Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2510841Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Balé e Baião

50.932.881 MARIA RAFAELA SOARES TEIXEIRA
Solicitado
R$ 197,8 mil
Aprovado
R$ 197,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Nordeste 2025
Ano
25

Localização e período

UF principal
PB
Município
Jacaraú
Início
2026-01-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (11)
Baía da Traição ParaíbaCapim ParaíbaCuité de Mamanguape ParaíbaCurral de Cima ParaíbaItapororoca ParaíbaJacaraú ParaíbaMamanguape ParaíbaMarcação ParaíbaMataraca Paraíba

Resumo

O projeto Balé e Baião integra a técnica do balé clássico às danças populares nordestinas, como baião, xaxado e forró, criando um espaço de formação, inclusão e valorização cultural.Serão realizadas oficinas gratuitas para crianças, jovens e adultos, promovendo a democratização do acesso à arte e estimulando disciplina, criatividade e autoestima.O processo culmina na montagem de espetáculos inéditos e temáticos, apresentados em escolas, espaços culturais e eventos comunitários, fortalecendo a identidade nordestina, ampliando o acesso à cultura e contribuindo para a formação de novos artistas no Vale do Mamanguape, na Paraíba.

Sinopse

Produtos do Projeto Balé e Baião1. Oficinas de Balé Clássico e Danças PopularesResumo: 48 oficinas gratuitas realizadas no núcleo de formação em Rio Tinto, voltadas a 50 crianças e adolescentes. Integram técnica do balé clássico com danças nordestinas (baião, coco, quadrilha, ciranda), promovendo formação artística e identidade cultural.Classificação Indicativa: Livre.2. Vivências Culturais com Mestres PopularesResumo: Encontros formativos conduzidos por mestres da cultura popular (indígenas, artesãos e brincantes), valorizando saberes tradicionais e a transmissão oral.Classificação Indicativa: Livre.3. Espetáculo de Dança Balé e BaiãoResumo: Espetáculo autoral integrando elementos do balé clássico e das danças populares nordestinas. Será apresentado em 11 cidades do Vale do Mamanguape, com acesso gratuito e recursos de acessibilidade. Caso surjam outras programações culturais na região, será avaliada a viabilidade de participação.Classificação Indicativa: Livre.4. Ensaios AbertosResumo: Momentos em que a comunidade de Rio Tinto terá acesso ao processo criativo do espetáculo, aproximando público e artistas.Classificação Indicativa: Livre.5. Documentário AudiovisualResumo: Produção única que registra todo o processo formativo no núcleo de Rio Tinto, as vivências com mestres populares e a circulação nas cidades. O material contará com depoimentos de participantes, bailarinos e mestres, além da repercussão comunitária. Será veiculado em escolas, centros culturais e redes digitais, com Libras e legendas.Classificação Indicativa: Livre.6. Exibições Públicas do Audiovisual (cerca de 20 sessões)Resumo: Mostras em escolas públicas, universidades e centros culturais das 11 cidades do Vale, ampliando o alcance do projeto e estimulando o debate cultural.Classificação Indicativa: Livre.7. Oficinas Paralelas e Rodas de ConversaResumo: Atividades complementares abertas à comunidade em algumas das cidades da circulação, com foco em diversidade, inclusão e valorização das culturas populares e do balé.Classificação Indicativa: Livre.8. Mostra Cultural FinalResumo: Evento de culminância em Rio Tinto, reunindo apresentações de dança, exibição audiovisual e rodas de conversa, como celebração pública do projeto.Classificação Indicativa: Livre.9. Figurinos e CenografiaResumo: Produção artesanal de figurinos e cenários elaborados por costureiras e artesãos locais, fortalecendo a economia criativa e a identidade estética do espetáculo.Classificação Indicativa: Livre.10. Kits DidáticosResumo: Distribuição de materiais de apoio (caderno, camisa, garrafa d’água) para os 50 participantes do núcleo formativo de Rio Tinto, incentivando permanência e valorização no processo artístico.Classificação Indicativa: Livre. 11. Transporte e LogísticaResumo: Deslocamento seguro de alunos, artistas, mestres populares e materiais (figurinos, cenografia, equipamentos de som e audiovisual) durante ensaios em Rio Tinto e na logística entre as cidades que terão apresentação, garantindo participação e acesso às atividades formativas e apresentações do projeto.Classificação Indicativa: Livre.

