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Propomos a edição de um livro JARDIM DE ESCULTURAS JOÃO TURIN sobre a criação do Memorial Paranista e Jardim de Esculturas João Turin, no Parque São Lourenço, em Curitiba, exaltando a importância desse artista no cenário artístico brasileiro, a fim de preservar a sua memória e contribuição ao patrimônio cultural imaterial do Paraná. O projeto também pretende dar ênfase ao processo inédito de ampliação das obras que compõem o acervo do local, tornando-o um dos pontos de maior destaque no circuito turístico da capital paranaense.
O livro Jardim de Esculturas João Turin tera como tema o a vida e Obra do escultor Joao Turin. A memória coletiva constrói-se com base na recordação e preservação de eventos históricos, considerando o contexto social e de tempo. A memória não é criada de forma espontânea, por isso é preciso reunir vestígios, registros e testemunhos para que ela se aproprie do papel de preservar a identidade de um grupo. Para além de ornamentar a cidade com as obras de João Turin, é preciso contar sua história, imprimir sua marca no registro histórico paranaense, dando-lhe o merecido destaque como o maior escultor animalista brasileiro de todos os tempos.É justo contar aos que perpassam o belo espaço construído em sua homenagem, quem foi esse homem, o significado do seu trabalho, bem como sua influência no movimento Paranista. É fundamental que as gerações futuras aprendam sobre o legado do escultor, honrando e valorizando a cultura paranista, sem deixar que a construção dessa história seja esquecida.O livro contextualizará a Curitiba de diferentes épocas, sobrepujando o movimento e atmosfera locais, a partir de acontecimentos históricos e artísticos, enfatizando a técnica utilizada por Turin, em paralelo com as modernas técnicas aplicadas para ampliar as obras que compõe o Jardim de Esculturas que leva seu nome. A obra também visa dar destaque às obras que compõe o espaço, muitas delas fundidas graças ao processo de revitalização e resgate histórico do acervo do artista, realizado a partir de 2012, em caráter inédito.Em quase cinco décadas de atividade artística, o paranaense João Turin foi um dos grandes expoentes da escultura animalista do país. Ainda assim, suas representações em bronze de onças, tigres, cobras, entre outros animais, formam apenas uma parcela da produção desse artista, que criou também bustos e baixos relevos de personalidades históricas, monumentos, pinturas e desenhos, muitos dos quais intimamente ligados à cultura e à natureza do estado do Paraná.Quem foi João Turin? Nascido em Porto de Cima, município de Morretes, no litoral do Paraná, Turin frequentou a Escola de Artes e Indústrias. Em 1905, com bolsa de estudos do Governo do Paraná, o artista parte para a Bélgica e se matricula na Real Academia de Belas Artes de Bruxelas. Lá permaneceria até 1911, ano em que se transferiu para Paris, onde ficaria os dez anos seguintes e onde estabeleceu contato com colegas como Auguste Rodin, Amedeo Modigliani, Isadora Duncan, Claude Debussy (de quem fez a efígie em baixo-relevo), entre outros. Ainda na capital francesa, executou baixos relevos de Olavo Bilac e Epitácio Pessoa, que posaram pessoalmente para o artista, e expôs algumas vezes no Salon des Artistes Français, e obteve menção honrosa pela peça “Exílio”, de 1912. Quando retornou ao Paraná, João Turin montou seu ateliê em Curitiba e encontrou a discreta cena artística local altamente envolvida com o Paranismo, um movimento que seguia os moldes de outros regionalismos artísticos e culturais no Brasil do auge da era modernista.
