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Elementares _ Decifrar a Terra é uma exposição com circulação nos Centros Culturais Banco do Brasil de Brasília, Rio de Janeiro e Salvador, com duração de três meses em cada cidade. A mostra reúne cerca de 40 obras de quatro artistas negras brasileiras reconhecidas e premiadas internacionalmente: Jota Mombaça, Ana Cláudia Almeida, Luana Vitra e uma quarta artista a ser selecionada para conceber o Intervalo de Mediação — espaço interativo da exposição que propõe uma experiência sensível e reflexiva com os materiais e saberes mobilizados pelas obras. A programação pública contará com performances de abertura, apresentações artísticas e atividades formativas em cada cidade, reunindo artistas, pensadores, movimentos socioambientais e lideranças comunitárias para aprofundar debates sobre modos regenerativos de existência no planeta.
Elementares – Decifrar a Terra é uma exposição de artes visuais com circulação nacional que reúne obras de quatro artistas negras brasileiras com reconhecimento internacional: Jota Mombaça, Ana Cláudia Almeida, Luana Vitra e um(a) artista convidado(a) responsável pela criação do espaço de mediação. Com exibições em de Brasília, Salvador e Rio de Janeiro, a mostra propõe uma reflexão sensível e crítica sobre a crise ambiental e os modos de vida a partir de poéticas afrodiaspóricas, indígenas e contra-coloniais. A exposição apresenta cerca de 40 obras que tensionam as fronteiras entre arte, natureza e sociedade, apostando em relações espirituais e políticas com os elementos da terra, e propondo futuros possíveis fundados na ancestralidade e na justiça ambiental. Além das obras, a proposta inclui performances de abertura, visitas guiadas, instalações imersivas e uma programação formativa com coletivos socioambientais, artistas e pensadores, que aprofundam os temas da exposição em cada cidade. A acessibilidade é um eixo transversal do projeto, com recursos como tradução em Libras, audiodescrição, maquete tátil e experiências sensoriais expandidas.
Realizar a circulação da exposição Elementares _ Decifrar a matéria/terra ao longo de três meses nos Centros Culturais Banco do Brasil (CCBB) das cidades do Rio de Janeiro, Salvador e Brasília.Promover, em cada cidade, uma performance de abertura com artista convidado(a) e uma visita guiada especial para convidados, marcando a abertura da exposição e fortalecendo o vínculo entre arte contemporânea, crítica ambiental e experiência sensível do público.Realizar três atividades transversais/formativas ao longo da itinerância, reunindo artistas, movimentos socioambientais, intelectuais e lideranças de diferentes territórios para debater temas relacionados à mostra. Essas ações buscam aprofundar o engajamento do público com os conteúdos apresentados, promovendo trocas de saberes e construindo pontes entre práticas artísticas e lutas sociais.Reconhecer, colaborar e estimular diálogos entre o Brasil e o mundo no campo das artes contemporâneas, com foco na diversidade da produção artística negra brasileira de relevância internacional e na crise ambiental como eixo central de reflexão e criação.Fomentar múltiplas perspectivas sobre temas como negritude, racismo ambiental, violência racista e colonial, estimulando o público a imaginar e experimentar novas formas de habitar o mundo, reencantando-se com a vida e com a Terra por meio da arte.Ampliar o alcance nacional e internacional do debate sobre o racismo ambiental, a partir das práticas e pesquisas de artistas brasileiras com trajetórias consolidadas, contribuindo para a difusão de obras e ideias que desafiam, por meio da linguagem artística, as desigualdades raciais e as violências ambientais historicamente construídas.Fortalecer a relação entre fruição estética e produção de conhecimento, por meio da criação de um espaço interativo e de mediação integrado à exposição, que incentive o pensamento crítico, a escuta ativa e o envolvimento afetivo dos públicos.Promover acessibilidade plena, garantindo experiências sensoriais ampliadas para pessoas com deficiência e assegurando o direito à fruição artística para todos os públicos, de forma inclusiva e cuidadosa.
