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O projeto Trilogia Memória propõe a circulação nacional de três espetáculos da Dupla Companhia Produções Culturais — As Três Marias, Nise em Nós _ uma ode ao delírio e Laudelina. Reunindo dramaturgias inéditas e montagens que abordam memória, identidade e protagonismo feminino, a proposta prevê apresentações teatrais gratuitas, rodas de conversa e uma oficina formativa em diferentes cidades brasileiras. As ações contemplam acessibilidade (LIBRAS, materiais digitais inclusivos e transporte para escolas públicas) e articulação com comunidades locais, garantindo ampla participação social. O projeto busca valorizar histórias invisibilizadas e promover o acesso democrático à cultura, fortalecendo a presença da arte produzida no interior paulista no cenário nacional.
AS TRÊS MARIASSINOPSE: O título da nova peça de Luís Alberto de Abreu, “As Três Marias”, propõe algumas analogias possíveis. Maria Eugênia (avó), Maria de Lourdes (filha) e Maria Aparecida (neta) são as Marias do título. A dramaturgia cruza as histórias dessas mulheres com elementos da história local, a cidade de Tatuí, interior de São Paulo. Mãe de vinte e cinco filhos, Maria Eugênia viu suas perspectivas de vida serem reduzidas ao domínio de um homem que a tornou refém de uma vida inglória. Lembrada até hoje pela família como uma das mulheres mais felizes que já conheceram, Maria Eugênia é o retrato de inúmeras Marias do Brasil e sua memória levanta um nevoeiro sobre as histórias de Maria de Lourdes e Maria Aparecida.CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA ETÁRIA: 14 anosDURAÇÃO: 80 minutosNISE EM NÓS - UMA ODE AO DELÍRIOSINOPSE: Eis aqui nosso gesto de escuta: mais uma travessia entre o passado e o presente, entre a ciência e a arte, entre a lucidez e o delírio que nos cura. Inspirado na trajetória da médica psiquiatra Nise da Silveira — mulher nordestina, revolucionária e profundamente humana — o espetáculo propõe uma reflexão sensível sobre o afeto como metodologia e o cuidado como revolução. "Nise em Nós" costura memórias pessoais do elenco com histórias reais dos clientes, artistas e pensadores que cruzaram o caminho de Nise, como Graciliano Ramos, Carl Gustav Jung, Martha Pires Ferreira e Dona Ivone Lara. Tudo isso se encontra em cena por meio de uma linguagem híbrida que mistura teatro, poesia, música e folguedos brasileiros. A obra celebra os 120 anos de nascimento de Nise da Silveira e lança o olhar adiante — para o futuro da saúde mental, para o direito ao delírio e para a construção de um Brasil mais sensível, onde o amor não seja exceção, mas método.CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA ETÁRIA: 14 anosDURAÇÃO: 80 minutosLAUDELINASINOPSE: "Laudelina" é um solo poético-documental que entrelaça a trajetória de Laudelina de Campos Mello — mulher negra, trabalhadora doméstica e referência histórica na luta por direitos trabalhistas no Brasil — com as memórias ancestrais da atriz Rafaele Breves. Em cena, o corpo da atriz costura tempos, vozes e silêncios, evocando histórias de sua mãe, avó e bisavó, todas mulheres negras marcadas pelo mesmo ofício que mobilizou a vida e a militância de Laudelina. A peça não busca uma reconstrução biográfica, mas sim a criação de um espaço de escuta, atravessamento e permanência, no qual a história e intimidade se cruzam como fios de uma mesma trama. A montagem propõe ao público um mergulho em experiências que atravessam os séculos e reverberam no presente, convocando uma reflexão coletiva sobre trabalho, gênero, raça e memória.CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA ETÁRIA: 10 anosDURAÇÃO: 80 minutos
Objetivo Geral: Realizar a circulação nacional de três espetáculos da Cománhoa - Trilogia Memória — As Três Marias, Nise em Nós _ uma ode ao delírio e Laudelina — promovendo acesso democrático ao teatro, valorização de narrativas femininas e formação de público, com ações presenciais acessíveis e mediação cultural em cidades-alvo nas regiões Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste (DF, RJ, SP, BA e MG).Objetivos Específicos: Realizar 45 apresentações presenciais (3 sessões de cada espetáculo por cidade × 5 cidades). Garantir entrada gratuita em 100% das sessões. Acessibilidade em LIBRAS em todas as apresentações. Mediação e diálogo com o público