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PRONAC 2510758Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Aprendi a Dançar

SUPERFICIE DE EVENTOS LTDA.
Solicitado
R$ 1,44 mi
Aprovado
R$ 1,44 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-02-02
Término
2026-11-30
Locais de realização (2)
Belo Horizonte Minas GeraisSão Paulo São Paulo

Resumo

Realização da temporada do espetáculo Aprendi a Dançar, monólogo híbrido entre dança e teatro que investiga o corpo como arquivo e linguagem poética. O projeto prevê apresentações em São Paulo e Belo Horizonte, além de oficinas gratuitas voltadas a estudantes e educadores. Inclui recursos de acessibilidade, ações formativas e medidas de democratização de acesso compatíveis com seu objeto.

Sinopse

EspetáculoAprendi a Dançar é um espetáculo solo de teatro e dança contemporânea que investiga o corpo como arquivo, linguagem e território de aprendizado. A obra propõe uma reflexão sobre o processo de formação e amadurecimento de um artista, explorando a relação entre gesto, palavra e silêncio como matéria poética e espaço de descoberta.A encenação se estrutura a partir de três elementos simbólicos — a barra, o espelho e o chão —, que compõem o espaço cênico e acompanham o percurso do intérprete. Esses objetos, montados e desmontados ao longo da peça, representam as etapas de disciplina, enfrentamento e entrega, traduzindo fisicamente o processo de construção de um corpo que aprende, erra e se reinventa em cena.Dirigido por Caetano Vilela, o espetáculo constrói uma experiência sensorial em que luz e som funcionam como extensões do corpo. Em um cenário minimalista, o intérprete se move entre o visível e o invisível, transformando o espaço em campo de escuta, resistência e presença.Com atuação de Leonardo Bertholini, Aprendi a Dançar articula teatro e dança para pensar o corpo como lugar de memória e transformação. O projeto realiza temporadas em São Paulo e Belo Horizonte, totalizando 30 apresentações (20 em São Paulo e 10 em Belo Horizonte), além de seis oficinas gratuitas de corpo e criação, mediações pós-espetáculo e sessões acessíveis com LIBRAS e audiodescrição, promovendo diálogo entre arte, formação e público.OficinasAs oficinas de corpo e dramaturgia propõem uma imersão nos processos de composição do espetáculo Aprendi a Dançar, articulando prática e reflexão sobre o corpo como linguagem e memória. Conduzidas pela equipe artística, as atividades abordam escuta, movimento, presença e relação entre gesto e palavra, incentivando o diálogo entre dança, teatro e escrita corporal.Voltadas a estudantes, educadores e jovens artistas, as oficinas têm caráter introdutório e experimental, priorizando a participação de pessoas da rede pública de ensino e de coletivos locais. Cada encontro combina exercícios de consciência corporal, improvisação e partilha de processos, estimulando a criação individual e coletiva como forma de aprendizado e expressão.Serão realizadas seis oficinas gratuitas — quatro em São Paulo e duas em Belo Horizonte — com duração média de três horas cada, nos teatro em que a peça será realizada ou em espaços culturais parceiros. A iniciativa integra as ações de democratização de acesso e formação de público do projeto.

