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PRONAC 2510837Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

3ª Sambada de Cavalo Marinho da Capital e Ciclo de vivências na Região Metropolitana do Recife.

36.304.661 FERNANDO ROBERTO DUARTE CAVALCANTI
Solicitado
R$ 137,8 mil
Aprovado
R$ 137,8 mil
Captado
R$ 96,4 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
07237373000120BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA1900-01-01R$ 96,4 mil

Eficiência de captação

70.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Nordeste 2025
Ano
25

Localização e período

UF principal
PE
Município
Olinda
Início
2026-01-01
Término

Resumo

A proposta consiste em levar o Patrimônio Imaterial do Brasil e Patrimônio Vivo do estado de Pernambuco, o Cavalo Marinho Estrela de Ouro da cidade do Condado, na Zona da Mata Norte, para cidades da Região Metropolitana do Recife, com intuito de propagar sua dimensão enquanto teatro popular através de oficinas cênicas oferecidas para o público livre em pontos de cultura, e como culminância na capital, realizaremos a brincadeira em sua forma mais autêntica: com uma Sambada, terceira a ser realizada com a intenção de manter e promover para população a tradição do Cavalo Marinho em seu formato original.

Sinopse

A sambada de Cavalo Marinho se caracteriza como teatro de terreiro e será apresentada em sua forma mais auêntica, sendo a estrutura da brincadeira em formato de um auto sobre relações cotidianas rurais entre diferentes papéis sociais, entre entidades humanas, fantásticas e bicharada (Capitão, Negros de engenho, Soldado da gurita, Empata samba, Mané do Baile, Véia do Bambu, A Morte, Mestre cavaleiro, Valentão, Vaqueiro, Ema, e o Boi, etc) Do início da noite até o amanhecer do dia, com cerca de 10 horas de duração e um banco de músicos entoando toadas ultilizando(rabeca, pandeiro, bage e mineiro) que junto com o Mestre do grupo recebe em partes uma sequência de personagens(figuras da brincadeira) em média 76, que dramatizam um enredo mais ou menos definido, com traços de Bumba-meu-boi e Reisado, munidos de adereços(Máscaras, Espadas, Arcos) Figurinos, versos(loas) e diálogos intercalados com danças(pisadas) regidas pelo Mestre e o Banco.As oficinas terão como tema a apresentação desse universo contextualizando a realidade sócio cultural da brincadeira, e sua dramaturgia a partir da interação com os personagens(figuras) observando a corporeidade, os diálogos, e demais elementos teatrais. Terá a prática e experimentação do enredo como foco principal, Sendo ministradas pelo Mestre do Cavalo Marinho convidado com auxilio de folgazões do grupo.

Objetivos

Geral - Propagar para além da Zona da Mata Norte Pernambucana a brincadeira dramática do Cavalo Marinho, exaltando os elementos teatrais do enredo com as figuras (personagens) corporeidade, loas(diálogos e poesias) dança e música.- Garantir a preservação e a transmissão do Cavalo Marinho em seu formato tradicional, contemplando a brincadeira com tempo ideal para execução do enredo, oferecendo uma experiência autêntica aos participantes.- Promoção do Diálogo e Diversidade Cultural: Estabelecer um espaço de encontro e diálogo entre diferentes comunidades, grupos étnicos e gerações, promovendo a compreensão mútua e o respeito pela diversidade cultural.Específico- Realizar 10 oficinas junto ao Cavalo Marinho Estrela de Ouro oferecidas para público livre em pontos de cultura de 10 cidades da região metropolitana dando ênfase a experiência cênica envolvendo figuras(personagens) do enredo e sua dimensão dramática.- Realizar a 3ª Sambada de Cavalo Marinho na Capital de acordo com formato ideal, assegurando para que todos os elementos tradicionais da brincadeira sejam respeitados.-Recuperação do Formato Tradicional e Participação de Grupos Tradicionais: Assegurar que a sambada de Cavalo Marinho seja realizada do anoitecer até o amanhecer, conforme a tradição, com o Cavalo Marinho Estrela de Ouro, para conduzir a brincadeira e garantir que se mantenha a duração e os rituais originais.- Acessibilidade e Ampliação do Público: Atrair um público diversificado, tanto local, quanto turistas, promovendo as condições necessárias para que todos possam participar, através de recursos de acessibilidade física, atitudinal e comunicacional, ampliando a conscientização sobre a tradição.- Avaliar o impacto do evento e a satisfação do público e dos participantes, visando a melhoria contínua das edições futuras da Sambada de Cavalo Marinho da Capital.- Documentação Cultural: Registrar o evento através de mídia e documentação, como fotos, vídeos e relatos, para preservar a memória e a história da Sambada de Cavalo Marinho da Capital.- Serão produzidas 50 camisas para o grupo e toda equipe do projeto.