Conduzir 15 rodas de conversa (1 por espetáculo em cada cidade), com registro de participação e síntese dos temas debatidos. Oferecer 5 oficinas "Teatro, Memória e Identidade" (1 por cidade), com 4 horas cada, carga horária certificada e máximo de 30 participantes por edição . Disponibilizar transporte gratuito para grupos escolares previamente agendados, com mínimo de 2 ônibus por cidade (meta: 10 ônibus no total) e alcançar ao menos 800 estudantes no conjunto da circulação. Acessibilidade e inclusão: tradução em LIBRAS em 100% das sessões; Disponibilizar materiais pedagógicos digitais de apoio para escolas participantes (roteiro de mediação e sugestões de atividades pós-espetáculo). Manter repositório online com registros da circulação (vídeos breves, fotos, depoimentos), acessível ao público e às redes parceiras.
A proposta Trilogia Memória se insere no contexto da Lei de Incentivo à Cultura como uma ação de difusão nacional de espetáculos teatrais, formação e democratização do acesso cultural. Sua realização demanda recursos expressivos de produção, logística e acessibilidade, que dificilmente poderiam ser viabilizados sem o apoio deste mecanismo de fomento, atualmente o maior instrumento de incentivo à cultura no Brasil. O projeto fomenta a produção cultural e artística de uma companhia de teatro que está fora do eixo das capitais a partir de encenações que visam preservar, difundir e valorizar bens de natureza artística e cultural, ao resgatar e dar visibilidade a histórias invisibilizadas. Nosso desejo é de dar continuidade em nosso papel multiplicador na formação de público, estimulando a ampla participação popular, mediante a articulação social para as apresentações, ações formativas e rodas de conversa. Este projeto visa garantir o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional; difundir manifestações culturais de grupos formadores da sociedade brasileira, com destaque para mulheres, negras, periféricas e interioranas; valorizar a diversidade étnica e regional, dando protagonismo ao interior paulista e a trajetórias históricas femininas; e incentivar a produção e difusão regional, ampliando o alcance de obras produzidas fora dos grandes centros. A pertinência da utilização da Lei Rouanet decorre da escala e abrangência nacional que o projeto propõe: realizar 45 apresentações teatrais gratuitas, 15 rodas de conversa e 5 oficinas formativas em cinco estados, articulando-se com escolas públicas, comunidades locais e coletivos culturais. Tal escopo envolve custos elevados com deslocamento de elenco e equipe técnica, transporte de cenários e figurinos, estrutura de acessibilidade, hospedagem, comunicação e produção executiva, elementos que só podem ser viabilizados com o apoio de um mecanismo de incentivo fiscal. Além disso, a proposta se ancora em princípios de democratização do acesso: todas as ações são gratuitas; haverá tradução em Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) em 100% das apresentações; será disponibilizado transporte escolar gratuito; e os materiais de divulgação estarão em formatos digitais acessíveis. Essas medidas garantem que barreiras financeiras, físicas ou sociais não impeçam a fruição da experiência cultural. Do ponto de vista de relevância artística, a Trilogia Memória reúne obras que refletem sobre memória, território e identidade, com protagonismo de mulheres negras e interioranas: As Três Marias, que resgata gerações de mulheres do interior paulista; Nise em Nós, inspirada na psiquiatra Nise da Silveira e sua luta pela humanização da saúde mental; e Laudelina, sobre a trajetória da sindicalista Laudelina de Campos Melo, pioneira na organização das trabalhadoras domésticas. São histórias que fortalecem o direito à memória, promovem representatividade e estimulam reflexão crítica. Portanto, a inscrição na Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para assegurar a execução plena do projeto e ampliar o impacto social da Dupla Companhia, grupo que completa dez anos de trajetória em 2026 e que se consolidou como referência em criar, produzir e difundir teatro no interior paulista. Ao reunir memória, diversidade e acessibilidade em um mesmo eixo, o projeto não apenas cumpre os dispositivos da Lei, mas reforça sua função como política pública essencial para o fortalecimento da cultura brasileira.
