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CHAPLIN e´ uma retrospectiva dedicada à obra do ator, diretor e compositor Charlie Chaplin, nascido em 1889 na cidade de Londres, foi o ator e cineasta mais proeminente dos primo´rdios do cinema mundial e um dos grande i´cones da cultura do se´culo XX. Sua criaça~o mais genial, Carlitos O Vagabundo, e´ provavelmente o personagem mais conhecido da histo´ria do cinema e com o qual multido~es e sucessivas geraço~es de expectadores se identificaram ao longo de de´cadas e que conseguiu captar como ningue´m o espi´rito de seu tempo. A mostra pretende exibir cerca de 82 filmes do diretor, dentre curtas, medias e e longas-metragem de ficça~o e tera´ duraça~o aproximada de 4 semanas nas cidades do Rio de Janeiro, Sa~o Paulo, Brasi´lia e Belo Horizonte. A mostra contara´ com uma sessa~o inclusiva (com libras, audiodescriça~o e legendagem descritiva) um debate e um curso. A mostra ainda prevê, como contrapartida, a organizaça~o de sesso~es seguidas de debate para alunos da rede pu´blica e uma SESSÃO AZUL, feita em condições especiais para crianças e adolescentes com TEA (Transtorno do Espectro Altista).
Não de aplica. Gostaríamos, contudo, de pontuar que, em acordo com a classificação indicada no Guia Prático – 2012 da Secretaria Nacional de Justiça/MJ, a classificação indicativa etária para os filmes da mostra é LIVRE. Vale sublinhar que o evento não se trata de um Festival, mas de uma mostra retrospectiva de Charles Chaplin. Não haverá inscrição, seleção ou premiação de filmes.
Objetivo geral: A mostra "CHAPLIN" tem como objetivo principal a realização de uma retrospectiva completa dedicada à obra do ator, diretor produtor e compositor Charles Spencer Chaplin, mais conhecido como Charlie Chaplin. A mostra pretende exibir cerca de 82 filmes do diretor, dentre curtas, medias e longas-metragem de ficça~o, cobrindo todas as fases de Chaplin, dos primeiros estúdios do cinema mudo aos filmes da sua United Artistas e o período falado, incluindo, claro, não somente as obras com a presença de Carlitos, o Vagabundo, mas muitas outas. A intenção é a de que o espectador do CCBB possa ter um panorama de uma das cinematografias mais famosas e influentes da história da sétima arte. Paralelamente, pretende-se criar oportunidades de reflexão em torno de sua obra através de debates e cursos. O objetivo geral da mostra, portanto, e´ trazer a chance ao público geral de entrar em contato com a obra de um dos atores e cineastas mais proeminente dos primo´rdios da cinematografia americana e mundial e uma das figuras mais importantes do cinema e um dos grandes i´cones da cultura do se´culo XX. Tendo em vista este objetivo geral, o projeto se divide em 2 objetivos especi´ficos: 1) Realizaça~o da mostra cinematogra´fica CHAPLIN A mostra pretende exibir cerca de 82 filmes do cineasta, dentre curtas, medias e longas-metragem de ficça~o e tera´ duraça~o de 4 semanas nas cidades do Rio de Janeiro, Sa~o Paulo e Brasi´lia. Todos os filmes passara~o pelo menos duas vezes em cada cidade. Todas a ssessões da mostra CHAPLIN serão acompanhadas por um produtor local e alguns filmes da mostra sera~o exibidos em co´pias de peli´cula. A mostra tambe´m contara´ com uma sessa~o inclusiva, com traduça~o de libras, audiodescriça~o e legendagem descritiva, uma sessão Azul voltada para crianças e adolescentes com TEA (Transtorno do Espectro Altista), 1 debate gratuito com entre dois especialistas na obra de Chaplin com