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Realizar a primeira fase para criação e implantação do Museu do Botequim (MUBO), prevendo a elaboração de projetos museográficos, a criação de plataforma digital e a realização de seminário reunindo profissionais para definição de conteúdos e estratégias para o novo museu.
Não se aplica.
GeralDesenvolver o projeto do Museu do Botequim (MUBO) na Rua da Carioca, no Centro do Rio de Janeiro, como um centro de referência cultural e um catalisador de desenvolvimento social e econômico.Específicos1. Elaborar o projeto de conteúdo e implantação do museu: Desenvolver o projeto museológico e expográfico do museu, detalhando a arquitetura, o mobiliário, a cenografia, a expografia e a narrativa das exposições, garantindo a sua sustentabilidade.2. Desenvolver uma plataforma digital: Criar uma plataforma online que sirva como um acervo virtual, com inventário de botequins, histórias orais, personagens e informações sobre o museu. A pesquisa e produção de conteúdo para a plataforma servirá de base de conteúdo para a exposição principal do Museu.3. Discutir os programas do museu: Realizar escuta pública em um seminário com especialistas, donos de bares, frequentadores, museólogos, antropólogos, jornalistas e historiadores para definir as diretrizes e os programas educativos e expositivos do MUBO.
O Museu do Botequim (MUBO) surge como uma iniciativa estratégica e inovadora para valorizar a rica cultura do botequim carioca, reconhecendo-a como um elemento fundamental do patrimônio imaterial da cidade do Rio de Janeiro. Longe de ser apenas um espaço de consumo, o botequim é um palco da vida urbana, um ponto de encontro democrático onde se cruzam pensadores, artistas, músicos e cidadãos comuns, tecendo a narrativa e as transformações da cidade. É no balcão e nas mesas desses estabelecimentos que as diferenças de crenças e raças se embaraçam, dando lugar à convivência e à criação.Este projeto visa aprofundar o entendimento sobre a relevância cultural dos botequins. A implantação do MUBO em uma casa centenária na Rua da Carioca, preservada pelo Patrimônio Histórico, é um ato simbólico que resgata a memória do centro do Rio, transformando um espaço histórico em um hub de cultura, turismo e desenvolvimento social. O museu não só preservará a memória material e imaterial dos botequins, mas também fomentará a economia criativa, impulsionando a área de atuação do IBEEC e gerando um impacto positivo para a comunidade e para o setor turístico.O projeto do MUBO se alinha aos esforços da Prefeitura do Rio de Janeiro de revitalização urbana, especialmente com o programa REVIVER CENTRO da Prefeitura. A implantação do museu em uma casa centenária na Rua da Carioca, preservada pelo Patrimônio Histórico, é um ato simbólico que resgata a memória do Centro do Rio, transformando um espaço histórico em um hub de cultura, turismo e desenvolvimento social. O MUBO atuará como uma âncora cultural, atraindo visitantes, fomentando a economia local e contribuindo diretamente para o objetivo do REVIVER CENTRO de reocupar e valorizar a região.O Museu se integra e complementa o Circuito dos Botequins, uma das iniciativas mais relevantes do IRPH para valorizar os estabelecimentos icônicos da cidade. Enquanto o Circuito demarca e celebra os bares como Patrimônio Cultural Carioca com suas placas azuis, o MUBO oferece um espaço de aprofundamento e imersão. Ele será a sede e o ponto de partida desse circuito, um centro onde o público poderá mergulhar na história, nas memórias e nos personagens que fizeram e fazem dos botequins um lugar tão especial. O museu não só preservará a memória material e imaterial dos botequins, mas também fomentará a economia criativa, impulsionando a área de atuação do IBEEC e gerando um impacto positivo para a comunidade e para o setor cultural e turístico.O MUBO pode se tornar um importante aliado na divulgação da cultura carioca, promovendo os circuitos da cidade: centro, zona sul, zona norte e zona oeste como atrativos turísticos e, ao mesmo tempo, servindo como um centro de memória e de formação.O museu oferecerá uma experiência imersiva e multissensorial. Os visitantes serão convidados para visitas guiadas que combinam tecnologia e objetos históricos para contar as histórias das cenas culturais, sociais e políticas do Brasil, todas com o botequim como pano de fundo. Sons e imagens, junto a elementos originais como mobiliários, chopeiras antigas e geladeiras de