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O projeto A MENINA DO CANDEEIRO - FORTALECENDO AS NGOMAS (comunidades batuqueiras) da CIA EMBARCAÇÕES TEATRAIS é sobretudo um projeto de democratização do acesso à cultura popular do Sudeste através da CIRCULAÇÃO do espetáculo de teatro infantil "A Menina do Candeeiro" pautado na PESQUISA DAS MANIFESTAÇÕES AFROBRASILEIRAS do Jongo, Congado e Moçambique tendo, por isso, um forte apelo no que diz respeito a sua contribuição para valorização, preservação e divulgação cultural e artística destas expressões, bem como da FORMAÇÃO DE PÚBLICO PARA A LINGUAGEM CÊNICA. Soma-se a essa circulação as contrapartidas: INTERCÂMBIOS entre os artistas da Cia e integrantes de comunidades de Jongo, Congado, Moçambique e Tambor de Crioula e Boi com sede nos locais de circulação do projeto, além de OFICINAS DE TEATRO e VIVÊNCIAS DOS BATUQUES DO SUDESTE voltadas para educadoras e educadores da rede pública.
Produto: Espetáculo Teatral Infantil O espetáculo teatral infantil "A menina do candeeiro" narra a história de uma menina que carrega seu candeeiro aceso e vê-se de repente sem luz. A peça traz a saga desta menina andarilha em busca de reacender sua chama. Para isso, ela precisa encontrar-se com animais da nossa fauna, depois com crianças e por fim com mulheres sábias, mulheres artesãs e artistas mergulhadas nas tradições do sudeste ou mestras que através dos seus ofícios trarão seus saberes em mensagem cifrada, através de seus cantos de trabalho ou de pontos de jongo, que farão a menina resgatar sua ancestralidade e encontrar por si seu caminho, sua luz. Decifrando as mensagens embutidas em cada encontro, a menina, por fim, descobre como reacender seu candeeiro - metáfora da própria chama da ancestralidade e da vida, que nos aquece, dá sentido ao nosso caminhar e nos faz seguir pelo mundo com passos firmes. A narrativa base para a criação do espetáculo surge inicialmente a partir do livro infantil de Cecília Schucman (lançado em maio de 2023 na Livraria da Vila), inspirado no conto europeu “A menina da Lanterna” de autoria desconhecida. Porém, nesta versão, Cecília Schucman conta com a parceria da musicista e educadora Daniela Munafó para a criação de algumas canções que costuram a narrativa e apoiam-se nas pesquisas de ambas sobre culturas tradicionais do sudeste do Brasil a fim de rechear o conto de imagens do chão brasileiro trazendo uma nova camada de leitura para a narrativa original. Para a criação do espetáculo, a Cia EmbarcAções Teatrais mergulhou ainda mais na pesquisa já iniciada por Cecília e Daniela para a escrita do livro, trazendo a mestra Rosângela Macedo para somar com o grupo em uma imersão no universo da cultura popular do Sudeste, que foi a base para transformar o conto em dramaturgia.
