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O projeto pretende estimular a consciência cidadã de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade por meio de atividades artísticas, realizando oficinas de artes visuais, um concurso de desenhos e a criação coletiva de murais em espaços públicos de quatro bairros da região conhecida como A Grande São Pedro, na cidade de Vitória/ES. Além de palestras, rodas de conversa e materiais digitais acessíveis. As ações serão desenvolvidas em parceria com escolas e conselhos tutelares, selecionando diretamente 80 crianças e jovens de 10 a 17 anos e impactando indiretamente a comunidade do entorno. Ao transformar muros em suportes de arte, o projeto amplia o debate sobre direitos humanos e pluralidade cultural e reforça a importância da participação juvenil. Com todas as atividades gratuitas e forte componente educativo, o projeto busca democratizar o acesso à cultura, fomentar o protagonismo infanto-juvenil e contribuir para a difusão de valores sociais e propagação da cultura da paz.
Em uma comunidade da Grande Vitória, muros cinzentos são transformados em telas vivas que narram histórias de cidadania e direitos humanos. O projeto “Arte e Cidadania” convida crianças e adolescentes a contarem suas próprias vivências por meio da arte. Nas oficinas, crianças de 10 a 7 anos descobrem o universo do desenho, da pintura e do grafite, aprendem sobre suas garantias constitucionais e discutem temas como pluralidade cultural, meio ambiente, respeito às diferenças e o combate à violência. As aulas são conduzidas por artistas-educadores que mesclam técnicas clássicas e contemporâneas, incentivando cada participante a explorar seu estilo pessoal.Em paralelo, as escolas envolvidas abrem concurso para que alunos de toda a rede apresentem desenhos inspirados no tema “Eu e a cidadania”. Os trabalhos são avaliados por uma comissão formada por artistas, educadores e representantes da comunidade. Vinte obras são selecionadas para compor um catálogo e, a partir delas, três murais são concebidos. Na pintura dos murais, as crianças passam a interagir diretamente com as tintas e os pincéis, orientadas por grafiteiros experientes. Cada traço no muro é carregado de significado: há mãos que levantam cartazes pelo direito à educação, silhuetas que representam a igualdade racial, cores que homenageiam as identidades indígenas e quilombolas.Ao final do ciclo, a comunidade se reúne para celebrar as obras inauguradas. O documentário produzido revela o crescimento dos participantes: a menina tímida que descobre sua voz através do desenho; o adolescente inseguro que ganha autoconfiança ao liderar um grupo de pintura; o grupo de amigos que passa a discutir direitos humanos no pátio da escola. O filme mescla cenas das oficinas, depoimentos emocionantes e imagens do público admirando os murais prontos. Em paralelo, um catálogo digital circula nas redes, alcançando pessoas de outras cidades e criando uma rede de diálogo em torno da arte e da cidadania.O projeto vai além de um processo de aprendizado técnico. Ele transforma a forma como os jovens veem suas comunidades e seus papéis nelas. Ao pintar um muro no bairro, os alunos percebem que podem intervir no espaço urbano; ao participar de discussões sobre direitos, entendem que suas vozes importam. “Arte e Cidadania” propõe, assim, uma travessia simbólica: do anonimato à expressão pública, da passividade à ação, da ignorância ao conhecimento de seus direitos. Essa metamorfose reverbera nos discursos familiares, nas conversas de vizinhos e na percepção coletiva sobre a importância de valorizar e proteger os direitos humanos.
