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O projeto prevê a construção de 3 galpões pré-moldados que irão compor o Centro de Arte Brasileira _ CABRA, em Brasília/DF, sendo dois destinados a exposições e programas culturais e um voltado à reserva técnica climatizada para a preservação de um acervo de mais de 12 mil obras de arte brasileira em comodato com o IPAC. A iniciativa supre a carência de espaços dedicados à arte contemporânea no Distrito Federal e cria um polo cultural de relevância nacional e internacional, com 3.000 m² de área construída, oferecendo mostras gratuitas, atividades educativas, cursos e visitas mediadas. De impacto social e cultural significativo, o projeto promove o acesso democrático à arte, fomenta a formação de público, gera empregos e renda na cadeia criativa, requalifica um espaço histórico subutilizado e fortalece a imagem de Brasília como referência na preservação e difusão da produção artística brasileira.
PRODUTO 01 CENTRO DE ARTE DE BRASÍLIADescrição do ProjetoO projeto visa a construção de três galpões pré-moldados:Galpão A e B: destinados a exposições, ações educativas, programação cultural e atividades de pesquisa.Galpão C: destinado a Reserva Técnica do acervo (com mobiliário técnico, climatização controlada e áreas de higienização e quarentena).As estruturas terão padrão pré-moldado, permitindo rápida implantação, durabilidade e racionalização de custos. O complexo será integrado ao espaço do Museu Vivo da Memória Candanga, ampliando sua função sociocultural.O projeto prevê a implantação de um conjunto arquitetônico composto por três galpões pré-moldados, a serem construídos no Museu Vivo da Memória Candanga, Núcleo Bandeirante – Brasília/DF, totalizando aproximadamente 3.000 m² de área construída. Tipologia construtivaEstrutura: sistema metálico pré-moldado, com cobertura em telha termoacústica e fechamento lateral com painéis isolantes, assegurando desempenho térmico e acústico adequado.Revestimentos internos: paredes internas em drywall, com pintura geral e acabamentos de alto desempenho.Pisos: execução de piso em concreto polido, resistente ao tráfego de visitantes e à movimentação de cargas museológicasEsquadrias: alumínio com vidro laminado de proteção UV, garantindo segurança, iluminação natural e controle ambiental.Altura: pé-direito de aproximadamente 7 metros, compatível com usos expositivos, reserva técnica e circulação de cargas museográficasMezaninos: dois dos galpões contarão com mezanino interno em painel wall (aprox. 800 a 900 m²), ampliando a área útil para atividades administrativas, educativas e de pesquisa.Distribuição funcionalGalpão A e Galpão B: destinados a exposições de longa duração, mostras temporárias, atividades educativas, espetáculos culturais e programas de pesquisa. Contarão com infraestrutura expositiva flexível, iluminação museográfica projetada e climatização central controlada.Galpão C: projetado como Reserva Técnica, com áreas de higienização, quarentena, acondicionamento e guarda climatizada do acervo de 12 mil obras do CABRA. Será equipado com mobiliário técnico (mapotecas, estantes deslizantes e planificadoras), iluminação de baixa emissão UV, controle ambiental (temperatura e umidade estáveis), segurança contra incêndio e sistemas de monitoramento.Instalações e sistemas complementaresClimatização (HVAC): sistemas de ar-condicionado central com controle de temperatura e umidade relativa, atendendo aos requisitos museológicosElétrica e telecomunicação: infraestrutura para iluminação técnica e museográfica, rede lógica, dados, telefonia e SPDA (Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas)Hidráulica e hidrossanitário: rede de água fria, esgoto e drenagem pluvial dimensionadas para uso coletivo, com banheiros adaptados.Segurança contra incêndio: sistema de detecção, alarme, sinalização de