Objetivo Geral: O projeto A MENINA DO CANDEEIRO - FORTALECENDO AS NGOMAS (comunidades batuqueiras) da CIA EMBARCAÇÕES TEATRAIS propõe a CIRCULAÇÃO com 27 APRESENTAÇÕES em 13 cidades de 5 estados brasileiros de um ESPETÁCULO DE TEATRO INFANTIL pautado na PESQUISA DAS MANIFESTAÇÕES AFROBRASILEIRAS do Jongo, Congado e Moçambique tendo, por isso, um forte apelo no que diz respeito a sua contribuição para valorização, preservação e divulgação cultural e artística destas expressões, bem como da FORMAÇÃO DE PÚBLICO PARA A LINGUAGEM CÊNICA. Com presença da MESTRA DE BATUQUES DO SUDESTE, ROSÂNGELA MACEDO, que atua no espetáculo e fez a preparação do elenco, soma-se a essa circulação contrapartidas de 7 INTERCÂMBIOS entre os artista da Cia e integrantes de comunidades de Jongo, Congado, Moçambique e Tambor de Crioula e Boi dos locais de realização do projeto, além de duas contrapartidas formativas voltadas para educadoras e educadores da rede pública através de 5 OFICINAS DE TEATRO: DO TEXTO PARA A CENA - NARRAR, IMPROVISAR, ENCENAR e 5 VIVÊNCIAS DOS BATUQUES DO SUDESTE. Dentro do Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidadeartística e dadiversidade; Objetivos específicos: - Realizar um total de 27 APRESENTAÇÕES GRATUITAS do espetáculo de teatro e cultura popular do sudeste "A Menina do Candeeiro" em teatros, casas de cultura, comunidades quilombolas, jongueiras e congadeiras de 5 Estados Brasileiros: RJ, ES, SP, MG e MA. - Realizar 04 DEBATES após o espetáculo de teatro "A Menina do Candeeiro" para o público em 4 cidades aqui propostas: RJ, MG, ES e MA - Realizar 7 INTERCÂMBIOS CULTURAIS com 2 coletivos de Minas Gerais, 1 coletivo de de São Paulo, 1 coletivo do Rio de Janeiro, 1 coletivo do Espírito Santo e 2 coletivos do Maranhão que são referência em cultura popular do Sudeste ou em Tambor de Crioula. - Realizar 4 VIVÊNCIAS EM BATUQUES DO SUDESTE (uma em cada Estado contemplado por este projeto, exceto MA) voltadas para educadoras e educadores com duração de 6 horas (em dois encontros de 3 horas) sob orientação da mestra Rosangela Macedo e acompanhamento de dois músicos e uma atriz do espetáculo; - Realizar 4 OFICINAS DE TEATRO: DO TEXTO PARA A CENA TERRITORIALIZADA - NARRAR, IMPROVISAR, ENCENAR A PARTIR DE CADA CONTEXTO (uma em cada Estado contemplado por este projeto, exceto MA) voltadas para educadoras e educadores com duração total de 6 horas, podendo ser realizada em 1 encontro de 6 horas ou dois encontros de 3 horas. Orientação de Cecília Schucman e mais uma atriz do grupo.
Para ampliar a VISIBILIDADE e MULTIPLICAR O ACESSO às Culturas de Batuque do Sudeste, PATRIMÔNIOS CULTURAIS da região, bem como à LINGUAGEM TEATRAL, experiência estética pouco vivenciada em muitas das cidades escolhidas neste projeto. Ao conviver com a mestra Rosângela Macedo, nossa Cia foi iniciada nas tradições da CULTURAS DE NGOMA do sudeste. Foi através deste convívio que aprendemos alguns dos significados da palavra "ngoma" que pode traduzir o nome do couro dos tambores, mas também pode ser ampliada para significar uma comunidade, um coletivo de pessoas unidas pelo encontro com os tambores e tradições afrobrasileiras. Este projeto tem o desejo de fortalecer Ngomas já existentes através de intercâmbios culturais bem como aproximar estas culturas do público geral. O espetáculo A MENINA DO CANDEEIRO agrega artistas, em sua maioria negros, envolvidos com cultura popular e teatro. Sua estreia e temporada no Centro Cultural São Paulo se realizou graças ao Edital PROAC 06/2023. Seu enredo traz aos palcos a saga de uma menina que na sua caminhada vai conectando-se ao chão onde pisa e a cada vez que adentra o interior da mata encontra-se também com a cultura local e com sua ancestralidade. Acompanhar essa trajetória é poder tomar coragem para ser uma andarilha em busca de suas raízes no encontro com a terra e a sabedoria das mais velhas. A peça reverberou de forma muito potente nas crianças, dissolveu preconceitos e também abriu espaço para as famílias vivenciarem a diversidade e a história deste chão e das culturas pretas do sudeste, tão asfixiadas e invisibilizadas. A aproximação destas imagens com beleza e poesia pela linguagem teatral pode construir ainda mais pontes e abrir mais caminhos para visibilizar nossa cultura e auxiliar na formação cultural mais plural de crianças e famílias. A ideia é permitir que as crianças desde cedo se encantem pela sua história e tenham coragem de assumi-la para que possam seguir. Diante dessas considerações, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Entendemos TODO ESTE PROJETO como uma GRANDE CONTRAPARTIDA SOCIAL nos 4 estados da região Sudeste onde as culturas do Jongo e Congado são referência e 1 