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O projeto "Histórias Acessíveis: Formiguinha Lavapés" propõe a realização de uma contação história de domínio público para um público infantil vivenciar, de forma brincante, a cultura surda e a comunicação em libras. A história narra a desobediência de uma formiga que sai para a rua sem avisar sua mãe e atola o pé no barro. Presa, pede ajuda ao sol, à nuvem e ao vento. Durante a dramatização, a protagonista interrompe o trabalho da intérprete de libras e a coloca no centro da cena para ensinar língua brasileira de sinais. Daí em diante, a proposta segue com a plateia sendo convidada a ajudar a fazer a comunicação acessível da formiguinha. Ao final da apresentação serão distribuídos, gratuitamente, um livro bilíngue para o público infantil presente a cada sessão.
Formiguinha Lavapés é uma obra infantil extraída do folclore alemão e que circula pelo Brasil há muito tempo. Conta a história de uma pequena formiguinha que ao desobedecer sua mãe e sair pela floresta depois de uma grande chuva, atola sua pata em uma lama. Desesperada vai pedir ajuda para os elementos da natureza, sol, nuvem e vento para conseguir desatolar seu pezinho.O espetáculo, uma contação de história, tem uma apresentação de aproximadamente quarenta minutos e pode ser montada em bibliotecas, auditórios de escola e até em espaços abertos como praças e parques. Voltado para o público infantil, tem classificação livre, mas também pode ser acompanhada pelos pais.A Classificação é livre, para todas as idades, mas busca alcançar principalmente crianças com idade entre 5 e 10 anos em processo de alfabetização para introduzir o ensino de libras enquanto apresenta a história.O livro no formato infantil, terá ilustrações, e o conto Formiguinha Lavapés e ainda link para vídeos com a narração da história em libras para surdos e audiodescrição para cegos.
Objetivo geral1) Levar o público infantil de 5 a 10 anos a vivenciar o universo da cultura surda e a prática da linguagem brasileira de sinais (libras) durante a interação com a contação de histórias e a partir do contato com o livro acessível que será distribuido ao final de cada apresentação cênico-literária.Objetivo específico 2) Realizar 12 apresentações gratuitas de contação de história acessível em espaços públicos como parques, bibliotecas púbicas e centros comunitários. 3) Publicação de livro acessível " Aprendendo libras com a Formiguinha Lavapés", com tiragem de 600 exemplares, que será distribuído para o público infantil presente em cada apresentação. Estimativa de 30 livros por apresentação.
O projeto "Histórias acessíveis: Formiguinha Lavapés" surgiu do envolvimento da proponente (atriz) com atividades culturais que se utilizam de intérprete de libras e a constatação de que o profissional de libras fica totalmente isolado à realidade do que acontece em cena. Durante a contratação da intérprete de libras para uma apresentação, chamou-lhe atenção o fato da profissional perguntar se deveria vir vestida de preto para não roubar a atenção da atriz protagonista ( segundo a intérprete essa é uma orientação de praxe que ela costuma receber de artistas que à contratam). A informação indignou a autora que convidou a intérprete para fazer parte da encenação quebrando a divisão clássica, artista e intérprete de libras, colocando seu trabalho a serviço da difusão do conhecimento da cultura surda e do ensino de libras. Nos ensaios a autora optou por utilizar o "efeito de distanciamento" (Verfremdungseffekt, no original em alemão), uma abordagem teatral que busca impedir que o público fique emocionalmente envolvido com a peça de forma passiva e passe a interagir com a mesma. Essa decisão tecnica-estética garantiu a entrada da intérprete como atriz que interage com a platéia trazendo imagens da cultura surda e estimulando a prática de libras para chegar ao desfecho da história interativamente, que é ajudar a formiguinha a voltar para casa. Assim o projeto Histórias Acessecíveis nasceu da interação artista-intérprete e da necessidade de transformar essa relação em algo significativo para todos os envolvidos, entendendo que a intérprete de libras é tão importante quanto a atriz e que em comunhão é possível ampliar esta atuação e estimular no público, não só olhar passivamente para a presença da intérprete nos espetáculos, mas vivenciar a libras durante a encenação, brincar com ela, ser parte dela e assim se colocar no lugar das pessoas não ouvintes. É imprescindível difundir a cultura surda e a linguagem brasileira de sinais entre o público ouvinte. Nesse sentido, a vivência cênico-literária e a distribuição do livro-acessível ao final de cada apresentação cumpre esse papel fortalecendo o imaginário social para a importância da inclusão da pessoa surda na sociedade. O projeto A Formiguinha Lavapés atende aos incisos I e III do Art. 1º da Lei 8313/91, conforme segue:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. Em relação aos objetivos apontados pelo Art. 3 da Lei 8313/91, o projeto se enquadra nos seguintes incisos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. A Lei de Incentivo à Cultura é de fundamental importância para que os produtos apresentados alcancem no maior número de pessoas, apresentações e distribuição gratuitas buscando atingir seu caráter cultural, social e educativo.