A realização do projeto "Elementares _ Decifrar a Terra" por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) é fundamental para garantir sua viabilidade, abrangência nacional e compromisso com a democratização do acesso à cultura. Trata-se de uma exposição itinerante que circulará por três capitais brasileiras (Brasília, Salvador e Rio de Janeiro), com duração de três meses em cada cidade, envolvendo a exibição de cerca de 40 obras de artistas negras brasileiras reconhecidas internacionalmente, além de uma robusta programação educativa, acessível e formativa para o público.O projeto demanda infraestrutura expositiva de grande porte, equipe técnica especializada, recursos de acessibilidade, logística de transporte de obras entre os estados, ações de comunicação e mediação cultural, sendo inviável sua realização sem a captação de recursos da iniciativa privada, por meio do incentivo fiscal previsto pela Lei de Incentivo à Cultura. A utilização desse mecanismo fortalece a articulação entre o setor público, privado e a sociedade civil na promoção de políticas culturais comprometidas com a diversidade, a inclusão, o pensamento crítico e a sustentabilidade.A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:Inciso I _ Estímulo à formação cultural da população brasileira;Inciso II _ Apoio a projetos que visem à difusão da cultura e da arte no País;Inciso IV _ Estímulo à ampliação do acesso da população aos bens culturais;Inciso V _ Apoio à valorização e difusão da cultura negra, indígena e de outros grupos formadores da sociedade brasileira.Ao reunir obras que partem de cosmologias afro-brasileiras, indígenas e contra-coloniais para tensionar a crise ambiental, o projeto contribui significativamente para a valorização das culturas e saberes historicamente marginalizados, ampliando o alcance dos bens culturais e promovendo o acesso inclusivo à arte contemporânea.Além disso, o projeto atende diretamente aos objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91, notadamente:I _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;IV _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;VI _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VIII _ Estimular a ampliação do mercado de trabalho dos setores culturais e artísticos."Elementares _ Decifrar a Terra" promove acessibilidade plena, formação de público, circulação de obras de arte, inclusão de territórios periféricos e saberes não-hegemônicos nos grandes centros culturais, gerando impacto social, simbólico e econômico ao valorizar artistas negras brasileiras e promover debates urgentes sobre meio ambiente, ancestralidade e racismo ambiental.Assim, a utilização da Lei de Incentivo à Cultura não é apenas o meio mais adequado para garantir a execução do projeto, como também um instrumento estratégico para a consolidação de políticas culturais inclusivas, descentralizadas e conectadas com os desafios contemporâneos do Brasil.
Espaço Expositivo:Local: Centros Culturais em Brasília, Salvador e Rio de Janeiro.Duração em cada cidade: 3 meses.Área expositiva: adaptável às salas principais de cada espaço, com cerca de 300 a 500m².Necessidades estruturais: paredes para obras bidimensionais, áreas com blackout para instalações audiovisuais e espaço dedicado à instalação imersiva/sonora e ao intervalo de mediação.Obras:Quantidade total: aproximadamente 40 obras.Tipologias: vídeo-instalações, esculturas, instalações, fotografias, objetos, performance registrada, documentos, peças sonoras.Artistas: Jota Mombaça, Ana Cláudia Almeida, Luana Vitra e um(a) artista convidado(a) responsável pelo espaço de mediação.Transporte: obras de diferentes estados brasileiros e, eventualmente, exterior.Seguro e conservação: contratação de seguro total durante transporte, montagem, exibição e desmontagem; equipe especializada para manipulação e montagem.Montagem e Desmontagem:Tempo estimado de montagem: 15 dias úteis.Tempo estimado de desmontagem: 7 dias úteis.Equipe: cenotécnicos, eletricistas, técnicos de montagem e conservação, curadoria, artistas, assistentes de produção.Equipamentos:Projetores de vídeo, caixas de som, monitores, telas LCD/LED, iluminação cênica direcionada, refletores, estruturas suspensas (trilhos), computadores e sistemas de automação para obras multimídia.Equipamentos de acessibilidade: sistema de audiodescrição, fones de ouvido, QR Codes com conteúdo acessível, tablets com Libras, maquete tátil.Espaço de Mediação Interativa:Área exclusiva dentro da exposição para o “Intervalo de Mediação”.Recursos: textos acessíveis, vídeos explicativos, objetos interativos, banco de dados sensorial com informações científicas e contra-coloniais sobre os materiais utilizados nas obras (terra, barro, ferro, água, etc).Funcionalidade: estimular fruição crítica e sensorial; acessível a todos os públicos.Programação Artística e Formativa:Abertura em cada cidade: performance artística + visita guiada para convidados.Atividades formativas: debates, rodas de conversa, encontros com coletivos socioambientais e lideranças locais.Atividade artística complementar: realizada 15 dias antes do encerramento da mostra em cada cidade.Acessibilidade:Física: locais com acesso a cadeirantes, banheiros adaptados e sinalização tátil.De conteúdo:- Tradução em Libras nas atividades e vídeos da exposição.