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O projeto CENTRAL propõe a realização de um festival de artes visuais gratuito, que tem como eixo principal o diálogo das artes visuais com diferentes linguagens artísticas, integradas a patrimônios arquitetônicos e espaços públicos. A programação contempla exposições, instalações, intervenções urbanas, projeções audiovisuais, apresentações musicais, espetáculos de dança e publicação editorial, organizados em formato de circuito cultural aberto e gratuito ao público.
O projeto CENTRAL propõe a realização de um festival de artes visuais no Centro do Rio de Janeiro, estruturado em múltiplos produtos culturais que integram diferentes linguagens artísticas em diálogo com patrimônios arquitetônicos e espaços públicos.A programação contempla uma exposição individual e duas exposições coletivas de artes visuais; quatro instalações temporárias em edifícios de referência histórica; três intervenções urbanas em áreas públicas; e uma projeção audiovisual de grande escala. O festival inclui ainda apresentações musicais, espetáculos de dança contemporânea e a edição de uma publicação editorial reunindo registros críticos e visuais.Ao ocupar diferentes espaços simbólicos do Centro, o CENTRAL estabelece um circuito cultural de acesso gratuito que articula artes visuais, música, dança e intervenções urbanas, promovendo um encontro entre artistas, públicos e a cidade.
Objetivo GeralO festival CENTRAL vai promover a circulação de obras e artistas das artes visuais em suas múltiplas linguagens, fortalecendo o Centro do Rio de Janeiro como espaço de produção, difusão e reflexão cultural. De forma complementar, o projeto integrará pontualmente apresentações de música e dança, ampliando o diálogo das artes visuais com outras expressões artísticas e com o patrimônio arquitetônico e urbano. Como resultado principal, o festival busca contribuir para a revitalização do Centro do Rio de Janeiro e para a democratização do acesso às artes visuais, frequentemente restritas a circuitos especializados.Objetivos Específicos1) FESTIVAL DE ARTES VISUAIS: Estrutura para o evento de 10 dias em 12 locais diferentes, com as seguintes ações culturais:2) EXPOSIÇÃO CULTURAL:. Organizar 3 exposições de artes visuais ( 1 individual e 2 coletivas), reunindo obras em diferentes linguagens, em diálogo com patrimônio arquitetônico.. Viabilizar a concepção e apresentação de 4 instalações artísticas temporárias de 4 artistas, em espaços culturais e urbanos.. Promover ocupações artísticas de 3 artistas em áreas públicas com intervenções urbanas, estimulando novas leituras do espaço da cidade.. Realizar 1 projeção audiovisual de grande escala, articulando artes visuais e tecnologia digital.3) APRESENTAÇÃO MUSICAL:. Realizar 3 shows musicais, estabelecendo diálogo pontual entre música e artes visuais.4) APRESENTAÇÃO DE DANÇA:. Apresentar 3 espetáculos de dança contemporânea em espaço público, como ação complementar de integração artística.5) PUBLICAÇÃO:. Produzir e distribuir 1 publicação editorial em formato Livro/revista reunindo conteúdos críticos e cvuradoria visuais sobre o festival com tiragem de 2.000 exemplares para distribuição gratuita, além de versão digital gratuita disponibilizada no site do festival.