Estado do Nordeste onde a cultura do Tambor de Crioula e do Boi traz diversos paralelos e diálogos com o Jongo e as Congadas. Todas suas ações promovem PERTENCIMENTO E FORTALECIMENTO DOS COLETIVOS DAS COMUNIDADES DE NGOMA, além de fomentar aproximação do público em geral com os saberes das culturas populares e com uma experiência estética a partir da linguagem teatral. A CIRCULAÇÃO com 27 APRESENTAÇÕES GRATUITAS, contemplando 12 cidades no total, já se constitui como outra contrapartida. Escolas, terreiros e comunidades, serão beneficiadas com o espetáculo. Os INTERCÂMBIOS abarcam uma parte sensível deste projeto. Visitaremos 7 comunidades das quais 5 fazem parte da trajetória de formação da nossa mestra Rosangela Macedo e 2 comunidades que ainda gostaríamos de nos aproximar. Estas trocas visam intensificar e fortalecer os trabalhos de cada coletivo na continuidade deste caminho de saberes, beleza e vínculos com nossas raízes e história. Conversas e vivencias farão parte destes encontros com os seguintes coletivos/comunidades: Associação Cultural Jongueira do Tamandaré em Guaratinguetá (SP) Jongo de Cunha (SP) Quilombo da Nossa Senhora do Rosário de Justinópolis (MG) Comunidades de Contagem (Arturos) e de Jatobá (MG) Quilombo de Marambaia ou Grupo Cultural Jongo da Serrinha (RJ) Jongo de São Benedito Sol e Lua de Anchieta (ES) Sociedade Junina Bumba Meu Boi da Liberdade e Boi do Maracanã (MA). As 4 VIVÊNCIAS EM BATUQUES DO SUDESTE bem como as 4 OFICINAS DE TEATRO: DO TEXTO PARA A CENA TERRITORIALIZADA -- NARRAR, IMPROVISAR, ENCENAR A PARTIR DE CADA CONTEXTO visam introduzir os participantes no universo dos saberes das Culturas de Ngoma e das Artes Cênicas além de instrumentalizar educadoras e educadores nestas áreas de conhecimento. Realização de um DOCUMENTÁRIO da trajetória do espetáculo A Menina do Candeeiro abordando a recepção do público pelas cidades contempladas, as vivências e oficinas oferecidas pela Cia e sobretudo os intercâmbios com foco nos (re)encontros da Mestra Rosangela Macedo com seus mestres. Com direção e roteiro de Sergio Oliveira, artista co-fundador da Cia que está imerso no processo todo de pesquisa e criação do espetáculo, e a parceria da produtora Eriba Filmes, o trabalho final será exibido em evento gratuito de finalização do projeto em São Paulo e liberado na plataforma do YouTube.
Não se aplica.
ACESSIBILIDADE Produto: Espetáculo de Artes Cênicas: - Acessibilidade física:Todo o projeto será totalmente acessível, será possível o acesso por meio de rampas, corrimãos, avisos e sinalizações de identificação, de tal modo que o amplo acesso de gestantes, idosos, cadeirantes e de pessoas com dificuldades de locomoção e de seus respectivos acompanhantes, sendo que, todos estes, ainda terão banheiros adaptados e o atendimento especializado. - Acessibilidade para deficientes visuais : Impressão de programa em braile com o descrição das ações do espetáculo.- Acessibilidade para deficientes auditivos : As Apresentações contarão com intérpretes em libras.- Acessibilidade para deficientes intelectuais: Caso alguém do público se apresente solicitando auxílio em razão de qualquer tipo de espectros ou doenças que gerem limitações para apreensão dos conteúdos oferecidos, o projeto disponibilizará 01 profissional especialmente preparados para apoio para que também estes participantes possam acompanhar integralmente as atividades previstas pelo projeto. Produto: Contrapartida Social Acessibilidade física: Os locais escolhidos para realização das ações formativas serão totalmente acessível, será possível o acesso por meio de rampas, corrimãos, avisos e sinalizações de identificação, de tal modo que o amplo acesso de gestantes, idosos, cadeirantes e de pessoas com dificuldades de locomoção e de seus respectivos acompanhantes, sendo que, todos estes, ainda terão banheiros adaptados e o atendimento especializado. - Acessibilidade para deficientes visuais: Impressão de libreto em braile. - Acessibilidade para deficientes auditivos: as palestras contarão com tradução em libras. - Acessibilidade para deficientes intelectuais: Caso alguém do público se apresente solicitando auxílio em razão de qualquer tipo de espectros ou doenças que gerem limitações para apreensão dos conteúdos oferecidos, o projeto disponibilizará 01 profissional especialmente preparados para apoio para que também estes participantes possam acompanhar integralmente as atividades previstas pelo projeto. GARANTIMOS O ATENDIMENTO À PNE EM 100% DAS ATIVIDADES PLANEJADAS PARA O PROJETO
De acordo com o Art. 47 da IN nº 23/2025, iremos adotar as seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);Obs.: Todas as apresentações e ações do projeto serão gratuitas.
