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O Cangerê agora Paraibô é um festival multicultural que expande a experiência do movimento Cangerê, criado em 2018 em Campina Grande-PB, para 10 cidades paraibanas, culminando em Cajazeiras, no sertão. Idealizado pelo produtor e DJ Gleydson Virgulino, o projeto promove apresentações culturais, oficinas e rodas de diálogo, articulando expressões artísticas diversas, identidades dissidentes, culturas populares e narrativas periféricas. Com histórico de ocupar praças, mercados e espaços simbólicos com música, performance, artes visuais e celebrações coletivas, o Cangerê se consolidou como espaço de resistência, inovação e visibilidade para artistas negros, LGBTQIAPN+ e independentes. Ao unir tradição e contemporaneidade, o festival fortalece a economia criativa, valoriza a diversidade cultural paraibana e amplia o alcance de um movimento que transforma territórios em palcos vivos de criação e encontro comunitário.
Apresentações MusicaisO Cangerê agora Paraibô apresenta shows de novos artistas que dialogam com a cultura popular a partir de uma linguagem contemporânea. São músicos que, em suas trajetórias, trazem representações da diversidade, unindo tradição e novíssimas linguagens em composições que celebram a pluralidade da música paraibana e brasileira.Apresentações CulturaisO festival promove também manifestações culturais tradicionais e urbanas, reunindo grupos do Boi de Carnaval e do Reisado, ao lado de expressões como o Slam e a Ballroom. Essa fusão entre ancestralidade e cultura urbana reflete a vitalidade dos territórios e a potência das identidades coletivas.Exposições VisuaisAs exposições de artes visuais dão espaço a novos artistas paraibanos, ampliando a circulação de suas obras e possibilitando a construção de narrativas que emergem das periferias, da diversidade e da multiplicidade de olhares sobre o estado e o país.Rodas de Diálogo e Ações FormativasNas rodas de diálogo e ações formativas, o festival aproxima figuras notórias da comunidade, pesquisadores, artistas e ativistas para debater temáticas urgentes relacionadas à cultura, diversidade e resistência. Esses encontros fortalecem o pensamento crítico e promovem a troca de saberes entre gerações.Feira da Economia CriativaA Feira da Economia Criativa integra empreendedores da moda, do design, da gastronomia e de outras áreas, trazendo novas propostas que unem inovação e tradição. O espaço funciona como vitrine para iniciativas locais e como impulso para a economia cultural e criativai da Paraíba.
Objetivo GeralPromover um festival multicultural itinerante em 10 cidades da Paraíba, culminando em Cajazeiras, que valorize a diversidade cultural, fomente a economia criativa e fortaleça a visibilidade de artistas periféricos, negros, LGBTQIAPN+ e independentes, por meio de apresentações artísticas, oficinas e rodas de diálogo.Objetivos EspecíficosRealizar apresentações culturais que integrem música, performance, artes visuais e manifestações populares em espaços públicos e simbólicos.Oferecer oficinas formativas que estimulem a troca de saberes, o desenvolvimento artístico e a participação comunitária.Promover rodas de diálogo sobre diversidade, identidade e resistência cultural, aproximando artistas e público.Fortalecer a cena cultural paraibana ao descentralizar ações de Campina Grande e levar atividades para diferentes territórios do estado.Estimular a circulação e a visibilidade de artistas locais e regionais, contribuindo para a consolidação de novas narrativas culturais.Valorizar e ressignificar tradições nordestinas e afro-brasileiras em diálogo com linguagens contemporâneas.Fomentar a economia criativa, gerando oportunidades para produtores, artistas e comunidades envolvidas no projeto. OBJETIVOS E ATIVIDADES EM DESCRIÇÃO E MENSURADAS EM NÚMERO 1. Oficinas Formativas Realizar 02 oficinas em cada uma das 10 cidades contempladas, realizando ao todo 20 oficinas. As oficinas serão em diferentes linguagens artísticas e culturais — artes visuais, música, dança, produção cultural, performance, audiovisual e práticas comunitárias — em todas as cidades contempladas pelo circuito. Cada oficina terá carga horária média de 3h a 12h, distribuídas entre 1 e 2 encontros, conduzidas por artistas convidados(as) e criadores(as) locais. Contemplando um público de no mínimo 400 pessoas 2. Rodas de Diálogo e Encontros Comunitários Realizar 10 rodas de conversa com artistas, produtores culturais, pesquisadores, Pontos de Cultura, movimentos sociais e comunidades locais. Os encontros abordarão temas como diversidade cultural, identidade, territorialidade, negritude, cultura queer, economia criativa e representatividade nas artes, promovendo espaços de escuta ativa e participação comunitária. 