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O projeto prevê a formação audiovisual de 200 alunos da rede pública de ensino com foco em cultura afro-brasileira e indígena (Produto: Oficina /Workshop/Seminário). Divididos em turmas de 2 níveis, os alunos de ensino fundamental - anos finais e ensino médio participarão de oficinas de experimentação cultural como preparo para a formação audiovisual que resultará na produção de curta-metragens sobre o tema. Esses alunos também terão uma formação complementar focada no autodesenvolvimento e competências socioemocionais, além de visita a 3 espaços culturais para aumento do repertório cultural. Além disso, 50 professores da rede pública de ensino serão formados em história e cultura afro-brasileira e indígena no currículo escolar. Por fim, serão realizadas mostras audiovisuais com os trabalhos produzidos pelos alunos, convidando toda a comunidade para refletir sobre o tema (medida de ampliação de acesso).
Produto: Oficina /Workshop/Seminário Informações gerais: O projeto contempla a formação de 200 alunos da rede pública de ensino divididos em 8 turmas, além da formação de 50 professores. De acordo com o cronograma preliminar, a formação de professores ocorrerá logo no início do projeto, enquanto as 8 turmas serão divididas em 2 grandes ciclos de formação (primeiro e segundo semestre). Segue sinopse sobre cada etapa do projeto. Todas as atividades serão realizadas em formato presencial. Formação de professores: Os 50 professores serão formados em uma única turma que contará com 3 encontros de 4 horas cada, totalizando 12 horas de formação a serem realizadas antes das formações com os alunos. O conteúdo abordado será história e cultura afro-brasileira e indígena no currículo escolar. Além da compreensão sobre a legislação vigente, o público atendido terá acesso a conteúdo focado em práticas pedagógicas e relações étnico-raciais na escola. O objetivo é que o corpo docente possa complementar as atividades do presente projeto e até mesmo dar continuidade ao final deste. Formação dos alunos do Ensino Fundamental - Anos Finais e Ensino Médio: As 8 turmas de 25 alunos cada serão divididas nos dois níveis, sendo 4 turmas focadas em alunos do ensino fundamental - anos finais (11 a 14 anos) e 4 turmas focadas no ensino médio (15 a 18 anos). Ambos os níveis contarão com as seguintes atividades: Oficinas de experimentação cultural: 10 encontros semanais de 2 horas totalizando 20 horas de conteúdo que abordarão linguagens culturais diversas como grafismos, hip hop, entre outras. Além de conteúdo teórico, os encontros serão focados na prática das diversas linguagens abordadas e preliminarmente detalhadas no plano pedagógico em anexo a esse projeto. O objetivo é desenvolver repertório cultural com referências afro-brasileiras e indígenas. Oficinas de produção audiovisual: Com mais 10 encontros semanais de 2 horas cada, totalizando 20 horas de formação, a trilha principal do projeto abordará desde conceitos básicos até a prática do audiovisual, fazendo com que, ao final do curso, os alunos tenham produzido curta-metragens sobre a temática central do projeto. Oficinas Mirando o Futuro: Em complemento à formação cultural, os alunos receberão oficinas com foco no autodesenvolvimento e competências socioemocionais (Oficinas Mirando o futuro), com 3 encontros de 2 horas cada, totalizando 6 horas de formação. Visitas a espaços culturais: Em paralelo às oficinas acima citadas, cada turma realizará 3 visitas a espaços culturais como atividade de formação de repertório cultural. Mostra audiovisual (medida de ampliação de acesso) Como medida de ampliação de acesso do projeto, serão realizadas 8 mostras audiovisuais abertas para a comunidade, com o intuito de apresentar os curta-metragens produzidos pelas turmas durante a formação.
Objetivo geralPromover a formação de crianças e adolescentes oriundos de escolas públicas sobre produção audiovisual e a cultura afro-brasileira e indígena por meio de atividades culturais complementares. Objetivos específicos Formar 100 alunos de escola pública cursando o Ensino Fundamental Anos Finais e 100 alunos do Ensino Médio, divididos em 8 turmas, em produção audiovisual e cultura afro-brasileira e indígena; Realizar formação complementar com foco em autodesenvolvimento e competências socioemocionais (Oficinas Mirando o futuro) para os 200 jovens atendidos pelo projeto, totalizando as 8 turmas; Realizar 24 visitas a espaços culturais, sendo 3 visitas por turma, com foco na formação de público e de repertório cultural entre os atendidos pelo projeto; Formar 50 professores da rede pública de ensino em história e cultura afro-brasileira e indígena no currículo escolar; Realizar 8 mostras audiovisuais abertas para a comunidade para apresentação dos trabalhos produzidos pelos alunos na formação audiovisual (medida de ampliação de acesso).
