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O projeto promove a continuidade e manutenção da Orquestra Arquitetura do Som em Palhoça/SC, com oficinas gratuitas de violino, viola, violoncelo, teoria musical e prática de orquestra para crianças e jovens da rede pública de ensino. Inclui oficinas de musicalização em contraturno na Associação Laura dos Santos, proporcionando vivência musical inicial. Prevê aquisição e manutenção de instrumentos e a realização de apresentações pedagógicas gratuitas em escolas e espaços comunitários. Busca democratizar o acesso à música instrumental, fortalecer a inclusão social e o desenvolvimento humano por meio da arte.
PROGRAMA PARA 2026/27Orquestra Arquitetura do Som:Duas composições feitas pelos alunos do pólos de SC.Músicas Brasileiras com os alunos participando como arrajandores.Músicas internacionais tradicionais com releitura dos alunos: Jesus Alegria dos Homens (Jesus bleibet meine Freude) da cantata "Herz und Mund und Tat und Leben" – Johann Sebastian Bach (1685 – 1750) Ode à Alegria (Ode an die Freude) da Sinfonia n.9 – Ludwig Van Beethoven (1770 – 1827)Músicas instrumentais com improvisos.A metodologia da Arquitetura do Som baseia-se na neurociência adequando as necessidades de aprendizagem ao contexto do indivíduo assim como da comunidade. É sabido que a música tem capacidade intrínseca de intercomunicar os dois hemisferios cerebrais e também de ser um campo onde além do aprendizado musical pode desenvolver a resiliência e o manejo de emoções. Através de exercícios que contemplam a integridade do ser humano, desenvolvemos a música e também o necessário para compreender o processo em seus infinitos níveis.OOficinas de Musicalização:A proposta da oficina de musicalização do projeto Arquitetura do Som, destina-se a crianças de 6 a 12 anos em contraturno escolar e tem duração de uma hora. A atividade busca provocar a percepção sonora, rítmica e melódica das crianças, descobrindo a coordenação motora, a escuta ativa, o trabalho coletivo e a expressão criativa. Por meio do contato com instrumentos musicais de qualidade, os participantes experimentam timbres, alturas e intensidades diversas, aprendendo de forma lúdica os princípios básicos da linguagem musical.A aula inicia com uma roda de acolhida e escuta corporal, seguida de atividades práticas de exploração sonora e rítmica com instrumentos. As crianças são incentivadas a descobrir o som dos instrumentos por meio do jogo, da imitação e da criação coletiva, compreendendo noções de pulso, timbre e melodia em pequenos exercícios guiados. A atividade encerra-se com uma breve improvisação grupal e uma roda de partilha sobre as sensações e descobertas da experiência.A metodologia utilizada baseia-se em princípios lúdicos e participativos inspirados nas abordagens de Orff e Dalcroze, alinhadas à metodologia Arquitetura do Som, que integra corpo, mente e som em um processo sensível e criativo de aprendizagem musical ativando ainda mais a curiosidade sonora, a capacidade de escuta e interação coletiva. As harpas são incorporadas como um elemento de encantamento e introdução ao universo das cordas, permitindo que as crianças façam duetos ou pequenos ostinatos, enriquecendo o repertório sonoro do grupo.
