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A Flip Araguaia é uma feira literária visando o incentivo à leitura, à promoção de novos escritores, pavimentando na sociedade o valor da Literatura, no crescimento e fortalecimento de nossa identidade enquanto povo. Uma construção saudável de nossas relações, no que diz respeito ao papel exercido pela educação e pelo ensino, proporcionando encontros, palestras, oficinas, em diferentes segmentos públicos, abrangendo pontos culturais identitária da região e Escolas Municipais/Estaduais, com linguagens literária. Afim de consolidar estrategicamente um ganho de horas lidas pela população, através de intervenções em escolas, universidades, centros culturais, e pontos de cultura, por meio de oficinas de composições poéticas, e Contação de histórias, encontros e palestras, workshop e rodas de saberes, com autores e arte educadores interagindo com o público, alunos e convidados da sociedade, em geral. Como desfecho, uma celebração nos moldes feira cultural literária, juntamente com um sarau realizada em centros culturais, confraternização ligada a interação de atores cultural, escritores, poder público aberta ao público.
A Flip Araguaia trabalhará de forma descentralizada com ações formadoras, e linguagens específicas direcionadas as faixas etárias em foco e exposição: .1ª infância – Contação de histórias – 06 a 10 anos – dinâmicas ilustrativas e lúdicas, cantigas regionais com duração de 1 hora cada, duas vezes semanal, por 1 mês, na rede municipal de ensino, Escola Pública Municipal Padre Sebastião Teixeira de Carvalho, com 150 alunos atendidos .2ª adolescentes – 12 a 17 anos – oficinas de composição poética, construção de livretos coletivos, lírica do Rap e Slam, na rede estadual de ensino, Escola Estadual José Ângelo dos Santos, 150 alunos atendidos. .3ª jovens e adultos – em responsabilidade de Marinalva Marques em palestras e workshop com autores, rodas de transmissão de saberes e sarau universitário com 40 vagas por oficina sendo um encontro agendado no mês previsto. Prática Aplicada – Oficina poesia Encontros semanais nas escolas, em salas com até 30 alunos, pré-agendadas com a coordenação, 1:30 h por dia com alunos da rede pública de ensino da atenção básica, abordando temas como: diversidade /inclusão, violência doméstica, amor próprio e, relacionamento abusivo, dentre outros. O material didático será o Livro Candieiro: cartas de um amor presente do autor Daniel Machado, com músicas autorais, textos poéticos interpretativos de autores diversos com dinâmicas, temáticas quebra gelo, introdução a composição na lírica do Rap e apresentação de grupo. 1 – convidados: jornalista, Rede de Frente, advogada, mulheres vítimas, com abordagem do tema: Medida Protetiva Protege? Panorama gráfico sociais de medidas de direito da mulher no estado e município e de que forma podemos auxiliar? Duração de 4 horas. Distribuídas em: 30 minutos de apresentação do projeto aos participantes; 1:30 minutos de acolhida, apresentação da palestrante e início da palestra; 30 minutos de intervalo e; 1:30 minutos bate papo estilo roda de conversa, troca democrática de saberes “público e anfitriões”. 2 – O Sagrado Feminino, com 40 vagas por oficina sendo um encontro agendado no mês previsto. Responsável Zenilda Teodoro, convidando a professora e psicóloga Leidiane Dias de Souza Teixeira, bem como Consteladora familiar e, professora de Yoga Michelle cujo tema será mediado pela proponente Marinalva Marques sobre: Saúde Mental e Espiritualidade; Convívio Social, nos sentimos seguras? e; a Saúde do Ofício. Duração de 4 horas. Distribuídas em: 30 minutos de acolhida aos participantes; dinâmica de quebra gelo; 1:30 minutos, apresentação das convidadas e início dos trabalhos; 30 minutos de intervalo; 1:30 minutos bate papo estilo roda de conversa, socialização de saberes.
