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O presente projeto propõe a criação e instalação de 10 obras de arte pública na cidade de São Paulo, ao longo de 2026 e 2027, reforçando a missão do Instituto URBE de fomentar e realizar arte no espaço urbano. Inspirado no Public Art Fund de Nova York - com o qual pretendemos desenvolver um dialogo de troca e cooperação -, o URBE atua na interface entre arte, arquitetura, urbanismo e cidadania, promovendo o acesso democrático à cultura e a reflexão sobre o uso dos espaços públicos.As obras - sendo 3 de artistas estrangeiros e 7 de artistas nacionais - serão concebidas em diálogo com o contexto urbano, incentivando novas formas de interação entre arte e cidade, e contribuindo para a valorização do patrimônio cultural e para a construção de uma paisagem urbana mais diversa e inclusiva.Além das instalações, o projeto inclui a realização de performances artísticas e ações formativas, ampliando o debate sobre arte pública contemporânea, políticas urbanas e práticas colaborativas.
1. Instalações de Arte Pública (10 obras site-specific)Criação e instalação de dez obras de arte pública em diferentes espaços da cidade de São Paulo, concebidas por artistas convidados em diálogo com o contexto urbano. As obras abordam temas como urbanismo, cidadania, arquitetura e meio ambiente, propondo novas formas de interação entre arte e cidade. Classificação indicativa: Livre.2. Performances e Happenings no Espaço Público (10 eventos)Como parte das ações desenvolvidas durante o período de exibição das instalações, serão realizadas performances artísticas e happenings realizados em diálogo com as obras instaladas, explorando a relação entre corpo, som, luz e ambiente urbano. As performances buscam envolver o público de maneira sensorial e participativa. Classificação indicativa: Livre.3. Rodas de Conversa (10 encontros públicos)Encontros abertos com artistas, curadores, arquitetos e pesquisadores para discutir arte pública contemporânea, políticas urbanas e práticas colaborativas. As conversas estimulam o diálogo entre agentes culturais e a comunidade, ampliando o debate sobre o papel da arte no espaço urbano. Classificação indicativa: Livre.4. Oficinas Formativas (10 oficinas)Oficinas gratuitas que propõem experiências práticas de criação artística em espaços públicos, estimulando reflexões sobre o território, o corpo e a cidade. Voltadas a estudantes, artistas emergentes e interessados em arte contemporânea. Classificação indicativa: Livre.5. Visitas Guiadas e Mediação Cultural (10 atividades)Como contrapartida social, serão realizadas atividades mediadas com artistas e curadores em torno das obras instaladas, promovendo a aproximação do público com os processos criativos e com as questões urbanas envolvidas nas intervenções. Classificação indicativa: Livre.
Objetivos geraisO projeto propõe a realização de dez obras de arte pública site-specific na cidade de São Paulo, entre 2026 e 2027, acompanhadas de uma programação pública gratuita composta por conversas, oficinas, visitas guiadas e ações de formação e mediação.Cada obra será criada por um artista ou coletivo convidado pela equipe curatorial do projeto e/ou através de eventual cooperação com o Public Art Fund, a partir de pesquisa sobre o contexto urbano e visitas técnicas aos locais de intervenção, assegurando o caráter site-specific e promovendo um diálogo direto entre arte, cidade e território.Inspirado em iniciativas internacionais como o Public Art Fund (Nova York), o projeto busca consolidar um programa contínuo de arte pública em São Paulo, articulando parcerias público-privadas e cooperações internacionais com consulados, embaixadas e instituições culturais. Prevê-se também a interlocução com a Secretaria Municipal de Cultura, com possibilidade de doação das obras ao acervo público.Também estão entre nossos objetivos:- Promover o acesso democrático à arte contemporânea, estimulando novas formas de percepção e apropriação do espaço urbano;- Valorizar o espaço público como território coletivo, de convivência e expressão artística;- Estimular a reflexão crítica sobre a cidade, a cultura e o uso do espaço urbano por meio da arte;- Fomentar o diálogo entre arte, arquitetura, urbanismo e patrimônio histórico;- Consolidar o Instituto URBE como referência em arte pública, expandindo sua atuação por meio de parcerias institucionais e ações formativas.Objetivos específicos:- Desenvolver dez obras ou instalações site-specific, com duração variada entre 30 e 60 dias, em diferentes espaços públicos da cidade de São Paulo. Previsão de público: 10 mil pessoas por obra, 100.000 pessoas no total.