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O projeto Circulação In-Cena - 20 anos de estrada propõe realizar apresentações teatrais dos espetáculos Drummond Pelos Cantos e O Menino que Aprendeu a Imaginar do Grupo In-Cena de Teatro e outras medidas de ampliação de acesso pelos estados de Minas Gerais, Bahia, Sergipe e Alagoas.
Drummond Pelos Cantos. Classificação livre.Em teatros, mercados centrais ou praças, a fusão do cancioneiro popular, a seresta como pano de fundo musical, o teatro e a poesia de Carlos Drummond de Andrade, se torna viva no espetáculo "Drummond pelos Cantos". O Grupo In-Cena de Teatro, inspirado pelo centenário do renomado poeta brasileiro mineiro, promove uma experiência íntima que transporta o público para o clima seresteiro, boêmio e poético que permeia a obra do autor.O espetáculo nasceu em 2019 de um intercâmbio com o Grupo de Seresta Teófilo Otoni, marcando o início de uma jornada que já percorreu diversas cidades e eventos, destacando-se no Tiradentes em Cena – Mostra de Artes Cênicas de Tiradentes, o Festival do Patrimônio Cultural de Paracatu e o Festival de Teatro de Teófilo Otoni (FESTTO).Direção: Andre Luiz DiasElenco: Andre Luiz Dias, Bruny Murucci e Wan DouglasGonçalvesDireção Musical: Marcela VeigaIluminação: Wan Douglas GonçalvesClassificação: Livre O Menino que Aprendeu a Imaginar. Infantil. Classificação livre.Uma carroça de sonhos chega aos palcos, conduzida por quatro personagens mambembes, prontos para encantar o público com "O Menino que Aprendeu a Imaginar". O espetáculo promete levar a plateia a uma viagem mágica através das histórias dos Vales do Mucuri e Jequitinhonha.Os artistas, dirigidos por Leandro Bertoldo Silva e Geane Matos, se revezam em personagens e situações, transformando o palco em diversos lugares. A trama se desenrola a partir do momento em que um menino, entediado com os mesmos brinquedos, se depara com um livro de histórias que cai de forma misteriosa. A descoberta revela-se como obra de seu brinquedo predileto, um encantador palhaço de roupas coloridas e chapéu de guizos. Incentivado pelo palhaço, o menino abre o livro, lançando-se em mundos desconhecidos.As histórias que se desdobram, muitas delas ilustrando regiões e costumes dos Vales do Mucuri e Jequitinhonha, prometem envolver crianças e adultos em uma experiência única. A proposta é que o espetáculo desperte um olhar renovado para a leitura e para os livros, convidando o público a explorar novas imaginações.O cenário, um espetáculo à parte, é assinado pelo renomado artista plástico Gildásio Jardim. Suas obras com a chita criam um ambiente colorido, que se integra perfeitamente à atmosfera lúdica do espetáculo. Além de toda a musicalidade inerente ao Grupo In-Cena de Teatro com execução ao vivo das músicas originais do espetáculo. Texto: Leandro Bertoldo e Pierre AndréDireção: Leandro Bertoldo e Geane MatosSupervisão Artística: André Luiz DiasDireção Musical: Marcela VeigaPreparação corporal: Natália ChavesElenco: 1bertokeven, Florisvaldo Júnior, Lívia Ferreira, Marcela Veiga e Saulo LauarFigurino: Alysson WanderCenografia: Pierre André, Vanessa Juliana, 1bertokeven e Allysson VanderEstética e Artes Plásticas: Gildásio Jardim Rodas de Conversa sobre os elementos das culturas tradicionais e populares presentes nos espetáculos Drummond Pelos Cantos e O Menino que Aprendeu a Imaginar e no trabalho do Grupo In-Cena de Teatro.
Objetivo geral: Contribuir para o fomento a ações culturais em municípios do norte de Minas Gerais e nordeste do Brasil com medidas afirmativas e de acessibilidade e promoção da cidadania. Objetivos específicos:1. Realizar 10 (dez) apresentações do espetáculo Drummond Pelos Cantos;2. Realizar 7 (sete) apresentações do espetáculo O Menino que Aprendeu a Imaginar;3. Realizar 6 (seis) oficinas com duração total de 02 horas cada;4. Realizar 6 (seis) rodas de conversa;5. Circular por 4 (quatro) estados brasileiros com a proposta;6. Circular por 11 (onze) municípios brasileiros.
