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Este projeto consiste na finalização de produção e temporada do espetáculo "Se ele saísse" contemplando as fases de pré, produção e pós produção. O espetáculo é uma viagem sobre a história do movimento negro brasileiro, centrado na história de uma família que representa a realidade de todo um país. Além do espetáculo, o projeto prevê oficinas de letramento racial.
PRODUTO: ESPETÁCULO DE TEATRO "SE ELE SAÍSSE"Sinopse:Em 1990, Ele da Silva, um jovem homem preto que alegoricamente representa 56% da nação brasileira, vive o drama de renunciar seus sonhos para poder cuidar de sua família. A possibilidade de apenas existir e mergulhar na infinita pluralidade de formas lhe é negada quando o estado de saúde de seu pai se agrava. Em meio a brutal força de marginalização social, ele tenta ser um barricada, um muro de arrimo para que o mundo não desabe sobre sua mãe. Nessa constante tentativa de resistência, assim como seu direito de sonhar, também lhe é cerceado o direito de liberdade. É na total ausência de luz que ele precisa criar uma forma de continuar enxergando o futuro. PRODUTO: ESPETÁCULO DE TEATRO "SE ELE SAÍSSE"Oficina “Letramento Racial: Educação, Consciência e Prática”A oficina “Letramento Racial: Educação, Consciência e Prática” propõe um espaço de formação e diálogo voltado à compreensão crítica das relações raciais no contexto educacional e social brasileiro. Parte-se da premissa de que o letramento racial não se limita ao conhecimento teórico sobre o racismo, mas envolve o desenvolvimento da capacidade de reconhecer, nomear e agir frente às desigualdades raciais que estruturam nossa sociedade.Inspirada em autores e autoras como Nilma Lino Gomes, Kabengele Munanga, Sueli Carneiro e Abdias Nascimento, a oficina busca fortalecer a atuação pedagógica de educadores(as), estudantes e agentes culturais na promoção de uma educação antirracista, alinhada às diretrizes da Lei 10.639/03, que estabelece o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana nas escolas.A proposta combina reflexão crítica, trocas coletivas e práticas pedagógicas aplicáveis ao cotidiano educacional. O objetivo é possibilitar que cada participante desenvolva ferramentas de leitura racial do mundo, compreendendo como o racismo se manifesta nas estruturas sociais, nas linguagens e nos currículos — e como é possível transformar tais espaços em territórios de equidade, pertencimento e valorização das identidades negras.
Objetivos gerais1 - Produzir um espetáculo relevante e oportuno que servirá como uma abertura de diálogo para uma questão de interesse público. 2 - Sensibilizar o grande público sobre a construção do racismo estrutural, sobre o problema social que é o sistema penitenciário e recortes sociais de gênero e raça.3 - Formar público para consumir teatro, atraindo-os pela temática do espetáculo proposto. 4 - Aquecer o mercado artístico, gerando empregos para os profissionais da cultura e valorizando-os.Objetivos Específicos:1. Realizar 30 apresentações do espetáculo.2. Realizar, como ação formativa cultural prevista no art. 32 da IN nº 11, de 30 de janeiro de 2024, 10 oficinas de letramento racial.3. Implementar medidas de acessibilidade física e de conteúdo, como rampas, libras, audiodescrição e legendagem.4. Democratizar o acesso à cultura de qualidade através da distribuição de cotas de ingressos, conforme previsão contida no art. 30, inciso I, da IN nº 11, de 30 de janeiro de 2024, destinadas a escolas da rede pública, ONGs, comunidades carentes, associação de moradores, sindicatos e cooperativas; outros públicos com o mesmo perfil poderão vir a ser contemplados;5. Contribuir na popularização e divulgação deste gênero de teatro, e no incentivo a formação de público e novas plateias;7. Fomentar o mercado da produção cultural e gerar empregos diretos e indiretos no setor cultural e economia local;Este projeto consiste na finalização de produção e temporada do espetáculo "Se ele saísse" contemplando as fases de pré, produção e pós produção. O espetáculo é uma viagem sobre a história do movimento negro brasileiro, centrado na história de uma família que representa a realidade de todo um país. Além do espetáculo, o projeto prevê oficinas de letramento racial.
