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O projeto se propõe a realizar um espetáculo interativo que une teatro, música e dança, para abordar temas diversos com o objetivo de promover a discussão dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) em escolas públicas. Além disso, oferece oficinas criativas com crianças e educadores, aprofundando os conteúdos trabalhados no espetáculo. Todas as atividades são gratuitas e realizadas dentro da escola.
O espetáculo interativo “Sustenta Mundo – Histórias que Transformam” é concebido como uma experiência cênica imersiva e itinerante, que une música ao vivo, contação de histórias e dramaturgia leve e divertida para apresentar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável de forma poética e acessível às crianças. No palco, três atores-músicos conduzem a narrativa, transitando entre personagens e instrumentos, criando ritmos, sons e atmosferas que envolvem o público. O enredo simula os bastidores de um filme que está prestes a ser rodado, e os artistas precisam, junto com as crianças, construir uma história que inspire transformações no mundo, passando por temas como sustentabilidade, igualdade, meio ambiente, educação e cidadania. A cenografia é pensada para ser móvel, leve e altamente adaptável a diferentes espaços escolares, permitindo fácil montagem e desmontagem sem perder o impacto visual. A ambientação combina elementos simbólicos — como caixas, tecidos coloridos, painéis dobráveis e luzes portáteis — que se transformam em diferentes cenários conforme a ação avança. Essa simplicidade cenográfica é intencional: cada objeto ganha múltiplas funções e significados, estimulando a imaginação e remetendo a um universo mágico e criativo. A ideia é que a própria transformação do espaço cênico dialogue com os princípios dos ODS, reforçando no público a noção de que grandes mudanças podem nascer de gestos simples. Os figurinos acompanham essa proposta estética lúdica e versátil: são coloridos, com sobreposições e acessórios que permitem rápidas trocas de personagem, mantendo uma linguagem visual divertida e inclusiva. Cada ator carrega pequenos elementos que se integram à narrativa, como instrumentos musicais, objetos cênicos e símbolos dos ODS, tornando-se parte viva da cenografia. O resultado é um espetáculo leve, instigante e visualmente envolvente, que transforma qualquer espaço em um estúdio de cinema imaginário, convidando crianças e educadores a participarem ativamente da construção da história.
Objetivo GeralRealizar um espetáculo, através da contação de histórias e oficinas com temáticas relacionadas aos ODS, promovendo reflexões por meio da arte sobre questões fundamentais ao desenvolvimento humano. A proposta coloca o aluno como protagonista, estimulando seu senso crítico e sua participação ativa na construção de histórias que inspiram o cuidado com o mundo e a criação de futuros mais sustentáveis. Objetivo específicoESPETÁCULO: - Criação de 01 espetáculo interativo. - Realizar 09 apresentações do espetáculo ao total do projeto, sendo 03 por cidade e 01 por escola. - Contemplar 03 escolas por cidade, sendo 09 ao total do projeto. - Alcançar 400 pessoas a partir das apresentações realizadas por escola, sendo 1.200 por cidade e 3.600 ao total do projeto. OFICINAS: - Realizar 01 oficina criativa para as crianças por escola, sendo 03 por cidade e 09 ao total do projeto. - Contemplar 20 crianças por escola com a oficina, sendo 60 por cidade e 180 ao total do projeto. - Realizar 01 oficina criativa online para professores por escola, sendo 03 por cidade e 09 ao total do projeto. - Contemplar 30 professores por escola com a oficina, sendo 90 por cidade e 270 ao total do projeto. - Disponibilizar 01 kit pedagógico por escola, contemplando 03 escolas por cidade e 09 escolas ao total do projeto.
