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"Malu e o Poder Mágico do Ubuntu" é um espetáculo infantil de dança, teatro e música ao vivo criado por Jéssica Generoso, inspirado em seu livro homônimo e em sua pesquisa de mestrado sobre cultura afro-brasileira. A obra apresenta a história de Malu, uma menina negra que descobre, por meio da arte e da coletividade, o sentido da filosofia africana Ubuntu — "eu sou porque nós somos".O projeto realizará 31 apresentações gratuitas em Belo Horizonte, Contagem e Diamantina, com oficinas formativas e mediações culturais em escolas públicas. Todas as atividades contarão com recursos de Libras, audiodescrição e legendagem, valorizando a diversidade, o protagonismo negro e o acesso democrático à cultura desde a infância.
Espetáculo Infantil – “Malu e o Poder Mágico do Ubuntu”“Malu e o Poder Mágico do Ubuntu” é um espetáculo infantil que une dança, teatro e música ao vivo para narrar a trajetória de Malu, uma menina negra de cinco anos que redescobre o poder da coletividade e da ancestralidade.Vivendo em uma cidade sem cores e sem ritmo, Malu encontra, nas danças afro-brasileiras e na força do grupo, um caminho de reconexão com sua identidade e alegria. Inspirado na filosofia africana Ubuntu — “eu sou porque nós somos” —, o espetáculo celebra a diversidade, o afeto e a solidariedade como valores fundamentais para uma infância mais inclusiva e consciente.Com criação e direção de Jéssica Generoso, a encenação mistura coreografia, percussão corporal, canto e narrativas poéticas, resultando em uma experiência sensorial e educativa.A trilha sonora original e o cenário vibrante — compostos com materiais sustentáveis e referências simbólicas africanas — transformam o palco em um espaço de imaginação, pertencimento e celebração da cultura afro-brasileira.Classificação indicativa: LivreDuração: 50 minutosFormato: PresencialGênero: Espetáculo infantil de dança e teatro com música ao vivoOficina Formativa – “Brincando com o Corpo e o Som”As oficinas formativas integram a dimensão pedagógica do projeto, ampliando a experiência das crianças com a arte e a cultura afro-brasileira.A atividade propõe vivências de dança, musicalidade e expressão corporal, inspiradas nas coreografias e temas do espetáculo, estimulando o corpo como espaço de criação, comunicação e empatia.As crianças experimentam jogos de movimento, exercícios de ritmo e improvisação, canto coletivo e dinâmicas sobre ancestralidade e convivência.Conduzida por Jéssica Generoso, com apoio de educadores locais, a oficina tem caráter lúdico e formativo, reforçando a importância da arte como instrumento de aprendizado e inclusão.Formato: PresencialDuração: 4h (1 encontro por cidade)Público estimado: 30 crianças por turmaPublico Alvo: crianças de 6 a 12 anos de escolas públicas das cidades participantes.Mediações Culturais e Rodas de ConversaAs mediações culturais acontecem após as apresentações do espetáculo e são conduzidas por Jéssica Generoso, com a presença dos artistas e educadores das escolas.Esses encontros têm como objetivo aprofundar o diálogo com o público, permitindo que crianças e professores expressem suas percepções sobre a história, a música e a dança.A mediação estimula a escuta e a reflexão sobre temas como ancestralidade, diversidade, empatia e coletividade, traduzindo para o campo da convivência os valores do Ubuntu vivenciados no espetáculo.Formato: Conversa presencial com o público após as apresentaçõesDuração: 30 a 40 minutosPúblico estimado: 80 a 100 pessoas por sessão
Objetivo GeralPromover a criação e circulação do espetáculo infantil "Malu e o Poder Mágico do Ubuntu", ampliando o acesso democrático à dança cênica e à cultura afro-brasileira em cidades de Minas Gerais. A proposta busca encantar e educar, fortalecendo a representatividade negra nas infâncias e difundindo valores de coletividade, ancestralidade e empatia inspirados na filosofia africana Ubuntu — "eu sou porque nós somos".Objetivos EspecíficosRealizar 31 apresentações gratuitas em Belo Horizonte, Contagem e Diamantina, com sessões acessíveis em Libras, audiodescrição e legendagem descritiva;Promover oficinas formativas de 4 horas em escolas públicas, integrando corpo, musicalidade e expressões afro-brasileiras; com mediações culturais e rodas de conversa com o público escolar e a comunidade;Garantir a participação majoritária de profissionais negros nas áreas artística, técnica e pedagógica, fortalecendo ações afirmativas e a representatividade racial no setor cultural;Valorizar a ancestralidade e identidade afro-brasileira como fundamento estético e pedagógico do projeto;Formar novos públicos para a dança e o teatro, ampliando o acesso gratuito à arte;Implementar práticas de acessibilidade e sustentabilidade, assegurando inclusão e responsabilidade ambiental;Contribuir para os ODS 4, 5, 10 e 11, promovendo educação de qualidade, igualdade, redução das desigualdades e cidades mais inclusivas.
