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PRONAC 2510846Autorizada a captação total dos recursosMecenato

O Sol do Sertão sob a Lona Rolidei

COMARTE CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 596,7 mil
Aprovado
R$ 596,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Nordeste 2025
Ano
25

Localização e período

UF principal
RN
Município
Natal
Início
2026-01-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (14)
Aquiraz CearáAracati CearáBeberibe CearáEusébio CearáFortaleza CearáPindoretama CearáJoão Pessoa ParaíbaMamanguape ParaíbaMataraca ParaíbaRio Tinto

Resumo

Realizar a produção, ensaio,estreia e a circulação do espetáculo O Sol do Sertão sob a Lona Rolidei, projeto cultural itinerante, texto inédito, que promove o encontro entre arte, memória popular e identidade brasileira.Projeto de multiformato acontece tanto na rua como em teatros fechados.Totalmente gratuitoTrata-se de uma ode à fé cênica, ao teatro popular, ao circo, à música e ao poder de transformação do encontro artístico.O projeto propõe um gesto poético, político e social de ocupação simbólica e afetiva dos espaços públicos com arte de qualidade. Equidade no elenco com profissional trans e de origem cigana, na equipe de criação que é formada pela maioria de mulheres e territorial com apresentações em cidades fora do roteiro das produções incluindo territorios indigenas e de grande concentração de povos ciganos.

Sinopse

A dramaturgia propõe uma travessia cênica em que a Caravana percorre diferentes cidades do Nordeste, cruzando montanhas, feiras e caminhos de fé, em busca da cidade fictícia de Sofrimentos — um lugar simbólico e mítico, partido desde 1912 por eventos misteriosos, onde memórias ancestrais e dores contemporâneas se entrelaçam. Contudo, é em Curvelo, durante essa jornada, que Franco encontra membros de sua família que acreditava estarem extintos. A peça narra os feitos de Franco, sendo o maior deles realizado justamente em Sofrimentos, onde ele cura simultaneamente dez pessoas entre cegos, coxos e aleijados. No entanto, semanas após o feito, já em novas cidades, Franco perde completamente sua capacidade de cura. Mas afinal: existirá mesmo, em algum canto do Brasil, uma cidade chamada Sofrimentos? Será que este feito foi real? Franco Rroma, o Curandeiro, viaja pelos interiores mais profundos do nordeste do Brasil ao lado de sua esposa Grace, uma mulher trans, seu empresário Teófilo — que também é sanfoneiro — e o motorista mudo Chitão, musico tambem, de origem cigana. Juntos formam “A Caravana da Fé”, uma trupe mambembe que oferece promessas de cura imediata para quem sofre de alguma enfermidade. Em suas apresentações, o trio mistura teatro, circo, canto e rituais populares, criando experiências poéticas e sensoriais que encantam e acolhem o público. Tomados por dúvidas e afetos, Franco, Grace e Teófilo decidem voltar a Sofrimentos em busca de sentido. É nesse retorno que a peça revela sua verdadeira essência: mais do que sobre fé ou milagre, trata-se de uma história sobre o amor incondicional, o poder da escuta e a memória partilhada. Com múltiplas versões da mesma narrativa contadas pelos três personagens, o espetáculo propõe ao público refletir sobre a natureza da arte, da verdade e do pertencimento. A figura de Franco Rroma dialoga simbolicamente com Lorde Cigano — personagem criado por Cacá Diegues e imortalizado por José Wilker no clássico Bye Bye Brasil. Aqui, no entanto, o curandeiro é também símbolo de um artista errante, em crise com seu ofício e guiado pelo desejo de reencontro com sua potência criadora. Sua parceria turbulenta e intensa com Grace é paralela à interdependência entre o artista, sua arte e a sociedade. Grace, como a plateia, vê Franco tanto com afeição quanto com ceticismo. Teófilo também percebe que o que Franco possui tanto o inspira quanto o perturba. Franco é, à primeira vista, um desajustado — aquele a quem a sociedade ainda não confia. No entanto, ele e sua arte são essenciais à própria sobrevivência do coletivo. A arte, aqui, funciona como um catalisador da mudança, levando o público a refletir sobre questões internas — e por vezes desconfortáveis — da espiritualidade, da alma e do desejo humano por sentido. O espetáculo, assim, costura poesia, música e devoção popular para tocar na alma do Brasil profundo, onde arte e cura se confundem.

