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"O Mundo que Eu Vejo" é um espetáculo solo de poesia autoral da atriz e escritora Ana Clara Paim, que une palavra falada, performance cênica e música ao vivo. Em formato de monólogo poético, a artista conduz uma narrativa intensa sobre amor, feminilidade, pertencimento e identidade, por meio de textos próprios interpretados ao vivo e acompanhados por banda. O projeto prevê a realização de 10 apresentações, duas por cidade, presenciais gratuitas nas cidades de Belém (PA), São Luís (MA), Salvador (BA), Belo Horizonte (MG) e Rio de Janeiro (RJ), com acessibilidade em Libras e estrutura para mobilidade reduzida. A proposta contempla também ações formativas, como roda de conversa com a artista e oficina de escrita poética voltada para mulheres, promovendo democratização do acesso e valorização da literatura falada como expressão artística.
Sinopse – Apresentações do Espetáculo “O Mundo que Eu Vejo”“O Mundo que Eu Vejo” é um espetáculo de poesia autoral que entrelaça texto, performance e presença, com uma linguagem íntima, direta e afiada. Narrado e vivido por Ana Clara Paim, artista e poeta goiana, o solo conduz o público por uma jornada de emoções cotidianas e existenciais que atravessam principalmente o universo feminino — sem concessões, com força, sensibilidade e verdade.O repertório é estruturado como um manifesto cênico, que se inicia com o desejo de falar de amor, não apenas o romântico, mas o amor por si, pelas outras mulheres, pelos sonhos esquecidos, pelo corpo e pela liberdade de ser. Com palavras que abraçam e também ferem, Ana Clara cria um ambiente de confissão coletiva, em que cada mulher se reconhece nas dores, nas dúvidas, nos desejos e nos afetos que a autora escancara.Entre as passagens mais marcantes estão textos como “Pra Todas as Mulheres”, que desconstrói a rivalidade feminina e propõe um pacto de cura e sororidade; “Se Autorize”, um grito de afirmação para quem duvida de sua potência; e “Você Merece”, um lembrete de que o amor precisa ser inteiro, honesto e gentil. Outros trechos, como “Fulano”, “O Quase é que é de Fuder” e “Deixa Eu Te Excluir”, provocam o riso nervoso e a identificação imediata ao tocar nas feridas abertas por relações fracassadas, silenciamentos e ilusões sentimentais.A dramaturgia avança num fluxo poético que ora é indignado, ora nostálgico, muitas vezes cômico e profundamente humano. Com naturalidade, a artista transita entre a performance de slam, a crônica afetiva, o desabafo e a provocação política, revelando suas contradições sem medo de parecer contraditória. Há espaço para paixões e ressentimentos, para autoajuda e autoficção, para os clichês que funcionam e os clichês que ferem.A construção do espetáculo é baseada em uma sequência de textos autorais interligados por temas como autoestima, autonomia, feminismo, vulnerabilidade emocional, saúde mental, sexualidade, amadurecimento e espiritualidade. Sem personagens nem cenários complexos, a força está na palavra dita em voz alta, no corpo que ocupa o palco, no olhar que encontra o público — como se cada espectador ou espectadora estivesse diante de uma amiga íntima em momento de revelação.Ao longo da performance, a artista costura memórias pessoais com reflexões universais, convidando quem assiste a se reconhecer em suas palavras. É também um convite à escrita: o espetáculo declara que “as mulheres escrevem” para se curar, para se lembrar, para não se calar — e é neste gesto de tornar público o que tantas guardam em silêncio que reside a potência mais profunda do trabalho.