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Montagem do Espetáculo Corpos que Dançam II que visa questionar o corpo ideal, celebrar a diversidade e empoderar os indivíduos através da arte. Formado por um elenco multidiverso que conta com bailarinos cadeirantes, com Síndrome de Down, deficiente visual, maior de 60 anos e pluz size, buscando representar a diversidade e inclusão, utilizando diversos ritmos de danças de salão. No projeto serão ministradas aulas de dança de salão adaptadas para pessoas cadeirantes, promovendo a interação, a acessibilidade e os benefícios físicos e mentais da dança para os participantes. Ao final das oficinas serão selecionados bailarinos para a montagem do espetáculo. Será realizado também um baile de forró inclusivo, proporcionando inclusão de PCD no convívio em sociedade, aumentando sua inserção no espaço público, ajudando a fortalecer sua autoestima e consciência sobre sua condição de cidadania.
Espetáculo Corpos que Dançam IIO Espetáculo envolve 3 temas que tem como fio condutor a relação entre os casais: Romântico, Passional e Quente. Através de diversos ritmos nacionais e internacionais dançados a dois como: samba, tango, valsa, forró, salsa e bolero, cada coreografia conta uma história envolvente e emocionante. As coreografias são adaptadas para bailarinos com e sem deficiência que encantam com sua delicadeza e emoção, e trazem representatividade às bandeiras da diversidade e inclusão social, bailarinos com Síndrome de Down, cadeirantes, deficiente visual, pessoas maiores de 60 anos e plus size.O objetivo é fugir de padrões físicos atribuídos a um dançarino. O espetáculo pretende provocar no espectador indagações e promover a discussão sobre o assunto: Será que a dança é para todos? Existe um perfil de corpo mais apto à dança do que outro? Com “Corpos que Dançam II” queremos mostrar que a beleza está na diversidade e na integração. Somos plurais e a arte precisa fazer a sua contribuição.A cia foi formada por bailarinos do Projeto Carioca sobre Rodas, onde se desenvolve técnicas de dança de salão adaptadas para pessoas cadeirantes há mais de 12 anos, os coreógrafos são especializados nesta modalidade e participam de treinamentos constantes de aperfeiçoamento com a coordenadora técnica e o diretor.Fica o questionamento: Que corpo perfeito pode apresentar-se num espetáculo de dança e o que é perfeito para cada pessoa?Classificação indicativa: LivreOficina de Dança de Salão adaptada para pessoas cadeirantesSerá oferecida uma oficina gratuita de Dança de Salão adaptada para pessoas com deficiência – cadeirantes, aprenderem a dançar com pessoas sem deficiência. Na oficina serão trabalhados diversos ritmos nacionais e internacionais como samba, tango, valsa, forró, salsa e bolero. Serão abordados temas como musicalidade, história dos ritmos, técnica e condução.Classificação indicativa: Livre Baile de Forró InclusivoComo fruto do trabalho, realizaremos o Baile de Forró Inclusivo para cadeirantes e andantes da comunidade. As pessoas que necessitam usar cadeira de rodas em nossa sociedade têm pouco espaço e visibilidade social de suas dificuldades cotidianas como o fato de ir à escola/faculdade, trabalho ou espaços de lazer. O projeto acredita que criar espaços de cultura como é a dança de salão, têm impacto direto para inclusão das pessoas cadeirantes no meio social, fortalecendo a interação social com outras pessoas em sua mesma condição e com andantes. A presença de cadeirantes no convívio comum com andantes incita o pensar coletivo para acessibilidade urbana e inclusão das pessoas cadeirantes nos espaços públicos.Classificação indicativa: LivreContrapartidaComo Contrapartida faremos uma filmagem de 1(uma) sessão do Espetáculo “Corpos que Dançam II” com edição incluindo audiodescrição e Libras para pessoas com deficiência visual e auditiva e postaremos no Youtube de forma gratuita para que o público PCD tenha acesso ao espetáculo e possam desfrutar da cultura de forma inclusiva e com equidade.Classificação indicativa: Livre
Objetivo GeralQuestionar a estética do corpo ideal na dança, promovendo um debate coreográfico sobre a pluralidade de corpos, ritmos e experiências, adaptando a dança a dois para um elenco diverso e explorando as potencialidades expressivas de cada indivíduo e a dinâmica da convivência.Objetivos específicosRealizar 8 (oito) apresentações gratuitas do Espetáculo Corpos que Dançam II;Ministrar oficinas gratuitas semanais de dança de salão adaptada para pessoas cadeirantes, com duração de 4 (quatro) meses, para um grupo de até 15 (quinze) pessoas cadeirantes e 15 (quinze) pessoas andantes, totalizando 48 (quarenta e oito) horas-aula;Realizar um baile de forró inclusivo para cerca de 400 (quatrocentas) pessoas, com ingressos gratuitos para alunos das oficinas e seus familiares, totalizado 60 (sessenta) ingressos gratuitos;Disponibilizar ingressos gratuitos para o baile de forró inclusivo ao público PCD;Disponibilizar o espetáculo no formato online com libras e audiodescrição para pessoas com deficiência visual e auditiva.