O papel de um contador de histórias talvez seja um dos mais bonitos que existem. Esse personagem pode contar tudo: verdade ou mentira, felicidade ou tristeza, sobre si e sobre o outro. Ele pode assumir qualquer personagem, até aqueles que ficam só em nosso imaginário, como um fantasma, ou então um ser como o bicho-papão. Com uma boa proposta em mãos, o contador de histórias pode assumir ainda seu lado cantor, seu lado leitor, ou o músico, e até mesmo o dançarino. E é nesta linha que esse projeto se apresenta. Se propõe a criação de personagens contadores de histórias, que circulam por cidades do Brasil contando sobre temáticas relevante: sustentabilidade, ecologia, economia financeira mudanças climáticas, bem como quaisquer outras temáticas pertinentes, além de propor oficinas criativas em que as crianças gravam seus próprios recados para o mundo, exercitando expressão, protagonismo e pensamento crítico. Além das apresentações, são propostas oficinas criativas em que as crianças gravam seus próprios recados para o mundo, exercitando expressão, protagonismo e pensamento crítico. Será disponibilizado à escola um kit pedagógico de mediação audiovisual, ferramenta de acesso cultural e formação criativa, que permitirá aos alunos contarem suas histórias a partir do aprendido durante as atividades do projeto, durante e após a estadia do projeto na instituição. O material será utilizado para criações dos alunos nas oficinas propostas, além de ser abordado junto aos professores para uso posterior na escola. Este projeto estimula mudanças práticas no dia a dia das pessoas, faz com que as crianças estimulem o pensamento sobre questões fundamentais ao dia a dia, tanto no presente quanto no futuro, bem como traz instrumentação para que a arte siga sendo utilizada, através de uma metodologia instigante, que torna as crianças curiosas e interativas com o ambiente ao seu redor. Entende-se que este projeto pode transformar a visão do público como um todo, contribuindo para uma sociedade mais consciente, criativa e conectada com a cultura, tornando fundamental o apoio desta Lei para viabilização de recursos financeiros para a sua execução. Acreditamos que o projeto está em conformidade com o inciso I do Artigo 1º da Lei nº 8.313/91. O inciso I estabelece que os projetos incentivados devem "facilitar, a todos, o acesso livre às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais". Além disso, o projeto também se alinha ao disposto no Art. 3º da Lei nº 8.313/91, especialmente no inciso II, que trata do fomento à produção cultural e artística, por meio da e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.
Os profissionais que irão viajar para as cidades onde o projeto acontecerá e suas respectivas funções são: 03 atores: Samuel Vier, Thais Pegoraro e Lucas Hensel são os atores que compõem o elenco do espetáculo que será apresentado nas escolas das cidades contempladas. 01 fotógrafo: Para realizar os registros fotográficos das atividades a serem executadas. 01 videomaker: Para a captação de som e imagem das atividades. 01 produtor: Profissional que cuidara de toda parte logística do projeto em execução em cada cidade.
Classificação etária: livre Oficina: As palestras serão conduzidas pelos atores do projeto, Samuel Vier e Taís Pegoraro, cujos currículos encontram-se anexados à proposta, na seção de ficha técnica. Conteúdo programático da Oficina “Grave seu Recado para o Mundo” Público-alvo: Crianças de 8 a 10 anos Duração: 2h 1. Objetivos Estimular a expressão criativa das crianças por meio da linguagem audiovisual; Desenvolver a capacidade de criar narrativas próprias a partir dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável; Incentivar o protagonismo infantil e o trabalho em grupo; Promover a aproximação entre arte, educação e sustentabilidade. 2. Metodologia A oficina adota uma abordagem lúdico-pedagógica, centrada na experiência prática e coletiva. As crianças são convidadas a participar de um processo criativo que envolve escuta, imaginação, construção de narrativas, atuação e gravação audiovisual. A metodologia combina: Aprendizagem criativa: estímulo à invenção e autoria; Aprendizagem por projetos: pequenos roteiros criados pelos próprios grupos; Mediação cultural: educadores atuam como facilitadores do processo, e não como transmissores de conteúdo. 3. Conteúdo Programático Introdução aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) de forma lúdica; Fundamentos básicos da linguagem audiovisual (imagem, som, enquadramento, expressão corporal); Roteirização simples de cenas curtas; Interpretação e construção de personagens com figurinos e objetos cênicos; Noções básicas de gravação com celular; Produção colaborativa de vídeos curtos; Exibição e compartilhamento das produções realizadas. 4. Estratégias de Aplicação Serão utilizadas: Dinâmicas de sensibilização e escuta ativa; Atividades práticas em pequenos grupos; Uso de exemplos visuais e audiovisuais para inspirar a criação; Acompanhamento próximo dos educadores para garantir a participação equitativa de todas as crianças; Exibição dos vídeos ao final da oficina para fortalecer o sentimento de autoria e pertencimento. 