duração de 2 horas e um breve curso gratuito sobre os primórdios do cinema e a obra de CHARLES CHAPLIN, com duração de 3 aulas de duas horas cada. Ao longo de todo o período da mostra, esperamos atingir algo em torno de 6 mil espectadores _ 2 mil em SP, 2 mil no RJ, 1 mil no DF e 500 em BH. Os filmes que pretendemos exibir na mostra CHAPLIN sa~o os seguintes: Filmes feitos nos Estu´dios Keystone (36): Carlitos Repo´rter (Making a Living, 13 min, 1914) Corridas de Automo´veis para Meninos (Kid Auto Races at Venice, 11 min, 1914) Carlitos no Hotel (Mabel's Strange Predicament, 17 min, 1914) A Thief Catcher (8 min, 1914) Dia Chuvoso (Between Showers, 15 min, 1914) Joa~ozinho na Peli´cula (A Film Johnnie, 15 min, 1914) Carlitos Dançarino (Tango Tangles, 12 min, 1914) Carlitos Entre o Bar e o Amor (His Favourite Pastime, 16 min, 1914) O Marquês (Cruel, Cruel Love, 16 min, 1914) Carlitos e a Patroa (The Star Boarder, 16 min, 1914) Carlitos Banca o Tirano (Mabel at the Wheel, 18 min, 1914) Twenty Minutes of Love (20 min, 1914) Caught in a Cabaret (30 min, 1914) Caught in the Rain (16 min, 1914) A Busy Day (6 min, 1914) The Fatal Mallet (18 min, 1914) Her Friend the Bandit (16 min, 1914) The Knockout (27 min, 1914) Mabel's Busy Day (10 min, 1914) Mabel's Married Life (17 min, 1914) Laughing Gas (16 min, 1914) The Property Man (28 min, 1914) The Face on the Bar Room Floor (14 min, 1914) Recreation (7 min, 1914) The Masquerader (9 min, 1914) His New Profession (16 min, 1914) The Rounders (16 min, 1914) The New Janitor (16 min, 1914) Those Love Pangs (16 min, 1914) Dough and Dynamite (33 min, 1914) Gentlemen of Nerve (16 min, 1914) His Musical Career (16 min, 1914) His Trysting Place (32 min, 1914) Idilio Desfeito (Tillie's Punctured Romance, 82 min, 1914) Getting Acquainted (16 min, 1914) His Prehistoric Past (22 min, 1914) Filmes feitos nos Estúdios Essanay (14): His New Job (31 min, 1915) A Night Out (34 min, 1915) Campeão de Box (The Champion, 31 min, 1915) In the Park (14 min, 1915) A Jitney Elopement (26 min, 1915) The Tramp (26 min, 1915) By the Sea (20 min, 1915) Work (29 min, 1915) A Woman (26 min, 1915) The Bank (25 min, 1915) Shanghaied (27 min, 1915) Carlitos no Teatro (A Night in the Show, 24 min, 1915) A Burlesque on Carmen (31 min, 1915) Police (34 min, 1916) Filmes feitos nos Estu´dios Mutual (12): Carlitos no Armaze´m (The Floorwalker, 29 min, 1916) Carlitos Bombeiro (The Fireman, 24 min, 1916) O Vagabundo (The Vagabond, 34 min, 1916) Carlitos Boêmio (One A.M. , 26 min, 1916) O Conde (The Count, 24 min, 1916) A Loja de Penhores (The Pawnshop, 24 min, 1916) Carlitos no Estu´dio (Behind the Screen, 30 min, 1916) The Rink (30 min, 1916) Rua da Paz (Easy Street, 24 min, 1917) O Balnea´rio (The Cure, 24 min, 1917) O Imigrante (The Immigrant, 30 min, 1917) O Aventureiro (The Adventurer, 24 min, 1917) Filmes feitos nos Estu´dios First National (10): Vida de Cachorro (A Dog's Life, 33 min, 1918) Triple Trouble (23 min, 1918) The Bond (10 min, 1918) Carlitos nas Tricheiras (Shoulder Arms, 45 min, 1918) Idi´lio Campestre (Sunnyside, 41 min, 1919) Um dia Bem Passado (A Day's Pleasure, 24 min, 1919) O Garoto (The Kid, 68 min, 1921) Os Cla´ssicos Vadios (The Idle Class, 32 min, 1921) Dia de Pagamento (Pay Day, 21 min, 1922) Pastor de Almas (The Pilgrim, 47 min, 1923) Filmes feitos nos Estu´dios United Artists (8): Casamento ou Luxo (A Woman of Paris, 82 min, 1923) A Corrida do Ouro (The Gold Rush, 95 min, 1925) O Circo (The Circus, 72 min, 1928) Luzes da Cidade (City Lights, 87 min, 1931) Tempos Modernos (Modern Times, 87 min, 1936) O Grande Ditador (The Great Dictator, 125 min, 1940) Monsieur Verdoux (124 min, 1947) Luzes da Ribalta (Limelight, 137 min, 1952) Filmes feitos nos Estu´dios British Productions (2) Um Rei em Nova York (A King in New York, 110 min, 1957) A Condessa de Hong Kong (A Countess from Hong Kong, 120 min, 1967) 2) Realizaça~o de uma sessa~o seguida de debate como contrapartida social A mostra organizara´ uma sessa~o seguida de debate com alunos da rede pu´blica. Um cri´tico/professor sera´ contratado. Ele fara´ uma breve introduça~o ao filme e, logo apo´s a sessa~o, se dara´ um debate com os alunos sobre o longa e a vida e obra de CHAPLIN. Esperamos atender 550 alunos - 200 em SP, 200 no RJ, 100 em DF e 50 em BH.
A necessidade do uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para financiamento da mostra CHAPLIN enquadra-se nos seguintes incisos do Art 1o. da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou naço~es; VIII - estimular a produça~o e difusa~o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memo´ria; Em relaça~o em Art 3o. da referida norma, sera~o alcançados os seguintes objetivos: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor sera~o captados e canalizados os recursos do Pronac atendera~o, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante:c) realizaça~o de exposiço~es, festivais de arte, espeta´culos de artes cênicas, de mu´sica e de folclore;d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposiço~es pu´blicas no Pai´s e no exterior; e) realizaça~o de exposiço~es, festivais de arte e espeta´culos de artes cênicas ou congêneres;IV - esti´mulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuiça~o gratuita e pu´blica de ingressos para espeta´culos culturais e arti´sticos;E´ necessa´rio dizer que o Centro Cultural Banco do Brasil somente patrocina projetos previamente aprovados na Lei Rouanet. Charlie Chaplin, nascido Charles Spencer Chaplin, veio ao mundo em 16 de abril de 1889, em Londres. Teve uma infância bastante difi´cil, depois que seu pai abandonou a fami´lia, deixando sua ma~e para criar sozinha Charlie e seus dois meio-irma~os. Como sua ma~e sofria de doença mental, Charlie e seu irma~o Sydney ganharam independência ainda muito jovens, com apenas 10 anos de idade. Chaplin começou sua carreira no mundo do entretenimento ao lado de seu irma~o Sydney, e deixou a escola para se juntar a uma trupe de artistas cômicos, um talento herdado de seus pais. Fez sua estreia nos palcos aos 11 anos e era conhecido como um dançarino excepcional. Apo´s o sucesso nas salas de mu´sica, Chaplin se apresentou em uma adaptaça~o teatral de Sherlock Holmes. Durante a adolescência, continuou a trabalhar no teatro e progrediu na carreira de ator. Charlie enta~o começou uma carreira como comediante em Vaudeville, que finalmente o levou aos Estados Unidos, em 1910, como ator da Fred Karno Repertoire Company e fez um sucesso imediato com o pu´blico americano. Quando retornou aos Estados Unidos em 1912, para uma turnê repetida, foi oferecido a Chaplin um contrato de filme, mas o ator so´ concordou em aparecer diante das câmeras em novembro de 1913; e sua entrada no mundo do cinema ocorreu naquele mês, quando ele se juntou à Mack Sennett e à Keystone Film Company, onde atuou e dirigiu 35 curtas-metragens ao longo de 1914. Chaplin mudou-se para a Essanay Company em 1915, quando obteve