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PRONAC 2510834Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Maria Vai: Memória e Arte em Circulação pelas Capitais Nordestinas

COMPANHIA DE TEATRO JOVENS EM CENA
Solicitado
R$ 191,2 mil
Aprovado
R$ 191,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Nordeste 2025
Ano
25

Localização e período

UF principal
PI
Município
Teresina
Início
2026-01-15
Término
2026-12-31
Locais de realização (9)
Maceió AlagoasSalvador BahiaFortaleza CearáSão Luís MaranhãoJoão Pessoa ParaíbaRecife PernambucoTeresina PiauíNatal Rio Grande do NorteAracaju Sergipe

Resumo

O presente projeto propõe a circulação do espetáculo teatral "Maria Vai" pelas 9 capitais nordestinas, resgatando a memória histórica da Guerra de Canudos e a tradição cultural das carpideiras. As apresentações serão realizadas em parceria com instituições culturais e artísticas locais de forma totalmente gratuita, garantindo integração com as comunidades. Após cada sessão, será promovida uma roda de conversa mediada, estimulando reflexão sobre o contexto histórico e cultural da peça. O projeto promove democratização do acesso à cultura, valorização da memória e fortalecimento da produção teatral nordestina, alcançando públicos diversos e fomentando o diálogo entre arte e sociedade.

Sinopse

Sinopse Espetaculo – Maria VaiNo sertão da Bahia, em meio à Guerra de Canudos (1896–1897), surge Maria, jovem carpideira que, junto de sua mãe e irmãs, chega ao arraial de Belo Monte, liderado por Antônio Conselheiro. Herdeira da ancestral tradição das mulheres que choram e cantam pelos mortos, Maria carrega na voz a memória de um povo marcado pela dor e pela resistência. Sozinha no palco, ela revive as lembranças da guerra, o extermínio de milhares de sertanejos e a força feminina que atravessou o Nordeste de barco, carro de boi e a pé, sempre em rituais de luto. Maria Vai é um monólogo poético e arrebatador que une história, memória e teatralidade, dando voz às mulheres que permaneceram invisíveis, mas nunca silenciaram. Ficha TécnicaProdução: COTJOC – Companhia de Teatro Jovens em Cena Texto: Ruy Jobim Neto Atuação: Janá Silva Direção: Arimatéia Bispo Sonoplastia: Jeferson Mendes Iluminação: Jesus Silva Figurino: Siro Sirís Cenografia: Arimatéia Bispo Arte Gráfica: Ari RodriguesProdução Geral: Anderson Matias

Objetivos

Objetivo Geral:Promover a circulação do espetáculo Maria Vai pelas 9 capitais nordestinas, fortalecendo a memória histórica, valorizando a cultura popular e democratizando o acesso à arte.Objetivos Específicos:- Realizar 9 apresentações em teatros, centros culturais e espaços parceiros nas principais capitais do Nordeste.- Promover 9 rodas de conversa mediadas após cada apresentação, aproximando público, artistas e pesquisadores sobre a tradição das carpideiras e a história da Guerra de Canudos.- Desenvolver material educativo sobre história, cultura e patrimônio imaterial retratados no espetáculo.- Estimular a formação de público e fortalecer a cena cultural regional.- Registrar as apresentações para documentação e divulgação cultural.- Difundir as produções nordestinas.

Justificativa

O projeto Maria Vai: Memória e Arte em Circulação pelas Capitais Nordestinas depende do Mecanismo de Incentivo à Cultura para viabilizar a circulação do espetáculo, garantindo acesso de públicos que, de outra forma, teriam pouca ou nenhuma oferta cultural.De acordo com o Art. 1º da Lei 8.313/91, o projeto se enquadra nos incisos voltados à difusão e valorização da cultura brasileira, especialmente a preservação da memória histórica e das tradições populares nordestinas.Nos termos do Art. 3º da Lei, o projeto:Democratiza o acesso à cultura, por meio de apresentações gratuitas, rodas de conversa e ações educativas;Valoriza manifestações artísticas e culturais, preservando a tradição das carpideiras e a memória da Guerra de Canudos;Fomenta educação cultural e histórica, integrando arte, memória e formação de público;Fortalece a produção artística regional, contribuindo para a sustentabilidade da cena teatral do Nordeste.

Estratégia de execução

O projeto prevê a circulação do espetáculo Maria Vai pelas capitais do Nordeste, acompanhada de rodas de conversa após as apresentações, promovendo diálogo entre artistas, pesquisadores e o público sobre a memória da Guerra de Canudos, a tradição das carpideiras e a identidade cultural nordestina.A iniciativa fortalece a produção teatral regional, dando visibilidade a grupos e artistas nordestinos que ainda não tiveram oportunidade de acessar leis de incentivo, ampliando a participação cultural e a democratização do acesso a políticas públicas de fomento à arte.Dessa forma, o projeto integra fruição artística, reflexão histórica e inclusão cultural, promovendo intercâmbio entre cidades e contribuindo para o fortalecimento da cena teatral do Nordeste.