OBJETIVO GERALDar continuidade e ampliar as atividades formativas da Arquitetura do Som em Palhoça/SC, oferecendo aulas de violino, viola, violoncelo, teoria musical e prática de orquestra, além de oficinas de musicalização integradas às aulas de contraturno escolar da Associação Laura dos Santos.O projeto busca garantir acesso gratuito à educação musical de qualidade, com aquisição e manutenção de instrumentos, fortalecendo a prática coletiva, a difusão cultural e a inclusão social por meio da arte.O projeto também tem como propósito buscar valores humanos como base para o aprendizado musical, formar cidadãos autônomos, criativos e assertivos, capazes de decidir seu futuro dentro e fora do campo artístico, e valorizar a integração entre individualidade e coletividade, promovendo a comunicação por meio de ferramentas pedagógicas como o feedback (retroalimentação), que favorecem a autoavaliação, a consciência das necessidades individuais e a evolução musical e social dos participantes.OBJETIVOS ESPECÍFICOS1.1) Realizar aulas regulares de teoria musical, aulas de instrumentos (violino, viola, violoncelo) e prática de orquestra, de forma continuada, atendendo a 50 pessoas, prioritariamente crianças, adolescentes e jovens oriundos da rede pública de ensino de Palhoça/SC.1.2) Realizar 30 oficinas de musicalização nas aulas de contraturno escolar na Associação Laura dos Santos, alcançando cerca de 900 participações de crianças (30 oficinas × 30 crianças cada).1.3) Realizar aproximadamente 2.150 atendimentos anuais considerando a participação de alunos nas oficinas, ensaios e atividades pedagógicas do projeto.1.4) Adquirir 27 novos instrumentos musicais e realizar a manutenção dos já existentes, garantindo infraestrutura adequada ao aprendizado e à prática coletiva.1.5) Realizar 12 apresentações pedagógicas gratuitas, como resultado das aulas, em escolas da rede pública, associações ou espaços comunitários de Palhoça/SC, alcançando um público estimado de 1.200 ouvintes.
Este projeto é concebido como resposta à necessidade intrínseca da atividade artística e musical na vida individual e coletiva de todas as pessoas, independentemente de sua faixa etária, condição socioeconômica ou contexto cultural. Reconhecemos que a música desempenha um papel vital na experiência humana, proporcionando um suprimento essencial para a nossa existência cotidiana.A continuidade do projeto Arquitetura do Som em Palhoça/SC é estruturada em uma proposta de caráter continuado e formativo, com o objetivo de atender indivíduos em diferentes etapas de desenvolvimento e contextos socioculturais. Fundamenta-se na qualidade e reconhecimento da metodologia homônima, premiada no SIMPOM 2016 como a melhor experiência de educação musical do Brasil pelo colegiado formado por instituições de pós-graduação de todo o país.Em 2018, a idealizadora do projeto, Sheyla Yassue Yatsugafu, foi selecionada para ministrar curso a professores no Encontro Regional da ISME (International Society for Music Education), realizado na UFRN, em Natal. Nessa ocasião, foi destacada a importância da música como ferramenta para a educação e para o desenvolvimento humano integral, reforçando a relevância pedagógica e social da proposta.A cada ciclo, o projeto amplia o número de atendimentos e refina a qualidade do processo de ensino-aprendizagem, integrando aulas regulares de instrumentos, teoria musical, prática de orquestra e, agora, oficinas de musicalização infantil. Além disso, contempla a aquisição e manutenção de instrumentos musicais e acessórios, garantindo a infraestrutura necessária para a plena realização das atividades.O projeto é motivado pela convicção de que a música é uma força transformadora, capaz de transcender barreiras sociais e culturais. Por meio da prática coletiva e das apresentações pedagógicas gratuitas em escolas, associações e espaços comunitários, o Arquitetura do Som busca não apenas disseminar o conhecimento musical, mas também formar cidadãos autônomos, criativos e socialmente conscientes, promovendo inclusão social e contribuindo para a diversidade cultural do Brasil.Vale ressaltar que em pouco mais de 2 anos de execução a Orquestra ganha cada vez mais espaço na comunidade interna e externa aos seus territórios de ação, com seus integranes levando música com humanidade para seus lares e compartilhando suas experiências na suas escolas e grupos sociais dos quais pertecem.Prova disso foi a representação e apresentação para Ministra de Estado dos Direitos Humanos, Sra. Macaé Evaristo, quando de sua visita em nosso Estado, sendo um exemplo da ação dos direitos humanos e da cultura em uma comunidade segundo a Ouvidora