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O Festival Zero Likes é um encontro artístico-experimental realizado na Pousada do João Mineiro, em Tiradentes (MG), que reúne artistas independentes de diferentes estados para uma semana de oficinas, apresentações, performances e exposições. O evento valoriza a arte alternativa e a produção colaborativa, promovendo a reflexão sobre o uso das tecnologias digitais, a descentralização cultural e o diálogo entre arte, natureza e comunidade local.
O Festival Zero Likes é um encontro artístico-experimental que propõe uma imersão criativa entre artistas independentes e a comunidade de Tiradentes (MG). Durante sete dias, o público vivencia uma programação composta por oficinas, performances, shows e projeções audiovisuais que exploram a arte antialgorítmica e a relação entre tecnologia, natureza e corpo.O evento valoriza a produção de arte de baixo custo, o uso criativo de materiais recicláveis e a expressão coletiva, incentivando novas formas de interação estética fora do circuito comercial. O festival inclui o Cinefloresta, mostra de vídeos projetados em árvores, e a Feira de Instrumentos Experimentais, com objetos sonoros criados nas oficinas.Com classificação indicativa livre, o Festival Zero Likes convida o público a repensar os vínculos entre arte e mídia, promovendo o encontro entre diversidade, sustentabilidade e liberdade criativa.
Promover o Festival Zero Likes como um espaço de criação, intercâmbio e formação artística, fortalecendo a cena independente e aproximando artistas urbanos da comunidade interiorana de Tiradentes (MG), em uma experiência imersiva que une arte, tecnologia e sustentabilidade.Objetivos EspecíficosRealizar uma edição do Festival Zero Likes voltados as artes visuais, com 7 dias de programação artística e formativa na Pousada do João Mineiro.Oferecer 4 oficinas experimentais voltadas à criação de instrumentos, objetos sonoros e linguagens audiovisuais inovadoras.Apresentar 7 performances, 5 shows ecom artistas convidados e talentos locais.Exibir o mostra de cinema Cinefloresta 5 filmes com projeções em meio à natureza, integrando arte e ambiente natural.Promover uma feira-exposição com as obras no festival 3 dias( a feira ira oferecer o espaço de exposição para os expositores).Estimular a formação de público e a troca cultural entre artistas e comunidade, fortalecendo o ecossistema da arte independente.Produzir materiais audiovisuais e fotográficos para registro e difusão das ações em redes e mídias culturais.
Justificativa _ Uso do Mecanismo de Incentivo à CulturaO Festival Zero Link propõe-se como um espaço de criação, intercâmbio e formação artística que une arte, tecnologia, natureza e sustentabilidade, promovendo a descentralização cultural e a valorização da cena independente. O projeto necessita do uso do Mecanismo de Incentivo Fiscal à Cultura por tratar-se de uma iniciativa sem fins lucrativos, de acesso gratuito e de relevante interesse público, cujo financiamento direto por meio de bilheteria ou patrocínio espontâneo não é suficiente para garantir sua execução plena e acessível.A captação via Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) permitirá custear a infraestrutura, os cachês artísticos, a acessibilidade e a documentação audiovisual das atividades, assegurando a gratuidade integral das oficinas, apresentações e exposições — condição essencial para o acesso democrático da população local e visitantes ao conteúdo formativo e artístico do festival.O projeto enquadra-se nos incisos I, II, III e V do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, pois:I _ promove a produção, difusão e circulação de bens culturais;II _ estimula a formação artística e cultural;III _ apoia a preservação e difusão do patrimônio cultural e das expressões regionais;V _ incentiva a realização de eventos que propiciem o intercâmbio cultural.Quanto aos objetivos do Art. 3º da Lei, o Festival Zero Likes contribui para:I _ facilitar o livre acesso da população às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais regionais e nacionais;III _ proteger as expressões culturais dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira;V _ promover e estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, identidade e memória coletiva;VI _ priorizar o acesso de comunidades e grupos com menor poder aquisitivo às produções culturais;VIII _ estimular a formação artística e o desenvolvimento da consciência crítica da população.Dessa forma, o apoio via Lei Rouanet é fundamental para garantir que o Festival Zero Likes se consolide como uma plataforma de difusão da arte experimental e colaborativa, assegurando inclusão, diversidade, sustentabilidade e democratização do acesso cultural em consonância com os princípios da Política Nacional de Cultura.