“O Mundo que Eu Vejo” não é apenas sobre Ana Clara. É sobre todas as Claras. Sobre todas as mulheres que aprenderam a se calar e hoje desejam dizer. Sobre todos os corpos que habitam suas contradições com coragem. Sobre todos os sentimentos que não cabem em postagens rápidas e reações instantâneas. É sobre dar nome ao que se sente. É sobre viver com intensidade. É sobre escrever — porque, como diz o texto final do espetáculo, “se tem dor na escrita, se tem amor nas palavras, pode ter certeza: foi uma mulher quem escreveu.”Com direção poética autoral e execução minimalista, o espetáculo se firma como uma obra potente da cena contemporânea brasileira, integrando o teatro, a literatura, o spoken word e a performance num único gesto artístico. “O Mundo que Eu Vejo” é, acima de tudo, uma convocação à coragem de ser quem se é — com todas as dores e delícias que isso implica. Sinopse - Oficina de Escrita Poética A Oficina de Escrita Poética “O Mundo que Eu Vejo” é uma atividade formativa voltada para mulheres, com foco na expressão criativa através da escrita e da palavra falada. A oficina busca proporcionar um espaço de escuta e criação, onde as participantes possam transformar suas vivências, emoções e perspectivas em textos poéticos autorais.O objetivo é estimular o autoconhecimento, a autonomia e a valorização da voz feminina como instrumento de transformação individual e coletiva. Por meio de exercícios práticos, leituras compartilhadas e reflexões sobre linguagem, corpo e emoção, a oficina pretende inspirar novas escritoras e fortalecer redes de apoio entre mulheres criadoras.
Objetivo GeralPromover a circulação nacional do espetáculo solo "O Mundo que Eu Vejo", da artista Ana Clara Paim, como instrumento de valorização da poesia falada e da expressão feminina na arte contemporânea, democratizando o acesso à cultura por meio de apresentações gratuitas, ações formativas e materiais de difusão acessíveis.Objetivos Específicos- Realizar 10 apresentações, 2 por cidade, do espetáculo "O Mundo que Eu Vejo" nas cidades de Belém (PA), São Luís (MA), Salvador (BA), Belo Horizonte (MG) e Rio de Janeiro (RJ), com entrada franca e classificação indicativa livre.- Oferecer 1 oficina de escrita poética para mulheres em cada cidade, totalizando 5 oficinas, com no mínimo 20 participantes por turma.- Promover 1 roda de conversa com a artista após cada apresentação, abordando os temas do espetáculo e o processo criativo.- Garantir estrutura completa de acessibilidade para todos os eventos, incluindo tradução em Libras, espaços reservados, banheiros adaptados e atendimento a pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, idosos, gestantes, lactantes e pessoas com obesidade.
O projeto "O Mundo que eu Vejo" nasce da trajetória de uma artista que representa uma nova geração de vozes femininas brasileiras: Ana Clara Paim, goiana com memórias cariocas, mulher, jovem, escritora, atriz e comunicadora. A sua produção é profundamente conectada aos sentimentos e experiências cotidianas, e tem se tornado, para milhares de pessoas _ especialmente mulheres _ uma referência de sensibilidade, acolhimento, reflexão e identificação. Ana Clara construiu uma carreira artística atravessada por múltiplas linguagens e formatos. Com apenas 30 anos, já publicou livro, criou peça, apresentou programa de TV, abriu canal no YouTube, produziu conteúdo viral nas redes sociais, atuou, escreveu, roteirizou, recitou e, acima de tudo, tocou pessoas por onde passou. Seu trabalho nasce de uma necessidade visceral de se expressar e de dialogar com o mundo à sua volta, o que fez com que ela reunisse, em poucos anos, um público fiel e afetivamente engajado. Ana é uma artista que provoca conexão. Seu livro de estreia, "Será que você vê o mesmo mundo que eu?" (2020), chegou ao mercado editorial com repercussão surpreendente, esgotando a tiragem inicial e se mantendo entre os mais vendidos em livrarias e feiras literárias por semanas. A obra reúne crônicas e reflexões poéticas sobre afetos, medos, relações, feminilidade, inseguranças e memórias, e