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O projeto visa a recepção de estudantes nas Comunidade de Umbanda Filhos de Fé-CUFF. Serão ofertadas 10 visitações para os estudantes de escolas públicas e particulares buscando informar, preservar e difundir a cultura de Povos de Terreiro através da imersão em sua cultura e atividades religiosas, nos moldes da Lei nº 10.639/2003.
O presente projeto busca promover a diversidade e desconstruir preconceitos através das visitas educativas à Comunidade de Umbanda Filhos de Fé, com foco na valorização da cultura afro-brasileira e no cumprimento da Lei nº 10.639/2003. Durante 10 encontros os estudantes de escolas públicas e privadas participarão de palestras, degustação de comidas típicas, apresentações musicais e atividades práticas, vivenciando a história, filosofia e religiosidade afro-brasileira. A iniciativa integra educação, cultura e cidadania, garantindo acessibilidade, inclusão e democratização do acesso, formando público consciente e respeitoso da diversidade cultural e religiosa.
Objetivo Geral: Proporcionar aos estudantes de escolas públicas e particulares experiências educativas que promovam o conhecimento, o respeito e a valorização da cultura afro-brasileira e dos Povos de Terreiro, em consonância com a Lei nº 10.639/2003.Garantir o direito ao livre acesso à cultura por meio de ações de valorização e fomento à preservação dos Povos de Terreiro através da recepção de estudantes em suas atividades culturais e religiosas. Instruindo sobre sua cultura, saberes e comidas tradicionais. Oportunizando uma vivência pedagógica única que vai além do conhecimento teórico.Objetivos Específicos: - Realizar 10 visitações a sede da Comunidade de Umbanda Filhos de Fé aos estudantes, instruindo sobre cada ponto de força dentro do terreiro e seus significados. - Atingir diretamente 50 estudantes em cada imersão cultural, alcançando, no total, pelo menos 500 estudantes diretamente.- Oportunizar vivências a estudantes nas práticas religiosas do terreiro, sua origem, curimbas e pontos cantados e dessa forma, contribuir para a formação cidadã e plural dos participantes.- Difundir saberes tradicionais, práticas culturais, filosofia, música e gastronomia típica dos Povos de Terreiro, oferecendo aos estudantes em cada encontro, uma mostra de comidas de terreiro. Informando sobre sua historicidade até a chegada na mesa da comunidade.- Realizar em cada encontro uma roda de conversa sobre Terreiro de Umbanda, dirimindo dúvidas e gerando troca de saberes entre os participantes, de modo a estimular a convivência respeitosa e a desconstrução de preconceitos.- Registo em vídeo de cada uma das atividades realizadas e distribuição de cartilha informativa.
A cultura afro-brasileira e os Povos de Terreiro desempenham papel fundamental na história, filosofia, música, gastronomia e religiosidade brasileiras. No entanto, ainda são alvo de preconceitos e invisibilização. A Lei nº 10.639/2003 institui a obrigatoriedade do ensino da história e cultura afro-brasileira nas escolas. Assim, este projeto busca concretizar os preceitos legais, proporcionando aos alunos uma vivência direta com saberes e práticas da Comunidade de Umbanda Filhos de Fé (CUFF), fortalecendo valores de respeito à diversidade e contribuindo para uma educação antirracista e plural.Conforme artigo publicado no dia 21 de janeiro de 2025 no site Agência Brasil 35 anos, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) divulgou que foram registradas em todo o país, em 2024, 2.472 denúncias de casos de intolerância religiosa pelo Disque Direitos Humanos (Disque 100), coordenado pela pasta. Esse dado representa uma alta de 66,8% em relação às denúncias deste tipo feitas em 2023 (1.481). São quase 1 mil denúncias a mais em 2024, anunciou o MDHC. Se considerados os dados registrados entre 2021 e 2024, o crescimento das denúncias de violações foi de 323,29%. A divulgação dos números ocorreu no Dia do Combate à Intolerância Religiosa, em memória da Iyalorixá baiana, Gildásia dos Santos, conhecida como Mãe Gilda de Ogum, que fundou em 1988, o terreiro da Nação Ketu/Nagô, Ilê Asé Abassá de Ogum, no bairro de Itapuã, em Salvador. Durante todo o ano de 2024, as pessoas violadas com mais frequência são pertencentes aos segmentos da umbanda, 151, e do candomblé, com 117 denúncias.A Lei do ensino de História