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LÍNGUA é um espetáculo teatral bilíngue (LIBRAS/português) que propõe uma experiência cênica acessível a pessoas surdas e ouvintes. O projeto prevê a circulação do espetáculo nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, com apresentações presenciais a preços populares e sessões gratuitas voltadas a públicos específicos. As ações incluem debates com o elenco e a equipe, registro audiovisual das apresentações e produção de materiais bilíngues de divulgação e acessibilidade. O objetivo é ampliar o alcance do espetáculo, fortalecer a representatividade da comunidade surda nos palcos e promover a inclusão por meio da arte.
A narrativa da peça foi criada em português e em Libras. Nela, uma mãe prepara uma festa de aniversário surpresa para seu filho, um taxista surdo que cresceu rodeado de pessoas ouvintes. O encontro reúne um pequeno grupo de amigos do rapaz evidenciando os afetos, mas também os dilemas e as diferenças culturais entre eles. O espetáculo, segundo projeto dirigido pelo artista carioca Vinicius Arneiro dedicado a investigar os paradoxos entre a cultura surda e a sociedade, propõe uma reflexão sobre os novos rumos nas práticas de acessibilidade, abordando a questão da convivência e da comunicação, através do descompasso entre aquilo que se sente e a inabilidade ao dizê-lo.Classificação indicativa: 12 anos.
Objetivo GeralPromover a circulação do espetáculo bilíngue LÍNGUA (LIBRAS/português) nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, ampliando o acesso do público ao teatro contemporâneo e valorizando a diversidade cultural e linguística brasileira. O projeto busca fortalecer o diálogo entre arte e acessibilidade, consolidando a peça como uma referência estética e simbólica na representação da comunidade surda nos palcos e no debate sobre novas formas de comunicação e convivência no campo das artes cênicas.Objetivos EspecíficosRealizar a circulação do espetáculo LÍNGUA em espaços culturais das cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, ampliando o alcance territorial e o acesso de diferentes públicos;Difundir e valorizar a produção teatral contemporânea, incentivando o intercâmbio entre artistas, instituições culturais e comunidades locais;Oferecer sessões a preços populares e cotas de ingressos gratuitos voltadas a estudantes da rede pública, integrantes da comunidade surda e grupos em situação de vulnerabilidade social;Promover encontros e debates bilíngues com o público após as apresentações, fortalecendo a mediação cultural e a reflexão sobre os temas abordados na obra;Garantir a acessibilidade comunicacional intrínseca à proposta do espetáculo — que é concebido simultaneamente em LIBRAS e português, com elenco formado por artistas surdos e ouvintes — permitindo compreensão plena por todos os públicos, sem necessidade de tradução em cena;Implementar ações de acessibilidade complementar, voltadas à comunicação e divulgação do projeto, incluindo legendas e audiodescrição nos vídeos promocionais, além de intérprete de LIBRAS nas atividades de mediação e equipe treinada para acolher pessoas com deficiência nos espaços de apresentação;Produzir registro audiovisual e fotográfico das apresentações e dos debates, assegurando memória, difusão e contrapartida social;Desenvolver materiais de divulgação bilíngues (LIBRAS/português) — como cartazes, vídeos e conteúdos digitais — garantindo comunicação inclusiva e acessível fora do espaço cênico;Valorizar o teatro como espaço de convivência, pesquisa e criação coletiva, unindo artistas surdos e ouvintes em um processo que reafirma a arte como instrumento de diálogo, escuta e transformação social;Contribuir para a formação e ampliação de plateias, despertando o interesse de novos públicos e consolidando práticas de acessibilidade cultural como parte essencial da experiência artística;Reforçar LÍNGUA como uma obra de relevância cultural, estética e social, que alia inovação cênica, excelência técnica e compromisso com a diversidade e a inclusão.