O resgate de um legado de mais de 400 obras Desde 2011, quando os direitos patrimoniais sobre as obras de João Turin (1878-1949) foram adquiridos pela Família Ferrari Lago e passaram à guarda da SSTP Investimentos Ltda, foi iniciado um resgate de ponta a ponta de seu legado artístico, algo até então inédito na área de artes no Brasil. Além de esculturas, foram também resgatadas pinturas, desenhos, projetos de design (inclusive em arquitetura e moda), esboços e outros trabalhos. Uma fundição foi montada para produzir originais inéditos em bronze (pois a maioria das obras deixadas pelo artista estava em gesso). Na mesma época, outra equipe, coordenada pelo professor, escritor e crítico de arte José Roberto Teixeira Leite, realizava uma minuciosa pesquisa histórica, que resultou na biografia "João Turin: Vida, Obra, Arte". Como desdobramento destas pesquisas, foi descoberta na França uma de suas obras mais relevantes, feita em 1917. Tratava-se de "Pietá", que Turin produziu quando morava na Europa. Dada como perdida, a escultura sobreviveu aos bombardeios da Segunda Guerra Mundial. Em 2013, uma equipe foi mobilizada até o local (na Igreja de Saint Martin, na cidade Condé-sur-Noireau) para realizar um molde da obra. Assim, foi possível fazer a fundição de um exemplar em bronze no Brasil, que hoje pode ser apreciado no Memorial Paranista, em Curitiba. Este trabalho de resgate artístico foi registrado no documentário "A Pietá de João Turin" Também em 2013, quando o Papa Francisco visitou o Brasil, o pontífice recebeu como presente oficial do governo brasileiro um exemplar da escultura "Frade Lendo", de João Turin. Em junho de 2014, seu legado foi prestigiado pelas 266 mil pessoas que visitaram "João Turin _ Vida, Obra, Arte", uma das exposições mais visitadas da história do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, que ficou em cartaz por 8 meses e foi citada em um ranking da revista britânica The Art Newspaper. Esta exposição também recebeu o Prêmio Paulo Mendes de Almeida, da ABCA - Associação Brasileira de Críticos de Arte, de melhor exposição do ano, e teve uma versão condensada, exibida em 2015 no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, e em 2016 na Pinacoteca de São Paulo. Os trabalhos do artista compõem acervos de 15 museus e instituições do Brasil, além de possuir obras em locais públicos do Paraná, Rio de Janeiro e França. O local que possui mais obras para apreciação é o Memorial Paranista, um espaço dedicado a manter viva sua obra e a arte, em Curitiba, com exposição permanente de cerca de 100 obras.
A escultura animalista, que no século XIX um artista de gênio como Barye elevara à condição de grande arte, entre nós brasileiros não teria tido escultores, não fora João Turin (1878 _ 1949). De fato, esse escultor paranaense, a despeito do muito que produziu em quase cinquenta anos de trabalho, destacou-se acima de tudo pelas onças, tigres, leões, tapires, cobras, cães e outros animais, ferozes ou domésticos, que imortalizou no bronze, representados ora em repouso, ora em acirrados combates, sempre com agudo senso de observação, e assumindo evidentes conotações simbólicas.Mesmo com a formação europeia e a sólida carreira construída em solo brasileiro, digna de prêmios e honrarias, João Turin ainda soa como um desconhecido a muitos de seus conterrâneos. Por isso, a necessidade de divulgar sua história e sua arte, a fim de promover o reconhecimento que lhe é de direito. Para isso, o livro se mostra o meio perfeito para imortalizar um personagem e seus atos, registrando a sua importância na formação da identidade de um grupo.A memória coletiva constrói-se com base na recordação e preservação de eventos históricos, considerando o contexto social e de tempo. A memória não é criada de forma espontânea, por isso é preciso reunir vestígios, registros e testemunhos para que ela se aproprie do papel de preservar a identidade de um grupo. Para além de ornamentar a cidade com as obras de João Turin, é preciso contar sua história, imprimir sua marca no registro histórico paranaense, dando-lhe o merecido destaque como o maior escultor animalista brasileiro de todos os tempos.