O audiovisual é uma das ferramentas mais poderosas para a construção de narrativas e a expressão de identidades. No contexto atual, onde as mídias digitais exercem um papel central na comunicação e no acesso à informação, dominar essa linguagem permite que jovens ampliem suas possibilidades de expressão, reflitam sobre a realidade ao seu redor e contem suas próprias histórias. Este projeto tem como objetivo formar estudantes da rede pública em produção audiovisual, permitindo que desenvolvam tanto competências técnicas quanto um olhar crítico sobre a representação de identidades e culturas na mídia. Ao aliar o ensino do audiovisual à valorização da cultura afro-brasileira e indígena, o projeto busca preencher lacunas educacionais e fortalecer a representatividade desses povos na produção de conteúdos culturais. A história do Brasil é marcada pela influência e contribuição de africanos e indígenas, que moldaram aspectos fundamentais da identidade nacional, como a arte, a música, a culinária e as tradições populares. No entanto, a marginalização histórica dessas culturas e a falta de representatividade nas mídias tradicionais tornam essencial o desenvolvimento de iniciativas que promovam a valorização desses saberes. O ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena é garantido pela Lei nº 10.639/2003 e pela Lei nº 11.645/2008, que determinam sua obrigatoriedade no currículo escolar. Apesar desses avanços legislativos, ainda há desafios na implementação desses conteúdos nas escolas, seja por falta de materiais didáticos adequados, seja pela necessidade de metodologias inovadoras que engajem os estudantes. O uso do audiovisual como estratégia pedagógica permite não apenas o aprendizado teórico, mas também a experimentação e a criação, tornando o ensino mais dinâmico e significativo. Portanto, ainda que o foco central da presente proposta seja a formação audiovisual, as oficinas de experimentação cultural com linguagens diversas buscam preparar os adolescentes para que aprendam a produção audiovisual em uma perspectiva diversa. Ou seja, oferecer conteúdo e repertório sobre cultura afro-brasileira e indígena é uma etapa essencial da formação audiovisual. Assim, conforme a Lei 8.313/91, a presente proposta de projeto se enquadra nos seguintes artigos e incisos: Em relação ao art. 1º, o projeto contempla: I. Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV. Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional. O projeto atende especialmente a esses incisos ao oferecer formação gratuita em audiovisual e cultura afro-brasileira e indígena para alunos e professores da rede pública, ampliando o acesso a conhecimentos historicamente marginalizados. Em relação ao art. 3º, o projeto se enquadra da seguinte forma: III - Preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) Proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; V - Apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) Ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. A formação de alunos e professores da rede pública de ensino com foco no audiovisual e na cultura afro-brasileira e indígena tem como objetivo preservar e disseminar saberes tradicionais, promovendo uma produção cultural mais diversa e representativa. Ao unir a formação audiovisual à valorização da identidade cultural, o projeto contribui para o fortalecimento da expressão artística dos jovens, oferecendo-lhes ferramentas para se tornarem agentes ativos na construção de narrativas mais plurais e inclusivas. Dessa forma, promove-se não apenas a democratização do acesso ao audiovisual, mas também a valorização da diversidade como parte essencial da identidade brasileira.
O presente projeto foi submetido em 2024 e arquivado definitivamente sem possibilidade de resposta da diligência pelo proponente. No primeiro arquivamento fomos notificados para maiores esclarecimentos sobre o objeto e produtos. Na ocasião, apresentamos via Salic uma explicação detalhada que destaca a estrutura do projeto e evidencia a formação audiovisual como produto principal e nos colocamos à disposição para redução das atividades complementares, ainda que tenhamos reforçado a importância da formação integral dos nossos beneficiários. Via Salic fomos instruídos de que o único ajuste necessário seria selecionar a opção “Proposta audiovisual” no sistema. E assim seguimos e reenviamos o projeto para análise. Depois disso, fomos arquivados novamente por um motivo diferente: a comprovação de atividades culturais do proponente. Ainda que tenhamos anexado um currículo com atividades culturais, além das atividades sociais do instituto, não tivemos oportunidade de aprimorar esse documento, uma vez que um segundo arquivamento leva ao arquivamento definitivo da proposta. Portanto, estamos agora reenviando o projeto, iniciando novamente o processo de análise. Contudo, gostaríamos de reforçar que o arquivamento definitivo deveria se aplicar apenas para quando o proponente não responder de forma satisfatória os motivos anteriormente apresentados. No nosso caso, recebemos um NOVO motivo na segunda diligência e sequer tivemos oportunidade de resposta, o que tornou o arquivamento arbitrário. Estamos confiantes de que o MinC está aprimorando seus meios de trabalho, incluindo esse tipo de processo e que sua equipe levará em conta os desafios acima citados para garantir uma nova análise pautada na isonomia e eficiência.