Objetivo GeralPromover a educação cidadã e a valorização dos direitos humanos entre crianças e adolescentes de comunidades vulneráveis por meio da criação artística participativa, utilizando oficinas, concursos e intervenções urbanas para desenvolver consciência crítica, autoestima e inclusão sociocultural.Objetivos Específicosa) Alcançar diretamente 80 crianças e adolescentes de 10 a 17 anos matriculados em escolas públicas ou em instituições sociais, priorizando estudantes de baixa renda;b) Realizar 16 oficinas de artes visuais (desenho, pintura e grafite) em quatro meses, totalizando 48 horas de formação artística;c) Promover 1 concurso de desenhos com tema "A cultura da paz", aberto à comunidade escolar, envolvendo pelo menos 200 participantes;d) Selecionar 20 obras do concurso para integrar um catálogo digital que será distribuído disponibilizado em escolas e bibliotecas;e) Criar 8 murais urbanos baseados nos desenhos selecionados, com participação direta dos alunos e acompanhamento de artistas convidados;f) Realizar 4 palestras educativas com especialistas em direitos humanos e arte pública, impactando 2500 pessoas (alunos, professores e pais);h) Garantir acessibilidade integral, com intérpretes de Libras em todas as atividades, audiodescrição nas exposições e catálogo em Braille;j) Mensurar o impacto do projeto através de avaliações com os participantes e relatórios técnicos, obtendo pelo menos 80 % de satisfação geral.
O acesso à informação sobre direitos humanos e cidadania ainda é insuficiente no Brasil. Pesquisa do Datafolha encomendada pelo Instituto Alana apontou que 81 % dos brasileiros não conhecem os direitos das crianças previstos na Constituição e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Essa lacuna compromete a proteção e a garantia desses direitos. O projeto aqui proposto baseia‑se na premissa de que a informação e a participação ativa são fundamentais para a transformação social. Ao utilizar a arte como instrumento educativo, criamos uma linguagem acessível e atraente para o público infanto‑juvenil, colocando as crianças no centro da produção e disseminação de conhecimento.Inspiramo-nos em iniciativas bem-sucedidas como o Projeto Arte Legal: Colorindo Direitos, Construindo Futuro, em que oficinas de desenho, concursos e pintura de murais amplificam a consciência sobre direitos da criança. A ideia é replicar essa metodologia, mas ampliando o foco para direitos humanos e cidadania, atendendo a uma demanda crescente por educação em valores democráticos. As intervenções urbanas não apenas embelezam a cidade, mas transformam espaços em ambientes de reflexão e pertencimento: muros de escolas e áreas comunitárias tornam‑se "murais vivos", propagando mensagens de respeito, inclusão e diversidade.A região conhecida como Grande São Pedro, em Vitória/ES, compreende bairros como Santo André, São Pedro, Nova Palestina e Resistência, configurando-se como uma das áreas de maior densidade populacional e vulnerabilidade social da capital capixaba. Formada a partir de processos de ocupação urbana desordenada, a região abriga uma população majoritariamente de baixa renda, com índices significativos de desemprego, evasão escolar e precariedade habitacional. Esses fatores, somados à carência de equipamentos públicos, oportunidades de formação e acesso à cultura, contribuem para a reprodução de ciclos de exclusão social e econômica.A Grande São Pedro figura entre as áreas com maiores índices de violência urbana em Vitória, especialmente no que se refere a homicídios de jovens e conflitos territoriais associados ao tráfico de drogas. Essa realidade impacta diretamente o cotidiano das famílias e, sobretudo, dos adolescentes e jovens, que frequentemente enfrentam a ausência de perspectivas profissionais e educacionais.Nesse contexto, o desenvolvimento de projetos culturais adquire papel estratégico e transformador. A oferta de atividades artísticas, formativas e expressivas pode funcionar como um instrumento de inclusão social, ampliando horizontes e fortalecendo o sentimento de pertencimento comunitário. A cultura, nesse sentido, não apenas oferece alternativas de lazer e aprendizado, mas atua como ferramenta de cidadania, empoderamento e construção da cultura de paz.O projeto contribui para a formação de público e para o desenvolvimento das artes visuais, envolvendo artistas locais e abrindo oportunidade de renda para profissionais da cultura. A presença de