ideal para viabilizar o Festival Indígena, assegurando condições técnicas e financeiras para a realização de um evento que promove resgate, inclusão, sustentabilidade e reconhecimento dos povos originários como pilares vivos da cultura brasileira.
O Festival ECENF – Povos Originários consolida-se como uma iniciativa de grande relevância cultural, social e educativa, promovendo o encontro de saberes, expressões e tradições de diferentes povos indígenas em um espaço urbano de ampla visibilidade.O festival teve sua primeira edição realizada em 19 de novembro de 2023, no Teatro Flávio Império, zona leste da cidade de São Paulo, reunindo diversas etnias em apresentações artísticas, vivências e rodas de conversa. Em 14 de julho de 2024, ocorreu a segunda edição, que ampliou significativamente a participação de povos indígenas e o público visitante, reforçando a importância do evento como instrumento de valorização da cultura originária e do diálogo intercultural.A terceira edição, agora proposta neste projeto, tem como objetivo expandir o alcance e o impacto do festival, levando-o para um parque público da cidade de São Paulo, com uma estrutura maior, programação diversificada e ações de formação, acessibilidade e sustentabilidade.O Festival ECENF – Povos Originários vem se firmando como um espaço de afirmação da identidade indígena contemporânea, de fortalecimento das redes de colaboração entre coletivos e mestres tradicionais, e de sensibilização da sociedade para o respeito à diversidade cultural e ambiental dos povos originários do Brasil.
Produto 1 – Espetáculos e Apresentações Culturais IndígenasDescrição Técnica: Apresentações públicas de danças tradicionais, cânticos sagrados, rezas e rituais conduzidos por mestres e lideranças espirituais de diferentes etnias indígenas. As performances ocorrerão em palco principal montado em área aberta do parque, com estrutura de som, iluminação, cenário natural e ambientação temática. Duração: 3 dias de evento / média de 6 horas diárias de apresentações. Formato: Espetáculos ao vivo, gratuitos, com tradução e mediação cultural. Material Técnico: Palco de 10x8m, sonorização completa, iluminação cênica, microfones, tendas de apoio, banheiros, segurança e sinalização acessível. Classificação Indicativa: Livre. Acessibilidade: Espaço com piso nivelado, área reservada para cadeirantes, intérprete de Libras durante as apresentações e audiodescrição em pontos selecionados.Produto 2 - Seminário e Palestras “Saberes dos Povos Originários”Descrição Técnica: Conjunto de palestras e rodas de conversa mediadas por pesquisadores, mestres indígenas e convidados, abordando temas como ancestralidade, território, sustentabilidade, espiritualidade, arte e educação indígena. Duração: 3 dias / 2 blocos de palestras diários com duração média de 1h30 cada. Formato: Painéis e mesas de diálogo com público presencial e transmissão ao vivo pela internet. Material Técnico: Palco secundário, cadeiras, projetor multimídia, sistema de som, tenda climatizada, banners e sinalização bilíngue. Projeto Pedagógico: Fomento ao diálogo intercultural e educativo, com certificação de participação (emitida pela produção em parceria com instituição cultural). Classificação Indicativa: Livre.Produto 3 - Oficinas e Vivências CulturaisDescrição Técnica: Atividades práticas ministradas por mestres e mestras indígenas, transmitindo saberes tradicionais como pintura corporal, grafismo, canto ritual, ervas medicinais, língua e mitologia. Duração: 6 oficinas diárias com duração média de 1h cada. Público-alvo: Crianças, jovens e adultos. Material Técnico: Mesas, tendas, tintas naturais, pincéis, tecidos, sementes, pigmentos, materiais recicláveis e utensílios tradicionais. Projeto Pedagógico: Baseado na oralidade e na transmissão de saberes pela prática; metodologia participativa e comunitária. Classificação Indicativa: Livre.Produto 4 – Exposição e Feira de Artesanato e Culinária TradicionalDescrição Técnica: Espaço expositivo e de comercialização de artesanato, arte visual, instrumentos sagrados e culinária tradicional indígena. Cada etnia contará com barraca identificada, respeitando suas especificidades culturais. Duração: 3 dias / funcionamento integral durante o festival. Estrutura Técnica: 30 tendas