Objetivos

OBJETIVO GERALPromover a formação artística e cultural de crianças e adolescentes a partir da integração entre o balé clássico e as danças nordestinas, estimulando a expressão corporal, o respeito à diversidade e o pertencimento cultural, com um núcleo formativo central e apresentações circulando nas cidades do Vale do Mamanguape.OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Realizar aulas práticas e teóricas de balé e danças nordestinas em um núcleo central (na cidade sede do projeto), duas vezes por semana, durante 6 meses, com carga horária de 2h cada.- Disponibilizar 50 vagas no núcleo formativo, organizadas em 2 turmas de 25 participantes.- Ofertar 48 oficinas formativas em dança e teatro ao longo do período.- Distribuir 50 kits didáticos e de figurino aos participantes.- Realizar 3 encontros formativos com mestres populares, bailarinos(as) e artistas convidados, fortalecendo o diálogo entre a dança clássica e a cultura popular.- Desenvolver processos criativos coletivos para a elaboração de coreografias inéditas e montagem do espetáculo final.- Montar a confecção de figurinos artesanais com costureiras locais e adquirir lanches da agricultura familiar para as oficinas.- Promover vivências artísticas com grupos culturais locais da cidade sede.- Realizar 11 apresentações públicas do espetáculo final (uma em cada cidade do Vale do Mamanguape).- Produzir 1 documentário audiovisual sobre o processo.

Justificativa

O projeto Balé e Baião busca democratizar o acesso à formação artística e cultural de crianças e adolescentes em Rio Tinto-PB, no Vale do Mamanguape, a partir da integração entre o balé clássico e as danças populares nordestinas. A iniciativa estabelece um núcleo formativo na cidade polo, possibilitando que jovens em situação de vulnerabilidade desenvolvam habilidades artísticas, fortaleçam sua autoestima e se reconheçam como protagonistas culturais.A proposta adota uma estratégia de formação centralizada e circulação regional: após o processo formativo no núcleo, os participantes apresentam o espetáculo final em 11 cidades do território, ampliando o alcance do projeto e garantindo que diferentes comunidades possam vivenciar e fruir o resultado artístico.Além da formação gratuita, o projeto valoriza mestres populares, envolve a economia criativa local com a confecção artesanal de figurinos e a aquisição de lanches da agricultura familiar, além de garantir acessibilidade nas apresentações públicas. Essa configuração amplia o impacto social e comunitário, contribui para a inclusão social, o fortalecimento da identidade regional e o direito de acesso à cultura, em consonância com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e com as políticas públicas de diversidade e igualdade.O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), é essencial para viabilizar a proposta, permitindo a captação de recursos via abatimento fiscal de empresas e pessoas físicas. Essa estratégia garante sustentabilidade financeira e amplia o alcance do projeto, potencializando seu impacto cultural e social.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:Inciso I: promoção da difusão da cultura nacional, regional e local:O que diz: Este inciso prevê que projetos culturais incentivados devem contribuir para a disseminação da cultura em seus diferentes níveis, valorizando manifestações artísticas locais, regionais ou nacionais.Como o projeto atende: O Balé e Baião promove a cultura nordestina ao integrar balé clássico com danças populares, valorizando tradições como o baião, xaxado e coco, e difunde essas manifestações em 11 cidades do Vale do Mamanguape, garantindo acesso a diferentes comunidades.Inciso II: incentivo à produção cultural e artística:O que diz: Este inciso busca estimular a criação de obras e atividades culturais, apoiando a produção artística de qualidade e inovadora.Como o projeto atende: O projeto cria coreografias inéditas que misturam balé e danças populares, fomentando novas produções artísticas e promovendo a criação de figurinos e materiais de forma artesanal, com participação da economia criativa local.Inciso III: apoio a ações educativas e formativas em culturaO que diz: Este inciso orienta que projetos incentivados podem apoiar ações de formação, capacitação e educação cultural para diferentes públicos.Como o projeto atende: O Balé e Baião realiza oficinas formativas de dança e teatro, encontros com mestres populares e vivências culturais, promovendo aprendizado e desenvolvimento artístico de crianças e adolescentes.Além disso, contribui para o alcance dos objetivos previstos no Art. 3º da Lei 8.313/91, como:1. Promover o acesso do público a atividades culturais, democratizando a fruição artística:O projeto garante apresentações públicas em 11 cidades, ampliando a circulação cultural e permitindo que diferentes comunidades tenham acesso à dança e à cultura popular nordestina.2. Estimular a produção cultural local e regional, fortalecendo a identidade cultural nordestina:A iniciativa valoriza mestres populares, coreógrafos e artistas locais, fortalece tradições regionais e incentiva a produção cultural local através da criação de coreografias e figurinos artesanais.3. Fomentar a formação e capacitação de artistas e novos talentos, por meio de oficinas e ações educativas:Com as oficinas semanais, encontros com artistas convidados e vivências culturais, o projeto contribui para a formação de crianças e adolescentes, potencializando novos talentos na dança e nas artes cênicas.4. Incentivar a participação da comunidade em atividades culturais, ampliando a presença e o engajamento social na cultura:A circulação do espetáculo nas 11 cidades promove engajamento comunitário, aproxima o público da arte, fortalece laços culturais e gera impacto social positivo em cada município do Vale do Mamanguape.

