Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2510759Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Para Meninos e Gaivotas , um Voo Rasante

29.425.628 MARCIO LUIZ PIMENTEL
Solicitado
R$ 505,4 mil
Aprovado
R$ 505,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Bauru
Início
2025-11-30
Término
2027-12-31
Locais de realização (10)
Araraquara São PauloBauru São PauloFranca São PauloPiracicaba São PauloPraia Grande São PauloRibeirão Preto São PauloSantos São PauloSorocaba São PauloSão José do Rio Preto São Paulo

Resumo

"Para meninos e gaivotas, um voo rasante", é um espetáculo teatral que mescla teatro contemporâneo , performance, bonecos, música artesanal e oralidade popular, inspirado na consciência da preservação do meio ambiente. O espetáculo propõe uma travessia poética entre mito e realidade, evocando memórias, saberes e cultura afro. O projeto prevê 20 apresentações gratuitas , sendo duas em cada cidade em São Paulo, Araraquara, São José do Rio Preto, Bauru, Piracicaba, Sorocaba, Ribeirão Preto, Franca , Santos e Praia Grande. Cada cidade contemplada também receberá o workshop " Teatro contemporâneo : Processos Criativos e Travessias Cênicas ", ministrado pelo diretor Marcio Pimentel , com duração de 3 horas , fortalecendo a formação artística, diálogo comunitário e a consciência ambiental.

Sinopse

“Para meninos e gaivotas, um voo rasante” é um espetáculo infantil que convida o público a mergulhar no universo poético e onírico de Gabriel, um menino em busca de si mesmo, de suas origens e do sentido do mundo ao seu redor. Criado pela Cia. Sylvia que te ama tanto, a obra propõe um delicado voo entre a realidade e o sonho, entre o visível e o simbólico, e utiliza a potência sensível da arte para provocar reflexões profundas sobre a relação entre infância, natureza e identidade. Ao lado de sua mãe e de seus avós — figuras que o acolhem, mas também o desafiam a encontrar seu próprio caminho — Gabriel caminha em direção a um reencontro essencial: a presença do pai ausente, arquétipo do homem moderno que lucra às custas da destruição da natureza. O espetáculo culmina nesse reencontro, evocando a possibilidade de reconciliação entre masculino e feminino, razão e sensibilidade, humano e planeta. A encenação se ancora em uma sólida base estética e filosófica, dialogando com teorias do Teatro do Absurdo, em especial com o legado de Samuel Beckett, o Teatro do Silêncio, desenvolvido por Bob Wilson, e o conceito da Über-marionette, de Gordon Craig, que propõe o ator como uma figura transcendida, simbólica e não naturalista. Também se inspira na “Máquina de Kantor”, de Tadeusz Kantor, onde a cena é atravessada por repetições, memórias e corpos em suspensão — estruturas vivas que evocam tempo e ausência. A partir do texto de Sônia Machado de Azevedo, com direção de Marcio Pimentel, direção de arte de Marcelo Denny e dramaturgia de acompanhamento de Gustavo Colombini, a encenação lança mão de elementos do Teatro de Imagem, do Teatro Físico e das Artes Visuais para construir uma paisagem simbólica e sensível. A trilha sonora original é assinada por Kalau, o figurino por Guilherme Catofaroni, a cenografia por Luis Rossi, e a iluminação por Marcio Pimentel e André Bazan. No elenco, estão Andressa Francelino, Giovanna Hernandes, Roger Lima e Victor Deluzzi. Juntos, eles habitam um espaço cênico onde os objetos ganham vida, o tempo é memória e o mar é ao mesmo tempo lar, origem e destino. Inspirada em referências como Kantor, Craig, Wilson e Beckett, a montagem propõe uma experiência estética que atravessa linguagens e fala à criança de todas as idades — com delicadeza, potência simbólica e urgência poética.

