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PRONAC 2510851Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Cabocla da Mata - Circulação Nacional

CABOCLA PRODUCAO LTDA
Solicitado
R$ 469,0 mil
Aprovado
R$ 469,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Nordeste 2025
Ano
25

Localização e período

UF principal
PE
Município
Vicência
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (10)
Maceió AlagoasManaus AmazonasSalvador BahiaFortaleza CearáAlto Paraíso de Goiás GoiásSão Luís MaranhãoBelo Horizonte Minas GeraisBelém ParáRecife Pernambuco

Resumo

Cabocla da Mata é um espetáculo de dança da artista Juçara sobre o personagem Arreiamá do Maracatu Rural de Pernambuco, envolvendo também os ritmos do Caboclinho e Cavalo Marinho. É todo concebido pela dançarina, com trilha sonora original dos músicos Maciel Salú e Henrique Santoro, direção de arte e figurino de Kléber Camelo (in memoriam), iluminação com Natalie Revorêdo, codireção coreográfica de Alê Carvalho, preparação cênica de Silvia Góes e produção da AMATA Produção. Contará com 10 apresentações, nas cinco regiões do Brasil. Quatro oficinas serão ofertadas junto com a turnê.

Sinopse

Cabocla da Mata é um espetáculo de dança concebido e interpretado pela dançarina popular pernambucana Juçara. Ele nasce da observação do personagem Arreiamá do Maracatu Rural, que foi enxeragada toda a força indígena presente nesse brinquedo. A partir dos seus passos o Caboclinho e o Cavalo Marinho também se fazem presentes, sendo folguedos símbolos da região da Mata Norte de Pernambuco,lugar de origem da dançarina. É um espetáculo com 40 minutos de duração, trilha sonora original dos músicos Maciel Salú e Henrique Santoro, direção de arte e figurino de Kléber Camelo (in memorian), codireção coreográfica de Alê Carvalho, preparação cênica de Silvia Góes, iluminação com Natalie Revorêdo e produção da AMATA Produção. Classificação livre. Teremos quatro oficinas de formação com temáticas afins ao espetáculo, estimulando a criação de redes entre as participantes de cada local realizado. As oficinas são: - Videodança: dança e audiovisual, com Mila Nascimento: a oficina tem como objetivo principal a abordagem sobre videodanças e como essa linguagem pode ser trabalhada no audiovisual, ensinando também como você pode adaptar seu espetáculo para um filme e quais principais adaptações para que isso seja feito. Também mostrar a riquesa da integração da dança com o audiovisual. - Maracatu Rural, com Vanessa Vieira do Maracatu Coração Nazareno: oficina que trabalhará o universo dessa manifestação cultural, com foco na dança e suas movimentações corporais.- Caboclinho, com Mestra Denise Galdino do Caboclinho Canidé: oficina que trabalhará o universo dessa manifestação cultural, com foco na dança e suas movimentações corporais. - Cavalo Marinho, com mestra Moca Salú, da Família Salustiano: oficina que trabalhará o universo dessa manifestação cultural, com foco na dança e suas movimentações corporais.Denise Galdino (Instrutora Oficina Caboclinho) é de Goiana,zona da mata norte de PE,filha do mestre Antônio do Goiti,como era conhecido o patriarca da família e fundador do Caboclinho Canidé de Goiana,fundado em 15 de julho de 1971,sendo hoje o segundo mais velho da cidade.Desde 2018, o Caboclinho Canidé