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PRONAC 2510701Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Assim contava o Guapindaia. Sobrenaturalidades cotidianas no coração da Amazônia.

LORENA DE MORAES FILGUEIRAS
Solicitado
R$ 291,5 mil
Aprovado
R$ 291,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2025-12-10
Término
2026-09-10
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

Guapindaia Assu de Moraes, paraense, militar reformado, pracinha, nasceu em 1919, no seio de uma família que praticava o culto aos voduns amazônicos e, posteriormente, em sincretismo, à umbanda brasileira. Desde muito cedo, colecionou experiências e relatos sobrenaturais, que eram-lhe muito naturais, uma vez que convivia com eles coitidianamente. Os tios maternos, zeladores de uma casa de santo localizada em uma ilha defronte a Belém do Pará, onde Guapindaia nasceu, identificaram sua mediunidade e passaram a cuidar do pequenino. Feito o santo (sua coroa pertencia ao Seu Guapindaia Poranga-Teté), aquilo q era sobrenatural a todo o restante do mundo, era absolutamente natural e corriqueiro para ele. Colaborou muito tempo com uma coluna que contava sobre "Visagens e Assombrações de Belém", de Walcyr Monteiro (publicada no jornal A Província do Pará), tendo alguns de seus relatos publicados em livro homônimo e do mesmo autor. Guapindaia é avô materno da autora/jornalista Lorena Filgueiras.

Sinopse

"Assim contava o Guapindaia. Sobrenaturalidades cotidianas no coração da Amazônia". Coletânea de narrativas de Guapindaia Assú de Moraes, avô da autora, a jornalista Lorena Filgueiras. São contos a partir das narrativas de sua viúva e de seus filhos. Guapindaia Assú de Moraes, nascido em Belém, no ano de 1919, foi apresentado ao culto dos voduns amazônicos e da umbanda ainda menino, por seus tios Pedro e Sátyro, ambos zeladores da casa de Santo da família, que ficava localizada na ilha defronte a Belém. Guapindaia demonstrava, desde o nascimento, enorme proximidade com o mundo espiritual. Dada a natureza sobrenatural de seus relatos, veio o nome da obra: "Assim contava o Guapindaia", em alusão aos questionamentos possíveis, mas sem colocar em dúvida a veracidade de quem contava as histórias/estórias. Seus relatos compreendem distintas etapas de sua vida. Ao nascer, em 1919, foi imediatamente batizado nas águas doces do rio Guamá, como forma de obter proteção das ondinas, seres místicos da cultura amazônica e que habitam as águas doces (águas de rio). Mas em 1926, as ondinas o visitaram no terreiro dos tios, e perguntaram se ele gostaria de conhecer o local onde moravam. A resposta positiva, revelada aos tios, muito ao fim da noite de trabalho no terreiro, deixou todos em pânico, afinal, é sabido pelo povo de Santo, que isso significaria o "encantamento" (o sumiço sem morte) do jovem Guapindaia, o que obrigou que os zeladores atravessassem a baía do Guajará imediatamente, com o pequeno Guapindaia escondido. Mas, desde quando é possível esconder-se dos seres espirituais? Guapindaia viajou no fundo da embarcação escondido, tendo os tios cumprindo ritos de segurança espiritual ao longo de toda a travessia. Foi-lhe recomendado expressamente que não olhasse para fora, em nenhuma circunstância. Mas.. e desde quando crianças conseguem resistir à curiosidade. E qual nÃo foi sua surpresa ao perceber que o barco era seguido por uma enorme cobra, de olhos vermelhos luminosos, que era visíveis em meio à escuridão de uma travessia sem luz elétrica? Por conta de sua enorme proximidade com o mundo sobrenatural, na década de 70, Guapindaia colaborou com uma coluna que abordava a temática "Visagens e Assombrações de Belém', publicada pelo jornal "A província do Pará"e assinada pelo jornalista Walcyr Monteiro e alguns de seus contos foram publicados no livro homônimo, no começo da década de 80. Guapindaia foi à guerra, como pracinha da FEB e ao retornar ao Brasil, em 1945, foi reformado. Dentro as histórias que contava, duas, em especial, lhe marcaram profundamente: quando foi a Pompeia e teve a visão da mesma cobra que o acompanhara na travessia do rio, quando era menino, e que se apresentara. Seu nome era "Sibila". E quando foi livrado da morte por dona Mariana, cabocla turca, que era sua madrinha espiritual. Graças a ela escapou de uma bomba, mas conviveu, até o fim de seus dias, com estilhaços que ficaram alojados em sua cabeça. Já reformado, trabalhou como bibliotecário civil na Aeronáutica e morreu em 1983, após um longo período enfermo. Afirmou que sabia a data em que morreria e anunciou à viúva. A presente obra tem como objetivo, portanto, resgatar e devolver esses relatos à população, uma vez que foram transmitidos oralmente, prática recorrente entre os descedentes de povos originários e étnicos-diferenciados, dos quais o próprio Guapindaia era descendente. São uma poderosa ferramenta cultural, de manutenção da cultura popular e decolonialidade.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Publicar livro de contos que giram em torno do personagem Guapindaia Assu Moraes, com a temática do sobrenatural/realismo fantástico amazônida, divulgando a cultura popular e ancestral indígeno-amazônica, permitindo que o público tenha contato com seus ensinamentos e valores, reforçando a difusão da cultura imaterial brasileira, especial a amazônica, reforçando os seus preceitos por meio de programa de contrapartida social. Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; OBJETIVOS ESPECÍFICOS: PRODUTO LIVRO Editar, diagramar, revisar 01 livro de contos, "Assim contava Guapindaia. Sobrenaturalidades cotidianas no coração da Amazônia", com tiragem de 1.000 cópias, dos quais 60% serão vendidos a preços popular R$40,00 e dos demais 40%, 30% serão distribuidos gratuitamente a bibliotecas públicas de todo o país e 10% serão entregues e distribuídos entre patrocinadores e ações de divulgação PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL 1. Audiolivro, para contemplar Pessoas com definiciência visual. 2. Palestra com trasmissão em libras, sobre cultura de lendas amazônicas. Todas as programações são gratuitas e serão direcionadas a um público acima dos 12 anos de idade. A programação será transmitida por meio de streaming nas redes sociais e site da editora.