O Festival Zero Likes propõe uma experiência artística e educativa que conecta arte, tecnologia e comunidade, oferecendo atividades totalmente gratuitas e acessíveis. O evento destaca-se por seu caráter formativo e de democratização cultural, reunindo artistas, educadores e público em um processo colaborativo de criação e reflexão sobre os impactos da era digital na expressão artística.Durante os sete dias de programação, o festival realizará oficinas gratuitas, apresentações artísticas, exibições audiovisuais e ações de mediação cultural, incentivando o diálogo entre arte contemporânea e saberes locais. Todas as atividades contarão com recursos de acessibilidade, como intérprete de Libras, legendas, audiodescrição e estrutura física adaptada, assegurando a participação de pessoas com deficiência e público diverso.O projeto também prevê a formação de público, com ensaios abertos e atividades em espaços públicos da cidade, ampliando o acesso da comunidade às manifestações artísticas contemporâneas. Os conteúdos produzidos durante o festival — registros audiovisuais, fotos e vídeos educativos — serão disponibilizados gratuitamente em plataformas digitais, garantindo difusão ampla e permanente.Além de fomentar a inclusão social e cultural, o Festival Zero Likes contribui para a sustentabilidade ambiental ao utilizar materiais recicláveis e de baixo custo nas oficinas e instalações, reforçando o compromisso com práticas ecológicas.
Especificações Técnicas do Produto O Festival Zero Link será realizado na Pousada do João Mineiro, em Tiradentes (MG), com 7 dias de duração e programação contínua de atividades artísticas, educativas e formativas.Formato e Estrutura:· Duração total: 7 dias consecutivos· Carga horária estimada: 56 horas de atividades· Local: Pousada do João Mineiro – Tiradentes/MG· Público estimado: 1000 pessoas ao longo do evento· Classificação indicativa: Livre· Estrutura física: palco para apresentações, área de projeção do Cinefloresta, salas para oficinas, feira-exposição, áreas externas de convivência e espaço de acessibilidade.Produtos e Materiais:· Oficinas: 4 oficinas experimentais (Cyberglass, Noisecups, Glitchmaker e Experimento Sonoro) com turmas de até 20 participantes, voltadas à criação de instrumentos e objetos sonoros com materiais recicláveis e de baixo custo.· Apresentações Artísticas: 2 dias de performances, shows e projeções audiovisuais com artistas independentes de diferentes estados.· Feira de Exposição: mostra e comercialização dos instrumentos e obras produzidos nas oficinas.· Cinefloresta: exibição audiovisual em árvores e espaços naturais, utilizando projetores, som ambiente e iluminação cênica.· Registro Audiovisual: captação de imagens e produção de vídeo-documento para difusão digital.Projeto Pedagógico: As oficinas e atividades formativas serão ministradas por artistas convidados e têm caráter educativo, prático e reflexivo, promovendo o desenvolvimento de habilidades criativas, a troca de saberes e a democratização do acesso à produção cultural independente.Materiais Didáticos e Técnicos:· Equipamentos audiovisuais (projetores, câmeras, caixas de som, microfones, cabos e pedestais);· Materiais recicláveis e de baixo custo para construção de instrumentos experimentais;· Estrutura de palco, iluminação e sonorização profissional;· Material gráfico para sinalização e comunicação visual;· Recursos de acessibilidade: intérprete de Libras, audiodescrição e legendas.
O Festival Zero Likes será planejado para garantir ampla acessibilidade física e de conteúdo, assegurando a participação de todos os públicos, incluindo pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.Acessibilidade Física: O evento será realizado na Pousada do João Mineiro, em Tiradentes (MG), espaço que dispõe de áreas planas e de fácil circulação. Serão implementadas rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização tátil e visual e orientação de equipe treinada para atendimento de pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida. A estrutura do festival também contemplará áreas de descanso acessíveis e rotas de deslocamento sem barreiras. Acessibilidade de Conteúdo: As atividades do festival — oficinas, apresentações e exibições audiovisuais — contarão com intérprete de Libras nas ações formativas e performáticas, legendas descritivas nas projeções e vídeos, e audiodescrição em trechos selecionados das obras audiovisuais. Haverá ainda visitas sensoriais mediadas, permitindo que pessoas com deficiência visual conheçam os instrumentos e objetos artísticos criados nas oficinas.Essas medidas têm como objetivo garantir o acesso pleno e equitativo de todos os públicos ao conteúdo artístico e educativo do festival, fortalecendo o compromisso do projeto com a inclusão, a diversidade e a democratização cultural.