emergência, extintores, hidrantes e plano de evacuação conforme normas do Corpo de Bombeiros/DFAcessibilidade: rotas acessíveis, rampas, banheiros adaptados, piso tátil e comunicação visual inclusiva, atendendo à NBR 9050.Projeto arquitetônico e executivoO desenvolvimento técnico inclui: planta arquitetônica, projetos luminotécnicos, paginação de pisos, paredes e tetos, marmoraria, serralheria, decoração, estudo cromático, memorial descritivo de materiais, maquetes 3D volumétricas e detalhadas. O processo prevê ainda acompanhamento técnico e visitas de obraCapacidade e impactoO conjunto terá capacidade de receber milhares de visitantes por ano, fortalecendo a democratização do acesso à arte e requalificando um espaço cultural periférico. A concepção dos galpões privilegia rapidez de execução, durabilidade e custos racionalizados, além de atender às exigências museológicas internacionais para conservação e difusão de acervos.PRODUTO 02 – CONTRAPARTIDAS SOCIAISContrapartida Social – Palestras de Engajamento ComunitárioComo parte das ações de democratização de acesso e fortalecimento do vínculo com a comunidade local, o projeto prevê a realização de quatro palestras públicas e gratuitas no Núcleo Bandeirante e entorno, ministradas por artistas, curadores, críticos de arte e profissionais da cultura. Essas atividades terão como objetivo preparar a chegada do CABRA – Centro de Arte Brasileira, promovendo reflexões sobre a importância da arte e da cultura na transformação social, valorização da memória local e criação de novas perspectivas para a juventude.Cada palestra contará com tradução em Libras, registro audiovisual integral e disponibilização das gravações no site oficial do projeto, garantindo alcance ampliado e acessibilidade digital. A participação será aberta à comunidade, com divulgação em mídias digitais, rádios comunitárias e escolas da região. Estima-se a presença de 50 participantes por palestra, abrangendo estudantes, professores, lideranças comunitárias e moradores do entorno. Como resultado, espera-se o fortalecimento do engajamento social, o estímulo à participação ativa da comunidade na vida cultural e a construção de um público preparado e identificado com o novo equipamento cultural.
Objetivo GeralImplantar o Centro de Arte Brasileira _ CABRA em Brasília por meio da construção de três galpões pré-moldados, criando um polo cultural de referência nacional e internacional, dedicado à difusão, preservação e valorização da arte brasileira contemporânea, ampliando o acesso da população à cultura e contribuindo para a formação de públicos, artistas e pesquisadores.Objetivos Específicos1. Construir dois galpões expositivos multifuncionais para abrigar mostras de longa duração, exposições temporárias, eventos e atividades culturais.2. Implantar um galpão destinado à reserva técnica climatizada, garantindo a preservação adequada do acervo de mais de 12 mil obras de arte brasileira.3. Realizar quatro palestras de engajamento comunitário, com a participação de artistas, curadores e profissionais da arte, voltadas à comunidade local do Núcleo Bandeirante e entorno, promovendo diálogos sobre cultura, memória e práticas artísticas, de modo a preparar o público para a chegada do CABRA _ Centro de Arte Brasileira, fortalecendo o vínculo social e incentivando a apropriação comunitária do espaço cultural.4. Estimular a economia criativa com a geração de empregos diretos e indiretos e a contratação de profissionais de arquitetura, museologia, produção e conservação.5. Fortalecer a imagem de Brasília como capital cultural e referência na preservação e difusão da arte brasileira.6. Realizar o registro em vídeo e a documentação completa de todas as etapas do projeto, desde a concepção até a entrega final, garantindo transparência, memória institucional e a difusão das boas práticas de implantação de equipamentos culturais.