O projeto "Se Ele Saísse" nasce da urgência de discutir, por meio da arte teatral, temas estruturantes da sociedade brasileira: o racismo, a marginalização social e as liberdades de gênero e orientação sexual. Ambientado na década de 1990, o espetáculo apresenta a trajetória de Ele da Silva, um jovem homem negro que, ao ver seus sonhos interrompidos por um ciclo de desigualdades históricas, revela a face cotidiana da exclusão e da resistência em nosso país.A narrativa, construída a partir da realidade de muitas periferias brasileiras, traz o protagonista no limiar entre o sonho e a sobrevivência. A trajetória de Ele, do mercadinho familiar à prisão injusta, reflete o percurso de uma nação que nega à população negra o direito de sonhar plenamente — e, muitas vezes, o direito à própria liberdade. Essa história pessoal é, ao mesmo tempo, metáfora e denúncia social, ampliando o olhar do público sobre as consequências da desigualdade estrutural.A concepção dramatúrgica se ancora em um amplo processo de pesquisa e referências literárias, cinematográficas e sociológicas. Obras como Estação Carandiru (Dráuzio Varella), Pixote (Hector Babenco) e Gota D’Água (Chico Buarque e Paulo Pontes) oferecem o pano de fundo para a construção da narrativa, enquanto autores como Celso Furtado, Darcy Ribeiro e Guimarães Rosa inspiram o diálogo entre política, economia e identidade nacional. Os dados do INFOPEN, da ONU e da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados compõem o alicerce factual que sustenta a dramaturgia-denúncia do espetáculo.Em um país onde 84% das vítimas de ações policiais são negras e onde 257 pessoas LGBTQIAPN+ foram assassinadas apenas em 2023, "Se Ele Saísse" propõe um espaço de escuta, empatia e reflexão. Ao transpor para o palco as estatísticas que habitualmente permanecem nas páginas dos relatórios, a obra busca ressignificar o olhar do público e transformar dados em rostos, e números em histórias.O espetáculo também propõe um mergulho nas origens históricas das exclusões sociais, revisitando desde a marginalização da classe trabalhadora na Pólis Grega até as formas contemporâneas de segregação nas periferias urbanas. Essa costura dramatúrgica não apenas denuncia, mas explica as engrenagens do racismo estrutural e das outras formas sistêmicas de preconceito e criminalização.Do ponto de vista artístico, "Se Ele Saísse" insere-se em um movimento crescente do teatro nacional que tem explorado o teatro musicado como linguagem potente de denúncia e sensibilização social. Incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91 nos quais a proposta se enquadra:I: Contribuir para facilitar, a todos, o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II: Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III: Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;Objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91 que serão alcançados:II, "c" _ Fomento à produção de espetáculos de música e de artes cênicas;IV, "a" _ Estímulo ao conhecimento de valores culturais, mediante a distribuição gratuita de ingressos, ampliando o acesso ao circuito da cultura;
Referências de pesquisas:O processo criativo deste espetáculo teve sua primeira provocação em 2007 com o contato com o livro “Estação Carandiru” (Dr. Dráuzio Varella - Editora Companhia das Letras - 1999), e que foi ainda mais intensa após o contato com o filme “Carandiru” (Hector Babenco - Globo Filmes - 2003). Estes primeiros momentos de pesquisa renderam esboços de cena e pequenos diálogos. Ainda se alimentando de filmes nacionais, mais três obras entram nas principais referências: “Terra em transe” (Glauber Rocha - Mapa filmes do Brasil - 1967), “Pixote - A lei do mais fraco” (Hector Babenco - HB Filmes - 1981) “Ó pai, Ó” (Monique Gardenberg - Globo Filmes - 2007). “Carandiru” (Hector Babenco - HB Filmes - 1981) A construção do discurso sociológico da obra teve forte influências nas leituras de: “Formação econômica brasileira” (Celso Furtado - Editora Companhia das letras - 1959), “Sobre o óbvio” (Darcy ribeiro - Editora Guanabara - 1986), “Gota D’água” (Chico Buarque e Paulo Pontes - Editora Civilização Brasileira - 1975) “Sagarana” (Guimarães Rosa - Editora Universal - 1946) Quanto às pesquisas que nortearam os pilares da dramaturgia-denúncia: Dados do INFOPEN publicados a partir de Junho de 2019. (Informações estatísticas do sistema penitenciário Brasileiro) Publicação da Comissão de direitos humanos da câmara dos deputados em 06/08/2018: Sistema carcerário brasileiro: negros e pobres na prisão. Publicação UNODC (United Nations Offices on Drugs and Crime) de 20/05/2021: Redução da população carcerária reforça importância de políticas judiciárias: Justiça restaurativa, não punitiva. ALMEIDA, Odilza Lines de.; PAES MACHADO, Eduardo. Processos sociais de vitimização prisional. Tempo Social, revista de sociologia da USP, v. 25, n. 1. 2013. COSTA, Adriano Henrique Caetano. Homem com H: uma etnografia sobre os homens que fazem sexo com homens - HSH na cidade de fortaleza. Diásporas, Diversidades, Deslocamentos. Fazendo Gênero, 2010. CONSTANTINO, P.; ASSIS, S. G.; PINTO, L. W.. O impacto da prisão na saúde mental dos presos do estado do Rio de Janeiro, Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, 21(7):2089-2099, 2016.