padronizadas de 3x3m, mesas, iluminação, tomadas, sinalização bilíngue e lixeiras seletivas. Classificação Indicativa: Livre. Aspectos Sustentáveis: Uso de materiais biodegradáveis, redução de plásticos e incentivo à coleta seletiva.Produto 5 – Espaço Infantil e Contação de HistóriasDescrição Técnica: Espaço lúdico para atividades educativas e artísticas com foco nas tradições orais dos povos indígenas, incluindo contação de histórias, jogos tradicionais e pinturas corporais simbólicas. Duração: 3 dias / atividades contínuas ao longo do evento. Material Técnico: Tendas, almofadas, tatames, figurinos, instrumentos musicais e materiais pedagógicos. Projeto Pedagógico: Educação para diversidade e respeito às diferenças culturais, com mediação de educadores indígenas. Classificação Indicativa: Livre.Produto 6 – Registro Audiovisual e FotográficoDescrição Técnica: Documentação completa do festival em vídeo e fotografia para memória, divulgação e futura difusão em plataformas digitais e escolas. Duração: Captação durante os 3 dias de evento. Formato: Produção de vídeo institucional (10 a 15 minutos), galeria de fotos e clipping digital. Equipe Técnica: Diretor de fotografia, operador de câmera, fotógrafo, editor de vídeo e produtor de conteúdo. Entrega: Arquivos digitais em alta resolução, publicados no site e redes do projeto.Produto 7 – Performance e Intervenções Artísticas ContemporâneasDescrição Técnica: Apresentações artísticas de artistas indígenas urbanos e coletivos contemporâneos, integrando linguagens como música, performance, teatro e audiovisual, com temática voltada à ancestralidade e identidade. Duração: 1 hora por apresentação, 2 apresentações por dia. Material Técnico: Palco secundário, iluminação cênica, som e projeção multimídia. Classificação Indicativa: Livre.
ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores treinados para auxiliar esse público em todas as sessões.Contratação de Responsável Sensível às questões de PCD.
O projeto é totalmente gratuito. O festival que ocorre em 3 dias, tem todas as suas atividades gratuitas - cânticos sagrados, danças, rezas e rituais, palestras, rodas de conversa e contação de histórias.Além disso, a realização de 4 oficinas de artesanato tradicional, 4 oficinas de pintura/grafismo indígena e 6 vivências.
Nome Completo: Emerson Pantaleo CaparelliFunção: CoordenadorCPF: 395.988.408-75Currículo: De 2012 a 2016 Produção Artística e Cultural do Festival de Cultura Paulista Tradicional Revelando São Paulo; Produção e Locução da Virada Cultural Paulista (2017, 2018 e 2019); Produção do Arraial Arte na Rua – Rede Globo – Bosque Maia em Guarulhos/SP (2018) Produção do Poesia no Centro – 2019; Produção do Festival do Café no Triângulo SP - 2019 Produção da Virada Inclusiva 2019; Produção do Arte na Rua de Natal da Rede Globo – Dezembro de 2019 Produção do Presente de Natal da CAIXA – Dezembro de 2019 Coordenador do evento Osasco Musical e Cultural 2019; Produção Artística da Jornada do Patrimônio 2020 - Prefeitura de São Paulo – Centro Cultural Butantã - Dezembro de 2020; Produção Cultural da Virada Cultural 2020 - dezembro 2020; Produção Festival de Natal - Prefeitura de São Paulo - Natal no Mercadão Municipal - dezembro 2020; Produção do Festival DiverCidade – Prefeitura de São Paulo - dezembro 2020/janeiro 2021; Produção Cultural do Sorriso na Máscara - Dezembro de 2020 e Aniversário da Cidade de São Paulo - Janeiro de 2021; Organizador de eventos e encontros culturais, com temática ligada à segmentos étnicos e holísticos, como a Holistic Fair – Bueno Brandão e São Paulo ; e em parcerias com o Espaço Anjos da Luz na realização da Feira Mística e Cultural, edições Maio, Setembro e Novembro de 2018 ; Março, Junho, Agosto, Outubro e Dezembro 2019 ; Janeiro de 2020. Experiência no contato com comunidades étnicas (ciganos, quilombolas, indígenas...) e cultura tradicional paulista e brasileira. Nome Completo: Nilson da Silva KwarayFunção: ProdutorCPF: 386.243.058-88Currículo: Txamorãe Kwaray Nilson, é um pajé e liderança espiritual da Aldeia Indígena Krukutu do Território Indígena Krukutu, localizado em Parelheiros, extremo sul da cidade de São Paulo. É indígena da etnia Guarani Mbya, e há mais de 20 anos realiza pajelanças e trabalhos espirituais dentro