O Instituto de Pesquisa e Promoção à Arte e Cultura _ IPAC detém hoje, em regime de comodato, um acervo de aproximadamente 12 mil obras de arte brasileira, provenientes de mais de seis coleções privadas que abrangem produções artísticas de todas as regiões do país. Trata-se de um dos mais expressivos conjuntos de arte contemporânea já reunidos no Brasil, capaz de oferecer ao público um panorama único da diversidade e da riqueza cultural nacional. Contudo, este acervo ainda carece de uma infraestrutura permanente e adequada para sua preservação e difusão, o que reforça a urgência da implantação do Centro de Arte Brasileira _ CABRA.A construção dos galpões pré-moldados que irão abrigar o CABRA representa não apenas a criação de um novo espaço cultural, mas a ativação de uma ampla cadeia da economia cultural, movimentando setores de arquitetura, construção civil, museologia, conservação, curadoria, design, produção cultural, comunicação e serviços educativos. A instalação do centro impulsionará a geração de empregos diretos e indiretos, além de ampliar oportunidades para artistas, técnicos e profissionais da cultura, consolidando Brasília como um polo de inovação e referência na área.Outro aspecto fundamental é a localização escolhida: a área do Museu Vivo da Memória Candanga, situada no Núcleo Bandeirante, região periférica de Brasília. A decisão de implantar o CABRA fora do eixo central da cidade busca descentralizar a oferta cultural, garantindo que territórios historicamente marginalizados também se tornem protagonistas no acesso à arte e ao conhecimento. A proximidade com o Aeroporto Internacional de Brasília e a facilidade de acesso por transporte público tornam a localização estratégica, ao mesmo tempo em que reforçam o caráter inclusivo e democrático do projeto.Assim, o CABRA se apresenta como um empreendimento de alta relevância social e cultural, capaz de preservar um patrimônio artístico de valor inestimável, formar novos públicos e, sobretudo, impulsionar o desenvolvimento socioeconômico local por meio da cultura, transformando a paisagem cultural do Distrito Federal e irradiando seus benefícios para todo o país.O projeto atende ao Artigo 1º da Lei 8.313/91 nos seguintes incisos:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.O projeto atende ao Artigo 3º da Lei 8.313/91 no seguinte inciso:III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos.
PÚBLICO ALVOO público-alvo do CABRA – Centro de Arte Brasileira é amplo e diversificado, englobando moradores do Distrito Federal, turistas nacionais e internacionais, estudantes, professores, pesquisadores, artistas, agentes culturais e comunidades periféricas. Com a instalação dos três galpões, totalizando cerca de 3.000 m² de área expositiva e educativa, e considerando que todas as atividades serão gratuitas, estima-se um público anual de cerca de 150 mil a 200 mil visitantes, número compatível com a capacidade física do espaço e a demanda cultural reprimida da região. Localizado no Núcleo Bandeirante, em área periférica e de fácil acesso por transporte público e pelo Aeroporto Internacional de Brasília, o projeto descentraliza a oferta cultural e aproxima territórios historicamente afastados dos grandes equipamentos de arte. O impacto no DF será expressivo: além de democratizar o acesso e formar novos públicos, o CABRA impulsionará a economia criativa com geração de empregos diretos e indiretos, fortalecerá o turismo cultural e consolidará Brasília como uma referência nacional e internacional na preservação e difusão da arte brasileira contemporânea.PLANO DE MÍDIAObjetivo: divulgar a implantação e as atividades do Centro de Arte Brasileira, garantindo ampla visibilidade, engajamento do público e fortalecimento da imagem institucional.1. Plataformas digitais principais· Site institucional do CABRA/IPAC: atualização constante com notícias, agenda de exposições, catálogo digital do acervo e recursos de acessibilidade (Libras, audiodescrição, leitura ampliada).· Redes sociais (Instagram, Facebook, TikTok, X/Twitter, YouTube): campanhas regulares com vídeos curtos, reels e transmissões ao vivo de eventos e bastidores da obra.· Newsletter digital: envio quinzenal para mailing de escolas, universidades, críticos, jornalistas culturais e parceiros institucionais.2. Conteúdos estratégicos· Linha editorial educativa: posts que apresentem artistas do acervo, curiosidades, glossário de arte e cultura.· Linha institucional: mostrar a construção dos galpões, entrevistas com arquitetos, museólogos e artistas, evidenciando transparência e impacto social.· Linha participativa: campanhas de engajamento com a comunidade, convites para visitas em grupos escolares, enquetes e depoimentos de visitantes.3. Ações complementares· Campanhas geolocalizadas em redes sociais para moradores do DF, especialmente entorno do Núcleo Bandeirante e regiões periféricas.· Parcerias com influenciadores culturais e educativos, ampliando o alcance das mensagens para jovens e novos públicos.· Disponibilização de materiais digitais em mídia comunitária (rádios locais, sites de associações de bairro, grupos de WhatsApp comunitários).· Registro em vídeo de todas as etapas do projeto, vídeos curtos sobre a construção, inauguração e programação inicial.4. Monitoramento· Relatórios mensais de alcance, engajamento e público alcançado.· Ajustes de estratégia com base em métricas de redes sociais e feedback do público.