O projeto contempla ainda ações e sustentabilidade Sustentabilidade: Reaproveitar cenografia/figurinos quando possível; reduzir impressões, priorizando materiais digitais; implementar segregação de resíduos nos bastidores;
OFICINA / AÇÃO FORMATIVA - TEATRO, MEMÓRIA E IDENTIDADESINOPSE: A partir dos procedimentos de criação dos espetáculos da Trilogia Memória, a Dupla Companhia apresenta a oficina “Teatro, Memória e Identidade”, abordando os principais aspectos da criação do espetáculo. Por meio de jogos dramáticos e danças brasileiras, nasce a possibilidade de contar histórias e, a partir dessas histórias, ampliar as relações entre a produção de cenas que partem dos vestígios da memória e da identidade.PÚBLICO-ALVO / PRÉ-REQUISITOS: Artistas, Pesquisadores e Estudantes de Artes Cênicas ou interessadosem aprofundar os conhecimentos na intersecção proposta pela oficina.CONTEÚDOS: A oficina se desdobra a partir dos processos criativos da Trilogia Memória e conta comquatro eixos transversais que se ancoram em procedimentos de trabalho para a criação da cena teatral:1. Descoberta do teatro por meio do jogo teatral e das técnicas do viewpoints enquanto treinamento efundamentação para o trabalho autoral;2. Leitura de imagens como metodologia prática de trabalho.3. Estéticas da memória como procedimento; e4. Antropologia da voz.A partir da união desses fundamentos de criação, os participantes serão convidados a experimentar a criaçãode cenas teatrais.RECURSOS E MATERIAL DE APOIO: Sala ampla com piso adequado para movimentos e descobertas docorpo e da memória. A carga horária mínima prevista é de 02 (duas) horas, podendo ser estendida em acordo com o patrocinador.
A Dupla Companhia entende a acessibilidade como um princípio transversal de sua atuação. Assumimos, assim, o compromisso ético de garantir que todas as pessoas possam fruir das experiências artísticas. Nesse sentido, a proposta Trilogia Memória integra ações voltadas tanto para a Acessibilidade Física dos espaços quanto para a Acessibilidade de Conteúdo, favorecendo a inclusão de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, pessoas idosas, estudantes da rede pública e grupos em situação de vulnerabilidade social.Acessibilidade Física: As apresentações, oficinas e rodas de conversa serão realizadas em espaços culturais que já possuam condições adequadas de acessibilidade arquitetônica, incluindo: Rampas de acesso para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida; Banheiros adaptados conforme as normas técnicas vigentes; Sinalização tátil e/ou visual que facilite a circulação no ambiente; Poltronas reservadas e áreas específicas para cadeirantes, assegurando o direito ao lugar digno; Acompanhamento de equipe treinada para acolher o público e oferecer suporte na chegada, permanência e saída dos eventos. Acessibilidade de Conteúdo: O projeto prevê recursos que asseguram a plena compreensão dos conteúdos artísticos e formativos, garantindo autonomia e fruição ao público: Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS): todas as apresentações contarão com interpretação simultânea em LIBRAS, possibilitando que pessoas surdas tenham acesso integral aos espetáculos, rodas de conversa e oficinas. Audiodescrição: será disponibilizada em sessões específicas, com roteiro e locução preparados por profissionais especializados, garantindo que pessoas cegas ou com baixa visão possam acessar os elementos visuais da cena, figurinos e cenários. Materiais digitais acessíveis: os programas de espetáculo, sinopses, fichas técnicas e materiais de divulgação serão disponibilizados em versão digital acessível, compatível com leitores de tela, com possibilidade de ampliação de fonte e contraste. Legenda descritiva: vídeos de divulgação e registros audiovisuais contarão com legendas descritivas, assegurando que pessoas com deficiência auditiva possam acompanhar integralmente o conteúdo. Visitas sensoriais: em cidades onde houver demanda, serão promovidas visitas táteis e sensoriais ao cenário e figurinos antes das apresentações, possibilitando que pessoas cegas explorem a materialidade da cena. Material em Braille: programas resumidos em Braille estarão disponíveis em sessões específicas, garantindo acesso a informações básicas como sinopse, elenco e ficha técnica. Ações complementares de democratização e acessibilidade social: Além