melhores condiço~es de trabalho e realizou mais 15 filmes. No ano seguinte, Charlie foi ainda mais assediado e assinou com a Mutual Film Corporation, para realizar mais 12 come´dias curtas. Quando seu contrato com a Mutual expirou em 1917, Chaplin decidiu se tornar um produtor independente, desejando mais liberdade e maior prazer ao fazer seus filmes. No ini´cio de 1918, Chaplin firmou um acordo com o First National Exhibitors 'Circuit. Seu primeiro filme, sob esse novo contrato, foi Vida de Cachorro (A Dog's Life, 1918). Com a realizaça~o de Carlitos nas Trincheiras, lançado em 1918, produziu um sucesso enorme nas bilheterias e aumentou enormemente sua popularidade.Depois de mais alguns outros estouros de bilheteria lançados em 1919, em abril daquele ano, Chaplin fundou a United Artists Corporation, tentando escapar da crescente consolidaça~o de poder dos distribuidores de filmes em Hollywood e assegurou sua independência como cineasta. Todos os filmes de Chaplin distribui´dos pela United Artists foram longas, como por exemplo as come´dias A Corrida do Ouro (1925) e O Circo (1928). Apesar dos filmes "falados" tornarem-se dominante apo´s 1927, Chaplin resistiu a fazer um filme assim durante toda a de´cada de 1930 pois considerava o cinema uma arte essencialmente gestual. E´ desse periodo Luzes da Cidade (1931) e Tempos Modernos (1936), filmes essencialmente mudos, pore´m ja´ com mu´sica sincronizada e efeitos sonoros. Tempos Modernos foi o primeiro filme em que a voz de Chaplin e´ ouvida e e´ considerado o fim de uma era. O primeiro filme falado de Chaplin, O Grande Ditador (1940), foi um ato de rebeldia contra o ditador alema~o Adolf Hitler e o Nazismo, e foi lançado nos Estados Unidos um ano antes do pai´s abandonar sua poli´tica de neutralidade e entrar na Segunda Guerra Mundial. Chaplin fez ainda Monsieur Verdoux (1947), seu o segundo filme sonoro e talvez o mais ousado e revisita suas rai´zes do music hall em Luzes da Ribalta (1952), que conte´m alguns momentos nota´veis, incluindo uma sequência marcante com ele e Buster Keaton se apresentando juntos no palco. Depois do Exi´lio filmaria na Inglaterra seus dois u´ltimos longas Um Rei em Nova York (1957) e A Condessa de Hong Kong (1967). Na indu´stria de cinema, Chaplin atingiu a excelência em praticamente todos os ofi´cios desse universo. Sua qualidade de autor fez dele o diretor, escritor, produtor, compositor e estrela principal de muitos filmes pioneiros durante a era do cinema mudo. Seu trabalho regenerou completamente o cinema. Pode-se sugerir que, ale´m de estar entre os pais do cinema, Chaplin tambe´m foi a primeira verdadeira super-estrela na nascente indu´stria de Hollywood. Mesmo depois de um se´culo desde sua estre´ia no cinema e mais de quarenta anos depois de sua morte, Charlie Chaplin se estabeleceu como um dos mais influentes cineastas e estrelas da se´tima arte, e nos inspirou principalmente a desenvolver suas pro´prias ide´ias e refleti-las na tela. A possibilidade de que uma mostra como essa aconteça no Centro Cultural Banco do Brasil agrega muito ao projeto, ja´ que o CCBB poderia levar os filmes de Chaplin a pelo menos quatro centros importantes: Rio de Janeiro, São Paulo, Brasi´lia e Belo Horizonte. A mostra Chaplin, ale´m de contribuir para a formaça~o de pu´blico, e´ um importante mecanismo de preservaça~o da memo´ria do cinema, pois se compromete a trazer as melhores co´pias, preferencialmente em peli´cula, que estiverem disponi´veis.
