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O documentário "Limites? Quais Limites?" é um curta-metragem documental de aproximadamente 15 minutos que acompanha a trajetória inspiradora da vidado atleta com deficiência física Edivaldo Prado e do centro paradesportivo que leva seu nome, que desafia preconceitos e redefinindo o significado de limites no esporte. Além da produção do filme, o projeto inclui um workshop sobre construção de roteiro para documentários e outro sobre acessibilidade anticapacitista, ampliando o conhecimento sobre inclusão e diversidade. Também serão realizados 10 eventos de exibição do documentário, seguidos de debates das temáticas da obra.
O curta documentário acompanha a jornada inspiradora da vida do atleta com deficiência física Edivaldo Prado e do centro paradesportivo que leva seu nome e que desafiam as expectativas e redefinem o significado de limites no esporte. Por meio de entrevistas íntimas, cenas do cotidiano dele e do centro paradesportivo Edivaldo Prado, registros de seus treinos e competições, o filme revela a paixão, a determinação e a resiliência dos atletas com deficiência, mostrando como o esporte se torna uma ferramenta poderosa de superação, empoderamento e inclusão. "Limites? Quais Limites?" mergulha nas histórias de vida de pessoas que transformaram suas dificuldades em oportunidades, inspirando a todos a questionar suas próprias barreiras e a perseguir seus sonhos, independentemente dos obstáculos. A classificação indicativa etária do documentário é livre. Por meio de um planejamento estruturado e ferramentas práticas e criativas, o workshop de construção de roteiros de documentários desmistificará o processo de criação de narrativas audiovisuais documentais, capacitando os participantes a desenvolverem suas histórias com originalidade, competência e habilidade. Serão abordados desde os conceitos básicos de roteiro documental até técnicas avançadas de storytelling documental, com foco em estruturação narrativa, pesquisa, entrevistas e ética na produção de documentários. O workshop de acessibilidade anticapacitista, por sua vez, promoverá uma reflexão profunda sobre as barreiras de exclusão que impedem a vida plena das pessoas com deficiência. Serão discutidos temas como linguagem inclusiva, combate ao capacitismo, respeito à diversidade e promoção de uma cultura de empatia. Por meio de dinâmicas interativas e estudos de caso, os participantes serão incentivados a repensar suas próprias atitudes e a desenvolverem práticas inclusivas em seus contextos pessoais e profissionais. Este workshop visa criar um ambiente de aprendizado seguro e acolhedor, onde todos se sintam à vontade para compartilhar suas experiências e perspectivas. O projeto prevê 10 eventos de exibição do curta-metragem documental, seguidos de debates para aprofundar a discussão sobre os temas abordados. Cada debate contará com a participação de dois convidados: um membro da equipe técnica, como o diretor, roteirista, produtor ou pesquisador, que irá compartilhar os bastidores da produção, e um especialista nas subtemáticas do documentário.
Objetivo Geral:- Produzir um curta-metragem documental de aproximadamente 15 minutos sobre vida do atleta com deficiência física Edivaldo Prado e do centro paradesportivo que leva seu nome, com classificação livre. Objetivos Específicos: - Desenvolver uma pesquisa com levantamento de dados para compor o roteiro do documentário "Limites? Quais Limites?", construindo uma narrativa audiovisual de 15 minutos, destacando como tema central: a superação de limites no esporte e na vida. - Realizar a produção de uma obra documental com cenas de treinos, competições do instituto e entrevistas com o atleta Edivaldo Prado, como também depoimentos de familiares, treinadores, atletas e profissionais de saúde, promovendo o debate sobre a inclusão social e a importância da acessibilidade em todos os espaços da sociedade. - Oferecer um workshop de audiovisual focado na construção de roteiros de documentários, ampliando o acesso priorizando a formação para pessoas com deficiência, e um workshop anticapacitista, difundindo informações focadas no alinhamento a normas, atitudes, crenças e valores para diminuir as barreiras e obstáculos em relação às pessoas com deficiência. - Realizar 10 exibições seguidas de debates, sensibilizando o público sobre a realidade das pessoas com deficiência e incentivando a empatia e o respeito à diversidade.