Justificativa

O Cavalo Marinho é um folguedo dramático brasileiro que reflete a riqueza e diversidade do patrimônio cultural Pernambucano, e a proposta de promover oficinas cênicas e uma Sambada é de suma importância para preservar e difundir a principal manifestação do folguedo que é único e rico em tradição, aberta ao público, para ver e participar. A relevância desse evento é multifacetada, abrangendo a preservação e o fortalecimento da brincadeira, além de impactos econômicos significativos para os brincantes e a cadeia cultural do estado. É importante salientar que a Sambada é uma prática que tem enfrentado desafios ao longo dos anos, especialmente devido à falta de incentivo e a imposição a adequação dos grupos a apresentações sintetizadas em palco com duração reduzida. Esta situação ameaça a autenticidade e a integridade dessa manifestação cultural que desempenha papel fundamental na identidade cultural da região e sofre a ameaça de sua descaracterização. Esse ciclo de vivências na região metropolitana e a 3ª Sambada de Cavalo Marinho da Capital é uma iniciativa de dar sequência e ampliação da edição já realizada em 2024 e com execução aprovada para 2025 por leis de incentivos a cultura, e de garantir um momento anual para a plena realização da brincadeira em tempo, forma e ritualística ideais e preservadas.O projeto se enquadra nos Inciso I, II, III, IV, V, VI, VII e IX do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;O projeto oferecerá a oportunidade para o público em geral e jovens da educação pública vivências com um grupo da tradição que é patrimônio imaterial do Brasil por meio de sensibilização e gratuidade nas atividades propostas.II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;O projeto fortalece, além de um produto da cultura da Zona da Mata Norte Pernambucana, toda uma cadeia de artistas, brincantes e fazedores de cultura da região.III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;o projeto dinamizará a brincadeira popular, fortalecendo o grupo e seus folgazões oportunizando a vivência e prática do enredo de forma autêntica IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;o projeto visa garantir a manutenção de expressões culturais próprias de uma região e localidade com formação social única.V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;o projeto busca preservar o formato tradicional da brincadeira, observando o tempo de desenvolvimento do enredo.VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;o projeto visa salvaguardar a manifestação da forma mais autêntica possível, garantindo seu desenvolvimento em formato tradicional, com o tempo ideal para desenvolvimento do enredo.VII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;o projeto apoiará a manifestação dando oportunidade para população que consome cultura popular se aproximar das pessoas que fazem a brincadeira acontecer IX - priorizar o produto cultural originário do País:o projeto tem como base a valorização e difusão da cultura popular local em sua forma e conteúdo originais a fim de garantir sua manutenção e salvaguarda.Ao Art. 3° para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;Será realizada uma sambada (principal manifestação do Cavalo Marinho) gratuíta e aberta ao público respeitando formato, conteúdo e ritualística necessárias para salvaguarda da tradiçãoIII - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;Serão realizadas oficinas em locais abertos ao público em cada município da região metropolitana de Recife e em escolas da rede pública oferecidas pelo grupo da tradiçãoIV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;O evento da sambada será oferecido em local público, sem ingresso bem como as oficinas serão totalmente gratuítas.