Criado em 2007, o Grupo In-Cena de Teatro iniciará, em 2026, a celebração de 20 anos de atuação contínua, consolidando-se como referência em Minas Gerais e no Brasil pela pesquisa e produção de obras que unem contemporaneidade, cultura popular e formação humana. Primeiro grupo profissional do Vale do Mucuri, circulou em mais de 80 cidades no Brasil e na América Latina (como Buenos Aires e Santiago), acumulando mais de 30 prêmios e participando de projetos de relevância nacional, como Palco Giratório, Tiradentes em Cena e o FRINGE _ Festival de Curitiba.O projeto Circulação In-Cena 20 anos na estrada será realizado em 11 municípios do norte de Minas Gerais e do Nordeste brasileiro, abrangendo territórios de diferentes faixas de IDHM. A proposta é plenamente exequível, com orçamento planejado de forma criteriosa, compatível com o mercado e distribuído equilibradamente entre recursos humanos, infraestrutura e logística. Todas as atividades serão gratuitas, com medidas de acessibilidade e inclusão, como transporte para comunidades rurais e ribeirinhas.A equipe técnica é formada por cinco profissionais, com maioria composta por mulheres, pessoas negras e LGBTQIAPN+, promovendo diversidade e cidadania. As ações beneficiarão públicos variados, incluindo crianças, adolescentes, idosos, quilombolas, indígenas, povos de terreiro, ciganos, ribeirinhos, pescadores, marisqueiros, grupos de cultura popular e estudantes de escolas públicas e universidades.O projeto reafirma a valorização das culturas tradicionais e populares. O espetáculo Drummond Pelos Cantos preserva o cancioneiro popular, a oralidade e os ritmos tradicionais, aproximando-os da poesia de Drummond. Já O Menino que Aprendeu a Imaginar dialoga com o cotidiano, a memória coletiva e a simbologia regional, fortalecendo práticas narrativas e visuais do patrimônio cultural imaterial brasileiro. Assim, ambos os espetáculos se configuram como manifestações que preservam, valorizam e difundem as culturas tradicionais e populares, reafirmando sua importância como fonte de identidade e pertencimento.A circulação será organizada em etapas temáticas voltadas a públicos específicos, integrando apresentações, oficinas e rodas de conversa, ampliando o impacto artístico e formativo. Além do valor cultural, o projeto gera impacto econômico ao movimentar a cadeia produtiva local (trabalho para artistas e técnicos, hospedagem, alimentação, transporte e turismo cultural) e impacto social ao democratizar o acesso à cultura em regiões diversas.Assim, a proposta articula memória, diversidade e inovação, assegurando viabilidade técnica e financeira, relevância cultural e social, além de atender plenamente aos critérios de abrangência geográfica, democratização do acesso e ações afirmativas previstos neste edital.O uso de recursos públicos por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é fundamental para tornar o projeto possível, assegurando a cobertura de despesas de produção, como infraestrutura para os eventos, contratação de artistas e oficineiros, além de logística e gestão das ações. Essa fonte de financiamento também permite que todas as atividades sejam oferecidas gratuitamente, ampliando o acesso de forma universal e inclusiva. Somado a isso, viabiliza investimentos em comunicação e divulgação, garantindo maior alcance e participação do público. O projeto se enquadra nos seguintes parágrafos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;Apresentações gratuitas dos espetáculos Drummond Pelos Cantos e O Menino que Aprendeu a Imaginar em 12 municípios, assegurando acesso universal.II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;Circulação em cidades do norte de Minas e do Nordeste, valorizando artistas locais e promovendo a regionalização da produção cultural.III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;Oficinas de formação e rodas de conversa que fortalecem e difundem as manifestações culturais e o trabalho dos criadores.IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;Realização de atividades em comunidades quilombolas, indígenas, povos de terreiro, ciganos e ribeirinhos, protegendo e valorizando suas expressões culturais.VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Produção de registros audiovisuais acessíveis e difusão pela internet, estimulando memória, conhecimento e identidade cultural. O projeto atender os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;Realização de espetáculos teatrais em praças, escolas e espaços culturais, além das oficinas e rodas de conversa como atividades complementares. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.Espetáculo Drummond Pelos Cantos preserva o cancioneiro popular e oralidade; O Menino que Aprendeu a Imaginar valoriza narrativas e símbolos regionais.