do Estado de SC.Nesse sentido, o projeto se mostra perfeitamente alinhado aos objetivos da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet _ Lei nº 8.313/91), que visa fomentar a formação, a difusão cultural e o acesso da população a bens artísticos. O apoio da Lei de Incentivo é essencial para garantir a gratuidade das atividades, viabilizar a contratação de professores especializados e a aquisição de instrumentos, assegurando a continuidade e expansão de uma ação cultural que tem comprovado impacto social e artístico. Respeitando a proporcionalidade e contexto de nosso projeto, atendemos a totalidade dos incisos do Art 1o. da Lei 8313/91:Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Em relação ao Art. 3 da mesma lei, atendendemos às seguites alíneas e incisos:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023)II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
PROJETO PEDAGÓGICOQuantidade de vagas oferecidas Orquestra Arquitetura do Som – 50 alunosOpções de cursos – Violino, viola, violoncelo, teoria musical e prática de orquestra.Público alvo – comunidade do bairro Frei Damião, em Palhoça, SC.Corpo Docente – será formado por Sheyla Yatsugafu, que atua em formação de alunos de cordas friccionadas e de orquestras desde 1995, Talita Limas da Silva, Scheine Marches e Rosamon Matos.Metodologia – Será utilizado para o ensino de instrumentos a metodologia e conceito da Arquitetura do Som, que em 2016 foi considerado pelo SIMPOM o melhor trabalho de educação musical no Brasil, assim como os métodos tradicionais do violino como Hans Sitt, Dont, Fiorillo e Sevcic. A percepção, teoria e leitura musical será baseada em trabalhos de solfejo rítmico e melódico, exercícios de percepção auditiva, história da música, rítmica e princípios de harmonia.Atividades didáticas – Cada aluno terá 1 aula coletiva de instrumento e teoria musical e uma de prática deorquestra por semana.Recursos físicos – Local: Associação Laura dos Santos, Bairro Frei Damião, Palhoça - SCOs instrumentos adquiridos pelo projeto serão destinados ao Instituto Hadi.CARGA HORÁRIA TOTAL (por aluno) no projeto educacional em Florianópolis - 252h, sendo:• 126 h/aula em duas aulas coletivas de instrumento e teoria musical por semana• 126 h/aula em um ensaio de orquestra por semana. CONTEÚDO PROGRAMÁTICOCursos de Violino, Viola e ViolonceloTécnica/Repertório:Iniciação através das lições preliminares da Arquitetura do SomEscalas e Arpejos de 1, 2 e/ou 3 oitavasEstudos de E. Und F. Doflein, Hans Sitt, Fiorillo, Dotzauer.Técnicas de improviso musical.• Peças e estudos adicionais serão trabalhados conforme necessidade e/ou nível técnico do aluno.Aspectos observados e trabalhados durante as aulas sobre o repertório*:Aspectos técnicos:• Postura• Execução do som (a partir dos três fatores: ponto de contato, velocidade e pressão)• Relaxamento e fortalecimento muscular• Mudanças de posição e posição fixa (em diversas posições)• Agilidade• Golpes de arco (detaché, spiccatto, martelé)• Afinação• Cordas duplas e acordes• TrinadoAspectos artísticos:• Vibrato• SonoridadeInterpretação/fraseadoAspectos extra-musicais:Automonia, protagonismo e criatividadeOBS.: Este conteúdo possui os pontos e flexibilidade necessários à aplicação prática de realidade diversa queencontramos nos participantes do projeto.Como parte do processo pedagógico, faremos apresentações que servem tanto para o jovem público ao qual será destinado, quanto para os alunos da Orquestra, como experimentar este momento pode enriquecer o desenvolvimento musical. Para tanto, além dos professores, iremos convidar músicos para que os jovens músicos tenham mais contato com músicos experientes. O artigo da arquitetura do Som publicado na íntegra está no link que segue:http://www.seer.unirio.br/index.php/simpom/article/view/5709
PRODUTO: ApresentacãoACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as sessões.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões que houver deficientes auditivos no públicoACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: monitores treinados para auxiliar esse público em todas as sessões que houver deficiente intelctual no público.Em cada apresentação que houver PCD, promoveremos 15 min de experiências sensoriais com este(s) indivíduo(s). PRODUTO: AULAS CONTINUADAS E OFICINASACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral e material em Braile, com parceria com o FCEE.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não se aplica. Não temos capacidade de oferecer oficinas musicais de aprendizagem do instrumento de cordas friccionadas para surdos.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário.