Não se aplica.
O projeto não possui aquisição de material permanente. Questões referentes a bens históricos não se aplicam a esta proposta. Estamos anexando à proposta o resultado do edital de patrocínio do Centro Cultural Banco do Brasil em que a mostra “CHAPLIN” foi selecionada. Os beneficiários das passagens previstas em orçamento são: Julio Bezerra (produtor executivo): Campo Grande/MS – Rio de Janeiro/RJ; Campo Grande/MS – São Paulo/SP; Campo Grande/MS – Brasí lia/DF; Campo Grande/MS – Belo Horizonte/MG José de Aguiar (curador): Rio de Janeiro/RJ - São Paulo/SP; Rio de Janeiro/RJ – Brasília/DF; Rio de Janeiro/RJ – Belo Horizonte/MG Marina Pessanha (coordenadora de produção): Rio de Janeiro/RJ - São Paulo/SP; Rio de Janeiro/RJ – Brasília/DF; Rio de Janeiro/RJ – Belo Horizonte/MG Vale sublinhar que o evento não se trata de um Festival, mas de uma mostra retrospectiva de Charles Chaplin. Não haverá inscrição, seleção ou premiação de filmes.
MOSTRA A mostra terá uma sessão inclusiva com traduçã o em Língua Brasileira de Sinais (Libras) e audiodescriçã o por praça, além de todos os filmes serem exibidos com legendas descritivas. O proponente sublinha, contudo, a impossibilidade de oferecer audiodescrição e Libras em todas as sessõ es da retrospectiva. São duas as principais razões. Em primeiro lugar, o serviço de audiodescriçã o é bem especializado e seu valor é alto. Aplicá-lo a todas as sessõ es inviabilizaria a própria realizaçã o do evento. Em segundo, em sessões com audiodescrição e Libras, uma série de adaptações ao espaço precisam ser realizadas (como, por exemplo, em relação à iluminaçã o da sala de exibição) que acabam prejudicando a experiência cinematográfica para os demais espectadores. Dessa forma, os próprios patrocinadores de mostras realizadas pela proponente não aprovam que todas sessões seja feitas desse jeito. CURSO O Curso (1 por cidade) é gratuito e terá tradução simultânea na Língua Brasileira de Sinais (Libras). DEBATE O Debate (1 por cidade) é gratuito e terá tradução simultânea na Língua Brasileira de Sinais (Libras). CONTRAPARTIDA SOCIAL A sessã o (1 por cidade) seguida de debate que será oferecida a alunos da rede pública como contrapartida social do projeto. Ônibus serã o oferecidos para o transporte dos adolescentes e professores. Também ofereceremos a tradução simultânea na Língua Brasileira de Sinais (Libras). Todos os produtos acima especificados serã o realizados em um local com as seguintes medidas de acessibilidade: * Rampa de acesso à s salas de exibiç ã o; * Cadeiras reservadas nas salas de exibiç ã o; * Sanitá rios adaptados. * Na Planilha orçamentária, as rubricas de Intérprete de Libras, legendagem descritiva e Serviço de Audiodescrição cobrem as despesas com as medidas de acessibilidade previstas. * Todo material de divulgação gerado pelo projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas deacessibilidade adotadas para as atividades oferecidas.