tornou-se rapidamente um ponto de encontro entre autor e leitor. A partir desse reconhecimento, Ana passou a ser convidada para eventos, palestras e rodas de conversa, consolidando-se como uma voz influente e necessária. Antes disso, como atriz, Ana já havia escrito e protagonizado a comédia romântica "Minha vida amorosa é uma comédia", ao lado do autor Rafael Magalhães, do perfil "Precisava Escrever". O espetáculo circulou por 16 cidades brasileiras, com sessões lotadas e público encantado pela espontaneidade e naturalidade com que temas complexos eram tratados de forma acessível e divertida. Essa experiência fortaleceu sua presença cênica e ampliou sua relação com o público ao vivo, o que hoje é a base do espetáculo "O Mundo que eu Vejo". Além do teatro e da literatura, Ana também teve uma passagem significativa pela televisão. Foi apresentadora do programa "No Balaio", da TV Anhanguera (afiliada da Rede Globo em Goiás), entre 2018 e 2021, onde também colaborava com a criação de roteiros e quadros autorais. Sua presença televisiva contribuiu para sua visibilidade em nível estadual e mostrou sua versatilidade como comunicadora. Em 2022, criou o canal "Na varanda com a Paim", no YouTube, onde conversa com sua melhor amiga sobre temas que atravessam o universo feminino, a saúde emocional e os dilemas da vida adulta. São vídeos de conversas sinceras e diretas, que rapidamente passaram a atrair comentários e engajamentos profundos do público, consolidando mais um espaço de escuta e fala sensível. A força desse vínculo com o público também se revelou no TikTok, plataforma na qual Ana acumulou 40 mil seguidores em menos de um mês, apenas publicando vídeos interpretando seus próprios textos. Essa resposta espontânea à sua autenticidade e à sua linguagem acessível foi o impulso para desenvolver "O Mundo que eu Vejo" de forma mais estruturada. O espetáculo, portanto, nasce dessa caminhada plural e sensível. A proposta une poesia falada, interpretação cênica, textos autorais e música ao vivo (com banda composta por baixo, guitarra e bateria), criando uma experiência estética que alterna entre a leveza e a profundidade, o riso e o choro, o silêncio e o aplauso. Ana Clara conduz o público em uma narrativa fluida e sincera, onde compartilha suas percepções sobre o amor, os vínculos, as inseguranças, os ciclos da vida, a beleza dos encontros e a dureza das despedidas. Não há personagem: há presença. E é isso que torna o projeto tão potente. Com apoio da Lei de Incentivo à Cultura, será possível realizar uma circulação nacional com apresentações nas cidades de Belém (PA), São Luís (MA), Salvador (BA), Belo Horizonte (MG) e Rio de Janeiro (RJ), com duas sessões em cada cidade, totalizando 10 apresentações, todas com ações de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva e mobilidade reduzida e com entrada gratuita. A equipe será inteiramente composta por profissionais da cena artística goiana, estimulando o intercâmbio regional, a circulação de talentos independentes e a geração de trabalho e renda para artistas e técnicos do estado de Goiás. Por tudo isso, o projeto se justifica não apenas como uma realização artística relevante, mas também como uma ação de impacto cultural e social, que atende aos princípios da Lei 8.313/91 (Lei Rouanet) ao: Enquadrar-se nos incisos do Art. 1º:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Atender aos objetivos do Art. 3º:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;A Lei de Incentivo à Cultura é, portanto, o mecanismo necessário para garantir a sustentabilidade, o alcance e o impacto social do espetáculo "O Mundo que eu Vejo". Com ela, será possível dar continuidade a uma obra original, sensível e transformadora, conduzida por uma artista que representa o presente e o futuro da cultura brasileira: Ana Clara Paim.