é presidido por ela.Imaculada Salustiano, a Moca Salu (Instrutora Oficina Cavalo Marinho), é considerada a matriarca da Família Salustiano,desde a infância vive em meio aos folguedos populares.No final da década de 90 foi ela,que depois de muita insistência,convenceu o pai a deixá-la colocar a figura do vaqueiro,um dos personagens mais complexos e o favorito do Mestre Salustiano.Vanessa Vieira (Instrutora Oficina Maracatu Rural) é educadora social e brincante de Maracatu Rural, com mais de cinco anos de atuação no movimento cultural Cores do Amanhã. Homenageada por sua contribuição à cultura popular, já ministrou oficinas e apresentações em projetos como Abril pra Dança e Festival Viva Dança. Foi brincante do Maracatu Feminino de Baque Solto Coração Nazareno e atua como arte-educadora em iniciativas voltadas à valorização da cultura popular e ao empoderamento feminino. Sua trajetória é dedicada à difusão do Maracatu Rural e das tradições afro-indígenas de Pernambuco.Mila Nascimento (Instrutora Oficina Videodança) é produtora cultural, poeta e cineasta, formada em Cinema e Audiovisual pela UFPE. Ela tem se destacado por seu trabalho em audiovisual e na formação de jovens e adultos, além de ser uma das diretoras escolhidas para integrar a coletânea "As filhas de Lilith", um marco do cinema feminista de Pernambuco. Camila também é vídeo-maker, dirigindo e editando videoclipes, e idealizou a oficina de micro-documentários "Meu mundo num minuto", já realizada em várias cidades. Em 2023, ministrou oficinas no Festival de Cinema de Triunfo e na Mostra de Cinema Ambiental do Recife. Como produtora, coordena projetos como "Só pra fazer andar minhas palavras – vida e obra de Zeto" e "A vaca minuciosa", ambos aprovados em editais de fomento à produção audiovisual de Pernambuco.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar a circulação do espetáculo de dança Cabocla da Mata em 10 municípios, sendo eles: Recife (PE), Salvador (BA), Fortaleza(CE), São Luís (MA), Maceió (AL), Chapada dos Veadeiros(GO), Belém do Pará (PA), Manaus (AM), Porto Alegre (RS) e Belo Horizonte (MG), contemplando as cinco regiões do Brasil, e valorizando estados do Nordeste. Ofertar quatro oficinas, são elas: cavalo marinho com Mestra Moca Salu, Caboclinho com Mestra Denise Galdino, maracatu rural com Vanessa Vieira e videodança com Camila Nascimento. Objetivos especificos - Realizar dez apresentações do espetáculo de dança Cabocla da Mata, difundindo ritmos símbolos da região da Mata Norte pernambucana em Recife (PE), Salvador (BA), Fortaleza(CE), São Luís (MA), Maceió (AL), Chapada dos Veadeiros(GO), Belém do Pará (PA), Manaus (AM), Porto Alegre (RS) e Belo Horizonte (MG);- Ofertar quatro oficinas relacionadas ao espetáculo, sendo elas: cavalo marinho com Mestra Moca Salu, Caboclinho com Mestra Denise Galdino, maracatu rural com Vanessa Vieira e videodança com Camila Nascimento, levando a arte e cultura como forma de desenvolvimento humano; - Garantir acessibilidade para pessoas com deficiência física, auditiva e/ou mobilidade reduzida com escolha de locais acessíveis em sua estrutura, garantia de intérpretes de Libras nas apresentações e oficinas, divulgação acessível com vídeo com legenda para surdos e ensurdecidos, e destinação de 10% das entradas para PcDs.