Objetivo Geral: Realizar a Flip Araguaia, uma feira literária,afim de democratizar o acesso ao consumo da literatura, possibilitando que, autores emergentes exponham suas obras, amplie sua arrecadação ao venderem suas obras dentro da FLIP e, serem reconhecidos na sociedade por suas contribuições. Realizando enquanto opção municipal uma festa regional periódica em datas de alta temporada turística na região do centro-oeste, proporcionando uma diversão cultural, e um fomento ao aumento de leitores, e escritores na sociedade. Objetivos Especificos: Possibilitar a profissionalização de escritores regionais na Flip Araguaia. Promover articulação entre secretarias municipais em torno de um impacto social positivo. Fazer a interlocução e o protagonismos da cultura em ambientes públicos. Promover o aquecimento financeiro dos comércio relacionados com literatura como gráficas, livraria. Incentivar o fomento literário em ambientes escolares. Alcançar 2.000 pessoas presentes no evento final e, 250 pessoas nas oficinas. Fortalecer coletivos de poetas e escritores na região. Qualificar os encontros coletivos em redes de pontos culturais. Premiar quatro (04) autores regionais com um valor financeiro de incentivo ao lançamento de novas obras literárias na Flip Araguaia.
Considerando que, a Lei nº 13.696, de 12/07/2018, instituiu a Política Nacional de Leitura e Escrita (PNLE), esta lei reconhece a leitura e a escrita como direitos dos cidadãos e como essenciais para uma vida digna e para assegurar a plena cidadania. A PNLE tem como objetivo promover a leitura, a escrita, o livro, a literatura e as bibliotecas públicas de acesso no Brasil e, dentre as diretrizes da PNLE está o fortalecimento do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas. O Decreto Nº 12.166 de 05/09/2024, regulamenta a Política Nacional de Leitura e Escrita, instituída pela Lei nº 13.696, de 12/07/2018, e altera o Decreto nº 519, de 13/05/1992 e, o Decreto nº 520, de 13/05/1992. Então, a PNLE tem como objetivo promover a leitura, a escrita, o livro, a literatura e as bibliotecas públicas de acesso no Brasil. Entre as diretrizes da PNLE está o fortalecimento do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas. E, embora a nossa região do rio Araguaia seja dotada historicamente por um legado cultural e bibliográfico, por exemplo, do Sr Valdon Varjão, o qual além de pioneiro, enquanto sujeito preto ao adentrar ao Congresso Nacional Brasileiro como primeiro Senador Negro do Brasil, contribuiu com inúmeras publicações e escritos que diz respeito a tradição popular de nossa região. Valdon Varjão fundou o que até hoje é mantida como resistência à leitura e literatura, que é a Academia de Letras Cultura e Artes do Centro-Oeste, a entidade proponente da Flip Araguaia. Assim, surge a necessidade de prosseguir nesse pleito, agindo enquanto sociedade para a melhoria intelectual da população. Que hoje vê seus esforços se esvaindo na massificação da cultura instantânea, a qual propaga o tempo capitalizado na importância da função do indivíduo. O quem é você? Não contempla mais o quem tu és. E ela, a contemplação, que nos faz perceber as transformações, precisa ganhar o componente de sua real importância. É isso, tempo para ler, nos faz discernir às transformações e dirigir as ações de forma assertiva, sendo um incentivo à leitura.