PRODUTO 01 CENTRO DE ARTE DE BRASÍLIADescrição do ProjetoO projeto visa a construção de três galpões pré-moldados:Galpão A e B: destinados a exposições, ações educativas, programação cultural e atividades de pesquisa.Galpão C: destinado a Reserva Técnica do acervo (com mobiliário técnico, climatização controlada e áreas de higienização e quarentena).As estruturas terão padrão pré-moldado, permitindo rápida implantação, durabilidade e racionalização de custos. O complexo será integrado ao espaço do Museu Vivo da Memória Candanga, ampliando sua função sociocultural.O projeto prevê a implantação de um conjunto arquitetônico composto por três galpões pré-moldados, a serem construídos no Museu Vivo da Memória Candanga, Núcleo Bandeirante – Brasília/DF, totalizando aproximadamente 3.000 m² de área construída. Tipologia construtivaEstrutura: sistema metálico pré-moldado, com cobertura em telha termoacústica e fechamento lateral com painéis isolantes, assegurando desempenho térmico e acústico adequado.Revestimentos internos: paredes internas em drywall, com pintura geral e acabamentos de alto desempenho.Pisos: execução de piso em concreto polido, resistente ao tráfego de visitantes e à movimentação de cargas museológicasEsquadrias: alumínio com vidro laminado de proteção UV, garantindo segurança, iluminação natural e controle ambiental.Altura: pé-direito de aproximadamente 7 metros, compatível com usos expositivos, reserva técnica e circulação de cargas museográficasMezaninos: dois dos galpões contarão com mezanino interno em painel wall (aprox. 800 a 900 m²), ampliando a área útil para atividades administrativas, educativas e de pesquisa.Distribuição funcionalGalpão A e Galpão B: destinados a exposições de longa duração, mostras temporárias, atividades educativas, espetáculos culturais e programas de pesquisa. Contarão com infraestrutura expositiva flexível, iluminação museográfica projetada e climatização central controlada.Galpão C: projetado como Reserva Técnica, com áreas de higienização, quarentena, acondicionamento e guarda climatizada do acervo de 12 mil obras do CABRA. Será equipado com mobiliário técnico (mapotecas, estantes deslizantes e planificadoras), iluminação de baixa emissão UV, controle ambiental (temperatura e umidade estáveis), segurança contra incêndio e sistemas de monitoramento.Instalações e sistemas complementaresClimatização (HVAC): sistemas de ar-condicionado central com controle de temperatura e umidade relativa, atendendo aos requisitos museológicosElétrica e telecomunicação: infraestrutura para iluminação técnica e museográfica, rede lógica, dados, telefonia e SPDA (Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas)Hidráulica e hidrossanitário: rede de água fria, esgoto e drenagem pluvial dimensionadas para uso coletivo, com banheiros adaptados.Segurança contra incêndio: sistema de detecção, alarme, sinalização de emergência, extintores, hidrantes e plano de evacuação conforme normas do Corpo de Bombeiros/DFAcessibilidade: rotas acessíveis, rampas, banheiros adaptados, piso tátil e comunicação visual inclusiva, atendendo à NBR 9050.Projeto arquitetônico e executivoO desenvolvimento técnico inclui: planta arquitetônica, projetos luminotécnicos, paginação de pisos, paredes e tetos, marmoraria, serralheria, decoração, estudo cromático, memorial descritivo de materiais, maquetes 3D volumétricas e detalhadas. O processo prevê ainda acompanhamento técnico e visitas de obraCapacidade e impactoO conjunto terá capacidade de receber milhares de visitantes por ano, fortalecendo a democratização do acesso à arte e requalificando um espaço cultural periférico. A concepção dos galpões privilegia rapidez de execução, durabilidade e custos racionalizados, além de atender às exigências museológicas internacionais para conservação e difusão de acervos.PRODUTO 02 – CONTRAPARTIDAS SOCIAISContrapartida Social – Palestras de Engajamento ComunitárioComo parte das ações de democratização de acesso e fortalecimento do vínculo com a comunidade local, o projeto prevê a realização de quatro palestras públicas e gratuitas no Núcleo Bandeirante e entorno, ministradas por artistas, curadores, críticos de arte e profissionais da cultura. Essas atividades terão como objetivo preparar a chegada do CABRA – Centro de Arte Brasileira, promovendo reflexões sobre a importância da arte e da cultura na transformação social, valorização da memória local e criação de novas perspectivas para a juventude.Cada palestra contará com tradução em Libras, registro audiovisual integral e disponibilização das gravações no site oficial do projeto, garantindo alcance ampliado e acessibilidade digital. A participação será aberta à comunidade, com divulgação em mídias digitais, rádios comunitárias e escolas da região. Estima-se a presença de 50 participantes por palestra, abrangendo estudantes, professores, lideranças comunitárias e moradores do entorno. Como resultado, espera-se o fortalecimento do engajamento social, o estímulo à participação ativa da comunidade na vida cultural e a construção de um público preparado e identificado com o novo equipamento cultural.