Justificativa

Cabocla da Mata é um espetáculo de dança que nasce da observação do personagem Arreiamá do Maracatu Rural, folguedo símbolo da região da Mata Norte de Pernambuco. Um filme curta-metragem já foi produzido em 2021 e lançado em 2022, de forma independente, com essa temática; e o espetáculo presencial nasce desse projeto audiovisual que já participou de diversos festivais e mostras nacionais e internacionais. A região da Mata Norte de Pernambuco, fez parte da Capitania de Itamaracá, lugar desmatado quase em sua totalidade pela monocultura, tendo a cana-de-açúcar e a banana como principais cultivos. As comunidades desses municípios apresentam muitas características semelhantes em seus costumes e isso proporcionou também o surgimento de manifestações culturais com traços em comum. Vindas de pessoas pobres, descendentes da escravidão negra e indígena, são danças que refletem esses trabalhos nas movimentações corporais com passos firmes e rápidos, exigindo uma força corporal grande, de um trabalhador rural. Cabocla da Mata leva a cultura tradicional e popular da Mata Norte de Pernambuco para o mundo em forma de dança, e representa a ocupação dos espaços nesses ritmos pelas mulheres ao longo dos tempos. Também apresenta com os movimentos corporais toda uma cultura de um povo que soube transformar a história e herança de seu lugar, marcado pela invasão e exploração, em arte de resistência! O Espetáculo é inspirado na conquista da protagonização do feminino nessas manifestações culturais oriundas do patriarcado, de localidades interioranas do Brasil. É uma ressignificação do lugar da mulher nesses ritmos, em que historicamente foi ocupado nos bastidores, sendo proibida a sua participação na brincadeira. Junção da linguagem da dança com o audiovisual. O público vivenciará através do espetáculo todo o misticismo presente nesses folguedos e como eles entrelaçam-se na musicalidade, indumentária e passos de dança. Todos as manifestações culturais trabalhadas nesse espetáculo são patrimônios imateriais do Brasil, sendo o maracatu rural ou maracatu de baque solto e cavalo marinho nomeados em 2014, e o caboclinho em 2016. O projeto contará com dez apresentações acompanhado de música ao vivo com os artistas que compuseram a trilha sonora, em Recife (PE), Salvador (BA), Fortaleza(CE), São Luís (MA), Maceió (AL), Chapada dos Veadeiros(GO), Belém do Pará (PA), Manaus (AM), Porto Alegre (RS) e Belo Horizonte (MG). Contemplando assim as cinco regiões do Brasil, e valorizando estados do Nordeste. Os espetáculos serão transmitidos ao vivo pelo canal do Youtube do Cabocla Produção e Instagram, sendo um projeto de apresentação híbrida. Oficinas serão ofertadas trazendo a cultura popular como forma de desenvolvimento social e econômico para os artistas e técnicos de cada localidade. As temáticas são afins com o projeto, são elas: Maracatu Rural, Caboclinho, Cavalo Marinho e Videodança. Além de contribuírem no aperfeiçoamento e despertar profissional artístico das pessoas, também servirão como exemplo de ser um projeto protagonizado por mulheres e por produtoras geridas e concebidas por mulheres. Terão cada uma carga horária de 6h/aula, realizadas em dois dias, com 60% das vagas fornecidas para mulheres, pessoas negras, pessoas oriundas de povos indígenas, comunidades tradicionais, terreiro e quilombolas, populações nômades e povos ciganos, pessoas do segmento LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência e integrantes de outros grupos em situação de vulnerabilidade/sub-representação na sociedade. As oficinas trazem temáticas que vão além das formações dos ritmos, como a temática da junção entre as linguagens da dança e do audiovisual, com a produção da videodança, e o protagonismo feminino na economia da cultura. Formando redes de artistas e dançarinos nas áreas da dança, audiovisual e empreendedorismo cultural. Ele percorrerá pelas cinco regiões do Brasil, descentralizando a oferta de arte e cultura por regiões com histórico de poucas oportunidades, como: Nordeste, Centro Oeste, Norte e Sul. Levará com as oficinas, a força e importância da economia criativa na formação e desenvolvimento das pessoas. Todas as apresentações serão gratuitas, oportunizando a experiência do espetáculo de dança para todas as pessoas, disseminando a partir do espetáculo a formação de uma rede colaborativa entre os participantes das oficinas, que também serão gratuitas, formando e desenvolvendo os participantes através da economia criativa. Mudas serão doadas para hortas comunitárias como contrapartida do projeto e compensação na pegada de carbono, e materiais utilizados que sejam reciclados ou recicláveis com destinação final adequada. Assim temos um projeto que atende aos três pilares da sustentabilidade: economia, social e ambiental; mostrando que é possível a realização de projetos culturais sustentáveis. O projeto dialoga com o art. 1º da Lei 8313/91 por estar de acordo com: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. A ação atende ao art. 3º da Lei 8313/91 ao ser uma ação de: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Comunicação e Divulgação do Projeto Para a estratégia de comunicação do projeto, teremos as seguintes ações, que seguirão o manual de marcas do patrocinador: - chamadas em rádios locais,- outdoor em cada local,- utilização de mídia paga nas redes sociais,- propaganda em mídia bus,- tráfego pago,- parceria em sites e portais de notícias e emissoras educativas regionais,- pautas em rádios e TVs,- propagandas em LED em paradas de ônibus, shoppings terminais rodoviários;- kit das oficinas com logomarcas do projeto e patrocínio (ecobags, caneta, bloco de notas e caneca). A empresa de comunicação fará toda medição da repercussão do projeto, seja ela através das ações pagas, como das ações orgânicas.Uma pesquisa com o público e participantes será feita através de formulário eletrônico para saber como foi que ficou sabendo do projeto.Acesso ao público alcançado informado pelas próprias plataformas digitais que disponibilizam o serviço de mídia paga. Sessão exclusiva de apresentação do espetáculo e materiais de divulgação exclusivos do patrocinador.Link do filme "Cabocla da Mata" que inspirou o espetáculo: https://www.youtube.com/watch?v=0ZWgnCl3mIg&list=RD0ZWgnCl3mIg&start_radio=1