O espetáculo formiguinha lavapés tem uma duração de aproximadamente quarenta minutos. Tem um processo de interação com o público, convidando-o a participar dos diálogos utilizando a língua brasileira de sinais.Para a apresentação, será montado um cenário com sacos de estopa e panos de voal. O processo se insere na lei de acessibilidade que busca oferecer condições para que não só os deficientes, mas toda as pessoas entendam e consigam se comunicar por meio de sinais.Livro600 exemplaresFormato: 23 x 23 cmMiolo: 4x4 corPapel cuchê Fosco 120 gr36 páginas 4x4 coresCapaCor: 4x4Papel: Cartão triplex 300 grAcabamento: Laminado fosco
Levando-se em consideração as medidas de acessibilidade definidas pelos itens I, II e III do Art. 42 da IN 23/2025, propomos: Sessões interativas de contação de histórias com prática de libras. • Acessibilidade no aspecto arquitetônico: O projeto vai selecionar os espaços para realizar suas atividades a partir da conformidade com regras de acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida, idosos, pessoas com necessidades especiais e obesos; • Acessibilidade para deficientes auditivos: o projeto contará com intérprete de libras em todas as apresentações da peça; a intérprete é parte do espetáculo, ela também estará atuando como atriz em todas as sessões. • Acessibilidade para deficientes visuais: linguagem oral e autodescrição em todo o processo de abertura e encerramento da apresentação, e durante a atuação; • Acessibilidade para deficientes intelectuais: a proponente é especialista em acessibilidade pela Universidade Federal do ABC e dará treinamento para a equipe lidar com pessoas com síndromes ou doenças que gerem limitações. Publicação de Livro Infantil • Acessibilidade no aspecto arquitetônico: O projeto vai selecionar os espaços para realizar suas atividades a partir da conformidade com regras de acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida, idosos, pessoas com necessidades especiais e obesos; • Acessibilidade para deficientes auditivos: o projeto contará com intérprete de libras nas atividades de lançamento do livro e a história A Formiguinha Lavapés será contada em libras, por meio de um link de vídeo no Youtube do projeto; • Acessibilidade para deficientes visuais: linguagem oral e autodescrição no lançamento do livro e gravação de audiodescrição que será disponibilizando por meio de link no Youtube do projeto; • Acessibilidade para deficientes intelectuais: no lançamento do livro, a proponente dará atendimento diferenciado às pessoas síndromes ou doenças que gerem limitações.
O projeto " Histórias Acessíveis: A Formiguinha Lavapés" será totalmente gratuito, atendendo plenamente as medidas de democratização de acesso de acordo com o Art. 46 da IN 23/2025. O espetáculo teatral será de acesso livre, limitado à ocupação máxima dos diferentes espaços em que ocorrerão os eventos, podendo ser espaços abertos em praças e parques públicos, unidades escolares, bibliotecas, centros comunitários, teatros ou auditórios. Para a publicação do livro infantil, serão reservados 5% para distribuição para patrocinadores, 10% para ações de divulgação e 25% para distribuição para bibliotecas, espaços culturais e público em geral com caráter social ou educativo. Os 60% restantes serão distribuídos durante as apresentações, limitados a 30 livros por evento. Também estão previstas medidas complementares de ampliação do acesso como define o Art. 47 da IN 23/2025 como: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição.
WAL VOLK | ATRIZ E CONTADORA DE HISTÓRIAValéria Volk Magnani Rizzo, em artes Wal Volk, é a proponente do projeto, fará a coordenação de acessibilidade do livro, será a atriz principal da contação de histórias e gestão do projeto. Arte-educadora e escritora, Wal Volk é especialista em Acessibilidade pela UFABC e design thinking pela USP/Leste, graduada em Artes Plásticas pelo Instituto de Artes da Unesp. Estudou teatro nas Oficinas Culturais do Estado tendo como professores Celso Frateshi, Cássio Scapim, F. Kokoch, Tiche Viana, Zé Teixeira (LAC - Laboratório de Artes Cênicas) e Alexandre Mate tendo atuado em peças como O acordo de Baden-Baden (B.Brecht), Os fizis da Senhora Carrar (BBrecht), Relembranza (CFrateschi) e A casa de Bernarda Alba (Garcia Lorca), entre outras figurações.Desde 1987 atua como agente cultural. Foi diretora de eventos do Cineclube Bixiga, responsável pela programação das salas e do circuito de filmes em 16mm no toldo, além da coordenação da galeria de Artes Visuais do cineclube. Atuou na Casa de Cultura Raul Seixas, da Zona Leste de São Paulo. Na Unesp, foi secretária e arte educadora da CEUAC - Comissão de Extensão e Ação Cultural do Instituto de