Estratégia de execução

PLANO DE CURSO/OFICINA NOME DO PROJETO:3ª Sambada de Cavalo Marinho da Capital e ciclo de vivências na Região metropolitana do Recife NOME DO CURSO/OFICINA: INTRODUÇÃO AOS ELEMENTOS CÊNICOS DO CAVALO MARINHO EMENTA: Nessa oficina introdutória serão abordados temas relacionados à dimensão cênica do Cavalo Marinho enquanto teatro popular. Serão explorados o enredo através de seus personagens e figuras, loas e diálogos e corpo e ritmo através das pisadas. OBJETIVOS: Geral: Difusão do Cavalo Marinho enquanto teatro popular e propagação do patrimônio imaterial e material da brincadeira. Específicos: Sensibilizar públicos para apreciação e compreensão da manifestação; Difundir a brincadeira a fim de garantir sua manutenção e repasse adequados; Aproximar brincantes de outras manifestações, provocando o intercâmbio cultural; Ampliar a dimensão teatral da brincadeira. PÚBLICO-ALVO Público em geral com prioridade para crianças, Adolescentes, mulheres, pessoas em vulnerabilidade, pessoas negras, indígenas, comunidades quilombolas e de terreiros, pessoas com deficiência, pessoas do seguimento LGBTQIA+ e grupos minoritários.PRÉ–REQUISITOS: Nenhum Nº DE PARTICIPANTES POR TURMA: 50 pessoas METODOLOGIA: Os participantes terão a oportunidade de aprender e contracenar a parte dramática do enredo, vivenciando na prática a corporeidade e diálogos de personagens(figuras) experimentando na prática a introdução sobre as pisadas(dança) e a conexão com as toadas(música) elemento que rege a brincadeira, sob coordenação do Mestre e auxílio de folgazões experientes do grupo convidado. RECURSOS DIDÁTICOS DISPONIBILIZADOS: Figurino Máscaras Adereços Música PERIODICIDADE: Serão oferecidas 10 oficinas nos meses anteriores a Sambada em 10 cidades. CARGA HORÁRIA: Serão dois turnos de 3 horas cada em 1 dia, carga horária total 6 horas. CONTEÚDO: contextualização sócio cultural do Cavalo Marinho enredo/história que se desenvolve na manifestação. personagens ou figuras: corpo e diálogos; pisadas/passos através da música/ritmo. AVALIAÇÃO: A avaliação será feita através de uma roda de diálogo como fechamento das oficinas. REFERÊNCIAS: ARAÚJO, Edval Marinho de. O Cavalo Marinho de Catirina, Mateus e Bastião. Pernambuco: Editora Assis Figueiroa, 2003. MURPHY, John Patrick. Cavalo Marinho Pernambucano. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008. OLIVEIRA, Érico José Souza de. A roda do mundo gira: um olhar etnocenoloógico sobre o cavalo marinho estrela de ouro. Pernambuco: Editora SESC, 2006.LINKS DA EDIÇÃO JÁ REALIZADA:https://www.youtube.com/watch?v=ej_frGtTVNkhttps://www.youtube.com/watch?v=KdgVlromR5s&t=27s