5. Recursos Utilizados Figurinos e objetos cênicos. Equipamentos audiovisuais básicos (celular, suporte, iluminação portátil, caixa de som). Tapete e almofadas temáticas. Material impresso de apoio. 6. Resultados Esperados Criação de vídeos autorais curtos pelas crianças, abordando temas dos ODS; Fortalecimento do protagonismo infantil e da autonomia criativa; Ampliação do repertório cultural e audiovisual; Estímulo ao trabalho coletivo e à escuta entre pares; Formação de uma memória audiovisual do território a partir do olhar das crianças. Conteúdo programático: Oficina “ODS em Cena” – Formação para Professores Público-alvo: Professores e educadores da rede pública Duração: 3h Área: Cultura / Audiovisual / Educação 1. Objetivos A oficina tem como objetivo principal fortalecer o papel da cultura como eixo estruturante na formação de crianças e jovens, apresentando aos professores o projeto CineODS como ferramenta para ampliar o acesso à linguagem audiovisual e estimular práticas pedagógicas criativas. A proposta valoriza a arte como espaço de expressão, pertencimento e construção coletiva, trazendo os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável como temática transversal que dialoga com diferentes áreas do conhecimento. 2. Metodologia A metodologia é baseada na mediação cultural e na aprendizagem pela experiência, partindo da arte como ponto de encontro entre escola, território e comunidade. Os professores vivenciam práticas criativas semelhantes às aplicadas aos alunos, experimentando roteirização, encenação e gravação no Cantinho do Cinema. O trabalho privilegia processos colaborativos e adaptações às especificidades de cada instituição, reforçando a autonomia dos educadores. 3. Conteúdo Programático A formação apresenta a linguagem audiovisual como ferramenta cultural de mediação e criação coletiva, explorando seus usos pedagógicos no cotidiano escolar. Os ODS são tratados como temas inspiradores e transversais, que podem ser trabalhados em diferentes disciplinas sem perder o foco na arte como eixo principal. Também são abordadas estratégias para integrar o Cantinho do Cinema às práticas culturais da escola e para realizar a Mostra CineODS como desdobramento artístico e comunitário. 4. Estratégias de Aplicação A oficina combina momentos de sensibilização cultural, experimentação prática e reflexão coletiva. As dinâmicas são pensadas para que os professores reconheçam o potencial da arte e do audiovisual como linguagem de escuta, criação e transformação, incorporando os ODS de forma natural e interdisciplinar. O encontro busca inspirar práticas culturais continuadas, não apenas pontuais. 5. Recursos Utilizados Cantinho do Cinema, equipamentos audiovisuais básicos, materiais impressos de apoio, figurinos e objetos cênicos. Todos os recursos são apresentados de forma aberta e replicável, permitindo que os professores adaptem as ações ao contexto de suas escolas. 6. Resultados Esperados Ao final da oficina, espera-se que os professores compreendam a cultura como ferramenta pedagógica potente e reconheçam o audiovisual como meio de expressão e aprendizagem coletiva. Os ODS entram como pano de fundo inspirador, ampliando possibilidades temáticas sem engessar a prática artística. Os educadores estarão preparados para conduzir atividades culturais com seus alunos e para dar continuidade ao projeto, fortalecendo vínculos entre arte, escola e comunidade.
ESPETÁCULO Acessibilidade para pessoas com deficiência física: Os espaços previstos para a realização das atividades deverão ser dotados de rampas e banheiros adaptados, a fim de possibilitar a participação de pessoas com deficiência motora e/ou com mobilidade reduzida, conforme necessidade identificada. Acessibilidade para pessoas neurodivergentes: Caso necessário, durante a realização das atividades, teremos presentes monitores de inclusão para auxiliar as pessoas neurodivergentes participantes das atividades. Acessibilidade para pessoas com deficiências visuais: Haverá a presença de monitores, caso seja necessário, para dar suporte à pessoas com deficiência visual, auxiliando na fruição do espetáculo. Acessibilidade para pessoas com deficiências auditivas: Durante toda a realização das atividades, caso haja algum participante surdo ou com audição reduzida, será disponibilizado intérprete de libras para possibilitar sua participação nas atividades. OFICINAS Acessibilidade para pessoas com deficiência física: Os espaços previstos para a realização das atividades deverão ser dotados de rampas e banheiros adaptados, a fim de possibilitar a participação de pessoas com deficiência motora e/ou com mobilidade reduzida, conforme necessidade identificada. Acessibilidade para pessoas neurodivergentes: Caso necessário, durante a realização das atividades, teremos presentes monitores de inclusão para auxiliar as pessoas neurodivergentes participantes das atividades. Acessibilidade para pessoas com deficiências visuais: Uma vez que o trabalho se dá através da fala principalmente, não há necessidade de prever acessibilidade neste caso. Acessibilidade para pessoas com deficiências auditivas: Durante toda a realização das atividades, caso haja algum participante surdo ou com audição reduzida, será disponibilizado intérprete de libras para possibilitar sua participação nas atividades.