“O Mundo que Eu Vejo” é um projeto que representa não apenas uma realização artística, mas um movimento de fortalecimento da presença feminina na literatura falada, no teatro contemporâneo e na cena cultural brasileira. A artista Ana Clara Paim vem construindo uma trajetória que une linguagem acessível, profundidade poética e conexão direta com o público — especialmente com mulheres jovens que se veem representadas em seus textos.A proposta também se destaca por promover proximidade entre artista e plateia, fugindo de estruturas tradicionais de espetáculos e apostando em um formato intimista e emocional, capaz de provocar escuta, pertencimento e reflexões profundas. As rodas de conversa ao final das sessões não apenas ampliam o alcance cultural da atividade, como também funcionam como espaços de escuta afetiva, estimulando o diálogo entre arte e vida.Outro ponto relevante é o compromisso do projeto com a circulação de uma equipe majoritariamente goiana, o que estimula o intercâmbio entre diferentes territórios culturais do Brasil e fortalece a difusão da produção artística do Centro-Oeste no circuito nacional.Por fim, vale destacar que a artista conta com um público altamente engajado nas redes sociais, o que potencializa a divulgação orgânica do projeto, amplia o alcance das ações e estimula o envolvimento afetivo com as temáticas abordadas — o que representa um diferencial relevante no impacto comunicacional e na valorização da cultura como instrumento de transformação social.
Produto 1 – Apresentações do Espetáculo “O Mundo que Eu Vejo”Formato: Espetáculo solo de poesia falada com música ao vivoDuração: Aproximadamente 60 minutosComposição da equipe artística: Ana Clara Paim (atriz e autora), músicos (baixo, guitarra e bateria)Cenografia: Estrutura leve e adaptável, composta por iluminação poética e tela interativa com projeções de trechos dos textosTempo de montagem: 4 horasTempo de desmontagem: 2 horasRider técnico padrão: Sistema de som com microfones de voz e instrumentos, iluminação frontal e lateral, projetor e estrutura básica de palcoClassificação indicativa: LivrePúblico estimado: 300 pessoas por sessãoProduto 2 – Oficina de Escrita Poética “O Mundo que Eu Vejo”Título: Oficina de Escrita Poética “O Mundo que Eu Vejo”Carga Horária: 3 horas por cidade (total de 5 oficinas, uma em cada capital)Público-alvo: Mulheres maiores de 16 anos interessadas em escrita, poesia e expressão artísticaNúmero de vagas: 20 participantes por turmaMétodo de Seleção: Inscrições gratuitas com seleção por ordem de inscrição e priorização de mulheres negras, periféricas, LGBTQIAPN+, mães e educadorasMetodologia:- Exercícios de escrita e leitura compartilhada de textos autorais e referências literárias femininas;- Dinâmicas de escuta e autoexpressão;- Debate sobre temas como feminilidade, pertencimento e identidade na literatura;- Encerramento com roda de leitura dos textos produzidos.Materiais utilizados: Cadernos de anotações, canetas, textos de apoio, recursos audiovisuais (vídeos e slides) e certificado digital.Classificação indicativa: LivreCoordenação e mediação: Ana Clara Paim
Produto 1 – Apresentações do Espetáculo “O Mundo que Eu Vejo”Acessibilidade ArquitetônicaAs apresentações serão realizadas exclusivamente em teatros e centros culturais que ofereçam infraestrutura adequada e acessível, incluindo:- Rampas de acesso e/ou elevadores para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida;- Banheiros adaptados;- Assentos reservados para pessoas com deficiência, idosos, gestantes, lactantes e pessoas com obesidade;- Sinalização tátil e visual, de acordo com a estrutura disponível em cada espaço parceiro.Acessibilidade de ConteúdoTodas as apresentações contarão com:- Tradução simultânea em Libras, realizada por intérprete profissional posicionado em local visível ao público;- Materiais de comunicação (convites digitais, sinopses e cartazes) com contraste de cores adequado e linguagem acessível;- Legenda descritiva nos materiais audiovisuais de difusão.Produto 2 – Oficina de Escrita Poética “O Mundo que Eu Vejo”Acessibilidade ArquitetônicaAs oficinas serão realizadas em espaços culturais acessíveis, com:- Rampas de acesso e banheiros adaptados;- Mesas e cadeiras adequadas para diferentes tipos de corpo e mobilidade;- Iluminação e ventilação adequadas;- Sinalização de segurança e orientação acessível para deslocamento interno.Acessibilidade de Conteúdo- Presença de intérprete de Libras em todas as oficinas;- Materiais didáticos adaptados (arquivos digitais acessíveis e impressos com contraste adequado);- Utilização de linguagem simples e inclusiva;- Disponibilização de certificado digital acessível a todas as participantes.