"Corpos que dançam II" é um espetáculo de danças de salão formado por um elenco multidiverso que através do corpo de cada bailarino representa em si bandeiras da diversidade e inclusão. Para além de reavivar a cultura da dança a dois, não somente como expressão artística de dança, mas também incitar a cultura de socialização através da troca que somente a dança à dois nos permite, além de construir um espaço mais inclusivo e diverso, repensando suas interações de forma mais inclusiva.As coreografias são apresentadas por casais compostos por 1(uma) pessoa com deficiência e 1(uma) pessoa sem deficiência mostrando que a dança de salão é uma linguagem corporal perfeitamente adaptável à todos os tipos, formatos, tamanhos e idades, proporciona empatia ao próximo através da troca e interação social e cultural, respeitando o movimento e limites do corpo do parceiro transformando na singularidade de cada casal o seu próprio repertório, promove esta dinâmica e o diálogo entre as potencialidades e limites de cada corpo.As pessoas que necessitam usar cadeira de rodas em nossa sociedade têm pouco espaço e visibilidade social de suas dificuldades cotidianas como o fato de ir à escola/faculdade, trabalho ou espaços de lazer. Acreditamos que criar espaços de cultura como é a dança de salão, têm impacto direto para inclusão das pessoas cadeirantes no meio social, fortalecendo a interação social com outras pessoas em sua mesma condição e com andantes. A presença de cadeirantes no convívio comum com andantes incita o pensar coletivo para acessibilidade urbana e inclusão das pessoas cadeirantes nos espaços públicos.A dança de salão tem seu berço no Brasil, mais especificamente no Rio de Janeiro, quando foi sede da família imperial portuguesa que intensificou os modos culturais europeus em nossa cidade. A dança de salão inicialmente era dançada pelos nobres em salões de dança elitizados, onde o aprendizado dos movimentos era feito através de aulas particulares com professores vindos do exterior. Com a popularização da dança de salão o modo de dançar se misturou com movimentos pertencentes às danças africanas e de nativos brasileiros. Por tanto, alguns ritmos dançados na dança de salão na atualidade são construções culturais essencialmente brasileiras, e poder passar esta cultura adiante e renovação dos seus ritmos é o desafio dos profissionais dessa área, que incansavelmente promovem a popularização e democratização dos espaços de dança como um meio cultural de convivência social.Protegemos o patrimônio imaterial da cultura viva da dança de salão/social praticando ritmos essencialmente brasileiros como o samba de gafieira e o forró. Tanto o forró quanto o samba de gafieira são meios de transmissão de histórias e memórias coletivas e foram reconhecidos como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). As letras das músicas e as tradições associadas a essas danças carregam narrativas que preservam a história e os valores das comunidades. A prática dessas danças resgata e valoriza elementos culturais que poderiam ser esquecidos, mantendo viva a herança cultural, incentivam o interesse e o orgulho pelas tradições locais, fortalecendo o senso de continuidade e pertencimento.O projeto incentiva a cultura da dança de salão do Brasil, além de incentivar o público PCD a participar de bailes e oficinas por ser fomentador de eventos inclusivos. Com elenco protagonizado por dançarinos PCD e da diversidade (mulheres, negros, idosos, plus size e LGBTQIA+). A aparição em shows e espetáculos deste porte aumenta a visibilidade e protagonismo da comunidade dos dançarinos de salão, a cultura viva que sai dos salões sociais, gafieiras e festivais e sobe aos palcos como atração de apreciação.Ser inclusivo é nossa principal missão. Sem pretensão de criar guetos, acreditamos que a inclusão só se concretiza quando há integração real das pessoas com deficiência junto às pessoas sem deficiência, portanto estimulamos sempre a interação de ambos na dança e no aprendizado que o convívio traz para uma sociedade menos capacitista. O projeto não cobra qualquer tipo de taxa, mensalidade ou ajuda financeira de seus participantes, somente no Baile inclusivo que será cobrado apenas do público externo. Possuímos articulação com outras organizações voltadas para o público PCD como ABBR, REDE SARAH, Instituto Novo Ser, ANDEF e Viva Rio.O projeto Corpos que Dançam, sendo referência nesta