1) A Mostra A mostra oferece à população a oportunidade de ter contato com a produção cinematográfica de CHAPLIN, um dos mais importantes e influentes artistas da história do cinema. A mostra prevê uma sessão inclusiva de algum filme do diretor CHAPLIN, com audiodescrição, tradução em libras e legendagem descritiva. Para a mostra, esperamos um público total de 5 mil pessoas – 2 mil em São Paulo, 2 mil no Rio de Janeiro, 1 mil em Brasília e 500 em Belo Horizonte. A entrada para as sessões do evento terá ingressos simbólicos no valor de R$ 10 reais a inteira e R$ 5 reais a meia. A mostra prevê ainda um debate e um curso por cidade. O debate terá duração de mais ou menos 2 horas. Para os debates, esperamos algo em torno de 2400 inscritos - 60 em cada uma das cidades. O debate ocorre em salas de cinema no Rio de Janeiro, em São Paulo e Brasília. Será gratuito e acompanhado de tradução simultânea de linguagem dos sinais (LIBRAS). Para o curso, esperamos algo em torno de 240 inscritos (60 em cada uma das cidades). Não se trata de um curso de formação ou treinamento. É uma atividade muito mais educativa, preocupada com a reflexão em torno deste grande cineasta. O curso é gratuito, acompanhado de tradução simultânea de linguagem dos sinais (LIBRAS)(não haverá transmissão online) e será realizado em sala de cinema no Rio de Janeiro, São Paulo, e Brasília. O curso será divido em 3 encontros, com as seguintes características: A carga horá ria do curso é de 6 horas (2 horas por dia). Público-alvo: Aberto ao público geral, com 50% destinados a estudantes e professores de instituiçõ es públicas de ensino por dia. Conteúdo programático: A Origem da industria cinematográfica americana e seu apogeu em Hollywood. A marcha do cinema para o Oeste. Chaplin e sua origem como ator e dançarino cômico no teatro de VAUDEVILLE inglês do inicio do século XX. Chaplin emigra para os Estados Unidos. Os primeiros filmes e o aprendizado com o mestyre Mack Sennet. Nasce o personagem icônico Carlitos, O Vagabundo. Seus primeiros sucessos e a busca por independência artistica e o reconhecimento. A Fundação da United Artists. Os primeiros clássicos mudos como O Garoto e A Era do Ouro. O Apogeu da deecada de 1930 com Tempos Modernos e Luzes da Cidade. A relutante transição para o cinema e crítica ao Nazismo em O Grande Ditador. A crise criativa, o declinio como realizador e os problemas com o macartismo e a necessidade do exílio. Últimos Filmes. Professor do curso: José de Aguiar José de Aguiar é diretor e produtor de cinema e TV há 17 anos. Atua há 12 anos como coordenador geral, curador e produtor executivo de mostras de cinema em centros culturais como Caixa Cultural, CCBB e CineSesc. Na Caixa Cultural foi Produtor ou Curador de mostras como Cine Boliviano, Ken Jacobs, Vanguarda de São Francisco, Making Of, Syberberg, Barbara Hammer, Bertrand Blier, e Diretoras Negras do Cinema Brasileiro. Além disso realizou retrospectivas dedicadas aos cineastas Abel Ferrara, Samuel Fuller, Oscar Micheaux, Francis Ford Coppola, David Lean, Renoir, Cocteau, Antonioni, Spike Lee, Scorsese, Vera Chytilová, Lumiere, Mel Brooks, Fellini, Spielberg e Frank Capra e ainda outras temáticas como o Novo Cinema Pernambucano, Dogma 95, Surrealismo e Vanguardas, Hong Kong e Estúdio Hammer, em espaços culturais como o CCBB e o CineSesc, entre 2012 e 2023. 2) Contrapartida A contrapartida consiste em sessões gratuitas para estudantes da rede pública seguidas de debate com os curadores da mostra. Esperamos atender 200 estudantes no Rio e em São Paulo, 100 estudantes em Brasília e 50 em Belo Horizonte – somando um total de 550 pessoas. No debate, o curador vai conversar com os alunos sobre a vida e a obra de Chaplin bem como também falar sobre os primórdios do cinema americano e sua consagração como industria do entretenimento em Hollywood. Por fim, a conversa foca no filme previamente visto pelos alunos. A ideia é incentivá-los a fazer perguntas. A ação, somando a sessão e o debate, terá a duração total de 3 horas. A sessão seguida de debate será gratuita. Será oferecido à escola convidada tanto um ônibus para a locomoção de estudantes e professores, bem como o serviço de tradução simultânea de linguagem dos sinais (LIBRAS) – não haverá transmissão online. Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;VI -realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores; O debate será disponibilizado gratuitamente no Youtube, bem como trailers dos filmes programados. Além disso, será permitido que espectadores façam registros do evento e compartilhem online sem autorização prévia por parte do proponente.
