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"Para meninos e gaivotas, um voo rasante", é um espetáculo teatral que mescla teatro contemporâneo , performance, bonecos, música artesanal e oralidade popular, inspirado na consciência da preservação do meio ambiente. O espetáculo propõe uma travessia poética entre mito e realidade, evocando memórias, saberes e cultura afro. O projeto prevê 20 apresentações gratuitas , sendo duas em cada cidade em São Paulo, Araraquara, São José do Rio Preto, Bauru, Piracicaba, Sorocaba, Ribeirão Preto, Franca , Santos e Praia Grande. Cada cidade contemplada também receberá o workshop " Teatro contemporâneo : Processos Criativos e Travessias Cênicas ", ministrado pelo diretor Marcio Pimentel , com duração de 3 horas , fortalecendo a formação artística, diálogo comunitário e a consciência ambiental.
“Para meninos e gaivotas, um voo rasante” é um espetáculo infantil que convida o público a mergulhar no universo poético e onírico de Gabriel, um menino em busca de si mesmo, de suas origens e do sentido do mundo ao seu redor. Criado pela Cia. Sylvia que te ama tanto, a obra propõe um delicado voo entre a realidade e o sonho, entre o visível e o simbólico, e utiliza a potência sensível da arte para provocar reflexões profundas sobre a relação entre infância, natureza e identidade. Ao lado de sua mãe e de seus avós — figuras que o acolhem, mas também o desafiam a encontrar seu próprio caminho — Gabriel caminha em direção a um reencontro essencial: a presença do pai ausente, arquétipo do homem moderno que lucra às custas da destruição da natureza. O espetáculo culmina nesse reencontro, evocando a possibilidade de reconciliação entre masculino e feminino, razão e sensibilidade, humano e planeta. A encenação se ancora em uma sólida base estética e filosófica, dialogando com teorias do Teatro do Absurdo, em especial com o legado de Samuel Beckett, o Teatro do Silêncio, desenvolvido por Bob Wilson, e o conceito da Über-marionette, de Gordon Craig, que propõe o ator como uma figura transcendida, simbólica e não naturalista. Também se inspira na “Máquina de Kantor”, de Tadeusz Kantor, onde a cena é atravessada por repetições, memórias e corpos em suspensão — estruturas vivas que evocam tempo e ausência. A partir do texto de Sônia Machado de Azevedo, com direção de Marcio Pimentel, direção de arte de Marcelo Denny e dramaturgia de acompanhamento de Gustavo Colombini, a encenação lança mão de elementos do Teatro de Imagem, do Teatro Físico e das Artes Visuais para construir uma paisagem simbólica e sensível. A trilha sonora original é assinada por Kalau, o figurino por Guilherme Catofaroni, a cenografia por Luis Rossi, e a iluminação por Marcio Pimentel e André Bazan. No elenco, estão Andressa Francelino, Giovanna Hernandes, Roger Lima e Victor Deluzzi. Juntos, eles habitam um espaço cênico onde os objetos ganham vida, o tempo é memória e o mar é ao mesmo tempo lar, origem e destino. Inspirada em referências como Kantor, Craig, Wilson e Beckett, a montagem propõe uma experiência estética que atravessa linguagens e fala à criança de todas as idades — com delicadeza, potência simbólica e urgência poética.
Promover a circulação do espetáculo " Para Meninos e Gaivotas , um Voo Rasante, como forma de valorizar a memória cultural, sensibilizar para a preservação ambiental e ampliar o acesso descentralizado ao teatro contemporâneo no Brasil. Objetivos específicos Apresentar 20 espetáculos teatrais gratuitos ( São Paulo, Araraquara, São José do Rio Preto, Bauru, Piracicaba, Sorocaba, Ribeirão Preto, Franca, Santos e Praia Grande. Realizar 10 workshops " Teatro Contemporâneo : Processos Criativos e Travessias Cênicas ", ministrado pelo diretor Marcio Pimentel , com duração de 3 horas , fortalecendo a formação artística, diálogo comunitário e a consciência ambiental, atendendo artistas , estudantes e comunidades locais. Integrar diferentes linguagens artísticas _ Teatro, Performance , Bonecos , Música e Oralidade popular.Valorizar e difundir o teatro contemporâneo e a cultura afro. Formar público e estimular a reflexão crítica sobre a relação entre arte , ancestralidade, fé e preservação ambiental.Contribuir para a descentralização cultural , levando atividades para municípios fora do circuito cultural contínuo.