A região do Araguaia figuram um protagonismo político na questão literária preta, temos enquanto munícipes a responsabilidade de publicizar. Com uma história protagonizada pelo Sr. Valdon Varjão, o qual foi o fundador da Academia de Letras, Cultura e Artes do Centro-Oeste. Um homem preto tomando a frente de um legado e fomento a literatura em nossa região. Legado esse que, tem encontrado um grande impedimento pela transformação de convívio e costumes atualmente na sociedade e, levando em consideração essa especificidade, nós enquanto atores da política cultural, pretendemos dar um novo começo a esse esforço que capitaliza uma imensa transformação no desenvolvimento e fortalecimento de nossa identidade. A proposta Flip Arqaguaia vem ao encontro à dificuldade das Secretarias de Educação, de um modo genêrico, em intensificar as horas lidas entre os alunos, com uma contribuição da Secretaria de Cultura na roupagem atual de temas e linguagens a serem explorados. Visando o empoderamento do povo preto, frente à sua história, através da alternativas de tradução de nossa realidade no formato escrito, dando exemplos de autores regionais a possibilidade de carreiras artísticas e, um reconhecimento massivo em obras literárias. Para isso, se faz a importância da proposta, que abarca uma interação de autores regionais, fazedores de cultura e, uma intersetorialização das políticas, em prol de uma sociedade com subsídios educacionais que potencializam a melhoria de nosso convívio social. Faremos um Marketing da feira literária, Flip Araguaia, agregando os participantes via oficinas e rodas de conversa. De início vamos publicizar na rede de ensino público a divulgação das oficinas, feitas pela equipe de produção do projeto. Integrando os participantes do projeto por meio dessa capacitação, isso se estenderá aos familiares e toda rede através da execução da etapa. Assim, vamos progredir com as rodas de conversa, ampliando os convites em Associações Culturais, redes de Coletivos Culturais e, simpatizantes, uma interligação entre a produção do projeto, Secretaria de Educação e Secretaria de Cultura para a continuidade das ações e publicização das ações. Com esse campo pavimentado, o fomento da Flip Araguaia estará embasado e, começaremos então a massificação midiática do evento final com a criação do material de marketing e promoção da Feira. Todos os participantes das etapas anteriores receberão por meio de contatos pré-estabelecidos, a divulgação, ganhando corpo em mídias sociais, públicas e particulares. Contaremos com uma relação de proximidade com mídias jornalísticas, e produtores de conteúdos para internet. Esse ganho será uma contribuição essencial para adesão pública sobre o evento que contará com os participantes, produtores, poder público e influencers. Esperamos chegar a mais de 5.000 pessoas alcançadas pela publicidade, revertendo em 25% do público presentes. Podendo chegar a 2000 pessoas presentes no evento final e, 250 pessoas alcançadas em nossas capacitações, essa é a meta. Faremos um Marketing da feira literária, Flip Araguaia, agregando os participantes via oficinas e rodas de conversa. De início vamos publicizar na rede de ensino público a divulgação das oficinas, feitas pela equipe de produção do projeto. Integrando os participantes do projeto por meio dessa capacitação, isso se estenderá aos familiares e toda rede através da execução da etapa. Assim, vamos progredir com as rodas de conversa, ampliando os convites em Associações Culturais, redes de Coletivos Culturais e, simpatizantes, uma interligação entre a produção do projeto, Secretaria de Educação e Secretaria de Cultura para a continuidade das ações e publicização das ações. Com esse campo pavimentado, o fomento da Flip Araguaia estará embasado e, começaremos então a massificação midiática do evento final com a criação do material de marketing e promoção da Feira. Todos os participantes das etapas anteriores receberão por meio de contatos pré-estabelecidos, a divulgação, ganhando corpo em mídias sociais, públicas e particulares. Contaremos com uma relação de proximidade com mídias jornalísticas, e produtores de conteúdos para internet. Esse ganho será uma contribuição essencial para adesão pública sobre o evento que contará com os participantes, produtores, poder público e influencers. Esperamos chegar a mais de 5.000 pessoas alcançadas pela publicidade, revertendo em 25% do público presentes. Podendo chegar a 2.000 pessoas presentes no evento final e, 250 pessoas alcançadas em nossas capacitações, essa é a meta.
Enquanto fazedores de Cultura que somos, temos o viés da Pedagogia Libertária, em que o projeto, Flip Araguaia, tem um norte educacional ofertado ao município ao trabalhar o tema central, incentivo à leitura, por meio de ações e linguagens que correspondem a proximidade do fazer literário, as expressões populares, em alternativas diárias de mudança no comportamento, sem perder os comportamentos que nos identificam enquanto indivíduos sociais. As métricas e metodologias aplicadas, tem o intuito de socialização do tema em ações coletivas, incentivando as relações sociais e sua qualidade nos encontros presenciais. A democratização da fala se dá em dinâmicas de quebra gelo, possibilitando a todos, em suas especificidades, se expressarem. Assim, contaremos com uma participação integral do público, fortalecendo o fomento ao consumo da arte literária.