Especificação técnica

Não Se Aplica

Acessibilidade

O projeto Maria Vai: Memória e Arte em Circulação pelas Capitais Nordestinas garante acessibilidade em todas as suas etapas, de modo a promover a participação plena e inclusiva do público.Acessibilidade Física:Realização das atividades em espaços acessíveis, com rampas de acesso, circulação adequada e banheiros adaptados, assegurando condições de locomoção para pessoas com mobilidade reduzida;Reserva de assentos em locais estratégicos, preferencialmente em fileiras iniciais ou áreas de fácil acesso, destinados a pessoas com deficiência, pessoas idosas e seus acompanhantes;Disponibilização de assentos específicos para pessoas neurodivergentes (TEA), localizados em áreas com menor estímulo sonoro e visual, favorecendo conforto e permanência durante as atividades;Implantação de sinalização adequada e acessível, orientando entrada, saída e circulação nos espaços utilizados pelo projeto;Acompanhamento de profissional da equipe responsável por orientar e verificar as condições de acessibilidade arquitetônica em cada atividade. 2. ACESSIBILIDADE DE COMUNICAÇÃO E CONTEÚDODisponibilização de intérprete de Libras em todas as apresentações, rodas de conversa e atividades do projeto;Utilização de linguagem clara e acessível nas ações de comunicação, mediação e divulgação das atividades;Produção de materiais audiovisuais legendados, observando critérios de legibilidade, contraste e tempo adequado de leitura;Adoção da prática de autodescrição por parte dos integrantes do projeto, especialmente durante rodas de conversa e momentos de interação com o público;Organização das atividades considerando a redução de estímulos excessivos (sons altos, iluminação intensa e aglomerações), favorecendo a participação de pessoas com deficiência intelectual e pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).Assim, o projeto reafirma seu compromisso com a democratização da cultura, garantindo que diferentes públicos possam vivenciar integralmente a experiência artística.

Democratização do acesso

O projeto Maria Vai: Memória e Arte em Circulação pelas Capitais Nordestinas adota estratégias de democratização do acesso voltadas à ampliação do público, à gratuidade das ações e à circulação dos conteúdos artísticos e formativos, garantindo que diferentes públicos possam acessar e acompanhar as atividades do projeto.As ações de democratização do acesso ocorrerão da seguinte forma:Gratuidade integral: 100% das apresentações, rodas de conversa e demais atividades do projeto serão ofertadas de forma gratuita, assegurando acesso irrestrito a todos os públicos;Rodas de conversa abertas ao público: Após cada apresentação, serão realizadas rodas de conversa mediadas, também gratuitas, promovendo diálogo direto entre público, artistas e pesquisadores sobre os temas abordados no espetáculo;Transmissão digital das atividades: Quatro das nove apresentações e respectivas rodas de conversa serão transmitidas ao vivo por meio dos canais digitais da Cia. Cotjoc, nas plataformas Instagram e YouTube, ampliando o alcance territorial do projeto;Disponibilização gratuita de registros audiovisuais: Os registros audiovisuais das atividades serão disponibilizados gratuitamente em plataformas digitais e utilizados para fins de difusão cultural;Veiculação em canais públicos: As imagens e registros do projeto poderão ser veiculados por instituições públicas de comunicação, como emissoras de televisão e plataformas institucionais, ampliando a difusão do conteúdo cultural;Parcerias com instituições e coletivos culturais locais: As atividades serão realizadas em parceria com instituições culturais, escolas, organizações sociais e coletivos culturais locais, fortalecendo a economia criativa, a articulação territorial e a valorização das expressões culturais nordestinas;Ampliação do alcance territorial e formativo: A circulação do projeto por diferentes capitais nordestinas contribui para a descentralização do acesso à cultura e para a formação de público, aproximando comunidades do teatro e da memória histórica regional.

Ficha técnica

Produção GeralCícero Anderson Alves Matias Nome artístico: Anderson Matias Mini Bio: Enfermeiro, ator, iluminador e produtor cultural. Atua desde 2009 no grupo Louco em Cena, com participação em espetáculos como Retalhos de Minha Terra, O Boi Santo e Triunfo de Dionísio. Fundador e gerente da empresa MTA Consultoria, voltada para projetos culturais e de saúde.Direção TeatralJosé de Arimatéia Bispo de Sousa Nome artístico: Arimatéia Bispo (DRT 343/PI) Mini Bio: Assistente Social, formado em Artes Cênicas pela Escola de Teatro Gomes Campos (TeresinaPI). Ator, diretor e coordenador da Companhia de Teatro Jovens em Cena – COTJOC, com 25 anos de trajetória artística e direção de montagens como A Paixão de Cristo, Maria Vai e Fogo de Palha. Atua também na cenografia de diversas produções da companhia. Sonoplastia e IluminaçãoJefferson Mendes Mini Bio: Experiência em grupos como Escalet, COTJOC, Os Tais do Teatro e Cangaso de Teatro. Participou de espetáculos premiados e de destaque, incluindo Paixão de Cristo (2016–2023), Maria Vai (2023), Virgens à Deriva (2021) e Francisco Irmão de Todos (2020). Trabalha em produções de teatro adulto, infantil e ao ar livre, com mais de 15 anos de atuação. Fotografo Wagner Santos de Sousa Mini Bio: Atua no teatro desde 1993, integrando o Coletivo de Teatro Jovens em Cena – COTJOC desde 2008.Formação em Licenciatura Plena em História (em curso, Universidade Estadual do Piauí) e cursos de fotografia aplicada a espetáculos, retratos e famílias. Participou de exposições fotográficas e mostras de teatro como Arte ao Alcance de Todos e Trama Cultural, além de eventos nacionais como Troféu Teatro Piauiense (2019–2022).AtrizJanaina Silva dos Anjos Nome artístico: Janá SilvaMini Bio: Formação superior em Serviço Social (FAR – Faculdade Adelmar Rosado). Atriz com experiência em espetáculos como Édipo Rei (2016), Paixão de Cristo (2016/2017), O Canto da Libertação (2017/2018), A Verdadeira História de Romeu e Julieta (2019) e Elegbara (2019), atuando principalmente com o Coletivo de Teatro Jovens em Cena – COTJOC e Grupo da UESPI. Atuação em teatro adulto, infantil e espetáculos de rua, com ênfase em dramaturgia clássica e contemporânea

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.