Objetivos

Promover a circulação do espetáculo " Para Meninos e Gaivotas , um Voo Rasante, como forma de valorizar a memória cultural, sensibilizar para a preservação ambiental e ampliar o acesso descentralizado ao teatro contemporâneo no Brasil. Objetivos específicos Apresentar 20 espetáculos teatrais gratuitos ( São Paulo, Araraquara, São José do Rio Preto, Bauru, Piracicaba, Sorocaba, Ribeirão Preto, Franca, Santos e Praia Grande. Realizar 10 workshops " Teatro Contemporâneo : Processos Criativos e Travessias Cênicas ", ministrado pelo diretor Marcio Pimentel , com duração de 3 horas , fortalecendo a formação artística, diálogo comunitário e a consciência ambiental, atendendo artistas , estudantes e comunidades locais. Integrar diferentes linguagens artísticas _ Teatro, Performance , Bonecos , Música e Oralidade popular.Valorizar e difundir o teatro contemporâneo e a cultura afro. Formar público e estimular a reflexão crítica sobre a relação entre arte , ancestralidade, fé e preservação ambiental.Contribuir para a descentralização cultural , levando atividades para municípios fora do circuito cultural contínuo.

Justificativa

O projeto "Para Meninos e Gaivotas , um Voo Rasante " demanda o apoio do Mecanismo de Incentivo à Cultura porque se trata de uma criação teatral , de alta relevância artística e social, cujo processo de pesquisa da montagem e circulação envolve equipe técnica e artística qualificada, estrutura de produção, logística de circulação e atividades formativas gratuitas. Tais características não encontram sustentabilidade apenas com recursos próprios ou bilheteria, tornando imprescindível o uso da Lei de Incentivo à Cultura para garantir sua plena realização e acesso democrático. O projeto se enquadra nos incisos I e II do Art. 1º da Lei 8.313/91, por: · fomentar e difundir a produção artística nacional, garantindo a criação de obra inédita; · assegurar a preservação e valorização da memória cultural e dos bens imateriais, ao trabalhar com oralidade popular, saberes , culturas afro-brasileiras . Além disso, contribui diretamente para os objetivos do Art. 3º da mesma Lei, especialmente: · Inciso II _ estimular a produção e difusão de bens culturais; · Inciso III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais regionais e nacionais; · Inciso IV _ propiciar meios para que a população em geral possa exercer o direito de acesso aos bens culturais; · Inciso V _ preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural brasileiro; · Inciso VI _ estimular a formação artística e cultural, por meio dos workshops e atividades formativas. Portanto, o projeto justifica-se pelo seu potencial de ampliar o acesso à arte em cidades fora do circuito cultural contínuo, fortalecer identidades invisibilizadas, sensibilizar para a preservação ambiental e consolidar a descentralização cultural no Brasil.

Estratégia de execução

ENCENAÇÃO A encenação de “Para Meninos e Gaivotas” é tecida a partir da fusão entre Teatro e Artes Visuais, criando uma linguagem cênica em que o simbólico se sobrepõe ao literal e onde a dramaturgia está diluída em todos os elementos da cena. O espetáculo investiga a potência das imagens — estáticas e em movimento — como forma de comunicação sensível. Os objetos, a cenografia, os figurinos, os gestos, a música e a iluminação não apenas compõem o cenário, mas falam, narram, evocam. A palavra, quando surge, encontra suporte e contraponto em todo o corpo visual e sonoro da montagem. A dramaturgia não se limita ao texto falado: ela pulsa na arquitetura do espaço, na qualidade do movimento, na textura dos sons e na ancestralidade dos símbolos. Cada camada da encenação opera como linguagem, acessando camadas conscientes e inconscientes do espectador — especialmente da criança, que capta com o corpo o que muitas vezes os adultos procuram apenas com a razão.