O projeto CENTRAL propõe a realização de um festival de artes visuais gratuito, estruturado em exposições, instalações, intervenções urbanas, projeções audiovisuais, apresentações musicais, espetáculos de dança e publicação editorial. Sua concepção parte do entendimento de que a cultura é vetor de transformação social, econômica e urbana, especialmente no Centro do Rio de Janeiro, território de relevância histórica e simbólica em processo de renovação.A realização do festival é justificada pela necessidade de ampliar e democratizar o acesso às artes visuais, que muitas vezes permanecem restritas a circuitos especializados. Ao ocupar espaços públicos e arquitetônicos relevantes, o projeto promove um diálogo entre arte, cidade e população, fortalecendo vínculos sociais, estimulando novas formas de apropriação do espaço urbano e contribuindo para a valorização da memória cultural e do patrimônio material.A utilização de recursos públicos por meio da Lei de Incentivo à Cultura é fundamental devido à abrangência e à gratuidade da programação, que exige altos investimentos em produção, montagem, logística, acessibilidade e comunicação. O apoio via incentivo fiscal garante que todas as atividades sejam viabilizadas em padrão técnico e artístico adequado, assegurando a democratização do acesso.Com relação aos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto se enquadra em:I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Os objetivos alcançados conforme Art. 3º da Lei 8313/91, são:II - Fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
1) Beneficiários de passagens aéreas: NY x RJ x NY - Artista Kara Walker e equipe2) Beneficiários de passagens aéreas: SP x RJ x Sp - Artista Criolo e equipe3) Plano de Distribuição:O público total estimado para o projeto é de 100.000 pessoas, considerando o conjunto de todas as atividades e produtos culturais integrantes do Festival.Os quantitativos indicados em cada produto — Festival (100.000), Exposição (100.000), Apresentações Musicais (10.000), Apresentações de Dança (3.000) e Livro/Revista (2.000 exemplares) — não representam públicos distintos, e sim estimativas de participação ou alcance dentro do mesmo universo de público geral.Assim, o número total de 100.000 pessoas corresponde ao público único global do projeto, que poderá vivenciar mais de um produto ou atividade ao longo do evento. Os números atribuídos a cada produto refletem apenas projeções de participação específica em cada ação, sem somatório entre si.Produto Festival: 100.000Produto Exposição: 100.000Produto Apresentações Musicais: 10.000Produto Apresentação Dança: 3.000Produto Livro( Revista): 2.000
Com base na pré-curadoria realizada, apresentamos a seguir a programação preliminar do Festival, que poderá sofrer alterações em função dos convites aos artistas e da confirmação dos locais.. A realização de um circuito de atividades artísticas integradas em espaços culturais e urbanos do Centro do Rio de Janeiro, reunindo múltiplas linguagens.. Exposição Individual de Artes Visuais: mostra temporária com obras do artista Rubem Grilo na Biblioteca Nacional em diálogo com patrimônio arquitetônico.. Exposições Coletivas de Artes Visuais: organização de 2 mostras temporárias com obras de artistas nacionais e internacionais, em diálogo com patrimônios arquitetônicos e espaços públicos, Centro Cultural Hélio Oiticica e Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira.. Instalações Artísticas em Espaços Fechados: concepção e montagem de 4 instalações temporárias: Ernesto Neto no Palácio Capanema, Lucia Koch no Teatro Carlos Gomes, Marcela Cantuária na estação central do Brasil e Kara Walker (artista internacional) no Centro da Ação e Cidadania. Todos os trabalhos dialogam com os espaços arquitetônicos e públicos.. Intervenções Urbanas: ocupações artísticas de 3 artistas em áreas públicas, propondo novas leituras do espaço urbano. Vivian Cacuri no Passeio Público, Emmanuel Nassar na Cinelândia e Tatiana Blass na Praça XV.. Projeções Audiovisuais: exibição de trabalho em vídeo, mapping e projeções de grande escala em prédios da praça Tiradentes pelo artista Carlos Vergara.. Apresentações Musicais: realização de 2 rodas de samba, em diálogo com as artes visuais apresentadas e o espaço que ocupam na cidade. Realização de um show na praça XV com artistas “cariocas” celebrando nossa cultura musical.. Espetáculos de Dança: apresentação de companhias de dança, contemplando as diferentes vertentes da dança contemporânea usando a praça do Campo de Santana do centro do Rio de Janeiro como cenário.. Publicação Editorial: publicar um livro/revista editada pelo poeta, curador e professor de literatura Eucanaã Ferraz. A publicação vai reunir entrevistas, perfis, artigos, obras gráficas inéditas, ensaios fotográficos.Especificação Técnica Livro/Revista:Tema Central A publicação CENTRAL será um livro-revista bilíngue (português/inglês) que acompanhará cada edição do Festival Internacional de Arte CENTRAL. Funcionará como catálogo das exposições e registro documental, além de reunir textos críticos e ensaios visuais sobre o diálogo entre arte contemporânea, espaço urbano e cultura popular no Centro do Rio de Janeiro. A obra explora a cidade como palco e matéria da arte, refletindo sobre como as