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Realização de oficinas de dança e musicalização para pessoas com síndrome de Down moradoras da Grande Vitória (Vitória, Vila Velha, Cariacica, Serra, Viana).
OFICINA DE DANÇAObjetivo GeralDesenvolver a coordenação motora geral: esquema corporal, estruturação espacial, orientação temporal e lateralidade. O Oficina trabalha habilidades como equilíbrio, coordenação motora, postura corporal e condicionamento físico. Junto a isso, as oficinas pretendem estimular a autonomia, confiança e o autoconhecimento para utilizar a dança como ferramenta para ampliar o protagonismo das pessoas com T21.Mediadora: a contratarPrevisão de público: 35 pessoas. Atividade gratuita.OFICINA DE MUSICALIZAÇÃOObjetivo GeralDesenvolver práticas sonoras (cantar, falar e ouvir), respeitando as particularidades dos participantes e trabalhando a reconstrução permanentemente, sempre orientada na direção da “expansividade” (emocional, sensorial, cognitivo).O Oficina preconiza possibilitar que os alunos possam se expressar através da música e seus elementos constitutivos, desenvolvendo potenciais e habilidades, com estímulo ao desenvolvimento da concentração, coordenação motora e esquema corporal. As atividades musicais, em educação musical ou em atividades musicoterápicas, se desenvolvem em três campos simultâneos de ação, habilidades físico – motoras, conhecimento lógico – racional e criatividade.Mediadora: a contratarPrevisão de público: 45 pessoas. Atividades gratuitas.
Objetivo GeralOportunizar acesso à cultura para as pessoas com síndrome de Down, com o objetivo do desenvolvimento cognitivo, ampliando a autoestima e o conhecimento de arte como vetor de inclusão, a partir de conhecimentos de dança e musicalização. Objetivos EspecíficosProduto: Oficinas:Realizar 208 horas anuais de oficina de dança durante 11 meses para 35 beneficiários;Realizar 208 horas de oficina de musicalização durante 11 meses para 45 beneficiários;
Hoje, no mundo inteiro, a cada minuto, nascem 18 bebês com alguma deficiência, o que significa 9,8 milhões de bebês por ano. A síndrome de Down, na área das síndromes genéticas, é a de maior incidência: 91%. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a cada 700 nascimentos vivos, uma criança nasce com síndrome de Down. No Brasil, estima-se que esta população gira em torno de 300 mil pessoas. No Espírito Santo, estatisticamente, chegamos a 5.5 mil pessoas.Sobre o enquadramento no Artigo 1º da Lei 8.313/91 identificamos os atendimentos aos Incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.Sobre o enquadramento no Artigo 3º da Lei 8.313/91 identificamos os atendimentos prioritários ao Inciso e alínea: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.A necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para financiamento se dá, pois, entendemos que a cultura perpassa todas as dimensões da vida em sociedade, sendo parte fundamental da construção da subjetividade e da sociabilidade. O difícil acesso e consumo de bens culturais por comunidades em vulnerabilidade amplia a exclusão e as desigualdades sociais e, apesar do avanço alcançado nos últimos anos, no que se refere à inclusão, ainda temos uma malha cultural bem aquém das necessidades dos brasileiros.Nesse sentido, torna-se indispensável repensar o direito à cultura e ao consumo dos bens culturais à luz da noção de cidadania e da inclusão, construindo uma agenda que faça da parceria cultural entre os setores públicos e privados fator decisivo da constituição de espaços de fruição e produção acessíveis de forma universal. Diante disso, o Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais cria pontes/conexões onde anteriormente havia distanciamento e exclusão.Esse projeto é um manifesto da expressão artística das pessoas com Síndrome de Down (T21), com o foco de revelar o potencial de expressão e criação de cada um, um contra movimento à perspectiva posta hoje em nossa sociedade capacitista: da velocidade, da produtividade, do racional sempre sobrepondo a intuição, a emoção, de seres humanos que se manifestam através da arte, proporcionando a integração de linguagens da arte contemporânea.
