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O projeto "Saberes Vivos do Quilombo _ Festival, Oficinas e Salvaguarda" visa valorizar, difundir e salvaguardar as Culturas Tradicionais e Populares em dez municípios do Agreste e Sertão de Alagoas: Palestina, Arapiraca, Pão de Açúcar, Jacaré dos Homens, Monteirópolis, Santa Luzia do Norte, Piranhas, Traipu, São José da Tapera e Olho d’Água das Flores. A iniciativa promove oficinas de música, dança, culinária, artesanato e memória oral, com curadoria comunitária e protagonismo de mestres locais. Serão realizadas rodas culturais intergeracionais, ações educativas e uma Mostra/Feira aberta ao público, com exposições, apresentações e experiências acessíveis. O projeto fortalece vínculos culturais, impulsiona a economia criativa quilombola e assegura a continuidade dos saberes ancestrais por meio de ações de salvaguarda e visibilidade cultural.
Oficinas Práticas (12 módulos) Serão realizadas doze oficinas temáticas em comunidades quilombolas dos 10 municípios atendidos (Palestina, Arapiraca, Pão de Açúcar, Jacaré dos Homens, Monteirópolis, Santa Luzia do Norte, Piranhas, Traipu, São José da Tapera e Olho d’Água das Flores), abordando práticas como música de raiz, danças tradicionais, culinária afetiva, ofícios manuais e artesanato. Cada oficina terá duração de 6 horas, com metodologia prática e conduzida por mestres e mestras locais. Voltadas para jovens, adultos e idosos, buscam estimular a transmissão intergeracional e o fortalecimento da cultura viva. Classificação: Livre.Rodas de Memória nas Escolas (10 encontros) Atividades formativas realizadas em instituições de ensino, com a participação de mestres quilombolas e cerca de 40 a 80 estudantes por encontro. As rodas de memória abordarão temas como oralidade, ancestralidade, cotidiano, espiritualidade e resistência, promovendo o diálogo entre gerações e o reconhecimento dos saberes quilombolas dentro do espaço escolar. Classificação: Livre.Ações Comunitárias de Aquecimento (10 atividades) Demonstrações culturais realizadas em praças, associações ou centros comunitários nos 10 municípios, com o objetivo de divulgar as atividades do projeto e mobilizar o público local. Terão caráter celebrativo, com apresentações curtas de música, dança, culinária e oralidade, convidando a comunidade a participar das oficinas e da Mostra Cultural. Classificação: Livre.Mostra Cultural Quilombola (01 evento) Evento de encerramento do projeto com duração de dois dias, reunindo apresentações culturais, feira de saberes e sabores, estandes de artesanato, rodas de conversa e mediações acessíveis. A Mostra será gratuita, aberta ao público e contará com recursos de acessibilidade como intérprete de Libras, audiodescrição e espaços sensoriais. Servirá como espaço de celebração, visibilidade e troca entre os municípios participantes. Classificação: Livre.Inventário Audiovisual e de Memória (01 acervo) Registro sistematizado dos saberes tradicionais do território, incluindo 30 depoimentos de mestres, 200 fotografias com identificação, 40 áudios de cantos e relatos e 10 mapas afetivos produzidos coletivamente. O inventário será disponibilizado em repositório digital aberto, com acesso gratuito para escolas, bibliotecas e pesquisadores. Classificação: Livre.Documentário “Saberes Vivos do Quilombo” (01 obra audiovisual) Filme documental de aproximadamente 20 minutos com recursos de acessibilidade (Libras, legendas e audiodescrição), registrando o processo do projeto e destacando os saberes e trajetórias dos mestres participantes. O documentário será exibido nas comunidades, na Mostra Cultural e disponibilizado gratuitamente em plataformas digitais. Classificação: Livre.Exibições Comunitárias do Filme (10 sessões) Serão realizadas dez exibições gratuitas do documentário, com sessões seguidas de bate-papo mediado nas comunidades dos municípios atendidos. As exibições terão infraestrutura acessível e materiais de apoio, promovendo reflexão coletiva sobre a salvaguarda dos saberes locais. Classificação: Livre.Catálogo Pedagógico Acessível (01 publicação) Publicação com no mínimo 64 páginas, contendo registros fotográficos, textos, entrevistas, reflexões e orientações pedagógicas sobre os saberes tradicionais quilombolas. Será disponibilizado em versão impressa (500 exemplares) e digital acessível (PDF com leitura por leitores de tela). Terá ampla distribuição gratuita em escolas, bibliotecas, associações e órgãos públicos. Classificação: Livre.