práticas artísticas transformam o imaginário e o uso do espaço público.Estrutura e Capítulos A publicação será organizada em seções que combinam documentação, reflexão e imagem:Editorial / Introdução: textos do diretor-geral e do conselho curatorial apresentando o conceito da edição.Cidade Viva: ensaio visual sobre o Centro do Rio, com registros fotográficos e depoimentos.Movimentos: documentação das obras e ações do festival — exposições, instalações, performances, dança, música e intervenções.Conversas e Ensaios: entrevistas e artigos de curadores e artistas sobre arte, cidade e memória.Registro e Legado: cronologia, ficha técnica, bastidores e caderno de imagens que preservam a memória do festival.Relevância Cultural A publicação CENTRAL é relevante por três aspectos principais:Memória e documentação: registra e preserva o legado do festival e das ocupações artísticas no Centro do Rio de Janeiro.Formação e debate crítico: amplia o diálogo entre artistas, pensadores e público sobre arte, urbanismo e patrimônio.Difusão e internacionalização: edição bilíngue que promove o intercâmbio cultural e amplia o alcance da produção artística brasileira.Paginação, material e editoração· Formato: 20 x 28 cm (formato grande, visual, entre revista e livro de arte).· Extensão: aproximadamente 200 páginas.· Idioma: português / inglês (bilingue).· Projeto gráfico: design contemporâneo com forte uso de imagem, tipografia limpa e grid modular.· Impressão: quatro cores, offset de alta qualidade.· Miolo: papel couchê fosco 150g/m², garantindo boa reprodução fotográfica.· Capa: cartonada com orelhas, acabamento laminado fosco com verniz localizado.· Encadernação: lombada quadrada, colada e costurada.NÚCLEOS Dividiremos o centro do Rio em 4 núcleos para facilitar a experiência das pessoas. Para cada um desses núcleos ofereceremos uma programação artística com artes visuais, experiências musicais e um guia de gastronomia e curiosidades da região para deixar a experiência ainda mais completa e jogar luz nos estabelecimentos já existentes fomentado também outros setores da economia.O primeiro núcleo será na região entre o Palácio Capanema e a Cinelândia.O Palácio Capanema é um marco da arquitetura moderna brasileira, reaberto ao público após um longo período de restauração. O edifício será um dos pontos centrais do festival, nele teremos a instalação de Ernesto Neto, um espaço para receber a imprensa e abastecer os visitantes com todas as informações do projeto. Já na Cinelândia acontece a exposição individual de Rubem Grilo na Biblioteca Nacional. Fundada oficialmente em 1810, sua origem remonta à chegada da família real portuguesa ao Brasil, o novo prédio inaugurado em 1910 tem estilo eclético, com elementos neoclássicos e art nouveau. Além de ser um centro de pesquisa, a instituição é responsável por captar, guardar e difundir a produção intelectual e cultural do país.Ainda na Cinelândia, teremos uma instalação artística de Emmanuel Nassar e na Praça XV uma da artista visual Tatiana Blass.A programação desse núcleo fica completa com apresentações de DJs abertas ao público e um palco montado na Praça XV com música brasileira.O segundo núcleo será na região portuária próxima ao Cais do Valongo.O centro desse núcleo será no galpão da Ação da Cidadania com a intervenção artística da artista internacional Kara Walker, artista contemporânea americana, mais conhecida por suas instalações de silhuetas em papel recortado que exploram de forma crua e provocativa questões de raça, gênero, sexualidade e violência. Nascida em 1969, sua obra mergulha na história da escravidão nos Estados Unidos e nas feridas psicológicas que ela deixou, desafiando a forma como essa narrativa é contada.No MUHCAB, Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira, que fica na região, teremos uma das exposições coletivas.No Cais do Valongo, sítio arqueológico de enorme importância histórica e cultural, o local foi o principal porto de entrada de africanos escravizados no Brasil e nas Américas. Nesse espaço celebraremos nossa cultura com a roda de samba com convidados.O terceiro núcleo será na região do Campo de Santana ou Praça da República. Ao longo dos séculos, a área testemunhou eventos históricos como a aclamação de Dom Pedro I, a Proclamação da República (que lhe deu o nome atual) e os protestos da Revolta da Vacina. Nesse espaço, o público poderá assistir a uma apresentação de cia de Deborah Colker e mais duas companhias de dança, celebrando a dança contemporânea brasileira. Atravessando para o outro lado da Avenida Presidente Vargas a Central do Brasil vai receber os murais gigantes da artista visual Marcela Cantuária.O quarto núcleo será na região da Praça Tiradentes.A praça Tiradentes é um importante ponto histórico e cultural no Centro do Rio de Janeiro com muitas atrações, uma delas o Teatro Carlos Gomes. Ocuparemos o mesmo com uma intervenção artística da artista visual Lucia Koch.Na Praça Tiradentes, um vídeo mapping do artista visual Carlos Vergara com apresentação do Cacique de Ramos, um dos mais tradicionais e importantes blocos de carnaval e celeiro de sambistas do Rio de Janeiro.Já no centro Cultural Helio Oiticica mais uma exposição coletiva e para finalizar uma intervenção artística de Vivian Cacuri no Passeio Público.
