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O projeto "Amor, Cultura e Rua" realiza circulação artística itinerante com o espetáculo de rua "Eu Já Vi Melhores" e oficinas gratuitas de teatro, malabares, acrobacias e audiovisual em comunidades periféricas, indígenas e quilombolas dos estados brasileiros a serem definidos, promovendo formação cultural, sustentabilidade e valorização da cultura popular local.
Oficinas de Artes CênicasAs oficinas de teatro, malabares, acrobacias e audiovisual são voltadas a crianças e jovens a partir de 8 anos, com foco em expressão corporal, criatividade, consciência ambiental e trabalho coletivo. As atividades promovem a iniciação artística e a valorização cultural por meio de metodologias participativas e acessíveis. Cada oficina resulta em pequenas criações cênicas, números circenses e produções audiovisuais apresentadas ao público durante a mostra “Amor, Cultura e Grude”.Carga horária: 16 horas (teatro), 16 horas (malabares e acrobacias) e 8 horas (audiovisual).Classificação indicativa: livre.Espetáculo de Artes Cênicas – “Eu Já Vi Melhores”Pipucha é uma palhaça desajeitada em busca de um grande talento para se destacar em meio à multidão. Ao lado de Pipito, seu fiel escudeiro malabarista, ela embarca em uma série de tentativas cômicas para encontrar sua habilidade especial. Entre parcerias e trapalhadas, o espetáculo convida o público a refletir sobre a necessidade de competir e a importância do trabalho em equipe. A montagem utiliza linguagem de teatro de rua, palhaçaria e malabarismo, celebrando o riso e o encontro com o público.Duração: 30 minutosClassificação indicativa: livre.Oficina AudiovisualVoltada para adolescentes e jovens, a oficina apresenta noções básicas de roteiro, direção, enquadramento, fotografia e edição de vídeo utilizando o celular como principal ferramenta de criação. Ao final, os participantes produzem curtas-metragens exibidos na mostra “Amor, Cultura e Grude”, desenvolvendo o olhar crítico e o protagonismo na produção cultural de seus territórios.Carga horária: 8 horas.Classificação indicativa: livre.Mostra “Amor, Cultura e Grude”A mostra marca o encerramento de cada ciclo de oficinas, reunindo as criações dos participantes, os curtas produzidos nas oficinas de audiovisual e apresentações de artistas locais. A atividade busca valorizar a produção cultural das comunidades visitadas e promover o intercâmbio entre artistas e público, fortalecendo o movimento cultural e a economia criativa local.Duração média: 2 horasClassificação indicativa: livre.
Objetivo GeralDemocratizar o acesso à arte e à cultura por meio de uma ação itinerante que promove formação artística, sustentabilidade e valorização da cultura popular, levando teatro, circo e audiovisual a comunidades periféricas, indígenas e quilombolas em diferentes estados brasileiros.Objetivos Específicos1.Realizar oficinas gratuitas de teatro, malabares, acrobacias e audiovisual, com carga horária total de 40 horas por cidade e público de 60 participantes por módulo.2.Realizar duas apresentações gratuitas do espetáculo de rua "Eu Já Vi Melhores" em cada município contemplado.3.Organizar mostras culturais "Amor, Cultura e Grude" ao final de cada ciclo de oficinas, com a participação dos alunos e de cinco artistas locais convidados.4.Promover ações de acessibilidade com intérprete de Libras e materiais comunicacionais acessíveis.5.Utilizar meios sustentáveis de deslocamento, como bicicletas, e incentivar práticas de reutilização de materiais nas oficinas.6.Estimular o fortalecimento da economia criativa local, contratando artistas, técnicos e prestadores de serviços das cidades participantes. 7. Público-alvo:O projeto tem como público-alvo crianças, adolescentes e jovens a partir de 8 anos, prioritariamente habitantes de comunidades periféricas, indígenas e quilombolas dos estados brasileiros que serão definidos na pré-produção. Também se destina às famílias e moradores das cidades atendidas, que terão acesso gratuito às apresentações do espetáculo e às mostras culturais.O foco é alcançar pessoas com baixo acesso a bens e atividades culturais, promovendo experiências artísticas formativas e participativas que estimulem a criatividade, a convivência comunitária, a valorização das culturas locais e o sentimento de pertencimento.
