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PRONAC 2510499Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Fernando Zarif: infinitinhos ocos

VERIDIANA PINHEIRO SIMONS BARBOSA
Solicitado
R$ 1,49 mi
Aprovado
R$ 1,49 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-02-10
Término
2029-02-10
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto Fernando Zarif: infinitinhos ocos propõe a realização de uma exposição retrospectiva inédita sobre a obra do artista multimídia Fernando Zarif (1960_2010), com curadoria de Tálisson Melo. Serão reunidos cerca de 100 trabalhos produzidos entre 1979 e 2010, incluindo pinturas, desenhos, vídeos, objetos e documentos. A mostra será acompanhada por uma programação educativa e cultural composta por palestras, debates, oficinas, visitas mediadas e atividades para diferentes públicos. Será produzido um catálogo bilíngue (português/inglês), nas versões impressa e digital, com textos críticos e registros da exposição. A realização será em um espaço cultural de grande importância, com entrada gratuita, visando a valorização da memória artística brasileira, o acesso democrático à cultura e a inserção da obra de Zarif no debate contemporâneo sobre arte e experimentação.

Sinopse

TODOS OS PRODUTOS TÊM INDICATIVO DE CLASSIFICAÇÃO LIVRE Exposição “Fernando Zarif: infinitinhos ocos”: Exposição retrospectiva inédita dedicada à obra do artista multimídia Fernando Zarif (1960–2010), reunindo cerca de 100 obras realizadas entre 1979 e 2010 — incluindo pinturas, desenhos, fotografias, vídeos, objetos e documentos. A mostra propõe uma imersão nas experimentações poéticas, visuais e conceituais do artista, com curadoria de Tálisson Melo.Classificação indicativa: LivreCatálogo bilíngue (português/inglês) Publicação impressa (1.000 exemplares) e digital contendo textos críticos, ensaios inéditos, registros da exposição e documentos relacionados à trajetória de Zarif. A edição será distribuída gratuitamente e estará disponível online, ampliando o acesso à reflexão sobre a produção do artista.Classificação indicativa: LivreVisitas mediadas: Serão realizadas 6 visitas mediadas abertas ao público geral e grupos agendados (escolas públicas, universidades, ONGs), com acompanhamento de educadores capacitados. Os roteiros serão adaptados para diferentes faixas etárias e públicos com deficiência.Classificação indicativa: LivreOficinas educativas: 4 oficinas práticas voltadas a estudantes, artistas e educadores, abordando técnicas e temas presentes na obra de Zarif, como experimentação com materiais, intersecções entre arte e cotidiano, e processos criativos. Metodologia adaptada para inclusão de pessoas com deficiência intelectual.Classificação indicativa: LivreMesas-redondas e debates: Serão promovidos 2 encontros com especialistas convidados, artistas e curadores para debater temas como arte contemporânea, identidade, memória e linguagem experimental, a partir do legado de Fernando Zarif. Os encontros serão gratuitos e abertos ao público.Classificação indicativa: LivreEspaço interativo de experimentação artística: Área criada dentro da exposição onde o público poderá interagir com materiais e processos criativos inspirados na obra de Zarif, promovendo uma fruição sensorial e participativa da mostra. Adaptado para acessibilidade tátil e cognitiva.Classificação indicativa: LivreDigitalização e disponibilização online do acervo: No mínimo 50 obras e documentos do acervo da exposição serão digitalizados, catalogados e disponibilizados gratuitamente em ambiente digital, promovendo preservação e acesso remoto à obra de Zarif.Classificação indicativa: Livre

