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Temporadas dos espetáculos teatrais "Bobo" e "Um Fascista no Divã" nas capitais São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.
BoboEspetáculo teatral infantil | Duração: 45min | Classificação indicativa: livreO espetáculo conta a história de Bobo que, em seu quarto, interage com brinquedos que dão vida a personagens de seu cotidiano. Na relação com a mãe, na chegada do irmão recém-nascido, do novo animal de estimação, no primeiro dia de aula com os colegas da escola, ele vai experimentando sensações e conhecendo-se pelos encontros com os outros, e inventando a si mesmo, e civilizando-se. Sem o encontro com a limitação que o outro impõe ao desejo, a palavra liberdade sequer teria significado. A dramaturgia desenvolvida, que prescinde de texto e de falas, traz uma problematização do modelo de narrativa comumente oferecido às crianças. Bobo vem mostrar que é possível contar uma história e oferecer uma experiência teatral potente, valorizando a expressividade e o movimento, as sequências de ação e a manipulação de objetos cênicos, tornando esses aspectos mais que acessórios. Um Fascista no DivãEspetáculo teatral adulto | Drama | Duração: 60 min | Classificação indicativa: 16 anosEspetáculo inspirado na peça escrita pela filósofa Márcia Tiburi e pelo jurista e psicanalista Rubens Casara, que fala acima de tudo do ato de amor que envolve a política de construção do diálogo contra o ódio. Um espetáculo teatral que estabelece essa ponte de significados que visa contribuir para um discurso inclusivo no campo do mundo real, mais ainda em sua concretude no período eleitoral mais importante que o Brasil está prestes a atravessar. Visto que existe uma ameaça concreta e agravante no cenário político brasileiro devido a sua concreta ascensão ao fascismo, esse espetáculo se propõem a elucidar seu conteúdo, buscando como linha de base o teste psicossocial da escala F de Theodoro W Adorno – filósofo que criou a medida autoritária de um sujeito. ME PARAM. FICOPerformance | Duração: 8 horas | Classificação: 14 anosEm 2013, Vinícius Meneguzzi apresentou a performance “Levanto. Caminho. ME PARAM. Fico” pelo vai! cia de teatro, dentro do projeto Sincronário. Durante 24 horas, o artista permaneceu fixo diante de uma TV de tubo, com o público interferindo na imagem transmitida ao vivo. Dez anos depois, a performance reimaginada, intitulada “ME PARAM. fico”, retorna na galeria La Photo, agora em horário comercial (8h às 20h). O performer, sustenta-se sobre um pilar de gesso, segurando um celular em modo selfie com transmissão ao vivo. A obra reflete o peso do tempo no corpo e a busca por um ideal projetado, usando a tela como espelho contemporâneo de informação e comparação.
1) OBJETIVO GERAL: Realizar temporadas do espetáculo infantil "Bobo" e do espetáculo adulto "Um Fascista no Divã" nas capitais São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Serão realizadas 10 sessões de cada espetáculo em São Paulo, totalizando 20 apresentações na cidade; 10 sessões de cada espetáculo no Rio de Janeiro, também somando 20 apresentações; e 04 sessões de cada espetáculo em Porto Alegre, totalizando 08 apresentações. Ao final do projeto, serão concluídas 48 sessões teatrais.2) OBJETIVOS ESPECÍFICOS:2.1) Promover 03 debates gratuitos após sessão de "Um Fascista no Divã", com convidados especialistas em áreas como artes cênicas, psicologia e política (01 debate por cidade percorrida);2.2) Realizar 01 apresentação da performance "ME PARAM. FICO" (somente em Porto Alegre);2.3) Garantir a comercialização de ingressos a preços populares para as apresentações teatrais e performance, com valores que não ultrapassem R$ 50,00;2.4) Viabilizar 07 oficinas artísticas gratuitas, com seleção de participantes por chamada pública e reserva de vagas afirmativas de caráter social para grupos minoritários, comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico, e/ou de caráter educativo para professores e alunos da rede pública de ensino (02 oficinas em São Paulo, 02 no Rio de Janeiro e 03 em Porto Alegre);2.5) Produzir material educativo virtual sobre as ações do projeto, com acesso gratuito para o público geral via QR code;2.6) Assegurar que todas as atividades do projeto sejam acessíveis a pessoas com deficiência (PcD);2.7) Expandir o alcance de público, visando atingir a lotação máxima dos espaços de realização;2.8) Entregar uma produção de excelente qualidade artística e técnica, com profissionais altamente qualificados em todas as áreas.