É justo contar aos que perpassam o belo espaço construído em sua homenagem, quem foi esse homem, o significado do seu trabalho, bem como sua influência no movimento Paranista. É fundamental que as gerações futuras aprendam sobre o legado do escultor, honrando e valorizando a cultura paranista, sem deixar que a construção dessa história seja esquecida.O livro contextualizará a Curitiba de diferentes épocas, sobrepujando o movimento e atmosfera locais, a partir de acontecimentos históricos e artísticos, enfatizando a técnica utilizada por Turin, em paralelo com as modernas técnicas aplicadas para ampliar as obras que compõe o Jardim de Esculturas que leva seu nome. A obra também visa dar destaque às obras que compõe o espaço, muitas delas fundidas graças ao processo de revitalização e resgate histórico do acervo do artista, realizado a partir de 2012, em caráter inédito.Em quase cinco décadas de atividade artística, o paranaense João Turin foi um dos grandes expoentes da escultura animalista do país. Ainda assim, suas representações em bronze de onças, tigres, cobras, entre outros animais, formam apenas uma parcela da produção desse artista, que criou também bustos e baixos relevos de personalidades históricas, monumentos, pinturas e desenhos, muitos dos quais intimamente ligados à cultura e à natureza do estado do Paraná.O projeto se justifica com o seu caráter de registro histórico-cultural, em que são previstos o resgate, a ordenação, a documentação e a divulgação da obra de um dos grandes artistas plásticos brasileiros do século XX. Tal publicação, além de voltar-se ao público interessado, servirá também como fonte de pesquisa a respeito de João Turin e do seu período de produçáo artística, entre as décadas de 1900 e 1940.Quem foi João TurinNascido em Porto de Cima, município de Morretes, no litoral do Paraná, Turin frequentou a Escola de Artes e Indústrias. Em 1905, com bolsa de estudos do Governo do Paraná, o artista parte para a Bélgica e se matricula na Real Academia de Belas Artes de Bruxelas. Lá permaneceria até 1911, ano em que se transferiu para Paris, onde ficaria os dez anos seguintes e onde estabeleceu contato com colegas como Auguste Rodin, Amedeo Modigliani, Isadora Duncan, Claude Debussy (de quem fez a efígie em baixo-relevo), entre outros. Ainda na capital francesa, executou baixos relevos de Olavo Bilac e Epitácio Pessoa, que posaram pessoalmente para o artista, e expôs algumas vezes no Salon des Artistes Français, e obteve menção honrosa pela peça "Exílio", de 1912. Quando retornou ao Paraná, João Turin montou seu ateliê em Curitiba e encontrou a discreta cena artística local altamente envolvida com o Paranismo, um movimento que seguia os moldes de outros regionalismos artísticos e culturais no Brasil do auge da era modernista.
Especificações técnicas do livro:96 paginas. 3000 exemplares.Livro formato fechado 20,5 x 20,5 cm, capa em cartão 250g, laminação fosca, 4 x 4 cores, Orelhas de 8 cm.Miolo 20,5 x 20,5 cm 96 páginas em couché fosco 115g 4 cores.)
O JARDIM DE ESCULTURAS JOÃO TURIN é o novo aparelho cultural da Prefeitura Municipal de Curitiba e conta com todas as facilidades de acesso ao portadores de necessidades especiais.Nossa Oficina de Contrapartida compreenderá diferentes momentos sensoriais de imersão na obra de João Turin: histórico, lúdico e prático, com atividade prática em argila, possibilitando a inclusão de escolas que atendam também deficientes visuais.
- Destinar até 20% da tiragem a bibliotecas públicas do Paraná, bem como a bibliotecas das escolas do sistema público de ensino, a fim de divulgar o legado do artista;- Desenvolver 10 oficinas gratuitas teóricas/prática em argila com 1h30 minutos de duração, para até 30 crianças da rede municipal de ensino, a serem realizadas no Jardim de Esculturas no Memorial Paranista, com a distribuição de kits com a temática Paranista, como forma de incentivo às artes e cultura. Cada oficina compreenderá diferentes momentos sensoriais de imersão na obra de João Turin: histórico, lúdico e prático, com atividade prática em argila. acompanhará a atividade prática. Criação de Folder didatico A4 que acompanhará a atividade prática. Criar atividades, como por exemplo: caça-palavras, quiz, palavras cruzadas, jogo dos 7 erros, ligue os pontos e encontre a figura. Todas as atividades com a temática voltada para a obra de João Turin adequadas dentro do espaço do folder.
