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Realizar o 2º Estação Teatral _ Festival de Teatro Itinerante em agosto de 2026, com 4 dias de duração, reunindo 8 grupos teatrais de diferentes linguagens com o objetivo de levar a arte teatral a diferentes em diversos espaços da cidade, como centros culturais, praças públicas e escolas, abrangendo diferentes bairros de Palhoça, incluido regiões longuiquas e periféricas. Além das apresentações teatrais, o festival promoverá atividades formativas de forma inclusiva e acessível.
Realizar o 2º Estação Teatral – Festival de Teatro Itinerante em agosto de 2026, com 4 dias de duração, reunindo 8 grupos teatrais de diferentes linguagens com o objetivo de levar a arte teatral a diferentes em diversos espaços da cidade, como centros culturais, praças públicas e escolas, abrangendo diferentes bairros de Palhoça, incluido regiões longuiquas e periféricas. Além das apresentações teatrais, o festival promoverá atividades formativas de forma inclusiva e acessível.
Objetivos Divulgar amplamente o Festival e o período de inscrições para seleção dos grupos teatrais participantes por meio de chamada pública; Contratar equipe técnica responsável pela produção, comunicação e acessibilidade do evento; Selecionar 8 grupos teatrais de diferentes linguagens para compor a programação oficial; Promover apresentações artísticas em praças públicas, escolas e diferentes bairros da cidade de Palhoça, garantindo a descentralização da arte teatral; Realizar atividades formativas, como oficinas, rodas de conversa e workshops, voltadas para diferentes públicos e faixas etárias; Garantir recursos de acessibilidade (intérprete de Libras e demais adaptações necessárias) em todas as atividades; Estimular o intercâmbio cultural entre artistas locais e de outros municípios, promovendo a valorização das artes cênicas e o fortalecimento da cena teatral em Palhoça.
A realização do 2º Estação Teatral _ Festival de Teatro Itinerante na cidade de Palhoça é de extrema relevância porque promove a descentralização cultural dentro da da cidade que carece de políticas estruturadas de acesso às artes cênicas. O Estação Teatral é o único festival de teatro da região continental da Grande Florianópolis evidenciando uma lacuna significativa na oferta cultural, uma vez que o teatro é uma manifestação artística essencial para a formação crítica, educativa e cultural da sociedade. O Estação Teatral possui três pilares fundamentais: descentralização e democratização, diversificação e formação artística e acessibilidade e inclusão.Importante salientar que devido à escassez de equipamentos culturais na cidade de Palhoça, o Estação Teatral tem como prioridade selecionar espetáculos que apresentem condições técnicas adaptáveis para se realizarem em locais com pouca ou nenhuma infraestrutura cênica. Essa preocupação busca garantir que o teatro chegue a diferentes públicos, ocupando espaços alternativos como escolas — muitas delas sem auditório — e associações de moradores de bairro, ginásios e praças democratizando o acesso à arte e possibilitando que a comunidade vivencie experiências culturais de qualidade em seus próprios territórios. O foco é construir um festival capaz de superar as barreiras estruturais, levando o teatro até onde ele raramente chega, fortalecendo assim a circulação cultural e a valorização do direito à fruição artística em Palhoça.Na primeira edição, realizada em julho de 2025, o Estação Teatral esteve presente em 6 bairros diferentes de Palhoça (Centro, Ponte do Imaruim, Jardim El Dorado, Pinheira, Guarda do Embaú e Frei Damião), muitos deles regiões periféricas e de vulnerabilidade social, onde a população possui pouco acesso ao fazer teatral. Destaca-se o bairro Frei Damião, considerado a maior favela de Santa Catarina, com 7.273 moradores e 2.470 domicílios, segundo dados do IBGE, em 2022. Os bairros Pinheira e Guarda do Embaú, localizados a mais de 50 km do centro da cidade, também receberam o festival, demonstrando o alcance territorial e o compromisso em levar o teatro a localidades afastadas. A programação do 1º