intérpretes de Libras, materiais em Braille e acessibilidade arquitetônica nos espaços do projeto reforça o compromisso com a inclusão. As oficinas geram ganhos cognitivos e socioemocionais: fortalecem a autoestima, a expressão emocional e a empatia, ao mesmo tempo que estimulam disciplina, trabalho em equipe e senso crítico. Tais benefícios são corroborados por estudos que apontam a prática artística como ferramenta poderosa de desenvolvimento integral.A pertinência do apoio pela Lei Rouanet (Lei 8.313/91) se justifica por três fatores:Democratização do acesso à cultura: o projeto é gratuito, aberto à comunidade e prioriza públicos historicamente excluídos.Promoção do patrimônio imaterial e da cidadania: ao valorizar a arte de rua e incorporar temas sociais, a proposta preserva tradições culturais e fomenta o debate cidadão, alinhando-se aos objetivos da Leigov.br.Desenvolvimento regional: o projeto amplia a oferta cultural no Espírito Santo, incentiva parcerias locais e contribui para a formação de plateias e artistas, em consonância com o estímulo à regionalização previsto na legislação.Em síntese, "Arte e Cidadania" busca criar um círculo virtuoso entre educação, cultura e direitos humanos, oferecendo às crianças e adolescentes ferramentas para refletirem sobre sua realidade e transformá-la. Ao captar recursos pela Lei Rouanet, poderemos ampliar o alcance, garantir qualidade artística e assegurar acessibilidade, legitimando a participação do Estado e da sociedade civil na promoção da cultura como direito de todos. Desse modo, a presente proposta se enquadra perfeitamente nos objetivos definidos pela Lei 8313/1991, em seu artigo 1º, através dos incisos:I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;(...)VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - Priorizar o produto cultural originário do País.Diante do exposto, a proposta apresentada atenderá os seguintes objetivos constantes no artigo 3° da Lei 8313/91:I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante:(...)c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativosII - Fomento à produção cultural e artística, mediante:(...)c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore, e(...)IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos (a proposta, terá todas as suas atividades ofertadas de forma gratuita);b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
Não se aplica.
Estrutura Física: As atividades do projeto serão realizadas em espaços adequados e acessíveis, como salas de aula, centros culturais e áreas públicas, preparados para receber participantes com conforto, segurança e condições adequadas de ventilação, iluminação e mobilidade. As oficinas ocorrerão em ambientes equipados para práticas artísticas e formativas. Os murais serão executados em locais de fácil acesso e boa visibilidade, devidamente autorizados e com estrutura segura para execução das pinturas. As palestras e encontros formativos serão realizados em auditórios, escolas ou centros comunitários, com infraestrutura apropriada de som, imagem e conforto para o público.Equipamentos e Materiais: Serão utilizados materiais didáticos e artísticos adequados às oficinas, incluindo insumos para pintura, desenho e expressão visual, bem como equipamentos de apoio para registro audiovisual das atividades. Estão previstos também materiais de segurança individual, recursos de acessibilidade (como audiodescrição, Libras e sinalização tátil) e instrumentos de apoio pedagógico. A comunicação visual e a exposição dos trabalhos finais contarão com recursos gráficos e digitais acessíveis, promovendo ampla divulgação das ações e resultados.Equipe Técnica: O projeto contará com equipe multidisciplinar composta por coordenação geral, coordenação pedagógica, direção artística, produtores, arte-educadores, profissionais de comunicação e audiovisual, além de consultores especializados em acessibilidade e inclusão. Também integram a equipe assistente social e intérpretes de Libras, garantindo acompanhamento pedagógico, social e comunicacional das atividades.Segurança e Protocolos: Serão adotadas medidas de segurança para todos os participantes e membros da equipe, com uso de equipamentos de proteção individual e seguro de responsabilidade civil. O projeto atenderá às normas vigentes para utilização de espaços públicos e obtenção das autorizações legais necessárias, assegurando a integridade das pessoas e do patrimônio urbano envolvido.