Em conformidade com a IN 23/2025 e seus artigos 42 e 43, o projeto de instalação do CABRA segue as seguintes características:Objetivo: Garantir que o complexo cultural seja plenamente acessível e inclusivo, contemplando pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, idosos, crianças e demais públicos prioritários, atendendo às exigências normativas e promovendo autonomia, segurança e participação plena.Componentes principais1. Acessibilidade arquitetônica e mobilidade· Acesso principal e secundário com rampas (inclinação conforme NBR 9050), corrimãos em ambos os lados, pisos táteis de direcionamento e alerta.· Portas e vãos com largura mínima conforme NBR 9050, automatizadas ou com acionamento fácil.· Elevadores ou plataforma elevatória para interligar níveis quando existirem mezaninos ou pisos sobre elevados.· Circulações livres de obstáculos, sinalizadas por contraste cromático e textura tátil; largura adequada para cadeirantes, e áreas de manobra previstas.· Banheiros adaptados em todos os galpões (A, B e C), com barras de apoio, lavatórios acessíveis, cabine de tamanho adequado para cadeira de rodas.· Estacionamento com vagas reservadas próximas à entrada, com sinalização horizontal e vertical acessível, calçadas adaptadas para acesso ao edifício.O CABRA contará em seu espaço físico com:· piso podotátil; elevadores e acessos correspondentes às normativas ABNT NBR 9050; · mobiliários acessíveis para pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida ou baixa estatura; · fraldários e banheiros adaptados e com sinalização universal.Rubrica na planilha: Desenvolvimento/Material de multissensorialidade Acessibilidade comunicacional e sensorial· Sistema de sinalização inclusive com pictogramas, fontes grandes, alto contraste, braille e relevo para pessoas com deficiência visual.· Audioguias para exposições, bem como descrição tátil de obras selecionadas; acesso à LIBRAS (intérprete ou conteúdo em vídeo libras) nas atividades culturais.· Iluminação adequada, sem ofuscamento, para favorecer leitura e percepção de pessoas com baixa visão.· Sistema de som e acústica projetados para inteligibilidade (boa relação sinal/ruído), bem como sistemas de FM ou loops magnéticos para pessoas com deficiência auditiva.· Conteúdo digital acessível no website e aplicativo do centro (compatível com leitores de tela, navegação por teclado, vídeo com legenda e audiodescrição).Acessibilidade funcional de uso das exposições e reserva técnica· Rota clara e acessível entre entradas, áreas expositivas, reserva técnica e espaços de apoio (salas de educação, auditório, cafeteria, loja).· Mobiliário e balcões de atendimento com altura acessível, espaços livres para cadeira de rodas.· No galpão de reserva técnica, acesso controlado, mas com previsão de visitas mediadas para pessoas com deficiência, se houver visitas públicas, com rotas adaptadas, iluminação e sinalização adequadas.· Equipamentos expositivos adaptáveis: painéis em altura acessível, bancos ou assentos junto às obras para pessoas com deficiências de mobilidade ou fôlego reduzido; área de descanso acessível.· Programas educativos com turmas específicas para públicos prioritários (com deficiência, idosos, comunidades periféricas), com mediadores treinados em inclusão e acessibilidade.Gestão da acessibilidade e monitoramento· Desenvolvimento de política de acessibilidade formal, que inclua procedimentos para manutenção das rotas acessíveis, treinamentos de equipe, queixas e sugestões de usuários com deficiência.Comunicação e sensibilização· Campanhas de comunicação para divulgar os recursos de acessibilidade do centro (como audioguias, libras, rampas, visitas mediadas) tanto localmente quanto via redes sociais e site.· Formação de equipe em sensibilização sobre inclusão e diversidade, para atendimento de pessoas com diferentes tipos de deficiência.