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Idealizado pelo instrumentista, produtor musical e ambientalista Mestre Nido Pedrosa, o projeto culmina em eco-shows emblemáticos/2026, celebrando arte, consciência e sustentabilidade.• BSB: 6/6 - Semana do Meio Ambiente• S.P: 17/7 - Dia da Proteção às Florestas• RJ: 20/9 - Dia Mundial pela Limpeza das Águas.Precede cada eco-show uma Oficina de Formação Cultural Eco, Arte e Educação _ Sustentabilidade em Ação, realizada 20 dias antes, capacitando até 50 arte-educadores a criarem instrumentos com resíduos sólidos e formar banda local para se apresentar com Nido. No RJ, o espetáculo ganha força com a junção da Orquestra Rio Camerata, em um encontro vibrante onde música e ecologia se unem num clamor planetário. O público é inspirado pela palestra "Resíduos Sólidos: uma Referência Musical" e pelo vídeo "Educar para Transformar", protagonizado por biólogos e cientistas renomados. Ao final, a música "Planeta SOS" ecoa pelo Brasil, em um apelo sonoro coletivo pela preservação ambiental.
"ARTE SONORA - O SOM DA SUSTENTABILIDADE" se propõe a gerar um movimento pró-conscientização pela preservação do meio-ambiente. Seu DNA é focado na energia motriz da transformação, da mudança, pela produção de instrumentos musicais a partir do lixo sólido: latas de tinta, garrafas PET, potes em geral etc. É o lixo que vira música. É Economia Criativa, Capacitação, Geração de renda e muito mais. Nasceu da visão inovadora, criativa e integradora do instrumentista, produtor musical e ativista ambiental Mestre Nido Pedrosa, em que a música e a arte se tornam veículos poderosos de conscientização e mudança, a partir de técnicas próprias da produção de instrumentos que ele desenvolveu, aproveitando o descarte de lixo sólido, reciclando e dando um novo destino para esse lixo. Nosso objetivo é embasar ações que possam impactar positivamente comunidades, sensibilizar públicos diversos e promover ações concretas de sustentabilidade pelo Brasil a fora. Conteúdos dos produtos do projeto: 1) Oficina de Formação Cultural Eco, Arte e Educação Sustentabilidade em Ação. É a primeira ação do projeto em cada cidade. Consta da capacitação de até 50 arte-educadores da rede pública de ensino da cidade onde será realizado o projeto, em eco-arte-educadores. Esses professores são indicados pela Secretaria de Educação da cidade, previamente contatada pela equipe de produção do projeto. A Secretaria também indica o local onde poderá ser realizada a oficina. O objetivo é formar multiplicadores do conhecimento sobre a produção de instrumentos a partir do lixo sólido recolhido bem como ministrar um programa sobre Educação Musical culminando com a formação de uma banda musical com, pelo menos 10 alunos de cada oficina - alunos que integrarão a apresentação musical final em cada cidade, juntamente com os demais músicos oficiais do projeto e, no caso do RJ, com a Orquestra Rio Camerata. A Oficina é dividida em 3 etapas principais: 1.1) Introdução à Sensibilização - com a realização de Rodas de Conversa sobre a importância desses três grandes eixos: Sustentabilidade, Economia Criativa e Circular e da confecção de instrumentos musicais a partir do lixo sólido e de materiais recicláveis. A partir de dinâmicas orientadas, as “Rodas de Diálogos” oferecem um espaço seguro e estimulante para que os participantes compartilhem experiências, levantem problemáticas locais, proponham ideias inovadoras e construam coletivamente iniciativas que conectem cultura, meio ambiente e geração de valor.Durante cada encontro da Roda de Conversa, será promovido:• o compartilhamento de conceitos e práticas sobre como viver de forma mais sustentável e responsável no cotidiano;• a discussão de como a criatividade — nas artes, no design, na música, no empreendedorismo — pode contribuir para modelar uma economia com impacto positivo, valorizando saberes locais, materiais reutilizados ou reciclados e redes colaborativas;• a reflexão sobre o modelo de economia circular, isto é, sobre como transformar “resíduos” em recursos, prolongar ciclos de vida dos produtos e gerar efeitos sociais e ambientais a partir da cultura e da arte.As rodas de diálogo se inserem no plano pedagógico com o objetivo de:• sensibilizar os participantes para a interdependência entre cultura, ambiente e sociedade;• desenvolver competências de escuta ativa, pensamento crítico, criatividade colaborativa e protagonismo juvenil;• gerar propostas concretas de intervenção cultural e ambiental para a comunidade, alinhadas ao escopo do projeto O Som da Sustentabilidade.Assim, esta atividade fortalece não apenas o conhecimento acerca da sustentabilidade e das economias criativas e circulares, mas também as relações comunitárias, o engajamento coletivo e o empoderamento cultural dos participantes como agentes de transformação. 1.2) Confecção dos instrumentos - orientação teórica e prática para a produção dos instrumentos percussivos, tais como: tambores, ganzá, chocalhos e outros, utilizando-se materiais como latas, garrafas plásticas e outros resíduos sólidos. . 