Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2510507ArquivadoMecenato

Os Afrofuturistas no Teatro

Patala Filmes LTDA
Solicitado
R$ 600,0 mil
Aprovado
R$ 600,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2026-02-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (5)
Feira de Santana BahiaSalvador BahiaRecife PernambucoRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Produzir adaptação teatral da HQ "Os Afrofuturistas - O Ataque dos Kips", obra publicada pelo autor negro Marcelo Oliveira Lima e premiada pelo Itaú Cultural no edital Rumos 2019-2020. A adaptação será dirigida por Rodrigo França (Pequeno Príncipe Preto). Os Afrofuturistas é uma obra voltada para crianças entre 6 e 9 anos de idade e se utiliza de humor e da brincadeira para apresentar conceitos como afrofuturismo e ancestralidade, respeitando a inteligência dos pequenos. O espetáculo teatral terá itinerância por cinco cidades brasileiras, incluindo Salvador e Feira de Santana (Bahia) Bahia, Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Recife (PE).

Sinopse

Adaptação da HQ Os Afrofuturistas – O Ataque dos Kips, do autor negro Marcelo Lima, o espetáculo é dirigido por Rodrigo França (O Pequeno Príncipe Preto) e destinado a crianças entre 6 e 9 anos. A narrativa acompanha três irmãos negros: Cosme, Dandara e Tereza. Um dia, descobrem ser descendentes do herói angolano Sudika-Mbambi e recebem poderes inspirados em figuras históricas e mitológicas afro-brasileiras, como Maria Felipa, Zumbi dos Palmares e Ananse. Entre humor, aventura e ludicidade, a peça aborda conceitos de ancestralidade, diversidade e afrofuturismo, com recursos de animação, trilha sonora ao vivo e estética que mistura referências da cultura afro-brasileira e da ficção científica. Classificação indicativa: Livre.

Objetivos

Obejtivo Geral:Promover a circulação da adaptação teatral da HQ Os Afrofuturistas - O Ataque dos Kips em cidades do Nordeste, fortalecendo o protagonismo cultural negro, democratizando o acesso às artes cênicas e promovendo práticas inclusivas e educativas.Objetivo específico: - Realizar 26 apresentações teatrais do espetáculo Os Afrofuturistas, em cinco cidades brasileiras (Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Feira de Santana e Recife), alcançando público estimado de 2.600 pessoas.- Oferecer 2 sessões exclusivas e gratuitas para estudantes da rede pública de ensino, em Salvador e no Rio de Janeiro, garantindo acesso cultural a crianças e jovens de baixa renda.- Disponibilizar ao menos 15% dos ingressos em formato social, com valor reduzido mediante doação de 1 kg de alimento, destinado a ONGs voltadas à infância.- Realizar uma oficina de dramaturgia online gratuita, com carga horária de 16 horas, destinada a até 15 autores negros selecionados por edital, fomentando a representatividade no campo teatral.- Promover uma oficina de atuação presencial em Salvador, com duração de 4 dias e participação de até 20 atores e atrizes negros, fortalecendo a cena baiana e possibilitando a descoberta de novos talentos.- Assegurar acessibilidade em todas as apresentações, com interpretação em Libras e versão online do texto teatral em audiodescrição, ampliando o alcance para pessoas com deficiência auditiva e visual.- Realizar rodas de conversa pós-espetáculo em todas as cidades da circulação, estimulando o diálogo com o público sobre diversidade, ancestralidade e práticas antirracistas.- Produzir materiais culturais complementares, incluindo 3.000 exemplares de um libreto ilustrado e um audiolivro com a audiodescrição da peça, distribuídos gratuitamente em formato físico e digital.- Gerar capacitação técnica e sensibilização da equipe envolvida para lidar com diferenças raciais, inclusão de pessoas com deficiência e práticas de sustentabilidade (separação de lixo e campanhas ambientais).