Estratégia de execução

O projeto Balé e Baião se diferencia por unir duas linguagens tradicionalmente vistas como distantes: o balé clássico e as danças populares nordestinas, criando um diálogo inovador que fortalece a identidade cultural regional e amplia repertórios artísticos.Entre os aspectos complementares destacam-se:Impacto social e educativo: O projeto atende 50 crianças e adolescentes de Rio Tinto, com itinerância em outras cidades do Vale do Mamanguape, oferecendo formação artística gratuita, tansporte, alimentação e kits pedagógicos. Essas medidas asseguram a permanência dos beneficiários e contribuem para a redução das desigualdades sociais e culturais.Diversidade e inclusão: A proposta valoriza a diversidade de gênero, etnia e orientação sexual, com protagonismo da comunidade LGBTQIA+, mulheres, população negra, indígena e mestres da cultura popular. Além disso, contempla um plano consistente de acessibilidade física e comunicacional (Libras, audiodescrição, Braille e visitas sensoriais).Fortalecimento da economia criativa: O envolvimento de costureiras locais, pequenos agricultores e artesãos garante circulação de renda nos municípios do Vale, promovendo geração de trabalho e valorização da produção regional.Difusão e alcance ampliado: Além das apresentações itinerantes em 11 cidades, o projeto prevê a produção de 1 documentário, 20 exibições públicas em escolas, centros culturais e universidades, e ampla difusão em plataformas digitais, ampliando a democratização do acesso.Potencial de continuidade: O modelo pedagógico de integração entre balé e baião pode ser replicado em outras comunidades da Paraíba, consolidando-se como referência em projetos de formação cultural com foco em juventudes.Inserção em redes institucionais: O projeto dialoga com políticas culturais locais e nacionais (PNAB, ICMS, Rouanet), integrando-se a ações de fortalecimento do Sistema Nacional de Cultura e ampliando parcerias com prefeituras, universidades e centros culturais.Esses elementos reforçam a relevância da proposta não apenas como projeto artístico, mas como ação estruturante de inclusão sociocultural e fortalecimento de identidades, com impacto duradouro no território do Vale do Mamanguape, região com cerca de 150 mil habitantes.