Objetivo GeralPromover a salvaguarda, valorização e difusão dos saberes tradicionais e populares em dez municípios do Agreste e Sertão de Alagoas, por meio de ações gratuitas, acessíveis e territorializadas que envolvam mestres e mestras da cultura popular em processos formativos, rodas de memória em escolas, registro de acervos e realização de uma mostra/feira comunitária. A proposta visa fortalecer identidades coletivas, ampliar o senso de pertencimento e garantir a continuidade intergeracional dos modos de criar, fazer e viver das comunidades quilombolas e tradicionais da região.Objetivos específicosRealizar 12 oficinas formativas intergeracionais nas áreas de música tradicional, danças populares, culinária afetiva, saberes com ervas, artesanato de tradição e oralidade quilombola, beneficiando diretamente cerca de 300 participantes (média de 25 por oficina), com protagonismo de mestres e mestras locais.Conduzir 10 rodas de memória e saberes em escolas públicas, com a participação de mestres da cultura popular, reunindo pelo menos 500 estudantes no total e assegurando registro audiovisual e interação com conteúdos pedagógicos acessíveis.Promover 02 encontros intermunicipais de articulação cultural e troca de experiências, reunindo participantes dos 10 municípios atendidos, fortalecendo as redes comunitárias e estratégias de salvaguarda cultural no território.Realizar 01 Mostra/Festival Cultural Quilombola gratuita, acessível e aberta ao público regional, com estimativa de mais de 500 pessoas nos dois dias de atividades, incluindo apresentações culturais, feira de saberes e sabores, oficinas abertas e visita sensorial.Produzir 01 documentário acessível (20_30 minutos) com registros do processo, saberes transmitidos e vozes dos territórios, com distribuição gratuita e meta de mínimo de 1.000 visualizações em plataformas abertas.Elaborar e distribuir 01 catálogo cultural acessível, com pelo menos 64 páginas (versão impressa e digital), apresentando registros das ações, roteiros pedagógicos e depoimentos, com meta de 500 exemplares físicos e 300 downloads.
O projeto "Saberes Vivos do Quilombo _ Festival, Oficinas e Salvaguarda", proposto pela Associação Clube de Jovens Senhor dos Pobres, visa fortalecer, salvaguardar e difundir as culturas tradicionais e populares em dez municípios do interior de Alagoas. Através de oficinas, rodas de memória, registros audiovisuais e ações formativas acessíveis, a iniciativa promove o protagonismo de mestres e mestras locais, o intercâmbio intergeracional e a valorização do patrimônio imaterial quilombola. Diante da ausência de políticas públicas contínuas e da carência de investimentos culturais na região, a Lei de Incentivo à Cultura surge como mecanismo essencial para garantir estrutura, acessibilidade, permanência e qualidade na realização de cada etapa.O projeto atende os seguintes incisos do artigo 1º da Lei nº 8.313/91:Inciso I _ Facilitar o acesso da população aos bens culturais: Todas as ações do projeto são gratuitas, descentralizadas e acessíveis, realizadas em escolas, praças e centros comunitários dos municípios atendidos. A proposta busca garantir que diferentes públicos — inclusive pessoas com deficiência, estudantes da rede pública e moradores de áreas rurais — tenham acesso efetivo à fruição cultural. Inciso II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira: O projeto atua em dez municípios do Agreste e Sertão de Alagoas, fora dos grandes centros urbanos. Prioriza a contratação de artistas, mestres, fornecedores e prestadores de serviço locais, o que fortalece a produção cultural regional e impulsiona a economia criativa do território. Inciso III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores: Os mestres e mestras da cultura popular são os protagonistas da proposta. Eles ministram oficinas, participam de rodas de memória, contribuem com o inventário e o documentário, sendo reconhecidos como detentores de saberes essenciais à identidade cultural local. Inciso IV _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira: A iniciativa atua diretamente com comunidades quilombolas e seus saberes ancestrais, documentando e difundindo práticas culturais ameaçadas, promovendo ações de salvaguarda e registro que asseguram a continuidade dessas expressões. Inciso V _ Salvaguardar a identidade, a memória e os bens culturais de grupos formadores da sociedade brasileira: O projeto inclui um inventário audiovisual, a produção de um documentário e um catálogo pedagógico