Em conformidade com o Art. 1º da Lei nº 8.313/91, destacam-se abaixo os incisos nos quais o projeto "CORPO-NARRATIVAS: teatro, performance e diálogo social" enquadra-se:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais» O projeto oferece apresentações teatrais a preços populares, debates e oficinas gratuitas visando o mais amplo acesso de diversos públicos às ações do projeto.V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira» O projeto reúne três solos autorais do artista Vinícius Meneguzzi, cuja trajetória transita entre teatro, dança e performance. Com base em mais de 20 anos de atuação e pesquisa cênica em diferentes linguagens e territórios, os trabalhos apresentados refletem modos diversos de criação e expressão artística, contribuindo para a salvaguarda e o florescimento de práticas culturais brasileiras contemporâneas.VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória» O projeto estimula a produção e difusão de bens culturais por meio das apresentações teatrais, performance, oficinas e material educativo virtual, fomentando a formação cultural, o compartilhamento de conhecimento e a valorização da memória coletiva.IX - priorizar o produto cultural originário do País» Todas as dramaturgias e performances do projeto são de artistas brasileiros, evidenciando a produção cultural nacional e fortalecendo a cena teatral contemporânea do país. Ao valorizar criações genuinamente brasileiras, o projeto contribui para a diversidade e originalidade das expressões artísticas nacionais.Ainda, ao realizar temporadas de dois espetáculos teatrais e a apresentação de uma performance inédita, o projeto "CORPO-NARRATIVAS: teatro, performance e diálogo social" alcança o seguinte objetivo do Art. 3º da referida norma: inciso II - o fomento à produção cultural e artística, por meio da: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
Beneficiários das passagens (nome e/ou função no projeto):1. Vinícius Meneguzzi - ATUAÇÃO2. João Pedro Madureira - DIREÇÃO3. Alexandre Dill - DIREÇÃO4. PRODUÇÃO5. OPERAÇÃO DE LUZ6. OPERAÇÃO DE SOM E PROJEÇÃO» Ocasionalmente, poderá ser necessária a participação de um(a) profissional da equipe de comunicação e/ou acessibilidade nos deslocamentos do grupo.
Bobo- Mesa de controle;- 48 canais no rack - C.I.Tronic 4k;- 12 Par 64 # 1 110v;- 10 Par 64 # 2 110v;- 20 Par 64 # 5 110v;- 12 PCS 1000w;- 07 Elipsoidais ETC 36°;- Cabeamento necessário para ligações do material listado;- Sistema de áudio estéreo cabeado com mesa de som e 03 caixas amplificadas; - 01 CDJ conectado em estéreo ao sistema de áudio;- Cenário: Piso fragmentado e bonecos infláveis (material próprio);- Espetáculo concebido para o formato italianos ou elisabetano.Um Fascista no Divã- 01 lâmpada tubo LED;- 03 softboxes;- 02 luminárias com presilha;- 01 mini spot com pedestal;- 01 lâmpada de cabeça;- linóleo preto;- tela branca ou preta;- 01 máquina de fumaça;- 01 tripé para câmera e teleprompter;- 01 transmissor wireless HDMI;- 01 notebook;- 01 projetor multimídia;- 01 microfone de lapela;- 01 microfone;- 01 pedestal de microfone;- 03 softbox;- 01 banco alto;- 01 mesa redonda alta;- 01 tripé para câmera e teleprompter;- 01 projetor;- o espetáculo não utiliza luz cênica no palco.