Especificação técnica

Espetáculo O espetáculo "Cabocla da Mata" tem 40 minutos de duração, apresentado com música ao vivo e trilha sonora original. Tem formato de palco italiano e conta com uma equipe de trabalho direta de 20 pessoas. O espetáculo inicia com o ritual da Cabocla, peço licença a todas as caboclas que aqui passaram e honro com a minha arte expressando a história delas através do meu corpo com a dança. Essa Cabocla é uma entidade que permeia todas as personagens que se apresentam, trazendo a mensagem de que toda arte vem do divino e é corporificada nas pessoas que transmitem a mensagem através de seus dons. Isso é marcado pelos colares e grafismo na perna que significa "Festa onde todos dançam", presente em todas as personagens que aparecem.O caboclinho é dançado nos ritmos do baião, perré e guerra, sendo uma das manifestações culturais que mais possui herança dos povos indígenas da região. Em seguida,venho com o cavalo marinho, trazendo duas figuras:a Ambrósia e a Véia do Bambu. Ambrósia é uma adaptação que faço do Ambrósio, personagem vendedor de todas as figuras, que faz sua propaganda dançando os passos de cada uma. A Véia do Bambu é a figura que traz todo o fogo da mulher, a energia sexual da criação, afirmando com a sabedoria de uma mulher vivida que o prazer sexual faz parte do ser humano. Finalizo com o maracatu rural, dançando os passos do Arreiamá. Esse folgazão representa a espiritualidade da Jurema. É ele que tem toda força de proteção para o maracatu inteiro, ele pode arriar o mar! Traz toda imponência em sua indumentária e encanto em seus rodopios e passos rápidos. Seus movimentos passam pelo caboclinho e cavalo marinho, misturando tudo com o movimento do caboclo de lança. Esse personagem para mim revelou-se como a sintonia desses ritmos da Mata Norte pernambucana, meu lugar! Oficinas Teremos quatro oficinas de formação com temáticas afins ao espetáculo, são elas: - Videodança, com Mila Nascimento; mostrando como é todo o processo de concepção, produção e distribuição de um filme curtametragem com a temática principal da dança. Trazendo o intercâmbio das linguagens do audiovisual e a dança. - Caboclinho, com Mestra Denise Galdino do Caboclinho Canidé; com demonstração e repasse dos movimentos corporais, história e tradiçlão desse ritmo. - Cavalo Marinho, com mestra Moca Salú, da Família Salustiano; com demonstração e repasse dos movimentos corporais, história e tradiçlão desse ritmo.- Maracatu Rural, com Vanessa Vieira do Maracatu Coração Nazareno; com demonstração e repasse dos movimentos corporais, história e tradiçlão desse ritmo. Todas as oficinas terão 06h/aula, distribuídas em dois dias, com recebimento de certificado e com 60% das vagas priorizadas para mulheres,pessoas negras,pessoas oriundas de povos indígenas,comunidades tradicionais, terreiro e quilombolas,populações nômades e povos ciganos,pessoas do segmento LGBTQIAPN+,pessoas com deficiência e integrantes de outros grupos em situação de vulnerabilidade/sub-representação na sociedade.