1) PRODUTO CULTURAL: FESTIVALa. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O Festival CENTRAL será realizado em 12 locais diferentes, incluindo espaços fechados e áreas públicas. O projeto busca atender às normas de acessibilidade, garantindo a circulação segura e autônoma de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e idosos, sempre que for possível a adaptação física em cada contexto. Ajustes específicos de acordo com cada espaço, sem ônus desproporcional. Serão adotadas as seguintes medidas:- Vagas de estacionamento reservadas para idosos e pessoas com deficiência, quando houver estacionamento disponível no local;- Banheiros adaptados para pessoas com mobilidade reduzida em espaços fechados (não se aplicando a áreas públicas abertas utilizadas para intervenções urbanas e projeções audiovisuais);- Rampas de acesso e/ou elevadores para facilitar a locomoção, em locais que já disponham desses recursos ou sempre que seja possível realizar adaptações temporárias compatíveis. b. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: Para pessoas com deficiência visual:- Audiodescrição: narração da obra exposta e espaço expositivo (recurso através de QR Code) e dos acontecimentos no palco para pessoas com deficiência visual ou com baixa visão;Para pessoas com deficiência auditiva:- Atendimento especializado em Libras nos locais fechados, onde terá estrutura de apoio e equipe de receptivo.Para pessoas com deficiência intelectual e autistas:Nos locais fechados, onde é possível montar estrutura de apoio e equipe de receptivo, serão adotadas as seguintes medidas:- Monitoria inclusiva especializada: equipe capacitada para auxiliar pessoas com deficiência intelectual, psicossocial e público autista;- Abafadores de ruído: disponibilizados para pessoas com hipersensibilidade auditiva;- Óculos escuros: disponibilizados para reduzir a exposição à luz em casos de hipersensibilidade sensorial.2) PRODUTO CULTURAL: EXPOSIÇÃO DE ARTEa. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O Festival CENTRAL será realizado em 12 locais diferentes, incluindo espaços fechados e áreas públicas. O projeto busca atender às normas de acessibilidade, garantindo a circulação segura e autônoma de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e idosos, sempre que for possível a adaptação física em cada contexto. Ajustes específicos de acordo com cada espaço, sem ônus desproporcional. Serão adotadas as seguintes medidas:- Vagas de estacionamento reservadas para idosos e pessoas com deficiência, quando houver estacionamento disponível no local;- Banheiros adaptados para pessoas com mobilidade reduzida em espaços fechados (não se aplicando a áreas públicas abertas utilizadas para intervenções urbanas e projeções audiovisuais);- Rampas de acesso e/ou elevadores para facilitar a locomoção, em locais que já disponham desses recursos ou sempre que seja possível realizar adaptações temporárias compatíveis.b. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: Para pessoas com deficiência visual:- Audiodescrição: narração da obra exposta e espaço expositivo (recurso através de QR Code)Para pessoas com deficiência auditiva:- Atendimento especializado em Libras nos locais fechados, onde terá estrutura de apoio e equipe de receptivo.Para pessoas com deficiência intelectual e autistas:Nos locais fechados, onde é possível montar estrutura de apoio e equipe de receptivo, serão adotadas as seguintes medidas:- Monitoria inclusiva especializada: equipe capacitada para auxiliar pessoas com deficiência intelectual, psicossocial e público autista;- Abafadores de ruído: disponibilizados para pessoas com hipersensibilidade auditiva;- Óculos escuros: disponibilizados para reduzir a exposição à luz em casos de hipersensibilidade sensorial.3) PRODUTO CULTURAL: APRESENTAÇÃO MUSICALa. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: - Reserva de assentos em locais de fácil acesso para facilitar a entrada e saída de pessoas usuárias de cadeiras de rodas ou mobilidade reduzida; b. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: Para pessoas com deficiência visual:- Audiodescrição: narração da apresentação e do que ocorre no palco;Para pessoas com deficiência auditiva:- Tradução dos shows em Libras Para pessoas com deficiência intelectual e autistas:Nos locais fechados, onde terá estrutura de apoio e equipe de receptivo, serão adotadas as seguintes medidas:- Monitoria especializada inclusiva: equipe capacitada para auxiliar pessoas com deficiência, incluindo autistas e pessoas com deficiência intelectual ou psicossocial;- Abafadores de ruído: disponíveis para pessoas com hipersensibilidade auditiva.