Produto: Oficina /Workshop/Seminário Em complemento ao plano pedagógico anexado ao projeto, segue detalhamento técnico da sua realização. Local de realização: O projeto tem previsão de realização na cidade de Vespasiano/MG, local onde o proponente já possui parceria com a Secretaria de Educação e realiza atividades. Contudo, algumas das 8 turmas podem ser alocadas em outras cidades posteriormente definidas conforme captação de recursos do projeto. Vale destacar que tais cidades serão previamente aprovadas junto ao MinC. Seleção de professores e alunos: A condição prioritária de seleção é que todos os beneficiários sejam colaboradores (professores) ou beneficiados (alunos) da rede pública de ensino. Para além disso, outros pré-requisitos como ações afirmativas étnica e socioeconômicas serão posteriormente definidas pela equipe do projeto. Formação de professores: Quantidade por turma: 12 horas de formação em 3 encontros de 4 horas cadaQuantidade de turmas: 1Quantidade de professores formados: 50 Formação de alunos (ensino fundamental - anos finais): Quantidade de horas por turma: 58 horas, sendo 20 horas para oficinas de experimentação cultural + 20 horas para formação em produção audiovisual + 6 horas de oficinas Mirando o futuro + 12 horas para as 3 visitas a espaços culturais.Quantidade de turmas: 4 (sendo 2 por semestre/ciclo)Quantidade de alunos: 25 por turma, totalizando 100. Formação de alunos (ensino médio): Quantidade de horas por turma: 58 horas, sendo 20 horas para oficinas de experimentação cultural + 20 horas para formação em produção audiovisual + 6 horas de oficinas Mirando o futuro + 12 horas para as 3 visitas a espaços culturais.Quantidade de turmas: 4 (sendo 2 por semestre/ciclo)Quantidade de alunos: 25 por turma, totalizando 100. Mostra audiovisual (ampliação de acesso) Quantidade: 5Duração: Até 2 horas por encontroPúblico previsto: média de 100 pessoas por encontro, totalizando 800 pessoas. Local de realização: A cidade preliminarmente indicada para realização do projeto é a de Vespasiano/MG. Caso seja necessário alterar, será feita a validação prévia com a equipe da Secretaria de Incentivo à Cultura.
Produto: Oficina /Workshop/SeminárioAcessibilidade física: As formações de alunos e professores serão realizadas em escolas adequadas para pessoas com deficiência física e/ou mobilidade reduzida, assim como as mostras audiovisuais (medida de ampliação de acesso).Acessibilidade de conteúdo: Das 8 turmas previstas para realização do projeto, 2 contarão com Intérprete de Libras durante a realização do ciclo de formações, sendo 1 de ensino fundamental e 1 de ensino médio. Além disso, também está prevista a contratação de intérprete de libras para a formação complementar dessas 2 turmas (Oficinas Mirando o futuro), para 6 visitas a espaços culturais (3 para cada turma) e para 1 mostra audiovisual.Devido a mudança da legislação, os custos relativos à acessibilidade foram realocados para o grupo de despesas correto.
Em consonância com o art 46 da IN 23/2025, o projeto prevê a oferta totalmente gratuita de todas as suas atividades, respeitando os princípios da democratização de acesso. Como medida de ampliação de acesso, o projeto realizará 8 mostras audiovisuais com as 8 turmas previstas no projeto. A ação será realizada ao final da formação audiovisual, apresentando as produções feitas pelos alunos a toda a comunidade. A ação se encaixa no inciso V do art 47 da IN 23/2025:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas.
Instituto Paulinho (proponente): Direção Geral Currículo completo em anexo. Karoline Santos da Silva (Coordenação do projeto) É gerente executiva no Instituto Paulinho. Formação: Mestrado em Planejamento Urbano e Regional pelo IPPUR/UFRJ- Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Graduação em Licenciatura em Geografia na UERJ- Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Atua no terceiro setor desde 2014 em projetos e programas na área de Educação, Cultura, Empreendedorismo e Direitos das Juventudes. Entre suas funções estão: Criação de projetos pedagógicos e trilhas formativas; Diálogo e construção de redes entre atores locais, organizações sociais e órgãos públicos; Monitoramento e avaliação de resultados; Gestão participativa de projetos; Elaboração de propostas de projetos para editais. Lisyanne Pereira Ribeiro (Coordenação pedagógica) Atualmente faz parte da equipe do Instituto Paulinho (proponente). Mestrado no Instituto de Planejamento Urbano e Regional – IPPUR/ UFRJ - previsão de conclusão em outubro de 2024. Especialização em Teorias e Práticas da Geografia Escolar, Colégio Pedro II - concluído em 2022. Especialização em Cidades, Políticas Urbanas e Movimentos Sociais no IPPUR/UFRJ - concluído em 2021. Licenciatura plena em Geografia – Universidade do Estado do Rio De Janeiro UERJ - Faculdade de Formação de Professores - concluído em 2018. Atuou em diversas organizações e projetos sociais durante sua carreira como Jovens Gênios, Rocode, Fórum de Ciência e Cultura, Instituto da Criança, CIEDS, entre outros. Entre suas experiências estão: Gestão de projetos; Consultoria educacional; Coordenação pedagógica; Produção de eventos, etc.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.