· Parcerias com entidades de pessoas com deficiência para consultoria contínua e testes práticos das rotas e recursos acessíveis.6. Acessibilidade visual: · Os visitantes com deficiência visual contarão com recursos de maquetes e mapas táteis; legendas e textos de orientação em Braille; textos com caracteres ampliados; audiodescrição; e piso podotátil.Rubrica na planilha: Desenvolvimento/Material de multissensorialidade 7. Acessibilidade auditiva: · Os visitantes com deficiência auditiva poderão contar com o recurso de videoguias em Libras e intérpretes de libras durante as visitas monitoradas.Rubrica na planilha: Desenvolvimento/Material de multissensorialidade 8. Acessibilidade intelectual: · Utilização de linguagem simples.Rubrica na planilha: Desenvolvimento/Material de multissensorialidade. De acordo com a Lei nº 13.146, de 06/07/2015Art. 42. A pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso:I - a bens culturais em formato acessível;II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; eIII - a monumentos e locais de importância cultural e a espaços que ofereçam serviços ou eventos culturais e esportivos.Art. 43 II - assegurar acessibilidade nos locais de eventos e nos serviços prestados por pessoa ou entidade envolvida na organização das atividades de que trata este artigo.
O projeto do CENTRO DE ARTE DE BRASÍLIA , realizará as seguintes iniciativas visando ampliação do acesso:1. Entrada gratuita· Todas as exposições, mostras, atividades educativas, seminários e visitas mediadas serão oferecidas ao público sem cobrança de ingresso.· Garantia de livre acesso a todo o público residente no DF, visitantes de outras regiões e turistas internacionais.2. Localização periférica e acesso ampliado· Instalação no Núcleo Bandeirante (Museu Vivo da Memória Candanga), área periférica de Brasília, garantindo descentralização da oferta cultural.· Facilidade de acesso por transporte público e proximidade do aeroporto, beneficiando comunidades locais e visitantes.· Programas de transporte escolar e comunitário em parceria com escolas públicas e organizações sociais, assegurando a presença de grupos de estudantes e populações de baixa renda.3. Programação educativa e formação de público· Visitas orientadas para escolas públicas e comunidades periféricas, com mediadores treinados.· Oficinas, cursos, rodas de conversa e palestras para jovens, professores e agentes culturais locais.· Atividades voltadas a famílias, idosos, pessoas com deficiência e comunidades tradicionais, ampliando a diversidade de públicos.4. Acessibilidade comunicacional e sensorial· Recursos de acessibilidade: audiodescrição, legendas, intérpretes de Libras, material em braille, vídeos acessíveis.· Conteúdo digital acessível no site e redes sociais do CABRA, garantindo que mesmo quem não possa comparecer presencialmente tenha acesso a parte da programação.5. Comunicação e divulgação inclusiva· Estratégia de divulgação priorizando mídias comunitárias, rádios locais, escolas públicas e organizações sociais.· Produção de materiais impressos e digitais em linguagem clara e inclusiva, além de versões em Libras e audiodescrição.6. Envolvimento comunitário· Parcerias com associações de bairro, centros comunitários e coletivos culturais para desenvolvimento de atividades conjuntas.· Convites a artistas locais e regionais para participação em exposições temporárias e residências artísticas, ampliando o reconhecimento da produção cultural do DF e entorno.7. Monitoramento e avaliação· Registro estatístico de público segmentado por perfil (escolas, grupos comunitários, turistas, público espontâneo).· Relatórios semestrais de participação e avaliação de impacto social e educacional.· Ajuste contínuo do programa a partir do feedback do público e parceiros.