Acessibilidade

O projeto Cabocla da Mata contemplará as seguintes ações de acessibilidade:Acessibilidade Arquitetônica:Para PcDs Físico, idosos ou com mobilidade reduzidaAções nos locais que possuem adequação para pessoas com deficiência física e/ou mobilidade motora reduzida, garantindo a realização do espetáculo em espaços com rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização, portas largas, vagas reservadas no estacionamento e cadeiras resistentes.Para PcD auditivoSinais viso-motores para surdos e deficientes auditivos.Para PcD visualPiso tátil para deficientes visuais.Placas de sinalização em braile.Para PcD intelectual e TEADisponibilização de cadeiras na primeira fileira para pessoas com TEA e seu acompanhante em locais com iluminação amena, menos barulho ou aglomerações. Fast pass em filas de acesso (acesso pela saída).Disponibilização de protetores auriculares ou fones de ouvido para diminuição de ruído.Disponibilização de óculos escuros para diminuir a exposição à luz.Acessibilidade Comunicacional e de Conteúdo:Para PcD auditivoIntérprete de LIBRAS nas apresentações do espetáculo e oficinas. Todos os materiais de divulgação em vídeo terão legendagem LSE. Vídeos de registros dos espetáculos e oficinas com LIBRAS.Para PcD visualAudiodescrição das cenas que ocorrerão durante as apresentações (incluindo os diálogos, as movimentações da artista e as mudanças de cenário) que permita o acesso informações importantes para a compreensão do conteúdo, como: elementos do cenário, figurinos e trocas de cenas. Visita ao cenário: 30 minutos antes do início da peça, pessoas cegas e com baixa visão são convidadas para subir no palco e tocar o cenário.Para PcD intelectual e TEAMonitoria especializada inclusiva ao longo das atividades com uso de “Linguagem Simples” (recurso da acessibilidade cognitiva, criado para facilitar a comunicação das pessoas com deficiência intelectual).Monitoria especializada inclusiva. (proteção de sons altos, luzes fortes e multidões para pessoas no caso de pessoas TEA). Acessibilidade atitudinal: Para todos os PcDsOferta de 10% nas entradas dos espetáculos para público de pessoas com deficiência. Ações de busca ativa para o chamamento dos públicos PcDParceria com as secretarias de educação locais para busca do público PcD e institutos que acolhem pessoas cegas e surdas, para a participação nas oficinas e apresentações.

Democratização do acesso

Todas as apresentações do espetáculo serão gratuitas. Oficinas de Maracatu Rural, Caboclinho, Cavalo Marinho e Videodança, serão ofertadas em cada local com uma carga horária de 6h/aula. Todos os públicos das apresentações e oficinas terão prioridade para mulheres, pessoas negras, pessoas oriundas de povos indígenas, comunidades tradicionais, terreiro e quilombolas, populações nômades e povos ciganos, pessoas do segmento LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência e integrantes de outros grupos em situação de vulnerabilidade/sub-representação na sociedade; com a reserva de 60% das entradas.Os espetáculos serão transmitidos pela internet através do youtube e instagram.Toda a divulgação do projeto será realizada através de Assessoria de Comunicação, com matérias em jornais, televisão, sites, blogs, revistas e rádio, com postagens também nas redes sociais da Cabocla Produção.Em cada local, transporte gratuito será disponibilizado pelo projeto para deslocamento dos participantes das oficinas até o local de realização das mesmas.Os locais de realização contemplam as regiões Nordeste, Centro Oeste, Norte e Sul, descentralizando a oferta de arte e cultura por elas que possuem histórico de poucas oportunidadesde acesso a essas atividades culturais e formativas. Todas as ações realizadas serão disponibilizadas de forma gratuita e será garantida outras ações conforme artigo artigo 47 da IN 23/2025, contemplando todos os incisos abaixo do artigo: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento); II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes; III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores; VIII - estabelecer parceria visando à formação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; eX - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura.