1.3) Prática musical - sessões de prática musical onde os participantes aprenderão os ritmos básicos da música brasileira e terão a oportunidade de tocar em conjunto, criando uma e experiência musical seletiva, através dos instrumentos confeccionados por eles mesmos na oficina.2) Eco-Show. É a apresentação aberta ao público gratuitamente, em 1 dia, no último final de semana do projeto.A passagem de som para cada show será aberta. O eco-show inclui: palestra, vídeo e show. 2.1. A Palestra. Cada eco-show se inicia com a palestra "Resíduos `Sólidos - Uma Referência Musical" - sobre a Importância da Preservação da Natureza, pelo ambientalista, musicista, produtor musical e cultural Mestre Nido Pedrosa.2.2. O vídeoApós a palestra, inicia-se o show musical quando as apresentações são enriquecidas pelo vídeo "Educar para Transformar", exibido em etapas intercaladas com o repertório musical. Este vídeo destaca a urgência da preservação da natureza e nos convida a refletir sobre o impacto ambiental de nossas ações. Inclui depoimentos de profissionais reconhecidos e referências na área de sustentabilidade - professores, biólogos, cientistas - abordando a realidade brasileira em relação à poluição das águas, florestas e à Amazônia. Dentre eles, os seguintes destaques: • Gustavo Veronezi - da Fundação SOS Mata Atlântica. • Dra Luciana Gatti e Dr. Luiz Felipe Rezende - ambos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE. • Dr. Clemente Coelho Júnior – da Universidade de Pernambuco -UPE. • Prof. Alexandre Nunes - do Conselho Ambiental da Universidade Federal de Pernambuco UFPE. Ao final, o vídeo enfatiza o legado valioso que a natureza proporciona à vida humana, numa relação de alegria, prazer e felicidade, com a apresentação da música emblemática do projeto - "Planeta SOS" - que será cantada por todos.O vídeo "Educar para Transformar" será motivo de atualização. Com a inserção de novas imagens de BSB, SP, RJ e elementos tais como a transmissão em Libras.Todo o projeto será registrado em folder institucional explicativo, impresso em Braile e papel semente, para distribuição gratuita aos espectadores, na entrada do teatro, à cada apresentação - o que significa que, após o espetáculo, o folder poderá ser plantado contribuindo com o replantio do verde na cidade visitada.Estima-se uma média de 500 exemplares para cada uma das 3 apresentações do eco-show. O Elo Ancestral: Humanidade e Natureza em HarmoniaDurante todo o projeto, emerge silenciosamente um arquétipo poderoso: o da Mãe-Natureza, provedora generosa que oferta à vida tudo aquilo de que precisamos. Esse símbolo milenar, presente no inconsciente coletivo, reflete um padrão universal da psique humana — uma imagem ancestral que nos liga profundamente ao cuidado, à nutrição e ao sentimento de pertencimento à Terra.Ver-o-humano como a parte consciente e inteligente dessa relação nos convoca a agir - não por obrigação, nem por temor das consequências - mas por amor: reconhecer os benefícios que recebemos é apenas o início. A entrega precisa se fazer pelo cuidado sincero, pelo respeito natural. Afinal, esse arquétipo cuidador vive em cada um de nós, moldando nossa percepção de natureza como fonte de vida, não apenas de recursos.... e, afinal, quem ama, cuida. Simples assim.Por meio do projeto "ARTE SONORA - O SOM DA SUSTENTABILIDADE", almejamos cultivar essa responsabilidade ambiental de forma visceral. Utilizamos a música não só como arte, mas como instrumento de transformação social e educacional. Nosso projeto valoriza a criatividade, fomenta o trabalho coletivo e celebra o cuidado com o meio ambiente, reafirmando que existe uma possibilidade concreta de coexistência harmônica entre seres humanos e natureza.CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: Livre
Objetivo GeralSer o porta-voz da conscientização ambiental e o estímulo à disseminação das práticas sustentáveis, utilizando para isso uma intervenção artística inovadora: a força de sensibilização da música tocada com instrumentos confeccionados a partir de resíduos reciclados do lixo sólido da cidade: latas, garrafas pet, materiais metálicos, etc, envolvendo a comunidade escolar, educadores, pedagogos e a sociedade nas cidades em que será realizado - Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro.Fortalece a importância da responsabilidade ambiental, através dos conceitos de Empreendedorismo, Economia Criativa, Circular e Sustentabilidade - estratégicos para a transformação social, econômica e ambiental.Objetivos Específicos:1) Realizar a "Oficina de Formação Cultural — Eco, Arte, Educação: Sustentabilidade em Ação", em cada cidade, para capacitar até 50 arte-educadores (indicados, anteriormente, pelas Secretarias de Educação da cidade) na arte de transformar resíduos sólidos em instrumentos musicais. Inserido no plano pedagógico, "Rodas de Diálogos" sobre a importância da Sustentabilidade, Economia Criativa e Circular.Durante 10 dias antecedentes às apresentações, Mestre Nido Pedrosa ensinará ao grupo técnicas de ecoarte, fabricando instrumentos a partir do lixo sólido, capacitando seus participantes a atuarem como replicadores do conhecimento em suas cidades. O grupo também participará de Rodas de Conversas sobre a Importãncia da Sustentabilidade, Economia Criativa e Circular. tendo como mediadora a pedagoga do projeto Josy Santos. Ao final da oficina, pelo menos 10 desses participantes serão selecionados como músicos para compor a banda local, que será ensaiada e participará de uma das músicas durante o eco-show final- que encerra o projeto na cidade visitada.Todos os eco-arte-educadores que tiverem, pelo menos, 75% de frequência às aulas receberão um "Certificado de Participação" sendo que os que apresentarem seu real aprendizado na arte de transformar lixo sólido em instrumento musical, também receberão um Certificado de Capacitação nessa arte.Tal ação contribuirá para a disseminação da prática e fortalecimento da intervenção artística pelos, então, eco-arte-educadores que poderão difundir tais práticas nas escolas