- Disponibilização de óculos escuros para diminuir a exposição à luz para pessoas com TEA;4) PRODUTO CULTURAL: APRESENTAÇÃ DE DANÇAa. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: - Reserva de assentos em locais de fácil acesso para facilitar a entrada e saída de pessoas usuárias de cadeiras de rodas ou mobilidade reduzida; b. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: Para pessoas com deficiência visual:- Audiodescrição: narração da apresentação e do que ocorre no palco;Para pessoas com deficiência auditiva:- Tradução em Libras se for adequado ao conteúdo Para pessoas com deficiência intelectual e autistas:- Monitoria especializada inclusiva: equipe capacitada para auxiliar pessoas com deficiência, incluindo autistas e pessoas com deficiência intelectual ou psicossocial;- Abafadores de ruído: disponíveis para pessoas com hipersensibilidade auditiva.- Disponibilização de óculos escuros para diminuir a exposição à luz para pessoas com TEA;5) PRODUTO CULTURAL: PUBLICAÇÃO LIVRO/REVISTAa. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Não se aplicab. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: Para pessoas com deficiência visual:- A versão digital da publicação será disponibilizada gratuitamente no site oficial do projeto em PDF acessível, compatível com leitores de tela. Para pessoas com deficiência auditiva:Por se tratar de conteúdo essencialmente textual, o produto é naturalmente acessível a pessoas com deficiência auditiva.Para pessoas com deficiência intelectual e autistas:Será disponibilizado um resumo em linguagem simples no site do projeto, explicando o conteúdo e os objetivos da publicação. A página seguirá princípios de design limpo, contraste adequado e navegação intuitiva, facilitando o acesso e a compreensão.Acessibilidade na comunicação e divulgação: Todas as informações sobre o festival serão divulgadas em formatos acessíveis, garantindo ampla comunicação das ações de acessibilidade. Serão adotadas as seguintes medidas:- Materiais de divulgação acessíveis: conteúdos disponibilizados em texto alternativo, Libras e formatos de leitura fácil; - Informações claras sobre acessibilidade: divulgação de todas as medidas adotadas para garantir o acesso ao evento.
Comercialização/Distribuição:Projeto 100% Gratuito, totalmente democrático em todos seus pontos de contato.Ampliação do acesso:Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte porcento);Projeto 100% Gratuito, totalmente democrático em todos seus pontos de contato.PRODUTO: Contrapartida socialProposta sem comercialização de ingressos ou produtos culturais, estando assim dispensado de realização de contrapartida social conforme Art 49 da IN 23/2025.
- Coordenação Geral: Arara - Proponente - dentro de custos administrativos- Nome Completo: Raul Mourão - Função no projeto: Conselho Curatorial Raul Mourão é artista visual expoente da geração carioca dos anos 1990, construiu uma trajetória marcada pela investigação crítica do espaço urbano, traduzida em esculturas, instalações, vídeos, desenhos, fotografias e performances. Sua obra articula humor, política e forma, transformando elementos cotidianos da paisagem da cidade — como grades, cercas e estruturas metálicas — em metáforas sobre convivência, segurança e liberdade. Vive e trabalha no Rio de Janeiro e já realizou exposições individuais em instituições de destaque, como Casa França-Brasil (2023), Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (2012), Museu da República (2018), Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia – MuBE (2016) e Americas Society (Nova York, 2023). Também apresentou projetos em espaços internacionais como o Bronx Museum (Nova York), Museum Beelden Aan Zee (Haia), Bienal de Vancouver (Canadá) e Mana Contemporary (Miami). Participou de mostras coletivas como Modos de Ver o Brasil – Itaú Cultural 30 anos (Oca, 2017) e Utopias e Distopias (MAM-BA, 2022). Suas obras integram coleções de instituições como o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio), Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC-Niterói), Museu de Arte do Rio (MAR), Instituto Itaú Cultural e ASU Art Museum (EUA).