Deslocamentos terrestres:- De veículos tipo VAN de Teófilo Otoni para as cidades das etapas 1,2 conforme constam nas etapas de trabalho.- De veículo tipo ÔNIBUS de Teófilo Otoni para as cidades da etapa 3 conforme consta nas etapas de trabalho.- Deslocamentos internos nas cidades para a equipe e público.Beneficiários dos deslocamentos terrestres:Araci Cachoeira. Mediadora.Lívia Ferreira Rocha Souza. Coordenadora de Comunicação e Atriz.Florisvaldo Gomes Costa Junior. Produtor Executivo e Ator.Angela Fonseca Pego. Diretora de Produção.André Luiz Nascimento Dias. Coordenador Geral e ator.Saulo Magno Moreira Lauar. Ator. Humberto Keven Souza do Nascimento. Ator.Wan Douglas Gonçalves Batista. Ator.Alisson Vander da Silva Gomes. Camareiro.Daniel Almeida da Silva. Técnico.Bruny da Fonseca Muruci. Ator.Amanda Rodrigues Chaves. Oficineira.Marcela Costa Souza Veiga. Musicista.Jacilene Ribeiro. Produtora._______________________________________________________________________Plano de Comunicação Diversificado1. Estratégia GeralA comunicação será segmentada para dialogar diretamente com os diferentes perfis de público, utilizando mídias digitais, tradicionais e comunitárias, de modo a assegurar amplo acesso, diversidade e inclusão. 2. Ações por Canaisa) Comunicação DigitalRedes sociais (Instagram, Facebook):Conteúdo adaptado para cada público (reels com bastidores, depoimentos de mestres da cultura, vídeos curtos para jovens).Legendas em português nos registros audiovisuais.Transmissão ao vivo de trechos das apresentações e rodas de conversa.Site do Instituto In-Cena:Agenda completa, inscrições online para oficinas, publicações de notícias e clipping.WhatsApp e Telegram:Criação de grupos/listas de transmissão com coletivos culturais, escolas e associações comunitárias.b) Comunicação ComunitáriaParcerias com rádios comunitárias e regionais:Spots de 30 segundos com vozes de artistas locais.Cartazes, faixas e folders:Distribuição em escolas públicas, universidades, praças, associações quilombolas, aldeias indígenas e pontos de cultura.Carros de som:Divulgação nas áreas rurais e comunidades com pouco acesso digital.c) Comunicação InstitucionalAssessoria de imprensa:Envio de releases para jornais, blogs culturais, TVs locais e regionais.Parcerias institucionais:Divulgação via secretarias de cultura, turismo e educação.Apoio de universidades e escolas públicas na mobilização de estudantes.d) Ações de EngajamentoCampanhas temáticas:“20 anos na estrada” – série de depoimentos de artistas e público.“A cultura que nos move” – histórias de comunidades quilombolas, indígenas e ribeirinhas.Atividades interativas:Ensaios abertos com convites especiais para escolas e comunidades.Oficinas filmadas com relatos dos participantes para circulação digital. 3. Segmentação por PúblicoCrianças e adolescentes: convites via escolas, vídeos curtos no reels, transporte gratuito.Idosos: rádios locais, convites impressos, transporte gratuito.Comunidades tradicionais (quilombolas, indígenas, ribeirinhas, povos de terreiro e ciganos): articulação direta com lideranças locais, convites personalizados, transporte gratuito.Estudantes de universidades e escolas públicas: mobilização por diretórios acadêmicos, redes sociais, e-mail marketing.Público LGBTQIAPN+: parceria com coletivos locais e campanhas afirmativas destacando diversidade na equipe e nas obras. 4. Avaliação e MonitoramentoRegistro de presença nas apresentações, oficinas e rodas de conversa.Interações em redes sociais (curtidas, comentários, compartilhamentos).Relatórios de mídia (clipping de matérias em rádios, TVs e jornais).Depoimentos do público coletados em vídeo ou formulário digital.