Especificação técnica

Ações e Produtos:1. Oficinas de Balé Clássico e Danças PopularesQuantidade: 48 oficinas (5 turmas no total / 10 alunos cada, ou ajuste conforme demanda local).Duração: 2h por encontro, 2 vezes por semana, durante 6 meses (96h por turma).Material: Kits didáticos (caderno, camisa, garrafa d’água), figurinos de ensaio, apoio sonoro.Metodologia: Integração entre balé clássico e danças populares nordestinas, enfatizando disciplina corporal, identidade cultural e valorização das tradições.Itinerância: Realizadas em Rio Tinto, Mamanguape e Jacaraú, com transporte e logística adaptados para cada município.2. Vivências Culturais com Mestres PopularesQuantidade: 2 encontros.Duração: 4h cada.Material: Espaço adaptado, instrumentos musicais tradicionais, materiais visuais.Metodologia: Transmissão de saberes tradicionais de dança, canto, artesanato e narrativa oral, promovendo integração intergeracional.3. Espetáculo de Dança Balé e BaiãoQuantidade: 11 apresentações (municípios do Vale do Mamanguape).Duração: 30 minutos.Material: Figurinos artesanais, cenografia modular, sonorização e iluminação cênica.Metodologia: Montagem autoral coletiva a partir das oficinas, unindo técnicas do balé clássico e expressões populares.4. Ensaios AbertosQuantidade: 2 ensaios abertos. Duração: 60 minutos.Material: Figurinos em processo, palco de ensaio, suporte audiovisual.Metodologia: Aproximação do público ao processo criativo, com mediação artística e diálogo comunitário.5. Documentário AudiovisualQuantidade: 1 vídeo.Duração: 20 a 25 minutos.Material: Câmeras digitais, microfones, legendas descritivas, Libras, edição profissional.Metodologia: Registro do processo formativo, depoimentos e impacto comunitário; material usado em escolas e centros culturais.6. Exibições Públicas do AudiovisualQuantidade: 25 sessões (escolas, universidades, centros culturais).Duração: 30 minutos.Material: Projetor, tela, equipamento de som, material de apoio em Braille.Metodologia: Exibição seguida de roda de conversa mediada, incentivando debate crítico e sensibilização artística.7. Oficinas Paralelas e Rodas de ConversaQuantidade: 2 atividades.Duração: 3h cada.Material: Salas adaptadas, instrumentos musicais, materiais pedagógicos.Metodologia: Troca de saberes intergeracionais, protagonismo comunitário e valorização da diversidade cultural.8. Mostra Cultural FinalQuantidade: 1 evento integrador itinerante.Duração: 1 dia (manhã e tarde).Material: Estrutura de palco, sonorização, telão, cadeiras, materiais gráficos.Metodologia: Integração de todas as linguagens do projeto (dança, audiovisual, música, oralidade) como celebração pública itinerante.9. Figurinos e CenografiaQuantidade: 50 figurinos de ensaio e de apresentação + cenário modular.Material: Tecidos regionais, adereços artesanais, elementos recicláveis.Metodologia: Produção local envolvendo costureiras e artesãos, fortalecendo a economia criativa.10. Kits DidáticosQuantidade: 50 kits.Material: Caderno, camisa, garrafa d’água personalizada, bolsa ecológica.Metodologia: Incentivo à permanência e valorização da identidade do aluno no processo formativo. 11. Transporte e LogísticaQuantidade: Deslocamento para oficinas, vivências culturais, apresentações, ensaios, gravações, exibições e mostra final.Duração: Conforme cada atividade; média de 1 a 3 horas por evento.Material: Ônibus para transporte de alunos e artistas e caminhão para transporte de cenografia, equipamentos de som, iluminação e material audiovisual.Metodologia: Transporte seguro e acessível entre Rio Tinto, e também nas cidades em que o projeto vai fazer apresentação, garantindo chegada de alunos, artistas e materiais no local das atividades, com logística organizada e atenção a imprevistos.