Acessibilidade física: todos os locais (oficinas, murais e palestras) serão mapeados para garantir acesso por cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Rampas portáteis, corrimãos e banheiros adaptados serão instalados quando necessário. Os murais serão executados em alturas acessíveis, permitindo que as crianças com deficiência possam participar da pintura diretamente.Acessibilidade para surdos: intérpretes de Libras acompanharão cada oficina, palestra e evento público, posicionados de maneira visível. Todos os vídeos promocionais e o documentário terão tradução em Libras e legendas sincronizadas. Serão criados vídeos curtos em Libras com explicações sobre o projeto, divulgados nas redes sociais.Acessibilidade para pessoas cegas ou com baixa visão: o catálogo impresso terá versão em Braille e fonte ampliada. Durante as intervenções artísticas, serão fornecidas descrições táteis das obras, com maquetes ou réplicas em relevo. O documentário incluirá audiodescrição completa, descrita por profissional habilitado, permitindo que pessoas com deficiência visual acompanhem o processo criativo. Placas nos murais terão QR Codes vinculados a áudios descritivos.Acessibilidade intelectual e autismo: materiais explicativos serão produzidos em linguagem simples e direta, utilizando pictogramas para facilitar a compreensão. Nas oficinas, a equipe receberá treinamento para adaptar o ritmo e o modo de instrução, atendendo a crianças com deficiência intelectual ou autismo. Será criado um “espaço de acolhimento” em cada local de atividade, com iluminação suave e ruído controlado, para que as pessoas que se sintam sobrecarregadas possam descansar.Acessibilidade laboral: o projeto priorizará a contratação de profissionais com deficiência em funções compatíveis, como intérpretes, consultores e auxiliares de produção. Adaptações de posto de trabalho serão feitas conforme necessidade, e haverá acompanhamento de um consultor de acessibilidade do início ao fim, garantindo que todas as ações e comunicações sigam as recomendações da Instrução Normativa 23/2025gov.br.Recursos de baixo custo e alto impacto: uso de QR Codes em materiais impressos para direcionar a conteúdos em Libras e audiodescrição; ferramentas on‑line gratuitas para legendagem automática e revisão manual; reutilização de materiais de acessibilidade entre eventos; formação básica em Libras para todos os voluntários; parceria com associações de pessoas com deficiência para promoção e avaliação das ações. Essas medidas otimizam recursos e garantem que a acessibilidade não seja um custo extra, mas parte integrante do projeto.
A democratização da cultura é um princípio constitucional e um dos pilares da Lei 8.313/91. O projeto adota essa premissa em todas as suas etapas. Todas as atividades são gratuitas e abertas à comunidade, sem cobrança de ingressos ou restrição de participação. A distribuição de vagas prioriza estudantes de escolas públicas e crianças em situação de vulnerabilidade, garantindo equidade no acesso. Serão reservadas cotas para alunos com deficiência, em consonância com a Instrução Normativa 23/2025, que estimula ações afirmativas e a diversidade do público beneficiário.A divulgação ocorrerá em canais acessíveis: rádios comunitárias, grupos de WhatsApp de bairro, redes sociais das escolas e instituições parceiras, cartazes em igrejas e mercados populares. Cada peça de comunicação trará QR Codes que encaminham a informações em Libras e texto simplificado. Serão realizadas reuniões presenciais em escolas e associações de moradores para apresentar o projeto, esclarecer dúvidas e incentivar inscrições.Além de garantir a gratuidade, o projeto prevê medidas de facilitação de acesso físico. Em parceria com secretarias de educação e transporte, serão disponibilizados ônibus ou vans para transportar os participantes aos locais de oficina e aos murais. No ambiente digital, todo o conteúdo seguirá diretrizes de acessibilidade na web, garantindo compatibilidade com leitores de tela.A democratização também se manifesta na participação ativa dos beneficiários. Os alunos não são meros receptores de conhecimento; eles criam, opinam, votam e decidem. O concurso de desenhos, as escolhas temáticas dos murais e as rodas de conversa são exemplos de processos participativos. Ao estimular o protagonismo juvenil, o projeto contribui para a formação de cidadãos conscientes e engajados.Finalmente, o projeto assume a missão de espalhar a mensagem de cidadania além de seu público direto. Os murais em áreas de circulação intensa funcionarão como “galerias a céu aberto”, impactando moradores de bairros periféricos e transeuntes de todas as idades. As oficinas servem de modelo para outras escolas replicarem metodologias artísticas em suas comunidades, criando uma rede de disseminação. Assim, “O projeto se apresenta como uma ação de baixo custo e alto retorno social, alinhada às metas de democratização de acesso da IN 23/2025. Haverá ainda a realização de 4 palestras em escolas públicas, beneficiando até 2500 pessoas, com o tema "A Arte e a Cultura da Paz."Essas medidas visam garantir amplo acesso ao produto cultural, atender às exigências da IN 23/2025 e reafirmar o compromisso do projeto com a democratização da cultura.Ainda, em complemento à medidas de democratização de acesso alencadas acima, o projeto adotará outras, em consonância ao artigo 47º da IN 23/2025, quais sejam:III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;(...)X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura.
