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PRONAC 2510522Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Ópera de Sombras O Fantasma da Máscara

MUNDAREU COMUNICACAO PRODUCAO E ARTE LTDA
Solicitado
R$ 220,1 mil
Aprovado
R$ 220,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 4,0 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Ouro Preto
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Ouro Preto Minas Gerais

Resumo

O projeto "Ópera de Sombras O Fantasma da Máscara" propõe a montagem cênica, em formato de teatro de sombras, do texto "O Fantasma da Máscara", de Victor Louis Stutz. A adaptação, voltada ao público infantojuvenil e familiar, apresenta uma versão livre e poética do clássico "O Fantasma da Ópera", de Gaston Leroux (1910), obra atualmente em domínio público.Serão realizadas 12 apresentações gratuitas na Casa da Ópera de Ouro Preto, o teatro mais antigo em funcionamento das Américas. O espetáculo contará com manipulação de bonecos (sombras), trilha sonora original e áudio narrativo, oferecendo ao público uma experiência sensorial que integra literatura, música e patrimônio histórico.Para desenvolver a montagem e traduzir o texto para a linguagem das sombras, o projeto contará com a parceria de Fernando Castro, diretor do Corpo Escola de Dança e um dos fundadores do Grupo Corpo, companhia reconhecida internacionalmente pela excelência de sua linguagem cênica. Bailarino, educador e artista de múltiplas formações, Fernando traz ao projeto sua ampla experiência em coreografia, cenografia, iluminação e sonorização, contribuindo para a criação de uma experiência estética que une rigor técnico, sensibilidade e inovação.A iniciativa busca reafirmar a função original da Casa da Ópera como palco vivo, devolvendo ao público a fruição artística em um dos monumentos mais visitados de Ouro Preto. A montagem dialoga simbolicamente com os temas de mistério e encantamento do teatro, ampliando o potencial educativo e turístico do espaço. Dessa forma, o projeto contribui para a valorização do patrimônio histórico e o fortalecimento do turismo cultural na primeira cidade brasileira reconhecida como Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco.Como ação complementar, será publicada uma revista didática com informações sobre a Casa da Ópera e sua importância histórica, além de um panorama sobre o clássico "O Fantasma da Ópera" e suas diversas versões, incluindo "O Fantasma da Máscara, de Victor Stutz". A publicação será distribuída gratuitamente ao público das apresentações, a alunos de escolas públicas de Ouro Preto e a bibliotecas públicas de diversas cidades brasileiras.Para ampliar a contrapartida social, serão realizadas ainda oficinas de teatro de sombras em escolas públicas de Ouro Preto e seus distritos. Todo o conteúdo de arte-educação gerado pelas ações do projeto será disponibilizado na Revista Mundaréu — veículo cultural criado e mantido pelo proponente (www.mundareu.art).

Sinopse

O projeto "Ópera de Sombras O Fantasma da Máscara" tem como ponto de partida a adaptação teatral escrita pelo mineiro Victor Louis Stutz para desenvolver um conjunto de ações culturais integradas. Todos os produtos – o espetáculo, a revista e as oficinas pedagógicas – compartilham a mesma essência: tornar a arte e a literatura acessíveis e envolventes para crianças e jovens, promovendo aprendizado, curiosidade e contato com a música, a ópera e os clássicos da literatura universal. SINOPSE "O Fantasma da Máscara", do escritor mineiro Victor Louis Stutz, é uma adaptação livre do clássico O Fantasma da Ópera, do francês Gaston Louis Alfred Leroux (1868–1927). Leroux, por sua vez, inspirou-se parcialmente na novela Trilby, de George du Maurier (1834–1896), para criar a história que mais tarde se tornaria um dos musicais mais famosos do mundo. Em Trilby, uma jovem muito pobre, que trabalhava como modelo vivo para pintores, entra em transe sob a influência hipnótica de Svengali, um músico genial e maléfico, tornando-se momentaneamente uma cantora de grande talento. Em O Fantasma da Ópera, uma jovem recebe aulas de música de um professor misterioso, que a transforma em uma grande cantora. Diz-se que Leroux teve a ideia da história após um trágico acidente na Ópera de Paris, quando o lustre caiu sobre a plateia. No enredo de "O Fantasma da Máscara", de Stutz, é aniversário de Belinha, uma cantora de ópera. Seu irmão Zeca, para presenteá-la, compra uma gaiola que pertenceu a um maestro, Oliviê, e um livro sobre a vida dele. Ao ler o livro, os irmãos descobrem que o maestro guardava vozes de cantores famosos dentro da gaiola – a mesma adquirida por Zeca. Nesse momento, Belinha desaparece e uma série de mistérios e aventuras começa a se desenrolar, levando os irmãos (e a plateia) a tentar desvendar a identidade do Fantasma da Máscara. Assunto/tema principal: as aventuras de dois irmãos na tentativa de descobrir a identidade do Fantasma da Máscara. Tema transversal: ética.Temas secundários: amizade, lealdade, solidariedade entre irmãos, clássicos da literatura universal, música e introdução à ópera.