- Durante o período de realização das instalações, realizar, proximamente ao local das mesmas, dez eventos de performance, reforçando a transversalidade entre som, corpo e espaço público. Previsão de público: 250 por evento, 2.500 pessoas no total.- Realizar dez rodas de conversa com artistas, curadores, arquitetos e especialistas, abertas ao público. Previsão de público: 50 participantes em cada, 500 no total.- Promover dez oficinas gratuitas, com até 30 participantes cada, incentivando práticas criativas e reflexão sobre o espaço urbano. Previsão de público 300 pessoas.- Oferecer dez visitas guiadas com os artistas e curadores, promovendo o diálogo entre público, criadores e instituições. Previsão de público 300 pessoas.- Garantir acessibilidade física, comunicacional e digital em todas as atividades;
A execução deste projeto por meio da Lei Rouanet é essencial para viabilizar um programa de arte pública contemporânea gratuito e de amplo impacto cultural e social na cidade de São Paulo. A realização de dez obras site-specific, acompanhadas de atividades formativas e de mediação, requer investimentos significativos em pesquisa, curadoria, concepção artística, montagem, acessibilidade e comunicação — etapas que, pela natureza pública e não comercial da proposta, não podem ser sustentadas por bilheteria ou patrocínios diretos isolados.Por acontecer integralmente em espaços públicos, o projeto tem alcance direto a centenas de milhares de pessoas, que interagem com as obras e atividades em seu cotidiano, sem barreiras de acesso. Essa característica reforça o caráter democrático e inclusivo da iniciativa, ampliando significativamente a formação de público e o acesso à arte contemporânea fora dos circuitos tradicionais.O projeto contribui diretamente para o acesso à cultura, estimula a percepção crítica do espaço urbano e fortalece o diálogo entre arte, arquitetura, urbanismo e cidadania, promovendo valorização do patrimônio, educação estética e dinamização da vida cultural da cidade. Ao ocupar o espaço público com obras e experiências imersivas, o Instituto URBE propõe novas formas de convivência e fruição artística, descentralizando a arte e promovendo a transformação social por meio da cultura.O Instituto URBE atua desde 2012 como uma plataforma de criação, pesquisa e ação dedicada à arte pública e à relação entre arte e cidade, inspirada em referências como o Public Art Fund de Nova York. Ao longo de mais de uma década, consolidou uma trajetória consistente de projetos inovadores que articulam arte, urbanismo e tecnologia. O URBE conta com três edições da Mostra de Arte Pública já realizadas em São Paulo: a primeira, em 2012, no Centro Histórico, com artistas como Coletivo Goma, ZoomB, Felipe Sztutman, os argentinos DOMA e os alemães Urbanscreen; a segunda, em 2016, no Bom Retiro, com obras de Anaísa Franco, Iara Freiberg e Guto Requena; e a terceira, em 2018, no Largo da Batata, com intervenções de Ricardo Palmieri, Estela Sokol e do coletivo Opavivará!. Em todas as edições, o URBE desenvolveu programações paralelas de conversas, debates e caminhadas guiadas, reunindo curadores, artistas, críticos e pesquisadores para discutir o papel da arte na ocupação do espaço público. Essas experiências comprovaram o impacto cultural e educativo das ações do Instituto e seu papel na democratização do acesso à arte e na formação de público diversificado.A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parcerias na iniciativa privada para esse tipo de projeto.Dessa forma, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais.III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores.IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Ademais, o projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8.313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante realização de exposição de artes e catálogo.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante distribuição gratuita e pública de uma cota de ingressos para a exposição.Considerando as características apresentadas para a realização deste projeto, é possível verificar a imensa capacidade que este possui para a difusão da arte brasileira no local de sua realização, mais do que isso o projeto vislumbra uma aproximação real da arte com o público, este, muitas vezes formado por pessoas que nunca tiveram acesso a projetos culturais.