Justificativa

Falar sobre lendas urbanas e demais narrativas fantásticas da Amazônia é um hábito que remonta à oralidade dos povos originários e étnicos-diferenciados. Por tamanha importância à decolonialidade, manter tais relatos vivos e circulantes é uma forma de honrar essa poderosa herança legada pelos que vieram antes de nós. Resgatamos, portanto, as narrativas de Guapindaia Assu de Moraes, filho de negros e indígenas, e que detinha uma poderosa herança cultural e espiritual familiar, que ele sempre contava, mas que jamais, de próprio punho, a registrou. Sua neta, a jornalista e proponente, Lorena Filgueiras, resgata muitos de seus relatos e os compartilha com leitores que apreciam narrativas fantásticas amazônicas. Compreendemos, portanto, que a Lei de incentivo à cultura nos permitiria dar visibilidade a essas histórias (e estórias), bem como permitiria multiplicar os educadores acerca da cultura imaterial da região Amazônica. Assim, segundo os incisos do Art. 1 da Lei 8313/91 a proposta se enquadra nos seguintes: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Cujos objetivos do Art. 3 da lei 8313/91 a serem alcançados são: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;c) fornecimento de recursos para o FNC e para fundações culturais com fins específicos ou para museus, bibliotecas, arquivos ou outras entidades de caráter cultural.

Estratégia de execução

Eventuais passagens aéreas ous deslocamentos terrestres/marítimos serão usados pela equipe técnica para captação de imagens relacionadas ao projeto.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS: LIVRO FÍSICO: 1. 200 paginas (miolo e capas). 2. Papel miolo: polén 90g (ou similar) 3. Capa: papel couchê 250, com laminação dupla fosca. Lombada quadrada. Orelhas de 10 cm e verniz localizado. 4. Cinta em papel Couche 120. 5. Paginas com QR Codes que levam para site com audiolivro.

Acessibilidade

PRODUTO LIVRO Acessibilidade de conteúdo: O material estará disponível em audiolivro. Item orçamentário: Consultoria em acessibilidade Serviço de audiodescrição PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL. Acessibilidade Física: Todos os espaços que receberão as atividades do projeto possuem facilitadores para a locomoção no espaço físico com banheiros apropriados, rampas e guias táteis. Item orçamentário: Sinalização Acessibilidade de Conteúdo Toda a programação contará com intérprete de Libras, interpretes em audiodescrição e apostila em libras. Item orçamentário: Intérprete Libra Serviço em audiodescrição Apostila Oficineiro