Público-alvo: crianças; adolescentes; adultos; idosos; quilombolas; indígenas; povos de terreiros; povos ciganos; ribeirinhos, pescadores, marisqueiros; grupos de cultura popular; LGBTQIAPN+, estudantes de escolas públicas e universidade.________________________________________________________________________Rodas de Conversa sobre os elementos das culturas tradicionais e populares presentes nos espetáculos Drummond Pelos Cantos e O Menino que Aprendeu a Imaginar e no trabalho do Grupo In-Cena de Teatro. Duração: 60 minutos. Com mediação da Mestra Araci Cachoeira, atriz, poeta, mulher preta, agricultora e moradora de comunidade rural, idosa com 72 anos, detentora de saberes e Oralidade, com trabalhos junto à cultura popular.Público-alvo e critério de seleção: público direcionado de cada cidade e de livre acesso, sem restrição._________________________________________________________________________________Oficina: Dramaturgia do corpoObjetivo(s) geral(is): Estimular nos participantes a consciência corporal e a percepção do corpo como instrumento central de criação cênica, explorando sua expressividade, memória e potência narrativa.Objetivos específicos: Desenvolver práticas de aquecimento corporal e vocal voltadas para o preparo físico do ator/performer. Trabalhar noções de espaço cênico e presença através de exercícios coletivos e individuais. Experimentar a construção de dramaturgias a partir de gestos, silêncios e movimentos corporais. Refletir sobre a relação entre corpo, memória e emoção na composição da cena. Compartilhar referências e práticas utilizadas no processo criativo do Grupo In-Cena de Teatro.Justificativa: A oficina propõe o corpo como eixo fundamental para a criação cênica, explorando suas memórias, sutilezas e potencialidades expressivas. Ao unir elementos do teatro e da dança contemporânea, a atividade possibilita que os participantes vivenciem o silêncio, o gesto e o movimento como formas de dramaturgia, ampliando suas ferramentas de criação artística. Além disso, oferece um contato direto com a pesquisa e metodologias desenvolvidas pelo Grupo In-Cena de Teatro, contribuindo para a formação e o aperfeiçoamento de atores, estudantes e interessados em artes da cena.Carga horária completa: 2 horasPúblico-alvo e critério de seleção: Artistas, estudantes e interessados em teatro, dança e performance. Inscrição e preenchimento de vagas por ordem de inscrição.Quantidade: 15Metodologias de ensino: A prática será conduzida de forma dinâmica e vivencial, com exercícios individuais e coletivos, privilegiando a experimentação prática a partir do corpo, do silêncio e do espaço. Serão utilizados jogos teatrais, improvisações e propostas de movimento inspiradas em técnicas de teatro e dança contemporânea. Material didático a ser utilizado: Caixa de som. Conteúdos a serem ministrados: Aquecimento corporal e vocal; Noção de espaço e presença cênica; O corpo como memória e dramaturgia; O silêncio e a fisicalidade como recursos de atuação; Experimentos práticos inspirados em processos do Grupo In-Cena de Teatro.Profissional(is) envolvido(s): André Luiz Dias. André Luiz Dias (SRTE/MG 4457/MG), homem preto, periférico, com formação em projetos sociais, licenciado em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Ouro Preto, pesquisador, produtor, diretor teatral, ator, curador, bailarino e dramaturgo. Com 24 anos de atuação profissional, passagens e trabalhos pelo Chile e Buenos Aires, é fundador, diretor artístico e ator do Grupo In-Cena de Teatro, diretor executivo, coordenador de produção e arte educador no Instituto Cultural In-Cena em Teófilo Otoni/MG. Desenvolve projetos de pesquisa e extensão cultural no curso de Serviço Social da UFVJM - Universidade Federal dos Vales Jequitinhonha e Mucuri e na UFBA - Universidade Federal da Bahia junto ao curso de dança. É idealizador e diretor geral do FESTTO - Festival Nacional de Teatro de Teófilo Otoni, festival de teatro que está em sua 12° edição, da "Mostra Mucuri em Cena - 10 anos do Grupo In-Cena" (2017), e "Mostra In-Cena 4x4" (2019) que teve sua estreia em Curitiba e em São José dos Pinhais, parceria do Grupo In-Cena e Curadoria de André Luiz Dias, com a Cia