interação inclusiva através da dança, realizou parcerias com projetos pontuais como por exemplo levando a dança para a Associação Aliança dos Cegos, localizada no bairro São Francisco Xavier, e o projeto "Transforme uma Mancha em Dança" com o grupo de acolhimento e combate ao estigma das pessoas com hanseníase do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho da UFRJ. Em ambos os projetos pudemos levar acolhimento e interação social para pessoas socialmente estigmatizadas ou por sua deficiência ou por sua condição de doença. Através da interação social impactamos a empatia em outros dançarinos para quebra de barreiras e estigmatização de seus corpos.O projeto é procurado por aparições profissionais que nos fazem gerar remuneração aos bailarinos PCD, como por exemplo na novela "Travessia" da Rede Globo. Contudo, convites deste porte são muito escassos e desta forma o coletivo sempre busca no incentivo de editais e fomentos culturais, a realização de shows e espetáculos no qual conseguimos maior protagonismo e podemos remunerar todo o nosso elenco de bailarinos PCD e da diversidade, como por exemplo os últimos espetáculos apresentados "Diversidade no Forró" e "Corpos que Dançam", que inclusive foi feito no formato online para o alcance de todos na plataforma do Youtube, tendo também uma versão com libras e audiodescrição. Assim, é possível dizer que o projeto fomenta a economia criativa.Segundo o IBGE, Cerca de 18,6 milhões de pessoas de 2 anos ou mais de idade do país (ou 8,9% desse grupo etário) tinham algum tipo de deficiência. Os dados são do módulo Pessoas com deficiência, da Pnad Contínua 2022.A taxa de participação na força de trabalho das pessoas sem deficiência foi de 66,4%, enquanto entre as pessoas com deficiência essa taxa era de apenas 29,2%O nível de ocupação das pessoas com deficiência foi de 26,6%, menos da metade do percentual encontrado para as pessoas sem deficiência (60,7%).Cerca de 55,0% das pessoas com deficiência que trabalhavam estavam na informalidade, enquanto para as pessoas ocupadas sem deficiência esse percentual foi de 38,7%.Existe o atendimento claro aos seguintes objetivos do Artigo 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IX - priorizar o produto cultural originário do País.Também atende aos seguintes incisos do Artigo 3°: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. Além de IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
Espetáculo Corpos que Dançam II8 (oito) sessões.Duração do Espetáculo: 60 minutos.Acesso gratuitoO Espetáculo é criado através do estudo, desenvolvimento de novas metodologias e criação de coreografias tendo como base danças de salão adaptadas para PCD. O projeto é decorrente dos Espetáculos Diversidade no Forró e Corpos que Dançam, apresentados no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro em 2024 através do edital Viva o Talento e da Lei de incentivo à cultura do Rio de Janeiro - Lei do ISS. Através do edital Residências Artísticas no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro em 2025, elaboramos novas coreografias adaptadas para PCD, com vários ritmos de danças de salão como samba, tango, valsa, forró, salsa e bolero. Um dos destaques é o coreógrafo Eduardo Justo, bailarino e coreógrafo PCD com paralisia cerebral.Oficina de Dança de Salão adaptada para pessoas cadeirantesAcesso gratuitoAs oficinas serão ministradas por 2 professoras capacitadas na dança de salão adaptada para pessoas cadeirantes, e na dinâmica com crianças e adolescentes. O projeto também proporciona o acolhimento e acompanhamento social dos alunos através de uma assistente social. A duração será de 4 meses, com a carga horária total de 48 (quarenta e oito) horas-aula. Baile de Forró InclusivoDuração da atividade: 5 horas.Acesso gratuito para o público PCD e para os alunos das oficinas e seus familiares.O baile será realizado em espaço amplo, totalmente adaptado para PCD, inclusive com elevador, rampas de acesso e banheiros adaptados. Terá 5(cinco) horas de duração, será inclusivo e com gratuidade para PCD, alunos das oficinas e seus familiares.Contrapartida SocialDuração da atividade: 60(sessenta) minutos.Publicação gratuita e inclusiva do Espetáculo no Youtube com audiodescrição e Libras.Para atingir o público PCD, postaremos o Espetáculo no Youtube com audiodescrição e Libras com acesso gratuito e impulsionaremos na Plataforma para alcançar ainda mais pessoas.