A democratização do acesso será garantida através das seguintes medidas:• As aulas são gratuitas e oferecidas a pessoas que não tem acesso por motivos diversos;• Os concertos serão com ingressos gratuitos;• Os instrumentos serão disponibilizados, viabilizando o estudo aos alunos do projeto;• Será autorizada a captação de imagens nos concertos para veiculação em canais abertos de mídia.
A proponente Arquitetura do Som Ltda., representada pela pessoa física Sheyla Yassue Yatsugafu participará do projeto como Coordenadora geral do projeto, distribuindo e acompanhando os processos do projeto executivo e pedagógico assim como a formação das redes necessárias à plena saúde do projeto na comunidade que eles se encontra. Trabalhará como professora e instrumentista, principalmente mas não exclusivamente da orquestra, podendo substituir ou complementar as aulas dos instrumentos de cordas, ou teoria. Trabalhará como instrutora dos worshops de curta duração conforme plano pedagógico apresentado.Currículos:Sheyla Yassue Yatsugafu - Diretora Geral, Coordenadora do projeto, professora, instrutora, instrumentista.Iniciou a musicalização com dois anos e participou de cursos de música e concertos em RS, SC, PR, SP, RJ, PB, ES, MG, MT, GO, DF, além de países europeus, EUA, Oceania e Ásia. Aos 14 anos foi membro fundadora da Camerata Florianópolis. Em 2000, aos 20 anos é bacharel em violino pela EMBAP. Antes de sua formatura, integra o corpo docente do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga em Juiz de Fora – MG, atuando em 13 edições, um dos principais do país e patrimônio cultural juiz forano. Foi professora, coordenadora e spalla na Fundação CSN de 2004 a 2008, colaborando a conquistar prêmios nacionais com atendimento a mais de dois mil alunos de música em cinco estados. Em 2007 e 2008 fez intercâmbio na UGA - EUA, com o violinista russo Levon Ambartsumian. Em 2010, fez parte da comitiva brasileira selecionada pelo MinC a integrar os Pontos de Contato – Intercâmbio Brasil/Reino Unido visando discutir políticas culturais de ambos os países. Ainda em 2010 foi agraciada com o Prêmio Interações Estéticas– Abrangência Nacional – MinC/ FUNARTE, com o Projeto Valiosos Sons Brasileiros. Foi coordenadora musical das três edições do Fórum de Música, Gestão, Educação e Cidadania em Vassouras-RJ, considerado pelo MinC um dos mais importantes do Brasil pela proposta de transversalidade inédita. MBA em Bens Culturais – Cultura, Economia e Gestão - FGV, 2014. Atuou na Fundação Bachiana Filarmônica de 2010 a 2017 dirigida pelo maestro João Carlos Martins. EM 2016 recebeu a Comenda da Ordem do Mérito Cultural. Mestre pela UNIRIO, desenvolveu o projeto: Arquitetura do Som – construção autônoma e criativa desde os primeiros passos com o violino; Com artigo homônimo no SIMPOM 2016, foi avaliado melhor artigo em educação musical. Nele, busca a arquitetura como analogia artística à organização da aprendizagem musical priorizando a autonomia e criatividade do aluno assim como a docência com respeito e amor ao atendimento do ser humano. Em 2017 foi selecionada a dar aula desta metodologia a um grupo de professores na Conferência Regional Latino Americana da ISME(Internacional Society for Music Education) em Natal na UFRN. Em trabalhos transversais, de 2002 a 2007 coordenou a produção e fez parte da administração na implementação da Biossei, uma indústria de insumos agrícolas para produção sem agrotóxicos, com atuação principalmente em SP, PR e MG. Em 2014 coordenou a pesquisa do livro “A Cozinha Dos Quilombos: sabores, territórios e memórias” que em 2017 tornou-se patrimônio cultural do estado do Rio de Janeiro. Atualmente, desenvolve o eixo musical da Avalon Evolutive