de Teatro Gente, de Salvador, O Coletivo Aquilombo, de BH, e MeiMundo Inventações Compartilhadas, São Paulo. Produtor e arte-educador nos Pontos de Cultura Atrás de Pano em Governador Valadares e CEIA - Centro Educacional para Infância e Adolescência João Batista Bettchi. __________________________________________________________________________________Oficina: Jogos Teatrais para CriançasObjetivo(s) geral(is): Estimular a criatividade, a expressão corporal e a socialização das crianças por meio de jogos teatrais, desenvolvendo suas habilidades artísticas, comunicativas e de convivência em grupo.Objetivos específicos: Favorecer a imaginação e a espontaneidade por meio de atividades lúdicas. Desenvolver a atenção, a escuta e a concentração. Incentivar a cooperação e o respeito no trabalho coletivo. Explorar a expressividade corporal e vocal de forma divertida. Proporcionar às crianças o contato inicial com a linguagem teatral.Justificativa: O teatro, quando vivenciado na infância, contribui significativamente para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social. Através dos jogos teatrais, as crianças exercitam a imaginação, experimentam diferentes papéis e situações, aprendem a se comunicar melhor e a respeitar as diferenças. A oficina proporciona um espaço de criação e liberdade, onde o brincar e o aprender se unem, reforçando a importância da arte como ferramenta de formação integral. Carga horária completa: 2 horasPúblico-alvo: Crianças de 7 a 12 anos. Inscrição e preenchimento de vagas por ordem de inscrição.Quantidade: 15Metodologias de ensino: Dinâmicas de aquecimento corporal e vocal. Jogos teatrais voltados para imaginação, improvisação e coletividade. Atividades lúdicas que integrem movimento, voz e expressão. Rodas de conversa e troca de percepções ao final das atividades. Material didático a ser utilizado: Aparelho de som (para músicas de ambientação e movimentação). Objetos simples de cena (lenços, chapéus, bolas, tecidos).Conteúdos a serem ministrados: Introdução aos jogos teatrais. Exercícios de concentração, atenção e percepção. Jogos de integração e confiança. Jogos de improvisação com personagens e situações. Criação coletiva de pequenas cenas a partir dos jogos.Profissional(is) envolvido(s): Amanda Chaves. Amanda Chaves (DRT 10696/MG) é pedagoga pela Universidade Presidente Antônio Carlos de Teófilo Otoni, atriz e produtora formada pelo Curso Livre de Teatro do Instituto Cultural In-Cena. Integrante do Grupo In-Cena de Teatro, atuou nos espetáculos Uma História Sem Pé Nem Cabeça (2014), Em Verdade Vos Digo (2014), Os Saltimbancos (2017) e Reinações de Narizinho (2018), todos com direção de André Luiz Dias, além de Às Margens (2017), dirigido por André Luiz Dias e supervisionado artisticamente por Sidney Cruz. Como diretora e atriz, esteve à frente dos musicais A Terra de Oz (2017), A Bela e a Fera (2018) e João e Maria – De Volta para Casa (2019), produzidos pelo Anima Kids, com supervisão artística de André Luiz Dias e direção musical de Marcela Veiga. Idealizadora da oficina de contação de histórias infantis "(Em)Cantando e Contando", também é membro da Comissão Organizadora do FESTTO – Festival Nacional de Teatro de Teófilo Otoni. Atualmente, é associada e arte-educadora no Instituto Cultural In-Cena.
MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO- Escolha dos locais com acessibilidade, caso não seja possível, a adaptação de outros espaços/equipamentos com o objetivo de priorizar ou facilitar o acesso;- Reserva de assentos em locais de fácil acesso para facilitar a entrada e saída de pessoas usuárias de cadeiras de rodas ou mobilidade reduzida.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDOPara pessoas com deficiência visual: Visita ao cenário: 30 minutos antes do início da peça, pessoas cegas e com baixa visão são convidadas para subir no palco e tocar o cenário orientadas por profissional de audiodescrição;Para pessoas com deficiência auditiva: Intérprete de Libras.Para pessoas com deficiência intelectual e autistas: Disponibilização de cadeiras na primeira fileira para pessoas com TEA e seu acompanhante em locais com iluminação amena, menos barulho ou aglomerações.