O espetáculo LÍNGUA propõe uma circulação teatral que alia excelência artística e compromisso social, contribuindo para a difusão da produção cultural contemporânea e para a democratização do acesso à arte. A iniciativa se insere nos objetivos da Lei nº 8.313/91 por fomentar a produção e circulação de bens culturais (Art. 3º, II), ampliar o acesso da população à cultura (Art. 1º, II e VII) e valorizar a diversidade linguística e artística brasileira (Art. 3º, IV).Vivemos em um contexto em que o teatro segue concentrado em grandes centros e com barreiras de acesso — econômicas, comunicacionais e territoriais. A utilização do Mecanismo de Incentivo Fiscal é fundamental para viabilizar uma circulação ampla, garantindo preços populares, sessões gratuitas e estrutura de acessibilidade que, sem apoio público, seriam inviáveis para uma produção independente. O projeto contempla apresentações em espaços culturais do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, assegurando que públicos diversos possam vivenciar uma obra que integra arte, linguagem e inclusão.LÍNGUA é um espetáculo bilíngue (LIBRAS/português) que aborda, de forma sensível e poética, os desafios da comunicação entre mundos sensoriais distintos. O projeto reafirma o teatro como espaço de encontro, ampliando o repertório artístico da cena brasileira e fortalecendo o intercâmbio entre artistas surdos e ouvintes. Ao tratar a acessibilidade como linguagem cênica — e não apenas como recurso técnico —, a obra propõe novas formas de convivência e percepção, promovendo reflexão, pertencimento e empatia.A circulação apoiada pela Lei de Incentivo permitirá a ampliação do alcance de um trabalho que já demonstra relevância comprovada em outras etapas de sua trajetória. As ações previstas — apresentações presenciais, debates, materiais bilíngues, registro audiovisual e iniciativas de mediação cultural — fortalecem o cumprimento de princípios do Art. 3º da Lei, especialmente no que se refere à democratização do acesso, à valorização do artista e à formação de público.A proposta contribui também para o fortalecimento de políticas de acessibilidade cultural, campo ainda em desenvolvimento no país. A inclusão de profissionais surdos em funções de criação, comunicação e atuação reafirma o compromisso com a diversidade de expressões e com a inserção efetiva de novos agentes na cadeia produtiva da cultura, em consonância com os incisos II, III e VII do Art. 1º da Lei.Assim, o uso do Mecanismo de Incentivo Fiscal é justificado não apenas pela necessidade de viabilizar financeiramente o projeto, mas por seu impacto cultural, simbólico, social e educacional. LÍNGUA promove a circulação de uma obra artística de alta relevância estética e conceitual, fortalece a cadeia produtiva do teatro independente e valoriza a diversidade de linguagens que compõem a cena brasileira. Ao mesmo tempo, amplia fronteiras de acesso, sensibiliza públicos e estimula uma cultura mais inclusiva, representativa e plural.
LÍNGUA consolidou-se como uma obra de referência no debate sobre bilinguismo no teatro contemporâneo. Criado em português e em Libras, o espetáculo aborda convivência, comunicação e acessibilidade como linguagem de cena — argumento reiterado em mostras e programações recentes (MITsp, Itaú Cultural, Festival de Curitiba), nas quais a peça foi apresentada como uma narrativa que investiga “os paradoxos entre a cultura surda e a sociedade” e propõe “novos rumos” para práticas de acessibilidade no palco. Em março de 2025, o Itaú Cultural programou LÍNGUA destacando sua dramaturgia bilíngue e o foco na convivência entre surdos e ouvintes. Na mesma temporada, o Festival de Curitiba apresentou o trabalho na Mostra Lucia Camargo, sublinhando o desafio de integrar português e Libras “sem recorrer ao intérprete de canto de palco”, com sessões lotadas. Em veículos públicos, como a TV Brasil, a peça foi descrita como uma