Produto Principal – Espetáculo Corpos que Dançam IIAcessibilidade física: Visita técnicas prévias ao espaço de atuação, para o mapeamento de trabalho dos bailarinos e público PCD e mitigação de obstáculos; Espaço utilizado para as apresentações adaptado para pessoas com deficiência que utilizam cadeira de rodas para se locomover, incluindo rampa, elevador e banheiro adaptado; Participação de coreógrafos e ensaiadores especializados em dança adaptada; Contratação de coreógrafo PCD com Paralisia Cerebral; Contratação de consultoria pedagógica especializada em acessibilidade cultural e arte inclusiva para capacitação de coreógrafos e ensaiadores; Contratação de recepcionista treinado em acessibilidade atitudinal; Publicação do Espetáculo com audiodescrição e Libras no Youtube.Acessibilidade para pessoa surda ou ensurdecida: Presença de recepcionista treinado em acessibilidade atitudinal; Vídeos apresentados durante o espetáculo com legenda; Disponibilidade do espetáculo no formato online com intérprete de Libras; ações comunicacionais específicas para informar a disponibilidade dos serviços.Acessibilidade para pessoa cega: presença de recepcionista treinado em acessibilidade atitudinal; Disponibilidade do espetáculo no formato online com audiodescrição; ações comunicacionais específicas para informar a disponibilidade dos serviços.Produto derivado – Oficinas de danças de salão adaptadas para pessoas cadeirantesAcessibilidade física: Espaço utilizado para as oficinas adaptado para pessoas deficientes que utilizam cadeira de rodas para se locomover, incluindo rampa e banheiro adaptado.Acessibilidade atitudinal: Contratação de consultoria pedagógica especializada em acessibilidade cultural e arte inclusiva para capacitação dos professores; contratação de assistente social especializada em acessibilidade cultural e arte inclusiva.Produto derivado – Baile de Forró InclusivoAcessibilidade física: Espaço utilizado para o baile adaptado para pessoas deficientes que utilizam cadeira de rodas para se locomover, incluindo rampa, elevador e banheiro adaptado.Acessibilidade atitudinal - Contratação de recepcionista treinado em acessibilidade atitudinal.ContrapartidaAcessibilidade para pessoa surda ou ensurdecida: Disponibilidade do espetáculo no formato online com intérprete de Libras; ações comunicacionais específicas para informar a disponibilidade dos serviços.Acessibilidade para pessoa cega: Disponibilidade do espetáculo no formato online com audiodescrição; ações comunicacionais específicas para informar a disponibilidade dos serviços.
Os ingressos para o Espetáculo serão gratuitos;O espetáculo terá uma sessão transmitida ao vivo pela internet de forma gratuita;O espetáculo terá uma versão online com audiodescrição e Libras;Realizaremos oficinas gratuitas de danças de salão adaptadas para pessoas cadeirantes;Serão oferecidos 60 (sessenta) ingressos gratuitos para os alunos cadeirantes do projeto e seus familiares;Os ingressos para o Baile de Forró Inclusivo serão gratuitos para PCD.Contrapartida SocialPublicação com acesso gratuito do Espetáculo no Youtube com audiodescrição e Libras para pessoas com deficiência visual e auditiva.