Programação gratuita com acesso livre e aberto a todos os interessados. Ampliação de acesso, conforme artigo 47 da IN 23/2025:II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes. Em todas as cidades será contrato diferentes tipos de transporte para a participação de crianças; adolescentes; idosos; quilombolas; indígenas; povos de terreiros; povos ciganos; ribeirinhos, pescadores, marisqueiros; grupos de cultura popular; estudantes de escolas públicas e universidade, a depender do contexto de cada cidade.III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores.
A equipe do projeto é formada por 05 pessoas, composta majoritariamente, mais de 50%, por 03 mulheres, por 04 pessoas negras e 03 pessoas da comunidade LGBTQIAPN+ de ambos os sexos. 1. Araci Maria dos Santos (Araci Cachoeira). Mediadora das rodas de conversa. (mulher, negra e idosa – 72 anos).Araci Cachoeira, artista multifacetada, mulher preta, idosa, agricultora familiar, Mestra da Cultura Popular e do Teatro em Minas Gerais, agraciada com os Prêmios Saberes Gerais e Raízes de Minas pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (2024-2025), o Prêmio Apoia 2024 pelo Memorial Minas Gerais Vale, o Prêmio Mestras dos Saberes do Mucuri concedido em 2019 pelo GMOM – Grupo de Mulheres Organizadas do Mucuri e a Comenda do Mérito Artístico concedido pelo SATED-MG e a Câmara Municipal de Vereadores Belo Horizonte (2018). Sua trajetória é marcada pela fusão entre arte, vida comunitária e luta social, dando forma a uma obra profundamente comprometida com a valorização das culturas tradicionais e populares, consolidando um trabalho artístico que une poesia, música e teatro. Participou da Brigada Nacional de Teatro do Oprimido Patativa do Assaré, criada e dirigida pelo renomado Augusto Boal, no qual desenvolveu vários trabalhos em conjunto a nível de Brasil. Atuou em espetáculos como Às Margens (Grupo In-Cena de Teatro) e coordenou iniciativas culturais como o Festival Popular de Cultura e Arte (Lavras/MG, 2002). Além da atuação em cena, é arte-educadora, ministrando oficinas de criação de personagens, expressão corporal e interpretação de textos em espaços comunitários, universidades e movimentos sociais. 2. Lívia Ferreira Rocha Souza. Coordenadora pedagógica. (mulher e pessoa negra).Lívia Ferreira é escritora e atriz (DRT/13365-MG), integrante do Grupo In-Cena de Teatro, fotógrafa e social media profissional. Agraciada com o Prêmio Saberes Gerais pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (2024) pela relevante contribuição ao desenvolvimento artístico e cultural do estado. É Mestra em Ensino e Relações Étnico-Raciais pela Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Especialista em Educação em Direitos Humanos pela Universidade Federal dos Vales do Mucuri e do Jequitinhonha (UFVJM) e Licenciada em Pedagogia pela Universidade Presidente Antônio Carlos de Teófilo Otoni (UNIPAC). Recentemente está egressa das disciplinas - políticas culturais, mecanismos de fomento e a pós-autonomia da arte e modos de existência da memória: rastros e arquivos como tecnologias da demora, como aluna isolada do Doutorado em Artes da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG. Atualmente está como Coordenadora Pedagógica no Instituto In-Cena, onde também realiza trabalhos como arte educadora. Dedica-se como pesquisadora do rito inscrito no corpo, das histórias e memórias atravessadas no tempo e no povo do território do Vale do Mucuri, desenvolvendo estudos sobre a produção artística e manifestação cultural negro-brasileira, dedicando-se à análise dessas poéticas e à formulação de práticas de ensino e processos criativos a partir delas. 