Artes. Entre suas funções, ministrou oficinas de artes visuais, organizou exposições com o resultado do processo, além de secretariar a agenda cultural da galeria universitária.Em 1998, criou o Núcleo de Fotografia no Centro Cultural Ayrton Senna na Prefeitura Municipal de Ribeirão Pires e formou uma série de profissionais. Nesse período, iniciou a conservação do acervo fotográfico do Museu Municipal da cidade.Em 2002 muda-se para Paranapiacaba e passa a ministrar aulas de História de Arte e Iniciação Artística. Em 2004, ocupa um antigo barracão ferroviário instalando um ateliê coletivo de artes integradas. Lá amplia a oferta de formação artística aos artistas dos ateliês residência e mulheres empreendedoras. Em 2005, cria a FOPP - Feira de Oratórios e Presépios e Mostra de Culturas Populares de Paranapiacaba. Neste projeto atua até 2009. Em 2010, muda-se para a cidade de Poá no Alto Tietê para criar o Pontinho de Cultura da Associação Opereta de Teatro e Cultura e permanece nesta colaboração até 2012.Em 2013, passa a atuar na Uirapuru Comunicação e Cultura como fotógrafa e coordenadora de projetos culturais, dando ênfase ao trabalho com acessibilidade. Foi uma das membro fundadora, como mãe de PcD, do GPEEI – Grupo de Pesquisadores em Educação Especial e Inclusiva da UFABC. Passa a capacitar profissionais para atuar com pessoas com deficiência organiza cursos e palestras em escolas públicas e privadas, projetos de cultura e entidades que atende pessoas com deficiência.Em 2018, organizou e fez a curadoria da 1ª Mostra Artístico Pedagógica da Secretaria de Cultura de Santo André. Neste ano, idealiza e produz o curta-metragem Histórias de Cozinha com Cambuci. Atualmente, em parceria com Patrícia Pereira atua no projeto Histórias Acessíveis, uma pesquisa em contação de história e ensino de libras.Em 2024, montou a contação de história A Formiguinha Lavapés e realizou apresentações no Festival de Inverno de Paranapiacaba e o Festival de Literatura de Ribeirão Pires (FLIRP). PATRÍCIA CRISTINA ANDRADE PEREIRA | ATRIZ E TRADUTORA LIBRASSerá atriz e intérprete de libras da contação de histórias A Formiguinha Lavapés. Graduada em Fonoaudiologia pela Universidade de São Paulo (2000) com mestrado em Programa de Saúde Pública/Serviços Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública - USP-SP (2008) e doutorado em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (2014).Tem experiência na área de Linguística, com ênfase em Educação Especial e Inclusiva /Libras, atuando principalmente nos seguintes temas: libras, comunidade surda, bilinguismo, inclusão e surdez. Atua como mediadora de leitura para a Rede Beija-Flor de Bibliotecas Comunitárias de Santo André e São Bernardo do Campo. Foi atriz e intérprete de libras nas apresentações do projeto A Formiguinha Lavapés, onde também atuou ao lado de Wal Volk.F.E. KOKOCHT | CENOGRAFIASerá o cenografista da contação de histórias. Kokocht é diretor, ator, cenógrafo, figurinista, aderecista, dramaturgo e oficineiro. Começou carreira profissional em 1972 como ator de teatro com o espetáculo. Como ator, cenógrafo e figurinista foi indicado e ganhou vários prêmios como Apetesp, Governador do Estado Mutirão, Shell, APCA e Mambembe.Atualmente desenvolve trabalhos e pesquisas de cultura indígena no Grupo Encenação da Cooperativa Paulista de Teatro em processo de montagem de vários espetáculos, também colabora com as Secretaria de Estado da Cultura e Secretaria Municipal da Cultura de São Paulo como Educador, Monitor e Oficineiro de artes plásticas/cênicas em projetos diversos.CECÍLIA M. CASTRO | PREPARAÇÃO DE ATORESSerá a preparadora de atores para a contação de histórias. É pedagoga, arte-educadora, atriz, bailarina e contadora de história. É formada em Ballet Clássico pela Royal Academy of Dancing of London, Teatro e Dramaturgia pela Fundação dar Artes de São Caetano do Sul. Premiada pelo 2º Guirii festival Amazônico de Contação de Histórias (2022)UIRAPURU COMUNICAÇÃO E EDITORAA Uirapuru Comunicação e Editora será responsável pela coordenação editorial do livro A Formiguinha Lavapés e a assessoria de comunicação e imprensa do projeto. A empresa atua no mercado de comunicação e cultura, sobretudo na publicações de livros e execução de projetos culturais desde 2015. Já publicou projetos próprios e de terceiros como os livros O Movimento Operário no ABC Paulista (2016), A História dos Bancários do Grande ABC (2018), Do Alto da Serra à Paranapiacaba (2021), 50 anos do Polo Petroquímico do Grande ABC (2022), A Justa Rebeldia das Mulheres na América Latina e Caribe (2023), Mauá, a Década da Transformação (2024) entre outras publicações..
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.