Acessibilidade

AÇÃO EDUCATIVA (OFICINAS, ENCONTROS E PROCESSO FORMATIVO)a. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICOi. Utilização de espaços que possuam rampas de acesso, banheiros adaptados, barras laterais e circulação adequada, garantindo acesso seguro às oficinas.ii. Reserva de assentos próximos à entrada para pessoas com mobilidade reduzida, cadeirantes ou idosos, facilitando entrada e saída durante as atividades.iii. Sinalização visível nos ambientes das oficinas com orientação tátil e visual para circulação segura.Para pessoas com deficiência visual: i. Disponibilização de piso tátil nos espaços utilizados. ii. Utilização de placas de sinalização em braile nos ambientes de uso comum.Para pessoas com deficiência auditiva: i. Utilização de sinais viso-motores para orientação de Surdos e pessoas com deficiência auditiva durante circulação nos espaços.Para pessoas com deficiência intelectual e pessoas autistas (TEA): i. Disponibilização de protetores auriculares ou fones abafadores para pessoas com sensibilidade sonora. ii. Disponibilização de óculos escuros para diminuição da exposição a luzes fortes. iii. Criação de um ambiente de acolhimento para regulação sensorial quando necessário. b. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDOPara pessoas com deficiência visual: i. Disponibilização de ledores inclusivos para apoiar a leitura de materiais. ii. Disponibilização de áudio ou versão em braile dos materiais pedagógicos usados nas oficinas. iii. Narração descritiva dos exercícios realizados, sem dependência exclusiva de exemplos visuais. iv. Audiodescrição dos elementos relevantes do processo: descrição física dos participantes, dos movimentos executados e dos materiais utilizados. v. Materiais de comunicação e apostilas com letra ampliada para pessoas com baixa visão.Para pessoas com deficiência auditiva: i. Intérprete de Libras para tradução dos conteúdos falados durante oficinas, encontros e vivências. ii. Sistema de legendagem nos vídeos educativos utilizados nas aulas. iii. Sinais viso-motores durante atividades práticas.Para pessoas com deficiência intelectual e pessoas autistas (TEA): i. Monitoria inclusiva permanente, com uso de Linguagem Simples para facilitar compreensão. ii. Adaptação dos materiais didáticos para formato de Linguagem Simples. iii. Disponibilização de Comunicação Ampliada e Alternativa (CAA) impressa ou digital, com apoio visual para compreensão de rotinas e exercícios. iv. Organização do ambiente com estímulos controlados, reduzindo ruídos e luzes intensas durante as oficinas. c. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NA COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO DAS AÇÕES EDUCATIVASi. Materiais de divulgação das oficinas disponibilizados em formatos acessíveis, incluindo PDF acessível, versão em áudio e versão em leitura fácil.ii. Divulgação digital com descrição textual completa de imagens e vídeos.iii. Indicação clara das medidas de acessibilidade disponíveis nos locais das oficinas, facilitando o planejamento do público com deficiência. AÇÃO DO ESPETÁCULO BALÉ E BAIÃO (APRESENTAÇÕES PÚBLICAS NAS 11 CIDADES)a. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICOi. Realização das apresentações em espaços que possuam rampas, banheiros acessíveis, circulação adequada e entradas amplas, garantindo acesso a pessoas cadeirantes, idosas e com mobilidade reduzida.ii. Reserva de assentos em posições estratégicas, próximos à entrada ou com melhor visibilidade, para pessoas com mobilidade reduzida e seus acompanhantes.iii. Adequação do espaço para permitir circulação segura até o palco e plateia.Para pessoas com deficiência visual: i. Piso tátil no percurso entre entrada, plateia e sanitários, quando disponível. ii. Placas de sinalização em braile nos sanitários e áreas comuns.Para pessoas com deficiência auditiva: i. Sinais viso-motores de orientação para Surdos e pessoas com deficiência auditiva.Para pessoas com deficiência intelectual e pessoas autistas (TEA): i. Disponibilização de um espaço na plateia com menor estímulo visual e sonoro. ii. Possibilidade de fast pass, permitindo entrada e saída por rotas alternativas para evitar filas e aglomerações. b. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDOPara pessoas com deficiência visual: i. Audiodescrição prévia do ambiente, apresentando características do palco, figurinos e elementos cênicos. ii. Audiodescrição ao vivo ou por canal de transmissão, descrevendo cenas, movimentações dos dançarinos e mudanças de iluminação e cenário. iii. Visita sensorial ao palco e figurinos trinta minutos antes da apresentação, com orientação de profissional qualificado.Para pessoas com deficiência auditiva: i. Intérprete de Libras em todas as apresentações públicas do espetáculo. ii. Legendagem oculta (closed caption) em vídeos exibidos como parte da cenografia ou documentário. iii. Sinais viso-motores utilizados em transições que impactam o público Surdo.Para pessoas com deficiência intelectual e pessoas autistas (TEA): i. Monitoria inclusiva durante entrada, permanência e saída do espetáculo, incluindo orientação sensorial. ii. Disponibilização de assentos na primeira fileira ou em área com estímulos reduzidos, permitindo melhor acompanhamento visual e menor impacto sonoro. c. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NA COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO DO ESPETÁCULOi. Divulgação das apresentações com material acessível: descrição de imagens, vídeos com Libras e legendas, versão em áudio e versão em leitura fácil.ii. Informações claras sobre acessibilidade oferecida em cada cidade, incluindo: acessibilidade física, presença de intérprete de Libras, audiodescrição, visita sensorial e materiais acessíveis.iii. Programas de mão e textos de sinopse disponibilizados em braile, áudio e letra ampliada.