Função Proponente no Projeto: A proponente tem como foco a pesquisa, criação e produção de espetáculos teatrais. Fundada em 2013, é responsável pela idealização e execução do projeto. Para a adminstração e gestão do projeto, será contratado profissional experiente no ramo de gestão e produção cultural que acompanhará todas as etapas referentes ao projeto. A empresa proponente será responsável pela contratação da equipe envolvida para as apresentações e circulação do espetáculo e as devidas prestações de serviço. A empresa proponente também fará a produção do projeto, e também receberá recursos das rubricas de produção e administração. Cecília Schucman - Diretora artística, dramaturga e atriz Atriz, diretora, dramaturga, pedagoga do teatro, Pedagoga Griô e Waldorf, contadora de histórias, mediadora de leitura e professora deportugês e alemão. Formada na Escola Livre de Teatro de Santo André como atriz, diretora e dramaturga e pelo Instituto de Pedagogia Waldorf de Witten Annen/Alemanha, em Pedagogia do Teatro e Arte da Fala. É Pedagoga Griô pela Escola de Formação em Pedagogia Griô - Diversitas USP. Como atriz: Vila Itororó- Atacama, memórias e utopias pela Rara Cia, vídeo/ espetáculo direção Luiz Fernando Marques, contemplado pelo 10º prêmio Zé Renato (2019); As três mulheres sabidas, direção André Garolli e Luciana Viacava (2017); Cada um é um Outro, Coletivo Bom de Papo (2018); Brigadeiro de colher, Pé de Moleque e Relicário, Grupo Nhemaria: teatro e memória - Apresentações no Brasil e Alemanha (2011 a 2017); Jex – Jornada especial de hora/aula excedente, orientação de Luiz Fernando Marques com apresentações voltadas para educadores - 2012 a 2018. O Rapto da Princesa e Mil e uma histórias de sereia, sob direção de Sergio Oliveira - Cia EmbarcAções Teatrais (2012 a 2018); Os Meninos e as Pedras de Antônio Rogério Toscano, direção de Juliana Monteiro - Núcleo Entrelinhas de Teatro -APCA de melhor espetáculo jovem, vencedor do premio FEMSA Coca-Cola de melhor espetáculo jovem e melhor autor (2006 a 2008); Muros de J. P. Sartre com Grupo Panóptico, direção de Jorge Spínola, atuando e colaborando no processo de formação de atores junto a presos de regime semi-aberto e egressos do sistema penal (Projeto de Cultura da FUNAP - Teatro nas Prisões - Fase V - 2004); Morte e Vida Severina de João Cabral de Melo Neto sob a Co-direção de Dirk Harms e Hans-Ulrich Ender, montagem com a qual realizou uma turnê por 12 cidades Alemãs (2002); Prometeu Acorrentado de Ésquilo sob a direção de Hans-Ulrich Ender - Festival de Teatro “Feuerzeichen - Forum Theater” (Alemanha - 2002); Os três mal amados de João Cabral de Melo Neto sob direção de Dirk Harms, com refugiados da Instituição Penitenciária de jovens de Iserlohn/Alemanha (2001 a 2003). Como diretora: Godofredo e Alice de Newton Moreno. co-direção com Tatiana Caltabiano pela (Im)pertinente Trupe, da qual é fundadora - Edital Proac de produção inédita de espetáculo Infanto-Juvenil, com estreia no CCSP e duas indicações a prêmio; A última chuva do prisioneiro, exercício cênico inspirado na obra do escritor Moçambicano Mia Couto, apresentado em CEUs e nos teatros João Caetano e Paulo Eiró - 2010. Rosângela Macedo - Mestra em Cultura Popular do Sudeste e musicista Vinda de famílias de brincantes e artesãos afro