O projeto "Malu e o Poder Mágico do Ubuntu" se enquadra na Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), atendendo diretamente aos seguintes dispositivos:Art. 1º _ São objetivos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac):Inciso I _ contribuir para a difusão e o acesso à cultura em território de reconhecida importância cultural e educacional;Inciso II _ estimular a produção cultural e a fruição artística em comunidades com acesso restrito a bens culturais.Art. 3º _ Constituem objetivos específicos do Pronac:Inciso II _ democratizar o acesso aos bens de cultura;Inciso III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais brasileiras;Inciso IV _ estimular a produção cultural local, o desenvolvimento da economia criativa e a valorização das identidades regionais.A proposta também se articula com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, especialmente:ODS 4 _ Educação de Qualidade, ao fomentar a aprendizagem criativa e o pensamento crítico;ODS 5 _ Igualdade de Gênero, ao valorizar a liderança feminina negra na cultura;ODS 10 _ Redução das Desigualdades, ao promover representatividade e equidade racial nas artes;ODS 11 _ Cidades e Comunidades Sustentáveis, ao fortalecer o papel das artes na construção de cidades mais humanas e inclusivas. O projeto "Malu e o Poder Mágico do Ubuntu" nasce da necessidade de ampliar o acesso de crianças e comunidades escolares à cultura afro-brasileira por meio da arte, contribuindo para a valorização da identidade negra e para a formação de novos públicos para a dança e o teatro. Inspirado no livro homônimo de Jéssica Márcia Rodrigues Generoso, fruto de sua pesquisa de mestrado em Dança pela UFBA, o espetáculo propõe um mergulho lúdico na filosofia africana do Ubuntu — "eu sou porque nós somos" —, estimulando valores de coletividade, empatia e respeito à diversidade desde a infância.O projeto se alinha à Lei nº 10.639/03, que determina o ensino da História e Cultura Afro-Brasileira nas escolas, oferecendo às crianças uma vivência sensorial e afetiva que amplia a compreensão da contribuição negra para a formação do Brasil. Ao unir arte, educação e ancestralidade, a proposta contribui para uma pedagogia antirracista, em que o corpo é espaço de aprendizado, criação e pertencimento.Em um contexto ainda marcado pela desigualdade racial e pela escassez de produções infantis com protagonismo negro, "Malu e o Poder Mágico do Ubuntu" reafirma o direito das crianças negras de se verem representadas positivamente nas artes, e o direito das crianças brancas de ampliarem suas referências culturais. A presença de uma equipe majoritariamente preta nas funções artísticas, técnicas e pedagógicas reforça o compromisso com ações afirmativas e com a ampliação da participação de profissionais negros nas cadeias produtivas da cultura.O espetáculo, que une dança, teatro e música ao vivo, propõe uma experiência estética acessível e educativa. As 31 apresentações gratuitas e as oficinas formativas em Belo Horizonte, Contagem e Diamantina garantem a descentralização territorial e o acesso gratuito a bens culturais de qualidade. Todas as atividades contarão com recursos de acessibilidade (Libras, audiodescrição e legendagem descritiva), ampliando o alcance para pessoas com deficiência.Assim, "Malu e o Poder Mágico do Ubuntu" constitui-se como uma ação artística e educacional de forte impacto social, que transforma o palco em um espaço de aprendizagem, diálogo e pertencimento, reafirmando a arte como instrumento de cidadania, memória e futuro.