A obra "Limites? Quais Limites?" contribui para a democratização do acesso à cultura ao abordar, por meio do audiovisual, a trajetória de atletas com deficiência, ampliando a visibilidade dessas narrativas e promovendo a inclusão social. O projeto está alinhado aos princípios do Art. 1º citados a seguir: no inciso I, ao facilitar o livre acesso às fontes da cultura e ao pleno exercício dos direitos culturais, garantindo que diferentes públicos tenham contato com histórias inspiradoras de superação e resiliência. Ao registrar e valorizar a jornada de atletas com deficiência centrada na região metropolitana do Ceará, no município de Maracanaú (uma cidade-dormitório, ou seja, urbana com um grande aglomerado de residências), o documentário estimula a regionalização da produção cultural e artística (inciso II), destacando atletas e contextos locais e promovendo a cultura esportiva como ferramenta de transformação social. Além disso, ao abordar o esporte adaptado como manifestação cultural e meio de inclusão, o projeto apoia, valoriza e difunde expressões culturais ligadas à prática audiovisual cearense e também à prática esportiva para pessoas com deficiência (inciso III), fortalecendo o reconhecimento dessas trajetórias e suas contribuições para a sociedade. O documentário também reforça a necessidade de proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira (inciso IV), uma vez que as pessoas com deficiência fazem parte da diversidade nacional e frequentemente enfrentam barreiras para serem devidamente representadas nos meios culturais. A obra contribui para combater o preconceito e a discriminação, promovendo uma sociedade mais inclusiva e justa. As locações irão valorizar o ambiente do entrevistado, registrando-o em locais de uso diário nas competições esportivas locais, mostrando seu cotidiano e ambiente familiar e em espaços públicos que evidenciam os desafios de acessibilidade. Ao documentar a prática esportiva adaptada e suas histórias de superação, "Limites? Quais Limites?" preserva e salvaguarda modos de criar, fazer e viver (inciso V), destacando a importância do fazer documental que proporciona um registro histórico e cultural de temas relevantes como a do esporte inclusivo como instrumento de desenvolvimento pessoal e coletivo. Além disso, a exibição do documentário e a realização de debates sobre acessibilidade e inclusão ajudam a estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores de conhecimento e memória (inciso VIII), ampliando a conscientização sobre a realidade das pessoas com deficiência e valorizando as histórias invisibilizadas. Por fim, o projeto prioriza o produto cultural nacional (inciso IX) ao destacar um atleta brasileiro de reconhecimento e com um trabalho ativo na defesa da cultura def no esporte, além de fortalecer a economia criativa e contribuir para a profissionalização do setor audiovisual. Um trabalho com um impacto que vai além da tela, o documentário inspira outras pessoas a buscarem seus sonhos, reforçando o papel do esporte como meio de superação e empoderamento. Além do filme, o projeto inclui um workshop sobre construção de roteiro para documentários e outro sobre acessibilidade anticapacitista, fortalecendo o compromisso com a democratização do conhecimento e a formação de novos agentes culturais, alinhado com o inciso I do livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; e com o inciso VIII estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal. O projeto "Limites? Quais Limites?" cumpre diversos objetivos do Art. 3º. Primeiramente, ele promove o fomento à produção cultural e artística (Art. 3º, II, "a") ao produzir um curta-metragem documental de 15 minutos, explorando a temática da inclusão e do esporte por meio da cultura def esportiva. Além disso, o projeto visa o incentivo à formação artística e cultural (Art. 3º, I) ao oferecer workshops de audiovisual e acessibilidade anticapacitista, ampliando o acesso à formação para pessoas com deficiência e difundindo conhecimentos sobre inclusão e diversidade. As exibições seguidas de debates e as inscrições em festivais contribuem para o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais (Art. 3º, IV), sensibilizando o público e promovendo a reflexão sobre a realidade das pessoas com deficiência. Por fim, as ações do projeto também se alinham ao apoio a outras atividades culturais e artísticas (Art. 3º, V), ao realizar ações consideradas relevantes para a promoção da inclusão social e o respeito à diversidade, como a pesquisa para levantamento de dados e a inscrição do documentário em festivais.