experiência que “acontece ao mesmo tempo em português e em Libras”, reforçando seu caráter de acessibilidade intrínseca à linguagem. A dramaturgia de LÍNGUA recebeu reconhecimento nacional: Pedro Emanuel e Vinicius Arneiro foram os vencedores do Prêmio Shell de Teatro (RJ) – Dramaturgia na 35ª edição (2025), distinção que reforça a relevância estética e a solidez do processo de criação. O projeto tem trajetória recente em editais e circuitos de difusão: foi contemplado pelo SESC Pulsar e estreou no Mezanino do SESC Copacabana (junho/2024), com dramaturgia desenvolvida por Vinicius Arneiro em parceria com Pedro Emanuel e interlocução da artista surda Catharine Moreira — estrutura que evidencia o compromisso com processos colaborativos bilíngues. No elenco, destaca-se o ator surdo Ricardo Boaretto, com atuação em teatro, dança e formação em Libras. Boaretto é professor de Libras (com passagem por instituições como INES/curso de Libras) e atua como intérprete, consultor e poeta em Libras/Visual Vernacular, reunindo experiência artística e pedagógica reconhecida em entrevistas e perfis públicos. Esses elementos reforçam a coerência entre o conteúdo do espetáculo e as práticas profissionais da equipe. A direção de Vinicius Arneiro soma trajetória reconhecida na cena brasileira, incluindo indicações e premiações relevantes, além de circulação por festivais e instituições. Em 2025, sua produção dramatúrgica também foi noticiada por veículos e instituições culturais — reforçando o lugar do artista como pesquisador de linguagem e experimentação cênica, o que se reflete diretamente em LÍNGUA. Sinteticamente, LÍNGUA articula três dimensões que justificam sua continuidade e expansão: (i) mérito artístico — reconhecido por curadorias e prêmios; (ii) relevância social — ao integrar, de forma natural, diferentes línguas e experiências sensoriais no ato teatral; e (iii) formação de público — por onde circula, promove debates/ações de mediação e documentação, gerando memória e difusão das práticas de acessibilidade no campo das artes cênicas.
Duração: aproximadamente 70 minutosO espetáculo possui estrutura técnica detalhada e integrada, desenvolvida para assegurar a qualidade cênica e a acessibilidade em todos os espaços de apresentação.Cenário e estrutura física Cenografia composta por uma plataforma modular de 3,5m x 3,5m, dividida em quatro módulos de alturas irregulares, que formam rampas e desníveis. A estrutura é feita em metalon e chapas de compensado ecológico, revestida com linóleo preto. O espaço cênico é complementado por tela de projeção de 2,5m x 0,5m, poltrona, cadeiras e objetos de cena que ambientam o espaço doméstico da narrativa. A montagem requer instalação técnica específica em cada local, com transporte, montagem prévia e assistência de dois técnicos locais.Iluminação O desenho de luz utiliza equipamentos de médio porte com controle digital, distribuídos em diferentes ângulos para compor atmosferas e destacar movimentos cênicos. São necessários:14 elipsos 50°8 elipsos 70°10 elipsos 36°8 elipsos 26°10 fresnéis 1000W10 PC’s 1000W12 PAR 64 foco 55 íris para elipsoConsole digital compatível (Avolite Titan Mobile ou similar)Alguns estímulos luminosos substituem efeitos sonoros, como a campainha representada por luz piscante, garantindo plena leitura visual das ações.Som Sistema de P.A. com cobertura de 40 Hz a 18 kHz (±3 dB), com ênfase em graves para permitir a percepção física das vibrações no palco e na plateia. Equipamentos mínimos:P.A. e SUBs (preferência: Karray KO-40 ou similar)Mesa digital de som 32 canais (Yamaha CL3/CL5 ou similar)2 retornos de palco (FZ102 ou similar)1 microfone sem fio bastão2 microfones de teto1 microfone de chãoCabos XLR e energia dedicadosProjeção Projeções com vídeo de 5.000 lúmens e conexão HDMI entre cabine e palco. Necessário um operador de vídeo para alinhamento e execução das projeções durante a sessão.