1. Espetáculo Infantil – “Malu e o Poder Mágico do Ubuntu”O espetáculo tem duração de 50 minutos e é composto por três quadros coreográficos e cênicos, conectados por uma narrativa poética e musical. Cada quadro apresenta uma fase da jornada de Malu:O silêncio das cores – quando a personagem descobre que perdeu o ritmo e as cores de sua cidade;O encontro com o som – quando ela conhece a musicalidade afro-brasileira;O poder do Ubuntu – quando o coletivo desperta a alegria e a partilha.O projeto envolve dança contemporânea afro-brasileira, teatro e música ao vivo, com trilha original, iluminação cênica em LED, e cenário modular de madeira leve. A dramaturgia corporal é construída com base em jogos de improvisação e elementos do cotidiano infantil. A encenação prevê um espaço cênico mínimo de 8m x 6m e altura de 3,5m, adaptável a teatros e ginásios escolares.Paginação:3 atos (abertura, conflito e celebração), interligados por transições musicais;Ato I: 15 min | Ato II: 20 min | Ato III: 15 min.Recursos técnicos:Cenário leve e portátil, iluminação LED de baixo consumo, instrumentos percussivos e projeções gráficas;Materiais: madeira de reflorestamento, tecidos reciclados e tintas atóxicas.Projeto pedagógico: O espetáculo propõe a arte como ferramenta de formação ética e emocional. A criança é convidada a refletir sobre coletividade e empatia, vivenciando a filosofia Ubuntu por meio da arte. O espetáculo contribui para a implementação da Lei 10.639/03 e para os ODS 4, 5, 10 e 11, ampliando o repertório cultural das infâncias.2. Oficinas Formativas – “Brincando com o Corpo e o Som”Cada oficina tem duração de 4 horas, realizada em um único encontro, com turmas de até 30 crianças de escolas públicas (6 a 12 anos). A atividade é conduzida por Jéssica Márcia Rodrigues Generoso e mediadores locais, em espaço escolar ou cultural.Estrutura metodológica:Acolhimento e apresentação (30 min)Jogos rítmicos e corporais (1h30)Criação coletiva (1h30)Compartilhamento e encerramento (30 min)Materiais e recursos: Pandeiros, atabaques, tambores, fitas, tecidos coloridos, folhas de EVA e instrumentos confeccionados com materiais recicláveis.Projeto pedagógico: Baseia-se em metodologias de educação sensível e corporeidade afro-brasileira, integrando expressão corporal, canto e ritmo. Estimula valores de empatia, ancestralidade, coletividade e autoconfiança, formando crianças como sujeitos criativos e críticos. A proposta é complementar ao espetáculo, funcionando como espaço de diálogo entre arte e escola.Acessibilidade: Todas as oficinas terão monitor bilíngue em Libras, linguagem de leitura fácil e materiais visuais ampliados.3. Mediações Culturais e Rodas de ConversaAs mediações acontecem após as apresentações do espetáculo, com duração média de 30 a 40 minutos, mediadas por Jéssica Generoso e integrantes da equipe artística. As rodas são realizadas no próprio espaço cênico, em formato de conversa aberta com o público (crianças, professores e famílias).Estrutura e metodologia:Abertura e escuta das percepções das crianças;Debate guiado sobre temas do espetáculo (ancestralidade, diversidade, coletividade, identidade);Integração com educadores para propor desdobramentos pedagógicos na escola.Materiais: Microfones portáteis, registro audiovisual, cartazes temáticos, instrumentos de percussão utilizados como apoio expressivo.Projeto pedagógico: A mediação articula arte, afeto e pensamento crítico. Propõe o diálogo como ferramenta de aprendizagem, incentivando o público a reconhecer e valorizar sua identidade cultural. As rodas reforçam a função formativa da arte e ampliam a percepção estética das infâncias.4. Acessibilidade e Recursos Técnicos TransversaisTodos os produtos do projeto integram recursos de acessibilidade física e comunicacional, com:Interpretação em Libras, audiodescrição, legendagem descritiva e visitas sensoriais;Materiais de comunicação em formato acessível (alt text, fonte ampliada, contraste adequado);Adequação do espaço para cadeirantes e neurodivergentes;Capacitação da equipe para atendimento inclusivo.Essas práticas consolidam o projeto como modelo de produção cultural inclusiva e pedagógica, voltada à formação cidadã e ao fortalecimento das identidades afro-brasileiras.