School, atua na execução do projeto Arquitetura do Som, na Orquestra de Cordas da Ilha e em outras produções e realizações culturais e artísticas, inclusive projetos de contar contos.JOHANNA UMEDA DELLA ROCCA – Produtora ExecutivaEntre os anos de 2010 e 2018 trabalhou na produção da orquestra Camerata Florianópolis. Neste período trabalhou como assistente de produção em mais de 300 concertos. Junto à Camerata Florianópolis trabalhou na produção de concertos locais, óperas e turnês, entre as quais turnês pelo interior do Estado de Santa Catarina e concertos nacionais. Os programas variam desde repertórios eruditos a populares, muitas vezes contando com parcerias de artistas conhecidos nacionalmente, como por exemplo, Lenine, Zeca Baleiro, Paulinho Moska, Toquinho, entre outros. Em 2012, trabalhou como assistente de produção no projeto educacional “Educando com Música” , desenvolvido no município de São Pedro de Alcântara - SC, na localidade rural de Santa Filomena. Junto a Cia Ópera de Santa Catarina, trabalhou como assistente de produção na Ópera Carmen de Bizet (novembro de 2013). Em 2014, fez a produção do espetáculo teatral “Nise da Silveira - Guerreira da Paz”, com direção e atuação de Daniel Lobo. Trabalhou na produção do concerto Camerata Florianópolis e Steve Vai no Rock in Rio, na edição realizada em 2015, no Rio de Janeiro.Oliver Yatsugafu - coordedanor artísticoProfessor de violino da Universidade Federal de Mato Grosso, obteve o diploma de Bacharel pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná e os títulos de Mestre em Música e Doutor em Artes Musicais pela Universidade da Geórgia (EUA). Seus principais professores de instrumento foram Paulo Bosísio (Brasil) e Levon Ambartusmian (Rússia/EUA). Conquistou destaque no Brasil ao ganhar os primeiros prêmios de alguns dos principais concursos nacionais para jovens instrumentistas, o VIII Concurso Nacional de Violino, Viola, Violoncelo e Contrabaixo, do Centro Cultural Pró-Musica de Juiz de Fora (MG), e o IV Concurso Petrobrás Pró-Música para Jovens Solistas, Petrobrás Sinfônica (RJ). Durante a pós-graduação, foi spalla da UGA Symphony Orchestra (UGASO) e concertino da ARCO Chamber Orchestra, com a qual se apresentou na prestigiada sala Weill Hall do Carnegie Hall de Nova Iorque e gravou vários CDs. Venceu o Concerto Competition da UGASO, e foi o único representante da América Latina no The 2nd China International Violin Competition dentre os 36 violinistas mundialmente selecionados. Desde sua juventude desenvolve intensa carreira como camerista e solista, dentre eles o ARTE Piano Trio, e atuado como solista sob as batutas de Roberto Tibiriçá, Peter Frank, Luís Petri e Boyko Stoianov, dentre outros. Além do Brasil e dos EUA, tem se apresentado em países como Itália, Portugal, Áustria, Alemanha, Suíça, China, Japão e Austrália. Em 2016 recebeu a medalha do Cinquentenário das Forças de Paz da ONU em São Paulo.Talita Limas da Silva Alves - professsorainiciou seus estudos em 1997 com o professor Vitor Pargendler, Já participou de vários festivais e masterclasses tais como, FEMUSC, Festival nas Montanhas e Festival na Serra, tendo aula com professores renomados como Dr. Levon Ambartsumian, Dr. Oliver Yatsugafu, Dr. Carmello de Los Santos entre outros. É formada em Música pela UDESC bacharel em violino. Como violinista já participou de algumas orquestras como Orquestra de Cordas da UDESC, Orquestra Filarmônica de Jaraguá do Sul, Orquestra de Câmara de Blumenau, Orquestra Sinfônica de Santa Catarina e Orquestra de Cordas da Ilha. Atualmente é violinista da Camerata Florianópolis Orquestra de Cordas da Ilha e Quinteto de Cordas da Ilha.
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