da África nas escolas completa 20 anos e escancara lacunas na formação de professores antirracistas. A legislação brasileira tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira através da Lei nº 10.639/2003, alterada pela Lei nº 11.645/2008 incluindo, também, a história e cultura dos povos indígenas. A Lei nº 10.639/2003 determina que o conteúdo programático deve incluir o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade. Diante do cenário de intolerância religiosa e luta pelo ensino da cultura afro-brasileira nas escolas, a proposta do projeto "Escolas na CUFF - Território de Saberes Afro-Brasileiros" busca a continuidade de suas atividades culturais através de ações de incentivo à vivência e ao aprendizado da herança cultural de Povos de Terreiro aproximando a escola do terreiro. Promovendo encontros e trocas de conhecimentos entre estudantes, mostras gastronômicas e diálogos interculturais. Registrando essas atividades e disponibilizando essa gravação em plataforma virtual gratuita. Além de incentivar a quebra de barreiras de crenças preconceituosas, a reflexão sobre questões sociais e culturais, o projeto oferece oportunidades de trabalho para profissionais dos povos de terreiro contribuindo para seu fortalecimento. A pluralidade presente no projeto estimula a diversidade de ideias, incentivando a sociedade a valorizar e consumir conteúdos educativos que abordam temas relevantes para o cenário atual. O projeto oferece acesso direto ao espaço cultural da CUFF, à cultura afro-brasileira e aos Povos de Terreiro, para estudantes que talvez não tivessem acesso a isso de outra forma. Ele amplia direitos culturais, descentraliza oportunidades culturais.O projeto "Escolas na CUFF - Território de Saberes Afro-Brasileiros" alinha-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente em temas como erradicação da pobreza, educação de qualidade e redução das desigualdades.A proposta também atende à Lei Brasileira de Inclusão, garantindo acessibilidade e promovendo a diversidade. A equipe é composta por membros dos Povos de Terreiro, incluindo representantes LGBTQIA+, pardos, negros e mulheres, o que assegura o protagonismo e a autenticidade da produção.O projeto é voltado para os próprios Povos de Terreiro, com o objetivo de preservar, valorizar e difundir suas culturas tradicionais e aproximação da população com sua cultura. A equipe, formada por sacerdotes, sacerdotisas e membros da comunidade, atua diretamente na salvaguarda de suas manifestações e expressões culturais.O art. 1º da Lei Rouanet estabelece os objetivos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC). Alguns incisos são particularmente pertinentes ao projeto de visitas culturais à CUFF. Vejamos:O art. 1º diz: "Art. 1º Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; … VIII _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX _ priorizar o produto cultural originário do País."Sobre o enquadramento do projeto, destacamos que: No inciso I ("facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais"); O projeto oferece acesso direto ao espaço cultural da CUFF, à cultura afro-brasileira e aos Povos de Terreiro, para estudantes que talvez não tivessem acesso a isso de outra forma. Ele amplia direitos culturais, descentraliza oportunidades culturais.Em relação ao inciso II ("promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais"); A iniciativa parte de uma comunidade de terreiro local, valoriza saberes locais, envolve atores culturais da própria localidade, e traz à tona manifestações culturais que não são centrais nos circuitos culturais dominantes. Isso contribui para descentralizar o fomento cultural e reconhecer a cultura local/regional.No inciso III ("apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores"); O projeto difunde manifestações religiosas, musicais, filosóficas e simbólicas dos Povos de Terreiro, bem como valoriza seus praticantes e lideranças culturais na comunidade CUFF.Acerca do inciso VIII ("estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória"); A cultura afro-brasileira e de terreiro carrega memórias, saberes e valores que transcendem localmente, sendo formadora de identidade nacional e de diálogo com culturas africanas e afrodescendentes em diferentes contextos.Referente ao inciso IX ("priorizar o produto cultural originário do País"); O projeto trata de manifestações culturais genuinamente brasileiras (religiosidades afro-brasileiras, cultura afro, música de terreiro) e não de importações culturais.Nesse sentido, o objetivo geral do projeto é oferecer meios para o fomento cultural tipificado pelo art. 3º do Decreto Presidencial nº 11.453/23, contribuindo para atingir os seguintes incisos:Inciso I. Valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão. O projeto valoriza a cultura nacional ao destacar histórias e vivências de pessoas que enfrentaram desafios culturais e sociais, conectando diferentes formas de expressão e pontos de vista.Inciso V. Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais. O projeto incentiva a ampliação do acesso aos bens culturais ao efetuar busca ativa nas escolas, atraindo a comunidade ao conhecimento de suas atividades. Além de disponibilizar o registro em vídeo em plataforma gratuita virtual.Inciso VIII. Fomentar o desenvolvimento de atividades artísticas e culturais pelos povos indígenas e pelas comunidades tradicionais brasileiras. Os Povos de Terreiro terá sua cultura fomentada pelo projeto e através da equipe de execução, constituída por pessoas de terreiro.A presente proposta está fundamentada com os objetivos previstos nos incisos l, ll, lV, V e Vlll do Art. 1º da Lei nº 8.313/1991, a saber:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.Além de estar em concordância com os incisos I,II, III, IV, VI, IV e VII do Art. 3º da Lei nº 8.313/1991, obedecendo às diretrizes estabelecidas na Instrução Normativa Nº 23/2025, a saber:I - Incentivar e apoiar a produção cultural, artística e a criação de bens e produtos culturais que promovam o acesso à cultura e estimulem a diversidade cultural brasileira;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervocinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural.III - Fomentar ações que promovam a educação e a formação cultural, incluindo a valorização das culturas populares, tradicionais e indígenas;IV _ estímulo à cooperação entre os diferentes agentes culturais;VI _ estimular a formação de público para as manifestações culturaisIV - Promover a circulação e o acesso público às produções culturais, ampliando o alcance e o impacto social dos projetos culturais.VII _ incentivar a inovação e o risco artístico-culturalAo trazer estudantes de diversas escolas para a CUFF, promove a circulação cultural (movimento de pessoas, sensibilização) e leva o bem cultural ao público que talvez não o conhecesse. O projeto possbilitará parceria entre a CUFF, escolas, professores, comunidade local, patrocinadores e órgãos culturais. Ao promover o conhecimento da cultura afro, desconstruir preconceitos e valorizar diversidade religiosa e cultural, o projeto fortalece a cidadania cultural e o direito à cultura de grupos tradicionalmente marginalizados. A proposta de imersão cultural, com uma convivência educativa estruturada dentro de terreiro é inovadora como estratégia de educação cultural e de promoção de tolerância religiosa. Ao vivenciar práticas culturais afro-brasileiras e de terreiro, valoriza-se a memória e o patrimônio imaterial dessas tradições. Ademais, os estudantes e professores que participam tornam-se público-cultural, com maior apreço e conhecimento das manifestações dos Povos de Terreiro, contribuindo para sustentabilidade cultural futura.Desse modo, o projeto contribui para o livre acesso às fontes da cultura ao disponibilizar conteúdo gratuito e acessível online, a mostra gastronômica será disponibilizada gratuitamente para a população democratizando o acesso a conhecimentos e discussões sobre diversidade cultural e transformação social, promover a regionalização da produção cultural ao contratar profissionais locais e utilizar recursos audiovisuais que refletem as particularidades e experiências de diferentes regiões do Brasil. A proposta busca preservar as tradições e saberes dos Povos de Terreiro, através do incentivo ao reconhecimento da cultura local/regional e registros advindos dessa imersão, o projeto documentará práticas culturais que são essenciais para a identidade da comunidade, contribuindo para a valorização do seu patrimônio imaterial. Além disso, incentiva a formação artística e cultural ao criar conteúdos que estimulam a reflexão e o aprendizado, fortalecendo o papel da cultura na construção do conhecimento e da cidadania.