Objetivos

Objetivo GeralRealizar a exposição retrospectiva Fernando Zarif: infinitinhos ocos, com curadoria de Tálisson Melo, utilizando o mecanismo de fomento cultural para a valorização da cultura nacional, nos termos do artigo 3º, inciso I, do Decreto n.º 11.453 de 2023. A exposição contribui para: (I) a valorização e o estímulo à diversidade cultural, ao apresentar um conjunto expressivo de obras do artista multimídia Fernando Zarif (1960_2010), cuja trajetória é marcada por experimentações entre linguagens, suportes e temas que desafiam convenções e ativam reflexões críticas sobre identidade, religiosidade e cotidiano. (II) a promoção do acesso gratuito à cultura, ao ofertar ao público amplo e diversificado uma exposição com programação educativa e conteúdos digitais que garantem a democratização do acesso à arte, nos termos do artigo 3º, inciso II, do referido decreto.Objetivos Específicos01 exposição retrospectiva inédita, com cerca de 100 obras (pinturas, desenhos, vídeos, fotografias, objetos e documentos); período mínimo de 90 dias de exibição, em espaço cultural de ampla visibilidade, com acesso gratuito ao público geral.06 visitas mediadas, gratuitas, voltadas ao público espontâneo e a grupos agendados (escolas, ONGs, universidades, outros).04 oficinas práticas interativas, gratuitas, destinadas a estudantes, educadores e artistas, com foco nos processos criativos do artista.02 mesas-redondas ou debates gratuitos com especialistas em arte contemporânea, identidade e memória.01 espaço interativo de experimentação dentro da exposição, que permita a interação prática do público com processos e materiais inspirados na obra de Zarif.Produção e distribuição gratuita de 01 catálogo bilíngue (português/inglês) com no mínimo 1.000 exemplares impressos + versão digital de livre acesso, com textos críticos, ensaios inéditos e registros da mostra.Digitalização, catalogação e disponibilização online gratuita de no mínimo 50 obras e documentos do acervo da exposição.Ações de acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, garantindo o acesso pleno de pessoas com deficiência: audioguia, obras táteis, Libras, materiais em formatos acessíveis e mediação inclusiva.Estratégias de comunicação e difusão multiplataforma, ampliando o alcance territorial da exposição e consolidando o reconhecimento da obra de Fernando Zarif no cenário contemporâneo das artes visuais.

Justificativa

O projeto Fernando Zarif: infinitinhos ocos propõe a realização de uma exposição retrospectiva inédita sobre a obra do artista multimídia Fernando Zarif (1960_2010), cuja produção extensa, experimental e interligada a múltiplas linguagens ainda é pouco conhecida e pouco difundida no circuito institucional das artes visuais brasileiras. A mostra é uma ação relevante para a valorização da memória artística nacional, preenchendo uma lacuna importante na documentação e na fruição de obras de artistas fundamentais da cena contemporânea. A proposta se justifica pela originalidade e potência da obra de Zarif, que atuou de maneira transdisciplinar com suportes como pintura, desenho, vídeo, fotografia, objeto e instalação, abordando questões como identidade, religiosidade, cotidiano e sexualidade a partir de uma perspectiva crítica e poética. Com curadoria de Tálisson Melo, o projeto reunirá cerca de 100 obras produzidas entre 1979 e 2010, em uma mostra gratuita que contará com ações de mediação, oficinas, debates e programação educativa, promovendo o acesso amplo e qualificado à produção artística contemporânea. A realização será em um equipamento cultural de referência nacional com grande fluxo de público, assegura visibilidade ao projeto e favorece a formação de público. Além disso, será produzido um catálogo bilíngue (português/inglês), em versões impressa e digital, com textos críticos e ensaios inéditos, e será feita a digitalização de parte significativa do acervo exposto, com acesso gratuito online. O incentivo por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura é fundamental para garantir a viabilidade e a qualidade técnica da realização, bem como o acesso gratuito, a abrangência das ações formativas e a democratização do conteúdo. Trata-se de uma ação cultural com impacto direto sobre a preservação da memória das artes visuais brasileiras, o fortalecimento da diversidade de narrativas artísticas e a ampliação do acesso à cultura contemporânea.