madeira, transportarão o público para o universo dos bares mais icônicos da cidade. Será um espaço onde a memória do Rio se encontra com a tecnologia, revelando a identidade e o modo de vida do carioca.Além da exposição principal, o MUBO terá um vasto programa de serviços e atividades. A sua implementação inclui o desenvolvimento do plano museológico, que guiará a curadoria e a sustentabilidade do espaço, e um programa de atendimento e formação de públicos, que garantirá uma experiência enriquecedora para todos os visitantes. O museu também contará com um restaurante, uma biblioteca especializada e uma plataforma digital que ampliará o alcance do projeto, permitindo que a história dos botequins cariocas chegue a um público global.A revitalização da Praça do Museu é um pilar fundamental do projeto. Ela será transformada em um espaço de convivência vibrante, com um quiosque inspirado no Rio Antigo, que oferecerá receitas tradicionais, um anfiteatro, jardim, mobiliário urbano e um painel com o mapa dos bares tradicionais do Centro do Rio. A praça servirá de palco para uma programação cultural ativa e diversificada, com shows, feiras gastronômicas e outros encontros, tornando-se um novo ponto de referência e um catalisador para a revitalização do bairro. O MUBO e a praça atuarão em sinergia, transformando o espaço em um polo de cultura, memória e celebração da vida carioca.A Lei Federal de Incentivo à Cultura é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. Sobre o atendimento ao Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Sobre o atendimento ao Artigo 3º da Lei 8.313/91: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;
1. PROJETO DE EXPOSIÇÃO E IMPLANTAÇÃO DO MUSEUA etapa de elaboração do projeto do Museu do Botequim vai do estudo preliminar à elaboração do projeto executivo, é a mais complexa e estratégica, pois garantirá que o conceito do museu se traduza em uma experiência física marcante, segura e acessível.Para que o MUBO se torne um espaço vivo, é fundamental a união de uma equipe multidisciplinar de especialistas. A contratação de arquitetos, museólogos, historiadores, designers, artistas e técnicos especializados garantirá que o projeto executivo de arquitetura, que engloba tanto o prédio da Rua da Carioca, 85, quanto a adjacente Praça João Calvino, seja coerente e de alta qualidade. Juntos, eles desenvolverão a narrativa e a expografia do museu, detalhando a cenografia, a iluminação, os sistemas de som e imagem, e o mobiliário, sempre em conformidade com as normas de segurança e acessibilidade.A integração da Praça João Calvino é um dos pilares deste projeto de implantação. O MUBO não se limitará às paredes do casarão; ele se expandirá para o espaço público, atuando como um catalisador de transformação urbana. A revitalização da praça incluirá a recuperação do anfiteatro existente e das esculturas de Franz Weissmann, além da implantação de um quiosque próprio do museu. Este espaço externo servirá como um novo palco para a cidade, onde o MUBO promoverá uma agenda ativa de música, feiras e encontros, tornando-se um ponto de diálogo constante com a cultura carioca.Dessa forma, a implantação do MUBO vai além da construção de um prédio. Ela busca criar um ecossistema cultural que articula a história da cidade com a efervescência da vida urbana atual, celebrando o que de melhor se fez e se faz no Rio. O MUBO será um espaço que reverencia a memória e, ao mesmo tempo, projeta o futuro da cidade.O MUBO é um espaço de memória artística, cultural e de pesquisa da cultura carioca.2. PLATAFORMA DIGITAL - O MUBO DIGITALA plataforma digital é a porta de entrada virtual para a experiência do museu e um ponto de encontro contínuo entre a história e a atualidade da cultura carioca. Sua concepção se justifica pela necessidade de ampliar o alcance do projeto, tornando a rica pesquisa histórica e iconográfica acessível a todos, em qualquer lugar, antes mesmo da inauguração do espaço físico.A plataforma será o acervo digital do MUBO, reunindo todo o conteúdo coletado para a exposição principal. Os visitantes online terão acesso a uma vasta coleção de histórias orais, fotografias, vídeos e entrevistas com as figuras centrais desse universo: donos, garçons, cozinheiras, jornalistas, artistas, historiadores, antropólogos, pensadores e frequentadores. Além disso, o site funcionará como um mapa interativo do Circuito dos Botequins do IRPH, convidando o público a explorar os estabelecimentos emblemáticos