Visão do Diretor Gustavo Portela, como diretor do documentário "Limites? Quais Limites?", aliado às ideias do roteiro, vislumbra uma obra que transcende a mera representação esportiva, buscando capturar a essência da superação humana e da quebra de barreiras representada inicialmente pelas falas e atitudes de Edivaldo Prado. Por meio de uma estética sensível e imersiva, o filme se propõe a mergulhar na jornada dele e dos atletas com deficiência do Centro Paraesportivo Edivaldo Prado, revelando histórias de vida, desafios e conquistas. A câmera se torna um instrumento de empatia, aproximando o público da realidade do atleta, instituição, colegas e descortinando preconceitos. A linguagem documental, rítmica, mesclando cenas de treino, competições e com entrevistas, busca retratar a intensidade do esporte e a força do espírito humano. A música e a edição, por sua vez, contribuem para criar uma atmosfera inspiradora e emocionante, capaz de sensibilizar e mobilizar o público para a causa da inclusão e da diversidade. Em suma, a visão estética de Gustavo Portela para "Limites? Quais Limites?" busca construir uma obra cinematográfica que não apenas inspire, mas também promova a reflexão e a mudança social. Para concretizar essa visão, Gustavo Portela utilizará ainda uma linguagem visual dinâmica e envolvente, com imagens que capturam a emoção e a energia do esporte. Diferentes técnicas de filmagem, como câmera lenta, close-ups, planos aéreos e câmera subjetiva, serão empregadas para criar uma experiência imersiva para o público. A trilha sonora original e inspiradora acompanhará o ritmo do filme e intensificará as emoções. A edição criativa intercalará entrevistas, cenas de ação e imagens de arquivo, mantendo o ritmo e o interesse do público. Recursos gráficos e visuais serão utilizados para apresentar informações e dados relevantes sobre o esporte de pessoas com deficiência, contextualizando e aprofundando a temática do documentário. A estética deste curta-metragem busca inspiração em obras documentais que exploram a temática da inclusão de pessoas com deficiência com sensibilidade e impacto, como "Crip Camp: Revolução pela Inclusão" (2020), dirigido por Nicole Newnham e Jim LeBrecht, que narra a história do acampamento de verão que deu origem ao movimento pelos direitos das pessoas com deficiência nos Estados Unidos. O filme mostra como um grupo de jovens com deficiência se uniu para lutar por igualdade e acessibilidade, mudando a história do país. A referência a esses documentários reforça a proposta de "Limites? Quais Limites?" de dar visibilidade às histórias de pessoas com deficiência, promovendo a inclusão e o debate sobre acessibilidade na sociedade. Temas Abordados: - Superação de limites físicos e emocionais.- Inclusão social e combate ao preconceito.- Esporte como ferramenta de empoderamento e transformação social.- Importância da acessibilidade e da igualdade de oportunidades.- Resiliência, disciplina, perseverança e trabalho em equipe.- O poder do esporte na promoção da saúde física e mental.- Inspiração e motivação para alcançar sonhos e objetivos. Locações: - Centro de treinamento esportivo e de competições.- Casas de Edivaldo Prado, mostrando seu cotidiano e ambiente familiar.- Espaços públicos que evidenciem os desafios de acessibilidade.
O documentário entitulado "Limites? Quais Limites?" terá aproximadamente 15 minutos de duração. Qualidade de Imagem: Resolução: 4K (Ultra HD) para garantir alta definição e qualidade visual. Formato de Gravação: Digital, utilizando câmeras profissionais para captura de imagens de alta qualidade. Áudio: Formato de Gravação: som estéreo, com equipamentos de gravação de áudio de alta fidelidade. O workshop sobre construção de roteiro para documentários terá 8 horas de duração e será ministrado por um roteirista, profissional da área audiovisual. O workshop sobre acessibilidade anticapacitista terá 8 horas de duração e será ministrado por um profissional em acessibilidade anticapacitista. Cada evento de exibição terá duração de 1 hora, com debates que aprofundaram os temas do documentário, como saúde, atividade física, acessibilidade e inclusão, proporcionando diferentes perspectivas e enriquecendo a discussão.