O projeto "Para Meninos e Gaivotas , um Voo Rasante " demanda o apoio do Mecanismo de Incentivo à Cultura porque se trata de uma criação teatral , de alta relevância artística e social, cujo processo de pesquisa da montagem e circulação envolve equipe técnica e artística qualificada, estrutura de produção, logística de circulação e atividades formativas gratuitas. Tais características não encontram sustentabilidade apenas com recursos próprios ou bilheteria, tornando imprescindível o uso da Lei de Incentivo à Cultura para garantir sua plena realização e acesso democrático. O projeto se enquadra nos incisos I e II do Art. 1º da Lei 8.313/91, por: · fomentar e difundir a produção artística nacional, garantindo a criação de obra inédita; · assegurar a preservação e valorização da memória cultural e dos bens imateriais, ao trabalhar com oralidade popular, saberes , culturas afro-brasileiras . Além disso, contribui diretamente para os objetivos do Art. 3º da mesma Lei, especialmente: · Inciso II _ estimular a produção e difusão de bens culturais; · Inciso III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais regionais e nacionais; · Inciso IV _ propiciar meios para que a população em geral possa exercer o direito de acesso aos bens culturais; · Inciso V _ preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural brasileiro; · Inciso VI _ estimular a formação artística e cultural, por meio dos workshops e atividades formativas. Portanto, o projeto justifica-se pelo seu potencial de ampliar o acesso à arte em cidades fora do circuito cultural contínuo, fortalecer identidades invisibilizadas, sensibilizar para a preservação ambiental e consolidar a descentralização cultural no Brasil.
ENCENAÇÃO A encenação de “Para Meninos e Gaivotas” é tecida a partir da fusão entre Teatro e Artes Visuais, criando uma linguagem cênica em que o simbólico se sobrepõe ao literal e onde a dramaturgia está diluída em todos os elementos da cena. O espetáculo investiga a potência das imagens — estáticas e em movimento — como forma de comunicação sensível. Os objetos, a cenografia, os figurinos, os gestos, a música e a iluminação não apenas compõem o cenário, mas falam, narram, evocam. A palavra, quando surge, encontra suporte e contraponto em todo o corpo visual e sonoro da montagem. A dramaturgia não se limita ao texto falado: ela pulsa na arquitetura do espaço, na qualidade do movimento, na textura dos sons e na ancestralidade dos símbolos. Cada camada da encenação opera como linguagem, acessando camadas conscientes e inconscientes do espectador — especialmente da criança, que capta com o corpo o que muitas vezes os adultos procuram apenas com a razão.
O projeto “Para Meninos e Gaivotas, um Voo Rasante ” também se destaca por sua concepção inovadora e pelo impacto social e cultural que busca promover. Além das ações já descritas, cabe destacar: Inovação artística: a montagem propõe uma dramaturgia expandida que mescla linguagens cênicas contemporâneas, tradição oral, performance, vídeo e manipulação de bonecos, explorando um formato híbrido pouco explorado no teatro brasileiro. Sustentabilidade e responsabilidade ambiental que o tema em sua dramaturgia se envolve neste olhar. Formação de redes culturais: o projeto pretende estabelecer parcerias com coletivos locais, universidades e grupos culturais nas cidades contempladas, fortalecendo vínculos e estimulando futuras colaborações artísticas e pedagógicas. Impacto pedagógico ampliado: além dos workshops presenciais, os registros audiovisuais das atividades formativas e dos debates serão disponibilizados em ambiente digital, permitindo que escolas, artistas e interessados de outras localidades tenham acesso ao conteúdo. Potencial de continuidade: a circulação proposta é uma etapa inicial de um projeto maior, que prevê a consolidação de um repertório cênico inspirado nos mares e