O espetáculo “Malu e o Poder Mágico do Ubuntu” assegura o acesso pleno de todas as pessoas à experiência artística proposta, com planejamento que contempla acessibilidade física, comunicacional, sensorial e digital.A acessibilidade é tratada como dimensão ética e metodológica do projeto, alinhada à filosofia Ubuntu — “eu sou porque nós somos” — e à política de inclusão cultural prevista na Lei 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência).1. Acessibilidade FísicaAs apresentações ocorrerão em teatros acessíveis (Belo Horizonte) e em escolas públicas (Contagem e Diamantina), com medidas adaptadas para cada realidade:Teatros: rampas, corrimãos, assentos reservados, banheiros adaptados, sinalização tátil e sonora, rotas acessíveis e espaços para cadeirantes.Escolas e espaços comunitários: instalação de rampas móveis, sinalização temporária e monitores de apoio para o público com mobilidade reduzida.Quando necessário, será garantido transporte acessível em parceria com órgãos locais.2. Acessibilidade de ConteúdoO projeto oferece múltiplos recursos para que pessoas com deficiência sensorial compreendam plenamente a obra:Interpretação em Libras em todas as apresentações;Audiodescrição ao vivo e legendagem descritiva em vídeos e registros audiovisuais;Closed caption nos materiais de difusão digital;Visita sensorial prévia para pessoas cegas e com baixa visão;Materiais de comunicação acessíveis, com contraste adequado, fonte ampliada e descrição de imagens (alt text).Esses recursos asseguram acesso inclusivo à narrativa e ampliam o público potencial do projeto.3. Acessibilidade Comunicacional e DigitalOs conteúdos do projeto (teasers, postagens e materiais pedagógicos) seguirão padrões de acessibilidade digital universal, com leitura fácil, contraste adequado e compatibilidade com leitores de tela.Os canais de divulgação online terão versões com Libras, legendas e audiodescrição, garantindo que o público com deficiência sensorial também possa acompanhar o processo criativo e as ações formativas.4. Formação da Equipe e AcolhimentoToda a equipe artística e técnica passará por orientação sobre atendimento inclusivo e acessibilidade comunicacional, abordando práticas de acolhimento e escuta ativa, especialmente para crianças neurodivergentes e pessoas com deficiência.A acessibilidade é entendida como valor transversal que orienta desde o planejamento até a execução das atividades.