Ficha técnica

A equipe é formada majoritariamente por mulheres. Pessoas de terreiro temos Juçara, Maciel Salu, Henrique Santoro e Denise Galdino. Pessoa LGBTQIAPN+ temos Camila Nascimento. Pessoas negras são Juçara (parda), Joana D'Arc Ribeiro (parda), Maciel Salu (preto), Henrique Santoro (pardo), Denise Galdino (parda), Vanessa Vieira (preta), Alê Carvalho (preta) e Silvia Góes (parda).Cabocla Produção (Coordenação Geral) A Cabocla Produção é uma produtora concebida por Juçara, que também é dançarina popular desde a infância, sendo de Vicência (PE), Mata Norte do estado, cercada pelas influências das manifestações culturais de lá. Sua contribuição se destaca em iniciativas como o "Festival da Consciência Negra" no Museu e Pontão de Cultura Poço Comprido (Vicência-PE)e a produção executiva do álbum "Rabeca Instrumental", aprovado pela FUNARTE. Coordenou e elaborou projetos significativos, como a Formação Pedagógica em Cultura Popular e a turnê do espetáculo "Música Rural" em Pernambuco e na Europa.Atualmente atua também na Coordenação de Produção do Comitê de Cultura de Pernambuco e na execução do seu espetáculo de dança Cabocla da Mata. Juçara (dançarina) é dançarina popular e produtora cultural, atuando no universo da cultura popular desde a infância,com 24 anos de experiência.É coreógrafa de espetáculos de grupos de dança e de shows musicais.Também instrutora de danças em cursos de formação.Na produção cultural é criadora e gestora da Cabocla Produção. AMATA Produção (Produção Executiva) foi criada em 2020 por Joana D'Arc Ribeiro, que atua há 25 anos na cultura pernambucana como produtora, curadora e gestora, com foco em cultura popular e educação patrimonial. A produtora tem o objetivo de promover a cultura pernambucana por meio de ações voltadas para a cultura popular e educação patrimonial. Desde sua fundação, a empresa se destacou pela realização de diversos projetos culturais, muitos viabilizados pela Lei Aldir Blanc, como festivais de alta qualidade, incluindo o Festa da Alvorada, o Celebração da Consciência Negra, o Cultural Caboclo e o Sambada de Pontezinha.Atualmente coordena o Comitê de Cultura de PE (2024-2026) e dirige o Pontão de Cultura e Museu Poço Comprido. Maciel Salú (Músico) é um dos principais nomes da cultura popular de Pernambuco, com uma carreira marcada pela versatilidade como rabequeiro, mestre de maracatu rural, cavalo marinho, cantor, compositor e brincante. Nascido em uma família influente na música tradicional pernambucana, ele começou a tocar rabeca ainda jovem, após ser desafiado por seu avô, João Salú. Nos anos 90, integrou a banda Chão e Chinelo e mais tarde fundou a Orchestra Santa Massa, com a qual conquistou reconhecimento internacional. Sua carreira solo, iniciada em 2003, inclui cinco discos e uma coletânea, mesclando o popular com o contemporâneo. Além de sua trajetória musical, Maciel é integrante da Orquestra Contemporânea de Olinda, e desenvolve projetos sociais em Tracunhaém, promovendo a formação de novos mestres e a preservação da cultura popular. Com 22 anos de carreira, prêmios e colaborações com artistas renomados, Maciel consolidou-se como um dos maiores representantes da música nordestina e brasileira. Denise Galdino (Instrutora Oficina Caboclinho) é de Goiana,zona da mata norte de PE,filha do mestre Antônio do Goiti,como era conhecido o patriarca da família e fundador do Caboclinho Canidé de Goiana,fundado em 15 de julho de 1971,sendo hoje o segundo mais velho da cidade.Desde 2018, o Caboclinho Canidé é presidido por ela. Imaculada Salustiano, a Moca Salu (Instrutora Oficina Cavalo Marinho), é considerada a matriarca da Família Salustiano,desde a infância vive em meio aos folguedos populares.No final da década de 90 foi ela,que depois de muita insistência,convenceu o pai a deixá-la colocar a figura do vaqueiro,um dos personagens mais complexos e o favorito do Mestre Salustiano.Vanessa Vieira (Instrutora Oficina Maracatu Rural) é educadora social e brincante de Maracatu Rural, com mais de