Democratização do acesso

Todos os produtos e atividades do projeto Balé e Baião serão oferecidos de forma gratuita à comunidade, sem cobrança de ingresso ou taxas de participação.Formas de distribuição e acesso aos produtos:Distribuição gratuita de kits didáticos e uniformes para os 50 participantes do núcleo formativo em Rio Tinto-PB;Disponibilização do documentário audiovisual em escolas públicas, centros culturais e plataformas digitais abertas;Exibição gratuita do audiovisual em cerca de 25 sessões públicas em escolas, universidades e centros culturais do Vale do Mamanguape;Apresentações abertas à comunidade em espaços públicos de fácil acesso nas 11 cidades do Vale, garantindo circulação ampla do espetáculo final.Medidas de ampliação do acesso:Ensaios abertos do espetáculo, permitindo à comunidade acompanhar o processo criativo;Oficinas paralelas com mestres populares, integrando diferentes públicos além dos inscritos no núcleo;Transmissões online via redes sociais e canais parceiros, ampliando o alcance das apresentações e debates culturais;Rodas de conversa com artistas, bailarinos e mestres populares, estimulando trocas de saberes entre gerações e comunidades;Acessibilidade comunicacional com Libras, legendas, audiodescrição e materiais em formatos acessíveis.Essas ações fortalecem a democratização cultural, permitindo que pessoas de diferentes idades, classes sociais, etnias e condições físicas tenham acesso às linguagens artísticas trabalhadas no projeto, garantindo ampla circulação, participação e valorização da cultura regional.