A Associação de Pais, Amigos e Pessoas com Síndrome de Down do Espírito Santo - Vitória Down foi fundada em 1998 por um grupo de pessoas que decidiu se unir na luta pela garantia de direitos e inclusão social das pessoas com síndrome de Down. Desde então, mostrou-se uma iniciativa extremamente necessária à comunidade capixaba por se tratar de um dos poucos espaços do Estado que acolhe, orienta e acompanha as famílias e as pessoas com síndrome de Down, com o intuito de promover a autonomia por meio da melhoria da qualidade de vida, desenvolvimento de suas competências e fortalecimento dos laços familiares. Nesses quase 27 anos de atuação, focamos na promoção dos direitos e na dignidade das pessoas com deficiência com a intenção de reconstruir conceitos nas famílias e em toda a sociedade e assim romper as barreiras atitudinais para que eles possam ter autonomia e se tornarem partícipes ativos na sociedade.A Vitória Down tem como missão Lutar pelos direitos e promover a inclusão social, por meio da melhoria da qualidade de vida e o desenvolvimento das competências da pessoa com T21 e fortalecimento das famílias e para tal, atuamos com empatia, comprometimento, ética e transparência. Hoje contamos com uma equipe interdisciplinar que atende famílias e desenvolvem ações junto às crianças, jovens e adultos com síndrome de Down, fornecendo suporte e estímulos para a promoção de suas habilidades e autonomia.Atualmente a Vitória Down desenvolve oficinas educacionais e culturais, sempre com o objetivo no desenvolvimento das habilidades, inclusão e autonomia das pessoas com síndrome de Down. Por isso esse projeto é importante e necessário, para proporcionar a essas pessoas autoestima, capacidade e acima de tudo, acesso à cultura.
Oficinas realizadas pela organização para pessoas com síndrome de Down com abertura para convites para apresentações em escolas, organizações sociais e parceiros. A apresentação será resultado da oficina, não um produto separado.
Acessibilidade visual: O material de comunicação utilizado nas atividades de oficinas será impresso em braile pelo Instituto Braile. Item na planilha de orçamento: apostilaAcessibilidade auditiva: Intérprete de Libras para as oficinas, caso necessário e tradução em libras para registros do projeto disponibilizados na internet. Item na planilha de orçamento.Acessibilidade intelectual: Por se tratar de uma OSC com foco exclusivo na pessoa com deficiência intelectual, todo o pessoal da instituição é capacitado para lidar com as necessidades do público para o entendimento do conteúdo. Não haverá custo na planilha. Acessibilidade Física: A Associação possui elevador adaptado, portas amplas para acesso de cadeirantes e banheiros adaptados. Pessoas com dificuldade de locomoção terão acesso facilitado às atividades realizadas dentro da programação da Vitória Down por esses meios. Não haverá custo na planilha.
Oficinas gratuitas para 100% das pessoas com Síndrome de Down que se inscreverem nas atividades ofertadas pela instituição. Em atendimento ao Artigo 27 da IN 1/2023:I - II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; (No caso da instituição terá 100% de gratuidade) Em atendimento ao artigo 28 da IN 1/2023I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuiçãogratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); (no caso da instituição será terá 100% de gratuidade);VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.
Lisley Sophia Nunes - Representante Lega da Instituição, sem remuneração. Presidente da ASSOCIAÇÃO DE PAIS, AMIGOS E PESSOAS COM SÍNDROME DE DOWN DO ESPIRITO SANTO - VITORIA DOWNPresidente da Associação, Lisley Sophia Nunes Dias Atua como empreendedora/gestora no terceiro setor, promovendo desenvolvimento, suporte e estímulos para as crianças, jovens e adultos com Síndrome de Down e suas respectivas famílias. Daniela Rosa de Oliveira - RESPONSÁVEL PELA GESTÃO FINANCEIRA DO PROJETO. SEM REMUNERAÇÃO.Graduação em Ciências Sociais, Pós-Graduação em Gestão em Marketing, Mestrado em Ciências Sociais, doutorado em Ciências Sociais em andamento, todos pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Experiência de 15 anos em implementação de políticas públicas atuando como gestora nos níveis municipal e estadual. Experiência com formação, coordenação de equipes, gerenciamento de projetos e planejamento estratégico. Atua em toda a área de gestão, desenvolve pesquisas na área de direitos humanos, gênero e movimentos sociais. Atualmente está diretora administrativa financeira de uma entidade do terceiro setor.Coordenação de projetos: Carolina Laura Brancato, bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade de Buenos Aires Argentina com mestrado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, possui pôs graduação em Neuropsicopedagogia, capacitação em saúde mental, em Saúde na T21 e certificação como Consultora Familiar Holística nos Estados Unidos. Desde 2013 desenvolve trabalhos na Associação de Pais, Amigos e Pessoas com síndrome de Down do Espirito Santo, e atualmente está na coordenação do Centro de Atenção à Família, participando na Comissão de Saúde e Educação da mesma entidade. Possui experiência em apresentação de trabalhos em congressos sobre Trissomia do Cromossomo 21 (T21), atenção familiar e participação em bancas de graduação e pós-graduação de trabalhos na área de saúde e T21. Professor de dança e musicalização (a contratar) - Profissional com experiência na área.
Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.