cinco anos de atuação no movimento cultural Cores do Amanhã. Homenageada por sua contribuição à cultura popular, já ministrou oficinas e apresentações em projetos como Abril pra Dança e Festival Viva Dança. Foi brincante do Maracatu Feminino de Baque Solto Coração Nazareno e atua como arte-educadora em iniciativas voltadas à valorização da cultura popular e ao empoderamento feminino. Sua trajetória é dedicada à difusão do Maracatu Rural e das tradições afro-indígenas de Pernambuco.Alê Carvalho (Codiretora de coreografia) é uma artista multifacetada, iniciou sua carreira na dança em 2008, integrando e depois dirigindo a Aquarius Cia de Dança. Destacou-se na divulgação da Dança de Fusão Étnica Contemporânea e foi pioneira ao levar o Fusion Bellydance ao cenário cultural de Pernambuco. Como coreógrafa e bailarina, conquistou prêmios em festivais, apresentou-se em eventos nacionais e internacionais e fundou o Carvalho Studio de Dança. Atuou também em produções, festivais e formações, unindo dança, pedagogia e liderança cultural. Sua trajetória afirma o protagonismo negro feminino na arte e na dança como instrumento de transformação.Silvia Góes (Preparadora Cênica) é artista multidisciplinar, formada em Jornalismo (Unicap/Recife) e pós-graduada em Dança (Faculdade Angel Vianna/RJ), com cerca de 30 anos de atuação. Nascida na cidade de Garanhuns, fez-se dançarina, dramaturgista, diretora, atriz, palhaça, preparadara corporal e professora, desenvolvendo pesquisas autorais em dança, performance, palhaçaria e teatro. Já realizou trabalhos nacionais e internacionais e reúne em sua trajetória formativa práticas diversas como Dançaterapia, Flamenco, Yoga, Contato-improvisação e Movimento Autêntico, entre outras, integrando coletivos e grupos renomados e participando de festivais, espetáculos e projetos pelo Brasil, América do Sul e Europa. Em 2025, foi indicada e premiada por sua direção e preparação psicofísica de atrizes no Janeiro de Grandes Espetáculos, um dos mais importantes festivais pernambucanos de artes cênicas.Henrique Santoro (Músico) é músico multi-instrumentista, cantor, compositor e produtor artístico e multimídia, atuando desde a infância em música, teatro e dança. Desenvolveu trabalhos com design gráfico, direção musical, oficinas de percussão e projetos sociais ligados ao maracatu e à cultura popular. É diretor do grupo Maracação, já realizou projetos em Portugal e atua também como fotógrafo e produtor audiovisual. Participou de shows relevantes em Recife e segue expandindo sua carreira com projetos entre Brasil e Portugal. Mila Nascimento (Instrutora Oficina Videodança) é produtora cultural, poeta e cineasta, formada em Cinema e Audiovisual pela UFPE. Ela tem se destacado por seu trabalho em audiovisual e na formação de jovens e adultos, além de ser uma das diretoras escolhidas para integrar a coletânea "As filhas de Lilith", um marco do cinema feminista de Pernambuco. Camila também é vídeo-maker, dirigindo e editando videoclipes, e idealizou a oficina de micro-documentários "Meu mundo num minuto", já realizada em várias cidades. Em 2023, ministrou oficinas no Festival de Cinema de Triunfo e na Mostra de Cinema Ambiental do Recife. Como produtora, coordena projetos como "Só pra fazer andar minhas palavras – vida e obra de Zeto" e "A vaca minuciosa", ambos aprovados em editais de fomento à produção audiovisual de Pernambuco. Natalie Revoredo (Iluminadora) é artista recifense, formada em Dança (UFPE) e Massoterapia (SENAC), atuando como iluminadora cênica, performer e reikiana. Integra coletivos artísticos e desenvolve a pesquisa Moveres do CorpoLuz, que explora a dramaturgia da luz e o protagonismo do corpo. Assina iluminações de diversos trabalhos e ministra oficinas que unem técnica e empoderamento feminino. Sua trajetória integra dança, performance e iluminação, investigando o corpo como potência criativa.

Providência

SITUAÇÃO CORRIGIDA AUTOMÁTICAMENTE PELO SISTEMA. PROJETO SEM CAPTAÇÃO DE RECURSOS.

Porto Alegre Rio Grande do Sul