dos recursos técnicos, a acessibilidade no projeto também se dá pela remoção de barreiras econômicas e territoriais. Todas as atividades serão gratuitas e haverá transporte escolar gratuito para estudantes da rede pública, assegurando que a distância física ou a falta de recursos de deslocamento não sejam impeditivos para o acesso cultural. A equipe de produção também manterá canais de contato direto com as comunidades locais, permitindo que escolas, coletivos culturais e instituições sociais sinalizem demandas específicas de acessibilidade. Isso garante que as ações sejam adaptáveis e responsivas às singularidades de cada território visitado.Compromisso: Ao integrar Acessibilidade Física e Acessibilidade de Conteúdo em todas as etapas, a Trilogia Memória reafirma o compromisso da Dupla Companhia com uma cultura inclusiva e plural. O objetivo é que cada espectador possa participar plenamente da experiência artística, ampliando o direito à memória, à representatividade e ao encontro coletivo proporcionado pelo teatro.
A proposta Trilogia Memória tem como eixo central a democratização do acesso à cultura. Todas as suas atividades foram concebidas de forma a eliminar barreiras econômicas, sociais e territoriais, garantindo que públicos diversos possam fruir plenamente da experiência artística.Distribuição e comercialização dos produtos: 100% das apresentações serão gratuitas, assegurando que nenhum espectador seja excluído por falta de recursos financeiros. A entrada será viabilizada por meio de bilheteria social e sistema de reservas, de modo a organizar o fluxo de público e permitir que grupos escolares, coletivos culturais e instituições sociais agendem sua participação com antecedência. A distribuição de convites será feita em parceria com escolas públicas, universidades, coletivos culturais, pontos de cultura e equipamentos públicos de educação e cultura, ampliando o alcance territorial.Medidas de ampliação do acesso: Além da gratuidade, o projeto prevê um conjunto de ações complementares que ampliam a democratização: Rodas de conversa com o público: Após cada espetáculo, será realizada uma roda de conversa aberta, envolvendo artistas, equipe técnica e convidados locais. Essas atividades permitem aprofundar o entendimento do público sobre os temas abordados, criando um espaço horizontal de troca e escuta coletiva. Estão previstas 15 rodas de conversa (uma por espetáculo em cada cidade).Oficina formativa “Teatro, Memória e Identidade”: Em cada cidade haverá uma oficina gratuita com 4 horas de duração, voltada para estudantes, professores e artistas. Serão oferecidas 5 oficinas no total, com meta de ao menos 150 participantes formados. As oficinas estimulam práticas de memória e identidade como ferramentas criativas, democratizando também o acesso ao fazer teatral.Transmissão online e registros digitais: Serão produzidos conteúdos digitais acessíveis (teasers, trechos de cenas, depoimentos de público e artistas) e publicados nas redes sociais da Dupla Companhia. Essa estratégia amplia o alcance do projeto para além das cidades contempladas, permitindo que o público acompanhe registros da circulação em diferentes regiões.Ações junto a escolas públicas: O projeto garantirá transporte gratuito (ônibus) para grupos escolares previamente agendados, ampliando o acesso de estudantes que, muitas vezes, encontram barreiras logísticas para participar de atividades culturais. A meta é contemplar pelo menos 10 ônibus de escolas públicas ao longo da circulação, atingindo cerca de 800 estudantes.Materiais acessíveis e pedagógicos: Programas de espetáculo e materiais de divulgação em versão digital acessível (compatíveis com leitores de tela e em QR Code). Elaboração de um roteiro pedagógico digital com sugestões de atividades para professores trabalharem em sala de aula após assistirem aos espetáculos com seus alunos.Impacto esperado: A combinação de apresentações gratuitas, oficinas, ensaios abertos, rodas de conversa, transporte escolar e conteúdos digitais acessíveis constitui uma estratégia sólida de democratização do acesso. Dessa forma, o projeto amplia o alcance territorial, garante a presença de públicos diversos (estudantes, professores, artistas locais, pessoas com deficiência, comunidades periféricas) e fortalece a função social do teatro como espaço de encontro, memória e transformação.