O projeto “CORPO-NARRATIVAS: teatro, performance e diálogo social” está alinhado com o Manual de Acessibilidade em Eventos Presenciais, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (2025) e atende às principais condições de acessibilidade e recursos de tecnologia assistiva, conforme o perfil do produto cultural. Todas as apresentações do projeto serão realizadas visando à inclusão de pessoas com deficiência Física, Visual, Auditiva, Intelectual, Psicossocial e Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), de modo a contemplar:I - No aspecto arquitetônico» Realização das atividades prioritariamente em locais com estrutura adequada, como corrimãos, rampas, banheiros adaptados, iluminação apropriada e plateia com reserva de espaços para pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida ou idosas.II - No aspecto comunicacional e de conteúdo do projeto» Audiodescrição para inclusão de pessoas com deficiência visual;» Interpretação em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para inclusão de pessoas com deficiência auditiva;» Monitoria de profissional capacitado para auxiliar pessoas com deficiência intelectual, psicossocial e Transtorno do Espectro do Autismo (TEA).III - No aspecto de comunicação e divulgação acessíveis do projeto» Disponibilização de materiais digitais em formatos acessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas, com uso de Linguagem Simples e recursos de acessibilidade como legendas, audiodescrição e interpretação em Libras.
Em conformidade com a Instrução Normativa MinC nº 23, de 05 de fevereiro de 2025, Seção IV, Art. 46, referente à democratização do acesso, o projeto “CORPO-NARRATIVAS: teatro, performance e diálogo social” prevê para as apresentações teatrais e performance:1) Até 10% dos ingressos para distribuição gratuita promocional por patrocinadores (havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado);2) Até 10% dos ingressos para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;3) Mínimo de 10% para distribuição gratuita com caráter social (grupos minoritários, comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico) e/ou caráter educativo (professores e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior), mediante distribuição realizada por meio de órgão ou entidade representativa do grupo ou comunidade, ou escolas da rede pública de ensino;4) Ingressos em comercialização não irão ultrapassar o valor de R$ 50,00;5) Meia-entrada assegurada para estudantes idosos em todos os ingressos comercializados, a estudantes, jovens de baixa renda, portadores da Identidade Jovem (ID Jovem).E, também em conformidade com a Instrução Normativa MinC nº 23, de 05 de fevereiro de 2025, Seção III, Art. 47, o projeto prevê a adoção da seguinte medida de ampliação de acesso ao público: 6) Realizar, gratuitamente, oficinas artísticas, com seleção de participantes por chamada pública e reserva de vagas afirmativas de caráter social (grupos minoritários, maiorias minorizadas ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico) e/ou caráter educativo (professores e alunos da rede pública de ensino).
BoboDramaturgia e direção: João Pedro MadureiraAtuação: Vinícius Meneguzzi*Concepção: João Pedro Madureira, Maria Luíza Sá e Madureira e Vinícius MeneguzziDireção de movimento: Brenda VillatoroDireção de arte: Julia DeccacheDireção musical: Pedro Coelho e Thainá GalloIluminação: João FragaIlustrações: Alexandre CopêsProgramação visual: Dídi JucáFotos de divulgação: Maíra BarilloUm Fascista no DivãAtuação: Vinícius Meneguzzi*Direção: Alexandre DillDramaturgia e direção audiovisual: Gabriel PontesMúsica: Ian RamilAssistente de produção: Jeferson SilvaDesenho de movimento: Guilherme ConradOrientação corporal: Natália KaramFotos: Júlio AppelME PARAM. FICOCriação, direção e atuação: Vinícius Meneguzzi*Produção executiva: Laura LeãoCenografia: Leonardo Fanzelau Iluminação: Lucca SimasProgramação visual: Didi Jucá*PROPONENTE 17.942.207 VINICIUS MENEGUZZI MELLO - será remunerado no projeto por atividades de atuação, direção, coordenação e ministração de oficinas.VINÍCIUS MENEGUZZI (ATUAÇÃO)Iniciou seus estudos em formação técnica pelo TEPA – Teatro Escola de Porto Alegre, em 2004, desenvolvendo trabalhos como ator de teatro e dança desde então, além de uma ampla pesquisa no campo da performance