O URBE Arte Pública se inspira livremente no Public Art Fund. A seguir enviamos um vídeo sobre a filosofia da Instituição americana - a qual compartilhamos - e a respectiva transcrição em forma de texto. https://vimeo.com/823455148?fl=pl&fe=vl“Quando abordamos a arte na esfera pública, estamos, na verdade, abordando uma questão. Por que isso está aqui? Como isso moldou minha relação com o meu cotidiano e com a minha comunidade, moldando minha noção do que é valioso e do que não é no mundo? A arte pública abre seu mundo e sua mente. Uma coisa sobre o trabalho público é que as pessoas o veem de muitas maneiras diferentes. Você o entrega ao público e ele se torna o que eles fazem dele. E espero que isso crie o desejo de discutir isso com alguém. Para mim, a arte pública é democrática, não exclui as pessoas e não custa nada quando a arte é para todos. Não é mais uma mercadoria. Torna-se parte da cidade dessa forma. Faz com que a cidade pareça mais acessível, bonita e diferente também. É o que nos dá combustível para construir, criar e superar.É disso que se trata o Public Art Fund. Em 1977, minha mãe, Doris Friedman, fundou o fundo de arte pública. Ela tinha a ideia de que a arte não deveria ficar confinada aos limites de museus e galerias, mas sim fazer parte do nosso cotidiano e que todos mereciam acesso à arte. Também vimos, na década de 1970, artistas repensando como produzir. Eles não estavam apenas criando obras que pudessem ser criadas nesses estúdios. Eles estavam interagindo com a própria estrutura da cidade, e a arte pública foi uma resposta que dizia que precisávamos facilitar essa criatividade em primeiro lugar.Para mim, o Public Art Fund é uma organização verdadeiramente extraordinária. Não acho que haja nada parecido em nenhum outro lugar do mundo com essa missão de levar arte pública, participação pública e engajamento público gratuitamente a um público amplo. Fazer arte pública é um compromisso real. A Public Art Fund, na verdade, é bastante destemida e totalmente comprometida em assumir essa responsabilidade, tornando o inimaginável possível.Quando olhamos para a história do Public Art Fund, vemos um grande comprometimento, eu diria, com uma crença mais profunda no que a arte representa para a sociedade. Acho que eles redefiniram o que a arte pública pode ser. Eles abriram muito espaço para a curiosidade lúdica e o rigor, e para questionar a sociedade e o público na forma de arte.Uma das coisas empolgantes que vimos acontecer nos últimos anos é que a arte pública agora é entendida como fundamental para qualquer grande empreendimento cívico. E as pessoas têm buscado fundos de arte pública como líderes em nossa área para ajudá-las a atingir esses objetivos. Quebrar barreiras na abordagem da arte pode ajudar as pessoas a sentirem orgulho cívico e também a sentirem que têm um lugar na cidade. As possibilidades para o nosso trabalho são infinitas. Tudo o que um artista pode imaginar são os tipos de coisas que podemos compartilhar no espaço público e, de muitas maneiras, sinto que estamos apenas começando".