PRODUTO: ESPETÁCULO DE TEATRO "SE ELE SAÍSSE"Espetáculo de teatro musicado com releituras de músicas brasileirasDuração: 90 minutosElenco: Quatro atoresPRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL OFICINA “Letramento Racial: Educação, Consciência e Prática”ítulo: Letramento Racial: Educação, Consciência e Prática Carga horária: 4 horas Público-alvo: Educadores(as), estudantes, artistas-educadores(as) e agentes culturais Metodologia: Exposição dialogada, dinâmicas de grupo, análise de materiais audiovisuais, rodas de conversa e construção coletiva de práticas pedagógicas. Objetivo geral: Compreender os fundamentos do letramento racial e desenvolver estratégias pedagógicas e comunicacionais para uma prática educativa antirracista. 1ª Matéria – Contextualização e Diagnóstico: o que é Letramento Racial?Duração: 1h Abordagem:Conceituação de raça, racismo, preconceito e discriminação.Diferenças entre “não ser racista” e “ser antirracista”.O que significa ser letrado racialmente: da consciência à ação.Reflexão coletiva: como o racismo estrutura a sociedade brasileira. Metodologia: Dinâmica de reconhecimento (mapa da trajetória racial), seguida de breve exposição teórica e debate orientado. 2ª Matéria – Educação, Currículo e RepresentaçãoDuração: 1h Abordagem:A presença (ou ausência) das identidades negras e indígenas nos espaços escolares e midiáticos.A Lei 10.639/03 e o papel da escola como agente de transformação social.Análise crítica de livros didáticos, materiais culturais e conteúdos midiáticos. Metodologia: Trabalho em pequenos grupos com análise de materiais visuais e textuais, seguido de socialização e discussão guiada. 3ª Matéria – Linguagem, Cultura e Construção de IdentidadesDuração: 1h Abordagem:Como a linguagem, a arte e a cultura reproduzem e/ou rompem estereótipos raciais.Expressões, imagens e representações no cotidiano escolar.Reconhecimento da produção intelectual, artística e cultural negra e afro-brasileira. Metodologia: Exibição de trechos de obras (música, literatura ou audiovisual) e debate sobre representatividade, com ênfase na valorização das referências negras. 4ª Matéria – Práticas Pedagógicas AntirracistasDuração: 1h Abordagem:Planejamento de ações educativas antirracistas para o contexto de cada participante.Estratégias de letramento racial aplicadas à prática docente e à gestão escolar.Compartilhamento de experiências e criação de um plano de ação individual ou coletivo. Metodologia: Oficina prática colaborativa com elaboração de uma proposta pedagógica ou atividade educativa que contemple os princípios do letramento racial. Encerramento e AvaliaçãoSíntese dos principais aprendizados.Avaliação participativa (fala circular).Entrega simbólica de material de apoio com referências e sugestões de leituras e filmes.