Democratização do acesso

DISTRIBUIÇÃO DA OBRA: 1. 60% da tiragem serão vendidos a valor acessível de R$40 (quarenta reais) e haverá distribuição do título em Belém (cidade da proponente); 2. 30% da tiragem terão distribuição gratuita e serão destinados a ONGs, escolas públicas, associações de mães, bibliotecas comunitárias. 3. 10% da tiragem serão enviadas, sem ônus, a título de divulgação, a jornalistas e patrocinadores, enfatizando a lei de incentivo à cultura. AMPLIAÇÃO DE ACESSO: 1. Palestra gratuita presencial com transmissão pela internet e interação dos internautas/público presente sobre cultura imaterial Amazônica e a contribuição de tais narrativas à construção da oralidade e respeito às diferentes crenças. Publico presencial crianças de escolas públicas e comunidades tradicionais (quilombolas, indígenas). intérprete de libras, audiodescrição. Todas as atividades aqui descritas com participacão gratuita. II) TRANSCREVER qual inciso/medida do art. 24 da IN nº 01/2022 abaixo será adotada no projeto: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: VI - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 27 de dezembro de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao parágrafo único do art. 22, desta Instrução Normativa, ou além do previsto; VII - comercializar além do previsto na alínea "e", inciso I do artigo 22 desta Instrução Normativa, no mínimo dez por cento em valores que não ultrapassem o preço do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; fazendo o uso deste mecanismo; IX- ações de incentivo à leitura com formação e doação de acervos de livros em braile;

Ficha técnica

A Lettera L Editora (LORENA DE MORAES FILGUEIRAS ME) é paraense e, desde 2018, dedica-se a promover escritores e obras paraenses, mostrando a produção literária/jornalística/traços dos amazônidas, respeitando suas origens, histórias; tornando-as acessíveis a todos que desejam mergulhar na cultura e conhecimento produzido na região amazônica.Ao longo de seus 7 anos de existência, a Lettera L publicou 8 (oito) livros e assinou a publicação de 136 edições da revista Troppo, encarte de domingo do jornal impresso, paraense, O Liberal. Será responsável pela editoração e administração executiva do projeto em questão. LORENA FILGUEIRAS (Coordenadora do projeto e editora de texto da edição): jornalista profissional, graduada pela Universidade Federal do Pará. Mestranda do Programa de Criatividade e Inovação em Metodologias de Ensino Superior (PPGCIMES/UFPA). Atua profissionalmente desde 2001. Teve passagens pela TV Liberal, Radio Liberal, Jornal O Liberal, SBT, TV Record e Revista Leal Moreira. Desde 2018, quando criou a Lettera Editora, dedica-se à publicar autores paraenses, tendo recebido elogios e excelentes críticas por livros publicados pela Lettera ("O Barbecue Brasileiro" e "Caderno de Colorir Frutas Amazônicas", "O Mundo Místico dos Caruanas da Ilha do Marajó" e "Santa Maria do Mar Doce"). MARIA ATAÍDE MALCHER (Coordenadora de projetos): Bolsista de Produtividade em Pesquisa (PQ) - Nível 2, na área de Divulgação Científica, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Professora do Magistério Superior, desde 2006, na Universidade Federal do Pará (UFPA), lotada no Núcleo de Inovação e Tecnologias Aplicadas a Ensino e Extensão (NITAE), unidade na qual atua como coordenadora do Laboratório de Pesquisa e Experimentação em Multimídia e docente permanente do Programa de Pós-Graduação Criatividade e Inovação em Metodologias de Ensino Superior (PPGCIMES) e no Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências e Matemáticas (PPGECM). É Doutora (2005) e Mestre (2001) em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (USP). Foi a primeira mulher da região Norte a integrar o Conselho Deliberativo (CD) do CNPq como representante da área de Ciências Humanas e Sociais (2018-2020). Docente colaboradora do Programa de Pós-Graduação em Divulgação da Ciência, Tecnologia e Saúde (PPGDC), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, e Integrante do Comitê Gestor do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia (INCT-CPCT). Líder do Grupo de Pesquisa em Processos de Comunicação (Pespcom), certificado pelo CNPq. Coordenadora do projeto Matriz comparativa de pesquisas qualitativas com usuários de tecnologias digitais, aprovado no Edital n. 02/2015 do Programa Geral de Cooperação Internacional (PGCI-CAPES). Tem atuado principalmente nas seguintes linhas de pesquisa: (i) Comunicação Pública da Ciência, (ii) Divulgação da Ciência, (iii) Processos Comunicacionais e Midiatização, (iv) Estudos de Audiovisual e Multimídia, (v) Teorias e Metodologias da Comunicação, (vi) Comunicação Digital e Interfaces Culturais na América Latina. ANDRÉ DE LORETO MELO (Designer gráfico e diagramador): Designer gráfico industrial de formação. Diretor de Arte da Lettera L Editora. Passou por agências em Belo Horizonte e em Belém. Trabalha com editoração e diagramação desde 1990. JOSÉ PORPINO NETO (Designer gráfico e Diretor de Arte/criação): Designer gráfico, atuando como Diretor de Arte da Lettera L Editora. Responsável pela criação dos projetos gráficos das capas das publicações da editora. FABRÍCIO FERREIRA (Revisor): Professor de Língua Portuguesa e revisor, com pós-graduação em revisão editorial.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.