1. Instalações de Arte Pública (10 obras site-specific)Cada instalação será desenvolvida por um artista ou coletivo convidado, a partir de pesquisa e visitas técnicas aos locais definidos pela curadoria. As obras terão caráter site-specific, com dimensões e materiais variáveis, adequados ao espaço urbano (ex.: estruturas metálicas, madeira, concreto, LED, projeção, som, luz e vídeo). Todas as instalações terão duração mínima de 30 dias, com montagem supervisionada por equipe técnica do Instituto URBE e acompanhamento de segurança e manutenção. Os projetos contemplarão infraestrutura elétrica e iluminação, sinalização informativa com QR code acessível, e recursos de acessibilidade. Serão seguidas todas as normas técnicas de segurança, montagem e licenciamento junto aos órgãos competentes (Subprefeituras, CET e GCM).2. Performances e Happenings no Espaço Público (10 eventos)Realizadas durante o período das instalações, em espaços abertos proximamente às obras, com duração média de 30 a 60 minutos, integrando corpo, som e luz em diálogo com as instalações existentes. As performances envolverão artistas convidados e técnicos de luz e som. Haverá estrutura de sonorização portátil, sistema de iluminação autônoma, figurinos, cenografia e registro audiovisual. Todos os eventos terão acesso livre, sinalização e acompanhamento de segurança.3. Rodas de Conversa (10 encontros públicos)Os encontros serão realizados em formato presencial, com duração média de 1 hora, em espaços culturais ou próximos aos locais das intervenções. Cada roda contará com até 3 convidados (artistas, curadores, arquitetos e gestores culturais), além de mediação da equipe URBE. Haverá estrutura técnica de som, gravação audiovisual, com posterior disponibilização na plataforma digital URBE. Será garantida acessibilidade comunicacional e física.4. Oficinas Formativas (10 edições)10 oficinas com carga horária de até 2 horas cada, ministradas por artistas e educadores convidados, com foco em práticas criativas e experimentação no espaço urbano. As atividades serão presenciais e gratuitas, voltadas a estudantes, professores, artistas e público interessado. Cada participante receberá certificado de participação e material de apoio digital.5. Visitas Guiadas e Mediação Cultural (10 atividades)As visitas terão duração de 1 hora e serão conduzidas por mediadores especializados e/ou pelos próprios artistas e curadores. Cada atividade comportará grupos de até 30 participantes. As ações de mediação incluirão recursos de acessibilidade.
AcessibilidadeEm atendimento ao Art. 27 da Instrução Normativa nº 11 de 30/01/2024, nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, as seguintes ações serão adotadas para acessibilidade: PRODUTO: EXPOSIÇÃOACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: o local de realização terá estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS:- Audioguia com roteiro de visitação à exposição, voltado para todos os públicos, em especial aos deficientes visuais, disponibilizado em QR Code- Audiodescrição de todas as obras e textos, disponibilizadas em QR Code.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: acessibilidade de textos e áudios através de interpretação em língua dos sinais gravadas em vídeo e disponibilizadas via QR Code.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: linguagem simples. PRODUTO: AÇÕES FORMATIVAS (PALESTRAS E OFICINAS)ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oralACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário.PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oralACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário.COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃONo aspecto de comunicação e divulgação acessíveis do projeto, disponibilizaremos materiais em formatos acessíveis, como descrição das imagens em texto, audiodescrição das obras e legendas nos vídeos.