3. Angela Fonseca Pego. Diretora de Produção. (mulher).Angela Pego, natural de Teófilo Otoni/MG, é uma produtora cultural e bacharel em Direito pela Faculdade Presidente Antônio Carlos. Com início na carreira de produção cultural em 2015, Angela trabalhou no Festival de Cultura e Arte do Vale do Mucuri - Mucuriarte, atuando como produtora em quatro das cinco edições do festival. Sua experiência se estende à equipe de produção de duas edições do Festival de Cultura Quilombola de São Julião e ao Instituto Cultural In-Cena, onde trabalha atualmente. Sua formação inclui diversas capacitações e oficinas, como Celebração e Prestação de Contas de Convênios pela SEGOV/MG, Capacitação de Recursos Públicos pela Associação Mineira dos Municípios e várias oficinas voltadas para produção, comunicação, marketing e elaboração de projetos. Angela também possui experiência na coordenação e produção de eventos culturais como o Projeto Lá e Cá, Caravana Mucuriarte, Cine Pojichá – Festival de Cinema dos Vales do Mucuri e Jequitinhonha e FESTTO – Festival de Teatro de Teófilo Otoni. 4. André Luiz Nascimento Dias. Coordenador geral. (pessoa negra e LGBTQIAPN+). André Luiz Dias (SRTE/MG 4457/MG), homem preto, periférico, com formação em projetos sociais, licenciado em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Ouro Preto, pesquisador, produtor, diretor teatral, ator, curador, bailarino e dramaturgo. Com 25 anos de atuação profissional, passagens e trabalhos pelo Chile e Buenos Aires, é fundador, diretor artístico e ator do Grupo In-Cena de Teatro, diretor executivo, coordenador de produção e arte educador no Instituto Cultural In-Cena em Teófilo Otoni/MG. Desenvolve projetos de pesquisa e extensão cultural no curso de Serviço Social da UFVJM - Universidade Federal dos Vales Jequitinhonha e Mucuri e na UFBA - Universidade Federal da Bahia junto ao curso de dança. É idealizador e diretor geral do FESTTO - Festival Nacional de Teatro de Teófilo Otoni, festival de teatro que está em sua 14° edição, da "Mostra Mucuri em Cena - 10 anos do Grupo In-Cena" (2017), e "Mostra In-Cena 4x4" (2019) que teve sua estreia em Curitiba e em São José dos Pinhais, parceria do Grupo In-Cena e Curadoria de André Luiz Dias, com a Cia de Teatro Gente, de Salvador, O Coletivo Aquilombo, de BH, e MeiMundo Inventações Compartilhadas, São Paulo. Produtor e arte-educador nos Pontos de Cultura Atrás de Pano em Governador Valadares e CEIA - Centro Educacional para Infância e Adolescência João Batista Bettchi. 5. Florisvaldo Gomes Costa Júnior. Produtor Executivo. (pessoa negra e LGBTQIAPN+).Florisvaldo Júnior, agraciado com o Prêmio Saberes Gerais pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (2024) pela relevante contribuição ao desenvolvimento artístico e cultural do estado. Atua na área do cinema, teatro e cultura. Graduado em Cinema pela Universidade Estácio de Sá/RJ, pós-graduado em Cultura e Meios de Comunicação pela PUC/SP, e capacitações e formações em Teatro, Gestão de Grupos e Espaços Culturais, Jornalismo Cultural, Roteiro Avançado, Documentário de Criação e Desenvolvimento e Gestão Cultural. Atualmente exerce a função de Coordenador Administrativo Financeiro no Instituto In-Cena, bem como a Coordenação Geral do Núcleo de Cinema, do Núcleo de Memória Vale do Mucuri e do Cine Pojichá - Festival de Cinema dos Vales Mucuri e Jequitinhonha. Ator no espetáculo “O Menino que Aprendeu a Imaginar”, estreado em 2023 no Teatro Raúl Belem Machado em BH. Sua trajetória inclui a realização dos curtas-metragens "Epifânia" e "Ella", do média-metragem “Pelos Cotovelos”, experiência em festivais internacionais de cinema e oficinas em várias instituições culturais e educacionais. Em sua carreira, também se destacou como Analista de Arte e Cultura no Sesc/MG Teófilo Otoni coordenando diversos projetos culturais entre 2013 e 2015, e como roteirista e diretor na produtora Grupo Criativa de 2008 a 2015, elaborando roteiros e criando vídeos institucionais e publicitários.O trabalho da proponente consistirá na gestão completa do projeto em seus processos decisórios, execução técnico-administrativo, contábil, contratações, gerenciamento financeiro, monitoramento das etapas, emissão de relatórios de monitoramento e relatório final, prestação de contas.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.