Objetivos

Objetivo GeralRealizar a temporada e circulação do espetáculo Aprendi a Dançar, monólogo híbrido entre dança e teatro que investiga o corpo como arquivo e linguagem poética. O projeto busca promover o acesso à produção cênica contemporânea e à formação de público por meio de ações integradas de criação, difusão, mediação e formação, ampliando o diálogo entre artistas, educadores e comunidades locais.Objetivos Específicos- Montar e apresentar o espetáculo Aprendi a Dançar, realizando 20 apresentações em São Paulo e 10 em Belo Horizonte, em espaços culturais adequados à linguagem da dança contemporânea e do teatro físico, com capacidade média de 200 pessoas, totalizando 6 mil espectadores ao longo das 30 apresentações.- Consolidar o processo de criação artística, integrando equipe multidisciplinar (direção, dramaturgia, iluminação, sonoplastia, cenografia, acessibilidade, produção) e garantindo condições técnicas e estéticas compatíveis com o conceito da obra.- Oferecer seis oficinas gratuitas (quatro em São Paulo e duas em Belo Horizonte) voltadas a estudantes, educadores e jovens artistas, abordando corpo, movimento, escuta e composição cênica. Público de 20 participantes por oficina, totalizando 120 beneficiários.- Realizar mediações e conversas pós-espetáculo, promovendo trocas entre artistas, público e agentes culturais locais, estimulando o pensamento crítico sobre arte, corpo e sociedade.- Oferecer experiência prática a cinco estagiários, promovendo sua imersão no processo criativo e produtivo de uma montagem teatral contemporânea, sob orientação da equipe profissional do projeto.- Implementar medidas de acessibilidade (tradução em LIBRAS, audiodescrição, material impresso em braile e versão digital acessível), garantindo participação de pessoas com deficiência em atividades artísticas e formativas.- Adotar medidas de democratização de acesso, oferecendo oficinas e mediações gratuitas e bolsas de estágio nas áreas de produção, técnica e comunicação, priorizando estudantes da rede pública e jovens profissionais em formação.- Garantir contrapartida social obrigatória, destinando no mínimo 10 % dos ingressos a alunos e professores de escolas públicas, acompanhada de mediações e atividades pedagógicas.- Assegurar a circulação interestadual, promovendo a itinerância entre as cidades de São Paulo e Belo Horizonte, com logística sustentável e planejamento integrado de transporte e hospedagem.- Desenvolver estratégias de comunicação e divulgação, contemplando assessoria de imprensa, design gráfico e presença digital acessível, de modo a alcançar públicos diversos e ampliar o impacto das ações.- Registrar e documentar as ações (fotografia e relatórios descritivos), garantindo material técnico e pedagógico para prestação de contas, avaliação de resultados e memória do processo.- Fortalecer a profissionalização da equipe, oferecendo experiência prática remunerada a artistas e técnicos, valorizando o trabalho em rede e contribuindo para o desenvolvimento do setor cultural independente.- Garantir transparência e eficiência na gestão do projeto, cumprindo as etapas de apresentação, análise/aprovação, execução, acompanhamento/monitoramento, prestação de contas e avaliação de resultados, em conformidade com a Instrução Normativa MinC nº 23, de 5 de fevereiro de 2025, e com as boas práticas de gestão pública e privada.

Justificativa

Aprendi a Dançar propõe a realização de um espetáculo de teatro e dança que tem o corpo como linguagem poética, arquivo e memória. Trata-se de um monólogo híbrido que investiga a potência do gesto como forma de pensamento, aproximando artes cênicas, dança, filosofia e literatura. A obra traduz, em cena, a experiência do corpo que aprende, desaprende e se transforma, revelando as tensões entre sensibilidade e racionalidade, memória e invenção, presença e ausência.O projeto se insere no contexto da criação cênica contemporânea brasileira, em diálogo com o teatro físico, a performance e a dança contemporânea, campos cuja sustentabilidade depende de políticas de fomento e incentivo fiscal. A pesquisa artística de Aprendi a Dançar exige investimento em tempo de ensaio, equipe multidisciplinar, estrutura técnica e condições de produção compatíveis com o nível artístico proposto. Por isso, a utilização do Mecanismo de Incentivo à Cultura é essencial para garantir remuneração adequada aos profissionais, viabilidade técnica e acessibilidade plena ao público.A proposta atende às finalidades do Art. 1º da Lei nº 8.313/1991, especialmente aos incisos I (facilitar o acesso da população às fontes da cultura nacional), II (promover a regionalização da produção cultural e artística brasileira), III (apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais), e IX (priorizar o produto cultural originário do País).Quanto aos objetivos do Art. 3º, o projeto se enquadra no inciso II _ fomento à produção cultural e artística, alínea c (realização de espetáculos de artes cênicas). Havendo ações de democratização do acesso por meio de ingressos gratuitos, contempla ainda o inciso IV, alínea a.A circulação do espetáculo em São Paulo e Belo Horizonte amplia o alcance da produção independente e estimula o diálogo entre públicos e contextos culturais distintos, fortalecendo a integração artística da região Sudeste. As ações formativas — oficinas, mediações e estágios — integram a estratégia de democratização do acesso, promovendo a formação de público e o aperfeiçoamento de jovens profissionais.Além disso, o projeto assegura medidas de acessibilidade física e comunicacional (tradução em LIBRAS, audiodescrição, material impresso em braile e versão digital acessível), assegurando o direito de pessoas com deficiência à participação cultural. A distribuição gratuita de 10% dos ingressos voltada à rede pública de ensino configura a contrapartida social obrigatória e amplia o alcance educativo da iniciativa.