Especificação técnica

CATÁLOGO Miolo: 250 páginasFormato fechado: 25 x 25 cmFormato aberto: 50 x 25 cm, Papel: couchê 135 g/m 2 , 4 x 4 cores, miolo costuradoCapa dura: em papelão 15, revestido em papel Markatto Concetto Bianco 135 g/m 2, 4 x 4 cores, com hotstampingGUARDAS: em papel Color plus 180 g/m2, cor a definirTiragem: 1.000 unidades + versão digital (total)Folder - Formato fechado: 10 x 20 cm, Formato aberto: 40 x 40 cm, 4 dobras, em papel Eurobulk 170 g/m 2 , 4 x 4 coresTiragem: 5.000 unidades + versão digital (total)Cadernos educativos - Formato fechado: 13 x 20 cm, Formato aberto: 26 x 20 cm, 24 páginas, papel couchê 135 g/m 2 , 4 x 4 cores, grampeado, lombada canoaTiragem: 5.000 unidades (total)Exposição "Fernando Zarif: infinitinhos ocos"Tipo: Exposição de artes visuaisDuração: 3 mesesEspaço expositivo: Aproximadamente 300m²Quantidade de obras: Cerca de 100 (pinturas, desenhos, objetos, fotografias, vídeos e documentos)Equipamentos: Projetores, monitores, iluminação cênica, mobiliário expositivo, suportes técnicos para obras, sistema de climatização e segurançaMontagem: 4 semanasDesmontagem: 1 semanaClassificação indicativa: LivreVisitas MediadasQuantidade: até 6 sessõesDuração média: 1h30 por visitaPúblico-alvo: Público espontâneo, escolas, ONGs, universidadesEquipe: Educadores formados em artes visuais e mediação culturalAcessibilidade: Roteiros adaptados para públicos com deficiência visual, auditiva e intelectualClassificação indicativa: LivreMesas-redondas / DebatesQuantidade: 2 eventosDuração: 1h30 a 2h cadaFormato: Presencial, com transmissão online opcionalParticipantes: Artistas, críticos, curadores, pesquisadores convidadosTemas: Arte contemporânea, identidade, memória, poéticas visuaisEquipamentos: Som, microfones, gravação, telão/projeçãoClassificação indicativa: LivreEspaço Interativo na ExposiçãoFormato: Núcleo dentro da mostra com atividades táteis e sensoriaisRecursos: Materiais artísticos (papéis, lápis, tecidos, moldes), tablets ou dispositivos digitais, bancos, mesas, estrutura de acessibilidade física e cognitivaObjetivo: Estimular a experimentação e engajamento criativo com base na obra do artistaClassificação indicativa: LivreDigitalização do AcervoQuantidade: Mínimo de 50 itens (obras e documentos)Formato: Alta resolução (TIFF e JPEG), com metadados e fichas técnicasAcesso: Plataforma digital gratuita (site ou repositório público)Objetivo: Preservação, documentação e acesso ampliado ao acervoClassificação indicativa: Livre