Em atendimento aos Artigos 46, 47, 48 e 49 da Instrução Normativa nº 23, de 5 de fevereiro de 2025, todos os produtos da exposição serão para distribuição gratuita. Em complemento, iremos adotar as seguintes medidas de ampliação do acesso, conforme estipulado no Art. 47:III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos produtos principais, acompanhados com legendas e audiodescrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;V - realizar, gratuitamente todas as atividades do projeto;
Lia Vissotto - direção geralLia Vissotto, 48 anos, é formada em Comunicação Social pela Universidade de São Paulo e sócia-fundadora da Cinnamon. Antes de formar a Cinnamon em 2002, trabalhou em empresas como Columbia Pictures do Brasil, Cartão Unibanco, Super 11.net e America Online. Já foi responsável pela criação e produção de mais de 40 projetos culturais, tais como: “Música Em Cena- 1o Encontro Internacional de Música de Cinema, com concerto de Ennio Morricone (Theatro Municipal do Rio de Janeiro), “Rebobine Por Favor - a exposição", de Michel Gondry (MIS São Paulo, CCBB RJ, MARCO – Museu de Arte Contemporânea de Campo Grande), a instalação “Vestígios Vestíveis”, de Jum Nakao SPFW), o “CCBB Música.Performance” (com 5 edições realizadas com o CCBB São Paulo), “Music Video Festival” (13 edições realizadas no Museu da Imagem e do Som de São Paulo e Teatro Sérgio Cardoso), "Spectacle" (MIS São Paulo), "It's Rock", de Mick Rock (MIS São Paulo), “Björk Digital” (CCBB Brasília e CCBB RJ), “Anexa CCBB_Movimentos Convexos” (CCBB São Paulo), “Tina: Uma Viagem para o Futuro” (MIS São Paulo), “Nelson Leirner – Parque de Diversões” (CAIXA Cultural Recife, São Paulo e Curitiba) e “Anexa CCBB_Movimentos Miméticos (CCBB São Paulo)”. Pelo Instituto URBE, do qual é diretora, Lia realizou 4 mostras de arte pública em São Paulo, além da exposição “Smart Lights – Luzes Inteligentes” (Farol Santander POA e SP). Dentre empresas e instituições com as quais a Cinnamon já trabalhou podem ser citados Centro Cultural Banco do Brasil, Disney, Miller, Heineken, Petrobras, Philips, Oi, Oi Futuro, Natura, Goethe Institut, Grupo Abril, Museu da Imagem e do Som de São Paulo, Sony Pictures, Sesame Workshop, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, Paramount, Warner, Universal, Magalu, entre outros. Julia Borges Araña - direção executivaJulia Borges Araña é curadora, pesquisadora e produtora especializada em projetos de arte contemporânea, novas mídias e cultura pós-internet. É diretora da produtora cultural Phi Projetos e do Instituto URBE. Organizou e produziu diversos projetos culturais de amplitude internacional, com destaque para as exposições: Smart Lights - Luzes Inteligentes (Farol Santander São Paulo, 2024 e Porto Alegre, 2023), Movimentos Convexos (CCBB São Paulo, 2023), Banksy (Shopping Village Mall e Shopping Eldorado, 2023), Frida Kahlo (Shopping Eldorado, 2023), Tina Turner (Museu da Imagem e do Som, 2023), Joan Jonas – Cinco Décadas (Pinacoteca, 2020), Björk Digital (CCBB Brasília, CCBB RJ, CCBB Belo Horizonte, 2019/ 2020), Chantal Akerman - Tempo Expandido (Oi Futuro/ 2018-2019), URBE – Mostra de Arte Pública (2016 e 2018), Perfume de Sonho, exposição individual de Sebastião Salgado (Instituto Tomie Ohtake/ 2016), Eija‐Liisa Ahtila ‐ Sobre assuntos desconhecidos, natureza dos milagres e possibilidades da percepção, exposição com curadoria de Catherine de Zegher (Oi Futuro Flamengo/ 2015), Memórias da Obsolecência – com obras de videoarte da coleção de Ella Fontanals Cisneros (Paço das Artes/ 2014), Retumbante Natureza Humanizada, com fotografias de Luiz Braga e curadoria de Diógenes Moura (Sesc Pinheiros – 2014), Rumos Legado, curadoria de Aracy Amaral, Paulo Myiada e Regina Silveira (Itaú Cultural – 2014), Expoprojeção 1973‐2013, curadoria de Aracy Amaral e Roberto Cruz (Sesc Pinheiros ‐ 2013), Bom Retiro e Luz – Um Roteiro, curadoria de Diógenes Moura e Benjamin Seroussi (Sesc Bom Retiro, Pinacoteca e Parque da Luz – 2013), Stanley Kubrick, em parceria com o Deutsches Filmmuseum (MIS ‐ 2013), STILL EM MOVIMENTO: Lição de pintura, curadoria de Berta Sichel (Paço das Artes – 2013), Piotr Kunce (MIS ‐ 2012), Game On, em parceria com o Barbican Center, de Londres (MIS ‐ 2012), VALIE EXPORT: CORPO = LINGUAGEM, curadoria de Berta Sichel (Centro de Arte Contemporânea e Fotografia ‐ 2011), Cinema Sim – Narrativas e Projeções (Itaú Cultural ‐ 2008), Ocupação Rogério Sganzerla (Itaú Cultural – 2010). De 2013 a 2019 foi responsável na América Latina pela The Wrong Digital Art Biennale. De 2004 a 2012 trabalhou na equipe de produção e curadoria do Itaú Cultural e do Museu da Imagem e do Som‐SP. Possui MBA em Bens Culturais: Cultura, Economia e Gestão, pela Fundação Getúlio Vargas e é graduada em Comunicação Social - Cinema pela FAAP.Reinaldo Botelho - CuradoriaReinaldo Botelho é curador, gestor, editor e pesquisador na área de estética e história da arte. Formou-se em Produção Editorial pela Universidade Anhembi Morumbi. Entre 2016 e 2017, foi aluno especial no Programa de Pós-Graduação Interunidades em Estética e História da Arte, PGEHA-USP. Em 2023 cursou a disciplina: Leituras Interdisciplinares em Antropologia, Arqueologia e História, no Museu de Arqueologia e Etnologia, MAE-USP.Seus estudos estão associados ao pensamento sobre o artístico e o processo criativo, a investigação dos fundamentos da história e historiografia da arte e seus desdobramentos nas diversas áreas do conhecimento, suas interações com a produção cultural e interpelações com o contexto social, incluindo a circulação da arte na sociedade e suas inter-relações internas e externas do produtor, distribuidor e receptor. Trabalha há 25 anos no segmento artístico e suas práticas de trabalho transitam entre pesquisa — acervo + arquivo + patrimônio —, desdobrando-se em curadoria, expografia, editorial e gestão cultural.Possui experiência na área museológica com ênfase em projetos expositivos, curadoria e planejamento espacial, política de acervo e aquisição, planejamento e gestão, atuando também em implantação, pesquisa e organização de acervo. Atualmente é curador do IN SITU, projeto em parceria com o Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM SP, o Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo - MAC USP, a Fundação Pró-Memória de São Caetano do Sul, a Pinacoteca de São Bernardo do Campo, a Biblioteca Mário de Andrade - SP, entre outras instituições. É diretor artístico do Instituto URBE, onde desenvolve pesquisas a partir das linhas: espaço, arquitetura e o campo ampliado na arte. Paralelamente oferece consultoria para instituições museológicas, galerias de arte e centro culturais, como foco em: Curadoria, patrimônio e acervo, economia criativa e relações institucionais. De 2023 a 2025, idealizou e chefiou a curadoria do projeto SCLTT100, conjunto de ações organizadas a partir do centenário do artista Luiz Sacilotto, que realizou quatro mostras, residências artísticas, catálogo raisonné, programa educativo e seminário, em parceria com SESC São Paulo, Instituto de Arte Contemporânea - IAC, Galeria Almeida & Dale, Casa do Olhar Luiz Sacilotto e Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo - MAC USP. Entre 2018 e 2024 atuou como diretor artístico e curador da Casa do Olhar Luiz Sacilotto. Em paralelo foi curador de trinta mostras e exposições, com destaque para cinco edições do Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto, Uma ruína paulista de Erica Ferrari, Chove sobre mim a minha vida inteira de Pontogor, O Muro de Tatiana Ferraz, Reflexos de 22 e Urbe_Mostra de Arte Pública, edições 2016 e 2018. Destaca-se também a direção para o Centenário Lina Bo Bardi [Instituto