Ficha técnica

FUNÇÃO: COORDENAÇÃO GERAL / PRODUTORA EXECUTIVA NOME: Maria Rafaela Soares Teixeira PERFIL SOCIAL E IDENTITÁRIO: Mulher Cisgênero / Branca / Heterossexual.FORMAÇÃO: Graduada em Secretariado Executivo, UFPB / Técnica em Administração, IFRN / Pós-Graduanda em Gestão e Produção Cultural, UEPB. EXPERIÊNCIA: Produtora cultural com ampla atuação em gestão e execução de projetos socioculturais no Vale do Mamanguape. Vice-presidente da Instância de Governança Regional (IGR) do Vale do Mamanguape (2024-2026). Atuou como Secretária de Cultura e Turismo de Jacaraú (2023-2024). Mais de 10 anos de experiência em iniciativas culturais envolvendo dança, teatro, quadrilhas juninas e eventos comunitários. CEO da Pulse Cultural, especializada em Gestão e Produção Cultural, com experiência em realização de eventos, comunicação e execução administrativa de projetos.FUNÇÃO: DIRETOR ARTÍSTICO, COREÓGRAFO E BAILARINO NOME: Willian Matheus Santos de Figueiredo PERFIL SOCIAL E IDENTITÁRIO: Homem Cisgênero / Pardo / Homossexual / Drag Queen. (identidade artística: Maitê Figueiredo)FORMAÇÃO: Graduando em Enfermagem / Formação prática em dança clássica e popular, experiência em performance Drag.EXPERIÊNCIA: Artista e educador com trajetória em dança, teatro e cultura popular, atuou em companhias de dança da Paraíba e em projetos socioculturais voltados à juventude. Faz parte da equipe técnica do projeto Balé e Baião, desenvolve uma metodologia que integra o balé clássico às danças populares nordestinas, articulando formação, identidade e inclusão. Possui experiência em oficinas comunitárias, espetáculos e produção de performances em eventos culturais regionais. Como professor e coreógrafo, atua em quadrilhas juninas, bandas marciais e teatro, participando desde 2014 da Paixão de Cristo em personagens de destaque e Ursos Carnavelescos. Reconhecido como Rainha da Diversidade em festivais juninos (2024-2025), pesquisa a fusão entre balé clássico e danças populares com forte protagonismo LGBTQIA+.FUNÇÃO:DIRETOR ARTÍSTICO E OFICINEIRO DE CULTURA POPULAR / TEATRO NOME: Arnobio de Lima NetoPERFIL SOCIAL E IDENTITÁRIO: Homem Cisgênero / Pardo / Heterossexual.FORMAÇÃO: Graduado em Artes Visuais, pesquisador em artes cênicas.EXPERIÊNCIA: Mais de 14 anos de atuação em dança, teatro, música e audiovisual. Coreógrafo, professor de artes em escolas técnicas do Estado da Paraíba, gestor cultural, roteirista e consultor em projetos. Reconhecido no mundo das quadrilhas juninas e júri em festivais regionais.FUNÇÃO: OFICINEIRO DE TEATRO NOME: Luis Felipe Araújo Cardoso (Magalho) PERFIL SOCIAL E IDENTITÁRIO: Mulher Transgênero / Pardo / Homossexual / Drag Queen. (identidade artística: Lorrayny Mirray)FORMAÇÃO: Pedagogia (graduação), especialização em Psicopedagogia.EXPERIÊNCIA: 16 anos de atuação em teatro, quadrilhas juninas, ursos carnavalescos e bandas marciais. Ator, apresentador e roteirista em espetáculos. Participa da Paixão de Cristo de Mamanguape. Experiência em gestão de grupos teatrais e culturais na região. FUNÇÃO: DIRETORA ARTÍSTICA E COORDENADORA DE BALÉ DO PROJETO NOME: Monique Kenyffer Carmo Barros PERFIL SOCIAL E IDENTITÁRIO: Mulher Cisgênero / Branca / Heterossexual.FORMAÇÃO: Bailarina formada pela Escola de Dança do Teatro Alberto Maranhão (EDTAM). Cursando Educação Física (Estácio de Sá).EXPERIÊNCIA: Mais de 20 anos dedicados à dança. Professora e diretora do Studio Kenyffer (Mamanguape), ex-integrante da Cia Jovem EDTAM e Balletarrj. Premiada em festivais nacionais e internacionais de dança. Conselheira de Cultura de Mamanguape-PB. Toda equipe de bailarinas será da @KenyfferStudioPB.FUNÇÃO: MESTRE DE CULTURA INDÍGENA E OFICINEIRO DE DANÇA POPULAR E MUSICIDADE NOME: Rafael Sabino da Silva PERFIL SOCIAL E IDENTITÁRIO: Homem Cisgênero / Pardo / Indígena Potiguara / Homossexual.FORMAÇÃO: Graduado em Dança, UFPB / Especialista em Arte Educação, UFPB / Mestre em Artes Cênicas, UFPBEXPERIÊNCIA: Artista e educador indígena Potiguara, com atuação em dança, música e cultura popular, valorizando tradições indígenas e nordestinas. Experiência em oficinas de dança popular e musicidade, pesquisa e ensino de práticas corporais, incluindo o Toré Potiguara. Participa de coletivos artísticos e grupos de pesquisa, contribuindo para preservação cultural e formação de jovens e adultos.FUNÇÃO: PRODUTOR LOGÍSTICO NOME: José Carlos Inocêncio de Souza Junior PERFIL SOCIAL E IDENTITÁRIO: Homem Cisgênero / Pardo / Homossexual. FORMAÇÃO: Experiência com cultura popular, prática em dança, teatro, quadrilhas juninas e bandas marciais desde 2002.EXPERIÊNCIA: Integrante da Associação Cultural Junina Joia Rara e de grupos de expressão cultural. Atua como coreógrafo, bailarino e diretor cultural, com mais de 15 anos de trajetória em montagem de espetáculos. FUNÇÃO: CENÓGRAFO E ADERECISTANOME: Fábio da Silva RibeiroPERFIL SOCIAL E IDENTITÁRIO: Homem Cisgênero / Pardo / Heterossexual.FORMAÇÃO: Artesão e decorador, formação prática em cenografia e ornamentação.EXPERIÊNCIA: 18 anos de experiência como artesão, cenógrafo e aderecista. Criador de cenários e fantasias para quadrilhas, espetáculos e eventos culturais, com forte atuação em Mamanguape, Rio Tinto e região.FUNÇÃO: PRODUÇÃO GERAL E OFICINEIRO DE DANÇANOME: FABRICIO DE LIMAPERFIL SOCIAL E IDENTITÁRIO: Homem Cisgênero / Negro / Indígena Potiguara / Heterossexual. FORMAÇÃO: Graduando em Biologia, UFPB.EXPERIÊNCIA: Artista e atleta de jiu-jitsu, com mais de 5 anos de atuação em dança e teatro em quadrilhas juninas e mais de 8 anos em rituais indígenas. Experiência em coreografia, interpretação cênica e integração de linguagens artísticas, com participação em projetos culturais, apresentações comunitárias e festivais regionais, valorizando a cultura popular e a tradição nordestina e dos povos originários.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Pedro Régis Paraíba
Rio Tinto Paraíba