No cenário cultural brasileiro, o acesso à arte ainda é desigual, sobretudo nas periferias, em comunidades indígenas e quilombolas, nas quais a oferta de atividades culturais é limitada e a circulação de artistas é reduzida. Essa ausência de políticas permanentes de descentralização cultural faz com que grande parte da população permaneça distante dos processos de criação e fruição artística, comprometendo o desenvolvimento cultural e a formação de público.O projeto "Amor, Cultura e Rua" surge como resposta a esse contexto, propondo uma ação itinerante que leva arte e formação diretamente aos territórios, utilizando a rua como espaço legítimo de criação e encontro. A iniciativa valoriza a potência cultural existente nas comunidades e oferece oportunidades para que crianças, jovens e adultos vivenciem experiências artísticas transformadoras, fortalecendo vínculos comunitários e estimulando o sentimento de pertencimento.Além de promover a inclusão cultural, o projeto incorpora práticas sustentáveis — como o uso de bicicletas e a confecção de materiais com recursos reaproveitados — demonstrando que é possível realizar arte com poucos recursos e grande impacto social. A proposta também ativa a economia local, contratando profissionais e artistas das regiões contempladas, contribuindo para a circulação de renda e o fortalecimento da economia criativa.Assim, "Amor, Cultura e Rua" busca ampliar o acesso à cultura, estimular a diversidade e a sustentabilidade e reafirmar a arte como um direito fundamental e instrumento de transformação social. O projeto atende os seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto também atende a alínea "c" do inciso II do Art. 3º da Lei 8.313/91, a saber: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
1. Local de realização, Cidades: As cidades serão selecionada na fase de pré-produção. Critério: - cidades com comunidades periféricas, quilombolas, indígenas ou outra especificidade de comunidade com pouco ou nenhum acesso aos meios tradicionais de difusão de cultura; - Cada módulo de 5 cidades será realizado em cidades interiorâneas ou litorâneas vizinhas; - articulação com lideranças comunitárias para recepção do projeto; A cidade indicada em Local de realização é uma referência para permitir a inscrição do projeto, porém as cidades selecioandas serão definidas durante a pré-produção do projeto. Para referência do perfil, seguem uma lista de cidades que serão consultadas para a possibildiade de receber o projeto: Módulo 1 – Bahia•Valença•Muritiba•Paripe•Salvador•Santo AntônioMódulo 2 – Sergipe•Estância•São Cristóvão•Aracaju•Pirambu •PacatubaMódulo 3 – Alagoas•Tapera•Lagoa do Pau•Barra de São Miguel•Marechal Deodoro•BranquinhaMódulo 4 – Pernambuco•Praia dos Carneiros•Porto de Galinhas•Jaboatão dos Guararapes•Recife•Itamaracá 2. Orçamento: O orçamento terá como referência valores praticados para a cidade de Estância, SE, e região. Porém representará o valor para 10 cidades em 2 módulos, se serem definidos.
1. Oficinas de Artes CênicasEstrutura PedagógicaAs oficinas de Artes Cênicas são compostas por dois eixos interligados — Teatro e Malabares e Acrobacias — que dialogam entre si e oferecem uma formação ampla voltada ao corpo, à imaginação e à expressão criativa. Cada eixo é desenvolvido em 8 encontros presenciais de 2 horas, totalizando 16 horas de carga horária por oficina.A estrutura pedagógica foi concebida para favorecer o aprendizado por meio da experiência prática, do trabalho coletivo e da construção de confiança e autonomia artística. A proposta pedagógica parte do princípio de que o corpo é o primeiro instrumento de criação e que o jogo teatral é uma ferramenta essencial de desenvolvimento humano e social.Duração: Cada oficina tem duração total de 16 horas, realizadas em 8 encontros. As atividades são desenvolvidas de forma concentrada durante a permanência da Trupe Los Grudentitos em cada cidade (aproximadamente 1 mês), garantindo acompanhamento integral e construção de vínculos entre os participantes e os oficineiros.Materiais e Recursos:•Caixa de som e microfone.•Espaço amplo e acessível, com piso nivelado e ventilação adequada.•Cadeiras para roda de conversa e descanso.•Tatames, colchonetes ou lonas para atividades físicas e acrobáticas.