da cidade em um passeio virtual e, futuramente, presencial.Com um design intuitivo e responsivo, a plataforma oferecerá uma linha do tempo interativa que recria a história dos botequins cariocas e sua evolução, mostrando como esses espaços testemunharam e refletiram as transformações sociais e políticas do Rio de Janeiro. A plataforma será um espaço vivo, alimentado constantemente com crônicas e textos inéditos sobre a cultura carioca, funcionando como um ponto de memória e de atualidades.Assim, a plataforma digital do MUBO se estabelece como a fundação de um museu que é tanto um lugar físico de imersão quanto um espaço virtual de conhecimento e celebração, garantindo que a história do botequim seja contada de forma ampla e democrática.3. SEMINÁRIO MUBO - O BOTEQUIM COMO PATRIMÔNIO CULTURAL E ESPAÇO DE ENCONTROO Seminário Inicial do Museu do Botequim, MUBO é o ponto de partida e a pedra fundamental para a construção de um museu que celebra a alma do Rio de Janeiro. Em sua essência, o seminário se propõe a ser um momento de escuta pública sobre o funcionamento, a curadoria e os programas do MUBO, garantindo que o museu seja uma criação coletiva, representativa da cidade que ele pretende homenagear.A programação de dois dias, organizada em 7 mesas com 4 convidados e 1 mediador foi pensada para abranger as múltiplas dimensões do botequim, desde sua função como espaço de memória e afeto até seu papel como motor de revitalização urbana. Ao reunir um público diverso de profissionais da cultura, educadores, pesquisadores, gestores públicos, donos de bares, trabalhadores e frequentadores, o seminário se estabelece como um fórum democrático. Nele, a voz dos protagonistas da cultura do botequim será ouvida e valorizada, moldando a identidade do museu desde o seu alicerce.As mesas de debate, que abordam temas como "Memória e Afeto", "Preservar o Imaterial" e "Ocupação Urbana", não são apenas discussões teóricas; elas são a base para o Plano Museológico do MUBO. Cada painelista, com sua experiência única, contribui para um entendimento mais profundo do que o botequim representa. Das crônicas de Ruy Castro e Luiz Antonio Simas ao ativismo de Rodrigo França e MC Martina, o evento integra a academia, a arte e o cotidiano, criando uma narrativa rica e inclusiva.A proposta de uma "Escola MUBO" e a discussão sobre a "Praça do Museu" refletem a ambição do projeto de ser um agente de transformação social e econômica. O MUBO não quer ser apenas um espaço de contemplação, mas um polo de qualificação profissional e um catalisador de vida urbana. O seminário, ao debater essas ideias em público, assegura que o projeto atenda às necessidades da comunidade e esteja alinhado com iniciativas como o REVIVER CENTRO e o Circuito dos Botequins do IRPH.O MUBO pretende nascer do diálogo e do reconhecimento. Ele é a concretização do desejo de que o museu seja um espaço de encontro, de ideias e de imaginação de futuros para o Rio de Janeiro.
PRODUTO MANUTENÇÃO DE ACERVOSolicitamos considerar que se trata de produto voltado exclusivamente para elaboração e desenvolvimento de projetos museográficos, não sendo aplicável qualquer medida de acessibilidade para a sua execução. Entretanto, ressaltamos que os quesitos de acessibilidade previstos na legislação brasileira para idosos, pessoas com deficiência motora, auditiva e visual estarão contemplados na implantação do MUBO, como rampas de acesso e instalações sanitárias com utilização independente. Ainda, o IBEEC entende que futuramente, suas exposições devem ser construídas a partir do princípio da acessibilidade universal, permitindo a todos os seus segmentos de público uma vivência completa em suas ações e o uso irrestrito de seus espaços compartilhados. Como consequência desta adoção, as exposições deverão levar em conta a acessibilidade arquitetônica, comunicacional, metodológica, instrumental, programática e atitudinal. PRODUTO SÍTIO INTERNETAcessibilidade física: não se aplica. Acessibilidade para PcD visual: audiodescriçãoAcessibilidade para PcD auditivo: tradução em libras e legendagem para conteúdos audiovisuaisAcessibilidade para PcD intelectual: Não se aplica.PRODUTO SEMINÁRIOAcessibilidade física: o seminário será realizado em local que permita a locomoção de PCDs, como rampas, banheiros acessíveis e outras facilidades. Acessibilidade para PcD visual: audiodescriçãoAcessibilidade para PcD auditivo: Intérprete de librasAcessibilidade para PcD intelectual: Não se aplica.