O projeto “Malu e o Poder Mágico do Ubuntu” promove o acesso democrático à arte e à cultura afro-brasileira por meio da gratuidade, descentralização territorial, ações formativas, acessibilidade e políticas afirmativas. Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público, com foco em escolas públicas e comunidades periféricas.1. Acesso Territorial e GratuidadeSerão realizadas 31 apresentações gratuitas, sendo 24 em Belo Horizonte, 2 em Diamantina e 5 em Contagem, todas com recursos de acessibilidade e mediações culturais.As apresentações ocorrerão em teatros acessíveis e escolas públicas, garantindo o acesso de crianças, famílias e educadores.As ações serão desenvolvidas em parceria com as Secretarias Municipais de Educação e Cultura, assegurando ampla participação da comunidade escolar e a democratização territorial da fruição artística.2. Oficinas Formativas – “Brincando com o Corpo e o Som”Como contrapartida social, o projeto oferecerá 3 oficinas gratuitas de 4 horas cada, realizadas em 1 encontro por cidade, voltadas a crianças de 6 a 12 anos.As oficinas abordam jogos de movimento, percussão corporal e dinâmicas de empatia e ancestralidade afro-brasileira, em diálogo com o conteúdo do espetáculo.Cada turma atenderá cerca de 30 crianças, totalizando 90 participantes diretos. As atividades serão mediadas por Jéssica Márcia Rodrigues Generoso, com acompanhamento de educadores locais.3. Mediação Cultural e Participação ComunitáriaApós as apresentações, ocorrerão rodas de conversa abertas com artistas, crianças e educadores, promovendo reflexão sobre coletividade, ancestralidade e diversidade.Esses encontros ampliam a troca entre arte e comunidade, estimulando a escuta, o pensamento crítico e a valorização das experiências das infâncias.4. Difusão e Comunicação AcessívelA comunicação priorizará linguagens simples e inclusivas, com vídeos legendados, posts com alt text e materiais de leitura fácil.A divulgação ocorrerá por meio de escolas, coletivos culturais, redes sociais e imprensa local, garantindo o acesso da população ao conteúdo artístico e formativo do projeto.Serão produzidos materiais acessíveis em formatos digitais, permitindo o alcance ampliado de públicos com deficiência.5. Ações AfirmativasO projeto incorpora ações afirmativas como dimensão estruturante da democratização de acesso, assegurando a participação majoritária de profissionais negros nas áreas artística, técnica e pedagógica.A composição da equipe reflete o compromisso com a representatividade racial e de gênero, promovendo oportunidades de trabalho e visibilidade para mulheres negras e artistas periféricos.Essas medidas reforçam o protagonismo de profissionais pretos na criação, execução e difusão do projeto, contribuindo para o fortalecimento de uma cadeia produtiva antirracista e diversa, em consonância com os ODS 5 (Igualdade de Gênero) e ODS 10 (Redução das Desigualdades).6. Descentralização e InclusãoAo levar um espetáculo afro-brasileiro infantil a territórios fora do eixo dos grandes centros, o projeto contribui para a redução das desigualdades regionais e o fortalecimento das identidades culturais locais.A acessibilidade integral e as ações afirmativas complementam a democratização, assegurando acesso e protagonismo em todos os níveis — do público à equipe, da fruição à criação.
FICHA TÉCNICACriação, Direção Geral e Coordenadora Pedagógica: Jéssica GenerosoCoreografia: Camila FernandesDramaturgia e Direção Cênica: Dilson MoreiraDireção Musical: André OliveiraComposição e Execução Musical ao Vivo: Lory Mell e André OliveiraElenco de Dançarinos: 3 pessoas - A ser definido durante a execução do projetoFigurino e Adereços: Ana Lúcia RodriguesCenografia e Iluminação: Dilson MoreiraDesign Gráfico e Programação Visual: Walassy MouraFotografia: Robert NonatoVideomaker e Edição: Karla SantosAcessibilidade:Gabriela Balieiro – Intérprete de Libras(Profissional de audiodescrição a ser contratado durante a execução)Produção e Gestão Cultural: Obirin CulturalCoordenação Pedagógica e Mediação Cultural: Jéssica GenerosoAssessoria de Comunicação: A definir PROPONENTE: Criação, Direção Geral e Coordenadora Pedagógica: Jéssica KnowlesJéssica Knowles é pedagoga, mestra em Dança pela UFBA, escritora, cantora, coreógrafa e dançarina profissional com DRT. Pós-graduada em Dança e Consciência Corporal e em História e Cultura Afro-Brasileira, atua na formação de educadores e na promoção da dança afro-brasileira como ferramenta pedagógica. Desenvolve