públicas em que lecionam.2) Preparar para apresentar três eco-shows, espetáculos musicais, realizando ensaios que unem a banda oficial do projeto com a banda formada por 10 arte-educadores oriundos das oficinas de capacitação na cidade - 1 eco-show em cada uma das 3 cidades (Brasília, SP e RJ), em datas icônicas para o Meio Ambiente:BSB: 6/6 - Semana do Meio-Ambiente - abertura do projetoS.P: 17/7 -Celebração do Dia da proteção às florestas;RJ: 19/9 - Celebração do Dia Mundial pela Limpeza das Águas.Cada eco-show inclui a realização de uma palestra e a exbição de filme, ambos sobre o meio-ambiente. A preparação em cada cidade envolve o ensaio com Mestre Nido, dos músicos da banda oficial do projeto composta por instrumentistas consagrados e os eco-arte-educadores formados pela Oficina Eco, Arte, Educação - Sustentabilidade em Ação (que terá sido realizada antes da apresentação do eco-show).Na cidade do Rio de Janeiro, esse ensaio envolverá, também, a integração da Orquestra Rio Camerata às bandas musicais, para o fechamento apoteótico do projeto nesta cidade.Nos espetáculos serão incluídos instrumentos que foram produzidos a partir da reciclagem do lixo sólido da própria cidade.Esses eco-shows criarão momentos de grande impacto, atitudes sustentáveis, celebração e confraternização, promovendo essa experiência transformadora, onde o público possa perceber a beleza e o potencial que cada cidadão tem, em transformar, neste caso, seu lixo sólido gerado em música, reforçando a mensagem de Sustentabilidade, Empreendedorismo e Criatividade.Cidades escolhidas:• Brasília - escolhida para abraçar a abertura do projeto, em celebração à Semana do Meio Ambiente - 5 de junho.Será a cidade emblemática por possuir forte apelo político, por ser a capital do Brasil e onde se situam os principais órgãos representativos, capazes de darem força e valor aos objetivos do projeto.Serão assim convidados a se envolverem com o projeto: o Ministério do Meio Ambiente, o Senado Federal, a Câmara dos Deputados, STF e o Ministério da Cultura.As ações de assessoria de imprensa serão fundamentais e direcionadas para dar visibilidade a todo o processo.• São Paulo - escolhida por ser a cidade onde se situam a Fundação SOS Mata Atlântica (Av. Paulista) e o INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (S.José dos Campos) quando celebraremos o 17 de julho, "Dia da Proteção às Florestas".Para essa apresentação, o foco na preservação das florestas, matas e árvores, envolverá a sensibilização de órgãos representativos da questão, prioritariamente a Fundação SOS Mata Atlântica, o INPE, a Secretaria de Meio Ambiente - através da ação da Assessoria de Imprensa que envolverá esses órgãos com o projeto, sendo um tema-motriz para sensibilizar a imprensa em geral e a população.• Rio de Janeiro - escolhida para dar fechamento ao projeto - cidade banhada pelo oceano Atlântico e reverenciada pelas praias mais conhecidas do mundo - quando celebraremos o Dia Mundial da Limpeza das Águas (21 de setembro) e também o World Clean Up Day movimento mundial no terceiro sábado de setembro (dia 19 de setembro) quando estimularemos os projetos focados na limpeza das praias e oceanos.Fechando com chave de ouro, teremos, então, a apresentação inesquecível de um grande espetáculo, envolvendo a interação entre Mestre Nido Pedrosa, a banda oficial do projeto, a dos eco-arte educadores (alunos da oficina) e a reconhecida Orquestra de câmara: Rio Camerata, em um momento apoteótico para o conceito de Sustentabilidade - culminando com a apresentação da música-ode do projeto: Planeta SOS, cantada em uníssono, por todos os presentes.3) Preparar para apresentar a palestra Resíduos Sólidos: Uma Referência Musical - para a abertura de cada eco-show - com foco na importância da preservação da natureza - pelo idealizador do projeto Mestre Nido Pedrosa4) Atualizar o vídeo Educar para Tansformar - a ser intercalado nas apresentações musicais nas três cidades, entre cada música tocada, apresentando as reflexões dos cientistas, biólogos e ambientalistas consagrados, tais como:• Gustavo Veronezi da Fundação SOS Mata Atlântica-SP,• Drª. Luciana Gatti e Dr. Luiz Felipe Rezende - cientistas do INPE-SP;• prof. Dr. Clemente Coelho da UPE-PE e prof. Alexandre Nunes da UFPE.Ambos - palestra e vídeo - são elementos sensibilizadores, integrados às apresentações musicais, reforçando a importância da Sustentabilidade global, proteção ambiental e do consumo consciente.5) Estabelecer parcerias duradouras com os Ministérios, as Secretarias de Educação locais, fortalecendo o compromisso institucional com a promoção de práticas sustentáveis através da arte - buscando posicionar o projeto como uma referência na promoção de práticas artísticas, musicais e ambientais responsáveis, consolidando sua presença e impacto na cultura e educação das regiões visitadas, procurando envolver as mídias locais com reportagens, matérias e entrevistas.Em suma, "ARTE SONORA - O SOM DA SUSTENTABILIDADE" se projeta como um legado duradouro — um chamado para que toda a sociedade ecoe um compromisso coletivo com a natureza. Cada apresentação será um ponto de virada de chave que desperta consciência, multiplica sonhos, atitudes responsáveis e impactos positivos por todo o Brasil.É este sonho que nos move! E se empresas alinhadas com esses valores artísticos, sociais e sustentáveis se unirem a nossos propósitos, juntos poderemos disseminar este projeto por todo o Brasil. em um Movimento pró-sustentabilidade do planeta.Afinal, tudo o que se é capaz de pensar, é capaz de se realizar!