acessível, compondo um acervo que valoriza, protege e compartilha a memória e os bens imateriais dos grupos envolvidos. O projeto também atende os seguintes objetivos do artigo 3º da Lei nº 8.313/91:Inciso I _ Estímulo à formação artística e cultural: São previstas oficinas práticas, rodas de memória nas escolas, formação de jovens monitores culturais e um mini-seminário com educadores, promovendo a formação em diversas linguagens culturais e ampliando repertórios e habilidades locais. Inciso II _ Apoio a atividades culturais de caráter não comercial: Todos os produtos são distribuídos gratuitamente — catálogos, kits pedagógicos, inventário e documentário — e não há venda de ingresso ou monetização das atividades formativas e artísticas. A Mostra/Feira contempla o comércio comunitário, mas sem custos para expositores. Inciso III _ Preservação e difusão do patrimônio cultural material e imaterial: O inventário audiovisual, o catálogo acessível, o documentário e as rodas de memória atuam diretamente na salvaguarda do patrimônio imaterial. Esses conteúdos são disponibilizados em formatos acessíveis e organizados em repositório público digital. Inciso IV _ Estímulo ao desenvolvimento da economia criativa: O projeto movimenta a cadeia produtiva local, contratando mestres, serviços técnicos e fornecedores da região. A Mostra/Feira promove o comércio de saberes e sabores locais, fortalecendo redes produtivas e gerando renda para as comunidades. Inciso V _ Incentivo à ampliação do acesso da população aos bens culturais: Além da gratuidade, o projeto garante múltiplas formas de acesso: acessibilidade física e de conteúdo, atividades em diferentes turnos e locais, convites presenciais, comunicação inclusiva e transmissão de conteúdos pela internet.
Oficinas Práticas (12 módulos) Duração: 6h por oficina (total de 72h). Material: instrumentos musicais tradicionais, materiais de dança (tecidos, adereços), ingredientes para culinária afetiva, ferramentas de artesanato e ofícios, utensílios comunitários, EPIs, material de papelaria e apoio visual acessível. Projeto Pedagógico: oficinas conduzidas por mestres e mestras locais, com abordagem prática, dialógica e intergeracional. Utilização de metodologias que valorizam a oralidade, a escuta ativa e a experimentação coletiva. Objetivo: oferecer 12 oficinas com até 25 participantes por turma, totalizando cerca de 300 beneficiados diretos, promovendo a continuidade dos saberes ancestrais e a valorização da cultura viva quilombola.Rodas de Memória nas Escolas (10 encontros) Duração: 2h por roda (total de 20h). Material: cadeiras, microfone sem fio, gravação audiovisual, fotografias, caderno de campo e materiais de apoio. Projeto Pedagógico: encontros realizados dentro das escolas, com mestres quilombolas e educadores locais, estimulando a valorização da memória oral, dos territórios e da ancestralidade como eixo transversal do conhecimento. Objetivo: envolver diretamente cerca de 500 estudantes (entre 40 e 80 por escola) em escutas sensíveis e compartilhamento de saberes sobre identidade, resistência e cotidiano quilombola.Ações Comunitárias de Aquecimento (10 atividades) Duração: 1h a 1h30 por ação (total aproximado de 15h). Material: som simples, microfone, lona ou tenda de apoio, folhetos informativos, registro audiovisual. Projeto Pedagógico: apresentações breves e informativas em praças ou centros comunitários para divulgar o projeto, envolver o público local e convidar para as atividades formativas. Objetivo: mobilizar a comunidade para as ações do projeto, gerar pertencimento e visibilidade desde o início do processo.Mostra Cultural Quilombola (01 evento final) Duração: 2 dias consecutivos. Material: palco com estrutura de som e iluminação, tendas, mesas e cadeiras para expositores, sinalização acessível, materiais para mediação cultural, serviços de apoio (água, banheiros adaptados), intérpretes de Libras, audiodescrição ao vivo e material de acolhimento. Projeto Pedagógico: espaço de celebração e difusão dos saberes tradicionais com estandes de culinária, artesanato, rodas culturais, apresentações artísticas e visitas mediadas com acessibilidade. Objetivo: reunir mestres, aprendizes, público local e visitantes em um ambiente educativo e festivo, promovendo a troca cultural e fortalecendo o protagonismo quilombola.Inventário Audiovisual e de Memória (01 acervo) Duração: processo contínuo ao longo do projeto, com captação durante oficinas, rodas e encontros. Material: câmeras fotográficas e