· Todas as imagens e vídeos realizados no âmbito do projeto estarão disponíveis gratuitamente no site do projeto (Inciso IV e V Art. 28); No âmbito do Art. 47 da IN nº023/2024 do Ministério da Cultura o projeto prevê:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes;III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;VII - realizar atividades culturais nos estabelecimentos prisionais das unidades da federação ou instituições de longa permanência para idosos, para pessoas em residências terapêuticas e para Unidades de Acolhimento da Rede de Atenção Psicossocial;VIII - estabelecer parceria visando à formação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público;IX - oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis;
O proponente será responsável pela coordenação geral, remunerado pela rubrica de mesma nomenclatura, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, como pode ser verificado nos projetos realizados junto ao PRONAC.PROPONENTEIPAC – Instituto de Pesquisa e Promoção à Arte e Cultura O IPAC é uma associação privada sem fins lucrativos, qualificada como OSCIP, sediada em Brasília, com a missão de promover a gestão e produção cultural de excelência, integrando turismo, educação e meio ambiente, e agregando valores à sociedade por meio da cultura. Fundado a partir da reunião de especialistas e pesquisadores com sólida experiência em artes visuais e gestão cultural, o instituto desenvolve propostas que primam pela criatividade, agilidade, transparência e eficiência, contribuindo para transformações sociais significativas e para a sustentabilidade da cadeia produtiva da cultura. A instituição acumula experiência sólida na gestão de espaços e exposições de grande porte, com projetos de impacto como Dona Fulô e Outras Joias Negras, que ultrapassou 100 mil visitantes, e a mostra Paisagens em Suspensão – Museus do Ibram na CAIXA Cultural Belém, integrada ao calendário da COP 30. O IPAC também já coordenou exposições em instituições parceiras como o Centro Cultural Justiça Federal, o Centro Cultural TCU e o Centro Cultural Banco do Brasil. Além disso, administra em comodato um acervo de mais de 12 mil obras de arte brasileira, provenientes de seis coleções privadas de diferentes regiões do país, o que confere ao instituto um caráter único na articulação de colecionismo, pesquisa e difusão. Esse acervo fundamenta o projeto de criação do Centro de Arte Brasileira – CABRA, que será referência nacional na preservação, estudo e circulação da arte brasileira. A atuação do IPAC combina curadoria, museologia, produção, comunicação, educação e difusão, consolidando-o como referência na gestão de projetos culturais de relevância social e econômica.COORDENAÇÃO GERALDaiana Castilho Dias é historiadora, professora e produtora cultural, Mestre em História das Relações Internacionais e Diplomacia Cultural pela Universidade de Brasília. Trabalhou no Ministério da Cultura até 2007, quando passou a se dedicar integralmente à produção cultural. Fundou em 2008 a 4 ART Produções, responsável por mais de uma centena de exposições no Brasil e no exterior. Atualmente é diretora do IPAC e responsável pela coordenação geral de seus projetos. Sob sua liderança, o IPAC dirigiu iniciativas como a exposição Dona Fulô e Outras Joias Negras, a mostra Paisagens em Suspensão – Museus do Ibram (CAIXA Cultural Belém, COP 30) e o programa de aquisição e doação de obras sacras e barrocas ao Museu da Inconfidência (MG). Hoje, coordena o desenvolvimento do CABRA, no Núcleo Bandeirante, em Brasília, que prevê três galpões pré-moldados para exposições, reserva técnica e atividades educativas. Sua trajetória se caracteriza pela visão estratégica, gestão cultural integrada e curadoria de relevância nacional, reafirmando o papel de Brasília como polo das artes visuais.ARQUITETURA E EXPOGRAFIAGero Tavares é arquiteto e expógrafo, diretor do Studio Tavares, com sede em Brasília. Seu trabalho se destaca pela integração entre arquitetura, arte e design, criando narrativas