Objetivos

OBJETIVO GERALProduzir e realizar o espetáculo "O Fantasma da Máscara", em versão de teatro musical de sombras, promovendo o acesso gratuito de crianças, jovens e adultos às artes cênicas, valorizando o teatro de sombras e o patrimônio histórico da Casa da Ópera de Ouro Preto, e levar arte-educação às escolas por meio da publicação e distribuição de uma revista e da oficinas de artes para crianças, incentivando o contato dos estudantes com diversas práticas artísticas e conteúdos culturais de forma participativa.OBJETIVOS ESPECÍFICOSCriar e montar o espetáculo com 40 minutos de duração, incluindo trilha sonora, áudio narrativo, bonecos e cenografia originais fazendo uso da linguagfem do Teatro de Sombras;Realizar 12 apresentações gratuitas na Casa da Ópera Teatro Municipal de Ouro Preto, com acesso aberto ao público;Valorizar e ocupar artisticamente a Casa da Ópera, integrando o espetáculo às visitas turísticas e escolares e ampliando a experiência cultural dos visitantes;Produzir e distribuir gratuitamente 1.000 exemplares de uma revista cultural e didática, contendo o texto integral da peça e informações históricas sobre o teatro e o clássico literário "O Fantasma da Ópera" e suas diversas versões;Incentivar a leitura e a formação de público infantojuvenil, fortalecendo o vínculo entre literatura, teatro e patrimônio cultural;Reforçar a contrapartida social por meio da realização de oficinas de teatro de sombras em escolas públicas de Ouro Preto e seus distritos, voltadas a educadores e estudantes, estimulando o aprendizado e a multiplicação da linguagem cênica proposta;Registrar e difundir as ações do projeto por meio de conteúdos audiovisuais e materiais educativos publicados no site da Revista Mundaréu (www.mundareu.art).