José de Aguiar (Curador – Sócio da empresa proponente) - função representada no orçamento pela rubrica "Curador": José de Aguiar é diretor e produtor de cinema e TV há 17 anos. Atua há 12 anos como coordenador geral, curador e produtor executivo de mostras de cinema em centros culturais como Caixa Cultural, CCBB e CineSesc. Na Caixa Cultural foi Produtor ou Curador de mostras como Cine Boliviano, Ken Jacobs, Vanguarda de São Francisco, Making Of, Syberberg, Barbara Hammer, Bertrand Blier, e Diretoras Negras do Cinema Brasileiro. Além disso realizou retrospectivas dedicadas aos cineastas Abel Ferrara, Samuel Fuller, Oscar Micheaux, Francis Ford Coppola, David Lean, Renoir, Cocteau, Antonioni, Spike Lee, Scorsese, Vera Chytilová, Lumiere, Mel Brooks, Fellini, Spielberg e Frank Capra e ainda outras temáticas como o Novo Cinema Pernambucano, Dogma 95, Surrealismo e Vanguardas, Hong Kong e Estúdio Hammer, em espaços culturais como o CCBB e o CineSesc, entre 2012 e 2023. Marina Fonte Pessanha (Coordenador Geral – Sócio da empresa proponente) - função representada no orçamento pela rubrica "Coordenador de produção": Marina Pessanha é formada em Jornalismo pela PUC-Rio e cursou o Máster en Documental Creativo de la UAB (2008/09), na Espanha. Dirigiu e produziu seus primeiros filmes: o curtametragem "Gladys" e o médiametragem "A Moldura" ("El marco", Espanha), produzido e exibido pela TVE Catalunya . Dirigiu o programa de tv "Esquinas", uma co-produção do Canal Brasil. Foi coordenadora de produção das mostras " Abel Ferrara, A Religião da Intensidade", "Samuel Fuller", "Oscar Micheaux", "Francis Ford Coppola" e "O Cinema Total de David Lean" e "Aventura Antonioni", no CCBB. Fez a curadoria da mostra "O Novo Cinema Pernambucano", no CCBB, e a curadoria e a produção da mostra "Surrealismo e Vanguardas", também no CCBB. Fez a produção executiva das mostras "A Vanguarda de São Francisco" e "Ken Julio Bezerra (Produção Executiva – Sócio da empresa proponente) - função representada no orçamento pela rubrica "Produtor executivo" Julio Bezerra é professor do curso de Audiovisual de do PPGCOM da UFMS. Autor de "Documentário e jornalismo" (Garamond, 2014) e “A eterna novidade do mundo” (Garamond, 2019), é crítico de cinema e jornalista, tendo colaborado com uma ampla variedade de publicações: "The Flash!", "Bravo", Cinética", "Revista Programa", etc. Fez a curadoria das mostras "Abel Ferrara, a religião da intensidade" (CCBB) e “Samuel Fuller: Se você morrer eu te mato!” (CCBB) e “O mundo lá fora: O cinema de Jean Renoir” (CCBB). Fez a coordenação e produção executiva de muitas outras mostras de cinema (David Lean, Spike Lee, Vera Chytilova etc.). Produziu o média “Irmãos Grael (ESPN/Brasil) e o longa “Tokio Mao” (2019), de Marina Pessanha. Produziu e dirigiu a série “Esquinas” (Canal Brasil/GloboSat) e os curtas “E agora?” (2014) e “Pontos corridos” (2017). Jaiê Saavedra (Produtor de Cópias - Sócio da empresa Proponente) Jaiê Saavedra é formado em Jornalismo, Publicidade e Cinema pela PUC-Rio e pós-graduado em Cinema e Documentário pela FGV. É roteirista, diretor e editor de filmes e programas de TV. Editou a série Sangue Latino para o Canal Brasil e o longa documentário Arquitetos do Poder, sobre a história do marketing político no