O Festival Zero Likes terá acesso gratuito a todas as suas atividades, incluindo oficinas, apresentações, projeções e feira-exposição, garantindo a participação ampla do público local e visitantes. As inscrições para as oficinas serão abertas à comunidade de Tiradentes (MG) e regiões vizinhas, priorizando jovens, artistas independentes e pessoas em situação de vulnerabilidade social.Os produtos culturais gerados — como vídeos, registros audiovisuais e fotografias — serão distribuídos gratuitamente em plataformas digitais e nas redes sociais do projeto, ampliando o alcance das ações e garantindo o acesso remoto ao conteúdo artístico e formativo.Além disso, o festival promoverá ensaios abertos e intervenções performáticas em espaços públicos, estimulando a participação espontânea da comunidade e o diálogo direto entre artistas e público. As apresentações do Cinefloresta também serão realizadas em área externa, de livre acesso, integrando arte e natureza.
Denise NuvemArtista transmídia independente (São Paulo, 1988)Formada em Artes Visuais pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo (2010), Denise desenvolve uma trajetória experimental entre arte, filosofia, tecnologia e redes sociais. Sua pesquisa investiga as dinâmicas de grupos online, ruído, alteridade e os impactos algorítmicos nas subjetividades contemporâneas.Criadora do manifesto “Desgrupo” e do selo experimental Zero Likes Records, que propõe subverter as lógicas das redes sociais e da indústria cultural, valorizando produções fora do circuito de massa. O selo desdobra-se em projetos como Zero Likes Magazine e 0likes.tv, voltados à criação de mídias alternativas e sonoras.Participou de exposições e ações como:Print Na Rua (2014) – intervenção urbana no Rio de Janeiro.Instituto Tomie Ohtake (2015) – corpo educativo nas exposições de Miró e Frida Kahlo.Ocupação Funarte (2016) – atuação nas universidades livres e práticas anti-institucionais.Print TV – The Wrong / CCSP (2017) – exposição sobre metacuradoria e metalinguagem.Centro de Subjetividades da PUC-SP (2018) – apresentação do trabalho Terapia de Grupo Impresso.USP (2019) – performance Vampiras Veganas no colóquio com Suely Rolnik.Bar Das Kapital (Berlim, 2019) e Blum.SP (Berlim, 2021) – performances e apresentações internacionais.Cryptorave (2024) e Casa Metamorfose (2024) – performances como Womanoiser, explorando som, poesia e saúde mental.Sua pesquisa articula arte sonora, performance, metacuradoria e crítica às plataformas digitais, com foco em criação coletiva e descentralização das mídias.Orlando LopesAtor | DRT 0036370/SPAtor paulistano com mais de 15 anos de experiência em teatro, cinema e televisão. Formado pelo Teatro Escola Macunaíma, com especializações em Biomecânica Teatral de Meyerhold, Método das Ações Físicas de Grotowski, Feldenkrais e Teatro da Crueldade de Antonin Artaud.Destaca-se pela atuação em produções premiadas e de relevância cultural, como:“Terra em Transe” – espetáculo contemplado pelo Prêmio Zé Renato (2015), com direção de Diego Gonzalez e temporadas na Funarte e Teatro Maria Della Costa.“Vivo Ele Está” – Cia. Palco Meu, direção de Jean Dandrah, estreia na Funarte (2017).Série “Rotas do Ódio” – produção NBCUniversal/Universal Channel (2018), sob direção de Susanna Lira.Filme “As Melhores Coisas do Mundo” – longa-metragem de Laís Bodanzky, com preparação de elenco de Sérgio Penna (2010).Ator versátil, com sólida formação técnica e trajetória voltada à pesquisa corporal, teatral e audiovisual.📍 São Paulo – SP | 📧 orlando.henriquelopes@gmail.com | 📞 (11) 96412-7583
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.