FICHA TÉCNICA GERALDireção Geral, Direção de Produção e Idealização: Lucas GonzagaDireção Administrativa: Marcela SáDireção de Comunicação: Rafaele BrevesFICHA TÉCNICA ESPETÁCULOSAS TRÊS MARIASTexto Inédito: Luís Alberto de AbreuDireção Geral: Lucas GonzagaElenco: Gabriela Carriel, Hugo Muneratto, Ismênia Leão, Lucas Gonzaga, Miranda Gonçalves, Rafaele Breves e Victor MotaPreparação de Elenco: Grácia Navarro, Andreia Nhur e Kiko MarquesPreparação Vocal: Babaya MoraesDramaturgia da Voz: Francesca Della MonicaSuporte Teórico: Elena Vássina, Joaquim Gama e Luís Cláudio MachadoIluminação: Lucas GonzagaOperação de Luz: Vinicius MelloVisagismo: Claudinei HidalgoAssistente de Cabelo e Maquiagem: David LenkCenografia e Adereços: Lucas Gonzaga, Hugo Muneratto, Franklin Breves, Eurides Breves e Diego BrevesFigurinos e Acessórios: Nour Koeder e Lucas GonzagaBonequeira: Lucia Helen Art'sAssistentes de Figurino e Cenografia: Nádia Rodrigues e Luna MarcelinoConsultoria em Acessibilidade: Edgar JacquesAudiodescrição: Ray Oliveira (direção), Keiko Trida (roteiro), Sidney Tobias (consultoria) e Taiz Lenk (locução)Direção de Comunicação e Assessoria de Imprensa: Rafaele BrevesDireção de Produção e Idealização: Lucas GonzagaFotografia: Rodrigo Costa, Andressa Baldoni e Paulo Preto FortunatoNISE EM NÓSDireção e Dramaturgia: Duda RiosElenco e Colaboração Dramatúrgica: Lucas Gonzaga, Rafaele Breves, Gabriela Carriel, Victor Mota e Hugo MuneratoProvocação: Viviane MoséDireção de Produção e Idealização: Lucas GonzagaDireção de Comunicação e Assessoria de Imprensa: Rafaele BrevesDireção Musical e Trilha Sonora: Dessa FerreiraDireção de Arte e Diretora Assistente: Mariana Villas-BôasCenotécnica: Bruna BoliveiraIluminação: Gabriele SouzaOperação de Luz: Dara DuarteVisagismo: Claudinei HidalgoModelista e Costureiro: Cristian LourençoEquipe de costura: Ubiraci Ribeiro (urcenografia), Adriana do Nascimento, Heloisa Trigueiros, Maria de Lourdes do Vale, Ana Paula Mattos, Providenciando (Por um fio), Marcilene Máximo (Casa Lourenço Ateliê) e Aparecida Correia (Casa Lourenço Ateliê).Ilustradoras Convidadas: Franciéle da Silva Pinto e Liliane Janaina CruzAssistente de Adereços: Kadu DiasVoz off: Martha Pires FerreiraCanções Originais: Dessa Ferreira e Duda RiosProdução Executiva: Miranda Gonçalves, Victor Mota, Lu Busquets e Sofia LauraDireção Audiovisual: Paulo JuliãoFotógrafa: Andressa BaldoniProdução Fonográfica: Danilo DonizettiDesigner Gráfico: João RiosLAUDELINAAtuação e Idealização do Projeto: Rafaele BrevesDireção e Cenografia: Luiza LorozaTexto inédito: Cristiane SobralColaboração na dramaturgia Rafaele Breves e Luiza LorozaFigurinos: Nilo MendesIluminação: Dara DuarteMúsica: João LorozaIdentidade Visual: Laís OliveiraVisagismo: Claudinei HidalgoDireção de Comunicação e Assessoria de Imprensa: Rafaele BrevesDireção de Produção e Idealização: Lucas GonzagaProdução Executiva: Miranda GonçalvesPrincipais CurrículosViviane Mosé. Filósofa, psicóloga psicanalista, poetisa e especialista em elaboração e implementação de políticas públicas. Nasceu no dia 16 de janeiro de 1964, em Vitória, no estado do Espírito Santo. Graduou-se em psicologia no ano de 1986 pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), abordando em sua monografia “Nietzsche, Artaud e arte”. Pelo Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) concluiu em 1995 o mestrado em filosofia, dissertando sobre “Nietzsche e a genealogia do sujeito” e, em 2004, defendeu a tese de doutorado abordando o tema “Linguagem e transvaloração – Perspectivas para uma grande política”, sendo orientada em ambos os trabalhos acadêmicos pelo Professor Doutor Roberto Machado. Publicou em 2005, pela Editora Civilização Brasileira, sua tese de doutorado com o título “Nietzsche e a grande política da linguagem”. Entre os anos de 2005 e 2006 escreveu e apresentou um quadro no programa Fantástico da Rede Globo, cuja proposta era desmistificar temas de ordem filosófica, abordando-os numa linguagem mais próxima do cotidiano das pessoas. Colabora com o programa de variedades chamado Encontro com Fátima Bernardes, também do Grupo Globo de Televisão. Atua como comentarista do programa Liberdade de Expressão na Rádio CBN, ao lado de Artur Xexéu e de Carlos Heitor Cony. É palestrante, sócia e diretora de conteúdo da empresa Usina Pensamento (http://www.usinapensamento.com.br), que tem como proposta a produção de tecnologia e inovação social em busca de “uma sociedade mais ética, menos desigual e mais justa, especialmente no uso sustentável dos recursos humanos, naturais e econômicos”.DUDA RIOSDuda Rios é ator, escritor, diretor e instrumentista. Natural de Recife, é integrante e fundador da Barca dos Corações Partidos, uma das companhias teatrais mais premiadas do Brasil. Estudou com artistas de várias partes do mundo na London International School of Performing Arts, onde se tornou um grande entusiasta de criações colaborativas. Hoje, tem buscado pluralizar narrativas nordestinas e desconstruir seus estereótipos em muitos de seus trabalhos. Recebeu nove prêmios como ator e autor em sua carreira. Atuou no longa Macunaima XXI (em fase de pós produção); nas novelas "No Rancho Fundo" (papel secundário, 2024), "Guerreiros do Sol" (participação, 2024), Malhação - Viva a Diferença (participação, 2017), e na série Louco por Elas (participação, 2013), todas da Rede Globo; no curta metragem Sidarta (co-protagonista, 2021). No teatro, recebeu o prêmio Bibi Ferreira de Melhor Ator Coadjuvante por "Suasssuna - O Auto do Reino do Sol" (2018); Melhor Ator no Niterói em Cena com o monólogo Doideira de Amor (2017); e Melhor Ator no Pochade Recife ( 2009). Idealizou, escreveu e dirigiu o espetáculo "Azira'i" (2023), com Zahy Tentehar, vencedor de dois Prêmios Shell. É autor do espetáculo "Jacksons do Pandeiro", da Barca dos Corações Partidos, vencedor do prêmio APTR de Melhor Espetáculo Online (2021). LUIS ALBERTO DE ABREU Dramaturgo, roteirista de cinema e TV. Professor e consultor de dramaturgia e roteiro. Idealizador da Escola Livre de Cinema e Vídeo de Santo André e do Instituto Narradores de Passagem, na mesma cidade. Atua desde o ano 2000 junto ao Grupo Galpão e a Galpão Cine Horto, de Belo Horizonte, assinando ou orientando a dramaturgia. Seu primeiro texto profissional, "Foi bom, meu bem?", segue ainda com montagens em todo o Brasil. Depois se seguiram, entre