Estação Teatral contou com grupos participantes de diferentes linguagens, incluindo montagens teatrais infantis, teatro de rua, teatro de animação, performances e teatro de ator, atendendo a todas as idades. Nesse mesmo sentido, o festival, apresentou em sua programação teatral uma ampla diversidade de temas, contemplando espetáculo feminista, histórico, de caráter político, de religião de matriz africana (encenado por uma artista pessoas trans). Essa variedade reafirma o compromisso do festival com a pluralidade cultural, a inclusão social e a promoção do diálogo através da arte.O festival tem como propósito diversificar sua programação para garantir que o público tenha contato com uma ampla gama de linguagens teatrais, promovendo o acesso à arte de forma plural e inclusiva. Ao longo do evento, em 2025, mais de 2 mil pessoas participaram das atividades, reforçando o impacto social e cultural do projeto.Além disso, o Estação Teatral busca proporcionar aos artistas locais do teatro e da região continental da Grande Florianópolis a oportunidade de conhecer, aprofundar e ampliar seus conhecimentos cênicos, por meio das diversas atividades formativas oferecidas pelo evento, como oficinas, workshops, rodas de conversa e intercâmbios com profissionais experientes de outras regiões. Essas ações permitem aos participantes aprimorar técnicas de atuação, experimentação de linguagens teatrais diversas, direção, produção e montagem de espetáculos, além de estimular a criação de redes de colaboração entre artistas locais e de outros municípios.Ao fortalecer as capacidades individuais e coletivas dos grupos teatrais, o festival contribui para ampliar a qualidade das produções locais, incentivar a inovação artística e consolidar a cena teatral de Palhoça com o objetivo de promover o desenvolvimento cultural.Nesse sentido, o Estação Teatral surge como uma resposta a essa carência, proporcionando à população de Palhoça e da região metropolitana uma experiência abrangente, descentralizada e diversificada. A presença do teatro nas escolas da rede municipal foi (e será) um diferencial importante, permitindo o contato direto dos estudantes com as artes cênicas, despertando desde cedo o interesse cultural e incentivando a formação de plateias futuras. Nesse sentido, é fundamental a continuidade do Estação Teatral para que a população continue seu contato o teatro Além de promover a circulação cultural pela cidade, o festival proporciona visibilidade aos grupos locais, valorizando os artistas de Palhoça, ao mesmo tempo em que abre espaço para produções de outros municípios, ampliando a diversidade artística e o intercâmbio cultural. Para o ano de 2026, o festival abrirá espaço específico para a valorização da cena artística da cidade com a criação da Mostra Palhocense de Teatro. Esse segmento será voltado exclusivamente às produções teatrais locais, garantindo visibilidade às companhias, grupos independentes e artistas da região. Também para o próximo ano, o Estação Teatral pretende ampliar sua atuação, estendendo o alcance do festival a um número maior de instituições de assistência social. A proposta é levar a arte teatral a espaços que atendem populações em situação de vulnerabilidade, fortalecendo o acesso ao teatro.Com essa proposta, o Estação Teatral _ Festival de Teatro Itinerante busca não apenas democratizar o acesso à arte, mas também fortalecer a cena teatral local e regional, e promover a integração entre artistas e público além de garantir inclusão e acessibilidade, assegurando que diferentes públicos possam usufruir plenamente das atividades culturais.
O Festival 2º Estação Teatral terá quatro dias de duração, apresentando oito espetáculos voltados a diferentes públicos e realizados em diversos bairros da cidade de Palhoça.Além das apresentações, o festival também contará com atividades formativas, que serão propostas pelos grupos teatrais no ato da inscrição. Essas atividades passarão pela curadoria, que selecionará as propostas alinhadas aos anseios dos artistas locais, contribuindo para seu aperfeiçoamento e fortalecimento profissional.