Para atendimento ao Artigo 46 da IN 23/2025: Todas as atividades são gratuitas.Para atendimento ao Artigo 47 da IN 23/2025: PRODUTO MANUTENÇÃO DE ACERVO - optamos pelo Inciso III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;PRODUTO SÍTIO INTERNET - optamos pelo Inciso III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;PRODUTO SEMINÁRIO - optamos pelo Inciso III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;
O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional.Coordenação geral: INSTITUTO BRASILEIRO DE EMPREENDEDORISMO E ECONOMIA CRIATIVA/IBEEC (proponente)Coordenação do projeto: Deca FarrocoGestora de projetos e produtora cultural com mais de 25 anos de experiência na concepção, desenvolvimento e implementação de projetos de cultura, educação e comunicação. Atualmente é consultora de cultura na Ação da Cidadania onde orienta a implementação do Projeto Formação que atende 200 jovens, sendo responsável pela gestão e coordenação pedagógica do projeto. Na Fundação Roberto Marinho, por onde atuou por mais de 15 anos, consolidou expertise no desenvolvimento e implementação de projetos, liderando equipes multidisciplinares em iniciativas de grande relevância, como a criação e implantação do Museu do Amanhã, Museu de Arte do Rio, Museu da Língua Portuguesa e da escola virtual de economia criativa Coliga. Além disso, gerenciou a área de Projetos Especiais e o Canal Futura. No mercado audiovisual trabalhou como produtora executiva em diversas produtoras independentes no Rio de Janeiro, além de coordenar o departamento de promoções das canais Rede Telecine na GLOBOSAT.Coordenador de comunicação: Leo Feijó É empreendedor musical e educador. É mestre em Empreendedorismo Criativo pela Goldsmiths, Universidade de Londres. Foi Subsecretário de Cultura e Coordenador de Música no Governo do Estado do Rio. Foi co-fundador das Casas Associadas. Vencedor de Editais como Natura Musical, Fomento Carioca (Rio 450 Anos), já realizou projetos para Petrobras, Oi Futuro, Vivo e Sesi Cultural. Fundou a Escola Música & Negócios, em parceria com o Gênesis PUC-Rio, iniciativa que já certificou 5.000 alunos. É autor de “Diversidade na Indústria da Música no Brasil” e coautor de "Rio: Cultura da Noite" (Editora Leya, com Marcus Wagner, em 2014). É integrante do Conselho da Cidade do Rio de Janeiro e colabora com o planejamento estratégico e ações de desenvolvimento econômico e social.Coordenadora de planejamento e gestão: Lorena BondarovskyProdutora com sólida experiência no mercado audiovisual e cultural, reunindo mais de duas décadas de atuação e produção de filmes, séries, documentários, festivais, projetos multidisciplinares, de intercambio sociocultural e impacto no Brasil e no exterior. Executiva em empresas como Conspiração, Globo, TVZero e Canal Curta!, hoje lidera a Bonde Filmes, produtora independente voltada para projetos autorais, coproduções nacionais e internacionais e narrativas que ressoam globalmente. Entre seus trabalhos recentes estão a produção executiva de DOM – 3ª temporada (Prime Video), Praia dos Ossos (HBO), Juntas e Separadas (Globoplay) e Onde as Ondas Quebram – produzido e lançado pela Bonde. Participou também de longas e séries premiados como Sob Pressão (Globoplay), Entre Irmãs, Nise – O Coração da Loucura (Tokyo Golden Award 2016), Bruna Surfistinha, além de documentários de grande circulação como Democracia em Preto e Branco, Simonal – Ninguém Sabe o Duro que Dei, Herbert de Perto (BAFICI 11), Pindorama (IDFA 2007) e a série Um Contra Todos (indicado ao EMMY 2018). Formada em Economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Executive MBA pela Fundação Dom Cabral, Especialização em Produção Executiva em Cinema e Televisão (FGV), em 2025, integra o prestigiado EAVE Producers Workshop, ampliando sua rede de coprodução internacional, e atua como pesquisadora no Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento de Pessoas e Liderança da Fundação Dom Cabral e reforçando sua presença no cenário global de formação, inovação e impacto cultural.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.