- Nome Completo: Luiza Mello- Função no projeto: Conselho Curatorial:Luiza Mello é historiadora e curadora, formada em História pela Universidade de São Paulo (USP) e em História da Arte pela Sorbonne (Paris I), com pós-graduação em História da Arte e da Arquitetura do Brasil pela PUC-Rio. Desde 2000 atua na concepção, curadoria e produção de exposições de arte contemporânea no Brasil e no exterior.Em 2006 fundou a Automatica Produções, onde é diretora geral e coordenadora de projetos. Desde então, realizou exposições e publicações de artistas consagrados e emergentes, entre eles Luiz Zerbini, Carlos Vergara, Gabriela Machado, Marcos Chaves, Barrão e Raul Mourão. Como editora da Automatica Edições, publicou livros de arte de referência no circuito contemporâneo brasileiro.Entre seus principais projetos recentes estão as exposições Negros na Piscina (Pinacoteca do Ceará, 2022), Festas, Sambas e Outros Carnavais (Museu do Pontal, 2023), Alterações Vividas Absolutamente Fantasiosas (Sesc Av. Paulista, 2023) e Luiz Zerbini: Paisagens Ruminadas (CCBB Rio e Brasília, 2024). Atuou também como curadora de mostras internacionais, como Dreaming Awake (Marres, Maastricht, 2018) e Perspectives on Contemporary Brazilian Art (Art Berlin, 2018). - Nome Completo: Jonathan Nunes - Função no projeto: Conselho Curatorial:Jonathan Nunes é curador, produtor e designer, doutorando e mestre em Design pela Escola Superior de Desenho Industrial da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (ESDI/UERJ), onde também se graduou em Desenho Industrial, com habilitação em Comunicação Visual e Produto. Realizou graduação sanduíche em Fine Arts na Kwantlen Polytechnic University, em Vancouver (Canadá), com bolsa do programa Ciência sem Fronteiras (CNPq).Desde 2016 atua como gerente de atelier e produtor executivo do artista Raul Mourão, desenvolvendo projetos de artes visuais no Brasil e no exterior, incluindo exposições em instituições como o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio), Casa França-Brasil, Bronx Museum (Nova York) e Americas Society (Nova York). É integrante do coletivo de arte RATO, dedicado à pesquisa e produção de projetos experimentais e de performance.Atuou também na plataforma Jacaranda, na Villa Aymoré (RJ), e em produções para artistas e instituições como Michel Groisman, Cabelo e EAV Parque Lage.- Nome Completo: Fred Coelho - Função no projeto: ConsultorFred Coelho é pesquisador, escritor e professor de Literatura, Cultura e Contemporaneidade na PUC-Rio. Formado e mestre em História pela UFRJ e doutor em Literatura pela PUC-Rio, atua entre os campos da literatura, das artes visuais e da música popular brasileira. Publicou, entre outros, Infraturas – Cultura e Contracultura no Brasil (Cobogó, 2025), Jards Macalé – Eu só faço o que quero (Numa, 2020) e Eu, brasileiro, confesso minha culpa e meu pecado – cultura marginal no Brasil 1960/1970 (Civilização Brasileira, 2010). Foi colunista do jornal O Globo e colaborou em periódicos como Serrote, Zum e Revista de História da Biblioteca Nacional.Entre suas atividades curatoriais, destacam-se Travessias – Arte Contemporânea na Maré (Galpão Bela Maré, 2011), Gil 70 (Centro Cultural dos Correios, 2012) e Tropicália – um disco em movimento (CCBB, 2017). Colaborou com textos para exposições de artistas como Luiz Zerbini, Raul Mourão, Maria Laet, Lygia Clark e Hélio Oiticica. Foi diretor do Museu Universitário Solar Grandjean de Montigny (PUC-Rio) entre 2019 e 2024 e assessor de curadoria do MAM-Rio.Também atua em pesquisa e roteiro para o audiovisual, com participações em filmes e séries como Heleno (2012), A Semana sem fim (2022) e Gilberto Gil – Amigos, Sons, Palavras (Canal Brasil, 2019). É um dos curadores do portal Rio Memórias e orientador das oficinas de escrita da FLUP – Festa Literária das Periferias.- Nome Completo: Malu Barreto - Função no projeto: Diretora Geral Com MBA em Marketing e Media pela Columbia University, trabalhou no grupo LVMH na área de marketing e varejo da Louis Vuitton em Nova Iorque durante quatro anos, para depois assumir a diretoria de marketing mundial da marca Valentino por oito anos, trabalhando em Nova Iorque, Milão e Roma.Em 2006, foi diretora de marketing da Lancôme no grupo L'Oreal no Brasil. Em 2007, se torna responsável pela Divisão de Produtos de Luxo da L'Oreal, com um total de 16 marcas, dentre elas YSL, Lancôme, Giorgio Armani, Polo Ralph Lauren e Kiehl's. Em 2013 fundou a Arara.