Edição e CuradoriaSamuel Ferrari Lago Jornalista, músico, administrador de empresas, produtor de rádio e empreendedor cultural atuante há 40 anos. Curador do projeto “Os 4 elementos da nova música do Paraná”, o qual distribuiu gratuitamente 320.000 CD’s de artistas paranaenses em parceria com o jornal Gazeta do Povo. Criador e co-apresentador do Radiocaos, programa que divulga músicos e poetas de Curitiba. Dirigiu o projeto de recuperação e digitalização do acervo do Jornalista Aramis Millarch, que disponibilizou mais de 2.000 horas de áudio de 600 entrevistas realizadas nas décadas de 70, 80 e 90. Diretor do Ateliê João Turin. Produtor do Documentário “O Resgate da Pietá de Turin” na França, em 2014. Coordenador do livro biográfico “João Turin – Vida, Obra, Arte”, de autoria de José Roberto Teixeira Leite, vencedor do prêmio Sérgio Milliet de 2014, concedido pela Associação Brasileira de Críticos de Arte, como melhor pesquisa publicada. Coordenador Geral da Exposição JOÃO TURIN – VIDA, OBRA, ARTE no Museu Oscar Niemeyer, que se consagrou como a exposição mais visitada da história do MON, ganhadora do prêmio Paulo Mendes de Almeida, de Melhor Exposição de 2014, pela ABCA. - Coordenador das Exposições do artista João Turin no Museu Nacional de Belas Artes e na Pinacoteca de São Paulo. Atualmente, é presidente do Instituto de Apoio à Orquestra Sinfônica do Paraná, entidade sem fins lucrativos que apoia as ações da Orquestra Sinfônica do Paraná.Rodrigo Barros Homem Del Rei: coordenacao do projetoNasci em Brasília em 1963 e sou residente em Curitiba desde 1979. Toquei em meia dúzia de bandas , todas relevantes culturalmente e de relativo sucesso: Fio de Prumo (Brasília) 1977-79 , Contrabanda Enterprise Corporation de 1980 - 82, Los Suaves 1996 - 97, Adoráveis Cantores Românticos Incuráveis 1992 - 94. Beijo AA Força 1983 a 2016 , Maxixe Machine 1995 a 2019. Orquestra Sem Fim 2019-...Compus duas dezenas de trilhas para teatro , principalmente para a Cia Sútil de Teatro, de Felipe Hirsh em mais de 17 peças encenadas com grandes atores do Brasil.Para o Cinema estive metido em muitos curtas, e escrevi , produzi e roteirizei o filme Barbabel. Ao longo dos anos fiz trilhas para longas metragens, como O Filho Eterno. de Paulo Machilini, Curitiba Zero Grau, de Elói Pires Ferreira, Satyrianas , de Fausto Noro, Insolacão, de Felipe Hirsch, Deserto, de Gui Webber, Somebody Clap For Me, de Luciana Farah.Na TV produzi e apresentei o Programa de Videoarte e Cultura na TV Videocaos temporada 2014/2015, na ÓTV. Fui produtor de espaço durante 12 anos na mostra oficial Festival de Teatro de Curitiba. Fui curador e diretor de produção do sétimo e do oitavo Perhappiness.Fiz crítica musical em diversos jornais e periódicos da capital. Fundei a GRANDE GARAGEM QUE GRAVA - que produziu dezenas de CDs gratuitamente para compositores de Curitiba.Sou também radialista desde 1985. Fiz o Radio Ataque (1985 - 87) produzido em conjunto com o Museu da Imagem e do Som na Radio Estadual. Produzo há 20 ANOS o programa RADIOCAOS (2hs de duração , semanal) , que vai ao ar na 97.1 E-paraná em Curitiba e no Rio de Janeiro na Radio Cullt FM, Radio Zero Lisboa, Radio Técnica Maputo (Moçambique), Recife, Aracaju, Nova Iorque e Santa Cruz do Rio Pardo. Programa que hoje possui a maior coleção de Poesia gravada do Brasil, além de conteúdo de mais de 300 vídeos em alta definição com Poetas de todo lugar, disponibilizado gratuitamente no site radiocaos.com.br.Produzi a digitalização