A acessibilidade é uma prioridade fundamental neste projeto de documentário primeiramente no seu objeto principal: documentar atletas com deficiência. Também em priorizá-los como alunos do workshop de audiovisual. Para garantir a inclusão plena, o documentário contará com legendas em português e versões com audiodescrição, narrando as cenas visuais para pessoas com deficiência visual. Além disso, serão criadas legendas específicas para surdos e ensurdecidos, assim incluindo a identificação de sons e outros elementos importantes. O conteúdo também terá tradução em Língua Brasileira de Sinais (Libras), ampliando o acesso para a comunidade surda. Será realizado um workshop de acessibilidade anticapacitista, ministrado por especialista, abordando temas como linguagem inclusiva e combate ao capacitismo, preconceitos, com o objetivo de conscientizar todos os envolvidos no projeto. A equipe contará também com a consultoria do profissional especializado em acessibilidade anticapacitista, que acompanhará todas as etapas da produção, auxiliando na tomada de decisões inclusivas. O workshop de audiovisual será acessível para os alunos com deficiência auditiva, com a presença do intérprete de Libras. A acessibilidade física também é uma preocupação central. O local de realização dos workshops contará com rampas, corrimãos e banheiros adaptados, garantindo a mobilidade e o conforto de todos. Também teremos na equipe do documentário contratações de profissionais com deficiência, com a condição de deficiência física, entre eles, o nosso diretor cinematográfico, Gustavo Portela, e nosso consultor em acessibilidade, João Paulo Lima, inclusos na ficha técnica. A divulgação do documentário será realizada de forma acessível, com legendas, audiodescrição e libras nos vídeos de divulgação. Esta será direcionada, buscando o público com deficiência de forma acertiva, em instituições e locais onde estes são encontrados, para uma ação real. O sucesso das ações de acessibilidade será medido por meio de pesquisas de satisfação e coleta de feedback do público com deficiência. Reforçamos nosso compromisso com a inclusão e a valorização da diversidade, e acreditamos que este documentário terá um impacto positivo na sociedade.
O documentário curta-metragem "Limites? Quais Limites?" dará acesso totalmente gratuito a seus produtos como forma de democratizar seu conteúdo. As 10 exibições gratuitas em Maracanaú e Fortaleza para 1000 mil pessoas, buscam levar o filme para comunidades com pouco acesso a espaços culturais e levantar, na ocasição, debates que abordarão a importância da inclusão das pessoas com deficiência no esporte e na sociedade e de se entender que os limites que são vistos pela sociedade têm suas dimensões muito além da percepção comum. Os workshops gratuitos sobre construção de roteiro para documentários e acessibilidade anticapacitista visam dar acesso e capacitar novos realizadores, promovendo também a inclusão de pessoas com deficiência na produção audiovisual. Para ampliar o alcance do projeto e garantir o acesso do público de outras regiões, as exibições e debates serão transmitidas online.
Marco Domingos - Proponente Graduado em Artes Cênicas pelo IFCE, é produtor executivo com experiência em produções audiovisuais e teatrais. Com trabalhos em séries, curtas e longas-metragens, como "Alucinação" para o Canal Brasil e "Fortaleza Paraíso" de Janaína Marques, ele possui expertise em gestão de projetos audiovisuais. Marco também atuou como produtor executivo em projetos como "Caça.mata" e "Meu olhar em festa se fez feliz". Sua experiência em teatro inclui produções como "Magnopirol", "Chica da Silva" e "A Semente". Adicionalmente, Marco é gestor da Cartola Comunicação e consultor do Sebraetec, tendo habilidades em marketing e comunicação. Captação de recursos - Marco Domingos Marco Domingos, na função de captador de recursos, será responsável por identificar e prospectar empresas que demonstrem interesse em apoiar o projeto por meio de lei Rouanet. Isso inclui negociar e apresentar o projeto de forma clara e convincente, estabelecendo um relacionamento transparente com os potenciais patrocinadores. Além disso, ele irá gerenciar os recursos captados de forma eficiente e responsável, prestando contas aos financiadores sobre a aplicação do investimento e o cumprimento das metas estabelecidas no projeto. Produtor executivo - Marco Domingos Como produtor executivo do