Especificação técnica

O local da sambada será na área externa do Cais do Sertão - equipamento público, localizado na região central da cidade que oferece uma área ampla e fácil acesso ao público.O local é coberto e já oferece uma boa iluminação, levaremos uma iluminação adicional para melhorar o acesso , a visibilidade e algums sinalizações.A sonorização será de baixa amplitude, apenas para algumas vozes para o instrumento da rabeca - mantendo a proposta de uma apresentação bem tradicional e semi acústicaContaremos com a presença de seguranças e bombeiros civis na sambada. Convidaremos um comerciante ambulante já parceiro para a venda de comidas e bebidas para o público no decorrer da sambada. A capacidade é para 500 pessoas em média, de forma simultânea, incluindo espaços reservados para pessoas PcD.As oficinas com acesso gratuíto em pontos de cultura parceiros serão com carga horária de 6h horas, dividida em dois turnos em um dia, cujo público alvo é para crianças apartir de 8 anos, quilombolas, indígenas, por se tratar de uma cultura que é patrimônio imaterial da humanidade, buscando mobilizar artistas e bricantes da cultura popular em geral.As inscrições serão mediante um formulário. E a seleção será feita a partir dos critérios do público beneficiário.As oficinas têm como objetivo a sensibilização para uma compreensão da brincadeira e a formação para envolver-se de forma ativa a fim de promover uma valorização da manifestação e um fortalecimento da identidade regional. Os profissionais que ministrarão são os brincantes do próprio cavalo marinho convidado coordenados pelo Mestre e com mediação do proponente, que possui anos de pesquisa e vivência na brincadeira, tendo como metodologia o ensino a partir da prática e exibição dos pontos da brincadeira, com os instrumentos musicais, adereços(máscaras, espadas) e figurinos, além da experiência e tradição do brinquedo.Na vivência da sambada, que apresenta um enredo com temática do cotidiano rural próprio das relações nos engenhos e povoados da Mata Norte Pernambucana com ritmos pulsantes. A duração original é o que queremos preservar que vai da noite até o dia amanhecer, cerca de 10 horas.Teremos atas em todas as etapas do projeto para o público registrar sua presença e deixar contatos para receberem futuras divulgações do projeto. Também terá um espaço para o público deixar comentários e sugestões e contribuir com a avaliação do projeto.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADEO Projeto prevê acessibilidade completa exigida pela IN 23\2025 - além de outras medidas atitudinais que ampliam o acesso.I - ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA - Ciclo de OficinasNo aspecto arquitetônico, as medidas de acessibilidade serão implementadas de acordo com a realidade de cada um dos 10 pontos de cultura participantes que serão escolhidos na fase de pré produção. A seleção dos locais levará em conta as medidas de acessibilidade disponíveis.O projeto contará com consultoria em acessibilidade para definir caso a caso as medidas necessárias, de forma atender plenamente as exigências previstas na IN 23\2025. Exemplos de medidas que poderão ser implementadas: - Disponibilização de infraestrutura (rampas, barras laterais) e adaptação de espaços/equipamentos com o objetivo de priorizar ou facilitar o acesso; - Reserva de assentos em locais de fácil acesso para facilitar a entrada e saída de pessoas usuárias de cadeiras de rodas ou mobilidade reduzida;Para pessoas com deficiência visual: - Prioridade na seleção para espaços que tenham piso tátil para deficientes visuais e\ou Placas de sinalização em braile. Para pessoas com deficiência intelectual e autistas: - Disponibilização de protetores auriculares ou fones de ouvido para diminuição de ruído para pessoas com TEA - Disponibilização de óculos escuros para diminuir a exposição à luz para pessoas com TEAII - ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO - Ciclo de OficinasPara pessoas com deficiência visual: - Disponibilização em áudio ou em braile dos materiais impressos que forem usados; - Narração de conteúdos de forma descritiva sem dependência de suportes visuais; - Audiodescrição para o entendimento pleno em link específico ou aberta: elementos visuais dos exercícios aplicados, descrição física das pessoas; - Material de comunicação em letra ampliada para facilitar o uso por pessoas com baixa visão.Para pessoas com deficiência auditiva:- Tradução do conteúdo falado por um intérprete de Libras - Sistema de legendagem - Outras medidas indicadas pela consultoria pertinentes as exigências da IN 23\2025Para pessoas com deficiência intelectual e autistas: - Monitoria especializada inclusiva ao longo das oficinas com uso de “Linguagem Simples” (recurso da acessibilidade cognitiva, criado para facilitar a comunicação das pessoas com deficiência intelectual); - Monitoria especializada inclusiva. (proteção de sons altos, luzes fortes e multidões para pessoas no caso de pessoas TEA); - Material didático editado em “Linguagem Simples” (recurso da acessibilidade cognitiva, criado para facilitar a comunicação das pessoas com deficiência intelectual) - Disponibilização de cadeiras na primeira fileira para pessoas com TEA e seu acompanhante em locais com iluminação amena, ou aglomerações. Fast pass em filas de acesso (acesso pela saída);II - MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA - SAMBADA O local escolhido ( Cais do Sertão) tem acessibilidade plena do ponto de vista arquitetônico ( rampas, banheiros, piso tátil….) Medidas atitudinais a serem indicadas pela consultoria como reserva de vagas no estacionamento; reserva de cadeiras próximas ao espetáculo. IV - ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO - SAMBADAPara pessoas com deficiência visual: - Serviço de audiodescrição durante o primeiro ato da Sambada - cerca de 3h de duração. - Material de divulgação com acessibilidade para leitores de tela - Visita ao camarim, 1h antes do início, para vivência com junto aos brincantes e toque nas máscaras, fantasias e elementos cênicosPara pessoas com deficiência intelectual e autistas:- Monitoria especializada inclusiva. (proteção de sons altos, luzes fortes e multidões para pessoas no caso de pessoas TEA); - Disponibilização de cadeiras na primeira fileira para pessoas com TEA e seu acompanhante em locais com iluminação amena, ou aglomerações. Fast pass em filas de acesso (acesso pela saída); - Visita ao camarim, 1h antes do início, para vivência com junto aos brincantes e toque nas máscaras, fantasias e elementos cênicosPara pessoas com deficiência auditiva: - Tradução do conteúdo falado por um intérprete de Libras durante o primeiro ato da Sambada, cerca de 3h. - Legendagem em todo o material de divulgação audiovisual e gráfico.Todo o plano é justificado e fundamentado, nos termos dos arts. 42 a 44, 54, 63, 67 a 71, 73 e 102 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018.