Objetivos

ObjetivoRealizar, produção, ensaio, estreia e circulação do espetaculo O Sol do Sertão sob a Lona RolideiMais que apresentações, o circuito propõe um gesto poético, político e social de ocupação simbólica e afetiva dos espaços públicos com arte de qualidade, integrando diferentes plateias, incluindo povos tradicionais e originarios;Apresentações em teatros e em praças publicas totalizando 24 sessões gratuitas em 13 municipios, duas apresentações em terras indigenas, em 03 Estados Nordestinos.Realizar audição para escolha de elenco nordestino entre atores e musicos que farão parte do espetaculo.Cumprir as vagas direcionadas na audiçãoTotal de 04 profissionais no elenco.Todos os atores do projeto obrigatoriamente serão nordestinos, podendo ser de diferentes locais do Nordeste:Ator protagonista _ pernambucano _ Gustavo FalcãoMusico _ escolhido por audição _ exigencia do perfil: homem e originario de povo cigano, tocar instrumentos violão e percussãoAtriz - escolhido por audição _ exigencia do perfil: mulher trans e cantoraAtor _escolhido por audição _ exigencia do perfil: preferencialmente negro e cantorWorkshop sobre cultura cigana para vivencia dos atores e autor, trazendo elementos para o espetaculo, nessa trupe nomade artistica que realizara 24 apresentações gratuitas.CONTRAPARTIDAComo contrapartida à Patrocinadora, toda a jornada será registrada em formato audiovisual, gerando um documentário que não será um "making of", mas um diário de bordo poético, um testemunho do poder que a estrada, a dedicação e o encontro têm de forjar a arte.OBJETIVOS ESPECÍFICOS1Democratizar o acesso à arte de qualidadeatraves das apresentações gratuitas do espetáculo em todo projetoTotalizando 24 sessões gratuitas 2Democratizar e valorizar o público de territórios tradicionalmente excluídos das estreias nacionais e das produções de destaque.No total 13 municipios escolhidos, duas apresentações em terras indigenas, em 03 Estados Nordestinos.Contemplando cidades que estão fora dos grandes circuitos culturais e que, em sua maioria, não contam com teatros formais, o que torna a praça pública o lugar ideal para essa celebração.3Estabelecer vínculos com equipamentos de cultura, secretarias de educação, escolas e educadores locais, convidando essas instituições a integrarem o processo de articulação territorial, formação de público, acolhimento da caravana nessa itinerancia e difusão do projeto.Como parte fundamental da integridade e do respeito que norteiam este projeto, buscaremos ativamente o contato e a construção de uma parceria com a ASPRECCEC (Associação de Preservação da Cultura Cigana do Estado do Ceará) e o Instituto Cigano do Brasil (ICB). Esta articulação é de suma importância, dada a expressiva e histórica presença de comunidades ciganas no Ceará, majoritariamente da etnia Calon, que fazem do estado um território de grande relevância para este povo no Brasil. O objetivo deste diálogo é ir além da pesquisa, buscando uma troca genuína, validando nossa abordagem ficcional com as vivências reais e garantindo que nossa homenagem à figura do cigano seja conduzida com a máxima legitimidade e reverência. Acreditamos que a colaboração com estas instituições é o caminho para construir uma ponte verdadeira e respeitosa com o povo que inspira a nossa jornada.**Teremos aqui cartas de parcerias na prestação de contas4Selecionar 02 atores por meio de workshops gratuitos, promovendo inclusão, diversidade e intercâmbioEsses workshops sao vivencias com o diretor artistico e musical da peça, com duração de um dia para cada grupo de atores que estarão realizando o teste.Na comprovação fotos, material divulgando o workshop 5Selecionar um musico cigano atraves de audição — compondo um grupo heterogêneo que reflita a pluralidade cultural brasileira em uma mesma região e sobre o prisma da cultura cigana.Na comprovação fotos, material divulgando a audição