Especificação técnica

O projeto “Para Meninos e Gaivotas, um Voo Rasante ” também se destaca por sua concepção inovadora e pelo impacto social e cultural que busca promover. Além das ações já descritas, cabe destacar: Inovação artística: a montagem propõe uma dramaturgia expandida que mescla linguagens cênicas contemporâneas, tradição oral, performance, vídeo e manipulação de bonecos, explorando um formato híbrido pouco explorado no teatro brasileiro. Sustentabilidade e responsabilidade ambiental que o tema em sua dramaturgia se envolve neste olhar. Formação de redes culturais: o projeto pretende estabelecer parcerias com coletivos locais, universidades e grupos culturais nas cidades contempladas, fortalecendo vínculos e estimulando futuras colaborações artísticas e pedagógicas. Impacto pedagógico ampliado: além dos workshops presenciais, os registros audiovisuais das atividades formativas e dos debates serão disponibilizados em ambiente digital, permitindo que escolas, artistas e interessados de outras localidades tenham acesso ao conteúdo. Potencial de continuidade: a circulação proposta é uma etapa inicial de um projeto maior, que prevê a consolidação de um repertório cênico inspirado nos mares e águas do Brasil, podendo futuramente se desdobrar em novas montagens, publicações e intercâmbios nacionais e internacionais. Espetáculo Teatral – “Para Meninos e Gaivotas , um Voo Rasante ” · Duração: 50 minutos. · Classificação indicativa: livre · Formato: espetáculo inédito de teatro contemporâneo, integrando performance, bonecos, música ao vivo e oralidade popular. · Material técnico: cenografia modular estrutura um barco de ferro e tecido, bonecos de manipulação artesanal, adereços simbólicos, figurinos e iluminação cênica. · Projeto pedagógico: o espetáculo atua como instrumento de formação de plateia e sensibilização, estimulando a reflexão sobre ancestralidade, memória cultural e preservação ambiental. Workshops “Teatro Contemporâneo: Processos Criativos e Travessias Cênicas” · Duração: 3 horas cada (10 edições, uma em cada cidade do circuito). · Formato: oficina prática conduzida pelo diretor Márcio Pimentel. · Material técnico: sala multiuso ou espaço cultural adaptado, recursos audiovisuais básicos, materiais pedagógicos impressos (também em Braille e fonte ampliada). · Projeto pedagógico: abordagem das metodologias criativas do espetáculo, como dramaturgia expandida, corpo-performer, oralidade popular, criação de partituras corporais, uso de objetos e bonecos. Público-alvo: artistas, estudantes e comunidade interessada. Debate Aberto · Duração: 90 minutos. · Formato: apresentação do espetáculo, e após com interação entre equipe e público. Material técnico: mesmo aparato cênico do espetáculo em escala reduzida. Projeto pedagógico: aproximação da comunidade ao processo contemporâneo, incentivando diálogo, crítica e participação no debate da obra.

Acessibilidade

Acessibilidade Física Todos os espaços parceiros onde ocorrerão as apresentações serão selecionados ou adaptados para garantir condições adequadas de mobilidade e permanência, incluindo: rampas de acesso, banheiros adaptados, assentos reservados para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e sinalização tátil e visual. A equipe de produção realizará vistoria prévia para assegurar que cada local atenda às normas de acessibilidade. Acessibilidade de Conteúdo Para ampliar a fruição do espetáculo e das atividades formativas por pessoas com deficiência, serão disponibilizados: - Intérprete de Libras em todas as apresentações e workshop- Audiodescrição para pessoas com deficiência visual, em sessões previamente definidas; · - Legendas descritivas para o conteúdo audiovisual do projeto; - Material de apoio em Braille e fonte ampliada, contendo sinopse e informações essenciais da obra; - Visita sensorial ao palco, cenários e adereços em algumas cidades, promovendo maior imersão do público com deficiência visual.

Democratização do acesso

O projeto prevê a realização de 20 apresentações gratuitas, distribuídas nas cidades de São Paulo, Araraquara, São José do Rio Preto, Bauru, Piracicaba, Sorocaba, Ribeirão Preto, Franca, Santos e Praia Grande, garantindo acesso a descentralizado e sem custo ao público. Os ingressos serão disponibilizados de forma antecipada e também no dia de cada apresentação , assegurando transparência e amplo alcance das comunidades locais.Além das apresentações , cada cidade contemplada receberá um workshop gratuito ( “ Teatro Contemporâneo : Processos Criativos e Travessias Cênicas “, Ministrado pelo diretor Márcio Pimentel, destinado a artistas, estudantes e interessados, ampliando a formação cultural e a participação social.Como medidas complementares de democratização , o projeto realizará debates com o público favorecendo o diálogo com a comunidade, e fará a disponibilização de registros audiovisuais em plataformas digitais , ampliando o acesso a pessoas de diferentes localidades.Dessa forma , a proposta assegura não apenas a gratuidade, mas também a ampliação do alcance cultural , a formação de público e o fortalecimento do vínculo entre arte e comunidade.