3. Exposições e Intervenções Visuais Realizar 5 pequenas exposições e/ou intervenções visuais, instaladas em praças, mercados, centros culturais e espaços públicos das cidades participantes. Cada exposição permanecerá aberta à visitação por 3 a 7 dias, conforme a estrutura local, oferecendo contato direto entre cultura, arte popular, arte contemporânea e vida cotidiana. 4. Performances Artísticas Apresentar 8 performances de artistas visuais, performers e coletivos independentes, realizadas em áreas de circulação pública ao longo do circuito. As ações dialogarão com o espaço urbano, estimulando interação direta com o público. 5. Apresentações Culturais e Musicais Realizar 12 apresentações musicais e culturais, incluindo artistas autorais, DJs, grupos de tradição popular, artistas negros, LGBTQIAPN+ e coletivos periféricos. Em algumas cidades, haverá palcos acessíveis com programação noturna, ampliando o alcance da comunidade. Essa programação compondo a itinerância e a culiminância do Festival 6. Feira da Economia Criativa _ Culminância em Cajazeiras Realizar durante os 2 dias finais do festival uma feira colaborativa com participação de criadores locais, empreendedoras culturais, artesãos, artistas independentes e coletivos periféricos, estimulando a economia criativa regional e a circulação de bens culturais. 7. Programação Especial em Cajazeiras _ Culminância Realizar, nos dois dias de encerramento, um conjunto de ações composto por: • 01 exposição de artes visuais; • 02 apresentações de grupos de cultura popular; • 01 rodas de conversa ampliadas; • 02 performances; • 06 shows musicais de artistas periféricos e queer; • 01 espaço de convivência e encontro comunitário. Ao todo, estima-se 15 atividades dentro da programação especial.Ações de Acessibilidade e Inclusão Garantir acessibilidade em toda a programação do festival, incluindo: • materiais de divulgação acessíveis; • intérpretes de Libras em atividades-chave; • locais adaptados quando possível; • mediação cultural para ampliar o acesso do público. As ações serão implementadas em todas as cidades do circuito. Documentação e Registro Realizar registro audiovisual, fotográfico e de depoimentos em todas as etapas do circuito, produzindo material para memória institucional, prestação de contas e futuras edições. Estima-se a produção de 1 banco de imagens e vídeos consolidado, além de 10 entrevistas com participantes e agentes culturais.
JustificativaO Festival Multicultural Cangerê Agora Paraibô propõe circulação em 10 cidades paraibanas, com apresentações culturais, oficinas formativas e rodas de diálogo, culminando em Cajazeiras (PB). O projeto atende diretamente às finalidades da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), conforme o Art. 3º, que estabelece que os projetos culturais deverão contemplar pelo menos um dos seguintes objetivos:Art. 3º _ Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1º desta Lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do PRONAC atenderão, pelo menos, a um dos seguintes objetivos:I _ incentivo à formação artística e cultural, mediante:a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil;b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil;c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados a formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos.II _ fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.IV _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;c) fornecimento de recursos para o FNC e para fundações culturais com fins específicos ou para museus, bibliotecas, arquivos ou outras entidades de caráter cultural.V _ apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens;b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura.O Cangerê Paraibô se enquadra nesses objetivos ao incentivar a formação artística e cultural por meio das oficinas (Inciso I), ao fomentar a produção e circulação de apresentações culturais em espaços públicos e comunitários (Inciso II), ao estimular o conhecimento dos bens e valores culturais com rodas de diálogo, contrapartidas de acesso e difusão da cultura popular e contemporânea (Inciso IV), e ao apoiar outras atividades culturais e artísticas, como a contratação de serviços especializados e a realização de missão cultural itinerante entre os municípios (Inciso V). Dessa forma, o projeto contribui para a democratização do acesso, a valorização da diversidade cultural paraibana, o fortalecimento da economia criativa e a difusão de expressões populares e identitárias, em consonância com os princípios da Lei Rouanet.