projetos e espetáculos, como Quebra Cabaças, Espalha Sementes, e oficinas que fortalecem identidade negra, musicalidade e corporeidade. Recebeu premiações como Prêmio Raízes Culturais PNAB-MG (categoria Trajetória na Dança), Prêmio Zumbi dos Palmares (Contagem/MG) e Prêmio Efigênia Francisca (Contagem/MG).Como dirigente e representante legal da proponente (MEI), Jéssica será responsável pela direção geral e concepção artística do projeto, além da coordenação pedagógica das ações formativas e mediações culturais. Sua experiência une arte e educação, com foco na valorização das culturas negras, na formação de público infantil e na integração entre criação cênica, diversidade e acessibilidade cultural.Coreografia: Camila FernandesProfessora, coreógrafa e bailarina, graduanda em Educação Física (UEMG). Atua como professora de Jazz, Ballet e Ginástica, bailarina da Cia de Jazz Emaline Laia e coreógrafa em mostras, festivais e editais. Premiada em diversas competições de Jazz Dance (Curvelo Faz Arte 2025) e ministrou workshops em BH e região. Participou do espetáculo Quebra Cabaças, Espalha Sementes como assistente coreográfica e bailarina.Dramaturgia e Direção Cênica / Cenografia e Iluminação: Dilson MoreiraDilson Moreira é ator, produtor e iluminador, formado pelo IFNMG – Campus Diamantina no curso de Teatro. Atua na produção e operação de iluminação cênica de espetáculos, contratado periodicamente pela instituição. Esteve presente na iluminação e montagem de diversos espetáculos, incluindo Quebra Cabaças, Espalha Sementes (2024 e 2025).Direção Musical: André OliveiraMulti-instrumentista, compositor, arranjador e educador musical, graduado em Licenciatura em Educação Musical (UEMG). Lançou os álbuns Oná (2019) e Paisagens (2025). Atua em projetos musicais educativos e em espetáculos infantis, além de produzir trilhas sonoras e shows ao vivo.Composição e Execução Musical ao Vivo: Lory Mell e André OliveiraLory Mell: Lodrine Fagundes (Lory Mell) é cantora, compositora, violonista, percussionista, contadora de histórias, artesã e atriz. Desenvolve trabalhos que unem música, teatro e poesia, com foco no público infantil e em práticas educativas e inclusivas. Participa de projetos como Cantaquí Cantacolá e Contar e Em-cantar, além de integrar blocos carnavalescos e a Guarda de Moçambique de Jequitibá/MG. Já se apresentou em eventos como a Virada Cultural BH, Mostra Periférica de Música e Teatro Marília. Sua formação inclui cursos de música, teatro e pedagogias do ritmo pelo NUFAC e ELA – Arena da Cultura.Elenco de Dançarinos: 3 pessoas – A definir durante a execução do projetoFigurino e Adereços: Ana Lúcia RodriguesAna Lúcia Rodrigues é artesã, artista plástica e costureira autônoma, especializada na criação de roupas, bonecas de pano pretas e figurinos personalizados. Foi responsável pelo figurino do espetáculo Quebra Cabaças, Espalha Sementes, produzindo roupas e acessórios de forma artesanal, valorizando a cultura afro-brasileira.Fotografia: Robert NonatoFotógrafo e videomaker com experiência em retratos, eventos culturais e fotografia autoral voltada à cultura afro-brasileira. Atuou em exposições coletivas e individuais, além de cobrir espetáculos e eventos em Contagem/MG.Videomaker e Edição: Karla SantosVideomaker com experiência em criação, gravação e edição de vídeos desde 2020. Atuou com influenciadores digitais e grandes marcas, incluindo Toyota e HIPROMED. Especializada em storytelling, direção de filmagem e captação de som, domina softwares como Premiere e DaVinci Resolve.Acessibilidade: Gabriela Balieiro – Intérprete de LibrasIntérprete de Libras com experiência em escolas, projetos comunitários e eventos culturais. Atua como monitora voluntária no Projeto Libras na Comunidade e em atividades de inclusão em diversos contextos.Produção e Gestão Cultural: Obirin CulturalColetivo de produção cultural com experiência em gestão de projetos, curadoria, logística, produção executiva e comunicação em eventos de música, dança, teatro e artes visuais.Coordenação Pedagógica e Mediação Cultural: Jéssica GenerosoJéssica Generoso é pedagoga e mestra em Dança pela UFBA, escritora do livro Dança Afrormativa – aplicabilidade da Lei 11.645/08, e ministra oficinas de dança afro-brasileira para educadores, crianças, adolescentes e idosos, promovendo a valorização da cultura afro-brasileira e práticas educativas inclusivas.Assessoria de Comunicação: A definir
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.