O projeto “O Mundo que Eu Vejo” será inteiramente voltado à democratização do acesso à cultura, com todas as 10 apresentações presenciais gratuitas (duas em cada cidade) realizadas em teatros e espaços culturais de acesso público. Os ingressos serão distribuídos de forma gratuita, com antecedência e por meio de plataformas digitais acessíveis, pontos físicos e parcerias locais, priorizando escolas, coletivos de mulheres, instituições públicas, redes culturais e ONGs.Além das apresentações, o projeto oferecerá 5 oficinas de escrita poética voltadas para mulheres, com inscrições gratuitas, turmas de no mínimo 20 participantes e emissão de certificado. Também serão realizadas 5 rodas de conversa abertas ao público, conduzidas pela artista Ana Clara Paim, ao final de cada sessão do espetáculo, estimulando a troca de experiências entre artista e plateia.Desta forma, a proposta amplia o acesso à cultura e cumpre o disposto no Art. 47 da IN 23/2025 através de: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;Essas medidas garantem que o projeto ultrapasse as barreiras do palco, criando espaços de diálogo, formação e pertencimento, especialmente voltados a públicos tradicionalmente afastados do circuito cultural, com foco em mulheres, jovens e populações periféricas.
Ana Clara Paim (Proponente) – Diretora Geral e Intérprete - Ana Clara Paim, goiana com memórias cariocas, 27 anos, é escritora e comunicadora. Seu modo de viver e de entender a vida é se expressando, e desde que entendeu isso, já habitou múltiplos cenários para se fazer ouvir. Ela usou o seu perfil do Instagram para divulgar seus textos, pensamentos e devaneios em forma de vídeos e com isso conquistou muitos leitores. Principalmente mulheres que se enxergavam nas histórias narradas em suas crônicas. Sua caminhada de forma resumida: como escritora, em 2020 publicou o livro “Será que você vê o mesmo mundo que eu?”, e seus leitores a fizeram ser bem sucedida com essa estreia. Como atriz, escreveu e interpretou a comédia “Minha vida amorosa é uma comédia” que rodou o Brasil em várias capitais em 2019. Foi apresentadora de um programa na TV Anhanguera, afiliada da Rede Globo em Goiás, desde 2018. Como comunicadora, criou em Julho de 2022 um canal no youtube chamado “Na varanda com a Paim”, onde conversa com sua melhor amiga sobre as questões que conversam na sua terapia e nas mesas de bar entre amigas. Um bate papo super transparente e reto sobre o universo feminino que reúne muitas trocas legais e sinceras nos comentários. Gabrielle Ramos de Carvalho – Coordenadora do Projeto - Gabrielle é Turismóloga por formação, atualmente cursando Pós-Graduação em Produção Cultural e Indústria Criativa na PUC-Rio. Fundadora e Diretora Executiva da Fluir Experiências, empresa criada em 2019, onde lidera a gestão e execução de projetos culturais, esportivos, ambientais e sociais, garantindo conformidade com a legislação e excelência na prestação de contas. Em sua gestão na empresa, nos anos de 2022, 2023 e 2024, coordenou a execução de importantes projetos como Tim Music Goiás, Festival Música no Prato, Festival Parada Beer, Festival Burger Time, Circuito Gastrô, Festival Deu Praia, Happy Land, Blokinho Aê, Coleção Elementos de Moda da Thear Vestuário na SPFW (moda), Coleção Todas a Coras da Thear Vestuário na SPFW (moda), entre outros. Entre 2020 e 