da tradição Guarani de sua aldeia e de aldeias próximas, em Parelheiros, São Paulo-SP Nasceu na Aldeia Indígena Krukutu, Etnia Guarani Mbya, T.I Krukutu em Parelheiros, São Paulo-SP. Participou de várias atividades desde 2015, quando as Aldeias Krukutu e Tenondé Porã passaram a receber visitação das pessoas para conhecer o modo de vida Guarani. Nilson Kwaray sempre conduziu o acolhimento no que se refere à questões culturais e a espiritualidade de sua etnia, mostrando alguns artesanatos, como mbaraká, kangwaá, petyngwá, animais em madeira, entre outros, além de explicar sobre as medicinas tradicionais nativas, o uso de ervas, a sabedoria de Nhanderu (Deus), entre outras questões que envolvam as tradições e cultura nativa. Uma criança guarani, ao nascer, é batizada dentro de sua tradição, por anciões, pajés e lideranças de sua aldeia, onde cada um tem seu nome ligado à energia ao qual vem ao mundo, e desde cedo, se sabia que Kwaray seria um pajé, até o seu nome mesmo, quer dizer o Grande Sol, na língua Guarani. E desde cedo, foi aprendendo com os mais velhos e lideranças espirituais, sobre como utilizar o cachimbo sagrado, como ajudar a curar as feridas e dores de quem precisa, o correto uso das ervas medicinais, os cânticos e orações que envolvem as vibrações da Natureza, seus seres, elementais e espíritos que regem as florestas, rios, cachoeiras e seres vivos, além da conexão direta com Nhanderu Eté (Deus). Em toda essa prática, passou a ser, com 15 anos reconhecido como Pajé, e atualmente realiza garrafadas com a força da medicina da floresta, conduz rituais, e também dá palestras, conduz vivências, e já participou de Festivais, Encontros e Eventos, representando a cultura Guarani, como no Festival de Cultura Tradicional Revelando São Paulo, Virada Cultural Paulista, Arte na Rua da Rede Globo, entre outros. Dentro da aldeia, também conduz varias vivencias e criou varias atividades para receber as pessoas, bem como sendo guia em visitações do público em geral, bem como de ativistas do movimento, pessoas de fora do país que vão à aldeia para aprender e também autoridades. Kwaray Nilson sempre esteve a frente de criar ideias e ações sustentáveis dentro da aldeia, como por exemplo o ensino às crianças da importância da sobrevivência na mata, da preservação da natureza, de sempre cuidar da terra e dos rios, além dos conhecimentos dos mais velhos passados ás crianças, sobre como fazer artesanato indígena, como consagrar o petyngwá marangatu (cachimbo sagrado), como usar as ervas para bem estar e saúde, entre outros movimentos de reintegração de sua comunidade com as tradições e cultura do povo Guarani Nome Completo: Tupã Mirin Jeguaká da SilvaFunção: ProdutorCPF: 437.795.648-58Currículo: Indígena da Aldeia Indígena Krukutu do Território Indígena Krukutu, localizado em Parelheiros, extremo sul da cidade de São Paulo. É indígena da etnia Guarani Mbya. É artesão e faz vários trabalhos manuais e oficinas ensinando a cultura tradicional Guarani por meio do uso de vários elementos encontrados na natureza para confecção de chocalhos, cachimbos, artesanatos em madeira, colares, pulseiras, etc. Também é conhecedor das medicinas tradicionais indígenas. Junto de Txamorãe Kwaray Nilson, participou de de Festivais, Encontros e Eventos, como Festival de Cultura Tradicional Revelando São Paulo, Virada Cultural Paulista e Arte na Rua da Rede Globo. Fez palestras sobre a cultura Guarani em vivências e encontros particulares ligado ao Xamanismo por exemplo. Também é cantor, compositor e instrumentista da Aldeia, tocando sempre nos rituais e atividades culturais dentro do T.I. Krukutu. Um grande ponto a se dizer, é a idade de Tupã Mirim. Tão jovem, e mesmo assim, desde muito cedo designado pelos pajés e caciques, que passaram a ele, o batismo de nome Tupã Mirim, ou seja o filho do “Pai Trovão”, já indicando que seria uma criança que se tornaria jovem, guerreiro, e homem, para fazer muitas funções, principalmente ligado na luta de defender seu povo, e também passando seu conhecimento através das ervas, o saber de manusear e confeccionar os artesanatos tradicionais Guaranis, e principalmente, da força do seu canto, voz e a habilidade e dom de tocar instrumentos musicais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.