espaciais que ampliam a experiência sensorial do público. Desenvolveu a expografia da mostra Do Chão para o Chão (Unibes Cultural) e a cenografia da exposição DŌ: a caminho da virtude (Japan House, no Museu de Arte de Brasília). Também colaborou em projetos de Christus Nóbrega e participou da CASACOR Brasília. Sua abordagem alia rigor técnico, pesquisa de materiais e uma estética contemporânea, o que o consolida como referência em soluções expográficas inovadoras.COORDENAÇÃO DE MUSEOLOGIACarlos Alexandre Madalena, de Belo Horizonte, é administrador de empresas (FACE-UFMG), museólogo (ECI-UFMG) e Mestre em Educação em Museus (FaE-UFMG). Atua em documentação museológica, colecionismo e musealização, com pesquisas sobre função, legislação e modelos de documentação em museus e espaços de ciência. É membro ativo do ICOM, integrando os comitês ICOFOM e CECA, com participação em fóruns internacionais. Sua experiência garante ao projeto CABRA uma gestão museológica sólida, orientada por parâmetros técnicos e científicos.COORDENAÇÃO DE CONTEÚDOAndré Severo (Porto Alegre, 1974) é artista, curador e gestor cultural. Mestre em Poéticas Visuais pela UFRGS, produziu projetos como Areal, Dois Vazios e Lomba Alta, além de mais de dez filmes e instalações audiovisuais. Foi curador associado da 30ª Bienal de São Paulo (2012), co-curador da representação brasileira na Bienal de Veneza (2013), diretor artístico da Bienal do Mercosul (2016-2018) e diretor do Farol Santander Porto Alegre (2019-2023). Recebeu diversos prêmios nacionais, como o Funarte Conexões Artes Visuais e o Prêmio Marc Ferrez. Entre suas curadorias recentes estão 100 anos de Athos Bulcão (2018-19) e Labirinto (2025). Marília Panitz é curadora independente, crítica de arte e professora da UnB (1999-2012). Dirigiu o Museu Vivo da Memória Candanga e o Museu de Arte de Brasília. Realizou curadorias como Rumos Visuais Itaú Cultural, Azulejos em Lisboa (2013), Vértice – Coleção Sérgio Carvalho (2015-16), 100 anos de Athos Bulcão (2018-19), Dona Fulô e Outras Joias Negras (2024-25) e Horizonte Cerrado (2025). Recebeu o Prêmio Vera Brandt (DF) e o Prêmio Sérgio Milliet da ABCA. Atualmente é coordenadora de curadoria do IPAC, com foco na produção artística do Centro-Oeste.PROJETO DE ILUMINAÇÃOCarlos Eduardo Peukert é artista multidisciplinar e iluminador, Bacharel em Artes Cênicas (UnB). Atua em espetáculos de teatro, dança e música, integrando luz e narrativa de forma inovadora. Como diretor da T19 Projetos de Arte e Cultura, realiza iniciativas que unem arte e tecnologia. Atuou como professor de técnicas teatrais na UnB e participou da Quadrienal de Praga (2019). É reconhecido por trazer pesquisa e inovação à iluminação cênica brasileira.COORDENAÇÃO EDUCATIVACarlos Lin (Carlos Ferreira da Silva) é artista, curador, crítico e educador. Graduado em História (UnB, 1987) e Mestre em Artes (2002), foi professor do Departamento de Artes Visuais da UnB e do FADM, além de membro do Conselho de Cultura do DF. Coordenou o programa educativo do CCBB e dirigiu galerias em Brasília. Sua trajetória integra arte, filosofia e educação, com destaque para a curadoria colaborativa no IPAC. Participou de exposições como 100 anos de Athos Bulcão e O Jardim de Amílcar de Castro.DESENVOLVIMENTO WEB E VÍDEOGorillas Filmes é produtora audiovisual e estúdio criativo de Brasília, com atuação em arte, tecnologia e comunicação. Realiza videomappings, animações, registros expográficos, podcasts e conteúdos digitais imersivos para museus e centros culturais. Parceira da 4 ART e do IPAC, já trabalhou para CCBB, CAIXA Cultural, Farol Santander e Museu da República. Também produziu para instituições como Fiocruz e CNA/Senar. É responsável pela tecnologia da Carreta Agro pelo Brasil e cria experiências inovadoras em realidade aumentada, vídeos 360 e RA.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.