Links para as redes sociais do espaço:REDE SOCIAL INSTAGRAM: https://www.instagram.com/comunidadecuff/?igsh=aHNjc3gyeTlvYzQ3#MAPA CULTURAL DO CEARÁ: https://mapacultural.secult.ce.gov.br/agente/121915/ MAPA CULTURAL FEDERAL: http://culturaviva.gov.br/agente/254342/CANAL DO YOUTUBE: http://www.youtube.com/@ComunidadedeUmbandaFilhosdeF%C3%A9
Projeto pedagógicoVisita de 1 escola por mês na CUFF com limite de 50 alunosSugestão de início: 2 hVisita Cultural Guiada: “Boas vindas”, apresentação do espaço - até 50 alunos. Local: espaço físico da CUFF adaptado para acessibilidade. Recursos: cartazes explicativos, painéis, mapas e exposições de objetos culturais, apresentação do espaço, história da CUFF, filosofia e papel cultural dos Povos de Terreiro. Classificação Indicativa - Livre;Início da palestra sobre Palestra sobre Lei nº 10.639/2003 e Cultura Afro-Brasileira: sobre como a religião de matriz africana é importante no entendimento da filosofia, história e cultura de África, Conteúdo pedagógico: história da África e do Brasil, cultura afro-brasileira, religiões de matriz africana e implicações da Lei 10.639/2003. Classificação Indicativa - Livre;Duração 30 minIntervalo com Experimentação das Comidas Típicas de Terreiro: Duração: 30 min. Recursos: mesas, utensílios de higiene e segurança alimentar. Cardápio: tapioca, frutas, bolos típicos. A atividade inclui explicação sobre o significado cultural e histórico dos alimentos. Classificação Indicativa - LivreDuração 2hRetorno da segunda parte da palestra com tira-dúvidas: espaço para perguntas e aprofundamento dos temas. Classificação Indicativa - Livre;Encerra com cânticos e apresentação musical contextualizada, Recursos: instrumentos musicais tradicionais (atabaques, agogôs), microfone, sistema de som, espaço para participação dos alunos; Realização de apresentação musical, cantos e dança, com contextualização pedagógica de cada prática cultural, Classificação Indicativa - Livre;Total: 4h 30 minMaterial Pedagógico Digital/Impresso: Quantidade: 55 cartilhas digitais em PDF acessíveis para todos os alunos, slides de apoio. Recursos: software gráfico, impressão em papel reciclável, arquivos digitais compatíveis com leitores de tela. Serve como apoio pedagógico, registro do conteúdo da visita e difusão cultural.Registro Fotográfico e Audiovisual das Atividades: Câmera fotográfica e filmadora HD, microfone, iluminação mínima. Produção de vídeos curtos de até 5 min por visita. Finalidade: documentação pedagógica e cultural, divulgação futura do projeto e material de estudo.
MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:Não existem restrições a pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida nas ações do projeto. O limite de sua participação são as condições individuais de cada um. A busca e escolha de locais para realização do projeto levam em consideração a disponibilidade de estrutura adaptada para acessibilidade aos portadores de necessidades especiais. Havendo algum aluno com deficiência, será disponibilizado um profissional capacitado para acompanhá-lo, se for necessário.Acessibilidade comunicacional: Uso de linguagem simples, recursos visuais e intérprete de Libras para alunos surdos (quando solicitado). MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO:Caso surjam alunos com deficiência visual, auditiva, intelectual e/ou autistas será providenciado acompanhamento de profissional capacitado para monitoria.Acessibilidade atitudinal: Capacitação prévia dos monitores para recepção inclusiva e acolhedora, com foco no respeito às diferenças culturais e às necessidades específicas.Alimentação inclusiva: Identificação de ingredientes alergênicos ou de restrições alimentares nas comidas típicas oferecidas.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO:Toda a comunicação e divulgação do projeto, desde as inscrições até os vídeos finais de divulgação da conclusão serão disponibilizados com acessibilidade nos seus materiais, contendo também informações sobre as medidas de acessibilidade disponíveis ao longo da execução do projeto.
Todas as atividades previstas no projeto têm caráter gratuito. Bem como, a adoção da seguinte medida do artigo 47 da IN 23/2025:III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;O projeto é executado pela comunidade tradicional de matriz africana (CUFF), atendendo às diretrizes da IN 23/2025 que priorizam iniciativas de povos originários, comunidades tradicionais e grupos populares.Por fim, a divulgação do projeto será feita de forma que alcance comunidades menos favorecidas, com formatos de divulgação adequados (língua simples, mídia local, internet, rádio comunitária, cartazes, etc.).