A proposta de acessibilidade do Flip Araguaia contém um conjunto de acesso especializado e gratuito respeitando a diversidade e especificidade de indivíduos que compõe o tema. Esse acesso é facilitado por rampas, espaços com diâmetros aumentados nas mesas nas rodas de conversa, visibilidade do palco nas apresentações privilegiada aos cadeirantes. Então, por pretender ser realizado em local aberto ao público, faremos adaptações com passarelas, e rampas de acesso aos cadeirantes para transito livre em todas as mediações da feira; os banheiros terão instalações permanentes, adaptados dentro das normas de acessibilidade. Enquanto a publicidade do Feira, faremos cards e posts com linguagens inclusivas, e imagens ilustrativas das informações, permitindo que cegos e mudos sejam alcançados na diversidade de suas especificidades. Além de uma transmissão online do evento visar portadores de transtornos bipolares e TDH, com restrição a espaços públicos, dando a eles a oportunidade de fazer parte da proposta no conforto de seus lares.
Com uma linguagem inclusiva e atual, da Flip Araguaia, busca-se a proximidade com o público diverso da Flip Araguaia, que será representado nas variadas formas e expressões literárias artísticas e musicais ofertadas na proposta. Disponibilizaremos o conteúdo online e ao vivo, levando em conta a precária mobilidade urbana de nosso munícipio, se fazendo valer da proposta educacional. Contamos com a descentralização da proposta, atendendo estudantes em seu local de ensino, e público em geral nas capacitações feitas por meio de transmissão de saberes, chegando aos bolsões periféricos através da internet, concedendo acesso democrático a cultura e lazer, direitos pétreos da carta da ONU sobre Direitos Humanos. A proposta tem um cunho intergeracional em suas atividades, atuando em uma integração social no evento final. Visamos com isso a ação cultural democrática em sua execução, atendendo a integralidade social, em torno do incentivo à leitura, mobilizando atores e escritores a contribuição coletiva de seus trabalhos.
A Academia de Letras, Cultura e Artes do Centro-Oeste (ALCARTES), é uma das mais antigas instituições com solidez nas ações culturais da região é ponto de Cultura Certificado, desse modo é responsável pelo fomento e formação cultural em Barra do Garças, com uma longa data em encontros, eventos, que abarcam a diversidade de nossas expressões artísticas e científica. Se faz presente agora em seu papel educacional de preservação de nossos patrimônios materiais e imateriais. Vide Portifólio anexo. Na pessoa de Marinalva Marques de Souza, Bióloga e Poeta, membra da ALCARTES, componente da equipe técnica do Festival, ampliará a atuação da Academia, afim de popularizar e consolidar seu papel enquanto instituição em sua importância social. A participação remunerada do projeto, é direcionada aos trabalhadores e executores da ação, tendo a instituição como parceira colaboradora do Sustenta Fest. Equipe Técnica: Marinallva Marques - Coordenadora Executiva Daniel Machado - Coordenador Geral Sérgio Astral - Marketing, Divulgação - Mídia Social Zenilda Teodora - Produção de Evento e Articuladora das oficinas - Curadora Gilson Moraes da Costa - Coordenador de Captação e tratamento de imagem - Registro videográfico Release da Equipe Técnica: Marinalva Marques de Souza (Marinallva Marques) é barra-garcense nata, Bióloga, Educadora Ambiental, Escritora, Poetisa e Coralista. Escreve desde os treze anos de idade, quando com uma brincadeira de menina que, na época, juntava palavras de forma a fazê-las rimar e, de repente, surge o gosto pela escrita e a ânsia por descrever sua sensibilidade numa folha de papel. Quando migra do campo, aos nove anos, a menina “da roça” ansiava estudar e conhecer o mundo por meio da Literatura, fato que a fez enamora-se de Casimiro de