O projeto "ARTE SONORA - O SOM DA SUSTENTABILIDADE" representa uma iniciativa inovadora, fundamental para disseminar a consciência ambiental pela população brasileira. Utiliza a expressão artística, tendo a música como ferramenta de transformação social.A sua relevância reside na capacidade que a música tem de mobilizar diferentes públicos, sensibilizando-os, neste caso, para a importância da sustentabilidade e do reaproveitamento dos resíduos sólidos, além de capacitar arte-educadores em eco-arte-educadores para disseminarem o conhecimento junto a alunos de escolas públicas, estimulando-os a serem transmissores dos conceitos em suas famílias e comunidades.A utilização do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei nº 8.313/1991 é imprescindível para viabilizar financeiramente essa iniciativa. A lei permite que recursos provenientes de incentivos fiscais de empresas possam ser direcionados para projetos culturais como este, garantindo sua execução de forma sustentável e democrática.Enquadramento do projeto nos incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91O projeto se enquadra especialmente nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/1991:I - projetos e atividades culturais: pois promove um espetáculo musical que une arte, educação e sustentabilidade, contribuindo para a difusão de cultura e conscientização ambiental.II - ações de incentivo a manifestações culturais: ao valorizar a cultura popular e contemporânea, utilizando instrumentos de percussão feitos de lixo reciclado, promovendo oficinas de arte-educação e valorizando a música genuinamente brasileira.III - ações de valorização do patrimônio cultural e ambiental: ao valorizar práticas sustentáveis, o projeto reforça a importância da preservação ambiental e cultural, integrando esses elementos na sua proposta artística.Objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91 que serão alcançadosO projeto contribui para alcançar os seguintes objetivos previstos no Art. 3º da referida norma:• Promover o desenvolvimento cultural e social: ao envolver arte-educadores de escolas públicas na construção e apresentação de instrumentos feitos de materiais reciclados, estimulando a participação social e o senso de pertencimento.• Estimular a criatividade e a inovação cultural: ao propor uma linguagem musical inovadora, que combina arte sonora com mensagens ambientais, incentivando novas formas de expressão artística.• Fortalecer a identidade cultural e ambiental: ao valorizar práticas sustentáveis e tradicionais, promovendo uma cultura de responsabilidade socioambiental.• Fomentar a educação ambiental através da arte: ao integrar palestras, vídeos sensibilizadores e oficinas, o projeto promove uma educação informal que reforça valores de sustentabilidade e respeito ao meio ambiente, utilizando a arte como veículo de aprendizagem.Por que a Lei de Incentivo à Cultura?A Lei nº 8.313/1991 é fundamental para garantir a viabilidade financeira de projetos culturais inovadores, que unem arte e cidadania, especialmente para aqueles que usam a arte como elemento capaz de despertar a consciência humana e transformarem pessoas para que sejam capazes de evoluir o mundo. Ela possibilita que recursos de incentivo fiscal sejam utilizados para financiar atividades culturais de impacto social positivo, ampliando o alcance e a efetividade dessas ações. Além disso, ao fomentar projetos como o "ARTE SONORA - O SOM DA SUSTENTABILIDADE", a lei contribui para a democratização do acesso à cultura, para o fortalecimento da identidade cultural brasileira e para o desenvolvimento de uma Sociedade Verde - mais consciente e responsável ambientalmente.Assim, o uso do mecanismo de incentivo previsto na Lei nº 8.313/1991 é, não apenas estratégico, mas essencial, para transformar essa proposta inovadora em uma realidade acessível a diversos públicos, promovendo cultura, educação e sustentabilidade de forma integrada.
Neste item, queremos dar destaque para 3 assuntos que consideramos fundamentais: • a realização de um "Plano de Mensuração de Resultados". • a relevância do projeto frente aos ODS da Agenda ONU 2030.• a utilização da Assessoria de Imprensa agindo de forma contínua, para gerar engajamento ao projeto e para levar o público às Redes Sociais.1) "Plano de Mensuração de Resultados" - diretrizesA avaliação do projeto "ARTE SONORA - O SOM DA SUSTENTABILIDADE" será realizada de forma contínua e integrada a todas as etapas serão planejadas, com as metas a serem alcançadas e foco em indicadores quantitativos e qualitativos que sejam, inclusive, do interesse de patrocinadores.Alguns itens indicadores que integrarão o Plano: 1.1. Nas oficinas de formação cultural "Eco, Arte, Educação – Sustentabilidade em Ação" - número de oficinas realizadas, quantidade de arte-educadores capacitados (até 50 por cidade) e instrumentos confeccionados, além do nível de satisfação dos participantes, coletado por meio de questionários rápidos, etc.1.2. A palestra “Resíduos Sólidos – Uma Referência Musical” - e a exibição do vídeo "Educar para Transformar" - número de participantes presenciais, relevância do conteúdo percebida pelo público no dia das apresentações (registro em pequeno questionário). alcance digital do vídeo - postado no Site e no Canal oficial do projeto no You Tube - após-apresentações, com registros de visualizações, feedbacks etc.1.3. Os eco-shows em cada cidade (3 no total) - cumprimento do cronograma, perfil do público presente, participação das bandas formadas nas oficinas, repercussão em mídia e redes sociais etc. No caso do eco-show final no Rio de Janeiro, realizado em parceria com a Orquestra Rio Camerata, a avaliação destacará o impacto cultural do espetáculo, registrado por gravações audiovisuais, clipping de imprensa e depoimentos do público.1.4. A execução do projeto, com avaliação da equipe.A equipe fará uma avaliação interna sobre a execução do projeto, o cumprimento das metas, das etapas, dos resultados. Avaliação das dificuldades e pontos de melhoria, dentre outros índices. De forma global, o projeto será avaliado:- pelo número de cidades alcançadas (3).- pelo total de beneficiários diretos (arte-educadores capacitados, público das oficinas, palestras, públicos nos eco-shows etc).- a exposição na mídia.