Acessibilidade

O projeto Fernando Zarif: infinitinhos ocos foi concebido com base nos princípios do acesso universal, contemplando uma série de recursos de acessibilidade com o objetivo de garantir a participação plena e autônoma de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. As ações previstas abrangem diferentes dimensões da acessibilidade – física, sensorial, comunicacional, cognitiva e atitudinal – de forma integrada à experiência da exposição e às atividades formativas.Acessibilidade física e arquitetônica: Realização da exposição em espaço com infraestrutura acessível, incluindo banheiros adaptados, rampas, elevadores e piso tátil direcional nos ambientes de circulação; Sinalização de ambiente com contraste visual, altura adequada e pictogramas acessíveis; Reserva de assentos preferenciais em atividades presenciais, como debates e oficinas.Acessibilidade sensorial (visual e auditiva):Confecção de audioguia com audiodescrição profissional das obras e do espaço expositivo, acessível via QR Code e disponível em plataforma online; Disponibilização de obras táteis, com curadoria adaptada para fruição por pessoas com deficiência visual, acompanhadas de textos em braille e fonte ampliada; Tradução em Libras para os conteúdos audiovisuais da exposição e eventos da programação pública (debates, oficinas e mediações); Disponibilização de vídeos com legendas descritivas e interpretação em Libras em materiais de divulgação online. Acessibilidade comunicacional e cognitiva: Elaboração de roteiros de visitas mediadas adaptados para pessoas com deficiência intelectual, com linguagem simples, apoio visual e mediação especializada; Capacitação da equipe de educadores e mediadores em acessibilidade e atendimento inclusivo, com foco em comunicação empática e linguagem acessível; Produção de materiais de apoio com leitura facilitada e design universal.Acessibilidade programática e digital: Versão digital do catálogo da exposição em formato acessível (PDF com texto selecionável, compatível com leitores de tela); Site oficial com navegação acessível (compatível com padrões WCAG 2.1), textos alternativos para imagens, alto contraste e possibilidade de ajuste de fonte; Sistema de inscrição acessível para oficinas e atividades, com campos claros e compatíveis com leitores de tela.Acessibilidade atitudinal: Sensibilização da equipe técnica e de produção sobre diversidade, inclusão e atendimento humanizado a públicos com deficiência; Promoção de uma abordagem inclusiva em toda a comunicação do projeto, com uso de linguagem respeitosa e representativa.Essas ações visam promover a inclusão efetiva, a autonomia e a participação ativa de todos os públicos, contribuindo para a democratização do acesso à cultura e o fortalecimento das políticas de acessibilidade em projetos financiados com recursos públicos.

Democratização do acesso

O projeto Fernando Zarif: infinitinhos ocos propõe ações amplas de democratização do acesso à cultura, assegurando a participação de públicos diversos, com especial atenção às pessoas com deficiência, estudantes, educadores, comunidades periféricas e grupos historicamente sub-representados no circuito artístico. A democratização se efetivará por meio de:Entrada gratuita em todas as atividades da exposição e programação pública (visitas, palestras, debates, oficinas, laboratórios).Programação educativa inclusiva e acessível, com ações presenciais e materiais didáticos distribuídos gratuitamente.Agendamento gratuito para grupos escolares da rede pública e instituições sociais, com visitas mediadas e transporte subsidiado, sempre que possível.Materiais em formatos acessíveis: catálogo bilíngue (Português/inglês), versões digitais para leitura em leitores de tela, audioguia, vídeo com Libras e legendas.Espaço acessível para pessoas com deficiência, com: Obras táteis; Audiodescrição; Roteiros adaptados para pessoas com deficiência intelectual; Oficinas com mediação inclusiva; Comunicação visual com alto contraste.Ações de difusão digital: parte da programação será registrada e publicada em plataformas digitais de livre acesso, ampliando o alcance geográfico e temporal da exposição.Gratuidade de acesso ao catálogo digital e sua distribuição em escolas, bibliotecas públicas e centros culturais.Com essas medidas, o projeto não apenas amplia o acesso à obra de Fernando Zarif, como também contribui para a formação de novos públicos, para a inclusão de pessoas com deficiência no circuito das artes e para a efetiva democratização do acesso à cultura no Brasil.