Justificativa

O projeto Os Afrofuturistas no Teatro propõe a adaptação da HQ Os Afrofuturistas - O Ataque dos Kips, publicada em 2023, para os palcos, com circulação em cinco cidades brasileiras: Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Feira de Santana e Recife. Voltado principalmente ao público infantil, o espetáculo utiliza humor e ludicidade para apresentar conceitos como afrofuturismo, ancestralidade afro-brasileira, promovendo a valorização da diversidade cultural e contribuindo para a formação de novas gerações de espectadores.Sua pertinência cultural e social dialoga diretamente com os objetivos da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/91). O projeto se enquadra no Artigo 18, que prevê incentivo fiscal integral para iniciativas de artes cênicas que assegurem democratização do acesso. Atende também ao disposto no Art. 1º e Art. 3º, ao garantir o pleno exercício dos direitos culturais e valorizar as expressões dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira, em especial a população negra; e ao Art. 22, ao fomentar a produção e circulação de espetáculos. Além disso, cumpre o Art. 25, ao prever ações concretas de acessibilidade e democratização do acesso.Entre as medidas que garantem esse caráter democrático estão: sessões gratuitas para estudantes de escolas públicas em Salvador e no Rio de Janeiro; ingressos sociais a preços populares, mediante doação de alimentos destinados a ONGs da infância; e a disponibilização de ações de acessibilidade, como tradução em Libras em todas as apresentações e versão do espetáculo em audiodescrição, ampliando o acesso para pessoas surdas e pessoas com deficiência visual.O projeto também se destaca pelo seu compromisso com a formação de novos talentos e o fortalecimento da cena cultural local. Serão realizadas oficinas gratuitas de dramaturgia online, voltadas a autores negros, e oficinas presenciais de atuação em Salvador, direcionadas a jovens atores e atrizes negros, incentivando trajetórias de artistas historicamente sub-representados e abrindo caminhos para uma maior equidade no setor. Essas ações formativas dialogam com a missão da Lei Rouanet de estimular a produção cultural independente e inclusiva, ao mesmo tempo em que contribuem para a sustentabilidade do campo artístico.Outro aspecto relevante é a presença de rodas de conversa pós-espetáculo em todas as cidades da circulação, incentivando o diálogo com famílias e escolas sobre diversidade, ancestralidade e práticas antirracistas. Dessa forma, o projeto transcende a função de entretenimento e atua como ferramenta de conscientização, contribuindo para o fortalecimento da cidadania cultural.Em termos econômicos, Os Afrofuturistas no Teatro movimenta a economia criativa em quatro estados brasileiros, com a geração de empregos diretos e indiretos para artistas, técnicos e produtores culturais. O elenco será majoritariamente nordestino e selecionado por audições abertas, valorizando a representatividade regional e descobrindo novos talentos. Esse recorte também garante que os recursos do projeto circulem em diferentes territórios, estimulando o desenvolvimento local.O projeto incorpora ainda compromissos com a sustentabilidade e inovação: prevê a compensação da pegada de carbono, a inclusão de campanhas ambientais em sua programação e a adoção de práticas como reciclagem e redução do consumo de energia nos teatros parceiros. Além disso, a criação de materiais culturais complementares, como um libreto ilustrado (com 3.000 exemplares distribuídos gratuitamente) e a versão em audiodescrição em formato de audiolivro, amplia o alcance da obra e contribui para a difusão cultural.

Estratégia de execução

O projeto foi um dos contemplados pela Seleção Petrobras Cultural Novos Eixos.