Justificativa

Porque Lei de Incentivo a Cultura:Este projeto reafirma o papel essencial da cultura como ferramenta de transformação e equidade social, ao promover a circulação de um espetáculo de teatro de rua com profundo impacto simbólico, poético e territorial. Trata-se de uma celebração do artista mambembe — o artesão da cena, o mágico das palavras, o curandeiro do coletivo — que leva a arte diretamente ao encontro do povo. Atuando em praças públicas e dialogando com comunidades muitas vezes excluídas do circuito cultural, O Sol do Sertão sob a Lona Rolidei representa um gesto de resistência e encantamento.A proposta promove a difusão cultural e valoriza expressões diversas da identidade brasileira, garantindo acesso gratuito à arte em regiões afastadas dos grandes centros. Sua força está na circulação de um espetáculo que ativa redes locais e reafirma os artistas populares como portadores de sensibilidade, memória e transformação.Em Natal, vivem pessoas de diversas etnias ciganas, principalmente Calon, Rom e Sinti, que são parte de uma comunidade maior no Brasil. A presença cigana é um elemento da diversidade cultural da cidade e do estado.No Ceará, os ciganos estão presentes em 58 municípios, com maior concentração em Sobral, na Região Norte; e somam cerca de 14 mil pessoas.No Ceará, o povo cigano é predominantemente da etnia Calon e tem uma presença significativa no estado, com comunidades estabelecidas em cidades como Pindoretama, cidade onde faremos apresentação tambem.Com música ao vivo, poesia, canto e circo, os três artistas — acompanhados de um quarto músico — encantam o público com suas dores, amores e lirismo. A peça trata de amizade, amor e fé na humanidade. A cura acontece pela arte.A representação de histórias e personagens identificadamente brasileiras — de um Brasil muitas vezes fora do olhar cotidiano urbano — contribui para o fortalecimento de uma identidade cultural plural, enraizada no afeto, no pertencimento e no orgulho nacional.A lei de incentivo é fundamental, pois as 24 apresentações serão todas gratuitas e se trata de um espetaculo itinerante em 3 estados nordestinos.Sobre incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 a proposta se enquadra:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;Pois o espetaculo é totalmente gratuitoII - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;O espetaculo sera realizado em cidades, na grande maioria que nao tem teatro que estão fora do roteiro da maioria das produções teatrais, acontecendo a grande maioria das sessões em praças publicasIII - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;Estabelecer vínculos com equipamentos de cultura, secretarias de educação, escolas e educadores locais, convidando essas instituições a integrarem o processo de articulação territorial, formação de público, acolhimento da caravana nessa itinerancia e difusão do projeto junto aos artistas locais.