Justificativa

O projeto "Ópera de Sombras O Fantasma da Máscara" pretende integrar literatura, teatro e música em uma experiência sensorial voltada à infância e à juventude, explorando o potencial artístico do teatro de sombras como linguagem acessível, lúdica e poética — ainda pouco difundida, especialmente em Minas Gerais.A proposta tem como base o texto "O Fantasma da Máscara", de Victor Louis Stutz, uma versão infantojuvenil de "O Fantasma da Ópera", do francês Gaston Louis Alfred Leroux (1868-1927), obra que se tornou um dos maiores marcos do teatro musical mundial."O Fantasma da Máscara" é um livro, publicado em 2000, que recebeu, em 2001, a "Menção Altamente Recomendável — Melhor Texto na categoria Teatro", pela Fundação Nacional do Livro Infantojuvenil (FNLIJ), e passou a integrar a lista de obras indicadas pelo International Board on Books for Young People (IBBY), entidade reconhecida pela Unesco e Unicef por incentivar a literatura de qualidade voltada a crianças e jovens.Mais tarde, em 2011, a obra ganhou os palcos em uma montagem arrojada, com grande elenco e dirigida pela atriz Rosi Campos — a eterna Bruxa Morgana do Castelo Rá-Tim-Bum, famosa série de televisão infantil educativa produzida e exibida pela TV Cultura. "O Fantasma da Máscara" chegou então aos teatros de São Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis e outras cidades brasileiras, recebeeu destaque na imprensa nacional e conquistou cinco indicações ao Prêmio Coca-Cola Femsa de Teatro Infantil, ficando entre as "melhores produções infantojuvenis da temporada", segundo as revistas Veja e Crescer.Agora, para sediar a montagem, que pretende utilizar a secular linguagem do teatro de sombras, o projeto "Ópera de Sombras O Fantasma da Máscara" elegeu o espaço histórico da Casa da Ópera de Ouro Preto, símbolo da tradição cênica mineira, inaugurado em 1770 e considerado "o mais antigo teatro em funcionamento das Américas", segundo o Guinness Book, o Livro dos Recordes. A proposta visa estabelecer uma sintonia simbólica entre o tema da peça, que dialoga com os mistérios e encantos do teatro, e o cenário setecentista da Casa da Ópera. Com sua atmosfera barroca e acústica singular, o teatro revela-se o espaço ideal para receber a versão contemporânea de "O Fantasma da Ópera", reafirmando sua vocação natural para acolher grandes experimentações e revisitações da arte teatral. A Casa da Ópera é um monumento histórico muito procurado por turistas, e sua estrutura íntima e beleza singular proporcionam visitas breves, porém intensas. Nesse contexto, o espetáculo "O Fantasma da Máscara" surge como uma forma de inspirar os visitantes, permitindo que o público vivencie o espaço em sua autêntica função: a de palco vivo. Assim, o projeto contribui para valorizar o patrimônio histórico, estimular o turismo cultural e ampliar o acesso ao acervo patrimonial de Ouro Preto, tombada como Patrimônio Nacional em 1933 e que se tornou, em 1980, a primeira cidade brasileira a receber o título de Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco.Para acompanhar a equipe da Mundaréu na missão de adaptar a peça à linguagem das sombras, convidamos Fernando Castro, diretor do Corpo Escola de Dança e um dos fundadores do Grupo Corpo, a maior companhia de dança moderna do país. Bailarino, educador e artista de múltiplas formações, Fernando acumulou ampla experiência em produção e montagem de espetáculos, com destaque para os trabalhos de coreografia, cenografia, iluminação e sonorização. Sua contribuição para "O Fantasma da Máscara" reafirma esse percurso, unindo rigor técnico e sensibilidade artística na construção de uma experiência cênica que dialoga com a tradição e a inovação.Como ação complementar, o projeto prevê a publicação e distribuição gratuita de uma revista didática, contendo informações sobre a história e a importância da Casa da Ópera de Ouro Preto, um panorama sobre o clássico "O Fantasma da Ópera" e suas diversas adaptações. Para potencializar ainda mais o conteúdo sociocultural da proposta, prevê ainda a realização de oficinas de teatro de sombras nas escolas de Ouro Preto e seus distritos, com atividades voltadas a educadores e estudantes, incentivando o contato direto com a linguagem cênica e o processo criativo de espetáculos. Todas as atividades — apresentações, oficinas e distribuição da revista — serão inteiramente gratuitas, reafirmando o compromisso do projeto com a democratização do acesso à arte, à literatura e ao patrimônio histórico, especialmente para o público infantojuvenil e comunidades locais.

Estratégia de execução

Observações:1- DIREITOS SOBRE A OBRA:Em 2019, o autor resgatou da editora os direitos sobre "O Fantasma da Máscara" e outros títulos de sua autoria, anteriormente contratados pela Formato Editorial, do Grupo Saraiva. Para este projeto, o autor, que é também proponente, cede integralmente os direitos autorais da obra para fins de montagem teatral, publicação da revista didática e difusão educativa (Anexo ao projeto, segue a Carta de Cessão).2- PLANO DE DIVULGAÇÃO:O projeto contará com estratégias integradas de comunicação, visando amplificar o alcance das ações, engajar o público e fortalecer a presença do espetáculo e das oficinas junto a diferentes segmentos da sociedade.Identidade visual e materiais promocionais: desenvolvimento de uma linha visual consistente para o projeto, aplicada em cartazes, folders, banners digitais e postagens em redes sociais, garantindo reconhecimento imediato da proposta artística.Assessoria de imprensa: atuação voltada para mídias regionais, culturais e especializadas em educação, com envio de releases, realização de entrevistas e veiculação de pautas que destaquem a relevância do projeto para o público infantojuvenil e para a preservação do patrimônio cultural.Parcerias institucionais: articulação com escolas públicas, secretarias de cultura e turismo, bibliotecas e centros culturais, a fim de potencializar a divulgação das apresentações, oficinas e da distribuição da revista didática.Cobertura audiovisual: registro completo das apresentações e oficinas, incluindo fotos e vídeos, destinados à divulgação em mídias digitais, redes sociais e acervos institucionais.Conteúdo digital sobre bastidores e processo criativo: produção e publicação de textos, imagens e vídeos que mostrem o processo de criação do espetáculo, os ensaios e a construção das sombras, disponibilizados nas plataformas da Revista Mundaréu, fortalecendo o vínculo entre o público, o projeto e o patrimônio cultural.Campanhas de engajamento online: uso de redes sociais, newsletters e QR Codes nas peças de divulgação para direcionar o público à versão digital da revista e aos conteúdos educativos, ampliando o alcance e estimulando a participação ativa da comunidade.