Ficha técnica

ARQUITETURALígia Zilbersztejn é arquiteta formada pela Associação Escola da Cidade (2018) e especialista em expografia pelo Instituto Tomie Ohtake (desde 2024). Atualmente, coordena os projetos expográficos e arquitetônicos da instituição, além de colaborar com parceiros como a Casa Fiat de Cultura, MAC Bahia, Museu da Inconfidência e FRAC Poitou-Charentes (França).Desde 2022, desenvolve projetos autorais e atua em colaborações nas áreas de expografia, cenografia e direção de arte. Participou da concepção de exposições em instituições e galerias como Paço das Artes, Museu da Diversidade Sexual, CCBB, Itaú Cultural, SESC-SP, Galeria Nara Roesler e Zipper Galeria. Colaborou com Ricardo Amado, Isabel Xavier, Os Gêmeos, Metro Cenografia, Katia Maciel e Kleber Montanheiro.Entre 2017 e 2022, integrou o escritório Álvaro Razuk Arquitetura, onde atuou em projetos expográficos para instituições culturais, como IMS, Itaú Cultural, SESC, MAC-SP, MAM-SP, CCBB, Centro Cultural FIESP, Japan House, Paço das Artes, Bienal de São Paulo e Bienal de Veneza.Em 2019, foi professora assistente da disciplina Meios de Expressão: Arte e Arquitetura no Campo Ampliado, na Escola da Cidade.CURADORIATálisson Melo é curador, pesquisador e professor de história e teoria da arte. É pós-doutorando no Instituto de Estudos Brasileiros da USP, doutor em Sociologia e Antropologia pela UFRJ (com estágio na Yale University), mestre em Artes pela UFJF, onde também se graduou, com intercâmbio em História da Arte pela Universidad de Salamanca. Desde 2015, atua como curador de exposições, com destaque para Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil (CCBB, 2024-2025), O Pernambuco cósmico de Suanê (MAC-USP, 2024), Atualização do sistema (Museu Nacional da República, 2023 – prêmio ABCA), entre outras. Desenvolveu o projeto Mesmo Sol Outro (Rumos Itaú Cultural, até 2022) e foi premiado por projetos como Pra onda não me tirar (Paço das Artes, 2025) e Furo no olho (OMA Galeria, 2024). Trabalhou como curador-pesquisador e coordenador local em projetos internacionais do Pivô Arte e Pesquisa, além de atuar como pesquisador em acervos de instituições como Instituto Suanê, Pinacoteca de São Paulo, MAC-USP, Instituto Itaú Cultural, entre outros. Lecionou e desenvolveu pesquisas em instituições no Brasil e no exterior, como SESC-SP, MAM-SP, College of the Holy Cross (EUA), Wits University (África do Sul), e MAC do Chile. Tem publicações no Brasil e fora, incluindo os catálogos das exposições de Lúcia Suanê (MAC-USP, 2024), Neide Sá (Pinacoteca, 2025), Desreceitas, de Rose Klabin (Martins Fontes, 2024), Pedro Escosteguy (Superfície, 2025), e Fullgás (CCBB, 2024).CONSERVAÇÃO Talita Desserie Santos é pós graduada no curso de Museologia, Curadoria e Colecionismo (Belas Artes), cursou Bacharelado em História (Fundação Santos André), Assistente de Conservação Preventiva e Restauro de Papel e Fotografia (Senai Theobaldo de Nigris) e Oficina de Conservação e Restauro de Fotografia com Luiz Pavão (Lupa- Lisboa). Possui empresa especializada em gestão, catalogação e organização documental de acervos artísticos e arquivos, além de atuar como restauradora-conservadora de papel e fotografia. É gestora e conservadora responsável pela conservação preventiva, manutenção, catalogação e restauro do Acervo Artístico Ivald Granato desde 2017, do Projeto Fernando Zarif desde 2015 e do Instituto Lucia Suanê desde 2021 pelo qual foi proponente contemplada pelo edital 13/2023 para produção de exposição retrospectiva sobre a artista. Trabalhou como restauradora de fotografia e papel no Ateliê Margot Crescenti de 2013 a 2016 e prestou serviços como laudista/conservadora para o MASP em 2022. Supervisionou o Projeto de Exposição ‘O Pernambuco cósmico de Suane’ ocorrido no MAC-USP em 2024 contemplado pelo Edital Proac No. 12/2023 de apoio às artes visuais e o Projeto de Preservação, Digitalização e difusão do Acervo Fotográfico do Artista Ivald Granato contemplado pelo Edital Proac Expresso 28/2021. Atuou como