O espetáculo LÍNGUA é, em sua própria concepção, uma experiência cênica acessível e inclusiva. Criado de forma bilíngue (LIBRAS/português), o projeto integra artistas surdos e ouvintes em cena, permitindo que as duas línguas coexistam e se complementem na dramaturgia, na encenação e na comunicação com o público. Assim, pessoas surdas e ouvintes compartilham simultaneamente a compreensão da narrativa, sem necessidade de mediação externa.A acessibilidade, portanto, não é um recurso adicional, mas o eixo estruturante da criação artística. A presença de um ator surdo no elenco e de artistas bilíngues transforma o ato de se comunicar em parte da própria linguagem teatral da obra. Essa dinâmica reflete as relações reais de convivência entre pessoas com e sem deficiência auditiva, criando um espaço cênico que reproduz, com naturalidade, as diferentes formas de comunicação que compõem a vida cotidiana. LÍNGUA não representa a inclusão: ele a pratica em tempo real, convidando o público a vivenciar novas formas de escuta, percepção e diálogo.Além dessa acessibilidade intrínseca à dramaturgia, o projeto adota medidas complementares para garantir acessibilidade de conteúdo e física. Serão produzidos materiais gráficos e audiovisuais bilíngues (LIBRAS/português), com legendas e audiodescrição aplicadas aos conteúdos de comunicação e divulgação, estendendo a acessibilidade também fora do espaço teatral. A equipe contará com profissionais capacitados para acolher o público e atuar em mediações acessíveis, incluindo intérprete de LIBRAS responsável por apoiar a interação durante debates, ações formativas e momentos de contato com o público.As apresentações ocorrerão em teatros e centros culturais com infraestrutura acessível, dotados de rampas, banheiros adaptados, assentos reservados e sinalização tátil. A escolha de espaços com essas condições faz parte do compromisso do projeto em garantir o acesso físico e comunicacional a todos os públicos, de forma autônoma e segura.Por sua concepção inovadora, LÍNGUA também se afirma como uma contribuição artística ao campo das artes cênicas, ampliando as possibilidades expressivas da linguagem teatral e apontando caminhos para uma criação verdadeiramente acessível — não como adaptação, mas como potência estética e cultural.
A democratização do acesso é um princípio central do projeto LÍNGUA, presente em todas as suas etapas. A circulação será realizada nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, priorizando teatros e centros culturais de acesso público e fácil deslocamento, com infraestrutura acessível e conexão com diferentes comunidades locais.As sessões serão oferecidas a preços populares, com cotas de ingressos gratuitos destinadas a estudantes da rede pública, participantes do EJA (Educação de Jovens e Adultos), integrantes da comunidade surda e grupos em situação de vulnerabilidade social. O projeto também prevê parcerias com escolas, ONGs e instituições culturais para facilitar o transporte e ampliar o alcance das ações.Além das apresentações, serão promovidos debates bilíngues e encontros formativos em cada cidade, abertos ao público, com a presença de artistas e convidados locais. Essas atividades fortalecem o diálogo entre criadores e espectadores, estimulam a reflexão sobre arte e inclusão e contribuem para a formação de novas plateias.Como ação gratuita de ampliação de acesso e formação, o projeto oferecerá 1 workshop bilíngue por cidade, priorizando inscrições de artistas da comunidade surda, participantes do EJA e estudantes da rede pública. A atividade reforça a política de portas abertas do projeto, cria oportunidades concretas de fruição e aprendizagem e fortalece redes locais de artistas e educadores.A divulgação do projeto será feita por meio de materiais bilíngues e acessíveis, ampliando o alcance da comunicação em diferentes plataformas (mídias sociais, imprensa e redes culturais). Dessa forma, o projeto assegura não apenas o acesso físico às apresentações, mas também o acesso simbólico — permitindo que diferentes grupos sociais se reconheçam e se vejam representados em cena.Com essas ações, LÍNGUA reafirma seu compromisso com o acesso democrático à cultura, fortalecendo a presença do teatro como espaço de convivência, diversidade e escuta coletiva.