do ACERVO ARAMIS MILLARCH 30 ANOS DE JORNALISMO CULTURAL, que resultou em 800 horas de entrevistas em acervo livre e público.Produzi uma dezena de clipes de bandas psychobillies no projeto PSYCHO CIRCUS . Durante a Pandemia produzi e editei 13 videoclipes autorais , os CORONA SONGS, com artistas diversos.Já fui escritor - de junho de 2006 a dezembro de 2008 - de coluna semanal no jornal Gazeta do Povo . Cheguei a editar e produzir alguns livros.Também fui Produtor Iconográfico Digital do livro Joao Turin Vida E Obra. Produzi a trilha sonora e as artes digitalizadas na exposição sobre João Turin no Museu Oscar Niemeyer. o- editor dos Livros "Flores em Vida"(2024) de Solda & Machesini e do livro de poesia épica Os 12 Trabalhos de Hercules"(2023)Renata Sklaski: producao executivaBacharel em Comunicação Social – Jornalismo, com especialização em Comunicação Estratégica e Negócios, ambos pela PUC/PR.Profissional com mais de 10 anos de experiência no mercado editorial, participante do processo de produção editorial de mais de 50 livros literários. Sólido conhecimento em todas as etapas da cadeia do livro, desde o editorial até o de lançamento. Entre os projetos já executados, o livro “100 anos de um Hospital de Crianças”, lançado em 2020 via lei de incentivo, no qual atuou como coordenadora editorial. A obra conta a história do Hospital Pequeno Príncipe, a maior instituição pediátrica brasileira.Escreve e edita conteúdos digitais para portais brasileiros de educação e turismo, além de freelancers corporativos e projetos especiais.Alexandre Costa Nascimento: pesquisa e produção da narrativaFunção: escritor Jornalista, especialista em Geopolítica e Relações Internacionais, mestre e doutorando em Estudos Africanos pelo ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa.É pesquisador bolsista do Centro de Estudos Internacionais do Instituto Universitário de Lisboa (CEI-IUL). Colaborador do site Por Dentro da África e co-host do Por Dentro da África Podcast. Autor do livro “Mais que um Leão por Dia” (Nossa Cultura, 2015) sobre a experiência de ser o primeiro ciclista brasileiro a cruzar o continente pedalando do Cairo à Cidade do Cabo no Tour d’Afrique. Co-autor do livro “Leleco, peça ausente” (LGE, 2008), biografia do jornalista Haroldo Cerqueira Lima e escritor ghostwriter.Criador e publisher do blog Ir e Vir de Bike, na Gazeta do Povo, onde escreveu entre 2011 e 2015 sobre mobilidade urbana sustentável, cicloturismo e cicloativismo. Ministrou dezenas de palestras e seminários sobre mobilidade urbana, segurança no trânsito e cicloativismo em fóruns, empresas e universidades no Brasil e no exterior. Entre 2008 e 2013, trabalhou como repórter e editor no jornal Gazeta do Povo (Paraná).João Angelo Belotto Filho: projeto gráficoFunção: designer gráfico Bacharel em Design Gráfico pela UTP/PR, com especialização em História Social da Arte pela PUC/PR e mestrado em História, Linha de pesquisa: Arte, memória e narrativa pela UFPR.Experiência em branding, design, publicidade e propaganda, marketing digital, comunicação visual, criação de identidades visuais, endomarketing, marketing direto, eventos, anúncios publicitários, sinalização, comunicação, diagramação e fotografia.Responsável pela diagramação de inúmeros livros, entre eles “João Turin – Vida, Obra, Arte” (Nossa Cultura, 2014), que foi eleito o melhor livro de arte do ano pela ABCA (Associação Brasileira de Críticos de Arte).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.