•Materiais reaproveitados (papéis, tecidos, fitas adesivas e garrafas plásticas) para confecção de objetos cênicos e instrumentos de criação.•Materiais impressos e digitais acessíveis, com linguagem simples e descrição textual.O uso de materiais recicláveis faz parte da filosofia do projeto, estimulando a sustentabilidade e a criatividade como elementos centrais da prática artística.Projeto PedagógicoO projeto pedagógico das Oficinas de Artes Cênicas tem como foco a formação integral e inclusiva, unindo técnica e sensibilidade. Parte da compreensão de que a arte é um direito cultural e um meio de fortalecimento da identidade individual e coletiva.Os conteúdos são organizados em módulos práticos que desenvolvem:•Expressão corporal: reconhecimento do corpo como instrumento de criação e comunicação.•Respiração e voz: percepção rítmica e sonora como ponto de partida para a expressão cênica.•Improvisação e jogo teatral: estímulo à imaginação, à escuta e à espontaneidade.•Criação de cena: composição coletiva a partir de experiências pessoais e temáticas locais.•Malabares e acrobacias: trabalho de coordenação motora, foco, equilíbrio e cooperação.•Consciência ambiental: confecção de objetos e instrumentos cênicos com materiais reutilizáveis, relacionando arte e sustentabilidade.Ao final, os participantes apresentam pequenas criações desenvolvidas ao longo do processo, integrando a mostra comunitária “Amor, Cultura e Grude”, onde compartilham suas descobertas com a comunidade.MetodologiaA metodologia utilizada é baseada na pedagogia do corpo em ação e em princípios de educação popular e teatro comunitário, inspirando-se em práticas do Teatro do Oprimido, da palhaçaria social e das artes do circo como ferramentas de inclusão e desenvolvimento humano.Os encontros são conduzidos de forma dialógica, com atividades práticas e momentos de reflexão. O aprendizado ocorre a partir da vivência e da troca entre participantes e oficineiros, valorizando os saberes locais e o repertório cultural de cada grupo.Os principais eixos metodológicos incluem:•Aprendizagem experiencial: o conhecimento é construído pela prática, pela experimentação e pelo jogo.•Processo colaborativo: cada participante contribui com suas ideias, talentos e histórias, fortalecendo o senso de grupo.•Inclusão e acessibilidade: adaptações pedagógicas garantem a participação plena de pessoas com diferentes habilidades e ritmos de aprendizagem.•Afetividade e escuta: o ambiente das oficinas é construído sobre o respeito mútuo e o acolhimento, favorecendo o desenvolvimento emocional e criativo.•Ligação com o território: as atividades partem das referências culturais locais, transformando experiências cotidianas em material artístico.2. Oficina AudiovisualEstrutura PedagógicaA Oficina Audiovisual é composta por 4 encontros de 2 horas cada, totalizando 8 horas de carga horária. O conteúdo é estruturado de forma introdutória, prática e acessível, voltado a adolescentes e jovens interessados em conhecer o universo do cinema e da produção audiovisual.A proposta segue um modelo pedagógico participativo e colaborativo, em que o aprendizado se dá pela experiência direta — aprender fazendo — e pela troca de saberes entre os participantes. A oficina enfatiza o uso do celular como ferramenta criativa e democrática de produção audiovisual, aproximando a linguagem do cinema do cotidiano das comunidades.Duração: A oficina tem duração total de 8 horas, podendo ser realizada em quatro dias consecutivos ou de forma intercalada, conforme o cronograma de atividades da trupe em cada cidade.Materiais e Recursos:•Projetor, caixa de som e tela (ou parede branca) para exibição de vídeos.•Celulares dos próprios participantes para gravação.•Papéis, canetas e pranchetas para anotações e roteiros.•Softwares gratuitos de edição (CapCut, InShot ou equivalentes).