Circular a Paraíba é possível com o Cangerê agora ParaibôO DJ Gleydson Virgulino, idealizador do Cangerê, reúne sólida experiência em produção cultural, curadoria artística e execução de eventos urbanos de grande relevância social e estética. Desde 2018, o Cangerê tem transformado Campina Grande (PB) em um palco vivo de experimentação, ocupando praças, mercados, prédios históricos e museus com apresentações de DJs, grupos de maracatu, bois de carnaval, bandas locais e de outros estados, exposições de arte e intervenções urbanas. Ao longo dos anos, o movimento consolidou-se como referência na valorização de artistas periféricos, negros, LGBTQIAPN+ e produtores culturais independentes, mostrando competência para mobilizar comunidades, públicos diversos e instituições parceiras.O Cangerê desenvolveu metodologias próprias de curadoria participativa, articulação comunitária e formação artística, garantindo programações inclusivas, representativas e acessíveis. Cada edição do festival é planejada para integrar apresentações artísticas, rodas de diálogo, oficinas formativas e intervenções culturais, conectando arte, educação e engajamento social. Essa abordagem demonstra capacidade de planejar, organizar e executar eventos complexos, conciliando logística, comunicação, infraestrutura e participação comunitária de forma eficiente e inovadora.Com base nesse histórico, o DJ Gleydson Virgulino e o Cangerê possuem potencial comprovado para realizar o Cangerê Agora Paraibô, que levará ações culturais para 10 cidades paraibanas, descentralizando a fruição artística e promovendo a democratização do acesso, a valorização da diversidade cultural e a inclusão de corpos e narrativas periféricas e dissidentes. O festival se apoia em uma equipe experiente, metodologias consolidadas e forte articulação com artistas, coletivos e órgãos públicos, garantindo impacto cultural, visibilidade e protagonismo para os agentes locais. Escolhemos as 10 cidades, por tais motivadores: Alhandra – escolhida por ser reconhecida como o berço da Jurema, manifestação sagrada de raízes indígenas e negras que integra a identidade cultural e espiritual da Paraíba.Baía da Traição – por ser território indígena de grande relevância histórica e cultural, onde resistem e se renovam tradições originárias que constituem parte fundamental da memória paraibana.Alagoa Grande – pela importância de ser a cidade natal de Jackson do Pandeiro, mestre da música popular brasileira, cuja obra inspira gerações e conecta tradição e contemporaneidade.Ingá – pela força simbólica de suas inscrições rupestres, que guardam mistérios e narrativas ancestrais, reforçando a ligação entre memória histórica e expressão cultural.Zabelê – por sua tradição no Reisado, manifestação popular que une teatro, música e dança, preservando a identidade coletiva e o patrimônio cultural do sertão.Areia – por sua história e patrimônio cultural, com forte tradição nas artes, na educação e na preservação de espaços históricos que narram a trajetória da Paraíba.Pombal – por ser território de quilombolas e tradições culturais negras, espaço de resistência, celebração e valorização da memória afro-brasileira.Campina Grande – conhecida como a Rainha da Borborema, cidade das artes midiáticas e reconhecida pela Unesco com o selo de Cidade Criativa, afirmando-se como polo de inovação e produção cultural contemporânea.Cajazeiras – cidade histórica conhecida como aquela que “ensinou a Paraíba a ler”, berço de grandes artistas do teatro e das artes cênicas, consolidando-se como polo cultural e educacional.