Estratégia de execução

Deslocamentos aéreos – identificação de beneficiários O projeto Aprendi a Dançar prevê 24 trechos aéreos (12 SP→BH e 12 BH→SP) para a equipe artística e técnica. Beneficiários por função:Direção – Caetano Vilela: 2 trechos (SP/BH + BH/SP)Direção de Produção – Marisa Riccitelli Sant’Ana: 2 trechos (SP/BH + BH/SP)Atuação – Leonardo Bertholini: 2 trechos (SP/BH + BH/SP)Dramaturgia/Assistência de Direção – Roberto Borges: 2 trechos (SP/BH + BH/SP)4 técnicos: 8 trechos (4 pessoas x ida e volta)4 profissionais de produção executiva/apoio: 8 trechos (4 pessoas x ida e volta)Total: 24 trechos.

Especificação técnica

1) Espetáculo – Aprendi a DançarTítulo: Aprendi a DançarFormato: Espetáculo solo de teatro e dança contemporânea.Duração média: 60 minutos.Classificação indicativa: 12 anos.Apresentações: 30 (20 em São Paulo e 10 em Belo Horizonte).Elenco: 1 intérprete.Equipe técnica: direção, dramaturgia, iluminação, sonoplastia, produção executiva, comunicação e consultoria de acessibilidade.Cenário: estrutura modular com barra móvel, painéis de espelhos e piso de linóleoIluminação: até 40 refletores LED com dimmers padrão DMX. + Movings Lights e refletores tradicionaisSom: sistema estéreo digital operado por computador.Tempo de montagem:. 8 horasTempo de desmontagem: 3 horas.Espaço cênico mínimo: . 12m x 8m (altura mínima 6 metros)Recursos de acessibilidade: sessões com interpretação em LIBRAS, audiodescrição e materiais físicos e digitais acessíveis (programa e sinopse em PDF compatível com leitores de tela e versão física e digital em letra ampliada).Registro: documentação fotográfica das apresentações e ações formativas, para fins de relatório técnico e prestação de contas.Mediações: conversas entre público e equipe pós espetáculos selecionados com duração de 40 minutos.Deslocamento: passagens aéreas de ida e volta entre São Paulo e Belo Horizonte para equipe artística e técnica, com traslados locais, hospedagem e alimentação incluídos no orçamento.Capacidade de público estimada: 100–200 pessoas por sessão, conforme espaço.2) OficinasTítulo: Oficinas de Corpo e Dramaturgia – Aprendi a DançarFormato: Oficinas práticas de consciência corporal e criação cênica.Número de oficinas: 6 (quatro em São Paulo e duas em Belo Horizonte).Duração: 3 horas cada.Público estimado: até 20 participantes por oficina (≈120 pessoas beneficiadas).Faixa etária: a partir de 16 anos.Perfil do público: estudantes, educadores e jovens artistas interessados em teatro, dança e performance.Conteúdo programático: exercícios de corpo e movimento; improvisação; dramaturgia física; relação entre gesto e palavra; práticas de escuta e composição coletiva.Metodologia: encontros presenciais com abordagem prática e reflexiva, conduzidos por integrantes da equipe artística do espetáculo.Espaço físico necessário: sala de ensaio ou espaço multiuso de no mínimo 8m × 8m, com piso liso e sistema básico de som.Equipamentos e materiais: caixas de som, computador, extensão elétrica, água e materiais de apoio (colchonetes, tecidos, folhas e canetas).Acessibilidade: presença de intérprete de LIBRAS quando houver inscrições de pessoas surdas; material físico e digital acessível em PDF compatível com leitores de tela e versão em letra ampliada, versão do material em Braille.Inscrições: gratuitas, com divulgação aberta e prioridade para estudantes da rede pública e educadores.Registro: documentação fotográfica, listas de presença e relatórios de realização.