Ficha técnica

Márcio Pimentel | DIRETORDiretor | Iluminador / Professor / Pesquisador de linguagem contemporânea Formado em Artes Cênicas pela ECA-USP, com graduação em Audiovisual pela Universidade Paulista e pós-graduação em Gestão Cultural pelo SENAC. Ator e performer desde a década de 1980, atuou em diversos grupos como “Avesso”, “Pessoal do Poente”, “Grupo de Arte Ponkã”, “Cia Célia Helena” e fundou, em 1988, a Cia. Sylvia que te ama tanto, da qual é diretor e integrante até os dias atuais.=Com uma trajetória marcada pela criação e inovação nas artes cênicas, assinou a direção de 20 espetáculos, desenvolveu a iluminação de 17, criou figurinos para 7 produções e escreveu 12 roteiros de dramaturgia. Sua pesquisa artística transita pela Body Art, teatro contemporâneo e dramaturgia em Gestalt.Foi coordenador do Núcleo de Performance Uhuu da UNESP e do Núcleo de Performance e Intervenção Urbana do Centro Cultural da Juventude, onde também atuou como curador de artes cênicas por três anos. Participou como curador e palestrante no I Fórum da Performance do Estado de São Paulo.Entre suas premiações, foi indicado ao Prêmio FEMSA de Melhor Espetáculo com Para Meninos e Gaivotas, um Voo Rasante e recebeu cinco prêmios pelo espetáculo Vem Vento (melhor pesquisa de linguagem, espetáculo, iluminação, figurino e cenografia).Dirigiu e iluminou montagens como A História do Barquinho, Devorando Quixote, Morada, Simulacro, Terra Frágil, A Menina Bonita do Laço de Fita, O Espírito Social, Casca, V.I.T.R.I.O.L, Apoéticaliptica, Urbanus, Flor de Vênus, A Loja de Brinquedos, A Praia e Processos.Atualmente, atua como curador de projetos na Poiesis – Fluxo, na cidade de São Paulo.Andressa Francelino | ATRIZAtriz | Diretora | Produtora cultural | DRT: 24.285Natural de Bauru (SP), é formada em Artes Cênicas – Habilitação em Interpretação Teatral pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), com pós-graduação em Teatro, Dança e Produção Cultural pela Universidade do Sagrado Coração (2017). Em 2010, cursou disciplinas de mestrado em Dramaturgias Performativas pela USP e UNESP. Desde 2016, atua como diretora geral do FACE – Festival de Artes Cênicas de Bauru, tendo sido também curadora e produtora do festival entre 2014 e 2016. Coordenou o projeto Cabaret ScèneSonore, contemplado pela Lei de Estímulo à Cultura de Bauru nos anos de 2015, 2016 e 2018.À frente do grupo Protótipo Tópico, atuou e dirigiu diversos espetáculos, entre eles A Guerra de Pietrovit; Talvez isso não seja totalmente preciso, mas aqui está, premiado pelo ProAC Montagem Inédita (2018) e pelo ProAC Circulação (2021); e Bicho Transparente, contemplado pelo PEC para Montagem (2015), ProAC Circulação (2017) e Minha Casa Minha Vida (2018). Como diretora, assinou os espetáculos Preâmbulo – Carne com alma dentro (ProAC Circulação 2017), Memórias de Alice (contemplado pelo Aprimoramento Artístico de Rio Claro em 2019 e pelo ProAC Circulação em 2023), A Casa de Bernarda Alba (2015), pelo qual recebeu o prêmio de Melhor Direção no 9º FETUSC, e Que Tal Meu Quintal, projeto voltado ao público infantil dentro da iniciativa O PALCO.Foi contemplada por diversos editais de formação e fomento, como o ProAC de Aprimoramento Técnico-Artístico (2014 e 2015) e o ProAC LAB Grupos Teatrais (2021). Atuou como arte-educadora no projeto PIÁ (2011–2013), no Instituto Criança Cidadã (2013), e como docente no SENAC Bauru (2022). Também conduziu oficinas no projeto Oficinas Criativas – Arte e Sustentabilidade (PRONAC), na cidade de Borebi.Criadora do seriado audiovisual Performing Project Sessions (2020), também desenvolve trajetória no cinema, tendo atuado no longa Ressentimento, contemplado pelo ProAC 2018, e no curta Um Conto de Cabeceira. Desde 2016, desenvolve em parceria com João Folcato o projeto Pelos Trilhos de Bauru, que resultou nos espetáculos Pelos Trilhos de Bauru: Uma Estação de Histórias (PEC 2018) e Pelos Trilhos de Histórias: Lendas e Contos do Sertão Paulista (PEC 2022 e Lei Aldir Blanc 2024). Atualmente, integra