outros, "Bella, Ciao", "O livro de Jó", "Sacra Folia", "Maria Peregrina", "Auto da paixão e da alegria", "Borandá". Foi indicado e recebeu prêmios Molière, APCA, Shell, Apetesp, Pananco. Em cinema, roteirizou, com Eliane Caffé, "Kenoma", "Os narradores de Javé" e, em 2009, "O sol do meio-dia". Em televisão escreveu, em parceria com o diretor Luiz Fernando Carvalho, o roteiro das microsséries "Hoje é dia de Maria", "A pedra do reino" e "Capitu", para a TV Globo.FRANCESCA DELLA MONICAArtista, pedagoga e pesquisadora italiana, Francesca Della Monica conduz uma pesquisa original sobre as diversas possibilidades da voz e da musicalidade no âmbito teatral contemporâneo, por meio de uma metodologia própria. É considerada uma das maiores especialistas na Europa, seja pelo aspecto técnico quanto pelo criativo, com um sólido conhecimento tanto das técnicas tradicionais quanto das experiências experimentais e de vanguarda – fruto de uma formação eclética que reúne a Filosofia, a Arqueologia, a Música, o Teatro e as Artes Visuais. Destaca-se também pela sua experiência e predileção pelo estudo das notações não convencionais da voz, próprias da música contemporânea. O seu particularíssimo percurso artístico conduziu-a a colaborações significativas, destacando-se o encontro com John Cage, um dos principais nomes da música do século XX, que compôs e adaptou alguns solos para a sua voz. No que diz respeito à pesquisa vocal, Representa a Itália no âmbito da Instituição Giving Voice of Wales, um dos mais importantes organismos de pesquisa europeia sobre os estudos voltados à vocalidade. Desde 2010, trabalha em parceria com o artista e pesquisador brasileiro Ernani Maletta, encontro que se desdobrou em outras parcerias artísticas e pedagógicas, além da colaboração com diversos grupos e artistas cênicos, entre os quais se destacam o diretor Gabriel Villela e o Grupo Galpão.Sinopse da obraEspetáculo teatral – As Três MariasSINOPSE: Mãe de vinte e cinco filhos, Maria Eugênia viu suas perspectivas de vida serem reduzidas ao domínio de um homem que a tornou refém de uma vida inglória. Lembrada até hoje pela família como uma das mulheres mais felizes que já conheceram, Maria Eugênia é o retrato de inúmeras Marias do Brasil e sua memória levanta um nevoeiro sobre as histórias de Maria de Lourdes e Maria Aparecida.Classificação indicativa: 12 anos.Espetáculo teatral – Nise em Nós – uma ode ao delírioSINOPSE: Inspirado na trajetória da médica psiquiatra Nise da Silveira — mulher nordestina, revolucionária e profundamente humana — o espetáculo propõe uma reflexão sensível sobre o afeto como metodologia e o cuidado como revolução. "Nise em Nós" costura memórias pessoais do elenco com histórias reais dos clientes, artistas e pensadores que cruzaram o caminho de Nise, como Graciliano Ramos, Carl Gustav Jung, Martha Pires Ferreira e Dona Ivone Lara. A obra celebra os 120 anos de nascimento de Nise da Silveira e lança o olhar adiante — para o futuro da saúde mental, para o direito ao delírio e para a construção de um Brasil mais sensível, onde o amor não seja exceção, mas método.Classificação indicativa: 14 anos.Espetáculo teatral – LaudelinaSINOPSE: "Laudelina" é um solo