Democratização do acesso

I Promover a difusão da tradição da Sambada de Cavalo Marinho enquanto manifestação cultural única da Zona da Mata Norte, seguindo os rituais estabelecidos, e garantindo sua transmissão para as gerações futuras em espaço público da capital próprio para circulação de público variado.II O evento contará com tradução em libras nas oficinas e legendas nos conteúdos audiovisuais.III Disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição com vistas a ampliação do acesso à manifestação; IV Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;VI Realizar vivências culturais com prioridade para o público das comunidades adjacentes dos pontos de cultura com mecanismos de reserva de vagas para dar prioridade para públicos minoritários com 50% para mulheres, como forma de ampliar sua participação na cultura popular, 20% para pessoas negras, indígenas e quilombolas e 10% para PcD.VII Oferecer transporte gratuíto para que demais moradores e brincantes da Zona da Mata Norte interessados possam participar da Sambada da Capital.

Ficha técnica

EQUIPEÉ formada por pessoas com experiência em elaboração de projetos e produção cultural e composta por mulheres, pessoas tradicionais de terreiro e pessoas negras.SAMBAQUI CRIAÇÕES - PRODUÇÃO EXECUTIVA E ADMINISTRADORFundada em 2020 por Fernando Cavalcanti, brincante e pesquisador, surgiu com intuito de promover ações para salvaguarda de folguedos da Zona da Mata Norte de Pernambuco e seus respectivos Mestres e brincantes, atráves de pesquisas e atividades sócio educativas, afim de fortalecer as manifestações culturais da região em suas formas mais autênticas, auxiliando na propagação e elaboração de projetos para editais de forma espontânea. PONTO DE CULTURA CASA ASTRAL - DIVULGAÇÃO E ASSISTENTE DE ADMINISTRAÇÃOA Casa Astral é um Instituto Cultural e Social, com atuação desde 2015 , também um Ponto de Cultura concedido pelo Ministério daCultura, localizado na cidade do Recife, Estado de Pernambuco, no Brasil, de atuação coletiva e colaborativa, que tem como propósito, promover e acolher ações voltadas para a arte e a economia criativa, com ênfase nas culturas tradicionais. O espaço guarda o calendário cultural tradicional da região, a partir das manifestações da cultura popular e suas mestras e mestres. Realizou mais de 500 ações culturais envolvendo pesquisas, apresentações e formações. É parceira do Projeto Sambada de Cavalo Marinho da Capital.CAVALO MARINHO ESTRELA DE OURO - BRINQUEDO CONVIDADODo saudoso Mestre Biu Alexandre e do herdeiro Mestre Aguinaldo Roberto, fundado em 31 de julho de 1979, é unico em atividade com quatro gerações brincando juntas, isso revela a imensa contribuição do grupo, sendo uma referencia da brincadeira no Brasil e no mundo, também reconhecido oficialmente como Patrimônio Vivo do estado de Pernambuco (2018).MESTRE AGUINALDO ROBERTO DA SILVA - COORDENADOR PEDAGÓGICOÉ um dos herdeiros do Cavalo Marinho Estrela de Ouro, sendo apontado pela família e comunidade pelo reconhecido saber como Mestre do brinquedo, graças a sua ampla experiência e talento como folgazão desde criança frequentando terreiros da tradição. Atualmente ele obtém o título de Notório Saber pela UFBA, além de ser um dos pioneiros ministrando oficinas pelo Brasil.

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$96.431,01 em 30/04/2026.

2026-12-31
Locais de realização (11)
Araçoiaba PernambucoCabo de Santo Agostinho PernambucoCamaragibe PernambucoGoiana PernambucoIgarassu PernambucoIlha de Itamaracá PernambucoJaboatão dos Guararapes PernambucoOlinda PernambucoPaulista PernambucoRecife PernambucoSão Lourenço da Mata Pernambuco