técnica de Conservação no Projeto acervo na Casa do Olhar Luiz Sacilotto - Prefeitura Municipal de Santo André (2011).Projeto Fernando Zarif Criado em 2011, por uma iniciativa da família e amigos de Fernando Zarif, surgiu com o intuito de conservar, estudar e divulgar sua obra. Com o auxílio de uma equipe especializada, o processo se iniciou com a reunião de todo o trabalho de Fernando e a análise cautelosa de suas obras para que pudessem ser mantidas e preservadas de forma adequada. Hoje o projeto já conta com mais de 2.000 obras catalogadas e segue no processo de catalogação, restauração e acondicionamento. O projeto conta com espaço de exposição, reserva técnica climatizada, mobiliários e materiais de conservação desenvolvidos pensando nas especificidades das obras do artista. Temos como missão ir além do simples tratamento de obras de arte. Buscamos unir a coleção à proposta artística e a identidade de seu criador, através do tratamento documental e exposição de: objetos, materiais, livros, textos e fotografias relacionados à sua construção como artista multifacetado.Projeto GráficoDaniel Viana Mendonça é Designer gráfico/editorial e coordenador editorial. Cursou Comunicação Social, com habilitação em Publicidade e Propaganda, na UFRJ, e graduou-se em Design Gráfico pela Universidade Estácio de Sá (2012). Desde 2016, é coordenador editorial e designer na Pallas Editora, onde é responsável pelo fluxo de produção editorial e identidade visual de todos os projetos da editora, atuando diretamente com preparadores, revisores, designers, tradutores, e na interface de produção com gráficas. Além de capista de inúmeros livros, atuou como ilustrador no livro Esconjuro! – a corda e o cordel na Revolta dos Alfaiates. Também para a Pallas, atuou como representante de direitos internacionais na Feira do Livro de Bolonha em 2022, 2023 e 2025. Trabalhou como designer gráfico na Editora Capivara, sendo responsável pela elaboração de projetos gráficos e diagramação de livros e catálogos de obras de arte, dentre eles Brasiliana Itaú: uma grande coleção dedicada ao Brasil, Vik Muniz: Obra Completa e Franz Post e o Brasil Holandês. Trabalhou no escritório Mary Dutra Design (2011-2013), produzindo materiais gráficos para empresas como Coca Cola, Ipiranga, ABEMI e EBSE. Trabalhou como editor de arte na Learning Factory (2013-2016), editora do grupo Cultura Inglesa, fazendo a direção de arte e supervisionando a elaboração de materiais editoriais didáticos para cursos de inglês e escolas bilíngues. Para a FAU/UFRJ, atuou como designer e coordenador editorial dos livros Praça Pr’alemão Ter – o germinar de uma praça verde no morro do alemão, e Complexo do Alemão: uma bibliografia comentada (2017). Recentemente, desenvolveu a identidade visual da exposição e o projeto gráfico do catálogo O Pernambuco cósmico de Suanê (MAC USP, 2024).Proponente / Produção ExecutivaA Aresta Produções é uma produtora cultural dedicada à concepção, gestão e realização de projetos artísticos de grande porte, com atuação destacada em exposições, mostras e eventos no Brasil e no exterior. Fundada por Veridiana Simons, profissional com mais de 10 anos de experiência no setor cultural, a Aresta consolidou sua atuação em diferentes frentes, que incluem planejamento estratégico, produção executiva, coordenação logística e orçamentária, além de assessoria em leis de incentivo e captação de recursos. Entre os projetos recentes, destaca-se a produção executiva da exposição Encruzilhadas da Arte Afro-Brasileira (2023–2025), com curadoria de Deri Andrade, apresentada nos Centros Culturais Banco do Brasil de São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Salvador. A produtora também traz em sua trajetória uma longa colaboração com a Fundação Bienal de São Paulo (2013–2021), atuando em três edições consecutivas da mostra: a 31ª Bienal (Como (…) coisas que não existem, 2014), a 32ª Bienal (Incerteza Viva, 2016) e a 33ª Bienal (Afinidades Afetivas, 2018).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.