indígenas brasileiros. É cantora, compositora, percussionista, educadora, produtora cultural, fundadora e coordenadora do coletivo Comunidade Cultural Quilombo Sambaqui, contra-mestre da Companhia de Moçambique de São Benedito e Nossa Senhora do Rosário; e Caixeira do Divino Espírito Santo. Em 1996, teve seu primeiro contato com a cultura das Ngomas (comunidades do tambor) no Grupo Cachuera!, do qual participou durante anos. Nas vivências com grupos ngomeiros tradicionais, como o Batuque de Umbigada de Tietê, Piracicaba e Capivari, o Jongo do Guaratinguetá e de Cunha, os Sambas de Bumbo do interior paulista, os Bumba-Bois maranhenses, assim como as Irmandades Negras de congadeiros de MG como Justinópolis e Arturos, Rosângela buscou aperfeiçoar-se junto a mestres consagrados e seus brincantes. A artista vem assimilando com muita naturalidade tanto os cânones musicais-vocais e a corporalidade das tradições que pesquisa, quanto a sua ritualidade e significados religiosos e simbólicos, assim como sua dimensão comunitária intrínseca. Daniela Munafó - Diretora musical Educadora musical, pianista e compositora. É bacharel em Piano Popular pela Faculdade Santa Marcelina onde cursou também pós-graduação Análise, Composição e Produção de Canção. Possui licenciatura em música pela Faculdade Carlos Gomes e posteriormente formou-se na pós-graduação em Educação Musical na Faculdade Cantareira. Sua trajetória como educadora musical começou seguindo os passos de Teca Alencar de Brito, com quem aprendeu a escutar verdadeiramente a infância. Coordenada por Teca, atuou por três anos no projeto social Um Passo a Mais que levava música para bairros periféricos de São Paulo.Ampliando suas possibilidades como educadora participou do curso Antropomúsica, estudando princípios da Antroposofia e da Pedagogia Waldorf. O encontro com as manifestações da cultura popular mostrou que na reverência à ancestralidade mora um aprendizado único da musicalidade, na trilha desse conhecimento vivo e musical sua pesquisa já passa de duas décadas. Rosana Araújo - Atriz Formada pela Escola Livre de Teatro de Santo André e pela ETEC de Artes, no Curso Técnico de Canto. Fundou o Grupo de Teatro Alumia em 2005, onde desenvolve pesquisa continuada sobre a apropriação de diferentes linguagens no fazer teatral. Em 2010 ingressa no Grupo Cupuaçu onde é dançarina e pesquisadora das tradições populares, atuando também como produtora dos projetos: “GRUPO CUPUAÇU – 30 ANOS CONSTRUINDO UMA TRADIÇÃO”, Edital Cultura Viva, “MATRIZES MIGRANTES QUE DANCAM” Prêmio de Fomento a Dança para Cidade de São Paulo no ano de 2019 e “CORPOS QUE ESCREVEM NA TERRA” Programa de Fomento a Dança para Cidade de São Paulo no ano de 2020. Como arteeducadora realizou trabalho com crianças e adolescentes em situação de risco no Centro de Referência da Criança e do Adolescente – CRECA. Em 2014 ministrou aulas de teatro pelo projeto Mais Cultura nas Escolas, parceria interministerial do MINC e MEC. Atuou como Agente Comunitária de Cultura em 2014/2015, projeto da SMC de São Paulo. Ericka Leal - Atriz Estudou música com especialização em Canto Lírico na Faculdade Paulista de Artes. Participou dos núcleos de pesquisa do Grupo XIX de Teatro, como o processo criativo da peça O amor é uma flor roxa (2011); In cômodos (2017); Tempo de