de vídeo, gravadores de áudio, caderno de campo, planilhas de catalogação, termos de autorização. Projeto Pedagógico: metodologia de registro afetivo, com escuta respeitosa e curadoria comunitária. Inclui entrevistas em profundidade, fotografias identificadas, cantos tradicionais e mapas afetivos desenhados coletivamente. Objetivo: gerar um acervo com 30 depoimentos em vídeo, 40 áudios, 200 fotos legendadas e 10 mapas afetivos, com fins educativos, culturais e de salvaguarda.Documentário “Saberes Vivos do Quilombo” (01 obra audiovisual) Duração: 20 minutos. Material: câmeras de alta resolução, microfones direcionais, softwares de edição com recursos de acessibilidade (legendas, audiodescrição, Libras). Projeto Pedagógico: narrativa audiovisual construída com base no percurso do projeto, reunindo trechos das oficinas, falas dos mestres e imagens do território, com linguagem acessível e envolvente. Objetivo: documentar o processo e promover a difusão digital dos saberes registrados, com exibições locais e ampla circulação online.Exibições Comunitárias do Documentário (10 sessões) Duração: 1h por sessão (20 minutos de filme + 40 minutos de bate-papo). Material: projetor, tela, sistema de som, material de apoio (cartazes, folders), cadeiras e registro de presença. Projeto Pedagógico: sessões seguidas de conversa com a comunidade sobre o conteúdo do filme, seus impactos e desdobramentos possíveis. Objetivo: garantir o retorno do projeto às comunidades, incentivar a reflexão e fortalecer o vínculo comunitário.Catálogo Pedagógico Acessível (01 publicação) Paginação: mínimo de 64 páginas. Material: formato A4, impressão em papel couché 150g colorido, capa em cartão 250g, versão digital acessível (PDF com leitura por leitor de tela, imagens descritas, links navegáveis, fonte ampliada). Projeto Pedagógico: sistematização dos saberes, fotos, entrevistas e conteúdos das oficinas, com linguagem simples e foco em uso pedagógico por escolas, bibliotecas e organizações culturais. Objetivo: disseminar os conteúdos produzidos de forma acessível e duradoura, valorizando mestres locais e ampliando o alcance educacional do projeto.Repositório Online (01 plataforma) Duração: ativo por tempo indeterminado. Material: plataforma com domínio próprio ou repositório gratuito (ex: Google Sites, WordPress), com arquivos organizados em categorias (vídeos, depoimentos, fotos, catálogo). Projeto Pedagógico: ambiente educativo online que reúne todos os produtos do projeto, com navegação acessível, textos explicativos e recursos de acessibilidade digital. Objetivo: permitir o acesso contínuo ao acervo por educadores, pesquisadores e o público em geral.
MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:Para PcD Físico, idosos ou com mobilidade reduzida:Disponibilização de rampas de acesso removíveis em todos os locais das atividades (escolas, praças, centro comunitário).Barras de apoio em banheiros adaptados.Vagas de estacionamento preferenciais sinalizadas.Cadeiras de rodas para empréstimo durante a Mostra/Feira (2 unidades).Áreas reservadas próximas ao palco e exposições.Circuito livre de obstáculos com sinalização visual e tátil.Para PcD auditivo:Sinalização visual luminosa para indicação de início/fim de atividades.Monitor com crachá identificador para comunicação visual.Para PcD visual:Piso tátil direcional nos acessos principais da Mostra/Feira.Bengalas guia para empréstimo (3 unidades).Para PcD intelectual e TEA:Cadeiras na primeira fileira em locais com iluminação amena e som reduzido.Protetores auriculares disponíveis no balcão de acolhimento.Óculos de sol para redução de sensibilidade à luz.Espaço sensorial reservado com luminosidade suave, poucos estímulos sonoros e almofadas antissensoriais. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO:Para PcD visual:Mapa tátil da Mostra/Feira com descrição dos espaços.Gravação em áudio dos percursos e descrição das obras/exposições (disponível por QR Code).Audiodescrição ao vivo durante apresentações culturais e visitas mediadas.Para PcD auditivo:Intérprete de Libras presente em todas as falas públicas, oficinas, rodas de conversa e apresentações.Atendimento especializado com articulador orofacial no balcão de informações.Sinalização clara indicando presença de intérprete.Para PcD intelectual e TEA:Monitoria especializada inclusiva com uso de Linguagem Simples em todas as mediações.Guias capacitados para acompanhamento personalizado de pessoas com TEA.Cartilha em linguagem fácil sobre a programação.