documentário, assume a responsabilidade por planejar e coordenar toda a logística do projeto. Isso inclui desde a contratação de pessoal e fornecedores até a aquisição de materiais e equipamentos, gerenciamento de contratos e pagamentos. Seu papel também abrange garantir a conformidade legal do projeto, gerenciar os riscos e tomar medidas para mitigá-los, além de assegurar a qualidade final do documentário e a satisfação de todos os envolvidos. Em essência, o proponente lidera o projeto, buscando garantir que seja concluído com sucesso, dentro do prazo e do orçamento previsto, cumprindo seus objetivos e metas. Diretor Cinematográfico - Gustavo Portela Diretor e produtor audiovisual de Fortaleza, possui um portfólio diversificado que abrange séries documentais, videoclipes e curtas-metragens. Dirigiu duas temporadas da série "Nós no Batente" e a série "Festa do Sol", ambas exibidas na TV Ceará, explorando a arte e a cultura cearense. Sua experiência em videoclipes inclui trabalhos com artistas como Pantico Rocha, Daniel Groove e Nayra Costa. Atuou como diretor de fotografia em curtas como "Epitafio" e "Violeta, Depois de Viver um Século". Dirigiu o documentário "Movimentos", que retrata a história de três artistas deficientes, e foi diretor de corte da "Escolinha Duz Ventim". Como artista e pessoa com deficiência, sua sensibilidade e experiência serão imprescindíveis para a direção do documentário, trazendo uma perspectiva única e autêntica para a narrativa. Roteirista - Maria Vitória Roteirista, diretora e atriz com experiência em diversos projetos audiovisuais, incluindo longa-metragem, websérie, vídeo-teatral e curtas-metragens. Atuou no longa-metragem "Todas as Vidas de Telma", dirigido por Adriana Botelho, e roteirizou e dirigiu o vídeo-teatral "Epitáfio". Participou da Mostra Cenas de Confinamento com a leitura dramática "Verdade Improvável" e roteirizou e atuou na websérie "Violeta, depois de viver um século". Maria Vitória também tem em seu currículo os curtas-metragens "Quitéria", de Márcio Câmara, e "Paranóia", de Ernani Paiva. Sua experiência diversificada em roteiros e atuação, combinada com sua formação acadêmica em Letras e Mestrado em Artes Cênicas, a equipa com a sensibilidade e conhecimento para desenvolver narrativas profundas e cativantes, qualidades essenciais para a construção do roteiro do documentário. Pesquisadora - Fernanda Barroso Formada em Letras pela UFC, com especialização em Estudos Clássicos pela mesma instituição e formação em roteiro audiovisual pela Unifor, também possui MBA em Gestão Cultural. É produtora, pesquisadora, consultora e roteirista, com vasta experiência em projetos audiovisuais e literários. Produziu e roteirizou o curta-documentário "O Luiz de Fortaleza - Memórias de um Cinema de Rua" (2007) e o documentário "Elas no Abrigo" (2024). Dirigiu e roteirizou curtas como "Pés pelas Mãos" (2013) e "Além da Cor" (2015). Atuou como produtora executiva em diversos projetos, incluindo o literário "O Traço e a Fala do Cearensês" e a coletânea "Elas no Abrigo". Sua experiência em pesquisa, produção e roteiro, combinada com sua formação acadêmica, contribuirá para a pesquisa e organização de informações relevantes para o documentário. Consultor de Acessibilidade - João Paulo Doutorando em Dança pela Universidade Federal da Bahia, é um escritor, performer e artista com deficiência. Ele pesquisa e escreve sobre processos de dança que mesclam corporeidades, com foco em acessibilidade e inclusão. É o idealizador e produtor da Plataforma de Dança e Acessibilidade da Bienal Internacional de Dança do Ceará, um projeto inovador que promove a participação de pessoas com deficiência na dança. Em seus trabalhos, como "Corpo Intruso" (2014) e "Notro Corpo" (2018), aborda questões relacionadas à diversidade e acessibilidade, buscando romper barreiras e promover a inclusão. Ministrou a disciplina "Pesquisa de Corpo para Cena e Performance" na Universidade Federal do Ceará, explorando as possibilidades de movimento e expressão para corpos diversos. Colabora com outros artistas na criação de vídeos de dança que discutem temas como corporeidade e deficiência. Sua experiência e pesquisa em acessibilidade na dança, combinadas com sua sensibilidade artística, serão fundamentais para a consultoria em acessibilidade do documentário.
DILIGÊNCIA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.PROJETO LIBERADO PARA DECISÃO DO ANALISTA.