•Extensões elétricas, tripés simples ou suportes improvisados para gravação.A escolha dos recursos privilegia a autonomia técnica e o baixo custo, permitindo que os participantes reproduzam o aprendizado em seus próprios contextos. Projeto Pedagógico:O projeto pedagógico da oficina é voltado à formação básica em linguagem audiovisual, com foco na criação de narrativas curtas, autorais e conectadas às vivências dos participantes. A proposta busca democratizar o acesso às ferramentas de produção, aproximando os jovens do cinema como meio de expressão, reflexão e valorização da própria comunidade.Os conteúdos são distribuídos em quatro módulos:1.Introdução ao Roteiro e à Direção: noções de estrutura narrativa, ato, cena, sequência e criação de personagens.2.Linguagem e Enquadramento: tipos de planos, movimentos de câmera e composição visual.3.Captação e Produção: gravação prática de curtas-metragens com o celular, iluminação natural e som direto.4.Montagem e Exibição: edição básica, ritmo e narrativa audiovisual; finalização e exibição dos vídeos na mostra “Amor, Cultura e Grude”.O enfoque é na experimentação criativa e na construção coletiva do conhecimento, incentivando o protagonismo dos participantes desde a escrita até a exibição.MetodologiaA metodologia é dialógica, inclusiva e prática, inspirada em princípios da educação popular e da pedagogia do audiovisual comunitário. Parte da ideia de que todos têm histórias a contar e que o cinema pode ser uma ferramenta de empoderamento social e cultural.Os principais eixos metodológicos são:•Aprendizagem pela prática: cada conceito técnico é aplicado imediatamente em exercícios de gravação e edição.•Participação ativa: os jovens trabalham em duplas e grupos, desenvolvendo colaboração e pensamento coletivo.•Autonomia tecnológica: uso de ferramentas acessíveis e gratuitas, mostrando que é possível criar com poucos recursos.•Valorização do território: incentivo à produção de narrativas locais, estimulando a representação das realidades e histórias das comunidades participantes.•Análise crítica: exibição e debate de curtas-metragens e vídeos de referência, estimulando a leitura de imagem e a formação de repertório.A oficina culmina com a produção e exibição dos vídeos criados pelos participantes durante a mostra “Amor, Cultura e Grude”, momento de celebração e reconhecimento do processo formativo. Espetáculo de Artes Cênicas – “Eu Já Vi Melhores”Duração: 30 minutos.Frequência: 2 apresentações gratuitas por cidade visitada. Mostra Cultural – “Amor, Cultura e Grude”Duração: Aproximadamente 2 horas.Frequência: 1 realização ao final das atividades em cada cidade contemplada pelo projeto.
Produto: Curso / Oficina / Capacitação – Artes CênicasAcessibilidade FísicaAs oficinas serão realizadas em locais acessíveis, como centros comunitários, escolas ou praças com piso nivelado, rampas e banheiros adaptados, garantindo a acessibilidade de pessoas com deficiências físicas, mobilidade reduzida e idosos.Acessibilidade de ConteúdoPessoas com deficiência auditiva: acessibilidade por meio de intérprete de Libras. Pessoas com deficiência visual: haverá locução descritva pela equipe do projeto e o acompanhamento de monitores para inclusão e auxílio de pessoas com deficiência intelectual às atividades do projeto. Pessoas com deficiência intelectual: haverá o acompanhamento de monitores capacitados para inclusão e auxílio de pessoas com deficiência intelectual às atividades do projeto.Acessibilidade AtitudinalA equipe será orientada e sensibilizada para garantir um ambiente acolhedor, livre de preconceitos e aberto à diversidade. Todos os participantes serão incentivados a atuar de forma cooperativa e inclusiva, respeitando os diferentes ritmos e formas de expressão de cada pessoa.Produto: Espetáculo de Artes Cênicas – “Eu Já Vi Melhores”Acessibilidade FísicaAs apresentações serão realizadas em locais acessíveis, como centros comunitários, escolas ou praças com piso nivelado, rampas e banheiros adaptados, garantindo a acessibilidade de pessoas com deficiências físicas, mobilidade reduzida e idosos.Acessibilidade de ConteúdoPessoas com deficiência auditiva: acessibilidade feita por meio de intérprete de Libras.Pessoas com deficiência visual: haverá locução descritva pela equipe do projeto e o acompanhamento de monitores para inclusão e auxílio de pessoas com deficiência intelectual às atividades do projeto.Pessoas com deficiência intelectual: haverá o acompanhamento de monitores capacitados para inclusão e auxílio de pessoas com deficiência intelectual às atividades do proejto.Acessibilidade AtitudinalA equipe será orientada e sensibilizada para garantir um ambiente acolhedor, livre de preconceitos e aberto à diversidade. Todos os participantes serão incentivados a atuar de forma cooperativa e inclusiva, respeitando os diferentes ritmos e formas de expressão de cada pessoa.