- Audiodescrição de obras selecionadas.- Maquete tátil da planta expositiva.- Obra sonora imersiva com foco na inclusão de pessoas com deficiência visual.ComunicaçãoProdução de catálogo digital e impresso com recursos de acessibilidade.Criação de identidade visual e desdobramentos gráficos para redes sociais, site, sinalização interna e material impresso.Divulgação regional e nacional em canais de mídia especializada, redes e imprensa.Equipe Técnica Envolvida- Curadoria e pesquisa- Coordenação geral e produção executiva- Montagem e desmontagem (cenotécnicos, eletricistas, técnicos de obra)- Educadores e equipe de mediação- Designer expográfico e gráfico- Intérpretes de Libras e consultores de acessibilidadeAssessoria de imprensa e comunicação
O projeto Elementares – Decifrar a Terra será realizado em instituições culturais com infraestrutura acessível, como os Centros Culturais Banco do Brasil (CCBBs), que dispõem de rampas, elevadores, banheiros adaptados, sinalização adequada e atendimento especializado, garantindo plena mobilidade e autonomia para pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida, idosos e gestantes. Todos os espaços expositivos e atividades complementares respeitarão normas técnicas de acessibilidade (NBR 9050), assegurando a livre circulação e participação de todos os públicos.Acessibilidade de Conteúdo Com o compromisso de garantir o direito à fruição artística de maneira equânime, o projeto incorpora um conjunto de recursos que promovem o acesso ampliado aos conteúdos da exposição:Tradução em Libras para todas as atividades formativas, apresentações artísticas e vídeos exibidos na exposição, garantindo o acesso de pessoas surdas à programação;Audiodescrição de uma seleção de obras e de conteúdos audiovisuais, possibilitando que visitantes com deficiência visual tenham acesso à experiência estética e crítica das obras;Maquete tátil de uma obra ou da planta da exposição, permitindo que pessoas cegas ou com baixa visão tenham uma percepção espacial e sensorial do conjunto expositivo;Instalação sonora imersiva, desenvolvida como obra artística acessível, que estimula múltiplos sentidos e propõe uma experiência envolvente para o público em geral, com atenção especial às pessoas com deficiência visual;Materiais de mediação acessíveis, com textos em linguagem simples, fonte ampliada e possibilidade de acesso digital por meio de QR codes em formatos compatíveis com leitores de tela;Equipe de mediação capacitada, apta a atender diferentes perfis de público, oferecendo uma mediação sensível, atenta à diversidade de modos de percepção e compreensão.
A proposta Elementares – Decifrar a Terra foi concebida com o compromisso de ampliar o acesso à arte contemporânea brasileira, especialmente à produção de artistas negras e suas abordagens críticas e sensíveis sobre o meio ambiente, os territórios e as cosmologias ancestrais. A democratização do acesso será garantida por meio das seguintes estratégias:Entrada gratuita para todas as exposições nas três cidades (Brasília, Salvador e Rio de Janeiro), garantindo que nenhum público seja impedido de fruir da experiência artística por barreiras financeiras;Participação gratuita nas atividades da programação formativa e transversal (performances de abertura, visitas mediadas, rodas de conversa, encontros com artistas e atividades com coletivos ambientais), mediante inscrição prévia ou por ordem de chegada, respeitando a capacidade dos espaços;Distribuição digital e gratuita de materiais educativos e de mediação, incluindo catálogo da exposição em versão acessível, com linguagem simples, textos críticos e recursos de acessibilidade (audiodescrição, Libras, fonte ampliada), disponibilizados online para ampla circulação;Amplificação do acesso via plataformas digitais, com registros audiovisuais das atividades formativas disponibilizados de forma gratuita nas redes sociais e em canais digitais parceiros, ampliando o alcance da proposta para públicos em diferentes regiões do país;Ações de articulação com escolas públicas e universidades, priorizando grupos de estudantes, professores e lideranças comunitárias, a fim de garantir uma programação mediada voltada à formação de públicos diversos e socialmente representativos.