Como forma de democratizar o acesso, em conformidade com o Art. 46 e 47 da Instrução Normativa nº 23/2025, o projeto prevê: Art.46 III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; Art. 47 III: a disponibilização, na internet, de registros audiovisuais dos espetáculos, exposições, atividades formativas e demais eventos relacionados ao produto principal, com recursos de acessibilidade, como tradução em Libras e audiodescrição;
SAMUEL VIER – Proponente, Ator e Coordenação Geral, além de responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira Formação Ensino Superior – Licenciatura em Música – UERGS (Universidade Estadual do Rio Grande do Sul) – Montenegro – RS. Curso de Capacitação Curso de Teclado, realizado nos anos de 1999 a 2000, Prefeitura de Harmonia-RS. Curso de Música, realizado no ano de 2002, Centro Educacional Marista, Bom Princípio-RS. Curso de Música, realizado nos anos de 2003 a 2005, Centro de Eventos, Tupandi-RS Curso de Educação Musical, realizado nos anos de 2005 a 2006, Fundação Municipal de Artes de Montenegro-FUNDARTE, Montenegro-RS, tendo cursado as seguintes disciplinas: Elementos da Linguagem Musical, Canto e Acordeon. Curso de Regência de Coro Infantil e Juvenil, realizado no ano de 2009, Presto Produções e Promoções Artísticas, São Leopoldo-RS. Curso de Regência de Coro Adulto, Técnica Vocal-Regência Coral, realizado no ano de 2010, Presto Produções e Promoções Artísticas, São Leopoldo-RS. Experiência Profissional Começou a atuar profissionalmente na Banda Happy Brass, de Salvador do Sul-RS, com teclado, gaita e canto, de 2003 a 2012. Nesse período participou da gravação de 4 CD’s e também realizou mais de inúmeros shows pela região Sul do Brasil, incluindo uma turnê de 20 dias na Alemanha. De 2009 a 2019 lecionou teclado, acordeon e canto na Associação Cultural, Artística e Esportiva Educando para o Futuro de Harmonia (ACEFH), localizada em Harmonia-RS. De 2011 a 2013 foi professor de música nas escolas municipais de Harmonia-RS. A partir de 2012 até o presente momento é oficineiro de música nas escolas municipais de Vale Real-RS. De 2012 a 2014 fez parte do Grupo Teatral Raros, na cidade de Vale Real-RS, participando das peças “O mágico de Oz”, “Estúpido Cupido” e “Bela Adormecida”. De 2013 a 2018 foi participante do Grupo Teatral Foi o Que Eu Disse, da cidade de Harmonia-RS, atuando como músico e ator em um espetáculo de adaptação “O Auto da Compadecida”; com esse espetáculo participou de inúmeros festivais de teatro no Rio Grande do Sul, onde receberam premiações de melhor espetáculo, melhor cenário, melhor ator coadjuvante, melhor trilha sonora, melhor figurino, dentre outros; participaram também de um festival na cidade de Rivera-Uruguai. De 2014 a 2018 participou da Companhia Cena Aberta, grupo de teatro da cidade de Montenegro-RS, fazendo parte da peça “As Bodas da Filha do Bandoleiro”, que fez aproximadamente 90 apresentações, incluindo o Festival Internacional de Teatro de Rua de Porto Alegre. De 2014 até o presente momento, é gaiteiro e cantor da Banda Hatfield, grupo de música que interpreta sucessos internacionais de Country e Rock’n Roll, localizado na cidade de Montenegro-RS; participou da gravação de dois clipes covers profissionais no YouTube. Em 2023 participou da construção e atuou no espetáculo Impulso. AMORA PRODUÇÕES CULTURAIS - PRODUÇÃO EXECUTIVA A Amora busca a realização de projetos culturais que tenham impacto social e ambiental positivo e que contribuam para o desenvolvimento das regiões beneficiadas, fomentando a descentralização dos bens culturais e estimulando a capacitação profissional e a geração de renda, bem como criando novas plateias para o mercado cultural. Em 9 anos de atuação, a produtora tem mais de 50 projetos aprovados, beneficiando mais de 300 mil pessoas em mais de 150 cidades. A mesma tem como foco, trabalhar pautada nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, além de atender às premissas do ESG. Entre os últimos trabalhos executados, estão os projetos Mostra 10 Gigabytes de História, 