águas do Brasil, podendo futuramente se desdobrar em novas montagens, publicações e intercâmbios nacionais e internacionais. Espetáculo Teatral – “Para Meninos e Gaivotas , um Voo Rasante ” · Duração: 50 minutos. · Classificação indicativa: livre · Formato: espetáculo inédito de teatro contemporâneo, integrando performance, bonecos, música ao vivo e oralidade popular. · Material técnico: cenografia modular estrutura um barco de ferro e tecido, bonecos de manipulação artesanal, adereços simbólicos, figurinos e iluminação cênica. · Projeto pedagógico: o espetáculo atua como instrumento de formação de plateia e sensibilização, estimulando a reflexão sobre ancestralidade, memória cultural e preservação ambiental. Workshops “Teatro Contemporâneo: Processos Criativos e Travessias Cênicas” · Duração: 3 horas cada (10 edições, uma em cada cidade do circuito). · Formato: oficina prática conduzida pelo diretor Márcio Pimentel. · Material técnico: sala multiuso ou espaço cultural adaptado, recursos audiovisuais básicos, materiais pedagógicos impressos (também em Braille e fonte ampliada). · Projeto pedagógico: abordagem das metodologias criativas do espetáculo, como dramaturgia expandida, corpo-performer, oralidade popular, criação de partituras corporais, uso de objetos e bonecos. Público-alvo: artistas, estudantes e comunidade interessada. Debate Aberto · Duração: 90 minutos. · Formato: apresentação do espetáculo, e após com interação entre equipe e público. Material técnico: mesmo aparato cênico do espetáculo em escala reduzida. Projeto pedagógico: aproximação da comunidade ao processo contemporâneo, incentivando diálogo, crítica e participação no debate da obra.
Acessibilidade Física Todos os espaços parceiros onde ocorrerão as apresentações serão selecionados ou adaptados para garantir condições adequadas de mobilidade e permanência, incluindo: rampas de acesso, banheiros adaptados, assentos reservados para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e sinalização tátil e visual. A equipe de produção realizará vistoria prévia para assegurar que cada local atenda às normas de acessibilidade. Acessibilidade de Conteúdo Para ampliar a fruição do espetáculo e das atividades formativas por pessoas com deficiência, serão disponibilizados: - Intérprete de Libras em todas as apresentações e workshop- Audiodescrição para pessoas com deficiência visual, em sessões previamente definidas; · - Legendas descritivas para o conteúdo audiovisual do projeto; - Material de apoio em Braille e fonte ampliada, contendo sinopse e informações essenciais da obra; - Visita sensorial ao palco, cenários e adereços em algumas cidades, promovendo maior imersão do público com deficiência visual.
O projeto prevê a realização de 20 apresentações gratuitas, distribuídas nas cidades de São Paulo, Araraquara, São José do Rio Preto, Bauru, Piracicaba, Sorocaba, Ribeirão Preto, Franca, Santos e Praia Grande, garantindo acesso a descentralizado e sem custo ao público. Os ingressos serão disponibilizados de forma antecipada e também no dia de cada apresentação , assegurando transparência e amplo alcance das comunidades locais.Além das apresentações , cada cidade contemplada receberá um workshop gratuito ( “ Teatro Contemporâneo : Processos Criativos e Travessias Cênicas “, Ministrado pelo diretor Márcio Pimentel, destinado a artistas, estudantes e interessados, ampliando a formação cultural e a participação social.Como medidas complementares de democratização , o projeto realizará debates com o público favorecendo o diálogo com a comunidade, e fará a disponibilização de registros audiovisuais em plataformas digitais , ampliando o acesso a pessoas de diferentes localidades.Dessa forma , a proposta assegura não apenas a gratuidade, mas também a ampliação do alcance cultural , a formação de público e o fortalecimento do vínculo entre arte e comunidade.