o elenco do espetáculo Para Meninos e Gaivotas, um Voo Rasante, da Cia Sylvia que te ama tanto.Giovanna Hernandes | ATRIZAtriz | Diretora | Professora de teatro | DRT: 0049238/SPBacharela em Artes Cênicas pela UNICAMP e licenciada em Teatro pela UFPel, onde integrou o Núcleo de Teatro Universitário e participou do projeto de pesquisa "Grupos de Estudos e Pesquisa de Processos Criativos em Artes Cênicas" (2011–2013).Com uma trajetória que transita entre a cena e a formação, sua atuação se destaca na preparação de atores, com ênfase em práticas somáticas e no trabalho sobre si, integrando corpo, presença e criação autoral. Desenvolve pesquisa continuada em processos criativos e experimentação cênica, dialogando com fundamentos do teatro contemporâneo.Como artista e educadora, atuou em diversos projetos culturais e programas públicos de formação artística. Foi professora de teatro nas Prefeituras de Campinas e São Paulo, e atualmente integra o corpo docente do curso técnico em teatro do Senac Bauru/SP.Sua formação prática é enriquecida por oficinas e cursos em instituições como o LUME Teatro, Estúdio Fitacrepe e Artistas S/A, além de sua atuação em espetáculos autorais, com destaque para o solo “Num Piscar de Olhos” (2019).Giovanna mantém uma atuação ativa na interseção entre criação cênica, pedagogia teatral e pesquisa de linguagem, contribuindo para o fortalecimento da arte como prática transformadora.Roger Lima | ATOR Ator | DRT: 0043425/SPFormado em Educação Física, iniciou sua trajetória teatral em 2010, recebendo sua capacitação profissional como ator em 2016 pelo SATED-SP. Desde então, vem construindo uma carreira consistente nos palcos, integrando desde 2022 o elenco do espetáculo Para Meninos e Gaivotas, um Voo Rasante, da Cia Sylvia que te ama tanto. Entre 2010 e 2015, participou de mais de 15 montagens pelo Curso Livre de Teatro Paulo Neves, com destaque para os espetáculos Adultérios, A Lágrima de Einstein, O Último Godot, Teseu, Na Solidão dos Campos de Algodão, Eles Não Usam Black-Tie e Antígona.Paralelamente à atuação, dedicou-se ao estudo de Ballet Clássico e Dança Contemporânea no Núcleo de Dança Giracorpo, participando de importantes festivais como o Festival de Dança de Joinville, ENDA e Dançarte. Atuou ainda no espetáculo Macbeth Decapitado, contemplado pelo ProAC Primeiras Obras em 2015, e integrou o núcleo de teatro da Divisão de Ensino às Artes de Bauru, com os espetáculos Deus Ex Machina, Réquiem, On the Beats e Tistou.Buscando constante aprimoramento, participou de oficinas com profissionais renomados, como Fabiana Monsalu, Emerson Rossini, Carlos Simioni, Melissa Lopes e André Capuano, ampliando sua experiência cênica e sua pesquisa corporal no campo das artes do movimento e da performance. Victor Deluzzi Ator | Diretor | Professor de teatro | DRT nº 0038763/SPAtor e professor, com formação pelo Centro de Artes Célia Helena, em 2017, onde trabalhou sob a direção de nomes como Rejane Arruda, Dagoberto Feliz, Pedro Granato, Elisa Ohtake, Rodrigo Audi e Ednaldo Freire. Ainda durante sua formação, participou da edição de 2016 do Festival GATS, no Peru, ampliando sua vivência artística em contexto internacional.Desde 2014, é integrante da Cia Mariza Basso Formas Animadas, com a qual realizou apresentações em diversas cidades do estado de São Paulo e em outras regiões do país, participando de festivais e circulações por unidades do Sesi e do Sesc. Com a companhia, também representou o Brasil em eventos internacionais, como o Festival BIPF, em Pequim (2023), e o Festival Manuelucho, em Bogotá (2024).É membro da Cia Sylvia Que Te Ama Tanto desde 2017, grupo com o qual também circula por festivais e instituições culturais, como o Sesi e o Sesc, apresentando-se em várias cidades do estado de São Paulo. Seu trabalho é marcado pela investigação contínua da linguagem cênica, com especial interesse pelas formas animadas e pelos processos colaborativos de criação.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

São Paulo São Paulo