6º Contraponto, META – Mentoria Emancipatória para Trabalhos Artísticos, Protocolo Babel, Catar & Carnavalizar, Cine Circular, Em Busca da Infância Prometida, Incorpore e #7xBeckett, entre outros. FRANCIELLE DALTROZO – ASSISTENTE DE PRODUÇÃO Formou-se em economia, pesquisando a relação entre a renda dos estados brasileiros e o investimento cultural nessas regiões. Seu objetivo na carreira é aproximar as relações de cultura, economia e arte, como uma forma de desenvolver pequenas sociedades. Possui curso de Administração Pública da Cultura (UFRGS). Nos últimos anos, atuou ativamente como produtora executiva nos projetos Em Busca da Infância Prometida (2022-2023), A Arte de Bordar (2022-2024), Impulso, viajando pelo mundo (2023), Comunica: potencializando culturas locais, Blitz da Alegria (2023), Bibi: tem um livro no portão (2023-2024), entre outros. Também atuou como atriz e foi produtora cultural do Núcleo de Pesquisa Beckett-we. No teatro, passou por oficinas dos grupos Depósito de Teatro, Galegos e Frangalhos, Grupojogo de experimentação cênica. Atuou em peças como Os Cegos, O Médico e o Monstro, Noites pra Nada e Ruídos. Produziu a performance Inspiração na Mostra SESC de Culturas no, Cariri/CE. No cinema, participou dos curtas Alice, Noite Eterna e Lembrei de Ti. THAIS PEGORARO - Atuação Graduada com láureas no final de 2018, no curso de Teatro Licenciatura da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS). Cursos e formações complementares Curso de idiomas na escola CNA: Cursou inglês na escola de idiomas CNA em Bento Gonçalves durante 6 anos, formando-se em 2009 e continuando com aulas de conversação até 2013. Curso intensivo de 30horas de Teatro musical na Escola Teen Broadway localizada no estado de São Paulo, em Janeiro de 2015. Workshop de TV e Cinema com Rodrigo Castelhano da produtora Núcleo Set de Porto Alegre/RS – Curso realizado na Casa das Artes de Bento Gonçalves e pela escola Artistas no Palco, contou com aulas do dia 09 ao dia 12 de fevereiro de 2015, totalizando em 12horas/aula. Formação em dança afro com o professor Daniel Amaro, concluído em 20 de novembro de 2016 com carga horária de 45 horas/aula. Oficina de Clown com o professor Gilbert Diniz, no Espaço Artístico Vale do Arvoredo em Morrorouter/RS, dias 22 e 23 de Junho de 2019. Participação em mais de 35 workshops de dança e teatro, que abarcam em torno de 140 aulas, incluindo danças urbanas e dança contemporânea e teatro, totalizando em mais de 450 horas/ aula. História Dança desde os 10 anos de idade, começando pela Dança do Ventre e passando por diversos estilos até chegar, em 2014, às Danças Urbanas, neste mesmo ano inicia seu processo na cena teatral, com aulas de teatro e experimentações na área. Em 2015, enquanto permanece nas aulas regulares de Danças Urbanas e Dança Afro Experimental, entra para o grupo Urbanology com direção de Alan Correa, onde desenvolveu trabalhos comerciais, participou de festivais, workshops e um grupo de estudos com foco nos Passos Sociais. Durante o ano de 2015 também trabalhou na Companhia Teatral Ameno, na qual foi desenvolvido um musical. Na Cia houve um trabalho intensivo vocal, interpretativo e corporal. Seu contrato terminou no final de 2015 em função do término do projeto. Participou do projeto “Hit’s Retrô”, que consistiu em um grupo de danças que animava festas no estilo Retrô e Flash Back. Graduou-se em Teatro Licenciatura no final do ano de 2018 pela Universidade Estadual do Rio Grande do Sul. No ano de 2017 apresentou dois espetáculos teatrais contemporâneos como conclusão de duas cadeiras de Oficina Montagem, chamados “Enquanto as cabeças queimam” (Adaptação livre de Noites na Taverna) e “Ágora” (Construção coletiva baseada em experimentações). Desenvolveu um espetáculo como diretora em 2018 na Cadeira de Prática de Encenação Teatral, orientada pela professora Jezebel De Carli, chamado “Contos de Terror e Miséria” (Adaptação livre de Terror e Miséria no III Reich de Bertold Brecht), apresentando na Universidade Estadual do Rio Grande do Sul