Estratégia de execução

conceitos das cidades escolhidas para o circuito:O Projeto: Dramaturgia de uma Travessia"O Sol do Sertão sob a Lona Rolidei" é mais que um espetáculo: é uma jornada de imersão e criação em temporeal. Concebido pela CiaTeatro Epigenia, o projeto investiga na prática a essência do teatro mambembe,explorando a fricção e a fusão entre o palco formal e a crueza da praça pública. Nossa metodologia segue umciclo vital: Teatro → Rua → Rua → Teatro. Partimos da estrutura controlada para nos perdermos no caos davida cotidiana, para então retornar ao palco transformados por essa experiência.O trajeto não é um mero roteiro de cidades, mas a dramaturgia viva do projeto. Cada escolha de percurso foipautada pela busca de contrastes e encontros, tecendo uma narrativa que será vivida na estrada e decantadana cena. Estar mambembando é abraçar o inesperado, entendendo que as maiores surpresas e os encontrosmais potentes não estão no plano, mas nos desvios.Toda a jornada será registrada em formato audiovisual, gerando um documentário que não será um "makingof", mas um diário de bordo poético, um testemunho do poder que a estrada, a dedicação e o encontro têm deforjar a arte.A Execução da Jornada em AtosAto I: A Despedida das Capitais e o Chamado do SertãoO Ciclo da ParaíbaO Batismo Mambembe O primeiro ato é o teste de nossa hipótese. A partida se dá no ambientenobre de um teatro em João Pessoa, mas é imediatamente seguida por um mergulho radical na rua,com apresentações em praças de Mamanguape e Mataraca. O clímax deste ciclo é o encontro com acomunidade indígena do povo Potiguara, na Aldeia Cumaru. O objetivo aqui não é levar nossa arte,mas colocar nossa arte em estado de escuta. É o momento de desaprender, de trocar a certeza dopalco pela vulnerabilidade do chão. O registro documental focará neste choque inicial: a transição doaplauso contido para a interação viva e imprevisível.Ato II: O profundo ser brasileiro se revelandoO Ciclo do Rio Grande do NorteA Dramaturgia da Resistência Este trecho é a prova de fogo da nossa dedicação. A travessia porLajes, Açu e a maratona de duas apresentações em Mossoró testarão os limites físicos e criativos dacompanhia. A estrada se torna um personagem central. O objetivo é investigar como o cansaço, arepetição e a vastidão do sertão se inscrevem no corpo dos atores e na potência do espetáculo. Nãose trata de lutar contra o esgotamento, mas de transformá-lo em matéria cênica. O documentárioaqui capturará a poética da persistência, a beleza que existe no suor, na voz rouca e na resiliênciado artista mambembe.Ato III: Só será possível filosofar em frente ao mar?O Ciclo do Litoral CearenseA Recomposição Poética Após a exaustão, a estratégia dita a pausa. Os dias de descanso emAracati são um respiro dramatúrgico deliberado, uma oportunidade para a caravana se curar edecantar as experiências. Um ponto de inflexão de suma importância na metodologia do projeto,representando a nossa primeira e deliberada oportunidade para um laboratório de avaliação crítica.Neste momento, as experiências e os atritos vividos na transição entre o palco e a rua nos doisprimeiros atos serão decantados e analisados pelo coletivo. As apresentações que se seguem, emAracati, Sucatinga e Beberibe, serão o campo de prova dessa nova energia. O objetivo é entendercomo a calmaria e a imensidão do mar recompõem a força do grupo e reconfiguram o espetáculo. Ofoco do registro será a transformação sutil na performance, a busca por uma simplicidade e umaprofundidade nascidas da quietude.Ato IV: Com o pés no chão cearenseO Coração da Busca - A Terra AncestralA aproximação e o encontro com o Povo Jenipapo-Kanindé na Terra Indígena Lagoa Encantada é oponto para o qual todo o trajeto converge. É o momento da escuta máxima. A consequência diretadeste encontro é a "febre mambembe": uma maratona de quatro apresentações em um único dia,num circuito por Aquiraz, Berra Bode, Machuca e Vila Pagã. Esta explosão de atividade não é umaturnê, é uma necessidade de partilhar a energia avassaladora recebida. O documentário buscarácapturar a epifania do encontro e a catarse dessa partilha febril e imediata.Ato V: A Síntese do Retorno - Uma Fortaleza cênicaO Ciclo de FortalezaO ciclo se fecha com o retorno à metrópole. As apresentações em Eusébio e Messejana servemcomo uma descompressão, uma ponte entre o Brasil profundo e o urbano. As duas noites finais, emum teatro de Fortaleza, são a síntese de toda a jornada. O objetivo é responder à pergunta: o que arua fez com o nosso palco? O espetáculo apresentado não será o mesmo que partiu de JoãoPessoa. Será um palco-documento, uma performance-testemunho carregada com a poeira, asvozes, as dores e as alegrias de todo o caminho percorrido. Será a prova final de que, para nós, aarte não é um destino, mas a consequência de uma travessia.