- Nome Completo: Pedro Igor Studart Alcântara Costa - Função no projeto; Diretor Geral Pedro Igor Studart Alcântara Costa é graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas e atua há mais de 20 anos na área cultural. É sócio-diretor da ARARA (antiga Lúmen Consultoria) e foi assessor especial de assuntos estratégicos na Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro (2011–2012). Como sócio da Nós Outros Produções (2006–2011), esteve à frente da idealização e produção de exposições, espetáculos teatrais, festivais de dança e cinema, além da produção de shows e filmes como Insolação, de Daniela Thomas e Felipe Hirsch. Participou da produção e co-produção de importantes mostras e performances internacionais, como Yoko Ono e Pina Bausch, e de exposições como Tropicália (MAM-RJ). Atuou ainda na empresa CulturAção (2003–2005), com consultoria para produtoras de cinema e projetos culturais de grande porte no Brasil e no exterior, e foi consultor da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (2001), responsável por cursos e elaboração de materiais de referência para proponentes e empresas.- Nome Completo: Luzia Canepa - Função no projeto; Direção de produção Formada em Propaganda pela PUC-RIO, com MBA em Marketing pelo IBMEC, iniciou sua carreira em agências de propaganda, onde teve a oportunidade de desenhar estratégias de marca para grandes anunciantes como a Telefônica Celular. Já na Vivo em 2003, foi responsável pelo branding do lançamento da marca que unificou diversos mercados. A partir de 2005, decidiu migrar para o Live Marketing e como Diretora Executiva da Dream Factory, liderou os grandes eventos da cidade do Rio de Janeiro, como Rio Gastronomia, Maratona do Rio, Árvore de Natal da Lagoa, Roda Skol, JMJ (jornada mundial da juventude), entre outros.Em 2015 fundou a LUUC PROJETOS, onde atua criando, planejando e produzindo projetos de entretenimento e cultura. Em 2023 se formou como especialista em alimentos e bebidas pelo Le Cordon Bleu do Rio de Janeiro.- Nome Completo: Renata Leite - Função no projeto; Coordenação de Leis de Incentivo e prestação de contas Renata Leite é formada em Administração de Empresas e possui MBA em Gestão Cultural, com ampla experiência em leis de incentivo, editais e produção cultural. Ao longo da carreira, assinou a gestão, produção e captação de projetos de destaque nas áreas de audiovisual, música, artes cênicas, humanidades e artes visuais. No audiovisual, esteve à frente de filmes como Elis & Tom – Só Tinha de Ser com Você (2023), longa premiado na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Sérgio Bernardes Documentário (2014), 101 Canções (Nelson Motta) e o MIMPI Film Festival. Nas artes cênicas, participou de produções como Tim Maia – Vale Tudo, o Musical, Janis, Josephine Baker – A Vênus Negra, Anjos do Picadeiro e A Invenção do Amor (com circulação nacional). Na área de humanidades, integra desde 2012 a equipe da FLUP – Festa Literária das Periferias, além de ter coordenado projetos como 100 Anos Vinicius de Moraes e Gentileza, Espaço Imaginário. Em artes visuais, atuou em exposições como Visualismo, Amílcar de Castro, Rio + Foto e Pegadas do Pequeno Príncipe. Na música, foi responsável pela gestão e produção de festivais como o Rio Montreux Jazz Festival (2019 e 2020), o Carnaval de Rua do Rio (2018–2024), o São João Carioca (2012 e 2013), e a Glocal Experience (2023).MINI BIO ARTISTAS – pré-curadoria (sujeito a alteração)Rubem GriloRubem Grilo é gravador e artista gráfico, nascido em 1946 em Pouso Alegre (MG). Estudou na Escola Nacional de Belas Artes (UFRJ) e é reconhecido como um dos principais nomes da xilogravura contemporânea brasileira. Desde os anos 1970 participa de exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior, com obras em acervos de instituições como MAM Rio, MAM São Paulo e Pinacoteca de São Paulo. Vive e trabalha no Rio de Janeiro.Ernesto NetoErnesto Neto é artista visual, nascido no Rio de Janeiro em 1964. Formou-se pela Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV) e é um dos artistas brasileiros de maior reconhecimento internacional. Sua obra investiga corpo, espiritualidade e percepção sensorial por meio