Dirigente / Proponente - Thaís do Ó – Produtora Executiva / Porto Bello Filmes LTDAProdutora executiva responsável pela gestão administrativa, financeira e logística do projeto. Coordena todas as etapas de produção, acompanha o cronograma de circulação e supervisiona a comunicação e a prestação de contas junto ao Ministério da Cultura.Currículo: Produtora executiva e sócia da Porto Bello Filmes, empresa atuante nas áreas de audiovisual, teatro e formação cultural. Idealizadora e produtora executiva do videocast Dog Pod Tudo, vencedor do prêmio de Melhor Videocast no Rio WebFest 2024. Produtora executiva do videocast Tudo é Roteiro, criado por René Belmonte e Paulo Fontenelle. Atua na coordenação de editais públicos e privados, com experiência em gestão de equipes, planejamento de circulação e execução de projetos financiados por leis de incentivo à cultura.Direção – Vinicius ArneiroDiretor, ator e dramaturgo. Indicado aos prêmios Shell e APTR, com carreira marcada pela pesquisa de linguagem cênica e experimentação teatral. Dirigiu espetáculos como Cássia Eller – O Musical, Os Sonhadores e Aquilo de que não se pode falar. Atua também como preparador e professor de interpretação, integrando diferentes linguagens nas artes cênicas.Dramaturgia – Pedro EmanuelDramaturgo e roteirista, com trajetória voltada à criação de textos contemporâneos que exploram identidade, linguagem e pertencimento. Participou de processos colaborativos em projetos teatrais bilíngues, unindo expressão gestual e narrativa visual. Língua é fruto dessa pesquisa sobre comunicação e escuta entre corpos diversos.Interlocução dramatúrgica – Catharine MoreiraArtista surda, dramaturga e performer. Desenvolve trabalhos que integram poesia, teatro e tradução artística entre Libras e português. Atua como consultora em processos criativos inclusivos, colaborando com projetos bilíngues e ações de formação cultural voltadas à comunidade surda.Elenco – Filipe CodeçoAtor e diretor, mestre em Artes Cênicas pela UNIRIO. Vencedor do Prêmio APTR Nacional de Melhor Ator, com passagens por Impuros (Star+), Caranguejo Overdrive e Aquilo de que não se pode falar. Dedica-se à criação de obras que cruzam teatro, corpo e acessibilidade.Elenco – Ricardo BoarettoAtor surdo e educador, licenciado em Letras-Libras pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Atua em teatro, dança e performance, integrando processos colaborativos bilíngues e projetos de difusão da cultura surda em diversas regiões do país.Elenco – Erika RettlAtriz formada pela UNIRIO e cofundadora do Grupo Moitará. Integra o Ponto de Cultura Palavras Visíveis, voltado à formação de artistas surdos e ouvintes. Desenvolve pesquisas sobre comunicação corporal e expressão visual nas artes cênicas.Elenco – Jhonatas NarcisoAtor, educador e intérprete de Libras. Graduado em Tradução e Interpretação Libras/Língua Portuguesa, atua em teatro, TV e audiovisual. Participou de produções da TV Brasil e projetos que aproximam linguagem cênica e acessibilidade cultural.Direção de Produção – Juracy de OliveiraAtor, diretor e produtor. Fundador do Pandêmica Coletivo Temporário de Criação, indicado ao Prêmio Shell 2023. Tem experiência na gestão de espetáculos e ações de circulação, com atuação em projetos de artes integradas e formação de público.Produção Executiva – Natally do ÓProdutora cultural com atuação na coordenação de projetos, logística de circulação e gestão de equipes. Colabora em produções teatrais bilíngues e acessíveis, integrando processos de criação e planejamento. Atua também na articulação entre produção e comunicação institucional.Iluminação – Daniela SanchezIluminadora com mais de 25 anos de experiência em teatro e dança. Indicada aos prêmios Shell, APTR e Botequim Cultural, com trabalhos para artistas como Enrique Diaz e Christiane Jatahy. Pesquisa o uso da luz como elemento dramatúrgico e narrativo.Cenografia – Julia DeccacheDiretora de arte e cenógrafa. Indicada aos prêmios APTR e Cesgranrio por As Crianças e A Última Peça. Atua em cinema, teatro e televisão, desenvolvendo projetos que integram estética, dramaturgia e espaço cênico.Figurino – Júlia VicenteArtista visual, designer e figurinista. Indicada ao Prêmio Shell de Teatro, é cofundadora do ateliê Ambidestra. Desenvolve figurinos para teatro, cinema e performance, explorando texturas, cores e simbologias do corpo em cena.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.