- a visibilidade da marca de patrocinadores, do MINC, a produção de materiais de divulgação e pela percepção de engajamento comunitário e socioambiental.Todos os dados coletados serão organizados em um relatório final, acompanhado de registros audiovisuais, clipping de mídia e depoimentos de participantes, garantindo evidências concretas dos resultados obtidos - gerando dados para fazerem arte do Relatório Socio-Ambiental anual de empresa (s) patrocinadora (s).2) A Relevância do projeto diante das ODS da AGENDA ONU 2030.O projeto dialoga diretamente com vários Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU. Aqui estão alguns dos mais relevantes:ODS 1 – Erradicação da Pobreza: O projeto contribui para a redução da pobreza ao capacitar até 50 arte‑educadores locais em cada cidade‑sede, oferecendo-lhes habilidades práticas para a confecção de instrumentos musicais a partir de resíduos sólidos recicláveis. Essa capacitação proporciona uma fonte de renda sustentável, promovendo a inclusão social e econômica de indivíduos em situação de vulnerabilidade.ODS 4 – Educação de Qualidade: ao promover oficinas formativas e capacitar arte-educadores em eco-arte-educadoção, o projeto contribui para a educação inclusiva, transformadora e para a formação de competências para a sustentabilidade.ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis: ao engajar comunidades locais, fortalecer cultura local e promover práticas sustentáveis no contexto urbano.ODS 12 – Consumo e Produção Responsáveis: ao reutilizar resíduos sólidos para criar instrumentos musicais, estimular cadeia de reaproveitamento e reduzir o descarte.ODS 13 – Ação contra a Mudança Global do Clima: ao fomentar consciência ambiental, promover ação local e incentivar mudanças de comportamento frente às urgências climáticas.ODS 15 – Vida Terrestre: ao valorizar a natureza, defender ecossistemas, sensibilizar para a preservação da biodiversidade.ODS 17 – Parcerias e Meios de Implementação: ao mobilizar redes, unir governo, cultura, setor privado e sociedade para viabilizar o projeto e ampliar alcance.3) A Assessoria de Imprensa e o projeto "ARTE SONORA - O SOM DA SUSTENTABILIDADE". Acreditamos que a assessoria de imprensa deve ser entendida como a força motriz para o alcance do objetivo geral do projeto "ARTE SONORA - O SOM DA SUSTENTABILIDADE" (se posicionar como um movimento maior a favor da sustentabilidade no país). Ela não atua apenas como canal de divulgação, mas como elemento estratégico capaz de gerar engajamento contínuo, consolidar a visibilidade do projeto e ampliar o impacto cultural e ambiental junto ao público.Estaremos atuando junto ao assessor de imprensa, para que a entrega do projeto em cada cidade seja precedida de reportagens, matérias, entrevistas que possam estar fomentando o assunto de forma contundente. Desta forma, ao atuar de forma constante, a assessoria promove a circulação de conteúdos sobre as oficinas, palestras, eco-shows e com artistas e instituições, incentivando a participação e o interesse da sociedade.Além disso, sua atuação direciona o público às redes sociais do projeto, fomentando interações, compartilhamentos, multiplicando o conhecimento sobre sustentabilidade/arte promovendo um maior engajamento do público com o sentimento de FAZER A SUA PARTE POR UM MUNDO MAIS VERDE.Essa presença constante e estratégica na mídia transforma a assessoria em uma peça-chave para CRIAR EXPECTATIVA DO PÚBLICO em cada cidade, conectando arte, educação e consciência ambiental, assegurando que os resultados do projeto ganhem visibilidade e projeção - não sejam apenas locais, mas alcançáveis em escala mais ampla, fortalecendo a imagem e a mensagem do projeto "ARTE SONORA - O SOM DA SUSTENTABILIDADE" de forma eficaz e duradoura.
No caso do projeto "ARTE SONORA - O SOM DA SUSTENTABILIDADE", teremos 2 produtos:1) A "Oficina de Formação Cultural - Eco, Arte, Educação - Sustentabilidade em Ação".2) O eco-show "ARTE SONORA - O SOM DA SUSTENTABILIDADE".1) A Oficina de Formação Cultural - Eco, Arte, Educação - Sustentabilidade em Ação Definição: Sensibilização a respeito da importância da Sustentabilidade, da Economia Criativa e Circular e a realização de atividades formativas voltadas à capacitação de até 50 arte-educadores por cidade, para transformar resíduos sólidos coletados localmente em instrumentos musicais funcionais e mais, ensaios com, pelo menos 10 alunos, para apresentação final no eco-show, em cada cidade.Metodologia: 2 oficinas presenciais por cidade - manhã e tarde - conduzidas pelo Mestre Nido Pedrosa, com carga horária de 30 horas, cada uma - 3 horas diárias, de segunda à sexta, em 2 semanas. Os participantes participarão de Rodas de Conversas e aprenderão técnicas de reaproveitamento de materiais recicláveis, montagem, afinação, utilização pedagógica dos instrumentos e ensaio musical.Público-alvo: Até 50 arte-educadores indicados pelas Secretarias de Educação das cidades. Ao final, aqueles que apresentarem os rendimentos esperados ganharão o título de eco-arte-educadores, e passarão a ser multiplicadores eco-culturais das cidades contempladas pelo projeto.Resultados esperados.• Formação de uma rede de educadores capazes de replicar o conhecimento adquirido em escolas e comunidades. • Produção de um conjunto inicial de instrumentos reciclados e fortalecimento da consciência ambiental por meio da música.• Formação de 1 banda de, pelo menos, 10 músicos da cidade visitada.• Recursos necessários: espaço adequado, ferramentas de montagem, materiais recicláveis coletados nas cidades e equipe técnica (o instrutor e assistente).2) Os Eco-shows com os instrumentos reciclados apresentados pelo Mestre Nido Pedrosa, a Banda Oficial do Projeto e, no caso da cidade do Rio de Janeiro, a inclusão da Orquestra Rio Camerata.Definição: Espetáculos musicais realizados nas 3 cidades participantes - Brasília, SP e RJ, utilizando instrumentos construídos nas Oficinas de Formação Cultural - Eco, Arte, Educação - Sustentabilidade em Ação, a realização de uma palestra e a exibição de um vídeo de apoio pedagógico, ambos sobre o meio-ambiente .Metodologia: Abre-se cada eco-show pela palestra Resíduos Sólidos: Uma Referência Musical - seguida das apresentações artísticas com repertório instrumental brasileiro entremeadas do vídeo Educar para Transformar. Os eco-shows são executados pelo Mestre Nido Pedrosa e a banda oficial do projeto, com participação de educadores e alunos capacitados.Diferencial no Rio de Janeiro: Inclusão especial da Orquestra Rio Camerata, em parceria com o Mestre Nido Pedrosa, potencializando a qualidade artística e o impacto cultural.Público-alvo: Comunidade local, estudantes, famílias, autoridades e sociedade civil previamente convidados.Resultados esperados: Sensibilização da população para a importância da reciclagem e da sustentabilidade, fortalecimento do vínculo entre arte, educação e meio ambiente, além da promoção de inclusão cultural por meio da música.Recursos necessários: Palco, sonorização, logística de transporte de músicos e instrumentos, equipe técnica de produção e comunicação.