Acessibilidade

Acessibilidade FísicaSeleção de espaços acessíveis nas cidades de realização (SP e BH), priorizando locais que atendam às normas de acessibilidade e disponham de rampa/platô de acesso, banheiros acessíveis e circulação sem barreiras entre entrada, bilheteria, plateia e áreas de atividades formativas.Vistoria prévia e checklist de acessibilidade por apresentação/oficina, com ajustes operacionais de layout e rotas de circulação quando necessário (sem obras civis).Sinalização de alto contraste e pictogramas para orientar o público; reserva de assentos para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.Atendimento prioritário e canal de contato (e-mail/WhatsApp da produção) para solicitações específicas com antecedência.Bilhetagem: previsão de ingressos destinados a PCD e acompanhantes, com comunicação clara no material de divulgação e nos pontos de venda.Acessibilidade de ConteúdoApresentações com LIBRAS e audiodescrição (AD) em sessões definidas da programação, divulgadas com antecedência; AD preferencialmente ao vivo com fones individuais.Oficinas com intérprete de LIBRAS quando houver inscrições de participantes surdos/ensurdecidos; metodologia com demonstrações visuais e exercícios acessíveis.Programa/folheto acessível: versão em braile e em letra ampliada (impressa), além de PDF acessível (estrutura semântica, contraste adequado, leitura por leitores de tela).Materiais digitais acessíveis: peças de comunicação com descrição de imagens (alt-text), textos sem imagens de texto, contraste adequado e fontes legíveis; informações sobre recursos de acessibilidade destacadas em site/redes.Mediações acessíveis: em sessões selecionadas, o bate-papo pós-espetáculo contará com intérprete de LIBRAS e material de apoio em PDF acessível.

Democratização do acesso

Para assegurar a democratização do acesso, o espetáculo Aprendi a Dançar adota uma política de distribuição e comercialização de ingressos em conformidade com a Instrução Normativa MinC nº 23/2025. Até 10% dos ingressos serão destinados à distribuição gratuita promocional por patrocinadores, enquanto outros 10% poderão ser distribuídos pelo proponente, em ações de divulgação e promoção cultural. Além disso, será reservado um mínimo de 10% dos ingressos para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, voltada a estudantes e professores da rede pública das cidades de São Paulo e Belo Horizonte, acompanhada de mediações e atividades pedagógicas.Com o objetivo de ampliar o acesso a diferentes públicos, pelo menos 20% dos ingressos serão comercializados a valores populares, com preço unitário de até R$ 50,00. Nos ingressos remanescentes, o preço médio do ingresso inteiro não ultrapassará R$ 250,00, em conformidade com os parâmetros de acessibilidade econômica estabelecidos pela legislação vigente.O projeto assegura ainda o cumprimento integral da Lei da Meia-Entrada (Lei nº 12.933/2013) e do Decreto nº 8.537/2015, garantindo o benefício a estudantes, pessoas idosas, pessoas com deficiência e jovens de baixa renda portadores da Identidade Jovem (ID Jovem), observada a reserva mínima de 40% do total de ingressos para meia-entrada, conforme determinado pela legislação.Além da bilheteria popular, o projeto realiza seis oficinas gratuitas (4 em São Paulo, 2 em Belo Horizonte) voltadas a estudantes, educadores e jovens artistas, abordando corpo, movimento, escuta e composição cênica. As oficinas são complementadas por mediações e conversas pós-espetáculo, promovendo intercâmbio entre artistas e público e fortalecendo a formação crítica.As ações formativas e as sessões gratuitas serão amplamente divulgadas junto a escolas públicas, centros culturais e redes educacionais, priorizando o acesso de grupos em situação de vulnerabilidade social. A seleção dos participantes se dará por meio de inscrição aberta, com transparência e acompanhamento da produção local.Todas as atividades previstas nesta seção são complementares às medidas de acessibilidade física e de conteúdo descritas no campo específico, compondo um conjunto integrado de ações que visam assegurar o direito à fruição cultural, a formação de público e a descentralização do acesso à arte contemporânea.Dessa forma, Aprendi a Dançar promove a democratização do acesso tanto pela ampliação de públicos e territórios quanto pela valorização de práticas formativas e inclusivas, reafirmando o compromisso com os princípios da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Ficha técnica