Quanto à acessibilidade, o festival repetirá a ação realizada na primeira edição: contratar uma assessora de acessibilidade, que também atuará como intérprete de Libras, para programar diversas ações de acessibilidade destinadas a todas as pessoas com deficiência. Esse trabalho foi fundamental para atender de forma adequada os espectadores com deficiência que participaram do festival, garantindo inclusão e participação plena em todas as atividades, desde pessoas com pouca mobilidade até cadeirantes.Dessa forma, novamente, diversas atividades do festival garantirão que pessoas com qualquer tipo de deficiência possam participar de apresentações, oficinas e rodas de conversa. Além disso, incluir informações claras e visuais nos materiais de divulgação (folders, banners e postagens em redes sociais), favorecendo a compreensão e o acesso. Utilizar a #PraCegoVer e legendar vídeos, para ampliar a acessibilidade comunicacional. Importante pontuar que o festival convida entidades como APAE e a Associação de Surdos de Palhoça para estarem presentes na programação.Além disso, diversas atividades do festival garantirão que pessoas com qualquer tipo de deficiência possam participar de apresentações, oficinas e rodas de conversa. Além disso, incluir informações claras e visuais nos materiais de divulgação (folders, banners e postagens em redes sociais), favorecendo a compreensão e o acesso. Utilizar a #PraCegoVer e legendar vídeos, para ampliar a acessibilidade comunicacional. Importante pontuar que o festival convida entidades como APAE e a Associação de Surdos de Palhoça para estarem presentes na programação.Outra ação importante relacionada à acessibilidade é solicitar, na ficha de inscrição, que os proponentes informem se o espetáculo possui ou não falas, permitindo a curadoria selecionar espetáculos direcionados ao público surdo.
As apresentações do 2º Estação Teatral – Festival de Teatro Itinerante serão realizadas em diversos bairros da cidade de Palhoça, com o objetivo de descentralizar as ações culturais e garantir acesso às artes cênicas para toda a população. Essa estratégia visa promover inclusão social e democratizar o acesso à arte, aproximando os moradores de diferentes regiões do universo teatral.Toda a programação será de forma gratuita. Além disso, convidar escolas a participar mediante agendamento prévio, permitindo que estudantes tenham contato direto com a produção teatral local e estadual. Também convidar, novamente, entidades como a APAE e a Associação de Surdos de Palhoça, considerando que representam públicos historicamente marginalizados, com pouca oferta de espetáculos e atividades formativas voltadas às suas necessidades.Com essa abordagem, o festival busca não apenas ampliar o alcance territorial da cultura na cidade, mas também reforçar o compromisso com a inclusão, a diversidade e a valorização do teatro como instrumento de transformação social.Quanto à acessibilidade, o festival repetirá a ação realizada na primeira edição: contratar uma assessora de acessibilidade, que também atuará como intérprete de Libras, para programar diversas ações de acessibilidade destinadas a todas as pessoas com deficiência. Esse trabalho foi fundamental para atender de forma adequada os espectadores com deficiência que participaram do festival, garantindo inclusão e participação plena em todas as atividades, desde pessoas com pouca mobilidade até cadeirantes.