de esculturas e instalações imersivas. Participou da Bienal de Veneza (2001 e 2017) e realizou exposições em instituições como Tate Modern (Londres), MoMA (Nova York) e MAM Rio.Lucia KochLucia Koch nasceu em 1966 em Porto Alegre (RS). É formada em Artes Plásticas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e mestre em Poéticas Visuais pela mesma instituição. Sua obra explora luz, cor e arquitetura, criando intervenções que alteram a percepção espacial. Participou de bienais em Veneza (2013), Istambul (2003) e Mercosul, além de exposições no MAM São Paulo, Pinacoteca e Fundação Iberê Camargo. Vive e trabalha em São Paulo.Marcela CantuáriaMarcela Cantuária nasceu no Rio de Janeiro em 1991. É formada em Pintura pela Escola de Belas Artes da UFRJ. Sua obra investiga narrativas de resistência, memória e política, com foco na representação de mulheres e figuras latino-americanas. Participou de exposições no MAR – Museu de Arte do Rio, Instituto Tomie Ohtake e MASP. Em 2021 foi residente na Delfina Foundation, em Londres. Vive e trabalha no Rio de Janeiro.Kara WalkerKara Walker nasceu em 1969, em Stockton, Califórnia (EUA). É formada em Belas Artes pela Atlanta College of Art e mestre pela Rhode Island School of Design. É reconhecida por suas instalações e silhuetas em papel recortado que tratam de temas como raça, gênero, sexualidade e violência. Participou de mostras no MoMA, Whitney Museum, Tate Modern e Kunstmuseum Basel, e representou os Estados Unidos na Bienal de Veneza de 2002. Vive e trabalha em Nova York. Vivian CaccuriVivian Caccuri nasceu em 1986 em São Paulo. É formada em Música pela UNIRIO e mestre em Arte pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UERJ. Sua pesquisa articula som, corpo e espaço, por meio de instalações, objetos e performances. Participou da Bienal de Veneza (2019), Bienal de São Paulo (2018) e Bienal do Mercosul (2013). Vive e trabalha no Rio de Janeiro.Emmanuel NassarEmmanuel Nassar nasceu em 1949 em Capanema (PA). É autodidata e iniciou sua carreira na década de 1980, explorando elementos da cultura popular, da arquitetura vernacular e do design gráfico amazônico. Participou da Bienal de São Paulo (1987 e 2018) e teve retrospectiva no Itaú Cultural (2018). Suas obras integram acervos como os do MAM Rio e da Pinacoteca de São Paulo. Vive e trabalha em Belém do Pará.Tatiana BlassTatiana Blass nasceu em 1979 em São Paulo. É formada em Artes Plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). Sua produção abrange pintura, escultura e performance, explorando processos de transformação e dissolução da forma. Participou da Bienal de São Paulo (2010) e realizou exposições em instituições como MAM São Paulo, CCBB e Instituto Tomie Ohtake. Vive e trabalha em São Paulo.Carlos VergaraCarlos Vergara nasceu em 1941 em Santa Maria (RS). É um dos principais artistas da geração neoconcreta e iniciou sua trajetória na década de 1960. Sua obra combina cor, luz e matéria, explorando impressões e registros de paisagens urbanas e naturais. Realizou exposições em instituições como MAM Rio, MAM São Paulo, Pinacoteca e Fundação Iberê Camargo. Vive e trabalha no Rio de Janeiro.Deborah ColkerDeborah Colker nasceu em 1960 no Rio de Janeiro. É coreógrafa e diretora da Companhia de Dança Deborah Colker, criada em 1994. É formada em Psicologia pela UFRJ e iniciou sua carreira como diretora de movimento em teatro. Dirigiu coreografias para o Cirque du Soleil (OVO, 2009) e para a Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Vive e trabalha no Rio de Janeiro.Pretinho da SerrinhaPretinho da Serrinha (Leandro Joaquim da Silva, n. 1977, Rio de Janeiro) é músico, cantor, compositor e produtor. Iniciou sua carreira no grupo Cacique de Ramos e é reconhecido por sua contribuição ao samba e à música popular brasileira. Trabalhou como instrumentista e produtor com artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Marisa Monte e Seu Jorge.Cacique de RamosFundado em 1961, o Cacique de Ramos é um dos mais importantes blocos carnavalescos e movimentos culturais do Rio de Janeiro. Tornou-se referência no samba e no pagode moderno, revelando artistas como Zeca Pagodinho, Almir Guineto e Jorge Aragão. O grupo mantém atividades regulares em sua quadra em Olaria, sendo considerado patrimônio imaterial da cultura carioca.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.