Todas as atividades serão gratuitas e aconcerão próximo ao centro ou locais de residência do público-alvo. Público-alvoO projeto tem como público-alvo crianças, adolescentes e jovens a partir de 8 anos, prioritariamente habitantes de comunidades periféricas, indígenas e quilombolas dos estados brasileiros que serão definidos na pré-produção. Também se destina às famílias e moradores das cidades atendidas, que terão acesso gratuito às apresentações do espetáculo e às mostras culturais.O foco é alcançar pessoas com baixo acesso a bens e atividades culturais, promovendo experiências artísticas formativas e participativas que estimulem a criatividade, a convivência comunitária, a valorização das culturas locais e o sentimento de pertencimento. Ampliação do Acesso Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso, atendendo o art. 47, da Instrução Normativa 23/2025 em seu inciso VI, a saber: VI. realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;
Fabricio Addeo Ramos (FAR Cultural) será responsável pela direção geral, coordenando as equipes de produção, comunicação e fornecedores, realizando também a gestão administrativo-financeira do projeto. Shadiyah Becker – Atriz e Professora de TeatroArtista multimídia formada pela Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho (UNESP) e pela Universidade Santa Cecília (UNISANTA), atualmente cursando MBA em Comunicação e Marketing pela ECA-USP. Em 2017 trabalhou como atriz, professora e assistente de direção para o encenador Antunes Filho no projeto Prèt-à-porter em fonemol, no Centro de Pesquisa Teatral (CPT). No mesmo ano ministrou aulas de corpo e voz no Cursinho Popular Heleny Guariba e, em 2018, desenvolveu trabalho voluntário no CECCO Campo Limpo com aulas de teatro para pessoas com deficiência. Durante a pandemia (2021), apresentou a performance Frequência Yonis no festival Ocupação Ovárias (RJ). Em 2022 realizou a ocupação transmídia Um ato: Adeus no MIS Santos, estreando a performance Convite ao Adeus, uma instalação com a artista Paula Santos, e o curta SP nunca foi tão bonita. A performance foi selecionada para o festival Satyrianas (SP). Em 2023 apresentou Coelho branco, coelho vermelho de Nassim Soleimanpur e estreou o curta O Peso do Making Of, com financiamento do PROAC. Atualmente atua como atriz e produtora na Trupe Los Grudentitos, ministrando oficinas gratuitas de teatro em comunidades periféricas, indígenas e quilombolas. Amilcar Nahuel Sosa – Ator e Professor de Malabares e AcrobaciaArtista argentino, malabarista com mais de nove anos de experiência dedicados às artes circenses e à cena teatral de rua. Participou de convenções internacionais de circo e artes cênicas em Mendoza, Neuquén, San Martín, Buenos Aires e Rosário. Sua trajetória atravessa fronteiras, com passagens por Peru, Bolívia, Equador, Chile, Paraguai e Uruguai. Atualmente percorre o Brasil de bicicleta com a Trupe Los Grudentitos, promovendo oficinas de malabares e apresentando o espetáculo de palhaçaria Eu Já Vi Melhores. Luiz Gustavo Correia Silva – Designer GráficoFormado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pelo Instituto Federal de São Paulo, atua há dois anos como designer gráfico e diretor de arte freelancer. Desenvolveu identidades visuais para projetos como Núcleo Artístico Atlântica, Festival de Documentários de Ilhabela Citronela Doc, Escola Livre de Cinema Caiçara, Mostra Baobá de Cinema Negro, TEDx Ilhabela e Festival Muvúka. Nara Assunção – Assessora de ImprensaJornalista formada em 2007, com pós-graduação em Comunicação Digital. Atuou em jornais de Santos, como Boqnews e A Tribuna, nas áreas de design, fotografia, reportagem e apresentação. Atualmente é assessora de imprensa na área cultural e criadora de conteúdo para mídias sociais, cofundadora da agência de comunicação Rhizoma. É responsável pela comunicação da instituição Gota de Leite, da Escola Aquarela e da produtora Alvorada Cultural. Atua como professora no curso de Jornalismo da Universidade Santa Cecília e ministra oficinas de comunicação e escrita criativa no colégio Jean Piaget, em Santos. Possui extensão universitária em Jornalismo e Políticas Públicas pela USP e formação em Mídias Sociais pelo Senac/SP. Fabricio Addeo Ramos – Diretor Geral Produtor, diretor e roteirista, graduado em Cinema pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), com especialização em gestão de projetos pela ESPM – São Paulo e curso de realização cinematográfica no King’s College London. Foi produtor executivo do 30º ECOCINE – Festival Internacional de Cinema Ambiental e Direitos Humanos e coordenou projetos de arte-educação como Nas Telas – Estação Maracanã (2019–2020) e Projeto Sol (2018–2021). No audiovisual, produziu e dirigiu Mulheres de Sol (2020), Palavras ao Mar (2021), Bye, Bye, Desemboque – Lima Duarte e Suas Veredas (2021) e o curta de animação A Independência é Nossa Língua (2022). Produziu ainda o documentário internacional Understanding Unbelief (2019) e coordenou oficinas de formação em audiovisual no bairro Estação Maracanã, em Atibaia (2022). Também atuou como assessor de imprensa para a Procultura em edições da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.