Éder Sumariva Rodrigues (coordenador geral): Doutor e Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Teatro do Centro de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina. Graduado em Artes Cênicas pela mesma instituição. Tem experiência em Produção Teatral, pesquisa a História do Teatro Brasileiro e História do Teatro Catarinense. Foi técnico de cultura da unidade do SESC Concórdia e produtor executivo do Festival Internacional de Teatro de Animação em Florianópolis de 2010 a 2013. É professor de teatro da rede municipal de Florianópolis desde 2016. Idealizador e organizador do 1º Estação Teatral- Festival de Teatro Itinerante em Palhoça Josiely Mayara Pereira (design gráfico): artista multifacetada que atua em diversos empreendimentos culturais e artísticos. Como produtora cultural, percussionista, ilustradora, muralista e designer gráfica, é fundadora da Ori Arte Gráfica, onde se dedica à criação de identidades visuais para marcas e projetos culturais. Em 2024, colaborou como diagramadora do livro NHOMBOE’A POPYGUA - Guia do Professor, desenvolvido por Cristiana Samaniego da Terra Indígena Maciambu, no município de Palhoça, por meio da Lei Paulo Gustavo. Sophia Teixeira Correa (fotografia e filmagem) é Produtora Audiovisual em formação, com experiência prática na área. Dirigiu e fez a pós-produção do documentário “Antes que o tempo acabe” (2023), abordando temas culturais e comunitários. Acredita que a comunicação é uma ferramenta capaz de gerar afetos e transformações e cada história revela sua potência singular.Karize Fernandes (Assessora de acessibilidade): graduada em Licenciatura Letras Libras pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e formada no curso Técnico de Tradução e Interpretação de Língua Brasileira de Sinais (Libras) pelo Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC). Com mais de 10 anos de experiência na área de tradução e interpretação em Libras, Karize também atua como atriz há mais de 20 anos. Atualmente, integra o grupo "Trupe Aririú" com a peça "As Bruxinhas da Ilha". Seus trabalhos mais recentes como intérprete incluem: a peça "As Bruxinhas da Ilha" com o grupo Trupe Aririú, o curta-metragem "A Lei do Pai" com o grupo Devaneio Teatral, o documentário do Grupo São Francisco, além de apresentações históricas, músicas e a interpretação do Hino de Santo Amaro da Imperatriz com o coral Acordes do Divino.Gustavo Bieberbach (Curador): acadêmico e artista multifacetado, cuja trajetória combina conhecimento teórico com uma prática artística diversificada. Doutor em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desde 2015, ele também possui graduação em Artes Cênicas pela mesma instituição (2012) e em Arquitetura e Urbanismo pela Fundação Universidade Regional de Blumenau (FURB) (2001). Atualmente, é professor dos cursos de Artes Visuais e Teatro na Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), onde compartilha sua vasta experiência e paixão pelo ensino com os alunos. Sua atuação no campo artístico é igualmente notável. Como ator, diretor e produtor cultural, ele traz uma perspectiva única e inovadora para cada projeto. Também é integrante da Cia. Embróglio, grupo que se destaca pela sua abordagem criativa e original no teatro. Além disso, ele desempenha um papel fundamental na coordenação do FITA - Festival Internacional de Teatro de Animação, desde 2010, contribuindo para a realização de um dos eventos mais importantes no cenário cultural brasileiro. Witor Gustavo Nascimento (assessor técnico) é iluminador e sonoplasta, atuando com os grupos Trupe do Aririú, Devaneiro Teatral e Bruxos da Corte. Também assina a iluminação das filmagens de Libras realizadas pela WKI Serviços e Produções. Entre as montagens e trabalhos em que participou estão: As Bruxinhas da Ilha (2024 e 2025), Pai (2025), A Falecida do Mangue (2025), A Menina e o Fantasma (2025) e o Coral Acordes do Divino (2024). Andrea Padilha (coordenação de produção) é atriz e produtora catarinense com mais de 25 anos de experiência em artes da cena. Formada em Artes Cênicas pela UDESC (1995), iniciou sua trajetória em 1992 no Grupo Atormenta e consolidou-se como cofundadora da Cia. Pé de Vento Teatro (1999-2010), onde protagonizou o espetáculo De Malas Prontas, com mais de 600 apresentações no Brasil e no exterior.Atuou em diversas montagens, como A Vida Como Ela É (2012-2013), Lamúrio Poético, Marinheiro Marinheiro e, atualmente, é atriz solista nos espetáculos A Garota da Capa (direção de John Mowat) e EU-Lália (direção de Abel Saavedra). Paralelamente, destaca-se como produtora cultural, com atuação em projetos como o FITA – Festival Internacional de Formas Animadas (2011-2017), Projeto GRIOT, Memórias da Resistência, além de produções teatrais, musicais e comunitárias em Santa Catarina e outros estados.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.