poético-documental que entrelaça a trajetória de Laudelina de Campos Mello — mulher negra, trabalhadora doméstica e referência histórica na luta por direitos trabalhistas no Brasil — com as memórias ancestrais da atriz Rafaele Breves. Em cena, o corpo da atriz costura tempos, vozes e silêncios, evocando histórias de sua mãe, avó e bisavó, todas mulheres negras marcadas pelo mesmo ofício que mobilizou a vida e a militância de Laudelina. A peça não busca uma reconstrução biográfica, mas a criação de um espaço de escuta, atravessamento e permanência, no qual a história e intimidade se cruzam como fios de uma mesma trama. A montagem propõe ao público um mergulho em experiências que atravessam os séculos e reverberam no presente, convocando uma reflexão coletiva sobre trabalho, gênero, raça e memória.Classificação indicativa: 12 anos.Oficina – Teatro, Memória e IdentidadeSINOPSE: Atividade formativa de 4 horas de duração, voltada a estudantes, professores e artistas. Utiliza jogos teatrais e exercícios de escuta para trabalhar memórias individuais e coletivas como ferramentas criativas. Classificação indicativa: 16 anos.Rodas de ConversaSINOPSE: Encontros abertos ao público realizados após cada espetáculo, reunindo artistas, equipe técnica e convidados locais para dialogar sobre memória, identidade, saúde mental, ancestralidade e direitos sociais. Classificação indicativa: Livre.Especificações Técnicas do ProdutoEspetáculo teatral – As Três MariasDuração: 80 minutosFormato: espetáculo teatral com texto inédito de Luís Alberto de Abreu e direção de Lucas Gonzaga.Teaser: https://www.youtube.com/watch?v=lP1zK1bk3Os Gravação Completa: https://www.youtube.com/watch?v=mITX0UdkVi8 Espetáculo teatral – Nise em Nós – uma ode ao delírioDuração: 80 minutosFormato: espetáculo inspirado na trajetória da psiquiatra Nise da Silveira, com direção e dramaturgia inédita de Duda Rios.Teaser: https://www.youtube.com/watch?v=8Nmy2fdh3Vs Gravação Completa: https://www.youtube.com/watch?v=kyya3-XmZDEExtra: Clipe Maré Cheia - https://www.youtube.com/watch?v=YDlikgm7mq4 Espetáculo teatral – LaudelinaDuração: 80 minutosFormato: solo interpretado por Rafaele Breves, com direção de Luiza Loroza e dramaturgia inédita de Cristiane Sobral.Teaser: https://www.youtube.com/watch?v=lyNRnLMZZTU Gravação Completa: https://www.youtube.com/watch?v=Aiml7LGK3NY Oficina – Teatro, Memória e IdentidadeDuração: 4 horasFormato: oficina prática com até 30 participantes por edição.Materiais: folhas, canetas, materiais de escrita e registro; exercícios teatrais de corpo, voz e improvisação.Projeto pedagógico: metodologia baseada em jogos teatrais, escrita de memória, práticas coletivas de escuta e improvisação. Trabalha ancestralidade, território e identidade como ferramentas criativas.Rodas de ConversaDuração: 30 a 60 minutos após cada espetáculo.Formato: espaço aberto de diálogo entre artistas, equipe técnica e público.Materiais: microfones, gravação de áudio/vídeo e registro fotográfico.Projeto pedagógico: mediação voltada para aprofundar os temas dos espetáculos, estimular pensamento crítico e promover escuta horizontal com a plateia.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.