Direção: Caetano Vilela – Encenador, iluminador e designer de luz com ampla atuação em teatro, ópera e espetáculos musicais no Brasil e no exterior. Premiado com o Shell de Iluminação (2011), dirigiu e iluminou produções no Theatro Municipal de São Paulo, Theatro São Pedro, Teatro Colón (Argentina) e Teatro Massimo (Itália), além de representar o Brasil na Quadrienal de Praga (2015).Direção de Produção: Marisa Riccitelli Sant’Ana – Produtora com mais de 30 anos de experiência nas artes cênicas, atuando em ópera, dança, teatro, circo e performance. Formada em Ciências Sociais e Economia pela PUC-SP, produziu projetos com artistas e companhias da Europa, Ásia e América Latina. Foi coordenadora de logística da MITsp (2017–2020) e diretora de produção da Associação SÙ de Cultura e Educação (2022–2024). Dirige a Superfície de Eventos, empresa dedicada à produção de espetáculos e festivais no Brasil e no exterior.Direção Técnica: Giovanna Gonçalves – Técnica e diretora de cena formada pela SP Escola de Teatro. Atuou como coordenadora técnica do Grupo Folias e do Theatro São Pedro, com experiência em iluminação, vídeo e gestão técnica em eventos e festivais, como a MITsp.Projeto Arquitetônico e Cenografia: Maria Eduarda (Duda) Arruk – Arquiteta e cenógrafa formada pela FAU-USP, com trajetória em teatro, ópera e musicais. Trabalhou com diretores como Débora Dubois, Mauro Wrona e Caetano Vilela em produções no Theatro São Pedro, Theatro da Paz e Festival de Ópera de Belém, com prêmios e indicações nas categorias de cenografia e direção de arte.Dramaturgia e Assistência de Direção: Roberto Borges – Ator, dramaturgo e gestor cultural. Formado em Teatro Musical em Paris (Académie Internationale de Comédie Musicale e Sorbonne Nouvelle), colaborou com Jorge Takla e Caetano Vilela em produções no Brasil e no exterior.Atuação: Leonardo Bertholini – Ator, diretor e diretor de movimento. Formado em Teatro e Dança pelo Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado (MG), trabalhou com diretores como Yara de Novaes, Ulysses Cruz, Dagoberto Feliz e Gerald Thomas. Protagonizou o filme Oxicianureto de Mercúrio e participou de produções como Batismo de Sangue (Helvécio Ratton), Samantha! (Netflix) e Beleza Fatal (HBO).Assistente de Coreografia – Letícia Riccitelli – Bailarina e coreógrafa formada em ballet clássico e certificada em dança contemporânea pelo método Rambert Grades (Londres). Atuou em companhias no Brasil e na Alemanha, como o Theater Magdeburg e a São Paulo Companhia de Dança, e colabora em projetos de direção de movimento e criação coreográfica.Produção Executiva: Paula Malfatti – Produtora e atriz formada pela PUC-SP e pelo Teatro Escola Célia Helena. Trabalhou na produção de festivais como MITsp, MIRADA e Bienal SESC de Dança, e em espetáculos contemplados pelo Fomento ao Teatro e Prêmio Zé RenatoAssessoria de Imprensa: Pombo Correio Comunicação – Empresa especializada em assessoria de imprensa, mídias sociais e media training, fundada por Heloisa Cintra Castilho e Douglas Picchetti. Desde 2013, atendeu mais de 600 espetáculos de teatro, dança e música em todo o país.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.