Marcelo Martins (Proponente – Direção geral): Sócio diretor da empresa proponente, profissional de Dança de Salão desde 1996. Foi integrante da Cia. de Dança e professor no Centro de Dança Jaime Arôxa entre 1997 e 2001, diretor da Cia de Tango Nuevos Aires e da Cia. Carioca de Tango, com apresentações no Teatro Municipal de Niterói e Teatro Vannucci, fez diversas participações em programas da Rede Globo e Espetáculo com a Orquestra Sinfônica Brasileira. Diretor do Projeto Carioca sobre Rodas desde 2017, do Espetáculo Diversidade, contemplado no Prêmio Festival Funarte Acessibilidança Virtual 2020, do Espetáculo Corpos que Dançam e Diversidade no Forró, contemplados no Edital Viva Talento e na Lei do ISS, realizados em 2024, diretor do Carioca sobre Rodas selecionado no Edital Residências Artísticas no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro em 2024, produtor executivo do Gafieira Brasil, selecionado no Edital Pró-Carioca Linguagens 2024 e do Espetáculo O Corpo Negro, contemplado no Edital Viva o Talento, da Secretaria Municipal de cultura do Rio de Janeiro. Sara Bentes (Consultora em acessibilidade cultural e arte inclusiva, bailarina): PCD (Deficiente visual), cantora, compositora, escritora e atriz, premiada internacionalmente na música; dramaturga e atriz, protagonizou filmes publicitários de marcas como Amazon e Mitsubishi e integrou diversas companhias teatrais e elencos de peças e musicais no Rio de Janeiro e em São Paulo; artista de voz e dubladora, foi embaixadora do Prêmio Alexa de Acessibilidade – 2020, e teve sua voz transformada, pela F123, na voz sintetizada Letícia, ferramenta de acessibilidade digital gratuita e amplamente difundida entre pessoas com deficiência visual do Brasil e de outros países lusófonos. Fabiana Torezzani (Coordenadora de produção, professora de dança adaptada, coreógrafa e ensaiadora): Professora de Danças de Salão desde 2006, formada na Escola Carioca de Dança; Atualmente é professora de danças de salão e produtora de eventos. Nos últimos anos realizou as seguintes atividades: Em 2023 atuou como produtora do vídeo Diversidade no Forró, Edital Funarj 2023 – Ondas da Cultura; Coprodutora do baile quinzenal Forró na Chinela da Escola Carioca de Dança desde 2021; Produtora da Festa Junina da Escola Carioca de Dança desde 2021; Assistente de produção no Projeto Carioca sobre Rodas em 2023 pela Lei do ISS; Produtora do Projeto: Aula Básica de Salsa, Edital Cultura Presente nas Redes 2, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro em novembro/2022; Produtora do Projeto Carioca de Dança na Sua Casa, Lei Aldir Blanc – Inciso II, em abril/2021, produtora e coreógrafa dos Espetáculos Corpos que Dançam e Diversidade no Forró, assistente de produção do Carioca sobre Rodas selecionado no Edital Residências Artísticas no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro em 2024, do Gafieira Brasil, selecionado no Edital Pró-Carioca Linguagens 2024 e do Espetáculo O Corpo Negro, contemplado no Edital Viva o Talento, da Secretaria Municipal de cultura do Rio de Janeiro. Letícia Oliveira (Assistente de produção, professora, ensaiadora e coreógrafa): Professora de dança de salão adaptada para pessoas cadeirantes do Projeto carioca sobre Rodas, com experiência em dança adaptada desde 2017. Bacharel em educação física. Professora de Danças de Salão na Escola Carioca de Dança. Bailarina e coreógrafa dos Espetáculos Corpos que Dançam e Diversidade, produtora e coreógrafa do Espetáculo Diversidade no Forró. Tais Vieira (Assistente social, roteirista e bailarina): Assistente social bacharel pela Universidade Federal Fluminense desde 2016 atuando na área cultural e com projetos sociais. Desde 2017 trabalhando com o projeto cultural Carioca sobre Rodas como assistente social, assistindo os direitos da pessoa com deficiência e outras questões da diversidade social com seus alunos. Experiência com palestras, dinâmicas, grupo focal e oficinas para crianças, adolescentes, mulheres e idosos desde 2020 com temas pertinentes para cada faixa etária principalmente sobre os temas: diversidade, inclusão, combate à violência contra a mulher, questões de raça e gênero, sexualidade, saúde mental e direito do idoso e de PCD. Assistente de produção e bailarina dos Espetáculos Diversidade no Forró e Corpos que Dançam.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 21/01/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.