Márcio Pimentel | DIRETORDiretor | Iluminador / Professor / Pesquisador de linguagem contemporânea Formado em Artes Cênicas pela ECA-USP, com graduação em Audiovisual pela Universidade Paulista e pós-graduação em Gestão Cultural pelo SENAC. Ator e performer desde a década de 1980, atuou em diversos grupos como “Avesso”, “Pessoal do Poente”, “Grupo de Arte Ponkã”, “Cia Célia Helena” e fundou, em 1988, a Cia. Sylvia que te ama tanto, da qual é diretor e integrante até os dias atuais.=Com uma trajetória marcada pela criação e inovação nas artes cênicas, assinou a direção de 20 espetáculos, desenvolveu a iluminação de 17, criou figurinos para 7 produções e escreveu 12 roteiros de dramaturgia. Sua pesquisa artística transita pela Body Art, teatro contemporâneo e dramaturgia em Gestalt.Foi coordenador do Núcleo de Performance Uhuu da UNESP e do Núcleo de Performance e Intervenção Urbana do Centro Cultural da Juventude, onde também atuou como curador de artes cênicas por três anos. Participou como curador e palestrante no I Fórum da Performance do Estado de São Paulo.Entre suas premiações, foi indicado ao Prêmio FEMSA de Melhor Espetáculo com Para Meninos e Gaivotas, um Voo Rasante e recebeu cinco prêmios pelo espetáculo Vem Vento (melhor pesquisa de linguagem, espetáculo, iluminação, figurino e cenografia).Dirigiu e iluminou montagens como A História do Barquinho, Devorando Quixote, Morada, Simulacro, Terra Frágil, A Menina Bonita do Laço de Fita, O Espírito Social, Casca, V.I.T.R.I.O.L, Apoéticaliptica, Urbanus, Flor de Vênus, A Loja de Brinquedos, A Praia e Processos.Atualmente, atua como curador de projetos na Poiesis – Fluxo, na cidade de São Paulo.Andressa Francelino | ATRIZAtriz | Diretora | Produtora cultural | DRT: 24.285Natural de Bauru (SP), é formada em Artes Cênicas – Habilitação em Interpretação Teatral pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), com pós-graduação em Teatro, Dança e Produção Cultural pela Universidade do Sagrado Coração (2017). Em 2010, cursou disciplinas de mestrado em Dramaturgias Performativas pela USP e UNESP. Desde 2016, atua como diretora geral do FACE – Festival de Artes Cênicas de Bauru, tendo sido também curadora e produtora do festival entre 2014 e 2016. Coordenou o projeto Cabaret ScèneSonore, contemplado pela Lei de Estímulo à Cultura de Bauru nos anos de 2015, 2016 e 2018.À frente do grupo Protótipo Tópico, atuou e dirigiu diversos espetáculos, entre eles A Guerra de Pietrovit; Talvez isso não seja totalmente preciso, mas aqui está, premiado pelo ProAC Montagem Inédita (2018) e pelo ProAC Circulação (2021); e Bicho Transparente, contemplado pelo PEC para Montagem (2015), ProAC Circulação (2017) e Minha Casa Minha Vida (2018). Como diretora, assinou os espetáculos Preâmbulo – Carne com alma dentro (ProAC Circulação 2017), Memórias de Alice (contemplado pelo Aprimoramento Artístico de Rio Claro em 2019 e pelo ProAC Circulação em 2023), A Casa de Bernarda Alba (2015), pelo qual recebeu o prêmio de Melhor Direção no 9º FETUSC, e Que Tal Meu Quintal, projeto voltado ao público infantil dentro da iniciativa O PALCO.Foi contemplada por diversos editais de formação e fomento, como o ProAC de Aprimoramento Técnico-Artístico (2014 e 2015) e o ProAC LAB Grupos Teatrais (2021). Atuou como arte-educadora no projeto PIÁ (2011–2013), no Instituto Criança Cidadã (2013), e como docente no SENAC Bauru (2022). Também conduziu oficinas no projeto Oficinas Criativas – Arte e Sustentabilidade (PRONAC), na cidade de Borebi.Criadora do seriado audiovisual Performing Project Sessions (2020), também desenvolve trajetória no cinema, tendo atuado no longa Ressentimento, contemplado pelo ProAC 2018, e no curta Um Conto de Cabeceira. Desde 2016, desenvolve em parceria com João Folcato o projeto Pelos Trilhos de Bauru, que resultou nos espetáculos Pelos Trilhos de Bauru: Uma Estação de Histórias (PEC 2018) e Pelos Trilhos de Histórias: Lendas e Contos do Sertão Paulista (PEC 2022 e Lei Aldir Blanc 2024). Atualmente, integra