Especificação técnica

1. Espetáculo Teatral – Os Afrofuturistas no TeatroGênero: Teatro infantil / Artes CênicasDuração: 60 minutos por apresentaçãoQuantidade: 26 apresentações em 5 cidades (RJ, SP, Salvador, Feira de Santana, Recife)Espaço cênico: Teatros com capacidade média entre 250 e 400 lugares, com acessibilidade físicaRecursos técnicos: Cenografia inspirada em Salvador, com elementos afro-brasileiros e ficção científica; figurinos originais que mesclam cultura afro-brasileira e estética nerd/sci-fi; trilha sonora ao vivo por DJ; uso de projeções e animações 2DEquipe envolvida: Direção, dramaturgia, elenco de até 6 atores, técnicos de luz, som, cenografia e figurinoClassificação indicativa: LivreContrapartidas: 2 sessões gratuitas para escolas públicas (RJ e Salvador); ingressos sociais em todas as temporadas 2. Oficina de Dramaturgia (Online)Formato: Curso online, via plataforma de videoconferênciaCarga horária: 16 horas (divididas em 4 encontros de 4h cada)Participantes: até 15 autores negros selecionados por editalMateriais didáticos: apostila em PDF, referências bibliográficas e exercícios práticos de escrita dramatúrgicaProjeto pedagógico:Módulo 1 – Estrutura narrativa e construção de personagensMódulo 2 – A dramaturgia afro-brasileira e afrofuturistaMódulo 3 – Adaptação de HQ para teatroMódulo 4 – Escrita prática e feedback coletivoObjetivo: estimular a representatividade no campo da dramaturgia e oferecer formação técnica básica em escrita teatralClassificação indicativa: 18+ 3. Oficina de Atuação (Presencial – Salvador)Formato: Oficina prática de atuação e interpretaçãoCarga horária: 4 dias, 4 horas por dia (total: 16h)Participantes: até 20 atores e atrizes negrosEspaço: sala de ensaio ou teatro parceiro em Salvador, com acessibilidade físicaMateriais didáticos: exercícios corporais, leitura dramatizada, jogos teatrais e construção de cenasProjeto pedagógico:Módulo 1 – Corporeidade afro-brasileira e consciência corporalMódulo 2 – Construção de personagem e improvisaçãoMódulo 3 – Cena e coletividadeMódulo 4 – Mostra final e avaliação coletivaObjetivo: qualificar jovens atores negros e fortalecer a cena teatral baiana, servindo também como audição para elencoClassificação indicativa: 16+ 4. Roda de Conversa Pós-espetáculoFormato: Debate mediado após cada apresentaçãoDuração: 30 a 40 minutosParticipantes: público presente (estimativa: 50 a 100 pessoas por sessão)Condução: diretor, dramaturgo e elenco convidadosObjetivo pedagógico: estimular reflexão sobre diversidade, ancestralidade e práticas antirracistas em família e na escolaClassificação indicativa: Livre 5. Livreto Ilustrado do EspetáculoFormato: publicação impressa e digitalPaginação: 32 páginas (miolo colorido)Tiragem: 3.000 exemplares impressos + versão em PDF gratuita no site do projetoConteúdo: texto da dramaturgia adaptada, ilustrações dos personagens, contextualização do afrofuturismo, notas educativas e ficha técnicaMateriais: papel couchê 150g, impressão coloridaObjetivo pedagógico: oferecer material de apoio para professores, famílias e estudantes, promovendo a continuidade do aprendizado após o espetáculoClassificação indicativa: Livre 6. Audiodescrição em formato de AudiolivroFormato: arquivo sonoro digital (MP3/Streaming)Duração: aproximadamente 70 minutos (incluindo descrição de cenas, figurinos e expressões)Disponibilização: gratuita em plataformas digitais (Spotify, site do projeto)Materiais: roteiro de audiodescrição, gravação em estúdio, edição de somObjetivo pedagógico: garantir acesso a pessoas cegas ou com deficiência visual, permitindo compreensão integral da obraClassificação indicativa: Livre

Acessibilidade

Acessibilidade Física Todas as apresentações do espetáculo serão realizadas em teatros que já contam com condições de acessibilidade arquitetônica, incluindo rampas de acesso, banheiros adaptados, áreas reservadas para cadeirantes e sinalização de emergência acessível. Onde houver, serão utilizados guias táteis para orientação de pessoas com deficiência visual. A produção acompanhará de perto a adequação dos espaços e garantirá a reserva de assentos prioritários para pessoas com deficiência, idosos e gestantes, conforme legislação vigente.Acessibilidade de Conteúdo O projeto prevê medidas de acessibilidade comunicacional que possibilitam a compreensão plena do espetáculo por diferentes públicos:Interpretação em Libras em todas as apresentações, garantindo acesso ao público surdo;Audiodescrição integral do espetáculo, disponibilizada em formato de audiolivro online e gratuito, acessível em plataformas digitais;Legenda descritiva em materiais de divulgação digitais (posts e vídeos em redes sociais), assegurando maior alcance e compreensão;Visita sensorial: sempre que possível, será oferecida a experiência de visitação ao palco e cenários para grupos de pessoas cegas, possibilitando contato tátil com adereços e figurinos.