Especificação técnica

A PEÇAEspetáculo de teatro de sombras com manipuladores, áudio gravado e trilha sonora original. Duração aproximada: 40 minutos Classificação: livre Apresentações: com acesso gratuito e recursos de acessibilidade A REVISTAA revista didática é concebida como uma extensão do espetáculo, traduzindo visualmente o universo poético do teatro de sombras. Sua identidade gráfica se inspira no contraste entre luz e sombra, criando atmosferas que remetem ao mistério, à imaginação e à teatralidade.As cores predominantes são preto, cinza e tons de sépia, com destaques em amarelo e branco para silhuetas e recortes, reforçando a estética do palco de sombras. O design busca um equilíbrio entre o lúdico e o informativo, facilitando a leitura para o público infantojuvenil, sem perder o apelo estético para educadores, mediadores culturais e visitantes adultos.Formato e estrutura editorialFormato: 21 x 28 cm (fechado), tamanho prático para manuseio e arquivamentoExtensão: 60 páginasEncadernação: grampeada (tipo canoa)Papel: capa em couchê fosco 170 g com verniz localizado sobre o título; miolo em offset 120 g, garantindo durabilidade e boa leituraTiragem: 1.000 exemplares, suficiente para distribuição entre espectadores, escolas públicas e bibliotecas nos municípios de realizaçãoDistribuição: gratuita, com possibilidade de acesso digital via QR Code, ampliando alcance e inclusãoSeções e conteúdoApresentação Breve introdução sobre o projeto e sua proposta educativa, assinada pela Mundaréu e pelo autorO Teatro de Sombras Explicação ilustrada sobre a linguagem, origem e características do teatro de sombrasA Casa da Ópera de Ouro Preto Reportagem visual com fotos, curiosidades e linha do tempo do teatro mais antigo em funcionamento das AméricasDo Fantasma da Ópera ao Fantasma da Máscara - comparativo entre as duas obras, contextualizando a adaptação de Victor Stutz e apresentando suas principais personagensBastidores da Montagem Relato ilustrado do processo de criação do espetáculo, com fotos das sombras, moldes e maquetesAtividades Didáticas - Propostas simples para professores e estudantes:Desenhar silhuetas e projetar sombrasEscrever uma cena curta inspirada no livroRefletir sobre o patrimônio e o teatro como espaços de memóriaCréditos e Agradecimentos Fichas técnica e artística do espetáculo e da revistaQR Code Acesso à versão digital da revista, permitindo leitura online e ampliação do alcance do projeto

Acessibilidade

As apresentações de "O Fantasma da Máscara" em Ouro Preto terão tradução simultânea em Libras, garantindo o acesso de pessoas com deficiência auditiva. Para isso, o projeto de iluminação inclui um foco especial no intérprete, permitindo que ele traduza todos os momentos da peça sem interferir nos efeitos visuais do teatro de sombras.Apesar das limitações estruturais impostas pelo espaço setecentista da Casa da Ópera, serão implementadas diversas medidas de acessibilidade comunicacional, informacional e pedagógica, assegurando a inclusão e a participação de públicos diversos:Transmissões on-line, ampliando o acesso à fruição artística e ao conteúdo educativo do espetáculo;Materiais educativos acessíveis, produzidos em formatos inclusivos e de fácil compreensão;Oficinas inclusivas nas escolas públicas de Ouro Preto e distritos, com a presença de intérprete de Libras e participação de educadores e estudantes.

Democratização do acesso

Democratização de acesso: Todas as apresentações serão gratuitas, com distribuição de ingressos destinada a alunos de escolas públicas, instituições culturais e projetos sociais.O projeto também prevê a produção de uma revista cultural didática gratuita, distribuída aos visitantes da Casa da Ópera, aos alunos de escolas públicas de Ouro Preto e seus distritos, e a bibliotecas de diversas regiões do país. Estão previstas ainda oficinas de teatro de sombras gratuitas para educadores e estudantes, incentivando o contato direto com a linguagem cênica e o processo criativo do espetáculo.Além das apresentações presenciais, o espetáculo será exibido online gratuitamente por meio do site e das redes sociais da Revista Mundaréu, ampliando o acesso e o alcance do projeto. Todas as ações serão registradas e compartilhadas nesses canais, garantindo ampla difusão do conteúdo artístico e educativo.