MARIA ZULEICA QUINTAES FARIAS (DIREÇÃO GERAL) - Atualmente é Presidente do ICORES- Instituto de Cultura e Responsabilidade Social Experiente gestora e produtora cultural, possui projetos aprovados em editais da SEMC, representando artistas de segmentos diversos. Sua carreira profissional sempre foi pautada com uma relação sólida com Clientes, Parceiros, Colegas de Trabalho e com a própria Empresa. Ética, experiente, com Foco em resultados e com ampla visão de mercado, sempre superando metas e buscando novos desafios. Zuleica participa do processo de forte crescimento da DBM Sistemas, onde atua há 19 anoscontribuindo com expansão dos produtos e conquista de vários novos clientes. Em paralelo, atua com projetos sociais. Não apenas integra o coletivo de cultura, do bairro de Jardim da Penha, de nome “Cores que Acolhem“, como coordena o projeto de mesmo nome, além de presidir o ICORES. Possui grande experiência na área da cultura, tendo se tornado, também, uma produtora cultural atuante com projetos aprovados junto à SECULT e da SEMC. Zuleica entende que a educação e a cultura são a base para a transformação de realidades sociais e é pautada nisso, que desenvolve e coordena os projetos. Atuar no Terceiro Setor tem sido uma experiência muito gratificante e enriquecedora e um caminho essencial para levar a educação e a cultura como instrumentos de diminuição das desigualdades sociais.MARCELO LAGES (DIRETOR ARTÍSTICO) - Diretor, coreógrafo, Bailarino e gestor cultural Marcelo Lages nasceu na cidade de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Iniciou seus estudos em dança em Pelotas, com a mestra Dicléa Ferreira de Souza, solista e primeira bailarina do TMRJ. Em 2001, mudou para o Rio de Janeiro para se dedicar exclusivamente à dança. No Rio, aprimorou sua técnica na Escola Estadual de Dança Maria Olenewa e na Escola de Ballet Eugênia Feodorova. Fez parte do corpo de bailarinos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro contracenando com Ana Botafogo e Cecilia Kerche, ícones do ballet clássico. Participou de grandes montagens como: “O Quebra Nozes”, com os remontadores oficiais do Ballet Bolshoi; “O Lago do Cisne”, versão da bailarina russa Natalia Makarova; “A Bela Adormecida”, do Ballet “Copélia”; “Romeu e Julieta”, de Prokofiev, montagem do russo Vladimir Vasiliev; “Gisele”; “Dom Quixote”, entre outros espetáculos da companhia, além de óperas e montagens da casa.RENATA NUNES QUINTAES (PRODUTORA) - Advogada formada pela UFES, com especialização em Meio Ambiente, Gestão de Instituições do Terceiro Setor e Direito Público, e doutorado com créditos concluídos pela UMSA, possui ampla experiência no segmento cultural, atuando como produtora, projetista e assessora jurídica. Sua trajetória é marcada pela elaboração e execução de projetos de grande relevância no Espírito Santo e em nível nacional, muitos deles aprovados pela Lei Rouanet e por editais municipais e estaduais. Entre seus principais trabalhos destacam-se: o projeto Canção e Inspiração de Amaro Lima, o Festival de Música Clássica da Serra (FEMUSE), o Algazarra Canto Coral e produções audiovisuais como os médias-metragens Docdrama Bahari, Sarah e o documentário da banda CW7, todos com atuação em concepção, assessoria jurídica e captação. Na área de artes visuais, foi responsável pela concepção, produção e curadoria de projetos de graffiti como Cores que Acolhem (em várias edições), Arte Comunidades e Escadaria dos Dons, além de Lendas e Sabores – A influência do Candomblé como religião de matriz africana, que integrou pesquisa e produção cultural. No campo da música e formação, coordenou o Festival Giramúsica, o seminário Open Your Mind, o Serenata Canto Coral, o projeto de capoeira Arte e Manha e o projeto Diversidade LGBT ligado ao time de futebol Capixabas. Em todas essas iniciativas, atua de forma integrada como projetista, produtora