Naymare Azevedo - Coordenação executiva:Diretora executiva, curadora, realizadora audiovisual e escritora. Doutoranda em Estudos Contemporâneos da Arte (UFF), mestra em Cultura e Sociedade (UFBA) e gestora de políticas públicas (UFRN). Idealizadora da plataforma Afrotonizar e diretora da Ayabá Produtora Criativa e Audiovisual. Atua há 12 anos no mercado das indústrias criativas, fomentando como curadora e pesquisadora projetos que desenvolve narrativas e práticas artísticas contracoloniais. Na produção executiva, coordena projetos de exposições de artes visuais, mostras audiovisuais, festivais, espetáculos musicais e ações formativas. Sob sua liderança, a Ayabá já recebeu patrocínios de instituições como Vale, Caixa Cultural, Nubank e Petrobrás, e se consolida como uma produtora referência na valorização de imaginários decoloniais e na circulação de artistas racializades no Brasil. Cíntia Guedes - Curadoria e idealização:Atua há mais de 15 anos na cena das artes contemporâneas, desde uma perspectiva transdisciplinar, como pesquisadora, artista da performance, crítica de arte/cultura e, mais recentemente, curadora junto com Luana Kayodê da exposição Indominável Presenças, em circulação pelo Centro Cultural Banco do Brasil. É professora Adjunta da Universidade Federal da Bahia, atuando na área de conhecimento Perspectivas Afro-Diaspóricas nas Artes, e é doutora em Comunicação pelo Programa de Pós-Graduação da Escola de Comunicação da UFRJ, com ênfase em relações raciais, colonialidade do poder e produção de subjetividade através da arte. Colaborou com textos críticos e ensaios para projetos como 35 Bienal de São Paulo (2023) e Trienal de Sorocaba (2020), escreveu capítulos para livros de referência das artes negras como Negros na Psicina (Org. Diane Lima, 2024), ofertou vivências artístico pedagógicas no Valongo - Festival da Imagem (2019, Santos - SP), na residência Capacete _ RJ (2018), onde foi residente, na Casa NEM de apoio a travestis e transsexuais (2019) e ONG Criola - pelo direito das mulheres negras (2018), e em diversas outras instituições de arte e direitos humanos. Em 2024 foi residente no Instituto SACATAR, desenvolvendo o projeto Memórias ao Mar, inspirado pela cosmologia Bantu-Congo, onde iniciou sua atual pesquisa curatorial sobre a intimidade radical com os elementos não-humanos do mundo.Bia Cupertino - Produção executiva:Produtora cultural desde 2014, atua em projetos voltados à artes visuais e entretenimento, graduanda em Design de Interiores pela UNIFAC. Atua também no campo de expografia e cenografia, onde assinou projetos como Memorial 2 de Julho, Memorial Maria Odília e exposição Mancha de Dendê não Sai - Moraes Moreira. Atualmente atua como assistente de produção no museu Casa das Histórias de Salvador, assinou a produção executiva e criativa da residência artística e exposição Confluências e Fabulações Líquidas do Afrotonizar.LAB, foi produtora da linguagem de artes visuais da edição de 2024 do Festival Salvador Capital Afro.Daniele Freire - Produção artística: Com mais de dezessete anos de experiência profissional em gestão de projetos culturais, assumo a posição de Diretora Executiva na Zumví Arquivo Afro Fotográfico. A minha expertise abrange desde a captação de recursos até a execução de eventos e projetos culturais e sociais, sempre com ênfase na entrega de resultados e na gestão logística eficiente. O meu compromisso com a excelência em coordenação de projetos é evidenciado pela habilidade em conduzir equipes multidisciplinares e administrar orçamentos com precisão. Contribuo para o sucesso da organização com uma abordagem colaborativa, apoiando o crescimento contínuo do Zumví.Coordenação de comunicação: Franz LimaFormado em Arte e Mídia pela UFCG, integra grupos de pesquisa dedicados à comunicação e às dinâmicas culturais brasileiras, com ênfase nas culturas afro-brasileiras. Atua há cerca de 20 anos no