Abreu, Álvares Dias, Augusto dos Anjos, Victor Hugo, Vinícius de Moraes, Castro Alves, Carlos Drummond de Andrade, Aldair Aires e muitos outros. Como almejava ser a musa de suas poesias/canções! Foi Contadora de histórias infanto-juvenis quando graduanda na UFMT. Publicou várias poesias em jornais impressos e on line da região. Com dedicação e esforço, publicou poesias pela All Print Editora em Antologias Especiais da XIV Bienal do Livro do Rio; Premiada; Bienal do Livro de Minas Gerais; 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, Agenda Literária 2.011 e 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Pela Jasa Desenvolvimento Editora, da Coletânea Poética da Casa do Poeta “Lampião de Gás”, Edição Comemorativa de 30 anos do Movimento Poético em São Paulo. Vol 1. E nas Antologias Gêmea vol. II e Quadrilogia Quarto Elemento Fogo do Grupo Editorial Beco dos Poetas & Escritores Ltda. Em suas gavetas, há livros prontos para serem lançados: poesias, contos e biografias. Membro Efetivo da Cadeira Nº 9, Patrono Ministro João Alberto de Lins e Barros da Academia de Letras, Cultura e Artes do Centro Oeste desde 15/11/2016. Ativista em várias ONGs, foi co-fundadora de muitas delas, de vários segmentos culturais. Atualmente, é membro da Associação Coral Aracanto; Conselho de Políticas Culturais de Barra do Garças-MT; UNEGRO-MT; Academia de Letras Cultura e Artes do Centro-Oeste; Centro de Tradições Gaúchas – CTG Sinuelo do Araguaia e; Núcleo de Astronomia e Pesquisas Ufológicas do Roncador (NAPUR). Daniel Guilherme Machado Pinto é Artista - Arte Educador - Poeta - Mc de Rap -Articulador de causas Socioculturais (@danbbo21 - E-mail:mpdaniel454@gmail.com) Cursos Complementares Seminários: Fazendo Minha História/Capacitação para Educadores em Arte e suas Expressões/Acolhimento com Adolescente. Capacitação em Hortas no CADES/ Vila Maria. Hub Fellowship Empreendedorismo Cultural/Institutos ASAS.SP Teologia Visão Mundial Experiências Profissionais Recentes Dando início em 2018 em Itumirim-MG Aguçado ao empírico, começou a dar voz na arte através dessa matéria prima fantástica O BAMBU. Com uma produção autoral voltada aos traçados étnicos. Sua coleção expressa muito de sua individualidade, sua ancestralidade, culminando em obras de arte. Ecos Étnicos, apresenta o trabalho autoral do artista, poeta, arte educador e bambuzeiro Daniel Machado, trazendo a reprodução desconstruída dos valores tribais em sua representação da arte através do Bambu. Apresentada na Secretaria de Cultura em Barra do Garças, no evento Barra Encanta em 2021. Assinando também a Biblioteca do Centro Cultural em São Paulo “Casarão Cultural “na Vila Guilherme Zona Norte da cidade. Últimos Trabalhos ANANSE – Exposição de cultura, ARTE e AFROEMPREENDEDORISMO - na SECEL em Cuibá Autor do livro: CANDIEIRO – Lançado na 4 Conferência Nacional de Cultura, no Distrito Federal Idealizador da Agenda Político-Afirmativa: Prêmio Pioneirismo Negro em Barra do Garças-MT Cantonixoreu – participante como MC com suas músicas autorais Produtor e idealizador do Podcast Preta Fala, com protagonismo feminino preto na região do Araguaia Minha Trajetória na arte Educação Fórum da Assistência Social - FAS Conferencia Livre Estadual de Assistência Social da cidade de São Paulo 2015 Facilitador do processo de sistematização. Secretaria de Assistência Social – Conselho Municipal de São Paulo (COMAS ) Conferencia Municipal de Assistência Social da cidade de São Paulo 2015 Facilitador do processo de sistematização. Projeto San Basílio de Palenque / Colômbia 2016 - Oficina de Identidade e brincadeira com meninos quilombolas. Mensageiros SP 2015. Projeto Circulando Arte, desde 2011 em Escolas Municipais/Saicas/ Centros Culturais - Idealizador e Coordenador. SAICA Mensageiros 2014 - Projeto Costurando Vidas / Fazendo Minha História - Coordenador. Instituto Mensageiros início: abril 2014 - Arte Educador. Escola Municipal Edson Pisani na Serra - 1 Encontro Rastafari Africa/Brasil BH 2014 Conferencista de Ações Afirmativas (Direito da Criança ECA). - Secretaria Direitos Humanos SP/ 2014 Conferencia Criança e Adolescente (CDCA) - Facilitador de 27 Conferencias. Ocupação Cultural - Cassarão Vila Guilherme / Subprefeitura V. Maria SP 2014 -Projeto Esportivo Arte Suave -idealizador e coordenador. Ocupação Cultural São João SP 2013 - Sarau Ocupa sem culpa -Idealizador e Facilitador. Responsabilidade Social: A frente de debates Sociais de Coletivos Culturais alternativos, em busca da melhoria na informação. Em lugares como Gol de Letras e CCJ. Foi participante do CADES ‘’ Conselho Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável” na Prefeitura – Vila Maria/ Vila Guilherme. Diretor Social do CICAS ‘’ Centro Independente de Cultura Alternativa e Social ‘’ Desenvolvendo um trabalho de ressocialização frente à comunidade, dirigindo trabalhos como: Ballet, Capoeira, Reciclagem, e diversos WorkShop no espaço. Delegado Municipal de Cultura pelo município de Barra do Garças Habilidades: Poeta, facilidade na execução de Projetos, focado, criativo, proativo e descreve ideias com convicção. Visão holística sobre as dificuldades, apresentando prontamente alternativas de escape. Sérgio Astral Com mais de 35 anos de carreira nas artes plásticas, fotografia e vídeo arte, Sérgio Astral é um artista visual autodidata que se destaca pela versatilidade e inovação. Seu trabalho atravessa diversas mídias e estilos, explorando a interseção entre arte tradicional e contemporânea. Além de seu próprio trabalho criativo, Sérgio dedica-se a oficinas e palestras, incentivando o crescimento da cena artística. Sua trajetória é marcada por um compromisso com a constante reinvenção e uma busca por novas formas de expressão. Trajetória Profissional - Exposições e Projetos Designer e produtor de fantasias e alegorias para escolas de samba em São Paulo, atuando também como jurado pela União das Escolas de Samba de São Paulo. Cenógrafo para comerciais, novelas e eventos de grandes marcas e emissoras como Renner, Electrolux, SBT, Globo, TV Record, MTV, Casa Cor, Teleton e TV Cultura. Participou de exposições em estações icônicas do Metrô de São Paulo, como Vila Madalena, Sé e Itaquera (2006, 2007, 2008, 2009, 2018 e 2020). Projetos Recentes: Centro Cultural São Paulo (CCSP): Exposição contemplada pelo edital Paulo Gustavo em 2024, onde apresentou uma série de obras que mesclam as influências da Pop Art com a técnica de pintura acrílica em painéis. O trabalho abordou temas contemporâneos, refletindo sobre a cultura urbana e a relação com o espaço público. Centro Cultural Valdon Varjão – Barra do Garças-MT: Também contemplado pela Lei Paulo Gustavo, realizou a intervenção Mano Onça, uma série de stencils que representavam figuras humanas com cabeças de onça, explorando a linguagem da arte urbana. A obra simbolizava a conexão entre o urbano e a força da fauna local, marcando a entrada do espaço cultural com uma proposta visual impactante. Centro Cultural de São Vicente: Exposição focada na evolução artística de Sérgio Astral, com obras que capturaram a essência da Pop Art e refletiram o desenvolvimento de suas técnicas ao longo dos anos. Outros Destaques: Atuou de 1992 a 2011 na Divisão de Difusão Cultural do Centro Cultural São Paulo (CCSP), contribuindo com a documentação audiovisual e fotográfica ao lado de nomes como Carlos Rennó e Sossô Parma. Zenilda Teodora de Lima é formada em Letras/Literatura na UFMT, e em Direito, pela UniCathedral; especialista em Linguagem (UFMT) e em Gestão Pública (Faculdade Afirmativo); Consteladora Familiar e Pós Graduada em Mediação de Conflitos 2024; Doutoranda em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Católica