Especificações Técnicas do Produto – Festival Cangerê Agora ParaibôCuradoria e ProgramaçãoRealização de editais e chamadas públicas para seleção de artistas visuais, músicos e grupos de apresentação cultural, priorizando diversidade étnica, de gênero, identidade LGBTQIAPN+ e representatividade periférica.Metodologia de curadoria participativa: a equipe de curadores dialoga com agentes locais, coletivos culturais e lideranças comunitárias para mapear artistas e práticas culturais relevantes em cada município.Estruturação de uma grade programática equilibrada, combinando exposições, performances, oficinas, rodas de diálogo e intervenções urbanas, considerando fluxos de público, logística e segurança.Infraestrutura e LogísticaEscolha e preparação de espaços públicos e culturais acessíveis em 10 municípios, levando em consideração mobilidade, segurança, acústica e visibilidade.Montagem de palcos moduláveis, iluminação cênica, sonorização profissional, suportes para exposições visuais e equipamentos de projeção.Planejamento logístico detalhado: transporte de equipamentos e obras, hospedagem e deslocamento de artistas, cronograma de montagem e desmontagem.Estrutura de acessibilidade: rampas, assentos preferenciais, intérpretes de Libras e sinalização visual em todos os espaços.Divulgação, Engajamento e Participação ComunitáriaEstratégia de comunicação multiplataforma: redes sociais, mídias digitais, rádios locais, jornais e parcerias com escolas e coletivos culturais.Produção de materiais acessíveis, com linguagem inclusiva, alto contraste, fonte ampliada e recursos de leitura de tela.Mobilização comunitária: encontros preparatórios, pré-oficinas e ações de sensibilização para integrar públicos locais e estimular a participação ativa.Execução do EventoMonitoramento técnico contínuo de som, luz, montagem de exposições e intervenções artísticas.Aplicação de metodologia de acompanhamento e avaliação in loco: cada atividade terá equipe de monitoramento para garantir fluxo seguro, cumprimento da programação e registro de participação.Realização de rodas de diálogo, oficinas e apresentações culturais em diálogo com a comunidade local, estimulando troca de saberes e protagonismo artístico regional.Registro, Sistematização e Pós-ProduçãoProdução documental completa: fotografias, vídeos, entrevistas, making of e registro de performances, gerando memória institucional e material para futuras edições.Sistematização e análise de dados: avaliação quantitativa (público, participação, alcance) e qualitativa (impacto social, diversidade representada).Elaboração de relatórios técnicos e financeiros detalhados, integrando registros de acessibilidade, contrapartidas culturais e indicadores de democratização do acesso.
Proposta de AcessibilidadeO Cangerê agora Paraibô prevê ações de acessibilidade que garantam a participação plena de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida em todas as etapas do festival. Para isso, serão adotadas as seguintes medidas:Acessibilidade física: escolha de espaços públicos e culturais que disponham de rampas, banheiros acessíveis e estrutura adequada de circulação, assegurando que pessoas com mobilidade reduzida possam acessar apresentações, oficinas e rodas de diálogo.Acessibilidade comunicacional: contratação de intérpretes de Libras em atividades selecionadas (abertura, rodas de diálogo e oficinas de maior alcance); produção de materiais gráficos digitais com versão em fonte ampliada e contraste adequado; veiculação de informações em canais digitais com recursos de leitura de tela.Acessibilidade programática: reserva de assentos preferenciais para pessoas com deficiência; distribuição de ingressos gratuitos para público prioritário; estímulo à participação ativa de artistas e produtores culturais com deficiência nas atividades do festival.Parceria institucional: será firmada parceria com a Secretaria de Estado da Diversidade Humana da Paraíba, que se fará presente em momentos estratégicos do festival, promovendo ações de conscientização sobre políticas de gênero, direitos humanos e diversidade, ampliando o alcance social e educativo do projeto.Com essas ações, o Cangerê Paraibô assegura o direito de fruição cultural de forma inclusiva e equitativa, em conformidade com a legislação vigente (Lei Brasileira de Inclusão – Lei nº 13.146/2015) e com as diretrizes do Ministério da Cultura para acessibilidade em projetos culturais.