Conforme artigo 47 da IN 23/2025, o projeto adotará as seguintes medidas de ampliação de acesso:I - Doação de 20% dos produtos com caráter social/educativo:100 exemplares do Catálogo Pedagógico Acessível (20% dos 500 impressos) serão doados a bibliotecas públicas, escolas rurais e associações quilombolas fora dos municípios atendidos.50 cópias do documentário em DVD acessível (Libras, legenda, audiodescrição) serão distribuídas para centros culturais e pontos de cultura do estado.III - Disponibilização na internet de registros audiovisuais com acessibilidade:O documentário “Saberes Vivos do Quilombo” (20 min) será disponibilizado no YouTube e Vimeo com:Legendas descritivas (PT-BR)Janela de LibrasFaixa de audiodescriçãoSerão disponibilizados também vídeos das oficinas, rodas de memória e apresentações com os mesmos recursos de acessibilidade.V - Realização gratuita de atividades paralelas:Ensaios abertos das apresentações culturais.Oficinas paralelas de curta duração (2h) abertas à comunidade.Círculos de conversa com mestres quilombolas.Exposições itinerantes nas praças dos municípios.VI - Ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e educadores:10 rodas de memória em escolas públicas.Oficinas lúdicas para crianças com temas da cultura quilombola.Formação para professores sobre uso do catálogo e documentário em sala de aula.VIII - Parceria para formação de agentes culturais:Parceria com a Secretaria Municipal de Cultura de Traipu para formação de 10 jovens monitores culturais.Certificação emitida em conjunto com a associação proponente.
A Associação Clube de Jovens Senhor dos Pobres será responsável pela produção executiva do projeto. Manuel Oliveira dos Santos (Bié) – Coordenador de Conteúdo e Facilitador de Oficinas Líder quilombola do Povoado Mumbaça (Traipu-AL), com longa trajetória em mobilização comunitária, cultura popular e defesa dos direitos quilombolas. É Coordenador Nacional da CONAQ e atuou como Secretário Municipal de Igualdade Racial e Diversidades em Traipu. Atua como radialista, compositor, educador popular e facilitador de oficinas ligadas à memória oral, música e tradições do território. Reconhecido por seu papel como Conselheiro Gestor da Serra da Barriga (Patrimônio Cultural do Mercosul), traz consigo décadas de articulação cultural e comunitária.Dhemerson Menezes de Sousa – Produtor Executivo Adjunto Residente na zona rural de Traipu (AL), Dhemerson possui experiência em segurança comunitária, logística e apoio a eventos locais. Atualmente cursa graduação em Segurança Pública na Faculdade Estácio e atua como vigia escolar. No projeto, será responsável pela logística intermunicipal, contratação de serviços, cronogramas e apoio técnico à montagem da Mostra Cultural. Tem perfil analítico e habilidades em resolução de conflitos e organização.Adriana Pereira dos Santos – Tesoureira Moradora do Quilombo Mumbaça, em Traipu (AL), Adriana atua na organização administrativa e será responsável pela gestão financeira do projeto. Entre suas atribuições estão: organização de pagamentos, controle de notas fiscais e apoio direto à prestação de contas no SALIC. Sua atuação local fortalece os vínculos territoriais e garante transparência nos processos de execução.Mestres e Mestras do Território (a selecionar) Serão convidados 20 mestres e mestras de diversos saberes (dança, música, culinária, oralidade, artesanato e espiritualidade), escolhidos em escutas comunitárias. Atuarão como facilitadores das oficinas, rodas de memória e ações de salvaguarda. Cada participante assinará termo de participação, com definição de valor, função, tempo de atuação e direitos de uso de imagem e voz.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.