de Buenos Aires - AR. Atua como Advogada, é professora do Estado de Mato Grosso, lecionou em cursinho para concurso e professora na UniCathedral na cidade de Barra do Garças-MT. É secretária do Rotary Club Barra do Garças, ano rotário 2024/2025. Participa ativamente dos Conselhos: -Meio Ambiente da OAB -Meio Ambiente do Município de Barra do Garças -Conselho do PESA; -Cehidro estadual; - Fórum Estadual de Bacias Hidrográficas; - Vice presidente do CBH Alto Araguaia 2022; - Segunda Secretária do CBH Alto Araguaia 2024. - Conselho do PESA Serra Azul Quanto à suas atividades culturais, a escritora iniciou muito cedo. Na década de 70 participava e escrevia peças teatrais na escola com apresentação no teatro municipal de Tenente Portela/RS. Na década de 80 participou de grupo de dança no CTG Sentinela da Fronteira em Tenente Portela e de um grupo de vocal da cidade coordenada pelo músico e escritor Vanderlei Picolo. Na década de 90 participou de grupo de teatro em Água Boa. No ano de 2015 a 2016 participou do grupo de dança Hadarah Malak. No ano de 2018 ingressou no Coral Cantarte em Barra do Garças onde retornou em 2023. Foi secretária provisória do CTG Sinuelo do Araguaia em 2023. Desde o ano de 1999 vem escrevendo poesias, crônicas e contos, tendo sido selecionada em alguns concursos de poesia em âmbito estadual e nacional. Têm participação em pelos 08 livros de antologias poéticas e seu livro de poesias será publicado ainda em 2.024. Gilson Costa é pesquisador, realizador audiovisual, documentarista, videomaker e docentedo ensino superior. É graduado em Rádio e Televisão pela Universidade Federal de MatoGrosso, Mestre em Estudos de Linguagens e Doutor em Estudos de Cultura Contemporânea.Coordena, desde o ano de 2014, o Núcleo de Produção Digital da UFMT, localizado noCampus Universitário do Araguaia, em Barra do Garças. No ano de 2016, com recursos daSECEL/MT – Edital Tradições, produziu e dirigiu o documentário Xavante: memória, culturae resistência (2016, 33 min), trabalhando em parceria com o Povo Xavante da Terra indígenaSão Marcos, no Mato Grosso. O filme foi exibido em diferentes países da América Latina,ganhando prêmios em festivas e mostras nacionais e internacionais, como o FestCineAmazônia (2018) e o Festival Ecofalante (2018), dentre outros. Em 2018, foi co-diretor domédia metragem Giramundá: o congo e a diáspora (2018, 52 min). Com esse documentário,participou de diferentes mostras de cinema negro pelo país, recebendo o prêmio de Mençãohonrosa do Júri Oficial da III Mostra de Cinema Negro de Mato Grosso. É autor da tese dedoutorado intitulada “A’uwẽ Hoimanadzé: práticas de resistência na produção audiovisualxavante”, defendida em 2019. A pesquisa, aprovada com indicação de publicação, foidesenvolvida em parceria com cienastas Xavante das Terras Indígenas de São Marcos,Sangradouro e Etenhiritipá. A tese se constitui como uma das poucas pesquisas locais que seaprofunda sobre o estudo e reflexão do cinema indígena no estado. É um dos organizadoresdo livro Cinema e Audiovisual em Mato Grosso (volume 01 e volume 02), publicado pelaeditora Paruna (SP), nos anos de 2022 e 2023, respectivamente, trazendo ampla discussãosobre a história e memória do cinema e do audiovisual em nosso estado. Como docente, atua, deste o ano de 2013 como professor do curso de Jornalismo da UFMT em Barra do Garças.Coordena o projeto de Extensão Núcleo de Produção Digital, através do qual tem fomentadoa produção audiovisual independente da região do Médio Araguaia. Enquanto pesquisadorintegra o grupo de pesquisa LABTECC - Laboratório de Tecnologias, Ciências e Criação/UFMT,tendo, em seu currículo, a publicação de dezenas de artigos e capítulos de livros discutindo ocinema mato-grossense, em especial o cinema indígena.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.