o elenco do espetáculo Para Meninos e Gaivotas, um Voo Rasante, da Cia Sylvia que te ama tanto.Giovanna Hernandes | ATRIZAtriz | Diretora | Professora de teatro | DRT: 0049238/SPBacharela em Artes Cênicas pela UNICAMP e licenciada em Teatro pela UFPel, onde integrou o Núcleo de Teatro Universitário e participou do projeto de pesquisa "Grupos de Estudos e Pesquisa de Processos Criativos em Artes Cênicas" (2011–2013).Com uma trajetória que transita entre a cena e a formação, sua atuação se destaca na preparação de atores, com ênfase em práticas somáticas e no trabalho sobre si, integrando corpo, presença e criação autoral. Desenvolve pesquisa continuada em processos criativos e experimentação cênica, dialogando com fundamentos do teatro contemporâneo.Como artista e educadora, atuou em diversos projetos culturais e programas públicos de formação artística. Foi professora de teatro nas Prefeituras de Campinas e São Paulo, e atualmente integra o corpo docente do curso técnico em teatro do Senac Bauru/SP.Sua formação prática é enriquecida por oficinas e cursos em instituições como o LUME Teatro, Estúdio Fitacrepe e Artistas S/A, além de sua atuação em espetáculos autorais, com destaque para o solo “Num Piscar de Olhos” (2019).Giovanna mantém uma atuação ativa na interseção entre criação cênica, pedagogia teatral e pesquisa de linguagem, contribuindo para o fortalecimento da arte como prática transformadora.Roger Lima | ATOR Ator | DRT: 0043425/SPFormado em Educação Física, iniciou sua trajetória teatral em 2010, recebendo sua capacitação profissional como ator em 2016 pelo SATED-SP. Desde então, vem construindo uma carreira consistente nos palcos, integrando desde 2022 o elenco do espetáculo Para Meninos e Gaivotas, um Voo Rasante, da Cia Sylvia que te ama tanto. Entre 2010 e 2015, participou de mais de 15 montagens pelo Curso Livre de Teatro Paulo Neves, com destaque para os espetáculos Adultérios, A Lágrima de Einstein, O Último Godot, Teseu, Na Solidão dos Campos de Algodão, Eles Não Usam Black-Tie e Antígona.Paralelamente à atuação, dedicou-se ao estudo de Ballet Clássico e Dança Contemporânea no Núcleo de Dança Giracorpo, participando de importantes festivais como o Festival de Dança de Joinville, ENDA e Dançarte. Atuou ainda no espetáculo Macbeth Decapitado, contemplado pelo ProAC Primeiras Obras em 2015, e integrou o núcleo de teatro da Divisão de Ensino às Artes de Bauru, com os espetáculos Deus Ex Machina, Réquiem, On the Beats e Tistou.Buscando constante aprimoramento, participou de oficinas com profissionais renomados, como Fabiana Monsalu, Emerson Rossini, Carlos Simioni, Melissa Lopes e André Capuano, ampliando sua experiência cênica e sua pesquisa corporal no campo das artes do movimento e da performance. Victor Deluzzi Ator | Diretor | Professor de teatro | DRT nº 0038763/SPAtor e professor, com formação pelo Centro de Artes Célia Helena, em 2017, onde trabalhou sob a direção de nomes como Rejane Arruda, Dagoberto Feliz, Pedro Granato, Elisa Ohtake, Rodrigo Audi e Ednaldo Freire. Ainda durante sua formação, participou da edição de 2016 do Festival GATS, no Peru, ampliando sua vivência artística em contexto internacional.Desde 2014, é integrante da Cia Mariza Basso Formas Animadas, com a qual realizou apresentações em diversas cidades do estado de São Paulo e em outras regiões do país, participando de festivais e circulações por unidades do Sesi e do Sesc. Com a companhia, também representou o Brasil em eventos internacionais, como o Festival BIPF, em Pequim (2023), e o Festival Manuelucho, em Bogotá (2024).É membro da Cia Sylvia Que Te Ama Tanto desde 2017, grupo com o qual também circula por festivais e instituições culturais, como o Sesi e o Sesc, apresentando-se em várias cidades do estado de São Paulo. Seu trabalho é marcado pela investigação contínua da linguagem cênica, com especial interesse pelas formas animadas e pelos processos colaborativos de criação.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.