2022, integrou a equipe da Gerência de Programas e Projetos Culturais da Secretaria de Estado de Cultura, contribuindo na administração da Lei Aldir Blanc, e atuou como Coordenadora de Turismo do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental de Goiás em 2021. Sua experiência inclui sua contribuição na Agência Estadual de Turismo, de 2015 a 2019, com importante atuação na coordenação do “Programa Experiências na Natureza” do Governo de Goiás, na liderança da implementação do Caminho de Cora Coralina, além de ter produzido importantes eventos como o Circuito Gastronômico Goiás, Arraiá do Cerrado, Aruanã EmCanto, Réveillon de Goiânia, entre outros programas que são marcos históricos para o turismo, a cultura, o esporte, a gastronomia e o meio ambiente em Goiás.Bruno Roberto Ribeiro - Coordenador de Produção – Especialista em Marketing com foco na comunicação e produção de eventos. Foi servidor público da Goiás Turismo onde participou da produção de vários eventos no Estado de Goiás, como: Aruanã EmCanto, Arraiá do Cerrado, Festivais Gastronômicos, Circuito Cavalhadas de Goiás, Réveillon Goiânia, entre outros. Coordenou a comunicação visual de campanhas de lançamentos imobiliários, como o Escarpas Eco Parque, Marina Complexo Náutico, Nirvana Condomínio do Lago e Condomínio Águas do Capivari. Além de eventos como Festival Burger Time, Show Caetano Veloso em Goiânia, Turnê Jota Quest em Goiânia, entre outros.Camila Sena - Produtora Executiva – Responsável pela gestão operacional do projeto, garantindo que todas as fases sejam realizadas com qualidade e eficiência. Formada em Tecnologia de Eventos (2013) e participou de diversos workshops, como Gerenciamento de Turnê e Direção de Palco. Produziu camarins para artistas renomados e eventos como o Saga Jazz Festival, Villa Mix e o Festival Bananada. Também atuou como produtora do artista visual Mateus Dutra, da Banda Rollin Chamas, e é sócia da 062 Produções.Leozinho - Produtor – Com experiência desde 1997 no setor de entretenimento, sua trajetória está em produção de shows, turnês, gravações de DVDs e direção técnica, sendo um dos pioneiros como roadie em Goiás. Atuou como Diretor Técnico em turnês de Sérgio Britto (2019) e para a Rede Globo no projeto Bem Sertanejo (2014, 2015, 2017 e 2019). Também coordenou eventos como o Réveillon na Praça Cívica (2000-2017), o Festival Bananada, o Canto da Primavera e o Carnaval dos Amigos (2018, 2019, 2023). Como técnico de gravação de DVDs, trabalhou com artistas renomados como Luan Santana, Chitãozinho e Xororó, Jorge e Mateus, e Camisa de Vênus. Foi roadie para nomes como Criolo, Maria Eugênia e no retorno da Legião Urbana com Wagner Moura. Coordenou a logística do backline de Nick Jonas no Villa Mix 2018. Convidado para ministrar workshops sobre direção de palco e funções de roadies, ele compartilhou seus conhecimentos no 23º Goiânia Noise e no 2º Encontro Som e Luz. Recentemente, foi Diretor de Palco do TIM Music Festival em Goiânia (2024) e, atualmente, atua como Diretor Técnico da turnê O Mundo que Eu Vejo da artista Ana Clara Paim.Hugo Hardman - Cenógrafo – Cenografia Ator, cenógrafo e cinegrafista com experiência em eventos como Goyaz Festival, PirenópolisDoc e Brasileirado. Atua na produção técnica e cenográfica de projetos culturais e corporativos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.