em Montenegro, em uma escola de Montenegro como parte de uma programação especial e também do evento Bento em Cena ocorrido em 2018 na cidade de Bento Gonçalves. No segundo semestre de 2018 apresentou um monólogo, orientada pelo professor Marcelo Adáms, sobre cultura africana como exercício de conclusão de curso, fazendo um estudo de como seu corpo ressoa seu amor por essa cultura. Participou do Pibid (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência) de 2015 a 2018, no qual desenvolveu projetos e oficinas nas escolas de baixo Idebi da cidade de Montenegro; levando suas pesquisas a seminários de educação, recebendo em 2017 o prêmio Destaque pela pesquisa de seu grupo. Publicou sua pesquisa no livro Florações, que reuniu as pesquisas feitas na área artística educacional do ano de 2016. Durante os anos de 2016 e 2017 ministrou oficinas de teatro no colégio Sagrado Coração de Jesus, onde, além das aulas, desenvolveu quatro peças teatrais como conclusão das oficinas. No ano de 2016 dirigiu “Julietas” (Inspirado no clássico Romeu e Julieta de Shakespeare) e “Sonhos de uma noite divertida” (Adaptação e releitura do clássico Shakesperiano Sonhos de Uma Noite de Verão). No ano de 2017 dirigiu “Etapas para um sonho” e “Circo da Imaginação”, peças criadas a partir dos improvisos e vontades dos alunes. No início de 2017 se forma no Curso de Formação em Dança Afro com o professor Daniel Amaro. Abriu sua empresa (MEI), para prestação de serviços como animação de festas e serviços artísticos de variadas espécies, intérprete e instrutor de artes cênicas, com o nome de ARTETAI no ano de 2016. Desde então atua em variados eventos fazendo pinturas de rosto e animações em geral, como também trabalhos artísticos por meio de leis de incentivo à cultura. Em 2016 participou do projeto “Per Sempre Tchê” desenvolvido na cidade de Bento Gonçalves, resultando em um espetáculo que contava a história dos imigrantes que vieram para a cidade. O espetáculo contou com a direção do coreógrafo Jair Morais e contou com 7 apresentações. Em 2017, passa a fazer parte da equipe de professores da Sala de Ensaio em Bento Gonçalves, espaço que desenvolve atividades artísticas especialmente nas áreas da dança e do teatro, onde ministra aulas de teatro e danças urbanas desde então. Atou nas peças “Álbum de família” (Adaptação da obra de Nelson Rodrigues) e “Cavalinho Azul” (Adaptação da obra de Maria Clara Machado), resultado da cadeira do curso de Teatro Licenciatura da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul, chamada “Prática em Encenação Teatral” em 22 de junho de 2016 apresentada no Teatro Teresinha Petry Cardona em Montenegro, dirigida respectivamente por Raquel Peres e Mahrcia Carraro. Desde o início de 2018 passou a fazer parte da Companhia de Dança Teatro “A Trupe Dosquatro” dirigida por Edson Possamai e Cristian Bernich, onde atua como bailarina, atriz e intérprete. Desde então apresentou dois espetáculos – Bela, eu Feroz – que contou com 3 apresentações incluindo o III Congresso Estadual de Cultura realizado em Bento Gonçalves; e O Baile da Primavera – Espetáculo apresentado em comemoração aos 40 anos da empresa Concresul. A Cia continua em atividade desenvolvendo os próximos trabalhos. Como parte da Cia A Trupe Dosquatro, faz aulas regulares de Dança Contemporânea com o professor Cristian Bernich, Em 2019 integra a equipe de professores da Fundação Casa das Artes em Bento Gonçalves como professora de Teatro. É Professora de Danças rítmicas para a Maturidade Ativa do Sesc de Bento Gonçalves/RS desde 2018. Em 2023, criou e atuou no espetáculo Impulso. LUCAS HENSEL - Atuação Formado em Licenciatura em Música pela UERGS, atua como ator, músico e professor. É saxofonista, violonista e cantor, além de educador musical (atualmente em Maratá/RS). Também trabalha com teatro desde 2013, participando de diversos espetáculos como “Bernardo e Mariana”, “Encantadores de Natal”, “Uma visita inesperada” e auxiliando na formação de novos artistas.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.