A escolha dos teatros onde serão realizadas as apresentações, será pautada na presença dos seguintes itens de acessibilidade já incorporados nos teatros: 1. Acessibilidade Física:1.1. Elevadores ou plataformas acessíveis: caso haja diferenças de nível nos espaços.1.2. Sinalização (tátil e visual, de preferência): para orientar pessoas com diferentes necessidades.1.3. Assentos reservados: para pessoas com mobilidade reduzida ou necessidades específicas.1.4. Ajustes na disposição do espaço: para facilitar o fluxo e o acesso de todos.Estaremos também incluindo estratégias adicionais para garantir uma experiência mais inclusiva e acessível para todos os participantes. Aqui estão algumas delas:2. Acessibilidade de Conteúdo:2.1. Libras (Língua Brasileira de Sinais): teremos 1 intérprete de libras durante as apresentações.2.2. Legenda descritiva: para o vídeo Educar para Transformar.2.3. Materiais em Braille: para materiais impressos ou objetos táteis relacionados ao projeto.2.4. Textos simples e claros: para facilitar a compreensão do conteúdo por pessoas com dificuldades de leitura ou cognitivas.2.5. O projeto também pratica o viés da inclusão social, pois a guitarrista “Cintia Goldim” graduada em música pela Universidade Federal de Pernambuco, que é deficiente visual, faz parte da banda oficial do Mestre Nido Pedrosa e estará se apresentando nos três shows.3. Outras ações:3.1. Treinamento da equipe: capacitar os envolvidos na realização do projeto para atender às necessidades de acessibilidade.3.2. Divulgação de informações acessíveis: garantir que materiais informativos estejam disponíveis em formatos acessíveis e em diferentes canais de comunicação.Feedback: criar canais on-line para que os participantes possam sugerir melhorias na acessibilidade do projeto.
Para garantir a ampla disseminação e o acesso democrático aos produtos do projeto "ARTE SONORA - O SOM DA SUSTENTABILIDADE", adotaremos as seguintes estratégias:Observação inicial: os planos que se seguem estarão sujeitos à capacidade de lugares na plateia de cada teatro selecionado para as apresentações.1. Distribuição 100% Gratuita de entradas para os eco-shows e inscrições para as oficinas• Antecipando a distribuição em eventos culturais, feiras de sustentabilidade e espaços públicos parceiros, promovendo o alcance a públicos diversos, especialmente comunidades de baixa renda e associações comunitárias.• Em parcerias com Instituições Educacionais e Sociais• Nas escolas, universidades, centros culturais e ONGs parceiras, promovendo a integração e o aprendizado.2. Divulgação em canais de fácil acesso• Reformulação do Site: www.osomdasustentabilidade.com.br e redes sociais do trabalho que serão dedicados ao projeto.• Disponibilização de conteúdos em formatos acessíveis, como páginas do projeto nas redes sociais, áudios, vídeos e materiais escritos.3. Outras Medidas de Ampliação de Acesso• Ensaios Abertos ao público das redondezas das oficinas e passagem de som do teatro, para promover a interação direta com a sociedade local.• Transmissões pela Internet no canal do projeto.• Envio de convites específicos via plataformas digitais para públicos selecionados, como autoridades, jornalistas, celebridades, professores, líderes comunitários, estudantes e interessados em cultura e sustentabilidade.Considerações finaisA estratégia de distribuição buscará garantir que o projeto "ARTE SONORA - O SOM DA SUSTENTABILIDADE" esteja acessível a todos, promovendo a democratização do acesso à cultura, à sustentabilidade e ao fortalecimento da comunidade.