cultural e assessora jurídica, garantindo qualidade técnica, responsabilidade e impacto social. Sua experiência combina sólida formação acadêmica e prática consolidada em diferentes linguagens artísticas, destacando-se pela capacidade de articulação entre aspectos jurídicos, administrativos e criativos, fundamentais para o desenvolvimento de projetos culturais de excelência.JOSÉ ROBERTO SANTOS NEVES (COORDENADOR DE COMUNICAÇÃO) - Nascido em Vitória (ES), em 1971, José Roberto Santos Neves é formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), com pós-graduação em Gestão em Assessoria de Comunicação pela Faesa. Trabalhou no jornal A Gazeta entre 1994 e 2013, como repórter, crítico musical e editor do Caderno Dois. É o criador da página Fanzine, que circulou entre 1995 e 2011 nesse mesmo diário, e do Caderno Pensar, espaço voltado para a reflexão cultural e difusão do conhecimento, que permanece em circulação. É autor dos livros “Maysa” (2004), a primeira biografia da cantora Maysa; “A MPB de Conversa em Conversa” (2007), reunindo bastidores de 40 entrevistas com grandes nomes da música popular brasileira; “Rockrise – A História de uma Geração que fez Barulho no Espírito Santo” (2012); “Crônicas Musicais e Recortes de Jornal” (2015); e “Os Sons da Memória – Uma leitura crítica de 40 discos que marcaram época no Espírito Santo” (2021); além de produzir os textos e a pesquisa do songbook “O Pop que fez História por Estas Bandas – Arranjos para Orquestra de Violões” (2020), publicado pela Faculdade de Música do Espírito Santo Maurício de Oliveira (FAMES), e o E-book “Vale Música ES – 20 anos”, contendo a história do Projeto Social Vale Música, patrocinado pelo Intituto Cultural Vale, no Estado do Espírito Santo. Como baterista, gravou os CDs “Hidden Melody” (1994), da banda The Rain, e “Todo dia é dia de blues” (2003), da Big Bat Blues Band. Em junho de 2014 foi eleito para a Cadeira nº 26 da Academia Espírito-Santense de Letras. É membro do Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo desde 2015.STEFAN MARQUES (COODENADOR DO PROJETO) - Stefan Marques produtor cultural atuante há mais de 11 anos no universo cultural capixaba, tutor de mais de 20 projetos que foram aprovados em editais da cultura de âmbito estadual e municipal no Espírito Santo, além de projetos patrocinados por empresas privadas . Destaca-se com importante atuação, na criação, desenvolvimento e coordenação do projeto “Ritmo, Skate e Poesia”, composto por oficinas culturais dos elementos do Hip Hop associados à cultura do skate , em São Torquato, município de Vila Velha, ES. O projeto foi executado entre fevereiro e outubro de 2017, com incentivos do edital “Ocupação Social”, promovido pela Secretaria Estadual de Direitos Humanos (SEDH) em parceria com a Secretaria Estadual de Cultura (SECULT) - Governo do Estado do Espírito Santo. Stefan Marques é ainda, há cerca de 7 anos, o gestor do Projeto cultural “Cores que Acolhem” que trabalha com as mais diversas linguagens artísticas como artes plásticas, design, teatro, dança, música, audiovisual, tendo o projeto sido premiado como melhor projeto de arte contemporânea pela lei de incentivo à cultura do Município de Cariacica – Lei João Bananeira. No âmbito das artes plásticas, o projeto traz uma proposta inovadora de agregar ao grafitte, influências das grandes escolas de pintura mundial, tais como o Cubismo,tendo sido responsável pela criações de diversos murais na grande Vitória, dentre eleso do clube Saldanha da Gama, o do Terminal da CETURB de Itacibá,do IBC em Jardim da Penha, do Instituto Unimed para a campanha de doação de órgãos, executado nos muros da Polícia Rodoviária Federal, estando aprovado em edital público da SEMC – Secretaria Municipal de Cultura de Vitória, para a execução de mais dois murais no bairro de Jardim da Penha.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.