Especificação técnica

não se aplica

Acessibilidade

.a. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:Para PcD Físico e idosos ou com mobilidade reduzidaDisponibilização de cadeiras para sentar nas apresentações em praças publicas e nos teatros optar por equipamentos culturais com infraestrutura e adaptação de espaços para o publico com essas necessidades, com o objetivo de priorizar ou facilitar o acesso. Para PcD auditivo03 Apresentações com libras nos teatrosPara PcD visual01 apresentação com audescriçãoPara PcD intelectual e TEADisponibilização de cadeiras na primeira fileira para pessoas com TEA e seu acompanhante ou locais proximos a saida, de acordo com a escolha desse publicoDisponibilização de protetores auriculares ou fones de ouvido para diminuição de ruído.b. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO:Para PcD visualGravações com a descrição do ambiente, cenario e figurinoPara PcD AuditivoAtendimento especializado em Libras Para PcD intelectual e TEAMonitoria especializada inclusiva. (proteção de sons altos, luzes fortes e multidões para pessoas no caso de pessoas TEA)Monitor da equipe disponibilizado para asessorar no que for preciso

Democratização do acesso

Todas as apresentações serão gratuitas, em praças públicas e as apresentações que acontecerão em teatro, favorecendo assim o acesso espontâneo e diverso da população. O espetáculo ja é completamente gratuito, propões na itinerancia a descentralização geografica.Como medida de ampliação de acesso do artigo 47, será adotada no projeto:II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes;Transporte gratuito:Serão cedidos 06 transportes publico gratuitos com pre agendamento de grupos, sendo dois transporte em cada cidade onde as apresentações serao no teatro (Joao Pessoa, Natal e Fortaleza) para publico portador de deficiencia fisica com dificuldade na mobilidade, povos originarios e PCD cego ou baixa visão e escolas publicas.III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;Para todo o Brasil sera divulgado pelo instagram do projeto toda a itinerancia, com videos, depoimentos, make offtrechos do espetaculo

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA – Todos os curriculos estão no anexo do projeto no item: material diverso que comprove a atuação do candidatoEquipe 70% formado por profissionais nordestinos, mulheres, mulher trans, profissional de origem de povos tradicionais/cigano. Proponente – Com Arte CulturalSocia da empresa e administradora do projeto – Thalita VazAutor e diretor artistico – Gustavo PasoCenorafa e Figurinista – Luciana BuarquePreparadora corporal – Gabriela Villaboim HessDiretor Musical – Ricco VianaHistoriadora Cultura Cigana – Priscila CardosoCoordenadora de produção – Luciana FariaTodos os atores do projeto obrigatoriamente serão nordestinos, podendo ser de diferentes locais do Nordeste:Ator protagonista – pernambucano – Gustavo FalcãoMusico – escolhido por audição – exigencia do perfil: homem e cigano, instrumentos violão e percussãoAtriz - escolhido por audição – exigencia do perfil: mulher trans e cantoraAtor –escolhido por audição – exigencia do perfil: preferencialmente negro e cantorobs todos com carta de anuencia estão no anexos do projeto no item Carta Ao ProponenteObs: A comprovação dos atores do espetaculo escolhidos por audição com os perfis:nordestinos, origem de povo cigano, mulher trans sera anexado no relatorio de prestação de contas com foto e declaração assinada.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Paraíba
Açu Rio Grande do Norte
Lajes Rio Grande do Norte
Mossoró Rio Grande do Norte
Natal Rio Grande do Norte