Ficha técnica

Mundaréu Comunicação, Produção e Arte Proponente, responsável pela concepção, elaboração e execução geral do projeto, incluindo coordenação de produção, gestão de equipe, planejamento de comunicação, registro audiovisual e articulação institucional com parceiros culturais. Dirigente responsável – Victor Louis StutzJornalista, escritor e produtor cultural, nascido em Belo Horizonte em 1963 e radicado em Ouro Preto. Construiu trajetória dedicada à valorização do patrimônio cultural mineiro, tendo sido diretor da Escola de Artes Rodrigo Melo Franco de Andrade (Fundação de Arte de Ouro Preto - FAOP), assessor de comunicação e projetos da FAOP, coordenador e revisor da produção editorial da Coleção Cadernos Ofícios, da FAOP e da Secretaria de Estado de Cultura de MG. Foi também assessor de comunicação e projetos do Corpo Cidadão, braço social do Grupo Corpo, de Belo Horizonte, e assessor de comunicação e projetos da OCA, Organização Cultural Ambiental de Ouro Preto, duas ONGs dedicadas a trabalhos com arte educação para crianças.Autor de onze livros, sendo seis de teatro infantil, Victor recebeu da Fundação do Livro Infanto Juvenil a Menção "Altamente Recomendável – Melhor Texto, Categoria Teatro", por "O Fantasma da Máscara" (2000), obra também recomendada pelo International Board on Books for Young People (IBBY), entidade reconhecida pela Unesco e Unicef por incentivar a literatura de qualidade voltada a crianças e jovens. Em 2023, Victor coordenou o "Triunfo Eucarístico", evento que recriou em Ouro Preto a grandiosa procissão de 1733, com desfile de alas, grupos culturais, fanfarras e manifestações artísticas, celebrando a história, a fé e a cultura de Minas Gerais. Em 2025, ele vai lançar em novembro seu 11o livro, "Histórias, Memórias e Mistérios da Rota Turística Jaguara", fruto de uma pesquisa das histórias e lendas dos Caminhos do Ouro na Região do Rio das Velhas (Editora Tuya). Victor ainda é o fundador da Revista Mundaréu e atua em projetos de arte educação e formação cultural, voltados à preservação de saberes tradicionais e ao acesso à cultura nas regiões históricas de Minas Gerais.Em 2017, Victor recebeu oficialmente o título de Cidadania Honorária de Ouro Preto, reconhecimento pelo seu trabalho no campo da cultura da região. Diretor artístico – Fernando CastroBailarino, educador e um dos fundadores do Grupo Corpo, companhia criada em 1975 e reconhecida internacionalmente pela originalidade de sua linguagem e pela excelência de seus espetáculos. Participou do elenco das primeiras montagens da companhia, incluindo Maria Maria (1976), Último Trem (1980) e Prelúdios (1985), obras marcantes que ajudaram a consolidar a estética do grupo.Com o tempo, passou a atuar nos bastidores e na formação, colaborando na criação de figurinos, cenografias e processos pedagógicos. No teatro da Escola Corpo, acumulou ampla experiência em produção e montagem de espetáculos, com destaque para coreografia, cenografia, iluminação e sonorização. Sua atuação precisa e detalhista foi decisiva para a coerência cênica e estética do Grupo Corpo.Desde a década de 1990, Fernando dirige a Escola Corpo de Dança, formando bailarinos com sólida base técnica e sensibilidade artística. Sob sua orientação, a escola se tornou referência nacional em excelência pedagógica, preparando artistas para atuar em palcos do Brasil e do exterior. É também diretor do Grupo Sala B, formado por alunos avançados de diversas partes do país, com apoio da Companhia Corpo de Dança.Figura central na trajetória da dança contemporânea brasileira, Fernando Castro segue como um dos principais responsáveis por garantir a vitalidade, rigor e inventividade da linguagem criada pelo Grupo Corpo, mantendo vivo o diálogo entre tradição e experimentação.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.