campo da comunicação, com experiência em planejamento estratégico, inteligência de dados e gestão de equipes. Coordenou projetos para instituições públicas e privadas, com destaque para o SESI Museu Digital, onde liderou o desenvolvimento do projeto visual e da expografia, promovendo a articulação entre tecnologia, memória e cultura. Sua trajetória profissional é marcada pela atuação em comunicação estratégica no campo cultural, com ênfase na aplicação de metodologias de monitoramento, web listening e análise de dados, além da divulgação institucional, fortalecimento de estratégias de engajamento e atendimento às contrapartidas sociais e ambientais, alinhadas aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas.Jota Mombaça - Artista:Artista interdisciplinar cujo trabalho deriva da poesia, da teoria crítica e da performance. A matéria sonora e visual das palavras desempenha um papel importante em sua prática, assim como a resiliência, a capacidade de memória e a efemeridade dos materiais. Seu trabalho frequentemente se relaciona com a crítica anticolonial e a desobediência de gênero. Por meio da performance, da ficção visionária e de estratégias situacionais de produção de conhecimento, ela pretende ensaiar o fim do mundo como o conhecemos e a figuração do que virá depois que desalojarmos o sujeito moderno-colonial de seu pódio. Em 2020, Mombaça recebeu a Bolsa Pernod Ricard em Paris e o cargo de escritora residente na Nottingham Contemporary. Como escritora, Mombaça é autora de Ñ V NOS MATAR AGORA, coletânea de textos publicada pela EGEAC (Portugal, 2019) e pela Editora Cobogó (Brasil, 2021). Além disso, seus ensaios e escritos ficcionais foram incluídos em publicações institucionais como The Contemporary Journal, Afterall, Le Magazine - Jeu de Paume, Terremoto.Mx, HAULuana Vitra - Artista:Luana Vitra nasceu e cresceu no estado de Minas Gerais, numa região conhecida por paisagens naturais monumentais e marcada de modo profundo pelas atividades industriais da mineração. Experimentou desde sempre, portanto, as diversas manifestações possíveis do ferro e da fuligem. Gestada entre a marcenaria — pelo lado do pai — e o manejo das palavras — pela parte da mãe —, sua prática parte de processos que reconhecem as qualidades físicas e os contornos sutis da matéria, e investigam a infusão psicoemocional das paisagens. A partir de composições realizadas com uma ampla gama de materiais, seus objetos e instalações reconfiguram símbolos universais e elaboram outros, especialmente investidos nas qualidades da matéria, evocando poesia, discutindo subjetividades e suscitando questionamentos políticos. Seus trabalhos já foram apresentados em espaços como a 35ª Bienal de São Paulo, MAM-Rio (Brasil), South London Gallery (Inglaterra), MASP (Brasil), Javett Up (Pretoria, África do Sul) e Framer Framed (Amsterdã, Holanda).Ana Cláudia Almeida - Artista:A trajetória acadêmica de Almeida passa pela graduação em Desenho Industrial na Universidade do Estado do Rio de Janeiro sendo parte do curso realizado na universidade estadunidense Virginia Commonwealth University, em Richmond. Hoje segue em seu segundo ano como parte do corpo discente do mestrado em Pintura e Gravura pela escola de arte de Yale. Apresentou em 2024 a exposição em duo com a artista Tadáskía, no Nevada Museum of Art, Reno, como parte do do programa de residência Joyner/Giuffrida. Em solo brasileiro, Ana Cláudia participou de exposições individuais nas galerias Quadra e Fortes D’Aloia e Gabriel, além de coletivas alguns dos principais museus do país como Instituto Inhotim e Museu de Arte do Rio, dos quais seu trabalho é parte do acervo de ambas instituições. Participou também de residências no Brasil e no mundo, como Sertão Negro, em Goiás, Joyner/Giuffrida Program em Reno, Pivô Pesquisa em São Paulo e Ateliê Mondial em Basel, dentre outras.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.