PRODUTO PRINCIPAL – ESPETÁCULO “SE ELE SAÍSSE”- Acessibilidade Física: A produção será realizada em teatros que já disponham de banheiros exclusivos e adaptados para pessoas com deficiência, rampas de acesso em todas as dependências e lugares reservados para cadeirantes, visando ao pleno acesso de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e idosos.- Acessibilidade para Deficientes Visuais: Será reservada áreas especiais nas primeiras fileiras para pessoas com deficiência visual, junto ao seu acompanhante, e será disponibilizado o recurso de audiodescrição em pelo menos 1 (uma) sessão- Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Em pelo menos 1 (uma) sessão, o espetáculo contará com a presença de um intérprete de Libras, posicionado junto ao palco, para atender ao público surdo e com deficiência auditiva.- Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que geram limitações: Serão disponibilizados monitores sensibilizados e treinados para atender, apoiar e receber pessoas com deficiência, auxiliando no acesso ao espaço, na organização do lugar junto ao seu acompanhante e na compreensão da narrativa.- Sessão Azul: Serão realizadas duas (2) sessões adaptadas, denominadas “sessão azul”, ao longo da temporada. Nelas, o volume do som permanecerá mais baixo, as luzes permanecerão levemente acesas, o espaço permitirá a livre circulação pelo corredor e a saída da sala a qualquer momento, e a lotação permanecerá reduzida, aumentando o espaço entre as poltronas. Essas sessões serão sinalizadas pelo símbolo universal do autismo, tanto no material de divulgação quanto na porta de entrada do teatro.PRODUTO SECUNDÁRIO – CONTRAPARTIDA SOCIAL (OFICINA)- Acessibilidade Física: As oficinas serão realizadas em espaços que já contam com banheiros adaptados, rampas de acesso e lugares reservados para cadeirantes, visando ao pleno acesso de pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida.- Acessibilidade para Deficientes Visuais: Se necessário, o material pedagógico de apoio utilizado nas oficinas será impresso em braile, permitindo às pessoas cegas o pleno envolvimento na atividade.- Acessibilidade para Deficientes Auditivos: As oficinas serão realizadas com tradução simultânea em Libras, compartilhada por um intérprete junto ao palestrante.- Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou outras condições especiais: Haverá um monitor sensibilizado e treinado para apoiar, receber e atender essas pessoas, auxiliando tanto no acesso ao espaço quanto na compreensão do conteúdo da atividade.
PRODUTO PRINCIPAL – ESPETÁCULO “SE ELE SAÍSSE”Adotaremos as seguintes medidas de democratização de acesso:- Distribuição gratuita de 30% do total de ingressos para comunidades de baixa renda, escolas públicas, ONGs, comunidades da periferia, grupos culturais, pessoas com deficiência e outras comunidades vulneráveis. Isso permitirá o acesso universal ao espetáculo, removendo barreiras econômicas e compartilhando teatro como expressão da resistência e da consciência racial. (Art. 29, inciso II, e Art. 30, inciso I, da IN nº 11, de 30 de janeiro de 2024)- Comercialização de 20% do total de ingressos a preços populares, sendo o valor da inteira limitado a 3% do salário mínimo vigente, para ampliar o acesso ao maior número de pessoas, principalmente comunidades de baixa renda. (Art. 29, inciso IV, da IN nº 11, de 30 de janeiro de 2024)- Captura de imagens das atividades e do espetáculo, autorizando a veiculação em redes públicas de televisão, redes sociais e outras mídias, aumentando o alcance e compartilhando o valor do teatro junto ao grande público. (Art. 30, inciso IV, da IN nº 11, de 30 de janeiro de 2024)PRODUTO SECUNDÁRIO – CONTRAPARTIDAS SOCIAIS (OFICINA) (Art. 32 da IN nº 11, de 30 de janeiro de 2024)Com o objetivo de compartilhar o processo de criação e montagem do espetáculo, será realizada palestra denominada “O Processo de Criação do Espetáculo Tony – Uma Viagem Pela Música Black no Brasil”.1. A atividade será gratuita, aberta ao público, principalmente a comunidades da periferia, escolas públicas, ONGs, grupos culturais, estudantes de música, teatro, dança e produção, e outras comunidades interessadas.2. Ações como esta ajudam a descentralizar o acesso à informação e formação sobre algo tão relevante quanto o letramento racial.4. A atividade será divulgada pelas redes, imprensa e comunidades envolvidas, sendo destinada principalmente ao público de escolas públicas, comunidades da periferia, ONGs, grupos culturais e ao público em situação de vulnerabilidade.5. A estimativa é atingir pelo menos 1.000 beneficiados gratuitamente compartilhando tanto o making of quanto o valor histórico e simbólico do espetáculo.