Lina e P.M Bardi], em 2014, a breve, porém potente experiência como gestor público atuando como assessor na Secretaria do Audiovisual – Sav no Ministério da Cultura – MinC, entre 2010 e 2011. E como conselheiro para o segmento de artes visuais do SPFW [São Paulo Fashion Week] e INMOD [Instituto Nacional de Moda e Design], 2006.Em 2024 e 2005 colaborou com o desenvolvimento da SP-Arte, onde também assinou a curadoria da Mostra de Videoarte e do Ciclo de Conversas: Crítica de Arte. Recebeu o prêmio ABCA (Associação Brasileira dos Críticos de Arte), em 2019, na categoria destaques do ano pela atuação no Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto. É organizador do livro O Visível e o Invisível na Arquitetura Brasileira, DBA, 2017 e da Coleção Moda Brasileira I e II, Cosac & Naify 2008, onde foi editor por 8 anos. Felipe Brait – Curadoria Felipe Brait é curador de arte contemporânea com especialidade em arte e tecnologia, arte pública, arte política e performances, com atuação profissional nessa área desde 2008. Também é produtor cultural e diretor da PROTOLAB Cultural, produtora fundada em 2013, que atua em diversas frentes de produção passando por artes visuais, audiovisual, eventos e projetos de arte educação. É fundador do Instituto URBE e foi curador das 3 edições da Mostra URBE de Arte Pública realizadas em São Paulo: 2012, 2016 e 2018. Também é conselheiro do IA – Instituto de arte contemporânea de Ouro Preto, onde realiza projetos e processos de investigação sobre espaço público e suas relações com patrimônio cultural e memória. Desde 2010, dirige o selo de arte e tecnologia CANVAS Audiovisuais, projeto seminal no contexto do audiovisual expandido e novas mídias no Brasil que promove mostras, exposições, instalações interativas e festivais, tendo realizado mais de 30 edições em 15 anos de atividade com a participação de mais de 80 artistas brasileiros e internacionais.Faz parte do coletivo multidisciplinar antirracista de intervenção urbana Frente 3 de Fevereiro que desde 2004 promove investigação e ação sobre o espaço público, tendo participado de importantes mostras e bienais como 35ª Bienal de São Paulo (2023), Histórias Afro Atlanticas (2019), Zona de Poesia Arida – MAR/RJ (2015), Acción Urgente – Fundación PROA – Buenos Aires (2014), NA BORDA ProacSP + SESC (2012), Die Tropen - HAU Theater/Berlim (2008), Bienal SESC Video Brasil (2005), Zona de Ação – SESC SP (2004). Em 2019 foi júri da residência artística NAVE em Buenos Aires, da Mostra 3M de arte e da 14ª Virada Cultural de São Paulo. Fez a curadoria de importante projetos coletivos como a cartografia ECOSSISTEMA TROPICAL 2.0 – Prêmio Conexões Visuais da FUNARTE (2015), Taticas para armar conversatórios, Espacio G / Valparaíso CHILE (2015), Biosindicato do Precariado - MAC Quinta Normal, Santiago CHILE (2015), “Politics of Subjectacion” 16Beaver, Nova York (2013). Como produtor realizou a instalação interativa de media facede na fachada da FIESP “Regendo a Paulista” dos artistas Fernando Visockis e André Vicentini (2018), a exposição PALAVRAS CRUZADAS: lugares de fala, SESC Vila Mariana (2018) e SESC Sorocaba (2019) e o Manifesto da Noite Paulistana – por uma cidadania 24hs Biblioteca Mario de Andrade e Centro Cultural São Paulo (2014). Foi curador e diretor de produção da exposição SMART LIGHTS – luzes inteligentes – Farol Santander Porto Alegre 2023 e São Paulo 2024. Em 2025 assinou a curadoria junto com Lia Vissotto da exposição “Movimentos Miméticos” no CCBB São Paulo, dirigiu a intervenção urbana de encerramento da 14ª Bienal de Arquitetura de São Paulo “PANORAMA URGENTE!” no Jardim Panorama e fez a direção de produção e coordenação educativa da exposição individual do artista Achiles Luciano “ID CORPOS NEGROS” na oficina cultural Oswald de Andrade.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.