A) Instituição proponente. A ATOAR - Desenvolvimento Humano e Social é uma instituição sem fins lucrativos tendo Leila Teixeira Victor exercendo, há 17 anos, o cargo de diretora-presidente. É uma organização com foco em projetos culturais, de educação para o trabalho, empreendedorismo, geração de emprego e renda e desenvolvimento sustentável.Leila tem formação em nível superior como Desenhista Industrial e é pós graduada em Análise de Sistemas pela PUC/RJ.Todos os projetos realizados pela associação têm sua participação como elaboradora, gestora e coordenadora dos processos. Dentre eles, temos os projetos: “Rio Artesão no Pan”, “Rio Artesão”, “Quem Conta o Rio Encanta”, “Caras do Rio”, “Esporte Criando Cidadão”, “Energia Posta à Mesa”, “Feira de Arte e Iniciativa Solidária” com 12 edições realizadas em diversas pracinhas da cidade do Rio de Janeiro. Leila elaborou e coordenou também, o evento “Fórum Novas Perspectivas do Artesanato”, em parceria com o Ministério do Turismo, “Arte em Laranjeiras e Cosme Velho”, “Rio +60”, em parceria com o SEBRAE-RJ.É a responsável pela criação e produção do “Portal Curso da Vida”, voltado para o público 60+ e pelo projeto Rio Experiência, vídeos sobre o patrimônio cultural do RJ.Durante 17 anos coordenou o "Espaço Contemporâneo", no RJ, local de atividades de capacitação e desenvolvimento de adultos e atividades socioculturais.Coordenou o Projeto “Rio Hospitaleiro”, desenvolvido pelo SENAC e Ministério do Turismo para 2.000 profissionais de turismo para o Pan de 2006.Foi Gerente Geral da ABIH - Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do RJ.No Projeto "ARTE SONORA - O SOM DA SUSTENTABILIDADE" a ATOAR é a instituição proponente e exercerá a função de controle administrativo e prestação de contas coordenando as equipes direcionadas a essas funções. B) Equipe técnica: B1) Equipe de Direção: 01 - Nido Pedrosa (PE): Músico, compositor, videomaker, diretor de produção, arregimentador, diretor musical, professor de instrumentos musicais produzidos com lixo sólido, ativista ambiental, diretor geral, criador e autor do projeto. Começou sua carreira artística aos 10 anos de idade em rodas de choro, serestas e festivais de música no Recife-PE, sua terra natal. Seu trabalho sustentável começou em 1979, quando o Prof. Mario Cansio, na época, Diretor do Departamento de Teoria da Arte da Universidade Federal de Pernambuco, o contratou para ministrar um curso de extensão na UFPE denominado: Sensibilização Rítmica e Confecção Instrumental a Partir de Sucatas, que posteriormente no ano de 1980 passou a se chamar: Sucateando - A Música Sustentável. Logo depois, este mesmo curso foi instituído no Centro de Criatividade Musical Profissionalizante da Secretaria de Educação e em seguida, como Curso de Extensão na UNICAP-Universidade Católica de Pernambuco a pedido do professor e Maestro Geraldo Menuti. Após essa época, Nido Pedrosa ingressou no Concerto Viola e viajou por muitas cidades brasileiras. Também participou de vários shows com Kátia de França (no Rio de Janeiro); Teca Calazans (na apresentação para o “FREVANÇA - Festival Nacional do Frevo e do Maracatu-Globo Nordeste); Participação especial no show do Grupo TARANCÓN (música latino-americana) no Teatro do Parque, em Recife-PE; participou do CD Tom Maior em homenagem ao compositor Tom Jobim, entre outros trabalhos representativos. Ainda na década de 1980, com seu grupo percussivo: BANDA DÁ NO COURO se apresentou no “5° ENDA - Encontro Nacional de Dança” no Teatro Sérgio Cardoso/SP com supervisão do coreógrafo Lennie Dale, produzido pela Star Dance e APPD-Associação dos Profissionais de Dança de São Paulo, na gestão de Maria Pia. Em 2012, Nido Pedrosa se apresentou com seu show Sucateando - A Música Sustentável no Festival Pernambuco Nação Cultural, em Caruaru-PE. Em 2015 e 2016, produziu seu CD Sucateando - A Música Sustentável com incentivo do Funcultura, Fundarpe - Fundação do Património Histórico e Artístico de Pernambuco, Secretaria de Cultura do Estado e Governo de Pernambuco. Em 2016, produziu a Exposição Sonora realizada no Paço Alfândega, no Recife-PE, para lançamento do seu CD Sucateando - A Música Sustentável. Também excursionou por Belo Horizonte-MG e Florianópolis-SC apresentando seu show de música sustentável. Há 13 anos Nido Pedrosa reside em Caruaru-PE, onde mantém em sua casa um espaço dedicado aos seus trabalhos culturais e entre eles, está este seu novo projeto lançado no ano de 2024, Arte Sonora - O Som da Sustentabilidade, um trabalho autoral importante de música ambiental, que parte do conceito da experimentação dos meios não usuais da criação sonora e sua concepção, está baseada na Economia Circular, Sustentabilidade, Metareciclagem e Economia Criativa. Um trabalho musical inovador que conta com o vídeo documentário: Educar Para Transformar que tem participação de renomados cientista, biólogos e ambientalistas, além de grandes músicos da nossa cena.02 - Josy Santos (PE): Direção artística e orientação pedagógica do projeto. É pedagoga, produtora cultural, cantora e produtora artística. Formação superior em Pedagogia na Fafica- Faculdade de Filosofia, História, Pedagogia e Letras de Caruaru, criadora e produtora de projetos culturais, tais como: Projeto Mulheres de Argila; Show Tribos; Show do grupo vocal americano The Playters; Curadoria e Produção da Exposição Maracatu Almirante do Forte; Criadora e produtora do projeto 1ª Mostra do Artesanato do Barro - Passeio Aula Cultural - Homenagem a Zé Caboclo e Dona Celestina, realizado no Alto do Moura - Caruaru-PE, com Incentivo do FUNCULTURA; produção artística e gravação de vocal no CD Sucateando - A Música Sustentável de Nido Pedrosa, entre outros trabalhos representativos.03 - Lucia Prista (RJ): Produção executiva administrativo-financeira, relações institucionais, coordenação da comunicação, prestação de contas e mensuração de resultados do projeto. Empresária e profissional de Marketing, Comunicação e Responsabilidade Corporativa. Formação superior em Psicologia, Psicanálise, Música, Marketing e Responsabilidade Corporativa, Criação, Gestão e Mensuração de Resultados de Projetos para Incentivo Fiscal, Cumprimento de EIA/RIMA e Investimento Próprio de Empresas, Liderança de Equipes Multidisciplinares. Planeja e coordena pesquisas de mercado em RSA Profissional de Marketing Promocional e Comunicação. Portfólio de clientes atendidos: - na área Cultural e Social: Oi Futuro, Shell, Technip, Shulumberger, Oceaneering, Suzano/Quator, EBX, OGX, LLX , entre outras. - Na área de MKT e comunicação: Aliança Francesa, UNIGRANRIO, Amadeus, ASSIM, ADRESS, SAMIG, Cervejaria Cristal, Supermercado Guanabara, Grupo de escolas Santa Mônica, Miraflores, Quintal da Lagoa etc. Na estruturação de promoções de mercado como a Coca-cola Vibezone desenvolvida em parceria a partir da ideia criativa e inédita de Nido Pedrosa CD PREMIADO; idealizadora e produtora do evento TGS Top Game Show, chegada de papai-noel na Concha Acústica de Niterói; shows musicais de artistas consagrados, como Elza Soares e Banda Sempre Livre etc. - Em criação e produção: diretora e roteirista do vídeo-curta A História da Aldeia de Arcozelo contada por Armando Carlos Magno e dezenas de outros vídeos institucionais para empresas.04- Eduardo Eliom (PE) – Direção musical, arranjos musicais da banda, direção de palco e assessoria jurídica do projeto. É advogado e multi-instrumentista, um artista com qualidade excepcional que aglutina em seu trabalho os estilos da música brasileira e world music com muita originalidade. Tem mais de trinta anos de carreira, iniciou suas atividades musicais aos 15 anos tocando guitarra profissionalmente na banda de Abmael Malazarte (premiado em todos os festivais no interior e Agreste de Pernambucano). Se apresentou em várias casas de show e festivais pelo Nordeste. Seu estilo musical combina elementos da música popular brasileira, do jazz, do pop, do rock e por ser guitarrista, cria uma sonoridade única e original. Eduardo, como advogado, inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil na Seccional OAB-PE, carteira da OAB nº 66.405, tem atuação relevante na consultoria jurídica estratégica do Terceiro Setor.05 - Bernardino José (PE): Músico ritmista e assistente de produção do projeto. Criador, fundador e diretor musical do Maracatu Nação Pernambuco. É músico ritmista, compositor, produtor e já excursionou por diversos países dividindo palco com Sérgio Mendes, Jimmy Cliff, Sting, Milton Nascimento, entre outros. Coordena o projeto ‘Consulados e Embaixadas Nação Para a Terra’; realizou a produção do DVD Maracatu Almirante do Forte, filmado no Recife; eveto 1ª Mostra do Artesanato do Barro – Passeio Aula Cultural; participou do CD e Excursão do Sucateando – A Música Sustentável de Nido Pedrosa. 06 - Marcos Monte (PE): músico baterista e produção musical do projeto. Formado em Licenciatura em Música e Mestre pela UFPE - 2009 e Pós-Graduado em Docência do Ensino Superior pela Faculdade Joaquim Nabuco (FJN -2016); Ministrou oficinas de instrumentos de sucata e de gestos sonoros nos conservatórios de Grenoble e Lyon-França em 2009. Participou do Evento: III Virtuose como solista na obra, Bolero de Capiba; do Grupo Orange; Grupo Txaimus; Participou do XX FIG Festival de Inverno de Garanhuns-PE e do CD Sucateando – A Música Sustentável de Nido Pedrosa; Atuou como Percussionista da peça ‘O Auto da Compadecida’ de Ariano Suassuna.07 - Rafael Prista (RJ): Guitarrista solista, elétrico e acústico do projeto. É multi-instrumentista, compositor e músico de nacionalidade brasileira e portuguesa. Toca contrabaixo, viola portuguesa, violão de aço 6 e 12 cordas, violão de naylon e teclado. Produtor musical de Elza Soares em 1995 e 1996, e foi guitarrista de vários grupos e artistas brasileiros a exemplo de Maria Creuza, grupo Golden Boys, Antônio Carlos e Jocafi, Banda Soul Rio. Produtor musical, criador de vários jingles para campanhas publicitárias; produziiu trilhas musicais para filmes e vinhetas da globo para Hans Donner, além de muitos outros trabalhos representativos de sucesso. E MAIS: 08 - Toinho Japa (PE): Músico (Maracatu Nação Pernambuco: contrabaixo).09 - (inclusão) Cintia Goldim (PE): Deficiente visual: Musicista (guitarra e violão de aço).10 - Osvaldo (PE): Roadie e músico ritmista (Maracatu Nação Pernambuco: alfaia, gonguê e caixa).11 – Luiz (PE): Músico ritmista (Maracatu Nação Pernambuco: alfaia, gonguê).12 - Parrô Mello (PE): Músico (sax tenor, alto, soprano e flauta transversal).13 - Orquestra Rio Camerata: Orquestra de Câmera do Rio de Janeiro.14 – Paulo (PE): Roadie e Tecnico PAchat.B.2. Equipe de comunicação 15 - Alexandre Macedo: Designer, web-designer do projeto. 16 – Roberto Nascimento (RJ): Captação de imagens, transmissão e exibição do vídeo do projeto. 17 - Lucia Prista: coordenação e direção de comunicação.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.