Gregory Guilherme Pena - Coordenação geral e direção artísticaAtor, diretor teatral e produtor cultural. Graduando em Produção Cultural pela Universidade Belas Artes. Fundador da Puveita Produções Artísticas (2017), pesquisa culturas regionais brasileiras em projetos de múltiplas linguagens. Criador e diretor de cinco espetáculos autorais e vencedor de editais públicos de incentivo. Atuou como consultor e curador em eventos como Expo Internacional Dia da Consciência Negra (Prefeitura de São Paulo), Festival “Negritudes” e Festival LED (Rede Globo). No cinema, colaborou com a Mostra Internacional de Cinema Negro e o Festival ECOCINE. Ex-integrante do departamento educacional da Fundação OSESP, com experiência na produção de festivais internacionais. Atualmente, é consultor de projetos da ABRACELLO, APEV e Mundo Verde Esportes.Zuba Janaína - Direção cênica e coreógrafacom direção de Miguel Falabella “Dreams Girls”. Diretora Residente “Uma coisa incrível aconteceu a caminho do Fórum” com direção de Miguel Falabella. Diretora Residente do musical “Elvis, a Musical Revolution”, com direção de Miguel Falabella, no Teatro Santander. Coreógrafa de “A Incrível Viagem do Quintal”, primeiro musical do Programa “Quintal da Cultura”, da TV Cultura, com temporada em 2024 no Centro Cultural FIESP. Coreógrafa da “São Paulo Escola de Dança” pelo Módulo Fogo do Curso de Teatro Musical, com coreografias apresentadas no Auditório do MASP e na Pinacoteca Contemporânea de São Paulo. Coreógrafa Residente do Musical “Donna Summer” no Auditório Ibirapuera, com direção de Miguel Falabella. Diretora de movimento e coreógrafa da peça “Samba da Paulicéia e sua Gente”, apresentada no Itaú Cultural. Coreógrafa e ministrante do curso de extensão de “Consciência Corporal através do Movimento e através da Dança”, na SP Escola de Teatro. Coreógrafa e diretora de movimento dos musicais “Como é que diz Eu Te Amo - ao som de Legião Urbana”, apresentado no Teatro Itália/SP, “Nosso Projeto” e “AZAFAMA”, vencedor do Prêmio Arcanjo e do Festival Paulista de Teatro em 2021. Foi coreógrafa da série de animação infantil “Playpolis”, que estreou em 2024. Atriz e bailarina dos musicais “Emoções Baratas”, de José Possi Neto, “Rent”, “Hair”, “New York New York”, “Família Dindim”, entre outros.Guilherme Leal - Direção musicalAtualmente diretor musical de “Dreams Girls” no teatro Santander. Ator e músico, é Bacharel em música pela Universidade Cruzeiro do Sul, formado em regência coral pela Escola técnica Estadual de artes com especialização em condução de coro pela University of North Carolina – Chapel Hill e especializado em produção musical pela Berklee College of Music – Valencia. Como ator, foi Indicado ao prêmio Bibi Ferreira 2022 na categoria de melhor ator coadjuvante por Charlie e a fantástica fabrica de chocolate, esteve também nos espetáculos O Rei Leão, RENT, Castelo Ra-Tim-Bum o musical, Musical Popular Brasileiro, Natasha, Pierre e o grande cometa de 1812, Escola do Rock, Sweeney Todd, Evita Open Air, Once e atualmente faz parte do elenco de Uma Linda Mulher. Paralelo aos palcos é vocal coach e também dublador. Compositor e arranjador vocal de Mundaréu de mim ao lado de Vitor Rocha e assinou a direção musical e arranjos do espetáculo “It’s me: Elton”.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.