MANOEL SANTOS RODRIGUES NETO: DIRETOR GERALPovo de Terreiro, homem pardo, cisgênero, autodeclarado LGBTQIAPN+, detentor de conhecimentos tradicionais, licenciado em Pedagogia, especializado em Psicopedagogia, com especialização em Neuropsicopedagogia (em andamento), presidente da Instituição Comunidade de Umbanda Filhos de Fé (CUFF), Sacerdote de Umbanda no Terreiro Quebrando Barreirass e Cabocla Jurema, Mestre Juremeiro e Quimbandeiro. Vocalista e diretor geral do grupo Calundu.Resumo Profissional:Profissional multidisciplinar com vasta experiência nas áreas de educação, cultura e gestão, com atuação destacada na organização de eventos e na produção cultural na Região do Cariri. Educação e Desenvolvimento: Atua em institutos voltados ao desenvolvimento infanto-juvenil, especialmente com crianças neuro divergentes. Possui sólida experiência em gestão escolar, coordenação pedagógica, pedagogia empresarial e cultural. Produção Cultural e Artística: experiência como ator, diretor cênico e produtor cultural, além de coordenador de produção e difusão cultural na SECULT-CE (2016-2020). Gestão e Comunicação: coordenador de Reportagens da TV Mega Cariri, desempenhando também funções administrativas e comerciais desde 2010 em empresas renomadas.CRYS KELLY ALVES: COORDENAÇÃO GERALPovo de Terreiro, mulher parda, cisgênero, autodeclarada LGBTQIAPN+, bacharel em Administração Pública e gestão social. Sacerdotisa de Umbanda e Madrinha Juremeira, percussionista do grupo Calundu. Vice-Presidente da Instituição Comunidade de Umbanda Filhos de Fé (CUFF).Resumo Profissional:Profissional com ampla experiência na área administrativa, destacando-se pela gestão de pessoas, organização de processos e administração financeira. Administradora de Clínica (4anos): responsável pela gestão completa de uma clínica, com atividades como controle de folha de pagamento, contas a receber, organização de rotinas administrativas e liderança de equipes. Administradora de Projeto no Terceiro Setor: experiência no acompanhamento técnico de projetos e na elaboração de propostas para editais, promovendo o desenvolvimento e execução de iniciativas sociais.PEDRO GUSTAVO ALVES DINIZ: MONITORPovo de Terreiro, homem cisgênero, preto, autodeclarada LGBTQIAPN+, Pai Pequeno na Comunidade de Umbanda Filhos de Fé (CUFF), Mestre Juremeiro e voz grave no trio dos backing vocal do grupo Calundu.Resumo Profissional:Profissional multifacetado, com experiências diversas em música, artesanato e artes urbanas, voltadas para a valorização da cultura e a discussão de questões sociais. Cantor e Musicista no Grupo Calundu. Participa de um projeto musical que explora a cultura e religiosidade dos povos de terreiro, promovendo a diversidade cultural por meio da música. Artesão: nascido em uma família de bordadeiras e costureiras, domina desde a infância técnicas como crochê, bordados manuais e corte-e-costura, transformando sua herança familiar em expressão artística. Ex-integrante do Coletivo Bando, atuou em projetos de artes urbanas que abordavam problemáticas enfrentadas por povos marginalizados, com foco na inclusão e no fortalecimento das identidades periféricas.BIANCA PARENTE BEZERRA: ASSISTENTE Povo de Terreiro, mulher transexual, tesoureira da Comunidade de Umbanda Filhos de Fé (CUFF), acadêmica em Administração de Empresas. Resumo Profissional:Profissional com experiência em comunicação e mídias digitais, com atuação voltada para a gestão de redes sociais e desenvolvimento de planos de comunicação. Administração de redes sociais e publicações, contribuindo para a presença digital e engajamento do público. Projetos em Comunicação e Mídia Digital: participação direta no planejamento e execução de estratégias de comunicação voltadas para o fortalecimento da imagem institucional e divulgação de projetos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.