Democratização de AcessoO Cangerê agora Paraibô tem como princípio central a democratização do acesso à cultura, assegurando que toda a programação seja gratuita e aberta ao público. As ações do festival ocorrerão em 10 cidades paraibanas, com culminância em Cajazeiras, no sertão, garantindo descentralização e acesso a territórios que historicamente possuem menor oferta cultural.Para ampliar o alcance social, o projeto será realizado em espaços públicos e simbólicos (praças, mercados, prédios históricos e centros culturais), favorecendo a circulação espontânea e a participação de públicos diversos, priorizando populações periféricas, juventudes, comunidades rurais e povos tradicionais.Serão distribuídos materiais de divulgação acessíveis (digitais e impressos, com linguagem inclusiva, fonte ampliada e alto contraste), bem como ingressos e programação 100% gratuitos para as atividades. Além disso, haverá parceria com escolas públicas, coletivos culturais e movimentos sociais, incentivando a presença de estudantes, professores e comunidades organizadas.O festival também contará com a presença da Secretaria de Estado da Diversidade Humana da Paraíba, que atuará em ações educativas sobre políticas de gênero e diversidade, fortalecendo a dimensão social do projeto.Toda a programação será amplamente divulgada em TVs abertas, jornais, redes sociais e demais plataformas possíveis
Gleydson Virgulino, homem cis, negro, LGBTQIAPN+ (coordenador e idealizador do evento) - Formado em Letras com Especialização em Estudos Culturais e Literatura, é produtor, diretor de arte e criativo, com atuação em projetos de arte, mídia, moda, fotografia e eventos artístico-culturais. É produtor geral e DJ do Cangerê, evento de ocupação urbana em Campina Grande (PB) desde 2018, que transforma as ruas da cidade em palco para DJs, grupos de maracatu, bois de carnaval, bandas locais e de outros estados, exposições de arte e intervenções culturais, promovendo a difusão da cultura popular e contemporânea.Rebeca Souza mulher cis, branca (produtora executiva) - é diretora da empresa Polvo, Cinema, Arte e Educação LTDA, atuando como educadora, artista visual, curadora e cineasta. Pós-graduada em Artes Visuais pelo PPGAV UFPB/UFPE e com Especialização em Ensino de Arte e Tecnologias Contemporâneas pela UFMG, é também Coordenadora Adjunta da Especialização em Gestão e Produção Cultural, consorciada pela Secult-PB e UEPB. Presta consultorias e assessorias para projetos culturais, incluindo a elaboração da grade de programação do Museu de Arte Popular da Paraíba.Joana, La Bruxe mulher trans, parda (diretora criativa) - Artista visual, poetisa, performer e produtora cultural de Campina Grande, desenvolve quadros que retratam personagens de seu universo criativo, inspirados em sua realidade. Já expôs seu trabalho em diversas galerias, incluindo espaços em São Paulo e Portugal, e é organizadora das Batalhas de Poesia Slam e Ball Room, contribuindo para a cena cultural periférica. Desde 2022, integra o festival Cangerê, atuando na produção artística e na criação da identidade visual do evento, fortalecendo a representação de corpos dissidentes e narrativas periféricas. Ana Clara Vidal de Negreiros, mulher cis, parda (designer e comunicação) nascida em Campina Grande (PB), é uma artista multimídia com mais de 9 anos de experiência na confluência entre mídias digitais e analógicas. É designer, fotógrafa e realizadora audiovisual, tendo dirigido o videoclipe “Human Like Me”, de Júlia Lins e Iago Guimarães, em 2018. Foi coordenadora de artes gráficas da XXI Semana de Arte & Mídia (2023), do curso de Arte e Mídia da UFCG, e co-fundadora do Coletivo Clubinho do Nada (2023). Compôs a equipe de arte do II MUÍDO: Festival de Cinema de Campina Grande. Não possui uma poética fixa, adaptando-se às necessidades do projeto no qual está envolvidaAislan Breno homem cis, negro, LGBTQIAP+ (Fotografo/Still) – Começou no audiovisual em fevereiro de 2015 com os Cursos de Filmagem e Produção audiovisual e Edição de Vídeo – Nível Básico pela Fundação Universitária de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão Programa de Extensão em Artes (FURNE), minitrados por Allancleryston Silva, Glaubson Tavares e Leandro Ponciano em Campina Grande-PB. Acadêmico de Arte e Mídia pela UFCG, durante o curso participou de obras artísticas principalmente como diretor de fotografia e assistente de fotografia. Participou de alguns filmes que foram premiados em mostras nacionais e festivais como Cálice (2018), Rocha (2019). Em agosto de 2019 ingressou na Realizart Produtora (CNPJ 32.539.002/0001-40) empresa de Campina Grande especializada em filmagem de festas e eventos.Haniel Lucena homem cis, branco (Coordenação Geral) – Formado em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, integrou equipes de comunicação, produção e curadoria de festivais como: Comunicurtas UEPB, curta Taquary e o Festival de rua de Remigio entre os anos de 2014 e 2019. No mesmo período contribuiu ministrando oficinas e produzindo curtas metragens no interior da Paraíba, Pernambuco e Ceará através das atividades desenvolvidas pelo Comunicurtas Itinerante e o coletivo Cinema Instantâneo. Além de diretor, tem atuado, principalmente como produtor audiovisual e assistente de direção em produções no estado da Bahia, Paraíba e Rio Grande do Norte. Assistente de Direção Júnior na série Cangaço Novo (1ªT e 2ªT), disponível na Primevideo, ajudante de Direção na minisérie Maria e o Cangaço, disponível na disney+. Atualmente compõe o grupo Laboratório de Dramaturgia da UFRB desenvolvendo atividades como o Script Doctor e mais pesquisas relacionadas a extensão no ensino superior.
Projeto apreciado pelo Componente da Comissão na Reunião da CNIC