ebulição para uma xicara de chá (2018); A corda, Alice (2019), direção Juliana Sanches. Em 2019, atuou na peça-manifesto, Plantar cavalos para colher sementes, sob a direção de Ronaldo Serruya. Em 2021, atuou junto ao Grupo XIX de Teatro no processo de criação de “Infâmia”. Em 2022, atriz de Parque Industrial espetáculo de teatro baseado no romance proletário de Mara Lobo - Patrícia Galvão – Pagu, e integrou-se ao elenco dos espetáculos Hysteria e Hygiene do Grupo XIX de Taetro. Já em 2023, como atriz co-criadora do espetáculo “Até quando você cabe em mim”. Sergio Oliveira - Musicista, sonoplasta e iluminador Sergio Oliveira é diretor, sonoplasta, ator, arte educador de música e teatro, designer de som e luz para teatro. Estuda licenciatura em história na Faculdade Claretiano e é formado pela Escola de Artes Cênicas sob coordenação de Nelson Madella, como designer sonoro pelo SENAC e pelo SESC/CPT. Estudou dramaturgia com Luiz Alberto de Abreu (ELT) e José Rubens Siqueira; Voz e instrumentos pela universidade Livre de Música (ULM); Sonoplastia pelo SESI-SP; Sonoplastia para Cinema pelo Cine SESC; Iluminação teatral com Guilherme Bonfante, Davi de Brito e na Companhia do Latão; Participou do Núcleo de iluminação SESI sob coordenação de Débora Dubois; Estudou direção teatral com Atílio Garreti e atuação com Jorge Julião; Como diretor, dramaturgo e compositor de trilha original dirigiu O Rapto da Princesa e Mil e uma histórias de sereia pela Cia Embarcações da qual é co- fundador. Como Sonoplasta e iluminador trabalhou com diretores como Juliana Monteiro, Roberto Lage, Antunes Filho, Francisco Medeiros, Rodrigo Mateus, Jorge Spínola e outros. J.E. Tico Gomes - musicista e bonequeiro É bonequeiro, aderecista, músico percussionista com experiência em instrumentos de cordas e percussão: Ritmos Populares, Cubanos, Africano. Instrumentos de cordas: Cavaco, Viola Caipira, Violão, Ukulele, Banjo. Iniciou seus estudos como bonequeiro em 2003 em uma longa e intensa oficina ministrada pelo grupo Sobrevento contemplada pela Lei se Fomento ao Teatro da Cidade de São Paulo. Atualmente, cursa Musicoterapia na FMU. No Grupo Mão na Luva atua como Bonequeiro e Ator Manipulador. Tati Caltabiano - Produtora Atualmente, é produtora do projeto TYBYRA - Uma Tragédia Indígena Brasileira, do artista Juão Nyn, contemplado pelo Funarte Retomada ao Teatro/2023, produtora do espetáculo “Aquele Trem” da Cia. DesaFRONTe. Em 2022, assinou a direção de produção do curta-metragem “Amor Marginal ou Quando o Amor não respira”, da Arenga Filmes contemplado pelo Proac/2021 Prêmio Estímulo ao Curta-Metragem. Produziu o projeto contemplado pelo Proac/2020 - Dramaturgia Inédita: Tybyra – Uma Tragédia Indígena Brasileira do artista Juão Nyn. Em 2016/2017 realizou produção do espetáculo Feminino Abjeto com direção de Janaína Leite, em cartaz na Vila Maria Zélia, Sesc Belenzinho, Teatro Centro da Terra, Festival Santista FESTA, Teatro de Contêiner, Centro Cultural da Diversidade, Espaço Viga e Teatro Alfredo Mesquita. Produtora do espetáculo A menina do Candeeiro da Cia Embarcações, contemplado pelo Proac Infanto/Juvenil para espetáculos inéditos 2023. Há 18 anos trabalha na cidade de São Paulo com diversos artistas e coletivos teatrais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.