Democratização do acesso

A distribuição e comercialização dos ingressos seguirá uma lógica inclusiva:Sessões gratuitas para estudantes de escolas públicas (uma em Salvador e outra no Rio de Janeiro);Ingressos sociais em todas as cidades, com preço reduzido mediante doação de 1 kg de alimento, destinado a ONGs da infância;Ingressos a preços populares (valor médio de R$ 40,00), em patamar acessível e adequado ao perfil do público-alvo. Além das apresentações, o projeto contempla:Ensaio aberto em Salvador, permitindo que estudantes e grupos comunitários acompanhem parte do processo criativo;Oficinas paralelas e gratuitas de dramaturgia (online) e de atuação (presencial em Salvador), voltadas a jovens autores e atores negros;Transmissão pela internet de trechos e bastidores do espetáculo, acompanhados de entrevistas e rodas de conversa, ampliando o alcance para públicos que não possam estar presencialmente nos teatros;Rodas de conversa pós-espetáculo em todas as cidades, promovendo reflexão coletiva sobre diversidade, ancestralidade e práticas antirracistas.

Ficha técnica

Marcelo Oliveira Lima – Dramaturgia / Coordenação do projeto Escritor, roteirista e produtor. Autor da HQ Os Afrofuturistas (Editora Veneta/Itaú Cultural, 2023). Vencedor do Prêmio João Ubaldo Ribeiro pela HQ O Bicho que Chegou à Feira e do Troféu Angelo Agostini pela obra Lucas da Vila de Sant’Anna da Feira. Roteirista das séries animadas Auts (PlayKids, TVE, TV Cultura), Mundo Ripilica (Discovery Kids/Amazon Prime) e Passinho (Disney+). Atua como gestor da Patala Filmes, produtora baiana voltada para dramaturgia e audiovisual.Rodrigo França – Direção Ator, dramaturgo e diretor teatral. Recebeu o Prêmio Shell de Teatro 2019 na categoria Inovação com o Coletivo Segunda Black. Atuou em mais de 40 espetáculos e dirigiu 8 peças, incluindo o sucesso O Pequeno Príncipe Preto. É referência na cena cultural brasileira pela abordagem de temas ligados à negritude e à diversidade.Patricia Ashanti – Dramaturgia / Direção Atriz formada pela Escola Livre de Teatro de Santo André. Diretora teatral, bordadeira e artista multidisciplinar. Fundadora do Ateliê Ashanti, pesquisa corporeidades afro-brasileiras e africanas. Integra coletivos como Arpillera de Histórias e Teatro Popular Solano Trindade. Desenvolve trabalhos que unem performance, figurino, contação de histórias e memória cultural.Gildon Oliveira – Consultoria de Dramaturgia Dramaturgo premiado, vencedor do Prêmio Braskem de Teatro. Reconhecido por seu trabalho em dramaturgias contemporâneas e afro-brasileiras, atua como consultor e colaborador em montagens que valorizam narrativas de diversidade e inclusão.WIP Productions – Co-produção Plataforma de aceleração do ecossistema criativo e de entretenimento. Reliza laboratórios criativos para Netflix (Segundo Ato, Colaboratório Criativo), Warner (Black Brazil Unspoken) e projetos de licenciamento cultural (Laerte, Chico Rei). Atua como parceira no desenvolvimento estratégico, criativo e de negócios do espetáculo.Gisele Santana – Assessoria de Imprensa Jornalista e assessora de comunicação, com ampla experiência em divulgação de projetos culturais e institucionais. Fundadora da GI Comunica, é responsável pela estratégia de imprensa do espetáculo em todas as cidades da circulação.

Providência

Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Perfil agência incompatível com tipo pessoa, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email dfind.sefic@cultura.gov.br.