Brasil, além de diversas séries para o Multishow, GNT, Discovery e Canal Brasil. Montou o documentário Irmãos Grael para a ESPN e os shows Ney Matogrosso - Atento aos Sinais e Ney Matogrosso - Bloco na Rua. Coproduziu e codirigiu a série em três temporadas Esquinas para o Canal Brasil, dirigiu e escreveu a série De Cara Limpa para o Canal Multishow e roteirizou, dirigiu e foi redator-chefe das três temporadas da série Estranha Mente, também para o Multishow, canal para o qual também atuou como redator-chefe em séries como Vai Que Cola e como redator final em A Vila. Paralelamente escreve e dirige a série de TV Caverna do Caruso para a PlayTV e para YouTube. É curador de mostras de cinemas e produziu diversas retrospectivas para a Caixa Cultural e o CCBB, como Abel Ferrara e a Religião da Intensidade, Cine Boliviano, Dogma 95, O Cinema Total de David Lean, Making-Of, Barbara Hammer: Cinema Lésbico Experimental, Jean Renoir, Cidade em Chamas: O Cinema de Hong Kong, SCORSESE e recentemente a mostra ACORDE! O Cinema de Spike Lee, da qual também foi curador. Recentemente fez a montagem adicional do filme Happy Hour - Verdades e Consequências, editou o longa Tokio Mao - O Último Kamikaze, editou a mini-série documental Procurando Belchior, foi Head de Conteúdo do canal Parafernalha, escreveu a primeira temporada da série Minha Mãe é Uma Peça para o GloboPlay e dirigiu o curta-metragem Copacabana-Auschwitz, documentário finalista do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2019 e menção honrosa do Prêmio Itamaraty no Festival Internacional de Curtas de São Paulo. Rafael Bezerra (Assistente de produção) Gerente de Projeto, Produtor Executivo: “Trônica” (Caixa Cultural, 2012); “Dogma 95” (CCBB, 2015); “Making Of” (Caixa Cultural, 2016); “Cine Rua Farm” (Rio de Janeiro, 2016); e “Sonora: Ennio Morricone” (CCBB, 2018). Como Produtor Executivo assistente: "Abel Ferrara, a religião da intensidade" (CCBB, 2012), Samuel Fuller: Se você morrer eu te mato! (CCBB, 2013), “Oscar Micheaux: O Cinema Negro e a Segregação Racial” (CCBB, 2013), "O novo cinema pernambucano" (CCBB, 2014); "Timon de Atenas" (peça teatral, 2014 e 2016); “Francis Ford Coppola: O Cronista da América” (CCBB, 2015); “Jean Cocteau” (CCBB, 2017); “Som: A História Que Não Vemos” (CCBB, 2017); “Cidade em Chamas: O Cinema de Hong Kong” (CCBB, 2018); “Acorde! O Cinema de Spike Lee” (CCBB, 2018); “A Vida Lá Fora: O Cinema de Jean Renoir” (CCBB, 2018); “Scorsese” (CCBB, 2019); "7 X ARTISTAS" (Livro de arte, 2019); e "Ponto de Cultura Tocando o Rio" (ITV, 2011 - 2020)”. Diretor, Roteirista no curta-metragem “Tá Tudo Bem” (2020). Ana Moraes (revisora e tradutora de textos) Professora de português e inglês, tem ampla experiência em diversos cursos de língua estrangeira e colégios. É mestre em letras pela Universidade Federal Fluminense. É especializada em língua portuguesa pelo Liceu Literário Português. Foi professora do município do Rio de Janeiro, tendo participado do projeto de ensino bilingue criado pela prefeitura. Atualmente é doutoranda pela UFF e professora da escola Maple Bear. Desde 2012, contribui em diversas publicações (incluindo variados catálogos de mostras de cinema), seja como tradutora e ou revisora.
Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.