iniciada em 2009. Realizou graduação em Teatro no Rio de Janeiro pela faculdade CAL em 2017 e, atualmente, estuda pós-graduação em Linguagem Cinematográfica em São Paulo, pela FAAP. Foi cofundador da Cia. Vai! Cia de Teatro em 2008, protagonizando os espetáculos Agora Eu Era (2009), Cara a Tapa (2011) e o solo infantil BOBO (2018), todos com direção de João Pedro Madureira. Na companhia, dirigiu o projeto Sincronário (2013), explorando a linguagem da performance. Fora da sua companhia, já atuou em mais de 20 espetáculos profissionais. Desde então, prepara atores, misturando métodos embasados no trabalho físico de Jerzy Grotowski, Antonin Artaud e Arthur Lessac para atuações no cinema e na televisão. Fez pesquisas individuais na área performática, tendo como resultado as performances Synkronos (2011), orientada por João Pedro Madureira, e Yes We Can (2012). Participou da Mostra de Teatro Hífen, no Rio de Janeiro, com a performance Ferrete (2014). Na Mostra Lume, em Campinas, apresentou a performance O Medo é o Pai da Moralidade (2015) e participou como convidado no lançamento da revista de arte Flow (2016). Realizou sua última performance em Porto Alegre no início da pandemia, intitulada @viasacracovid19. Nos últimos anos, também esteve em dois espetáculos em circuito: Zumzumzum, musical infantil dirigido por João Pedro Madureira, e MedeaMaterial, inspirado na obra do dramaturgo alemão Heiner Müller e dirigido por Alexandre Dill. Recebeu indicações ao Prêmio Açorianos de Teatro na categoria Melhor Ator por MedeaMaterial (2015) e Cara a Tapa (2011). Foi o vencedor do Prêmio Tibicuera de Teatro Infantil nesta categoria por Dois Idiotas (2008), além de ter sido indicado por BOBO (2019). Também foi indicado como Melhor Ator Coadjuvante por Fim de Jogo (2007) e A Roupa Nova do Rei (2010). No Rio de Janeiro, teve indicação de Melhor Ator pela websérie independente Em Nome do Filho, no Rio WebFest de 2016. Atualmente, realiza seu solo teatral Um Fascista no Divã, em parceria com o Grupo Jogo. Transita entre as cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre, onde realiza trabalhos de preparação de atores, tendo assinado a preparação corporal da novela A Dona do Pedaço, da Rede Globo de Televisão, no ano de 2019.JOÃO PEDRO MADUREIRA (DIREÇÃO)Ator, diretor, performer e professor de teatro, com trajetória marcada pela experimentação e pela pesquisa de linguagem nas artes cênicas. Formado em Interpretação Teatral pela TEPA (Teatro‑Escola de Porto Alegre) e em Produção Audiovisual pela PUCRS, também aprofundou seus estudos em clown na École Philippe Gaulier, em Paris, e em dança contemporânea na Peridance, em Nova Iorque. Em 2008, fundou a vai! Cia de Teatro, companhia independente com a qual dirigiu e atuou em diversos espetáculos autorais, como Agora Eu Era, CARA A TAPA, Parasitas, A Roupa Nova do Rei e Bobo, consolidando uma assinatura cênica ousada, que mescla humor, crítica social e invenção formal. Seu trabalho como encenador foi reconhecido com prêmios como o de “Melhor Direção” pelo espetáculo CARA A TAPA, em 2012. Atuando principalmente na cena teatral de Porto Alegre, Madureira destaca-se por uma abordagem multidisciplinar e por sua atuação como formador de novos artistas.ALEXANDRE DILL (DIREÇÃO)Diretor, ator, bailarino e produtor teatral, com forte atuação na cena artística contemporânea do Rio Grande do Sul. Fundador e diretor do GRUPOJOGO de Experimentação Cênica, Dill desenvolve um trabalho autoral voltado à investigação de linguagens híbridas, que transitam entre o teatro, a dança, as artes visuais e o audiovisual. Seu percurso artístico teve início em Cruz Alta (RS), com o Grupo Máskara, e se consolidou em Porto Alegre, onde formou-se ator pela Escola de Teatro Popular da Território da Tribo. À frente do GRUPOJOGO, dirigiu espetáculos que marcaram a cena gaúcha pela originalidade e pelo teor provocador, como Play‑Beckett, Fauno, As Trevas Ridículas e Um Fascista no Divã. Suas criações frequentemente abordam temas políticos e existenciais, desafiando as fronteiras convencionais do palco e convidando o espectador a uma experiência sensorial e reflexiva. Além da criação artística, Dill dedica-se à formação de novos artistas por meio de oficinas e projetos pedagógicos do consolidado GRUPOJOGO.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.